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MAPA – Material de Avaliação Prática da Aprendizagem
Acadêmico: R.A.
Curso: Nutrição
Disciplina: Nutrição nos Ciclos da Vida
Valor da atividade: Prazo:
Instruções para Realização da Atividade
1. Todos os campos acima deverão ser devidamente preenchidos;
2. É obrigatória a utilização deste formulário para a realização do MAPA;
3. Esta é uma atividade individual. Caso identificado cópia de colegas, o trabalho
de ambos sofrerá decréscimo de nota;
4. Utilizando este formulário, realize sua atividade, salve em seu computador,
renomeie e envie em forma de anexo;
5. Formatação exigida para esta atividade: documento Word, Fonte Arial ou Times
New Roman tamanho 12, Espaçamento entre linhas 1,5, texto justificado;
6. Ao utilizar quaisquer materiais de pesquisa referencie conforme as normas da
ABNT;
7. Na Sala do Café do ambiente virtual da disciplina você encontrará
orientações importantes para elaboração desta atividade (Vídeo
Explicativo). Confira!
8. Critérios de avaliação: Utilização do template; Atendimento ao Tema;
Constituição dos argumentos e organização das Ideias; Correção Gramatical e
atendimento às ormas ABNT.
9. Procure argumentar de forma clara e objetiva, de acordo com o conteúdo da
disciplina.
10.As escritas em vermelho podem ser apagadas, dando lugar as respostas
do Mapa.
11.O formato da atividade a ser enviada pode ser em pdf ou docx.
Em caso de dúvidas, entre em contato com seu Professor Mediador.
Bons estudos!
Você já parou para pensar em como se dá a atuação do Nutricionista nas
diferentes fases de aleitamento materno e introdução da alimentação
complementar?
O aleitamento materno (AM) é a estratégia isolada que mais previne mortes
infantis. Além disso, promove a saúde física, mental e psíquica da criança e da mãe.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo
(AME) durante os primeiros 6 meses de vida e complementar, até os 2 anos de idade
ou mais. A criança está em AME, quando ela recebe somente leite do peito,
diretamente da sua mãe ou ama de leite, ou extraído, e nenhum outro líquido ou
sólido, com exceção de gotas ou xaropes de vitaminas, suplementos vitamínicos
ou medicamentos.
O início do AM imediato garante que o recém-nascido receba o colostro, primeira
secreção das glândulas mamárias e importante para a proteção imediata e a
longo prazo contra infecções. Além disso, a amamentação logo após o parto tem sido
associada ao AME por mais tempo. O AME acarreta benefícios importantes para a
saúde e nutrição da criança, devido à prevenção contínua contra doenças e ao
fornecimento da quantidade adequada de nutrientes.
Para a mãe, a amamentação também ocasiona diversos benefícios, como o
espaçamento entre as gestações, a perda do peso ganho na
gestação, a diminuição do risco de desenvolver diabetes tipo 2, câncer de ovário e de
mama, entre outros. Sendo assim, a promoção do AM é uma das estratégias de saúde
de maior custo-benefício.
As taxas de AME no Brasil estão em ascensão, entretanto, apesar dessa prática ser
alvo de políticas públicas, a prevalência de AM ainda está muito abaixo do
recomendado pela OMS. Na II Pesquisa de Prevalência de AM nas Capitais
Brasileiras e Distrito Federal, a prevalência
do AME em crianças menores de 6 meses foi de 41%, no conjunto das capi-
tais brasileiras. Esse valor é interpretado como “razoável”, de acordo com os
parâmetros da OMS.
A amamentação é fortemente influenciada pela rede social da mulher, como a família
e os serviços de saúde, que são tanto transmissores de mitos e crenças, como
também fonte de incentivo e apoio.
Fonte: OPAS - Organização Pan-americana de Saúde, 2022.
