Organização e Metodologia da Educação Infantil

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Inicialmente a educação infantil, principalmente na década de 80 adquiri a função assistencialista para amparar as mães que saiam para trabalhar e não tinham onde deixar seus filhos. Sofrendo mudanças desde o surgimento atualmente na educação básica torna-se obrigatório o ingresso das crianças 4 anos.
Diversos estudiosos tomam como referencial teórico o Desenvolvimento Infantil, como Piaget. Este teórico enfatiza que a sala de aula deve ser um laboratório de experimentação e cooperação, onde a construção do conhecimento predispõe a criança à percepção, à observação e a experimentação através da manipulação dos objetos, levando em consideração seu estágio de desenvolvimento.
Por fim, a educação infantil considera os diversos aspectos do desenvolvimento infantil que contribuem para a formação educacional.

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Organização e Metodologia da Educação Infantil

  1. 1. UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP LICENCIATURA EM PEDAGOGIA E LETRAS PÓLO BELÉM – PA 23201 ACADÊMICOS: ADRIANA LUCIA SERRÃO CAMPOS – 388271 ALAN MIRANDA DA SILVA – 388319 ECIDIONEIDES MARIA FERNANDES – 388644 JAVÉ DE OLIVEIRA SILVA – 387478 MISSILENE DA CONCEIÇÃO GONÇALVES COELHO RA: 398311 ATPS ORGANIZAÇÃO E METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL DOCENTE EAD: MARIA CLOTILDE BASTOS TUTORA / PRESENCIAL: AMANDA PEREIRA MARQUES BELÉM DO PARÁ, SETEMBRO DE 2013
  2. 2. Inicialmente a educação infantil, principalmente na década de 80 adquiri a função assistencialista para amparar as mães que saiam para trabalhar e não tinham onde deixar seus filhos. Sofrendo mudanças desde o surgimento atualmente na educação básica torna-se obrigatório o ingresso das crianças 4 anos. Diversos estudiosos tomam como referencial teórico o Desenvolvimento Infantil, como Piaget. Este teórico enfatiza que a sala de aula deve ser um laboratório de experimentação e cooperação, onde a construção do conhecimento predispõe a criança à percepção, à observação e a experimentação através da manipulação dos objetos, levando em consideração seu estágio de desenvolvimento. Por fim, a educação infantil considera os diversos aspectos do desenvolvimento infantil que contribuem para a formação educacional.
  3. 3. NA DÉCADA DE 60 Foto 1 - Jardim de Infância Caetano de Campos – foto de 1957. Fonte: http://ieccmemorias.wordpress.com/2011/02/26/o-jardim-da-infancia-caetano-de-campos/ .Acesso em: 16 ago. 2013 Na foto 1: - O jardim divida-se em 3 turmas, chamados períodos, dos 4 a 6 anos; - A turma era denominada Jardim 3º e composta 21 meninos e 17 meninas; - Os alunos não estão uniformizadas, mas usam roupas padronizadas. - Boa parte das crianças estão com feição seria, principalmente os meninos. Foto 2 – Colégio Marista – Uberlândia – MG. Fonte: http://www.maristanet.com.br/maristinha/interna.php?referencia=estrutura . Acesso em: 16 ago. 2013 Na foto 2: - São 12 alunos na sala do Jardim I sendo 7 meninas e 5 meninos; - Vestimenta: Blusa branca da escola, bermuda azul marinho. Meia branca e tênis preto (uniforme da instituição); - Sentados na cadeira ao redor da mesa; - Expressão espontânea. ATUALMENTE
  4. 4. • Ocorreram diversas mudanças na educação infantil, como podemos observar as fotos 1 e 2, pois as crianças eram separadas por sexo, em algumas salas por exemplo, as meninas sentavam em uma ou duas fileiras, e os meninos em outra(s) fileira(s). Sendo que na foto 1 é perceptível a separação citada anteriormente; • Na Foto 2, há uma alteração marcante na forma de organização das crianças, ou seja elas sentam-se numa mesa de forma hexagonal de forma mista; • Outra diferenças entre as fotografias é a utilização do uniforme escolar, pois na foto 1 as crianças apresentam como uma vestimenta padrão e as meninas usando vestido, contudo na foto 2 os alunos usam o uniforme da escola e todos usam “short” e alguns com camisetas e outros com camisas de manga curta. • Os alunos da foto 2 apresentam expressão mais espontânea e descontraída, utilizando os brinquedos como recurso para desenvolver o aprendizado. Breve analise das imagens
