A BÚSSOLA DO DESEJO
A BÚSSOLA DO DESEJO Parece mesmo título de filme.
Eu assistia ao filme de Johnny Depp (no seu exótico Capitão Jack Sparrow) e fiquei intrigado (aliás, como todos os persona...
E confessso que terminei por ficar encantado, quando soube que sua bússola só apontava para onde se encontrava seu desejo....
Nossas percepções sobre os poderes São antigas nossas percepções sobre os poderes do magnetismo ou da atração magnética re...
Depois, impressionados, os próprios religiosos começaram a desenvolver estudos sobre ela..., enquanto a ciência, pelo seu ...
 
 
 
Tivemos sérias razões para nos encucar com isso. E o fato parece mesmo ser este: todas as criaturas da Terra são dotadas d...
o “instrumento sensitivo” capaz de satisfazer os princípios básicos dos quatro elementos de sobrevivência neste mundo terr...
Mas é claro que isso não foi o bastante para nós, estes humanos dotados de uma inteligência tão ansiosa, ávida por descobr...
 
 
 
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Mas vamos retornar ao nosso mundo ou aos nossos desejos neste mundo, lembrando-nos do que nos disseram os melhores dos nos...
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Enfim, quanto a mim, ouso dizer que sou diferente, porque a minha “bússola” é diferente. Ela não só busca por desejo..., b...
onde está o meu sentimento...,
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porque, de um jeito ou de outro, representará meu desejo de viver..., nos desejos de fazer viver a Vida.
Considerando como certo que só nos apegamos ao que nos toca emocionalmente, precisamos reviver nosso sentimento de amor pe...
 
De fato precisamos seguir, percebendo o sentimento, procurando pela compreensão.
E, sempre, quando digo isto, as pessoas me olham desconfiadas, talvez me achando metido. Fico calado. Mas no íntimo eu sei...
Não há como nos fechar para a Vida ou nos esconder dela..., pois é algo que nem o molusco dentro de sua concha consegue......
Está plenamente vivo.
Imagens da coleção de fotografias do fotógrafo e cineasta canadense Gregory Colbert. Lanier Wcr
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A Bússola do Desejo

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(/) Esta crônica teve o seu início inspirado na bússola do exótico "Capitão Jack Sparrow" (Piratas do Caribe).