Diante deste tema, observe o caso clínico a seguir:
Daniela tem 21 anos e seu companheiro, 22 anos, ambos com ensino médio
incompleto. Eles estavam juntos há cerca de 5 meses, quando descobriram uma
gravidez de 15 semanas. A gestação não foi planejada, mas eles aceitaram bem,
nenhum deles tinha filhos ainda.
Pré-Natal
Consultas
Daniela iniciou o Pré-Natal na USF, à qual comparecia mensalmente para as
consultas, que ocorriam sempre com a mesma médica. Ela relata que a médica
orientou AME por 6 meses e complementar, por 2 anos ou mais. Não há registro no
prontuário das consultas de pré-natal, pois ela morava em outro local, então não era
atendida pela USF onde foi realizado o estudo.
Experiência/conhecimento em relação a amamentação:
Ao ser questionada sobre se possuía experiência e/ou conhecimento em
amamentação, Daniela relata: “Não, nadinha... não fazia ideia... foi tudo no pré-natal”.
Primeira mamada
O hospital onde ocorreu o parto não foi o de referência da USF, foi escolhido por ela,
pois gostava do atendimento nesse local. É um Hospital Amigo da Criança, embora
ela não soubesse dessa informação. Ela refere que a
criança estava atravessada, então foi preciso fazer cesariana. Ao nascer, a criança
ficou pouco tempo com a mãe e logo foi levada para a realização de procedimentos,
acompanhada pelo pai: “... deixaram ele um pouquinho comigo. Só me deixaram dar
uma olhadinha, um beijinho e levaram...”.
Daniela afirma que não foi orientada a amamentar Carlos logo após o nascimento. A
mãe ainda estava na sala de recuperação quando a enfermeira o trouxe e falou para
ela: Ó, mãe, ele já tá mamado, já tomou o mamá”. Ela não questionou o porquê de
Carlos ter sido alimentado, pois pensou que era um procedimento comum;
relata que após 6 horas que ele já estava com ela, acordou para mamar.
Em relação à primeira mamada, a mãe relata que foi desengonçada, mesmo com a
ajuda da enfermeira, pois não conseguia mexer o corpo devido à anestesia: “Ah, eu
não sabia como botar o peito, encaixar direitinho na boquinha, a enfermeira que teve
que me ajudar”. Ao ser questionada se já tinha leite, responde: “Não. Só o colostro”,
ela afirma estar preocupada com esse “negócio de colostro”.
Daniela diz que a médica, durante o pré-natal, explicou o que é o colostro, mas ela
ainda estava receosa e perguntou à enfermeira do hospital se o colostro iria sustentar
Carlos, e a mesma respondeu que sim. Ao ser questionada por que achava que era
pouca quantidade de leite, afirmou que o bebê mamou a noite toda, quase não dormiu
e, quando ela apertou o seio, saiu pouco leite.
Primeiros dias
Daniela ficou por três dias no hospital e relata que já estava se coordenando melhor
para amamentar, conta que recebeu um folder sobre AM. Refere também que
o colostro veio até o sexto dia e, após, veio muito leite: “Ah, quando
veio, guria! Daí eu fiquei louca porque saía muito leite...”. Ela fala que Carlos queria
apenas um seio logo nos primeiros dias: “Ele não conseguia pegar, porque eu não
tinha bico, aí ele ficava irritado...”. Relata que foi orientada pela enfermeira do hospital
a insistir nesse seio e, após três dias de insistência, ele começou a mamar bem e hoje
pega sem problema nenhum.
No lar - Acompanhamento mãe/bebê
A primeira consulta de Carlos aconteceu na USF com a médica. Daniela diz que ouviu
sobre AM: “Ah, ela disse que o AM era muito bom pra ele, que naquele período era
só leite, que ele só precisava de leite, que ali tinha todos os nutrientes, que tudo que
ele precisava tinha no leite”.
As consultas na unidade de saúde ocorriam mensalmente, cada vez com um
profissional diferente (médico, enfermeiro, assistente social, nutricionista, consulta
coletiva). A mãe relata que sempre que comparecia à unidade era parabenizada por
estar amamentando. Essa informação está evoluída no prontuário de Carlos pelos
profissionais que o atenderam. A criança iniciou alimentação complementar aos 6
meses, orientada na unidade de saúde.
