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Trabalho de conclusão de curso pós coordenação pedagogica

Trabalho de conclusão do curso de pós graduação em coordenador pedagógico

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O Papel do coordenador pedagógico na escola e a formação continuada
docente.
ARAUJO,Islane Arcanjo Marques1
ANDRADE,Prof. Valter Zotto de 2
RESUMO
O presente artigo tem caráter bibliográfico e estudo de caso, procura refletir sobre a importância do coordenador
pedagógico na formação dos professores. Comisso, suscita a necessidade do coordenador manter-se informado
e buscando embasamentos teóricos para contribuir no processo contínuo de capacitação para os educadores.
Ressalta-se também a importância de um saber docente bem fundamentado sendo essencial para umtrabalho de
qualidade nas intuições educacionais. A metodologia foi baseada em um estudo de caso, em uma escola
municipal de Feira de Santana, Bahia, emque foram recolhidos depoimentos de dois coordenadores de diferentes
escolas municipais e uma professora o qual aborda o trabalho do coordenador pedagógico e a importância das
reuniões em grupo para formação. Neste estudo as escolas são citadas como p1 e p2.
Palavras - chaves: coordenador pedagógico, formação, prática docente
Introdução
Este artigo consiste na temática “o papel do coordenador Pedagógico na escola e a
formação continuada docente”. O interesse pelo tema surgiu durante o curso de pós-graduação
coordenação pedagógico, da Faculdade Educacional da Lapa (FAEL) haja vista a necessidade deste
profissional está atuante no espaço escolar, e o suporte para capacitação docente, ou seja, exercendo
também o papel de ”incentivador” para formação continuada dos professores no ambiente
educacional. Pois,“uma função fundamental do coordenador pedagógico é cuidar da formação e do
desenvolvimento profissional dos professores”. (PLACCO, 2009 p.57).
A presente pesquisa consiste em identificar como deve ser o exercício da prática do
coordenador pedagógico na escola, e como ele deve cuidar da formação dos professores. Desta forma,
este estudo contribuirá para refletir sobre a atuação do coordenador pedagógico no ambiente escolar.
1 Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Especializando-se
em coordenação Pedagógica pela Faculdade Educacional da Lapa. (FAEL). Islane_arcanjo@hotmail.com
2 Professor de Língua Portuguesa e Iniciação Científica nas Faculdades Integradas Santa Cruz de
Curitiba, nos cursos de Letras, Pedagogia e Direito. Trabalha como orientador e avaliador de TCC, na
modalidade Ead, na Faculdade Educacional da Lapa (FAEL)
Além, de colaborar para a qualidade da educação, tendo vista que o coordenador também atua na
capacitação docente no auxilio do melhoramento das atividades internas da escola. Sabe-se que o
espaço escolar deve ser interesse não apenas dos gestores e professores, mas todos que sabem e
reconhecem sua importância, bem como pais, funcionários e comunidades circunvizinhas.
Serão discutidas também algumas concepções sobre o a formação o qual interfere diretamente
na prática docente, ressaltados pontos positivos e negativos da prática do coordenador baseados em
um estudo de caso sendo apurados depoimentos documentais e registros da atuação deste profissional
no espaço escolar.
Assim, serão apuradas e analisadas algumas concepções da prática em coordenação e também
os impactos da falta deste profissional no espaço escolar, exemplificando alguns problemas propondo
possíveis soluções bem como a relevância social e política do pedagogo no exercício da coordenação.
ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O PAPEL DO COORDENADOR PEDAGÓGICO
Para iniciar as discussões acerca da temática, Aurélio (2017) trás a seguinte descrição sobre o
conceito de coordenar “Reunir ou dispor com coordenação. Arranjar, organizar”. Percebe-se que
conceitualmente a função de coordenar é bastante simples. Entretanto, ao analisar á prática do
coordenador pedagógico e sua vivencia nota-se que sua tarefa não é nada fácil. Segundo Guimarães
(2013, p.95) “O trabalho do coordenador numa instituição de ensino é bastante amplo e complexo,
muitas vezes, ele nem se dá conta disto, talvez por uma formação inicial ineficiente ou pela falta de
uma formação continuada”. Com isso, verifica-se a necessidade deste profissional se manter
atualizado e buscando de forma constante as informações cabíveis para tornar sua prática eficiente.
Sabe-se que o papel do coordenador pedagógico é de extrema importância para um trabalho de
qualidade no espaço escolar. Assim sendo, se faz oportuno fazer uma breve abordagem sobre o
percurso histórico deste profissional. A função de coordenar a escola recebeu várias designações ao
longo da história, orientador educacional, supervisor escolar, orientador vocacional entre outros .
Entretanto, algumas dessas designações ainda são utilizadas atualmente. O orientador educacional,
por exemplo, tinha um enfoque mais claros e precisos na abordava da psicologia ,todavia houve uma
mudança na perspectiva da orientação, dando ênfase agora aos aspectos sociológicos com a
preocupação de formar cidadãos consciente e não mais na esfera psicológica auxiliar o educando para
escola mas para a sociedade. (CARVALHO, 2009).
Outro ponto a se destacar no exercício da profissão do coordenador pedagógico além de
verificar os planos de aulas dos educadores e propor algumas sugestões ele também deve ter
momentos para conversar com os professores pelo menos uma vez na semana. Ou seja, momentos de
formação auxiliando-os naquilo que sentem maiores dificuldades, propondo temáticas diferenciadas,
tais como ; Inclusão, crianças com Transtorno de Déficit de Atenção TDAH , como planejar atividades
para essas crianças, entre outras. Dessa forma, a formação dialógica possibilita a difusão de novos
saberes o que também cabe ao oficio deste profissional assim como afirmar Oliveira e Guimarães,
“O coordenador pedagógico deve mobilizar os diferentes saberes dos profissionais que atuam na
escola para levar os alunos ao aprendizado” (2013, p.98).
