Aula de imunização intensivo Estado

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Aula de imunização intensivo Estado

  1. 1. Intensivo SES RJ - Saúde Pública II Imunização
  2. 2. Prof. Ismael CostaISMAC@GLOBO.COMWWW.BLOGPROFISMAEL.BLOGSPOT.COM
  3. 3. www.editoraaguiadourada.com.br
  4. 4. CONCEITOS BÁSICOS EM IMUNIZAÇÃO • O processo imunológico pelo qual se desenvolve a proteção conferida pelas vacinas compreende o conjunto de mecanismos através dos quais o organismo humano reconhece uma substância como estranha, para, em seguida, metabolizá-la, neutralizá-la e/ou eliminá-la. • A resposta imune do organismo às vacinas depende basicamente de dois tipos de fatores: os inerentes às vacinas e os relacionados com o próprio organismo.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 4
  5. 5. CONCEITOS BÁSICOS EM IMUNIZAÇÃO• RESISTÊNCIA• RESISTÊNCIA NATURAL:• IMUNIDADE: é o estado de resistência associado à presença de anticorpos com ação específica sobre o microorganismo causador de determinada doença infecciosa ou sobre suas toxinas. Pode ser passiva ou ativa.• Imunidade passiva naturalmente adquirida: é de curta duração e pode ser obtida por transferência da mãe para o filho (placenta, amamentação).• Imunidade passiva artificialmente adquirida: também de curta duração, é obtida pela administração de soros e imunoglobulina humana.• Imunidade ativa naturalmente adquirida: é duradoura, obtida através de infecção ou doença.• Imunidade ativa artificialmente adquirida: duradoura, obtida pela inoculação de vacinas. 5
  6. 6. Resposta imunológicaAo entrar em contato com alguma substância estranha ao organismo, nosso sistema imunológico produz uma resposta que pode levar à formação de anticorpos (imunoglobulinas) e linfócitos de memória.Esta resposta leva um tempo determinado, qualquer novo estímulo neste intervalo não altera a resposta, logo todas as vacinas possuem um intervalo mínimo entre as doses.No entanto, se houver formação de linfócitos de memória, sempre que houver um novo contato com o antígeno, a resposta continuará do ponto onde parou, logo não existe intervalo máximo entre as doses, em outras palavras não devemos repetir ou recomeçar um esquema vacinal. As dose administradas deverão ser consideradas e o esquema deverá ser completado.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 6
  7. 7. TIPOS DE AGENTES IMUNIZANTES• Vacina inativada: composta por bactérias ou vírus mortos, derivados de agentes infecciosos purificados e/ou modificados química ou geneticamente.• Vacina atenuada: bactérias ou vírus vivos enfraquecidos, atenuados por múltiplas passagens em culturas de células. Estas vacinas desenvolvem uma “infecção” e não devem ser aplicadas em gestantes pelos riscos ao feto. 7
  8. 8. Bacterianas ViraisAtenuadas BCG Rotavírus Cólera Sarampo Febre Tifóide * Caxumba Rubéola Varicela VOP Febre AmarelaInativadas Difteria Gripe Tétano VIP Coqueluche Raiva Hib Hepatite B Meningocócica Hepatite A Pneumocócica Febre Tifóide 8
  9. 9. Composição das vacinas• a) líquido de suspensão: constituído geralmente por água destilada ou solução salina fisiológica, podendo conter proteínas e outros componentes originários dos meios de cultura ou das células utilizadas no processo de produção das vacinas;• b) conservantes, estabilizadores e antibióticos: pequenas quantidades de substâncias antibióticas ou germicidas são incluídas na composição de vacinas para evitar o crescimento de contaminantes (bactérias e fungos); estabilizadores (nutrientes) são adicionados a vacinas constituídas por agentes infecciosos vivos atenuados.• Reações alérgicas podem ocorrer se a pessoa vacinada for sensível a algum desses componentes;• c) adjuvantes: compostos contendo alumínio são comumente utilizados para aumentar o poder imunogênico de algumas vacinas, amplificando o estímulo provocado por esses agentes imunizantes (toxóide tetânico e toxóide diftérico, por exemplo).SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 9
  10. 10. Contra indicações gerais para vacinação• Para vacinas de bactérias ou vírus vivos atenuados:• imunodeficiência congênita ou adquirida• presença de neoplasia maligna.• Outras: Hipersensibilidade (alergias) 10
  11. 11. Situações que indicam adiamento da vacinação• tratamento com corticóides em doses imunossupressoras ( 2mg/kg/dia em crianças ou 20 mg/kg/dia em adultos, por mais de 1 semana) ou outras terapêuticas imunossupressoras (quimioterapia antineoplásica, radioterapia). Neste caso, deve- se agendar a vacinação para três (3) meses após a conclusão do tratamento.• durante a evolução de doenças agudas febris. 11
  12. 12. Adiamento – cont. • O uso de imunoglobulinas também deve adiar a aplicação de algumas vacinas vivas, como as contra sarampo e rubéola. (3 meses) • Há interferência entre a vacina de varicela e outras vacinas de vírus vivos de uso parenteral, devendo ser aplicadas no mesmo dia, em locais diferentes ou com intervalo de 30 dias.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 12
  13. 13. Atenção • Obs: Não há interferência entre as vacinas utilizadas no calendário de rotina do PNI, que, portanto, podem ser aplicadas simultaneamente ou com qualquer intervalo entre si. • Uma exceção, por falta de informações adequadas, é a vacina contra febre amarela: recomenda-se que seja aplicada simultaneamente ou com intervalo de duas semanas das outras vacinas vivas.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 13
  14. 14. Falsas contra-indicações• a) doenças benignas comuns, tais como afecções recorrentes infecciosas ou alérgicas das vias respiratórias superiores, com tosse e/ou coriza, diarréia leve ou moderada, doenças da pele (impetigo, escabiose etc);• b) desnutrição;• c) aplicação de vacina contra a raiva em andamento;• d) doença neurológica estável (síndrome convulsiva controlada, por exemplo) ou pregressa, com seqüela presente;• e) antecedente familiar de convulsão;• f) tratamento sistêmico com corticosteróide durante curto período (inferior a duas semanas), ou tratamento prolongado diário ou em dias alternados com doses baixas ou moderadas;• g) alergias, exceto as reações alérgicas sistêmicas e graves, relacionadas a componentes de determinadas vacinas;• h) prematuridade ou baixo peso no nascimento.(exceto BCG)• i) internação hospitalarSAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 14