Apoio do companheiro, familiares e amigos.
Em relação ao apoio do companheiro na amamentação, Daniela diz:
“Eu acho que o meu marido, ele sempre me apoiou, ele nunca disse pra mim: dá
mamadeira. O resto das pessoas sempre insistiu: ele tá ficando grande, dá
mamadeira pra ele parar de chorar”. A mãe afirma que não foi influenciada pela
opinião dos amigos: “Ah, cada um tem a sua opinião. Eu tenho a minha, elas têm as
delas. Eu vou seguir a minha, o que eu penso. Eu que sou a mãe dele, eu tenho que
seguir o que eu acho... pra ti ver, ele não teve nenhuma doença até hoje, só um
resfriadinho, eu passo a minha imunidade pra ele”
Em relação ao caso citado, imagine que você é um Nutricionista clínico que irá
receber a mãe Daniela em sua clínica. Pesquise as questões abaixo e responda
sua atividade no campo indicado, neste FORMULÁRIO PADRÃO DA ATIVIDADE
MAPA (disponível no material da disciplina):
a) IDENTIFIQUE no caso clínico, 2 situações que aconteceram com a Daniela no
hospital e que poderiam prejudicar o processo de aleitamento materno, bem como, a
passagem de fatores imunológicos da mãe para o bebê, explicando, cada uma delas.
b) DESCREVA como você poderia orientar a Daniela a respeito das diferentes fases
do leite materno, destacando a importância de cada uma delas para a boa Nutrição
de Carlos, considerando que ela estava em dúvida se o colostro era um leite forte
para sustentá-lo.
c) Agora que Carlos está completando 6 meses de idade, APRESENTE para
Daniele, uma listagem de 8 orientações importantes para a introdução da alimentação
complementar de Carlos. ELABORE também, dois esquemas alimentares para a
introdução da alimentação complementar aos 6 meses, sendo, um através do
método BLW (Baby Led Weaning) e outro, através do método tradicional, lembrando
de especificar qual ou quais alimentos você indica ofertar em cada refeição, a
consistência ideal dos alimentos ou corte/formato destes, além de especificar qual é
a refeição (café da manhã, almoço..) e os momentos em que é indicado amamentar.
d) INSIRA no final de seus esquemas, 2 fotos da refeição do ALMOÇO: sendo 1 foto
baseada no método tradicional e outra foto da refeição baseada no método BLW.
Para isso, veja os alimentos que indicou nesta refeição em seu esquema alimentar
de ambos os métodos, prepare-os na consistência e formato ideais, acomode-os em
um prato e tire a foto para incluir na atividade. A quantidade no prato, de cada
alimento, poderá ser entre 1 à 2 colheres de sopa.
Dica de leitura para resolução do mapa: Unidade 02 e 03 do livro da disciplina +
Material sobre fases do leite materno + Materiais sobre BLW e material: 10 passos
para alimentação saudável para crianças brasileiras menores de 2 anos (disponível
na sala do café, com o título: MATERIAL EXTRA - SEMANA 02 e MATERIAL EXTRA
- SEMANA 03).
OBS: no método BLW, para a refeição salgada, aos 6 meses, é indicado ofertar
leguminosas em formato de bolinho, visto que o bebê ainda não tem o movimento de
pinça para pegá-las isoladamente, OU você pode substituir esse grupo de alimentos
na refeição, por um legume.
