Nós, seres humanos, sempre nos consideramos exceções, próprias de seres excepcionais.
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Mesmo assim a justiça ainda detém muito poder, este que literalmente abeira o perpétuo ou o eterno. Mas nos dias de hoje e...
 
Na realidade o que ela faz ou pode fazer, de maneira efetiva e direta, é levar infratores às prisões: penitenciárias, luga...
E também quanto aos não-infratores, a justiça não lhes oferece recompensas em paraísos divinos; ela só lhes oferece a libe...
Portanto, o que temos de melhor e mais organizado (a justiça!) utiliza-se da Vida..., esta que sempre foi e ainda é o que ...
E não me refiro exatamente às suas “leis”, mas à dimensão com que de fato ela nos rege neste mundo ...,
(sem nos esquecer de que este mundo foi incorporado pela Vida, assim, transformado em seu próprio corpo universal.).
 
Aliás neste caso - relacionado à Vida -, a balança que ela ostenta representa o EQUILÍBRIO que genuinamente ela promove......
Interessante. O que eu escrevo aqui fundamenta o que escrevi no livro: Teoria da Vida. Vida que se não é a principal autor...
Infelizmente, porém, para nós é mais claro o poder da Vida em nos penalizar... Para isso, na realidade, ela não usa a long...
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(!) Sincera e modestamente, leitores, não conheço a realidade interior da Vida, embora a veja como uma “entidade”. Uma ent...
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E então, se os representantes desta justiça forem realmente evoluídos - a ponto de se mostrarem como “justos” -, devem ago...
A nossa justiça deve este crédito de menção à Vida.
Depois disso, então, talvez possamos começar um nova era, verdadeiramente e, na realidade, tendo a Vida como premissa.
Depois disso, então, talvez possamos começar um nova era, verdadeiramente e, na realidade, tendo a Vida como premissa.
Depois disso, então, talvez possamos começar um nova era, verdadeiramente e, na realidade, tendo a Vida como premissa.
Depois disso, então, talvez possamos começar um nova era, verdadeiramente e, na realidade, tendo a Vida como premissa.
V I D A !!! Nós, brasileiros, filhos deste país onde a Vida se concentrou em equilíbrio e fartura, devemos assumir o papel...
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O Excepcional alcance punitivo de nossas leis

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(*) Analisado pelo ângulo da Vida (com uma mensagem final para nós, brasileiros.)

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O Excepcional alcance punitivo de nossas leis