  5. 5. A EDUCAÇÃO INFANTIL  A educação infantil apesar ser introduzida no Brasil em 1895, foi só a partir de 1970 que começa ocorrer mudanças estruturais e o MEC "começou a assumir responsabilidades ao criar a Coordenação de Educação Pré-Escolar para atendimento de crianças de 4 a 6 anos” (HEIDRICH, 2013), tendo o cunho assistencialista;  Por isso atualmente muitos adultos não fizeram parte da educação infantil, sendo que o iniciavam a vida escolar por volta dos 6 anos, o antigo primário;  No dia 05 de abril de 2013 foi publicada a lei núm. 12.796 que altera as diretrizes e bases da educação nacional tornando obrigatório e ingresso de crianças a partir dos 4 anos de idade na educação básica (cf. G1 – Educação, 2013)
  6. 6. EDUCAÇÃO INFANTIL EM DÉCADAS DIFERENTES A será apresentado a seguir os depoimentos de Áurea C. Farias e Paulo Rodrigues da Silva descrevendo a educação infantil em décadas distintas, sendo que em muitos lugares estes espaços eram frequentados por crianças com idade a partir dos 6 anos: Áurea C. Farias  Ingressou no Grupo Dr. Freitas, aos 6 anos de idade, no ano de 1960 e sua professora era a Sra. Maria das Graças Neves;  Os materiais escolares usados eram a cartilha do ABC, caderno de alfabetização, caderno e lápis preto, quadro negro;  O uniforme era composto pela saia plissada de cor azul, blusa branca de manga curta, sapato preto e meia branca.  Estudava numa sala mista, com meninos e meninas, mas na hora do intervalo eram agrupados por sexo;  Dentre as recordações que marcaram seu processo educacional a musica “Ciranda cirandinha” e as brincadeiras de rodam destacam-se. Paulo Rodrigues da Silva  No ano de 1970, com 7 anos, inicia sua vida escolar no “Grupo Escolar Inocêncio Soares, tendo como professora a Sra. Socorro Leão;  O uniforme dos alunos era composto pela calça comprida com camisa branca;  Materiais escolares utilizados resumia-se em Cartilha do ABC, caderno e lápis, e quadro negro;  Um dos fatos que ele resalta são os métodos arrogantes e brutais utilizados pela professora tanto no trato com os alunos quanto as formas de sanção os quais baseavam-se em castigos desde palmatórias até ficar de joelhos no milho; As festividades formatura e desfile não corriam, pois o Grupo localizava-se numa comunidade muito pobre e os pais não tinham condições de arcar com as despesas de tais eventos.
  7. 7. EDUCAÇÃO INFANTIL EM DÉCADAS DIFERENTES •Apesar de ocorrem em décadas diferentes tanto a experiência escolar da Sra. Áurea e o Sr. Paulo os castigos e sansões eram aplicados de forma severa, pois os alunos apanhavam com palmatórias e eram colocados de joelhos no milho. •Mesmo estudando numa sala mista os alunos eram organizados/agrupados em meninos e meninas, eram proibidas de brincarem juntas no intervalo, com a imposição das brincadeiras como sendo “próprios” , por exemplo, o jogo de bola para meninas e para as meninas a brincadeiras de roda. •A avaliação dos alunos tinha caráter apenas de medir e classificar por meio de provas escritas, sem utilizar os diferentes métodos que hoje são aplicados como o portfólio e a auto avaliação.
  8. 8. DESENVOLVIMENTO INFANTIL TEÓRICOS DESENVOLVIMENTO HUMANO MOTRICIDADE LINGUAGEM E COGNIÇÃO PIAGET Ele dividiu os períodos de acordo com o aparecimento de novas qualidades de pensamento e que, por sua vez, interfere no desenvolvimento do indivíduo. - 1º período: sensório motor 0 a 2 anos. 2º período: pré-operatório 2 a 7 anos. 3º período: operações concretas 7 a 11 ou 12 anos 4º período: operações formais 11 ou 12 anos em diante Cada período é caracterizado por aquilo que de melhor o ser humano consegue fazer nessas faixas etárias. A motricidade na obra de Piaget tem papel de extrema importância na construção da imagem mental, ou seja, na questão da representação. Para a formação dessa representação é preciso que tenha acontecido a experiência vivida com o objeto, a ação direta com ele, ou seja, o movimento que se pratica transformando esse objeto por meio de processos sensório - motores No curto espaço de tempo, por volta de dois anos, a criança evolui de uma atividade passiva em relação ao ambiente para uma atitude ativa e participativa. A 1ª infância de 2 a 7 anos é o período mais importante, quando se dá o aparecimento da linguagem e irá acarretar modificações nos aspectos intelectual, afetivo e social da criança.