  15. 15. Orientações gerais sobre as vias de administração de vacinas• O álcool comum não deve ser utilizado porque tem baixa volatilidade e baixo poder antisséptico.• Em situações especiais (ambiente hospitalar ou zona rural) utilizar álcool a 70%;• - Na injeção intradérmica não é indicada a limpeza com álcool para evitar uma possível interação com o líquido injetado; 15
  16. 16. Situações especiais• Surtos ou epidemias: Em vigência de surto ou epidemia de doença cuja vacinação esteja incluída no PNI, podem ser adotadas medidas de controle que incluem a vacinação em massa da população-alvo (estado, município, creche etc), sem necessidade de obedecer rigorosamente aos esquemas do Manual.• Campanha de vacinação: Constitui estratégia cujo objetivo é o controle de uma doença de forma intensiva ou a ampliação da cobertura vacinal para complementar trabalho de rotina.• Vacinação de gestantes: Não há nenhuma evidência de que a administração em gestantes de vacinas de vírus inativados (vacina contra a raiva, por exemplo) ou de bactérias mortas, toxóides (toxóide tetânico e toxóide diftérico) e de vacinas constituídas por componentes de agentes infecciosos (vacina contra infecção meningocócica e vacina contra hepatite B, por exemplo) acarrete qualquer risco para o feto.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 16
  17. 17. • As vacinas vivas (vacina contra sarampo, contra rubéola, contra caxumba, contra febre amarela, BCG) são contra- indicadas em gestantes. • Infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) - AIDS • As pessoas com infecção assintomática pelo HIV comprovada por testes sorológicos poderão receber todas as vacinas incluídas no PNI. • Em HIV - positivos sintomáticos, isto é, pacientes com aids, deve-se evitar as vacinas vivas, sempre que possível, especialmente o BCG, que é contra-indicado. • Nos pacientes com aids pode-se ainda lançar mão da vacina inativada contra poliomielite, disponível nos Centros de Referências de Imunobiológicos Especiais (CRIEs).SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 17
  18. 18. 18SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  19. 19. SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  20. 20. Observações • BCG • Hepatite B • DTP • VORH • Pneumo 10 conj. • Meningo C conj. • Febre amarelaSAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  21. 21. Calendário adolescenteSAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  22. 22. Calendário do adulto e idosoSAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  23. 23. Informações vacinais V a c ina c om posiç ã o c ont ra -indic a ç õe s Est a bilida de BCG (bacilo de Calmette & Peso menor de 2kg, 6h Guérin) liofilizado AIDS BCG partículas virais,hidróxido de reação anafilática O congelamento inativa a vacina. alumínio como adjuvante e o sistêmica Depois de aberto o frasco-ampola de timerosal como conservante múltiplas doses, a vacina poderá ser utilizada durante até o final do prazo H e pa t it e B de validade Contém os três tipos de Diarréia e vômita (na até o final poliovírus atenuados (tipos I, II e rotina) V OP III). vírus isolados de humanos e Gastroenterite Caso a mesma não seja atenuados (internação) administrada imediatamente, deve ser mantida entre + 2ºC e + 8ºC e desprezada após 24 horas se não V ORH utilizada. polissacarídeo capsular - PRP - reação anafilática até o final (poliribosil-ribitol-fosfato), sistêmica conjugado quimicamente a uma H iB proteína carreadora. vírus vivos atenuados, alergia anafilática ao 4h apresentada sob a forma ovo liofilizada Fe bre Am a re laSAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  24. 24. V a c ina c om posiç ã o c ont ra -indic a ç õe s Est a bilida de vírus vivos atenuados contra o alergia anafilática ao 8h sarampo, a caxumba e a rubéola ovo, gravidez,uso de imunoglobulina (3m anteriores) T ri-V ira l toxóide diftérico, toxóide tetânico Criança com 7 a nos até o final e Bordetella pertussis inativada ou +,Doença em suspensão,tendo como neurológica adjuvante hidróxido ou fosfato de ativa,Reação grave à DT P alumínio doses anteriores toxóide diftérico e toxóide anafilática sistêmica até o final tetânico, tendo como adjuvante grave seguindo-se à hidróxido ou fosfato de alumínio aplicação de dose anterior; Síndrome de Guillain-Barré nasseis semanas após a vacinação contra difteria e/ou tétano dT anterior. Polissacarídeo de pneumococos reação anafilática até o final Pne um o 1 0 c onj conjugados sistêmica Polissacarídeo do Mn C reação anafilática até o final conjugado a toxóide tetânico. sistêmica Adjuvante de hidróxido de Me ningo C c onj alumínioSAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  25. 25. V a c ina c om posiç ã o c ont ra -indic a ç õe s Est a bilida de Utilizam-se dois tipos de vacinas História de anafilaxia a até o final inativadas contra influenza: proteínas do ovo ou a vacinas de vírus fracionados; outros componentes da vacinas de subunidades. vacina Trivalentes (2 vírus tipo A e 1 tipo B)Na composição das vacinas, entram antibióticos como a neomicina ou polimixina e podem conter timerosal como conservante. Ant i-influe nza É constituída de uma suspensão reação anafilática até o final de antígenos polissacarídicos sistêmica purificados, com 23 sorotipos de pneumococo, em solução salina e conservada por fenol. Pne um o 2 3 cultivo celular (inativada) reação anafilática até o final Ra iva (c e lula r) sistêmicaSAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS
  26. 26. EXTRA 26