Para que isso de fato se torne uma realidade é necessário que o coordenador tenha uma relação
harmônica com todo o corpo docente, pois eles poderão aceitar as devidas sugestões com maior
tranqüilidade e não como uma forma de punição ou descrédito do trabalho do professor. Quando no
plano de aula, por exemplo, for sugerida uma dinâmica de aula proposta pelo coordenador o professor
saberá compreender que a sugestão é para a melhoria do trabalho e aprendizado das crianças, e sua
aceitação será melhor devida a sua relação com o coordenador do contrario seria mais difícil.
A NECESSIDADE DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE NO EXERCÍCIO DE
SUA PRÁTICA.
O professor precisa está sempre inteirado com novos saberes, assim também, o coordenador
pedagógico, pois ele junto com a gestão da escolar é responsável pela atuação de uma equipe
capacitada que busca o aprendizado do aluno.
A formação é muito importante, pois capacita o docente para lidar com as diferentes
concepções dos educando com suas devidas singularidade. Com isto:
Formar-se é tomar em suas mãos seu próprio desenvolvimento e destino numduplo
movimento de ampliação de suas qualidades humanas, profissionais, religiosas e de
compromisso com a transformação da sociedade em que se vive [...] é participar do
processo construtivo da sociedade [...] na obra conjunta, coletiva, de construir um
convívio humano e saudável (LIBANIO, 2001, pp. 13-14).
Desta forma, quando o educador é devidamente capacitado e busca sempre a formação
necessária através das especializações na busca de novos saberes ele está atuando como um
pesquisador que, além disso, pode motivar seus alunos. Quando o professor é confrontado, por
exemplo, com uma pergunta de um aluno e no momento não sabe a resposta ele deve ter a humildade
de dizer que não sabe, mas que vai buscar esse conhecimento, o que alguns professores fazem é
simplesmente ignorar a pergunta do aluno, porém isso não é motivador, pois a curiosidade pode
desencadear novos questionamentos o que é essencial para um aprendizado significativo. Além disso,
quando o aluno tem espaço na sala de aula para levantar questões ele também está construindo novos
saberes e exercendo sua autonomia. Desta forma, o professor deve saber respeitar esses momentos e
também propor o debate democrático para a turma. Entretanto, para isso ele deve está capacitado para
mediar esse conhecimento e fazer as devidas intervenções. Segundo Moreira e Candau (2005, p. 23):
É necessário um destaque a necessidade de se pensar uma formação continuada que
valorize tanto a prática realizada pelos docentes no cotidiano da escola quanto o
conhecimento que provém das pesquisas realizadas na Universidade, de modo a
articular teoria e prática na formação e na construção do conhecimento profissional
do professor
Por isso, o conhecimento prático deve ser tão considerado quanto o acadêmico. Pois, o que
geralmente é observado nas academias no âmbito educacional é um distanciamento da prática de sala
de aula. Ou seja, muitas vezes o educador sabe e conhece tudo da teoria, porém tem dificuldade em
exercê-la. Outras vezes faz seu plano de aula bem organizado, porém, não condiz com a realidade da
sua sala de aula. Dessa forma, se faz necessário conhecer bem a turma bem como a estrutura física da
sala e da escola, os recursos, entre outros aspectos que podem interferir na aplicabilidade do plano
esquematizado pelo educador.
Por isso, para seu trabalho ser significativo é necessário saber também articular a teoria com
a prática fazendo atividades diagnósticas na sala para saber o nível de conhecimento da turma. Além
disso, ao planejar o educador deve refletir quais aspectos são necessários para realizar as tarefas sendo
fundamental listar os materiais que serão utilizados e os possíveis imprevistos. Também é vital está
sempre preparado para mudanças tendo como cautela outro planejamento.
Uma maneira de pensar sobre a prática é elaborar registros do cotidiano e refletir sobre o
desenvolvimento da aula do dia, descrevendo os aspectos positivos e negativos sobre o que foi
planejado e como foi aplicada e o que poderia ter sido melhor. Havendo necessidade buscar o diálogo
com outros educadores inclusive com a coordenação para propor as melhorias cabíveis.Segundo o
autor:
O planejamento educativo deve ser assumido no cotidiano como um
processo de reflexão, pois, mais do que ser um papel preenchido, é
atitude e envolve todas as ações e situações do educador no cotidiano
do seu trabalho pedagógico. Planejar é essa atitude de traçar, projetar,
programar, elaborar um roteiro pra empreender uma viagem de
conhecimento, de interação, de experiências múltiplas e significativas
para com o grupo de crianças. (OSTETTO, 2000, p. 177)
Dessa forma, ao planejar o educador deve traçar atitudes, programar, elaborar roteiros para
embarcar em uma viagem de conhecimento de interação, de múltiplas vivencias os quais são
significativas para o aprendizado da criança. Para planejar o educador deve ser crítico e reflexivo está
sempre revisando, repensando em busca de novos significados para a prática (OSTETTO, 2000).