  1. 3. Nós, seres humanos, sempre nos consideramos exceções, próprias de seres excepcionais.
  2. 4. No passado, após acreditarmos em “vida eterna” --- que primeiramente surgiu como um tipo de prêmio para os bons ---, logo surgiu a idéia de haver também a “condenação eterna” como um tipo de punição para os maus. E a meu ver foi assim que imprecisamente ficou definido o excepcional alcance punitivo de nossas leis ... .
  3. 5. E mesmo hoje, estranhamente, isto ainda não mudou, talvez porque não tenha como mudar..., levando-se em conta as terríveis proporções de animalidade ou monstruosidade com que alguns crimes são cometidos por humanos (se podem ser chamados assim...). Crimes realmente merecedores de condenações perpétuas ou de penas eternas ...!...
  4. 6. E então o que nos resta é estabelecer como moderna ou atual esta frase antiga, inteligentemente definida para classificar estes seres, excepcionalmente: “ Seres humanos finitos merecedores de penas infinitas !...”
  5. 7. Uma frase ou sentença biologicamente conflitante, mas aceitável, juridicamente. “ Seres humanos finitos merecedores de penas infinitas !...”
  6. 8. Para mim a biologia sempre se mostra em primeiro plano. Mas pelo respeito que eu como homem ou cidadão devo à justiça humana, vou rever como ela é e até que ponto ela age de acordo com o que se mostra na “realidade biológica”, ou que seja na realidade da Vida.
  7. 9. E de fato eu quero ser justo com o que temos de melhor: a própria justiça, esta que a meu ver, como instituição “ exclusivamente humana”, é tão nova ou recente quanto a democracia. (!) Gosto desta sua imagem representada pela figura da mulher.
  8. 10. Ela é vulnerável, como tudo que nos diz respeito, mas realmente sintetiza o que temos de melhor. Não tem como função ameaçar, amedrontar (apesar da longa espada que insiste em ostentar.). A sua função é social --- organizar (pois é claro que só pode ser este o legítimo ou real objetivo da lei.).
  9. 11. Seu papel é estabelecer a ordem e a segurança pela convivência pacífica...; e até a esperança, no sentido de que sempre se pode contar ou se deve esperar pela chegada da justiça, para discernir sobre todos os fatos e estabelecer o que é justo.
  10. 12. Ela determina previamente o certo e o errado, mas não faz prejulgamento. Em primeira instância atende a este direito fundamental: o de sermos ouvidos.
  11. 13. Mesmo assim a justiça ainda detém muito poder, este que literalmente abeira o perpétuo ou o eterno. Mas nos dias de hoje ela se apresenta mais cuidadosa e se mostra bem mais austera do que os nossos deuses. Não ousa condenar ninguém ao terrível fogo eterno do inferno, apesar de se manter no pleno direito de decretar prisões perpétuas ou declarar que este ou aquele merece a condenação eterna.
  12. 15. Na realidade o que ela faz ou pode fazer, de maneira efetiva e direta, é levar infratores às prisões: penitenciárias, lugares onde se pagam penas, embora não possam ser comparados aos “purgatórios”. E estas penitenciárias são por elas mesmas a punição: privação de espaço e, por este ângulo, da liberdade de se mover (característica da Vida) --- por um certo tempo ou por um tempo indeterminado, ou seja enquanto a vida do condenado durar...
  13. 16. E também quanto aos não-infratores, a justiça não lhes oferece recompensas em paraísos divinos; ela só lhes oferece a liberdade para viverem a Vida --- conforme ela se apresenta ou se oferece neste mundo, como fato.
  14. 17. Portanto, o que temos de melhor e mais organizado (a justiça!) utiliza-se da Vida..., esta que sempre foi e ainda é o que temos..., durante nossa existência neste mundo.
  15. 18. E não me refiro exatamente às suas “leis”, mas à dimensão com que de fato ela nos rege neste mundo ...,
  16. 19. (sem nos esquecer de que este mundo foi incorporado pela Vida, assim, transformado em seu próprio corpo universal.).
  17. 21. Aliás neste caso - relacionado à Vida -, a balança que ela ostenta representa o EQUILÍBRIO que genuinamente ela promove..., às vezes com o uso do peso de sua espada.
  18. 22. Interessante. O que eu escrevo aqui fundamenta o que escrevi no livro: Teoria da Vida. Vida que se não é a principal autoridade que reina sobre todas as criaturas viventes neste mundo, é a personagem do Criador --- dotada do natural poder de criar e suprir ou alimentar, além de disciplinar ... .
  19. 23. Infelizmente, porém, para nós é mais claro o poder da Vida em nos penalizar... Para isso, na realidade, ela não usa a longa espada que insiste em ostentar...; usa seu complexo sistema de doenças, degenerações, atrofias, paralisias (estas que nos privam do movimento sem nos privar do espaço), todas com suas gravidades determinadas pela dor.
  20. 24. E acreditem que, de maneira simbólica mas legítima, a Vida tem os olhos vendados! Ela não nos vê como nos vemos nos espelhos, algo que para nós é ainda difícil apreender ... . Mas quanto, então, ao sistema que ela usa para nos disciplinar, no sentido de nos organizar?
  21. 25. (!) Sincera e modestamente, leitores, não conheço a realidade interior da Vida, embora a veja como uma “entidade”. Uma entidade que sem dúvida teve os seus motivos para nos criar de maneira personalizada ou individualmente identificável...
  22. 26. E não foi justamente pelos seus motivos que a Vida implantou em cada um dos nossos dedos estas impressões digitais que nos identificam individualmente, diferenciando-nos um dos outros...?
  23. 27. Ou vocês também, leitores e leitoras, achavam que a digital tinha sido criada por nós como um artifício inventado pela nossa justiça e forjado em nossos dedos para nos dar identidade pessoal, com o objetivo de nos organizar e ajudar nas investigações criminais ...?
  24. 28. Mesmo de olhos vendados é possível ver que, também neste caso, a nossa inteligente justiça se recorreu aos artifícios originalmente inventados pela Vida (a personagem do Criador destinada a nos reger neste mundo..., em relação a um “ outro mundo”, quem dirá?...).
  25. 29. E então, se os representantes desta justiça forem realmente evoluídos - a ponto de se mostrarem como “justos” -, devem agora se pronunciar, reconhecendo publicamente que a VIDA foi a sua mentora !
  26. 30. A nossa justiça deve este crédito de menção à Vida.
  27. 31. Depois disso, então, talvez possamos começar um nova era, verdadeiramente e, na realidade, tendo a Vida como premissa.
  28. 32. Depois disso, então, talvez possamos começar um nova era, verdadeiramente e, na realidade, tendo a Vida como premissa.
  29. 33. Depois disso, então, talvez possamos começar um nova era, verdadeiramente e, na realidade, tendo a Vida como premissa.
  30. 34. Depois disso, então, talvez possamos começar um nova era, verdadeiramente e, na realidade, tendo a Vida como premissa.
  31. 35. V I D A !!! Nós, brasileiros, filhos deste país onde a Vida se concentrou em equilíbrio e fartura, devemos assumir o papel de seus promotores e de seus primeiros irredutíveis defensores. Isto é o que devemos a ela. Lanier Wcr., Luz ano 2011

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