  27. 27. Pneumocóccica 10 conjugada • a) Indicações ; Imunização ativa de crianças de 2 meses a < de 24 meses de idade contra doença invasiva e otite média aguda causadas por Streptococcus pneumoniae sorotipos 1, 4, 5, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19F e 23F. • b) Composição e Apresentação: A vacina pneumocócica 10-valente é constituída por 10 (dez) sorotipos de pneumococos (1,4,5,6B,7F,9V, 14, 18C, 19F, 23F) e conjugada com a proteína D de Haemophilus influenzae para oito de seus sorotipos e carreadores de toxóide diftérico (DT) e de toxóide tetânico (TT ou T) usados por dois sorotipos. • A vacina contém excipiente cloreto de sódio, fosfato de alumínio e água para injeção, (q.s.p. 0,5ml). Não contém conservantes. A embalagem possui 10 frascos-ampola de vidro, apresentados em unidose, com 0,5 ml. • c) Via de Administração, Cuidados de Conservação, Validade. • A vacina deve ser administrada por injeção intramuscular de preferência na área do vastro lateral da coxa da criança. Nenhum dado está disponível sobre a administração subcutânea da vacina pneumocócica conjugada 10-valente.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 27
  28. 28. Pneumocóccica 10 conjugada • Administrar com cautela em indivíduos com trombocitopenia ou qualquer outro distúrbio de coagulação, uma vez que pode ocorrer sangramento após a administração intramuscular nesses pacientes. A vacina deve ser conservada, na embalagem original, para ser protegida da luz e sob refrigeração entre 2°C e 8°C, não podendo ser congelada.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 28
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  30. 30. 30
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  32. 32. Pneumo 10 • As reações adversas mais comuns observadas depois da vacinação primária foram rubor no local da injeção e irritabilidade, que ocorreram após 38,3% e 52,3% respectivamente dos casos após a vacinação. Com o reforço, estas reações adversas foram verificadas em 52,6% e 55,4% dos vacinados, respectivamente. A maioria das reações relatadas foi de intensidade leve a moderada e não tiveram longa duração.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 32
  33. 33. Meningo C conjugada • Apresentação: Embalagem unidose, contendo dois frascos: um com o pó liofilizado branco ou esbranquiçado (antígeno) e outro com 0,8 ml de um líquido branco opaco (diluente). • Composição: Cada dose de 0,5 mL. da vacina contém: • Oligossacarídeo meningocócico C.................................................10 µg • Conjugado com proteína CRM197 do C. diphteriae..........12,5 a 25,0 µg • Hidróxido de alumínio.................................................0,3 a 0,4 mg Al3+ • Excipientes: Manitol, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico heptaidratado, cloreto de sódio e água para injeção. Observação: Não contém conservante. • Via de Administração : A vacina deve ser administrada exclusivamente pela via intramuscular profunda, de preferência na área ântero-lateral da coxa direita da criança.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 33
  34. 34. Meningo C conjugada • Atenção: Administrar com cautela em indivíduos com trombocitopenia ou qualquer outro distúrbio de coagulação, uma vez que pode ocorrer sangramento após a administração intramuscular nesses pacientes. • Cuidados de conservação e validade: conservar na embalagem original e sob refrigeração entre 2°C e 8°C. não congelar. evitar a exposição direta a luz solar.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 34
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  36. 36. Meningo C conjugada • Eventos adversos: Como ocorre com outros imunobiológicos a vacina meningocócica do grupo C, conjugada – CRM197 pode causar algumas reações indesejáveis em algumas pessoas: • Eventos adversos locais: dor, rubor, edema, endurecimento e hipersensibilidade. • Eventos adversos sistêmicos: em crianças menores há relato de febre, choro, irritabilidade, sonolência ou comprometimento do sono, anorexia, diarréia e vômitos. A maioria dos eventos adversos ocorreram nos primeiros dias após a vacinação, principalmente no dia da aplicação, podendo alcançar até 3 a 6 dias. A maioria foram autolimitados e com boa evolução.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 36
  37. 37. VORH • Vômitos e diarréia: A criança com quadro de gastrenterite que leva à hospitalização deve ter a vacinação adiada. • Higiene pós-vacinação: é importante manter uma boa higiene pessoal e no manuseio das fezes de crianças vacinadas, tendo em vista a eliminação de vírus vacinal nas fezes. A lavagem das mãos é a melhor forma de manter esta higiene, especialmente após manuseio de fraldas. • Os estudos clínicos que avaliaram a administração da VORH e da pólio oral (VOP) foram realizados com administração das vacinas com um intervalo de 2 (duas) semanas ou concomitante. Os resultados mostraram que não houve interferência na resposta vacinal para ambas as vacinas, considerando as duas doses da VORH.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 37
  38. 38. Vacinas em situações especiais • 6.1-Vacina de vírus inativados contra poliomielite: • - indicada para crianças imunodeprimidas, não vacinadas ou com esquema incompleto para pólio; crianças comunicantes domiciliares de pessoa imunodeficiente que necessitam receber vacina contra pólio; e pessoa submetida a transplante de medula óssea. • - composição: vírus inativados dos tipos I, II e III, cultivados em células e inativadas pelo formaldeído. • - são aplicadas 2 doses básicas (60 dias de intervalo), 1 reforço seis meses após a última dose e um segundo reforço 5 anos após o primeiro. • - via IM, 0,5 mlSAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 38