Além disso, percebe-se também que quando o educador tem conhecimento de sua prática ele
pode até mesmo lutar por melhorias de qualidade dentro e fora de seu espaço educacional podendo
influenciar seus alunos para refletir criticamente. Segundo Freire, (2000, p.67) “A educação sozinha
não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”
Á vista disso, percebe-se a nítida necessidade do docente e a equipe gestora serem
pesquisadores e buscar sempre está bem informado. Além de explorar diferentes concepções
pedagógicas promovendo o debate dialógico e formativo para traçar novos caminhos em busca de
aprendizagens que promova a:
[...] inquietação, curiosidade e pesquisa. O conhecimento não está acabado;
exploração de "seu" saber provindo da experiência através da pesquisa e reflexão
sobre a mesma; domínio de área específica e percepção do lugar desse conhecimento
específico num ambiente mais geral; superação da fragmentação do conhecimento
em direção ao holismo, ao inter-relacionamento dos saberes, a interdisciplinaridade;
identificação, exploração e respeito aos novos espaços de conhecimento
(telemática); domínio, valorização e uso dos novos recursos de acesso ao
conhecimento (informática); abertura para uma formação continuada. (MASETTO,
1994 p. 96)
É necessário ressaltar que com o avanço da tecnologia as crianças e jovens tem acesso ao
conhecimento de forma mais acessível se comparado com as antigas gerações em que o professor era
visto como “o detentor do saber”. Atualmente, a maioria dos jovens estão sempre conectados com
diversos meios de informação, tais como tablets, smartphones , notbooks entre outros que por meio da
internet podem está sempre no ambiente virtual tendo acesso a diferentes saberes. Desse modo, o
educador precisa também está informatizado com essas novas tecnologias para explorar de forma
positiva esses conhecimentos e buscando sempre a formação adequada para a linguagem das crianças
e adolescentes.
A regulamentação da atividade do professor bem como sua formação se deu a partir da Lei de
Diretrizes e Bases (LDB) lei n°9394/96. No qual no Art. 62°, afirma que:
A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior,
em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos
superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do
magistério na educação infantil e nos 5 (cinco) primeiros dos profissionais da
educação anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio na modalidade
normal. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) (BRASIL, 1996)
Além disso, também assegura ao professor que cabe os órgãos públicos promoverem a
devida formação inicial e continuada aos profissionais na educação.
§ 1º A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios, em regime de
colaboração, deverão promover a formação inicial, a continuada e a capacitação dos
profissionais de magistério. (Incluído pela Lei nº 12.056, de 2009). (BRASIL, 1996)
Como já discutido o coordenador pedagógico deve ter as devidas competências para
desenvolver suas atividades e executar um trabalho de qualidade. Entretanto, segundo pesquisas feitas
pela revista, Nova Escola (2011), apurou o estudo da Fundação Victor Civita que traçou o perfil desse
profissional entrevistando os próprios coordenadores afirmam que a capacitação é responsabilidade da
Secretaria de Educação. Com isso, cabe também aos órgãos competentes promover as devidas
capacitações aos educadores e gestores.
Atualmente existem programas de capacitação no âmbito estadual, federal e municipal os
quais oferecem oportunidade para os educadores se qualificarem em suas áreas de ensino á exemplo
disto existe a Plataforma Freire nos quais foi criado pelo Ministério da Educação para os professores
da educação básica pública e ensino superior, a plataforma homenageia o educador referência na
educação brasileira Paulo Freire.
Percebe-se que existem incentivos do governo quanto à propagação de cursos de formação de
professores. Entretanto, é necessário ressaltar a necessidade do educador ter formação não apenas fora
do espaço educacional, mas no ambiente da escola, ressaltando a responsabilidade do coordenador
pedagógico junto á gestão.
Procedimentos metodológicos
Esse estudo é de cunho qualitativo é direcionada, ao longo do desenvolvimento, pois, não
busca enumerar fatos, seu foco de interesse é amplo, dela faz parte de dados descritivos mediante
contato direto e interativo do pesquisador com a situação ou objeto de estudo. (NEVES, 1996).
Na pesquisa qualitativa o pesquisador pode utilizar suas perspectivas e relacionar suas
vivências com os processos interpretativos, assim não existe neutralidade neste tipo de pesquisa. De
acordo com Garnica (2004, p. 86) as pesquisas qualitativas possuem:
(a)a transitoriedade de seus resultados; (b) a impossibilidade de uma hipótese a
priori, cujo objetivo da pesquisa será comprovar ou refutar; (c) a não neutralidade do
pesquisador que, no processo interpretativo, vale-se de suas perspectivas e filtros
vivenciais prévios dos quais não consegue se desvencilhar; (d) que a constituição de
suas compreensões dá-se não como resultado, mas numa trajetória em que essas
mesmas compreensões e também os meios de obtê-las podem ser (re) configuradas;
e (e) a impossibilidade de estabelecer regulamentações, em procedimentos
sistemáticos, prévios, estáticos e generalistas
Assim, a presente pesquisa é de natureza qualitativa, pois busca estudar aspectos da realidade
que não podem ser quantificados. Nela também é possível demonstrar uma relação acerca das
concepções do pesquisador no processo interpretativo.
Este artigo é pautada em uma pesquisa bibliográfica e um estudo de caso. Esse ultimo,é uma
pesquisa qualitativa que leva o investigador a ter uma observação mais próxima do real ou seja para
verificar a fidedignidade da categorização realizada. Segundo Yin(2005,p. 381 apud DUARTE,
2008,p. 116) “sublinha justamente que o estudo de caso leva a fazer “observação direta e a coligir
dados em ambientes naturais”, o que é diferente de confiar em “dados derivados” (resultados de testes,
estatísticas, respostas a questionários). ”Já segundo Ludke e André (2008) o estudo de caso expande
experiências, confirma acerca dos conhecimentos obtidos sendo de grande valia para a resolução das
práticas educacionais.