  9. 9. DESENVOLVIMENTO INFANTIL TEÓRICO DESENVOLVIMENTO HUMANO MOTRICIDADE LINGUAGEM E COGNIÇÃO VYGOTSKY O desenvolvimento está atrelado a uma contínua evolução, em que nós caminharíamos ao longo de todo o ciclo vital essa evolução, nem sempre linear, se dá em diversos campos da existência, tais como afetivo, cognitivo, social e motor. A motricidade é a educação do movimento com atuação sobre o intelecto, numa relação entre pensamento e ação, englobando funções neurofisiológicas e psíquicas. O plano das interações, todos os movimentos e expressões verbais da criança, no início de sua vida, são importantes, pois afetam o adulto, que os interpreta e devolve à criança como ação e/ou com a fala. No que concerne à cognição, ele deu ênfase ao processo de internalização como mecanismo que intervém no desenvolvimento das funções psicológicas da aprendizagem. Esta é a reconstrução interna de uma operação externa e tem como base a linguagem.
  10. 10. DESENVOLVIMENTO INFANTIL TEÓRICO DESENVOLVIMENTO HUMANO MOTRICIDADE LINGUAGEM E COGNIÇÃO WALLON Desenvolveu sua teoria levando em consideração os domínios cognitivo, afetivo e motor na tentativa de ver a criança de um modo mais integrado. O desenvolvimento humano é visto a partir do desenvolvimento psíquico da criança, sendo os estágios de desenvolvimento dividido em: impulsivo/emocional, sensório/motor e projetivo, personalismo, pensamento categorial, e puberdade e adolescência Ocupa-se do movimento humano dando-lhe uma categoria fundamental como instrumento na construção do psiquismo, do movimento ao afeto, à emoção, ao meio ambiente e aos hábitos do indivíduo. Wallon dá especial ênfase ao movimento como campo funcional porque acredita que o movimento tem grande importância na atividade de estruturação do pensamento no período anterior à aquisição da linguagem. As habilidades de linguagem, podem ser aptidões cultivadas, desenvolvidas em contato com a cultura, e não apenas inatas, embora dependam também das condições orgânicas. O desenvolvimento intelectual, estético e moral seria oferecida uma base comum para oportunizar à criança experimentar, descobrir suas tendências de acordo com o seu estágio de desenvolvimento.
  11. 11. DESENVOLVIMENTO INFANTIL TEÓRICO DESENVOLVIMENTO HUMANO MOTRICIDADE LINGUAGEM E COGNIÇÃO MONTESSORI Desenvolve sua teoria a partir das etapas do desenvolvimento biopsicológico infantil e, assim, as crianças ver-se-iam envolvidas com diversas atividades simultaneamente em sala de aula: uns com matemática, outros com arte e linguagem etc. Sua abordagem era um modo de ver o desenvolvimento da criança entremeado com as condições ambientais que poderiam favorecer ou atrapalhar. A motricidade não é somente cognitiva, mas fruto do esforço guiado cuidadosamente por instintos ou períodos. A criança que não tiver acesso a experiências que permitam o desenvolvimento, no tempo certo, sofrerá um distúrbio no seu desenvolvimento. A linguagem é uma das maneiras de a criança interagir com o meio. A linguagem surge, na infância, num processo natural e inconsciente pela necessidade de se expressar. A cognição e a aprendizagem, para ela, ocorrem por conta própria e, portanto, precisa-se ter vontade para aprender. Quando é motivada, a criança passa a ter interesse e autoconfiança.
  12. 12. DESENVOLVIMENTO INFANTIL TEÓRICOS DESENVOLVIMENT O HUMANO MOTRICIDADE LINGUAGEM E COGNIÇÃO WALDORF A respeito do desenvolvimento este teórico estuda o ser humano em seus três aspectos: o físico, a alma e o espírito, de acordo com as características de cada um e da sua faixa etária, buscando-se uma perfeita integração do corpo, da alma e do espírito, ou seja, entre o pensar, o sentir e o querer. Nos primeiros meses e até três anos, a criança sente visível necessidade de movimentar-se constantemente, mas com movimentos caóticos e desajeitados. Aos 4 ou 5 anos, a criança nessa fase continua com a necessidade de conquistar a consciência corporal, isto é, estimular e condicionar, mas o ambiente deve proporcionar situações para a alegria e a segurança. Ela já responde aos estímulos dos adultos, como a possibilidade de alfabetização precoce entre 4 e 5 anos. Além de não interferir de forma a melhorar a capacidade intelectual quando adulto, não é produtivo tirar da criança a oportunidade de desenvolver a fantasia, despertar a alegria da conquista e aquisição da sua segurança diante do mundo. Dos 5 aos 7 anos, há o surgimento de um novo comportamento. A imaginação se cristaliza levemente em representações mentais das experiências vividas no mundo. Tem início os primeiros passos de um raciocínio e, só agora, em torno de 6 anos completos, no sétimo ano de vida, é que podemos apelar para uma compreensão de ideias, de pensamentos sobre o mundo