  39. 39. • 6.2 Vacina tríplice bacteriana acelular – DTP-a • - indicada para reações de hipersensibilidade à vacina DTP. • - composição: associação de toxóides tetânico e diftérico e toxina pertussis inativada. • - dose e volume: três doses (semelhante à DTP), considerando doses recebidas de DTP, 0,5 ml, IM profunda. • 6.3- Vacina de vírus inativado contra hepatite A • - indicada para pessoas com hepatopatia crônica, suscetíveis à hepatite A • - composição: vírus inativado (obtido em cultura de fibroblasto humano) pela formalina. • - dose e volume: duas doses com intervalo de seis a dose meses. O volume pode ser 0,5 ou 1,0 ml, conforme o laboratório produtor. Via IM.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 39
  40. 40. • 6.5-Vacinas contra meningococos dos sorogrupos A eC • Idade de aplicação: A partir de dois anos. • Vacina monovalente contra meningococo do sorogrupo A, a partir de três meses de idade. • Via de Administração: Intramuscular, podendo ser aplicada por via subcutânea. • Esquema: Dose única. • Nota: Quando houver indicação, novas doses podem ser aplicadas com intervalo de três anos. Na vacinação contra meningococo do sorogrupo A, em crianças com menos de dois anos de idade, devem ser aplicadas duas doses com intervalo de três meses.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 40
  41. 41. • 6.6- Vacina contra meningococo do sorogrupo b (Vacina bivalente B/C)• Idade de aplicação: A partir de três meses.• Via de administração: Intramuscular profunda, no músculo deltóide.• Em crianças com menos de dois anos de idade, no músculo vasto lateral da coxa.• Esquema: Duas doses com intervalo de seis a oito semanas.• Indicações: Não é utilizada na rotina dos serviços de saúde pública, ficando seu uso condicionado a instruções do Programa Nacional de Imunizações, em situações epidemiológicas especiais.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 41
  42. 42. • 6.8 – Vacina Dupla infantil DT • A vacina dupla infantil (DT) é constituída pelos toxóides diftérico e tetânico, em concentrações similares às encontradas nas vacinas tríplices celulares. Trata-se de vacina de uso hoje extremamente restrito, destinada a crianças menores de 7 anos que não possam receber o componente pertussis nem em sua forma celular nem em sua forma acelular. • Indicada para crianças a partir de 2 meses a <7 anos. A dose é de 0,5mL, que deve ser aplicada por via intramuscular profunda. • Esquemas: Em substituição às vacinas Tetravalente, DTP e DTP acelular, nos casos em que estas vacinas são contra-indicadas. • Indicações: 1. Encefalopatia nos 7 dias subseqüentes à administração de dose anterior de vacina tetravalente, DTP celular ou DTP acelular.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 42
  43. 43. Imunização contra tétano em caso de ferimentoSAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 43
  44. 44. REDE DE FRIO• É o sistema de conservação dos imunobiológicos, onde se incluem: o armazenamento, o transporte e a manipulação destes produtos em condições adequadas de refrigeração, desde o laboratório produtor até o momento em que são administrados.• Na rede de frio existem cinco instâncias: a nacional, a central estadual, a regional, a municipal e a local para o armazenamento e transporte de uma esfera à outra. 44
  45. 45. Instâncias• Instância nacional e central estadual: são instaladas câmaras frias com compartimentos separados para conservar os imunobiológicos a -20ºC (que podem ser congelados) e entre +2ºC e +8ºC (aqueles que não podem ser congelados). Na instância central estadual podem ser utilizados, também freezers (-20ºC) e geladeiras comerciais (4, 6 ou 8 portas) para os produtos conservados entre +2ºC e +8ºC.• Instâncias regional e municipal: os imunobiológicos são conservados em câmaras frias ou em freezers e em refrigeradores, conforme a temperatura indicada para cada produto.• Instância local: nos centros e postos de saúde, hospitais e ambulatórios, os imunobiológicos são conservados entre +2ºC e +8ºC, em refrigeradores domésticos ou em caixas térmicas. 45
  46. 46. Procedimentos para a utilização de termômetros• Em todas as instâncias da rede de frio o controle da temperatura é feito pela verificação em termômetros.• Na sala de vacinação, nos postos de vacinação fixos ou volantes bem como no transporte, os imunobiológicos devem ser conservados entre +2ºC e +8ºC. Para controlar a temperatura são utilizados os seguintes termômetros: de máxima e mínima; linear e de cabo extensor. 46
  47. 47. • A temperatura dos equipamentos é verificada, pelo menos, duas vezes ao dia, no início e no final do dia de trabalho.• A cada verificação a temperatura lida deve ser registrada no formulário de Controle de Temperatura 47
  48. 48. Orientações para o uso de refrigeradores • - Deve ser de compartimento único (bi-plex não mantém a temperatura exigida) • - Evitar estoques acima do consumo da unidade e da capacidade do refrigerador, pois reduz o risco de exposição a situações que possam comprometer a qualidade (potência) dos produtos. • - Colocar o equipamento distante de fonte de calor (estufa, autoclave) e fora do alcance dos raios solares. • - Deixá-lo perfeitamente nivelado.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 48
  49. 49. • - Afastá-lo da parede pelo menos 20 cm para permitir a circulação do ar no condensador. • - Usar tomada exclusiva • - Regular o termostato de modo a atingir a temperatura exigida. • - Após o ajuste o termostato não pode ser manipulado, nem mesmo durante a limpeza. • - O refrigerador deve ser de uso exclusivo para a guarda de imunobiológicos. • - Evitar abri-lo mais de duas vezes ao dia (fazer previsão do consumo e retirar tudo que vai precisar).SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 49
  50. 50. Organização do refrigerador • Colocar o termômetro na prateleira central. • - Arrumar os imunobiológicos em bandejas perfuradas. • - Observar a seguinte disposição dos imunobiológicos: • na primeira prateleira as vacinas virais que podem ser congeladas; • na segunda as vacinas bacterianas e as virais que não podem ser congeladas e os soros e, • na terceira prateleira os diluentes.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 50