Já a pesquisa bibliográfica será realizada com o apoio de publicações em livros, artigos, vídeos,
documentários, ensaios, nos quais a temática “o papel do coordenador Pedagógico na escola e a

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Trabalho de conclusão de curso pós coordenação pedagogica

  • 1. O Papel do coordenador pedagógico na escola e a formação continuada docente. ARAUJO,Islane Arcanjo Marques1 ANDRADE,Prof. Valter Zotto de 2 RESUMO O presente artigo tem caráter bibliográfico e estudo de caso, procura refletir sobre a importância do coordenador pedagógico na formação dos professores. Comisso, suscita a necessidade do coordenador manter-se informado e buscando embasamentos teóricos para contribuir no processo contínuo de capacitação para os educadores. Ressalta-se também a importância de um saber docente bem fundamentado sendo essencial para umtrabalho de qualidade nas intuições educacionais. A metodologia foi baseada em um estudo de caso, em uma escola municipal de Feira de Santana, Bahia, emque foram recolhidos depoimentos de dois coordenadores de diferentes escolas municipais e uma professora o qual aborda o trabalho do coordenador pedagógico e a importância das reuniões em grupo para formação. Neste estudo as escolas são citadas como p1 e p2. Palavras - chaves: coordenador pedagógico, formação, prática docente Introdução Este artigo consiste na temática “o papel do coordenador Pedagógico na escola e a formação continuada docente”. O interesse pelo tema surgiu durante o curso de pós-graduação coordenação pedagógico, da Faculdade Educacional da Lapa (FAEL) haja vista a necessidade deste profissional está atuante no espaço escolar, e o suporte para capacitação docente, ou seja, exercendo também o papel de ”incentivador” para formação continuada dos professores no ambiente educacional. Pois,“uma função fundamental do coordenador pedagógico é cuidar da formação e do desenvolvimento profissional dos professores”. (PLACCO, 2009 p.57). A presente pesquisa consiste em identificar como deve ser o exercício da prática do coordenador pedagógico na escola, e como ele deve cuidar da formação dos professores. Desta forma, este estudo contribuirá para refletir sobre a atuação do coordenador pedagógico no ambiente escolar. 1 Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Especializando-se em coordenação Pedagógica pela Faculdade Educacional da Lapa. (FAEL). Islane_arcanjo@hotmail.com 2 Professor de Língua Portuguesa e Iniciação Científica nas Faculdades Integradas Santa Cruz de Curitiba, nos cursos de Letras, Pedagogia e Direito. Trabalha como orientador e avaliador de TCC, na modalidade Ead, na Faculdade Educacional da Lapa (FAEL)
  • 2. Além, de colaborar para a qualidade da educação, tendo vista que o coordenador também atua na capacitação docente no auxilio do melhoramento das atividades internas da escola. Sabe-se que o espaço escolar deve ser interesse não apenas dos gestores e professores, mas todos que sabem e reconhecem sua importância, bem como pais, funcionários e comunidades circunvizinhas. Serão discutidas também algumas concepções sobre o a formação o qual interfere diretamente na prática docente, ressaltados pontos positivos e negativos da prática do coordenador baseados em um estudo de caso sendo apurados depoimentos documentais e registros da atuação deste profissional no espaço escolar. Assim, serão apuradas e analisadas algumas concepções da prática em coordenação e também os impactos da falta deste profissional no espaço escolar, exemplificando alguns problemas propondo possíveis soluções bem como a relevância social e política do pedagogo no exercício da coordenação. ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O PAPEL DO COORDENADOR PEDAGÓGICO Para iniciar as discussões acerca da temática, Aurélio (2017) trás a seguinte descrição sobre o conceito de coordenar “Reunir ou dispor com coordenação. Arranjar, organizar”. Percebe-se que conceitualmente a função de coordenar é bastante simples. Entretanto, ao analisar á prática do coordenador pedagógico e sua vivencia nota-se que sua tarefa não é nada fácil. Segundo Guimarães (2013, p.95) “O trabalho do coordenador numa instituição de ensino é bastante amplo e complexo, muitas vezes, ele nem se dá conta disto, talvez por uma formação inicial ineficiente ou pela falta de uma formação continuada”. Com isso, verifica-se a necessidade deste profissional se manter atualizado e buscando de forma constante as informações cabíveis para tornar sua prática eficiente. Sabe-se que o papel do coordenador pedagógico é de extrema importância para um trabalho de qualidade no espaço escolar. Assim sendo, se faz oportuno fazer uma breve abordagem sobre o percurso histórico deste profissional. A função de coordenar a escola recebeu várias designações ao longo da história, orientador educacional, supervisor escolar, orientador vocacional entre outros . Entretanto, algumas dessas designações ainda são utilizadas atualmente. O orientador educacional, por exemplo, tinha um enfoque mais claros e precisos na abordava da psicologia ,todavia houve uma mudança na perspectiva da orientação, dando ênfase agora aos aspectos sociológicos com a preocupação de formar cidadãos consciente e não mais na esfera psicológica auxiliar o educando para escola mas para a sociedade. (CARVALHO, 2009). Outro ponto a se destacar no exercício da profissão do coordenador pedagógico além de verificar os planos de aulas dos educadores e propor algumas sugestões ele também deve ter momentos para conversar com os professores pelo menos uma vez na semana. Ou seja, momentos de formação auxiliando-os naquilo que sentem maiores dificuldades, propondo temáticas diferenciadas,