  13. 13. DESENVOLVIMENTO INFANTIL TEÓRICOS DESENVOLVIMENTO HUMANO MOTRICIDADE LINGUAGEM E COGNIÇÃO FREINET Para este teórico o desenvolvimento humano passa por formação de pessoas livres, construtoras de um juízo sólido e de nobre caráter, por isso O livre arbítrio também deve ser considerado entre as crianças, pois elas já possuem uma consciência moral. E o indivíduo é sociopolítico, ou seja, tem a sua parte de responsabilidade na sociedade a qual está inserida e, consequentemente, é influenciada politicamente, mesmo não querendo. O desenvolvimento da motricidade de cada ser humano deve respeitar a sua individualidade (subjetividade), mas não ter problemas de integração social. Para ele, a vontade humana é a força motriz que faz com que as pessoas se movimentem. Para Freinet, deve-se oferecer aos educando leituras e atividades diversificadas, com jornais, revistas e outras, oportunizando o desenvolvimento da linguagem e promover a construção do conhecimento que devem-se empregar atividades que possibilitem formular hipóteses num conceito de aprendizado de normas e sequência didática. Essa pedagogia se fundamenta em quatro eixos: cooperação (construir conhecimento comutativamente); comunicação (formalizar e transmitir); documentação (o chamado livro da vida); afetividade (com um vínculo entre as pessoas e delas com o conhecimento,
  14. 14. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO É incontestável que a avaliação é parte integrante da educação, contudo ela geralmente tem como objetivo principal medir quantitativamente o educando, segundo Haydt (p. 288, 2006) os pressupostos e princípios da avaliação são:  A avaliação é um processo contínuo e sistemático;  A avaliação é funcional; A avaliação é orientadora; A avaliação é integral. A seguir serão apresentados dois instrumentos de avaliação e suas respectivas características, assim como a importância destes instrumentos para a organização e o planejamento do trabalho a ser efetivado pelo professor a partir dos resultados avaliados : Disponível em: http://afabricadedesenhos.wordpress.com/o-que-fabricam . Acesso em 12 Set 2013.
  15. 15. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO A observação não é apenas um instrumento descritivo, mas um recurso de investigação e planejamento. É indispensável a quem acompanha o desenvolvimento da criança valorizar o momento onde ela durante sua manifestação espontânea ou não, pode revelar ou desvelar saberes, desejos e intenções sobre si mesma e sobre o mundo. As principais características deste instrumento:  “Verificar o desenvolvimento cognitivo, afetivo e psicossocial do educando, em decorrência das experiências vivenciadas” (HAYDT, p. 296, 2013). Disponível em: http://www.guaruja.sp.gov.br/acao-da-prefeitura-garante-mais- criancas-em-salas-de-aulas. Acesso em 12 set. 2013. A OBSERVAÇÃO
  16. 16. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO Uma outra forma de coletar dados sobre o desenvolvimento dos alunos em sala de aula é a autoavaliação sendo que esta deve ser feita pelos alunos. Segundo Haydt (p. 300, 2006) esta prática “cria condições para que o aluno tenha uma participação mais ampla e ativa no processo de aprendizagem”. Principais características deste instrumento:  Determinar o aproveitamento cognitivo do aluno, em decorrência da aprendizagem;  O aluno tem a oportunidade de analisar seu progresso nos estudos nos estudos, bem como as atitudes e comportamentos diante do professor e dos colegas. Disponível em: http://praticaspedagogicastibau.blogspot.com.br/2011/11/importancia-de-se- trabalhar-com-auto.html. Acesso em 12 set. 2013. A AUTO AVALIAÇÃO
  17. 17. Considerações finais Visando o desenvolvimento integral da criança a educação infantil passa a ser a primeira etapa da Educação Básica desde 1996 com a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, mesmo sofrendo esta mudança ela ainda é vista de forma assistencialista. Algumas mudanças ocorreram ao longo dos anos, como a forma de vestimenta das crianças, e a utilização de os métodos novos conceitos foram necessários, por isso os desenvolvidos por teóricos com Piaget, Vygotsky foram sendo aplicados nas escolas. Por Fim, a educação infantil é um lugar privilegiado de trocas, de expressão, ampliação de experiências, de produção de conhecimento, de conquistas e desenvolvimento pleno das potencialidades.
  18. 18. Referências HAYDT, Regina Célia C. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. In: Curso de Didática Geral. São Paulo: Ática, 2006. PLT 316; HEIDRICH, Gustavo. Educação Infantil no Brasil: cem anos de espera. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/educacao-infantil-no-brasil/educacao-infantil-brasil-cem- anos-espera-540838.shtml. Acesso em 25 ago 2013; G1 – Educação. Nova lei obriga os pais a matricular crianças de 4 anos na pré-escola. Disponível em: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/04/nova-lei-obriga-os-pais-matricular-crianca-de-4-anos-na-pre- escola.html. Acesso em 25 ago 2013; OLIVEIRA, Z. R. de. Educação infantil: fundamentos e métodos. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

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