Responda as questões no campo indicado abaixo
CAMPO DE RESPOSTAS DA ATIVIDADE
A) Insira sua resposta aqui
B) Insira sua resposta aqui
C) Insira sua resposta aqui
D)
Almoço – método tradicional Almoço – método BLW
Insira sua foto aqui Insira sua foto aqui

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Orientações para o aleitamento materno e introdução alimentar de Carlosa) Duas situações que poderiam prejudicar o aleitamento materno no hospital foram:1. Carlos ter sido alimentado com mamadeira logo após o nascimento, o que pode atrasar o início da amamentação e reduzir a produção de leite pela mãe. 2. A dificuldade de Daniela em amamentar Carlos logo após o parto, devido aos efeitos da anestesia, o que pode ter prejudicado a pega e o estímulo ao aleitamento

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  • 2. MAPA – Material de Avaliação Prática da Aprendizagem Acadêmico: R.A. Curso: Nutrição Disciplina: Nutrição nos Ciclos da Vida Valor da atividade: Prazo: Instruções para Realização da Atividade 1. Todos os campos acima deverão ser devidamente preenchidos; 2. É obrigatória a utilização deste formulário para a realização do MAPA; 3. Esta é uma atividade individual. Caso identificado cópia de colegas, o trabalho de ambos sofrerá decréscimo de nota; 4. Utilizando este formulário, realize sua atividade, salve em seu computador, renomeie e envie em forma de anexo; 5. Formatação exigida para esta atividade: documento Word, Fonte Arial ou Times New Roman tamanho 12, Espaçamento entre linhas 1,5, texto justificado; 6. Ao utilizar quaisquer materiais de pesquisa referencie conforme as normas da ABNT; 7. Na Sala do Café do ambiente virtual da disciplina você encontrará orientações importantes para elaboração desta atividade (Vídeo Explicativo). Confira! 8. Critérios de avaliação: Utilização do template; Atendimento ao Tema; Constituição dos argumentos e organização das Ideias; Correção Gramatical e atendimento às ormas ABNT. 9. Procure argumentar de forma clara e objetiva, de acordo com o conteúdo da disciplina. 10.As escritas em vermelho podem ser apagadas, dando lugar as respostas do Mapa. 11.O formato da atividade a ser enviada pode ser em pdf ou docx. Em caso de dúvidas, entre em contato com seu Professor Mediador. Bons estudos!
  • 3. Você já parou para pensar em como se dá a atuação do Nutricionista nas diferentes fases de aleitamento materno e introdução da alimentação complementar? O aleitamento materno (AM) é a estratégia isolada que mais previne mortes infantis. Além disso, promove a saúde física, mental e psíquica da criança e da mãe. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo (AME) durante os primeiros 6 meses de vida e complementar, até os 2 anos de idade ou mais. A criança está em AME, quando ela recebe somente leite do peito, diretamente da sua mãe ou ama de leite, ou extraído, e nenhum outro líquido ou sólido, com exceção de gotas ou xaropes de vitaminas, suplementos vitamínicos ou medicamentos. O início do AM imediato garante que o recém-nascido receba o colostro, primeira secreção das glândulas mamárias e importante para a proteção imediata e a longo prazo contra infecções. Além disso, a amamentação logo após o parto tem sido associada ao AME por mais tempo. O AME acarreta benefícios importantes para a saúde e nutrição da criança, devido à prevenção contínua contra doenças e ao fornecimento da quantidade adequada de nutrientes. Para a mãe, a amamentação também ocasiona diversos benefícios, como o espaçamento entre as gestações, a perda do peso ganho na gestação, a diminuição do risco de desenvolver diabetes tipo 2, câncer de ovário e de mama, entre outros. Sendo assim, a promoção do AM é uma das estratégias de saúde de maior custo-benefício. As taxas de AME no Brasil estão em ascensão, entretanto, apesar dessa prática ser alvo de políticas públicas, a prevalência de AM ainda está muito abaixo do recomendado pela OMS. Na II Pesquisa de Prevalência de AM nas Capitais Brasileiras e Distrito Federal, a prevalência do AME em crianças menores de 6 meses foi de 41%, no conjunto das capi- tais brasileiras. Esse valor é interpretado como “razoável”, de acordo com os parâmetros da OMS.