  • 3. tais como ; Inclusão, crianças com Transtorno de Déficit de Atenção TDAH , como planejar atividades para essas crianças, entre outras. Dessa forma, a formação dialógica possibilita a difusão de novos saberes o que também cabe ao oficio deste profissional assim como afirmar Oliveira e Guimarães, “O coordenador pedagógico deve mobilizar os diferentes saberes dos profissionais que atuam na escola para levar os alunos ao aprendizado” (2013, p.98). Para que isso de fato se torne uma realidade é necessário que o coordenador tenha uma relação harmônica com todo o corpo docente, pois eles poderão aceitar as devidas sugestões com maior tranqüilidade e não como uma forma de punição ou descrédito do trabalho do professor. Quando no plano de aula, por exemplo, for sugerida uma dinâmica de aula proposta pelo coordenador o professor saberá compreender que a sugestão é para a melhoria do trabalho e aprendizado das crianças, e sua aceitação será melhor devida a sua relação com o coordenador do contrario seria mais difícil. A NECESSIDADE DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE NO EXERCÍCIO DE SUA PRÁTICA. O professor precisa está sempre inteirado com novos saberes, assim também, o coordenador pedagógico, pois ele junto com a gestão da escolar é responsável pela atuação de uma equipe capacitada que busca o aprendizado do aluno. A formação é muito importante, pois capacita o docente para lidar com as diferentes concepções dos educando com suas devidas singularidade. Com isto: Formar-se é tomar em suas mãos seu próprio desenvolvimento e destino numduplo movimento de ampliação de suas qualidades humanas, profissionais, religiosas e de compromisso com a transformação da sociedade em que se vive [...] é participar do processo construtivo da sociedade [...] na obra conjunta, coletiva, de construir um convívio humano e saudável (LIBANIO, 2001, pp. 13-14). Desta forma, quando o educador é devidamente capacitado e busca sempre a formação necessária através das especializações na busca de novos saberes ele está atuando como um pesquisador que, além disso, pode motivar seus alunos. Quando o professor é confrontado, por exemplo, com uma pergunta de um aluno e no momento não sabe a resposta ele deve ter a humildade de dizer que não sabe, mas que vai buscar esse conhecimento, o que alguns professores fazem é simplesmente ignorar a pergunta do aluno, porém isso não é motivador, pois a curiosidade pode desencadear novos questionamentos o que é essencial para um aprendizado significativo. Além disso, quando o aluno tem espaço na sala de aula para levantar questões ele também está construindo novos saberes e exercendo sua autonomia. Desta forma, o professor deve saber respeitar esses momentos e também propor o debate democrático para a turma. Entretanto, para isso ele deve está capacitado para mediar esse conhecimento e fazer as devidas intervenções. Segundo Moreira e Candau (2005, p. 23):
  • 4. É necessário um destaque a necessidade de se pensar uma formação continuada que valorize tanto a prática realizada pelos docentes no cotidiano da escola quanto o conhecimento que provém das pesquisas realizadas na Universidade, de modo a articular teoria e prática na formação e na construção do conhecimento profissional do professor Por isso, o conhecimento prático deve ser tão considerado quanto o acadêmico. Pois, o que geralmente é observado nas academias no âmbito educacional é um distanciamento da prática de sala de aula. Ou seja, muitas vezes o educador sabe e conhece tudo da teoria, porém tem dificuldade em exercê-la. Outras vezes faz seu plano de aula bem organizado, porém, não condiz com a realidade da sua sala de aula. Dessa forma, se faz necessário conhecer bem a turma bem como a estrutura física da sala e da escola, os recursos, entre outros aspectos que podem interferir na aplicabilidade do plano esquematizado pelo educador. Por isso, para seu trabalho ser significativo é necessário saber também articular a teoria com a prática fazendo atividades diagnósticas na sala para saber o nível de conhecimento da turma. Além disso, ao planejar o educador deve refletir quais aspectos são necessários para realizar as tarefas sendo fundamental listar os materiais que serão utilizados e os possíveis imprevistos. Também é vital está sempre preparado para mudanças tendo como cautela outro planejamento. Uma maneira de pensar sobre a prática é elaborar registros do cotidiano e refletir sobre o desenvolvimento da aula do dia, descrevendo os aspectos positivos e negativos sobre o que foi planejado e como foi aplicada e o que poderia ter sido melhor. Havendo necessidade buscar o diálogo com outros educadores inclusive com a coordenação para propor as melhorias cabíveis.Segundo o autor: O planejamento educativo deve ser assumido no cotidiano como um processo de reflexão, pois, mais do que ser um papel preenchido, é atitude e envolve todas as ações e situações do educador no cotidiano do seu trabalho pedagógico. Planejar é essa atitude de traçar, projetar, programar, elaborar um roteiro pra empreender uma viagem de conhecimento, de interação, de experiências múltiplas e significativas para com o grupo de crianças. (OSTETTO, 2000, p. 177) Dessa forma, ao planejar o educador deve traçar atitudes, programar, elaborar roteiros para embarcar em uma viagem de conhecimento de interação, de múltiplas vivencias os quais são significativas para o aprendizado da criança. Para planejar o educador deve ser crítico e reflexivo está sempre revisando, repensando em busca de novos significados para a prática (OSTETTO, 2000). Além disso, percebe-se também que quando o educador tem conhecimento de sua prática ele pode até mesmo lutar por melhorias de qualidade dentro e fora de seu espaço educacional podendo influenciar seus alunos para refletir criticamente. Segundo Freire, (2000, p.67) “A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda” Á vista disso, percebe-se a nítida necessidade do docente e a equipe gestora serem pesquisadores e buscar sempre está bem informado. Além de explorar diferentes concepções