  51. 51. Posição na Vacinas geladeira Virais Bacterianas 1º 2º Podem Rotavírus (VORH), Pólio (VOP), Tri-viral *** XCongelar (sarampo, Caxumba, Rubéola), Febre amarela, , Pólio inativada (VIP), Hepatite A. Difteria, Tétano, Não coqueluche, BCG, Pneumocóccica, podem X Meningocóccica, fbrecongelar tifóide, Cólera, H. Hepatite B, Raiva Humana. Anti-influenza inluenzae tipo B (HiB) 51
  52. 52. 52
  53. 53. Observações -refrigeradores• - Não colocar imunobiológicos na porta e na parte de baixo do refrigerador.• - Não colocar nem um tipo de produto na porta do refrigerador.• - O estoque de diluentes pode ser deixado em temperatura ambiente desde que, no momento da administração já esteja na temperatura da vacina. Para tanto, deve ser colocado no refrigerador na véspera ou pelo menos 6 horas antes do uso.• - Produtos guardados na embalagem original devem ser arrumados de modo a manter uma distância de dois dedos entre as caixas para permitir a circulação do ar.• - A limpeza do refrigerador deve ser feita a cada 15 dias, ou quando a camada de gelo atingir 0,5 cm.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 53
  54. 54. Procedimentos básicos em situação de emergência• Manter o equipamento fechado até que a corrente seja reativada ou que se verifique o tipo de problema.• Quando o defeito identificado não for solucionado em até seis horas, providenciar para que os imunobiológicos sejam colocados em caixas térmicas, mantendo a temperatura ente +2ºC e +8ºC, até que sejam transferidos para outro equipamento em um serviço ou na instância mais próxima.• - O prazo de quatro a seis horas só deve ser tolerado quando o refrigerador:• a) está funcionando em perfeitas condições;• b) tem vedação perfeita da borracha da porta;• c) tem controle diário de temperatura;• d) contém gelo reciclável, sacos plásticos ou recipientes com gelo no evaporador;• e) contém garrafas com água na última prateleira.SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 54
  55. 55. • Ao colocar um imunobiológico sob suspeita são adotadas as seguintes providências:• a) suspender a utilização dos produtos sob suspeita, mantendo-os em refrigeração adequada;• b) registrar no formulário para solicitação de re-teste de imunobiológicos as seguintes informações: lote, quantidade, validade, apresentação, laboratório produtor, local e condições de armazenamento;• c) descrição do problema identificado;• d) a alteração de temperatura verificada e outras informações sobre o momento da detecção do problema;• e) contatar a instância da rede de frio imediatamente superior;• f) discutir o destino a ser dado ao imunobiológico;SAÚDE PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM, SUS 55
  56. 56. QUESTÕES 56
  57. 57. Prefeitura de Areial/PB – enfermeiro- 20111-Em qual situação a vacina BCG está contra-indicada?A) Portadores de HIV (positivo)B) Comunicantes de hanseníaseC) Comunicantes de HIV positivosD) Crianças em idade escolar sem cicatriz vacinal de BCGE) Crianças ao nascer
  58. 58. Prefeitura de Areial/PB – enfermeiro- 20111-Em qual situação a vacina BCG está contra-indicada?A) Portadores de HIV (positivo)B) Comunicantes de hanseníaseC) Comunicantes de HIV positivosD) Crianças em idade escolar sem cicatriz vacinal de BCGE) Crianças ao nascer
  59. 59. Prefeitura de Areial/PB – enfermeiro- 20112 - De acordo com o Ministério da Saúde do Brasil, qual a faixa etáriaespecificada no calendário de vacinação do adolescente?A) 10 a 20 anosB) 12 a 21 anosC) 11 a 19 anosD) 10 a 21 anosE) 12 a 19 anos
  60. 60. Prefeitura de Areial/PB – enfermeiro- 20112 - De acordo com o Ministério da Saúde do Brasil, qual a faixa etáriaespecificada no calendário de vacinação do adolescente?A) 10 a 20 anosB) 12 a 21 anosC) 11 a 19 anosD) 10 a 21 anosE) 12 a 19 anos
  61. 61. Prefeitura de Areial/PB – enfermeiro- 20113 - Vacina produzida por engenharia genética, cujo gene domicroorganismo responsável pela produção do antígeno a ser utilizadopara produção da vacina é isolado e clonado por tecnologia de biologiamolecular. Esse gene é posteriormente introduzido em ummicroorganismo, o qual passa a produzir e secretar em larga escala oproduto protéico do gene clonado que é então purificado e utilizado paraa produção da vacina. Esse texto se refere a que tipo de vacina:A) AtenuadaB) AssociadaC) PotencializadaD) InativadaE) Recombinante
  62. 62. Prefeitura de Areial/PB – enfermeiro- 20113 - Vacina produzida por engenharia genética, cujo gene domicroorganismo responsável pela produção do antígeno a ser utilizadopara produção da vacina é isolado e clonado por tecnologia de biologiamolecular. Esse gene é posteriormente introduzido em ummicroorganismo, o qual passa a produzir e secretar em larga escala oproduto protéico do gene clonado que é então purificado e utilizado paraa produção da vacina. Esse texto se refere a que tipo de vacina:A) AtenuadaB) AssociadaC) PotencializadaD) InativadaE) Recombinante
  63. 63. Prefeitura Municipal de Cariacica/ES – Enfermeiro-20114-Em relação ao calendário de vacinação do adolescente, é correto afirmar que:(A) a vacina hepatite B (recombinante) deve ser administrada em adolescentesnão vacinados ou sem comprovante de vacinação anterior, seguindo o esquemade três doses (0, 1 e 6) com intervalo de um mês entre as doses.(B) a vacina hepatite B (recombinante) é contra indicada para gestantes nãovacinadas e que apresentem sorologia negativa para o vírus da hepatite B após oprimeiro trimestre de gestação.(C) em caso de gravidez e ferimentos graves a vacina dT deve antecipar a dosede reforço sendo a última dose administrada há menos de 5 (cinco) anos. Amesma deve ser administrada no primeiro trimestre de gestação.(D) na vacina dT (Dupla tipo adulto) o adolescente sem vacinação anteriormenteou sem comprovação de três doses da vacina, deve seguir o esquema de trêsdoses. O intervalo entre as doses é de 60 dias e no mínimo de 30 (trinta) dias.(E) a vacina de febre amarela (atenuada) é indicada para gestante e mulheresque estejam amamentando e a dose de reforço, a cada dez anos após a data daúltima dose.
