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Teresa Pintão – 5º C
7/12/2019
A obra “O Rapaz de Bronze “é passada num jardim
maravilhoso cheio de grandes tílias, de bétulas,
carvalhos, magnólias, plátanos… Neste jardim havia
também uma estufa cheia de plantas e flores.
Num dos jardins de buxo havia um canteiro de
gladíolos, que esse era o lugar mais chique do jardim. Os
gladíolos gostavam muito de ser gladíolos e achavam-se
superiores a quase todas as outras flores. Os gladíolos
sentiam uma grande admiração pelas flores da estufa,
mas as que eles mais admiravam eram as tulipas. O
grande sonho dos gladíolos era poderem ser tulipas
porque estas são caras, raras e muito bem vestidas.
As Flores
O RAPAZ DE BRONZE – Sophia de Mello Breyner Andersen
Um dia, estava o jardineiro a colher os gladíolos e só
deixou um porque ainda só tinha uma flor. Quando o
gladíolo viu os outros gladíolos a serem colhidos, ficou
triste, pois ansiava ser colhido. Mas depois consolou-se,
pensando que seria colhido daí a uns meses. Uns dias
depois, o gladíolo teve um grande desgosto porque ouviu a
dona da casa a dizer ao jardineiro para não colher mais
gladíolos, pois a dona da casa estava farta de ver gladíolos
em todas as festas onde ia.
Para se animar, foi visitar as flores da estufa para
lhes contar o que tinha acabado de ouvir. Ao regressar,
resolveu espreitar a casa. Para tal, subiu aos ramos de um
carvalho. Lá de cima ficou a assistir à festa que se estava a
realizar na casa. O gladíolo gostou tanto de assistir à festa
que decidiu organizar uma festa no jardim, à noite.
O Gladíolo
O RAPAZ DE BRONZE – Sophia de Mello Breyner Andersen
O carvalho lembrou-o que tinha de ir pedir
autorização ao Rapaz de Bronze. O Rapaz de Bronze, era uma
estátua do jardim que durante o dia não se podia mexer, mas
que durante a noite falava, mexia-se e era o Rei do Jardim, a
quem todos obedeciam.
Então, nessa noite foi visitar o Rapaz de Bronze para
lhe pedir autorização para organizar uma festa de flores como
as dos homens, no jardim. Depois de muito insistir, o gladíolo
convenceu o Rapaz de Bronze a dar autorização.
Nessa noite, o gladíolo foi até à estufa para contar a
novidade à Begónia e à Orquídea. Combinaram criar uma
comissão organizadora do Grande Baile de Flores composta
pelo Gladíolo, a Orquídea, a Begónia, a Tulipa, o Cravo e a
Rosa.
O Gladíolo
O RAPAZ DE BRONZE – Sophia de Mello Breyner Andersen
Na reunião da Comissão Organizadora do Grande
Baile de Flores, depois de muito discutirem, chegaram à
conclusão de que todas as flores deviam ser convidadas e
que a festa se realizaria na Clareira dos Plátanos. Decidiram
também que a orquestra seria composta por vários animais.
Todos concordaram que, como se tratava de uma
festa de flores não fazia sentido usar flores para a decoração.
Então, o Rapaz de Bronze lembrou, que nas festas das
pessoas são postas flores nas jarras, então as flores nas suas
festas deviam por pessoas nas jarras. De seguida sugeriu que
colocassem a Florinda na jarra por achar que ela se parecia
com uma flor.
Florinda tinha sete anos, era a filha do jardineiro e
era adorada por todas as flores.
Florinda
O RAPAZ DE BRONZE – Sophia de Mello Breyner Andersen
Na noite seguinte, um rouxinol começou a cantar
em frente da janela de Florinda e acordou-a. Convidou-a
para ir à Festa das Flores e ela aceitou o convite. Quando
Florinda chegou, ficou encantada por ver as flores e a
estátua do Rapaz de Bronze a mexer e a falar.
O Rapaz de Bronze conduziu Florinda até ao seu
lugar: a jarra.
Florinda ficou maravilhada por perceber que a
noite é o dia das flores, das plantas e das estátuas. De dia
ficam imóveis e de noite ganham vida. Admirou as
danças das flores e achou-as extraordinárias e diferentes.
Ao ouvir o som do galo a cantar que anunciava o
fim da noite, todas as flores foram embora. Florinda ficou
à conversa com o Rapaz de Bronze, acabando por
adormecer.
A Festa
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No dia seguinte, na escola, Florinda contou às
suas amigas o que tinha acontecido nessa noite. Mas elas
não acreditaram e fizeram troça dela e Florinda ficou a
achar que se tinha tratado apenas de um sonho.
Passados muitos anos, no ano em que Florinda
fez quinze anos, a sua mãe, depois do jantar, pediu-lhe
que levasse um cesto à cozinheira.