  • 5. pedagógicas promovendo o debate dialógico e formativo para traçar novos caminhos em busca de aprendizagens que promova a: [...] inquietação, curiosidade e pesquisa. O conhecimento não está acabado; exploração de "seu" saber provindo da experiência através da pesquisa e reflexão sobre a mesma; domínio de área específica e percepção do lugar desse conhecimento específico num ambiente mais geral; superação da fragmentação do conhecimento em direção ao holismo, ao inter-relacionamento dos saberes, a interdisciplinaridade; identificação, exploração e respeito aos novos espaços de conhecimento (telemática); domínio, valorização e uso dos novos recursos de acesso ao conhecimento (informática); abertura para uma formação continuada. (MASETTO, 1994 p. 96) É necessário ressaltar que com o avanço da tecnologia as crianças e jovens tem acesso ao conhecimento de forma mais acessível se comparado com as antigas gerações em que o professor era visto como “o detentor do saber”. Atualmente, a maioria dos jovens estão sempre conectados com diversos meios de informação, tais como tablets, smartphones , notbooks entre outros que por meio da internet podem está sempre no ambiente virtual tendo acesso a diferentes saberes. Desse modo, o educador precisa também está informatizado com essas novas tecnologias para explorar de forma positiva esses conhecimentos e buscando sempre a formação adequada para a linguagem das crianças e adolescentes. A regulamentação da atividade do professor bem como sua formação se deu a partir da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) lei n°9394/96. No qual no Art. 62°, afirma que: A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos 5 (cinco) primeiros dos profissionais da educação anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio na modalidade normal. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) (BRASIL, 1996) Além disso, também assegura ao professor que cabe os órgãos públicos promoverem a devida formação inicial e continuada aos profissionais na educação. § 1º A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios, em regime de colaboração, deverão promover a formação inicial, a continuada e a capacitação dos profissionais de magistério. (Incluído pela Lei nº 12.056, de 2009). (BRASIL, 1996) Como já discutido o coordenador pedagógico deve ter as devidas competências para desenvolver suas atividades e executar um trabalho de qualidade. Entretanto, segundo pesquisas feitas pela revista, Nova Escola (2011), apurou o estudo da Fundação Victor Civita que traçou o perfil desse profissional entrevistando os próprios coordenadores afirmam que a capacitação é responsabilidade da Secretaria de Educação. Com isso, cabe também aos órgãos competentes promover as devidas capacitações aos educadores e gestores.
  • 6. Atualmente existem programas de capacitação no âmbito estadual, federal e municipal os quais oferecem oportunidade para os educadores se qualificarem em suas áreas de ensino á exemplo disto existe a Plataforma Freire nos quais foi criado pelo Ministério da Educação para os professores da educação básica pública e ensino superior, a plataforma homenageia o educador referência na educação brasileira Paulo Freire. Percebe-se que existem incentivos do governo quanto à propagação de cursos de formação de professores. Entretanto, é necessário ressaltar a necessidade do educador ter formação não apenas fora do espaço educacional, mas no ambiente da escola, ressaltando a responsabilidade do coordenador pedagógico junto á gestão. Procedimentos metodológicos Esse estudo é de cunho qualitativo é direcionada, ao longo do desenvolvimento, pois, não busca enumerar fatos, seu foco de interesse é amplo, dela faz parte de dados descritivos mediante contato direto e interativo do pesquisador com a situação ou objeto de estudo. (NEVES, 1996). Na pesquisa qualitativa o pesquisador pode utilizar suas perspectivas e relacionar suas vivências com os processos interpretativos, assim não existe neutralidade neste tipo de pesquisa. De acordo com Garnica (2004, p. 86) as pesquisas qualitativas possuem: (a)a transitoriedade de seus resultados; (b) a impossibilidade de uma hipótese a priori, cujo objetivo da pesquisa será comprovar ou refutar; (c) a não neutralidade do pesquisador que, no processo interpretativo, vale-se de suas perspectivas e filtros vivenciais prévios dos quais não consegue se desvencilhar; (d) que a constituição de suas compreensões dá-se não como resultado, mas numa trajetória em que essas mesmas compreensões e também os meios de obtê-las podem ser (re) configuradas; e (e) a impossibilidade de estabelecer regulamentações, em procedimentos sistemáticos, prévios, estáticos e generalistas Assim, a presente pesquisa é de natureza qualitativa, pois busca estudar aspectos da realidade que não podem ser quantificados. Nela também é possível demonstrar uma relação acerca das concepções do pesquisador no processo interpretativo. Este artigo é pautada em uma pesquisa bibliográfica e um estudo de caso. Esse ultimo,é uma pesquisa qualitativa que leva o investigador a ter uma observação mais próxima do real ou seja para verificar a fidedignidade da categorização realizada. Segundo Yin(2005,p. 381 apud DUARTE, 2008,p. 116) “sublinha justamente que o estudo de caso leva a fazer “observação direta e a coligir dados em ambientes naturais”, o que é diferente de confiar em “dados derivados” (resultados de testes, estatísticas, respostas a questionários). ”Já segundo Ludke e André (2008) o estudo de caso expande experiências, confirma acerca dos conhecimentos obtidos sendo de grande valia para a resolução das práticas educacionais. Já a pesquisa bibliográfica será realizada com o apoio de publicações em livros, artigos, vídeos, documentários, ensaios, nos quais a temática “o papel do coordenador Pedagógico na escola e a