  64. 64. Prefeitura Municipal de Cariacica/ES – Enfermeiro-20114-Em relação ao calendário de vacinação do adolescente, é correto afirmar que:(A) a vacina hepatite B (recombinante) deve ser administrada em adolescentesnão vacinados ou sem comprovante de vacinação anterior, seguindo o esquemade três doses (0, 1 e 6) com intervalo de um mês entre as doses.(B) a vacina hepatite B (recombinante) é contra indicada para gestantes nãovacinadas e que apresentem sorologia negativa para o vírus da hepatite B após oprimeiro trimestre de gestação.(C) em caso de gravidez e ferimentos graves a vacina dT deve antecipar a dosede reforço sendo a última dose administrada há menos de 5 (cinco) anos. Amesma deve ser administrada no primeiro trimestre de gestação.(D) na vacina dT (Dupla tipo adulto) o adolescente sem vacinaçãoanteriormente ou sem comprovação de três doses da vacina, deve seguiro esquema de três doses. O intervalo entre as doses é de 60 dias e nomínimo de 30 (trinta) dias.(E) a vacina de febre amarela (atenuada) é indicada para gestante e mulheresque estejam amamentando e a dose de reforço, a cada dez anos após a data daúltima dose.
  65. 65. Prefeitura Municipal de Cariacica/ES – Enfermeiro-20115-Em relação ao calendário de vacinação do adulto e idoso, assinale a alternativaINCORRETA.(A) A vacina sarampo, caxumba e rubéola – SCR deve ser administrada 1 (uma)dose em mulheres de 20 (vinte) a 49 (quarenta e nove) anos de idade e emhomens de 20 (vinte) a 39 (trinta e nove) anos de idade que não apresentaremcomprovação vacinal.(B) A vacina influenza sazonal (fracionada, inativada) é oferecida anualmentedurante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso.(C) A vacina hepatite B (recombinante) está disponível nos Centros de Referênciapara Imunobiológicos Especiais (CRIE) para as pessoas imunodeprimidas eportadores de deficiência imunogênica ou adquirida, conforme indicação médica.(D) A vacina adsorvida difteria e tétano - dT (Dupla tipo adulto) é administradaem adultos e idosos não vacinados ou sem comprovação de três doses davacina, seguir o esquema de três doses. O intervalo entre as doses é de 60(sessenta) dias e no mínimo de 30 (trinta) dias.(E) A vacina pneumocócica 23-valente (polissacarídica) é administrada 1 (uma)dose durante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso, nos indivíduos de 60anos e mais que vivem em instituições fechadas como: casas geriátricas,hospitais, asilos, casas de repouso, com apenas 1 (um) reforço 10 (dez) anosapós a dose inicial.
  66. 66. Prefeitura de Bagé/RS-enfermeiro-20116. A vacina pneumocócica 10 (conjugada) inserida recentemente nocalendário vacinal é indicada para a prevenção das seguintes doenças,EXCETO:a) Pneumonia.b) Otite.c) Estomatite.d) Meningite.
  67. 67. Prefeitura de Bagé/RS-enfermeiro-20116. A vacina pneumocócica 10 (conjugada) inserida recentemente nocalendário vacinal é indicada para a prevenção das seguintes doenças,EXCETO:a) Pneumonia.b) Otite.c) Estomatite.d) Meningite.
  68. 68. Prefeitura de Maripá/PR-enfermeiro-20117 - De acordo com o Centro de Referência de Imunobiológicos Especiaisquais os grupos que são indicados para receber vacinas contra HepatiteB com indicação para uso de Imunobiológico especial?a) Transplantados.b) Pacientes em uso de hemodiálise.c) Pessoas imunocomprometidas.d) Todas as alternativas estão corretas.
  69. 69. Prefeitura de Maripá/PR-enfermeiro-20117 - De acordo com o Centro de Referência de Imunobiológicos Especiaisquais os grupos que são indicados para receber vacinas contra HepatiteB com indicação para uso de Imunobiológico especial?a) Transplantados.b) Pacientes em uso de hemodiálise.c) Pessoas imunocomprometidas.d) Todas as alternativas estão corretas.
  70. 70. Prefeitura de Maripá/PR-enfermeiro-20118 - De acordo com o calendário básico de vacinação a vacina dT ( duplaadulto) após o esquema vacinal é necessário uma dose de reforço acada dez anos, em caso de gestante a dose de reforço deve seradministrada após quanto tempo?a) 5 anos.b) 7 anos.c) 9 anos.d) 10 anos.
  71. 71. Prefeitura de Maripá/PR-enfermeiro-20118 - De acordo com o calendário básico de vacinação a vacina dT ( duplaadulto) após o esquema vacinal é necessário uma dose de reforço acada dez anos, em caso de gestante a dose de reforço deve seradministrada após quanto tempo?a) 5 anos.b) 7 anos.c) 9 anos.d) 10 anos.
  72. 72. Prefeitura de Maripá/PR-enfermeiro-20119 - No pós parto e pós aborto, as vacinas contra tríplice viral ou duplaviral devem ser administrada nas mulheres suscetíveis a rubéola, qualdeve ser a orientação para as mulheres que receberão a vacina?a) Não ter relação sexual por quarenta dias.b) Prevenção da gravidez por trinta dias.c) Prevenção da gravidez por seis meses.d) Todas as alternativas estão corretas.
  73. 73. Prefeitura de Maripá/PR-enfermeiro-20119 - No pós parto e pós aborto, as vacinas contra tríplice viral ou duplaviral devem ser administrada nas mulheres suscetíveis a rubéola, qualdeve ser a orientação para as mulheres que receberão a vacina?a) Não ter relação sexual por quarenta dias.b) Prevenção da gravidez por trinta dias.c) Prevenção da gravidez por seis meses.d) Todas as alternativas estão corretas.
  74. 74. Prefeitura de Maripá/PR-enfermeiro-201110 - No esquema de vacinação tardio contra Hepatite B deve ser 0- 30-180 dias caso haja atraso da segunda dose quando deve seradministrado a terceira dose?a) Trinta dias após a segunda dose.b) Quarenta dias após a segunda dose.c) Cinqüenta dias após a segunda dose.d) Sessenta dias após a segunda dose.