  • 4. A amamentação é fortemente influenciada pela rede social da mulher, como a família e os serviços de saúde, que são tanto transmissores de mitos e crenças, como também fonte de incentivo e apoio. Fonte: OPAS - Organização Pan-americana de Saúde, 2022. Diante deste tema, observe o caso clínico a seguir: Daniela tem 21 anos e seu companheiro, 22 anos, ambos com ensino médio incompleto. Eles estavam juntos há cerca de 5 meses, quando descobriram uma gravidez de 15 semanas. A gestação não foi planejada, mas eles aceitaram bem, nenhum deles tinha filhos ainda. Pré-Natal Consultas Daniela iniciou o Pré-Natal na USF, à qual comparecia mensalmente para as consultas, que ocorriam sempre com a mesma médica. Ela relata que a médica orientou AME por 6 meses e complementar, por 2 anos ou mais. Não há registro no prontuário das consultas de pré-natal, pois ela morava em outro local, então não era atendida pela USF onde foi realizado o estudo. Experiência/conhecimento em relação a amamentação: Ao ser questionada sobre se possuía experiência e/ou conhecimento em amamentação, Daniela relata: “Não, nadinha... não fazia ideia... foi tudo no pré-natal”. Primeira mamada O hospital onde ocorreu o parto não foi o de referência da USF, foi escolhido por ela, pois gostava do atendimento nesse local. É um Hospital Amigo da Criança, embora ela não soubesse dessa informação. Ela refere que a criança estava atravessada, então foi preciso fazer cesariana. Ao nascer, a criança ficou pouco tempo com a mãe e logo foi levada para a realização de procedimentos, acompanhada pelo pai: “... deixaram ele um pouquinho comigo. Só me deixaram dar uma olhadinha, um beijinho e levaram...”.
  • 5. Daniela afirma que não foi orientada a amamentar Carlos logo após o nascimento. A mãe ainda estava na sala de recuperação quando a enfermeira o trouxe e falou para ela: Ó, mãe, ele já tá mamado, já tomou o mamá”. Ela não questionou o porquê de Carlos ter sido alimentado, pois pensou que era um procedimento comum; relata que após 6 horas que ele já estava com ela, acordou para mamar. Em relação à primeira mamada, a mãe relata que foi desengonçada, mesmo com a ajuda da enfermeira, pois não conseguia mexer o corpo devido à anestesia: “Ah, eu não sabia como botar o peito, encaixar direitinho na boquinha, a enfermeira que teve que me ajudar”. Ao ser questionada se já tinha leite, responde: “Não. Só o colostro”, ela afirma estar preocupada com esse “negócio de colostro”. Daniela diz que a médica, durante o pré-natal, explicou o que é o colostro, mas ela ainda estava receosa e perguntou à enfermeira do hospital se o colostro iria sustentar Carlos, e a mesma respondeu que sim. Ao ser questionada por que achava que era pouca quantidade de leite, afirmou que o bebê mamou a noite toda, quase não dormiu e, quando ela apertou o seio, saiu pouco leite. Primeiros dias Daniela ficou por três dias no hospital e relata que já estava se coordenando melhor para amamentar, conta que recebeu um folder sobre AM. Refere também que o colostro veio até o sexto dia e, após, veio muito leite: “Ah, quando veio, guria! Daí eu fiquei louca porque saía muito leite...”. Ela fala que Carlos queria apenas um seio logo nos primeiros dias: “Ele não conseguia pegar, porque eu não tinha bico, aí ele ficava irritado...”. Relata que foi orientada pela enfermeira do hospital a insistir nesse seio e, após três dias de insistência, ele começou a mamar bem e hoje pega sem problema nenhum. No lar - Acompanhamento mãe/bebê A primeira consulta de Carlos aconteceu na USF com a médica. Daniela diz que ouviu sobre AM: “Ah, ela disse que o AM era muito bom pra ele, que naquele período era só leite, que ele só precisava de leite, que ali tinha todos os nutrientes, que tudo que ele precisava tinha no leite”.