  • 7. formação continuada docente” é o enfoque deste estudo. Com isso, o presente trabalho procura investigar e ampliar o conjunto de obras já publicadas. O embasamento deste estudo será pautado nas seguintes interrogativas: qual o papel do coordenador pedagógico dentro da escola? Qual sua importância no espaço escolar? E a capacitação dentro da escola como deve ser feito? As questões são primordiais em uma pesquisa, é que dará norte para o investigador, pois, por meio delas as respostas poderão ser encontradas. Segundo Bicudo (1994, p.18), “é importante que a interrogação faça sentido para o pesquisador e seja elaborada no contexto onde ela foi formulada”. Dessa forma, também se faz necessário fundamentar a pesquisa baseada nas interrogativas. Além disso, segundo Gamboa (2005, p.9) “Os estudos que tratam de explicar os enfoques epistemológicos nas investigações em educação,além de constatar as diversas tendências, preocupam-se em reconstruir os interesses cognitivos que orientam o processo de investigação”. Um procedimento utilizado para a coleta de dados foi feitos, utilizado para comparar as informações dos sujeitos, sendo realizada uma entrevista semiestruturada (APENDICE A). Assim, foi utilizado como instrumento de pesquisa um gravador através desta podem ser detectados algumas especificidades do entrevistado, pois,quando o pesquisador está em contato direto é possível perceber expressões,gestos e algumas singularidades nas falas dos sujeitos, em que no questionário não seria possível. Foram entrevistadas 2 coordenadoras pedagógica de escolas municipais diferentes e 1 professora o qual a escola não tem coordenador. Análise e discussão dos resultados A necessidade de formação no próprio espaço escolar para o educador é essencial. , o que pode ser comprovado a partir dos dados coletados através de questionário, entrevistas e observação realizada no espaço da pesquisa. Na analise dos questionários percebe-se que as coordenadoras pedagógicas das duas escolas realizam formação no espaço educacional. Pois, na primeira questão quando é perguntado sobre o controle das atividades e planejamento (Apêndice A e B). As duas coordenadoras responderam que existem encontros na escola e a analise dos planos de aulas são feitos a cada quinze dias. Entretanto, existe um diferencial, pois a escola P2 tem dois professores por sala, segundo a educadora ela afirma que o trabalho da escola é bastante puxado se comparado as demais escola do município e, pois, como a escola trabalha com projetos, a demanda de atividades é bem maior para o professor sozinho dar conta. Na questão 2 é perguntado sobre como são as reuniões grupais, a educadora P1 explica que esses encontros são chamados de Atividade Complementar ( AC) que acontecem todas as sextas feiras manhã ou tarde, em que os professores se reúnem junto a gestão da escola para ter diálogos sobre as dificuldades ,urgências podendo ter palestra sobre determinado assunto , oficinas entre outros.
  • 8. Entretanto, os alunos são liberados mais cedo para que ocorra este momento. Já na escola P2 segunda a coordenadora os encontros acontecem todas as quartas-feiras á noite como é uma carga horária extra em que o município não paga, então os professores escolhem um dia da semana para ter uma folga para compensar esse período e os alunos não ficam prejudicados pois tem dois professores em sala e eles escolhem dias alternados para não prejudicar as aulas. Quanto ao grau de formação dos educadores percebe-se que a escola p2 tem mais professores com especializações do que a escola p1. Considerações finais O coordenador pedagógico é muito importante, pois como já pontuado ele organiza e coopera para o bom andamento do trabalho do professor além de auxiliar a gestão. Também proporcionou uma abordagem sistemática do que já tinha sido discutido em sala e fundamentado com diversos teóricos. Além de proporcionar uma analise da gestão escolar, bem como um olhar crítico quanto à prática. As problemáticas apresentadas contribuiu para uma reflexão sobre o papel do gestor na escola e como este, pode lhe lidar com diferentes desafios, fundamentando sua atuação.
  • 9. Portanto acerca do que foi apresentado na escola é necessário refletir sobre como esta prática está sendo feita nas intuições de ensino. Pois somente com a gestão comprometida com a aprendizagem dos educandos a escola consegue avançar. Ou seja, isto exige de todos nós, coordenadores (as) pedagógico –educacionais, direção, professores e formadores de professores, que, ao sermos capazes de lutar pelas importâncias de nosso trabalho, organizar nossas rotinas , interromper quando necessário , “agir nas urgências e decidir nas incertezas” (Perrenoud), sejamos capazes de construir ampliar- nós mesmos e em nós mesmos e em nós mesmos- a consciência de nossa sincronicidade. (PLACCO, 2009, p.59) REFERÊNCIAS. AURELIO. Dicionário Do. Online.2008 -2017. Disponível em: <http://www.dicionariodoaurelio.com> Acesso em:04 de fev. de 2017. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília. 1996. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/leis/L9394.htm> acesso em : 05 de fev. de 2017. DUARTE. Rosália. Pesquisa qualitativa: Reflexões sobre o trabalho de campo. Cadernos de Pesquisa, n. 115, março/ 2002 Cadernos de Pesquisa,n. 115, p. 139-154, março/ 2002. Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/cp/n115/a05n115.pdf> Acesso em:09.fev.2017. GAMBOA. Dr. Silvo Sanchez. Epistemologia e pesquisa em educação.Campinas: SP. Abr. 2005. Disponível em:<http://www.geocities.ws/grupoepisteduc/arquivos/Telma.pdf> Acesso em: 8 fev. 2017. GUIMARÃES, Valter Soares. Formação de professores:saberes,identidade e profissão. Campinas, SP: Papirus, 2013.. MASETTO, Marcos Tarciso. Pós-Graduação e formação de Professores para o 3° Grau. São Paulo: 1994 (mimeo). MOREIRA,A. F. B.; CANDAU,V. M. Educação escolar e cultura(s): construindo caminhos. In: Educação como exercício de diversidade.Brasília: UNESCO,MEC, ANPEd,2005. 476 p. (Coleção Educação para todos; 6). NEVES. Luis José. Pesquisa Qualitativa- características, usos e possibilidades.Caderno de Pesquisa em administração, São Paulo. v.1,nº3, 2ºsem./1996