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A Bússola do Desejo

  1. 2. A BÚSSOLA DO DESEJO
  2. 3. A BÚSSOLA DO DESEJO Parece mesmo título de filme.
  3. 4. Eu assistia ao filme de Johnny Depp (no seu exótico Capitão Jack Sparrow) e fiquei intrigado (aliás, como todos os personagens dentro do próprio filme), sem conseguir entender por que ele andava com uma bússola que tecnicamente não funcionava..., isto é, não apontava para o norte.
  4. 5. E confessso que terminei por ficar encantado, quando soube que sua bússola só apontava para onde se encontrava seu desejo..., no caso, um tesouro. Puxa! Como eu gostaria de ter uma bússola que apontasse em direção ao lugar onde estaria meu desejo...
  5. 6. Nossas percepções sobre os poderes São antigas nossas percepções sobre os poderes do magnetismo ou da atração magnética referente à bússola..., que, no início, era apenas uma “ agulha”.
  6. 7. Depois, impressionados, os próprios religiosos começaram a desenvolver estudos sobre ela..., enquanto a ciência, pelo seu lado empírico, aprimorava seus desenhos explicativos e expunha suas fotos Darwinianas...:
  7. 11. Tivemos sérias razões para nos encucar com isso. E o fato parece mesmo ser este: todas as criaturas da Terra são dotadas de algum tipo de “bússola mental” :
  8. 12. o “instrumento sensitivo” capaz de satisfazer os princípios básicos dos quatro elementos de sobrevivência neste mundo terrestre: . abrigo, . alimentação, . acasalamento, . reprodução.
  9. 13. Mas é claro que isso não foi o bastante para nós, estes humanos dotados de uma inteligência tão ansiosa, ávida por descobrimentos... E nos dias de hoje procuramos ver como as forças magnéticas atuam nos corpos galácticos, no espaço sideral... Não são forças aleatórias. Elas seguem um padrão de acordo com uma estrutura “planejada”, apropriadamente destinada a construir esta coisa que definimos como “existência”.
  10. 17. A bússola ainda nos impressiona pela certeza que sempre tivemos a respeito das presenças destes quatro elementos em tudo no grande Universo, e aqui: um tempo, um ritmo ou movimento, uma direção e um propósito... . o desejo de chegar a algum lugar, . o desejo de encontrar alguma coisa, . o desejo de conquistar algo que se quer, . o desejo de se unir ou de se completar em algo, . o desejo de se transformar em alguma outra coisa, . o desejo de ser algo mais..., ou maior... e novo, enfim. Propósito este que se refere à “existência” e que então corresponde aos “desejos”, não só de se abrigar, de se alimentar, de se acasalar ou de se reproduzir:
  11. 18. Mas vamos retornar ao nosso mundo ou aos nossos desejos neste mundo, lembrando-nos do que nos disseram os melhores dos nossos religiosos (a meu ver, claro): os taoístas. “ O princípio do vazio”
  12. 19. Parte disso está escrito no meu livro, Teoria da Vida, este que ainda busca o seu natural desejo: ser publicado. ----------------------------------------------------------------------------------- Enquanto isso vamos ler o que os monges do Tao escreveram: “ Trinta raios convergentes unem-se no cubo formando uma roda, mas é o vazio central que permite seu sentido de rotação e a sua utilização no carro. Dessa forma o ser produz o útil, mas é o não-ser, o vazio, que o torna eficaz.” “ O princípio do vazio”
  13. 20. “ ... Estamos sempre sugando o que observamos para completar nosso vazio interior... Se o desejo mora em nós, a única coisa que podemos contemplar é sua forma externa, a casca sem a essência que permanece oculta. Entretanto, é quando cessam nossos desejos que podemos observar a coisa nua, pura, tal como é, sem qualquer contaminação — casca e essência interligadas...” “ O princípio do vazio”
  14. 21. (!) Isso não tem um enredo fácil, embora dimensione a importância dos religiosos autênticos: que se abstêm de desejos para observarem a realidade nua, tal como é, casca e essência interligadas... Mas é claro que isso não se aplica a nós..., aos povos que se relacionam diuturnamente com a Vida para substanciarem a existência da humanidade junto à existência do mundo, produzindo o útil ...
  15. 22. Para mim não há dúvida de que os religiosos procuraram determinar “a realidade”, e, nós, os povos, a existência... Por isso somos tão ligados a estas questões de sobrevivência.
  16. 23. Enfim, quanto a mim, ouso dizer que sou diferente, porque a minha “bússola” é diferente. Ela não só busca por desejo..., busca por sentimento. Então, eu vou para...,
  17. 24. onde está o meu sentimento...,
  18. 25. seja ele de que natureza for...,
  19. 26. porque, de um jeito ou de outro, representará meu desejo de viver..., nos desejos de fazer viver a Vida.
  20. 27. Considerando como certo que só nos apegamos ao que nos toca emocionalmente, precisamos reviver nosso sentimento de amor pela Vida para definitivamente nos apegar a ela e nos religar ao mundo, este que, pelas suas forças magnéticas, nos manterá orientados.
  21. 29. De fato precisamos seguir, percebendo o sentimento, procurando pela compreensão.
  22. 30. E, sempre, quando digo isto, as pessoas me olham desconfiadas, talvez me achando metido. Fico calado. Mas no íntimo eu sei que não me refiro apenas ao sentimento de amor... Falo de todos..., pois, se alguma coisa dói em mim, lá estou eu... E, outra vez, quanto a mim, por este vaidoso impulso intelectual, volto a dizer isto de que muito me orgulho: eu sempre vou para onde está o meu sentimento.
  23. 31. Não há como nos fechar para a Vida ou nos esconder dela..., pois é algo que nem o molusco dentro de sua concha consegue... Aliás, ele não pensa nisso.
  24. 32. Está plenamente vivo.
  25. 33. Imagens da coleção de fotografias do fotógrafo e cineasta canadense Gregory Colbert. Lanier Wcr

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