  75. 75. Prefeitura de Maripá/PR-enfermeiro-201110 - No esquema de vacinação tardio contra Hepatite B deve ser 0- 30-180 dias caso haja atraso da segunda dose quando deve seradministrado a terceira dose?a) Trinta dias após a segunda dose.b) Quarenta dias após a segunda dose.c) Cinqüenta dias após a segunda dose.d) Sessenta dias após a segunda dose.
  76. 76. Prefeitura de Maripá/PR-enfermeiro-201111 - A vacina DTP nas primeiras 24 a 48 horas após sua aplicação quaissão os efeitos adversos mais comuns:a) Mal estar, dor, febre e irritabilidade.b) Convulsão, febre, dor.c) Sonolência, choro prolongado, convulsão.d) Todas as alternativas estão incorretas.
  77. 77. Prefeitura de Maripá/PR-enfermeiro-201111 - A vacina DTP nas primeiras 24 a 48 horas após sua aplicação quaissão os efeitos adversos mais comuns:a) Mal estar, dor, febre e irritabilidade.b) Convulsão, febre, dor.c) Sonolência, choro prolongado, convulsão.d) Todas as alternativas estão incorretas.
  78. 78. Prefeitura de Maripá/PR-enfermeiro-201112 - Na forma de conservação de vacinas quais as vacinas que podemser congelada a menos vinte graus?a) Febre tifóide, caxumba, DTP.b) Febre amarela, anti-sarampo, dupla viral.c) DT, rubéola, influenza.d) DTP, DT, sarampo.
  79. 79. Prefeitura de Maripá/PR-enfermeiro-201112 - Na forma de conservação de vacinas quais as vacinas que podemser congelada a menos vinte graus?a) Febre tifóide, caxumba, DTP.b) Febre amarela, anti-sarampo, dupla viral.c) DT, rubéola, influenza.d) DTP, DT, sarampo.
  80. 80. Prefeitura municipal de Capela/SE – 2010.13--Sobre a vacina dupla bacteriana, é incorreto afirmar:(A) A vacina dupla do tipo infantil poderá ser aplicada em menores desete anos e a dupla do tipo adulto a partir desta idade;(B) A via de administração é a IM profunda, preferencialmente no vastolateral da coxa; em crianças com mais de dois anos de idade pode seraplicada na região deltóide;(C) A vacina dupla do tipo infantil contém uma menor concentração detoxóide diftérico, a mesma de toxóide tetânico e não contém ocomponente Palácios, presente na vacina tríplice (DTP);(D) A vacina dupla do tipo adulto é empregada como reforço davacinação efetuada com a tríplice ou com a dupla do tipo infantil.
  81. 81. Fundação João Goulart/RJ – Especialização em saúde Pública -201014- A adoção de falsas contraindicações à vacinação, apoiadas emconceitos desatualizados, com consequente perda de oportunidade devacinação de crianças e adultos e prejuízo da cobertura vacinal, temsido uma prática comum nos serviços de saúde. Desta forma, constitui-se como condição verdadeira para adiamento de aplicação de qualquertipo de vacina(A) desnutrição(B) prematuridade ou baixo peso no nascimento(C) doenças agudas febris graves(D) internação hospitalar
  82. 82. Fundação João Goulart/RJ – Especialização em saúde Pública -201014- A adoção de falsas contraindicações à vacinação, apoiadas emconceitos desatualizados, com consequente perda de oportunidade devacinação de crianças e adultos e prejuízo da cobertura vacinal, temsido uma prática comum nos serviços de saúde. Desta forma, constitui-se como condição verdadeira para adiamento de aplicação de qualquertipo de vacina(A) desnutrição(B) prematuridade ou baixo peso no nascimento(C) doenças agudas febris graves(D) internação hospitalar
  83. 83. UTFPR/PR – técnico de enfermagem - 201115-Considerando as vacinas utilizadas no Calendário Básico deVacinação e também a composição dos imunobiológicos utilizados, écorreto afirmar que:A) a vacina BCG é composta de vírus vivos atenuados.B) a vacina (Sabin) contra a poliomielite é composta por vírus vivosatenuados Tipo I, II e III.C) a vacina contra o sarampo é composta por vírus do tipo H5N1.D) a vacina contra a Hepatite B é composta pelo vírus vivo atenuado.E) a vacina contra a febre amarela é composta pela bactéria vivaatenuada.
  84. 84. UTFPR/PR – técnico de enfermagem - 201115-Considerando as vacinas utilizadas no Calendário Básico deVacinação e também a composição dos imunobiológicos utilizados, écorreto afirmar que:A) a vacina BCG é composta de vírus vivos atenuados.B) a vacina (Sabin) contra a poliomielite é composta por vírusvivos atenuados Tipo I, II e III.C) a vacina contra o sarampo é composta por vírus do tipo H5N1.D) a vacina contra a Hepatite B é composta pelo vírus vivo atenuado.E) a vacina contra a febre amarela é composta pela bactéria vivaatenuada.
  85. 85. Prefeitura municipal de Axixá/MA – técnico de enfermagem –201116) De acordo com o calendário básico de vacinação da criança, aos 10anos de idade é administrada:(A) Vacina meningocócica C (conjugada).(B) Vacina pneumocócica 10 (conjugada).(C) Vacina tríplice viral: sarampo, caxumba e rubéola.(D) Vacina febre amarela (atenuada).
  86. 86. Prefeitura municipal de Axixá/MA – técnico de enfermagem –201116) De acordo com o calendário básico de vacinação da criança, aos 10anos de idade é administrada:(A) Vacina meningocócica C (conjugada).(B) Vacina pneumocócica 10 (conjugada).(C) Vacina tríplice viral: sarampo, caxumba e rubéola.(D) Vacina febre amarela (atenuada).