  • 10. LIBANIO,João Batista. A arte de formar-se. 2 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2001. PLACCO,Vera Maria Nigro de Souza; AMEIDA,Laurico R. de (orgs). O coordenador pedagógico e o cotidiano da escola. S. Paulo:Loyola, 2009. APENDICE A Questionário feito a um coordenador pedagógico (ESCOLA p1) 1. O coordenador faz controle das atividades docentes? Tais como planejamento de aula e como é feito? R- é feito semanalmente e atualmente a cada quinze dias, geralmente durante as reuniões de Atividade Completar que acontecem todas as sextas feiras á tarde, em que liberamos os alunos mais cedo para ter esse período de formação. Então faço as devidas considerações nos planejamentos e vou entregando ao longo da semana. 2. O que são tratados nas reuniões de AC? Quem participa desta formação? R- São discutidas algumas necessidades dos educadores frente às problemáticas vivenciadas em seu cotidiano, e sua relação com os alunos bem como orientação para o planejamento de aula e se o professor de fato está cumprindo o que é proposto. Geralmente iniciamos com um texto reflexivo e depois discutimos algumas posturas do educador na sala de aula. Quem participa são os professores e também o diretor da escola. 3. Existe algum documento da escola que notifique os avanços já conquistados? R- Existe um documento na escola que é o Projeto Político Pedagógico (PPP) que está sendo reformulado pois está desatualizado. Mas lá possui algumas metas e conquistas que fazendo durante o ano, bem como alguns projetos da escola , entretanto, ainda não foi possível escrever nada, pois estamos reformulando, então estamos por enquanto nos discursos mesmo. 4. Os professores buscam estar atualizados com as novas tecnologias? R- temos alguns professores da rede que tem dificuldade em se adaptar com as novas tecnologias recentemente o prefeito distribuiu lousas digitais para diversas escolas. Entretanto aqui não foi possível, pois não temos aonde colocá-las , pois a escola é pequena. Temos vontade de fazer um laboratório de informática, mas não temos como reformar a escola devido a um problema político,
  • 11. pois o prédio da escola é do estado e foi municipalizado, ou seja, a prefeitura não quer reformar porque acha que o estado pode tomar e vice-versa. A Ainda temos um agravante que é uma família que mora dentro da escola, pois afirmam que o terreno é deles. Ou seja, uma burocracia muito grande que envolve diversos fatores. Com isso, poderia ser mais fácil se a escola tivesse um laboratório de informática. 5. Qual a formação inicial dos professores efetivos? Ele tem alguma especialização? R-Atualmente temos 5 professore efetivos a maioria tem formação em pedagogia e 2 tem especialização em psicopedagogia. APÊNDICE B Questionário feito a um coordenador pedagógico (ESCOLA p2) 1. O coordenador faz controle das atividades docentes? Tais como planejamento de aula e como é feito? R- Bem, eu sou coordenadora pedagógica da Educação Infantil(E.I) e do 1°ano que apesar de já fazer parte do ensino fundamental lá na escola é enquadrada na E.I. Os planejamentos de aula são feitos pelos professores a cada 15 dias, então cada educador tem seu dia durante a semana para entregar seu plano. Como nós temos na escola duas professoras por sala fica mais fácil o trabalho do professor, pois elas podem revezar o trabalho. 2. Porque essa escola é a única do município que tem dois professores por sala? A escola é diferenciada das demais, pois, trabalhamos por projetos e a demanda de trabalho para um único professor se torna inviável. Por isso, temos dois professores para facilitar o trabalho. 3. O que são tratados nas reuniões de AC? Quem participa desta formação? R- As reuniões de formação acontecem todas as quartas feiras á noite. Foi um combinado desde o início da escola para não atrapalhar as aulas dos alunos, como acontecem nas demais escolas todas as sextas a tarde. Entretanto, como é um tempo extra do professor e eles não recebem a mais por isso, cada professor tem direito a um dia de folga durante a semana e como são dois educadores por sala não atrapalha as aulas dos alunos. Todos os professores e estagiários participam das reuniões. Nas reuniões são trabalhados assuntos para melhorar o trabalho do professor na sala de aula e algumas vezes os próprios educadores que sugerem os temas. Algumas vezes chamamos alguns profissionais especialistas na temática para dar uma palestra, ou um seminário, e até mesmo uma oficina como já fazemos de artes. Atualmente estamos empenhados em reformular o PPP da escola então cada educador está fazendo as devidas considerações e também apresentam as melhorias baseadas nos documentos oficiais para aprimorarmos nossos projetos. 4. Existe algum documento da escola que notifique os avanços já conquistados? R- Temos o Projeto político pedagógico que está sendo reformulado, e cada professor tem suas anotações dos avanços individuais dos alunos que ao afinal de um semestre elas fazem dossiê dos
  • 12. alunos do Fundamental e Educação Infantil. E o governo aplica a Prova Brasil para medir a qualidade o 5° e 9° ano do ensino fundamental e também a Provinha Brasil que é aplicada para os aluno do 2° ano em dois períodos distintos para o professor saber o grau de aprendizado dos alunos. Nos últimos anos formos à escola municipal com o melhor Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). 5. Os professores buscam está atualizados com as novas tecnologias? Sim. Constantemente temos formação com os professores para se manterem atualizados quanto as novas tecnologias e a prefeitura recentemente nos enviou um lousa digital que utilizamos para fazer uma aula mais diferente para os alunos. 6. Qual a formação inicial dos professores efetivos? Ele tem alguma especialização? R- Todos os nossos professores têm formação em Pedagogia, temos duas professoras mestras e uma que está concluindo seu doutorado. A maioria já tem alguma especialização. Pela escola está localizada dentro dos campos da Universidade isso também motivo ainda mais os professores a buscarem mais capacitação.