  • 6. As consultas na unidade de saúde ocorriam mensalmente, cada vez com um profissional diferente (médico, enfermeiro, assistente social, nutricionista, consulta coletiva). A mãe relata que sempre que comparecia à unidade era parabenizada por estar amamentando. Essa informação está evoluída no prontuário de Carlos pelos profissionais que o atenderam. A criança iniciou alimentação complementar aos 6 meses, orientada na unidade de saúde. Apoio do companheiro, familiares e amigos. Em relação ao apoio do companheiro na amamentação, Daniela diz: “Eu acho que o meu marido, ele sempre me apoiou, ele nunca disse pra mim: dá mamadeira. O resto das pessoas sempre insistiu: ele tá ficando grande, dá mamadeira pra ele parar de chorar”. A mãe afirma que não foi influenciada pela opinião dos amigos: “Ah, cada um tem a sua opinião. Eu tenho a minha, elas têm as delas. Eu vou seguir a minha, o que eu penso. Eu que sou a mãe dele, eu tenho que seguir o que eu acho... pra ti ver, ele não teve nenhuma doença até hoje, só um resfriadinho, eu passo a minha imunidade pra ele” Em relação ao caso citado, imagine que você é um Nutricionista clínico que irá receber a mãe Daniela em sua clínica. Pesquise as questões abaixo e responda sua atividade no campo indicado, neste FORMULÁRIO PADRÃO DA ATIVIDADE MAPA (disponível no material da disciplina): a) IDENTIFIQUE no caso clínico, 2 situações que aconteceram com a Daniela no hospital e que poderiam prejudicar o processo de aleitamento materno, bem como, a passagem de fatores imunológicos da mãe para o bebê, explicando, cada uma delas. b) DESCREVA como você poderia orientar a Daniela a respeito das diferentes fases do leite materno, destacando a importância de cada uma delas para a boa Nutrição de Carlos, considerando que ela estava em dúvida se o colostro era um leite forte para sustentá-lo. c) Agora que Carlos está completando 6 meses de idade, APRESENTE para Daniele, uma listagem de 8 orientações importantes para a introdução da alimentação
  • 7. complementar de Carlos. ELABORE também, dois esquemas alimentares para a introdução da alimentação complementar aos 6 meses, sendo, um através do método BLW (Baby Led Weaning) e outro, através do método tradicional, lembrando de especificar qual ou quais alimentos você indica ofertar em cada refeição, a consistência ideal dos alimentos ou corte/formato destes, além de especificar qual é a refeição (café da manhã, almoço..) e os momentos em que é indicado amamentar. d) INSIRA no final de seus esquemas, 2 fotos da refeição do ALMOÇO: sendo 1 foto baseada no método tradicional e outra foto da refeição baseada no método BLW. Para isso, veja os alimentos que indicou nesta refeição em seu esquema alimentar de ambos os métodos, prepare-os na consistência e formato ideais, acomode-os em um prato e tire a foto para incluir na atividade. A quantidade no prato, de cada alimento, poderá ser entre 1 à 2 colheres de sopa. Dica de leitura para resolução do mapa: Unidade 02 e 03 do livro da disciplina + Material sobre fases do leite materno + Materiais sobre BLW e material: 10 passos para alimentação saudável para crianças brasileiras menores de 2 anos (disponível na sala do café, com o título: MATERIAL EXTRA - SEMANA 02 e MATERIAL EXTRA - SEMANA 03). OBS: no método BLW, para a refeição salgada, aos 6 meses, é indicado ofertar leguminosas em formato de bolinho, visto que o bebê ainda não tem o movimento de pinça para pegá-las isoladamente, OU você pode substituir esse grupo de alimentos na refeição, por um legume. Responda as questões no campo indicado abaixo
  • 8. CAMPO DE RESPOSTAS DA ATIVIDADE A) Insira sua resposta aqui B) Insira sua resposta aqui C) Insira sua resposta aqui D) Almoço – método tradicional Almoço – método BLW Insira sua foto aqui Insira sua foto aqui