  87. 87. Prefeitura municipal de João Lisboa/MA – técnico deenfermagem- 201117) Com relação à Vacina contra Tuberculose – BCG intradérmicaassinale a assertiva correta:(A) É administrada com a finalidade principal de prevenir as formasgraves da tuberculose (miliar e meníngea), em crianças menores decinco anos, mais freqüentemente nos menores de um ano.(B) A vacina deve ser conservada entre -2ºC e +4ºC.(C) As crianças portadoras de HIV, positivas assintomáticas, e ascrianças cujas mães são HIV-positivas não recebem a vacina BCG-ID.(D) A vacina BCG-ID é preparada com vírus vivo e bactéria atenuada.
  88. 88. Prefeitura municipal de João Lisboa/MA – técnico deenfermagem- 201117) Com relação à Vacina contra Tuberculose – BCG intradérmicaassinale a assertiva correta:(A) É administrada com a finalidade principal de prevenir asformas graves da tuberculose (miliar e meníngea), em criançasmenores de cinco anos, mais freqüentemente nos menores deum ano.(B) A vacina deve ser conservada entre -2ºC e +4ºC.(C) As crianças portadoras de HIV, positivas assintomáticas, e ascrianças cujas mães são HIV-positivas não recebem a vacina BCG-ID.(D) A vacina BCG-ID é preparada com vírus vivo e bactéria atenuada.
  89. 89. Prefeitura municipal de João Lisboa/MA – técnico deenfermagem- 201118)Para vacinas de bactéria atenuada ou de vírus vivo atenuadoconsiderar como contra-indicações, EXCETO:(A) A presença de imunodeficiência congênita ou adquirida.(B) A presença de neoplasia maligna.(C) A presença de gravidez, exceto quando a gestante estiver sob altorisco de exposição a algumas doenças virais imunopreviníveis, como,por exemplo, a febre amarela e a poliomielite.(D) A presença de neoplasia benigna.
  90. 90. Prefeitura municipal de João Lisboa/MA – técnico deenfermagem- 201118)Para vacinas de bactéria atenuada ou de vírus vivo atenuadoconsiderar como contra-indicações, EXCETO:(A) A presença de imunodeficiência congênita ou adquirida.(B) A presença de neoplasia maligna.(C) A presença de gravidez, exceto quando a gestante estiver sob altorisco de exposição a algumas doenças virais imunopreviníveis, como,por exemplo, a febre amarela e a poliomielite.(D) A presença de neoplasia benigna.
  91. 91. 19-A infecção por Streptococcus pneumoniae é uma importante causa de morbi-mortalidade em todo o mundo e se constitui em uma das prioridades atuais daSaúde Pública. Com relação à proposta do Ministério da Saúde, por meio doPrograma Nacional de Imunizações, para introdução da vacina pneumocócica 10-valente (conjugada), no calendário básico de vacinação da criança em março de2010, assinale a alternativa INCORRETA:(A) No primeiro ano de implantação a vacinação com um esquema especial,sendo destinada as crianças menores de dois anos, a partir dos 2 meses deidade, contemplando aproximadamente 6 milhões de crianças em todo país. Apartir do segundo ano a vacina passa a incorporar a rotina dos serviços paracrianças na faixa etária entre 2 a 6 meses de idade.(B) A decisão de introduzir a vacina pneumocócica 10-valente ocorreu graças aoacordo de transferência de tecnologia para o laboratório nacional BrasiLab, paraviabilizar a sustentabilidade da vacinação no país.(C) A inclusão desta vacina se configura como grande avanço para a saúdepública brasileira, uma vez que protegerá as crianças menores de dois anos deidade contra doenças invasivas e otite média aguda causadas por Streptococcuspneumoniae sorotipos 1, 4, 5, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19F e 23F.(D) A vacina pneumocócica 10-valente (conjugada) não se destina ao uso emadultos e idosos
  92. 92. 19-A infecção por Streptococcus pneumoniae é uma importante causa de morbi-mortalidade em todo o mundo e se constitui em uma das prioridades atuais daSaúde Pública. Com relação à proposta do Ministério da Saúde, por meio doPrograma Nacional de Imunizações, para introdução da vacina pneumocócica 10-valente (conjugada), no calendário básico de vacinação da criança em março de2010, assinale a alternativa INCORRETA:(A) No primeiro ano de implantação a vacinação com um esquemaespecial, sendo destinada as crianças menores de dois anos, a partir dos2 meses de idade, contemplando aproximadamente 6 milhões decrianças em todo país. A partir do segundo ano a vacina passa aincorporar a rotina dos serviços para crianças na faixa etária entre 2 a 6meses de idade.(B) A decisão de introduzir a vacina pneumocócica 10-valente ocorreu graças aoacordo de transferência de tecnologia para o laboratório nacional BrasiLab, paraviabilizar a sustentabilidade da vacinação no país.(C) A inclusão desta vacina se configura como grande avanço para a saúdepública brasileira, uma vez que protegerá as crianças menores de dois anos deidade contra doenças invasivas e otite média aguda causadas por Streptococcuspneumoniae sorotipos 1, 4, 5, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19F e 23F.(D) A vacina pneumocócica 10-valente (conjugada) não se destina ao uso emadultos e idosos
  93. 93. 20- As vacinas contra a meningite são específicas para determinadosagentes etiológicos. Constam do calendário básico de vacinação dacriança os seguintes imunobiológicos contra a doença: (Espec. saúdePública – 2008).A) DTP e SabinB) Tetravalente e BCGC) BCG e DTPD) Tetravalente e Sabin
  94. 94. 20- As vacinas contra a meningite são específicas para determinadosagentes etiológicos. Constam do calendário básico de vacinação dacriança os seguintes imunobiológicos contra a doença: (Espec. saúdePública – 2008).A) DTP e SabinB) Tetravalente e BCGC) BCG e DTPD) Tetravalente e Sabin
  95. 95. FIM
  96. 96. Prof. Ismael CostaISMAC@GLOBO.COMWWW.BLOGPROFISMAEL.BLOGSPOT.COM

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