Atravessou o Jardim do Rapaz de Bronze e
lembrou-se da Festa das Flores. No meio do silêncio, o
Rapaz de Bronze estendeu-lhe a mão e Florinda ficou
muito feliz por perceber que o que tinha vivido na Festa
das Flores não tinha sido um sonho.
A Festa
O RAPAZ DE BRONZE – Sophia de Mello Breyner Andersen
Biografia de Sophia de Mello Breyner Andresen
• Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu no
Porto, a 6 de novembro de 1919 e tinha raízes
dinamarquesas.
• Sophia inspirava-se na casa dos avós no Campo
Alegre (atual Jardim Botânico do Porto) e na Praia
da Granja para escrever os seus livros.
• Sophia escrevia poesia, prosa e contos infantis.
• Em 1999, Sophia foi a primeira mulher portuguesa
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Lisboa.
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O Jardim Maravilhoso do Rapaz de Bronze

  • 1. Teresa Pintão – 5º C 7/12/2019
  • 2. A obra “O Rapaz de Bronze “é passada num jardim maravilhoso cheio de grandes tílias, de bétulas, carvalhos, magnólias, plátanos… Neste jardim havia também uma estufa cheia de plantas e flores. Num dos jardins de buxo havia um canteiro de gladíolos, que esse era o lugar mais chique do jardim. Os gladíolos gostavam muito de ser gladíolos e achavam-se superiores a quase todas as outras flores. Os gladíolos sentiam uma grande admiração pelas flores da estufa, mas as que eles mais admiravam eram as tulipas. O grande sonho dos gladíolos era poderem ser tulipas porque estas são caras, raras e muito bem vestidas. As Flores O RAPAZ DE BRONZE – Sophia de Mello Breyner Andersen
  • 3. Um dia, estava o jardineiro a colher os gladíolos e só deixou um porque ainda só tinha uma flor. Quando o gladíolo viu os outros gladíolos a serem colhidos, ficou triste, pois ansiava ser colhido. Mas depois consolou-se, pensando que seria colhido daí a uns meses. Uns dias depois, o gladíolo teve um grande desgosto porque ouviu a dona da casa a dizer ao jardineiro para não colher mais gladíolos, pois a dona da casa estava farta de ver gladíolos em todas as festas onde ia. Para se animar, foi visitar as flores da estufa para lhes contar o que tinha acabado de ouvir. Ao regressar, resolveu espreitar a casa. Para tal, subiu aos ramos de um carvalho. Lá de cima ficou a assistir à festa que se estava a realizar na casa. O gladíolo gostou tanto de assistir à festa que decidiu organizar uma festa no jardim, à noite. O Gladíolo O RAPAZ DE BRONZE – Sophia de Mello Breyner Andersen
  • 4. O carvalho lembrou-o que tinha de ir pedir autorização ao Rapaz de Bronze. O Rapaz de Bronze, era uma estátua do jardim que durante o dia não se podia mexer, mas que durante a noite falava, mexia-se e era o Rei do Jardim, a quem todos obedeciam. Então, nessa noite foi visitar o Rapaz de Bronze para lhe pedir autorização para organizar uma festa de flores como as dos homens, no jardim. Depois de muito insistir, o gladíolo convenceu o Rapaz de Bronze a dar autorização. Nessa noite, o gladíolo foi até à estufa para contar a novidade à Begónia e à Orquídea. Combinaram criar uma comissão organizadora do Grande Baile de Flores composta pelo Gladíolo, a Orquídea, a Begónia, a Tulipa, o Cravo e a Rosa. O Gladíolo O RAPAZ DE BRONZE – Sophia de Mello Breyner Andersen
  • 5. Na reunião da Comissão Organizadora do Grande Baile de Flores, depois de muito discutirem, chegaram à conclusão de que todas as flores deviam ser convidadas e que a festa se realizaria na Clareira dos Plátanos. Decidiram também que a orquestra seria composta por vários animais. Todos concordaram que, como se tratava de uma festa de flores não fazia sentido usar flores para a decoração. Então, o Rapaz de Bronze lembrou, que nas festas das pessoas são postas flores nas jarras, então as flores nas suas festas deviam por pessoas nas jarras. De seguida sugeriu que colocassem a Florinda na jarra por achar que ela se parecia com uma flor. Florinda tinha sete anos, era a filha do jardineiro e era adorada por todas as flores. Florinda O RAPAZ DE BRONZE – Sophia de Mello Breyner Andersen
  • 6. Na noite seguinte, um rouxinol começou a cantar em frente da janela de Florinda e acordou-a. Convidou-a para ir à Festa das Flores e ela aceitou o convite. Quando Florinda chegou, ficou encantada por ver as flores e a estátua do Rapaz de Bronze a mexer e a falar. O Rapaz de Bronze conduziu Florinda até ao seu lugar: a jarra. Florinda ficou maravilhada por perceber que a noite é o dia das flores, das plantas e das estátuas. De dia ficam imóveis e de noite ganham vida. Admirou as danças das flores e achou-as extraordinárias e diferentes. Ao ouvir o som do galo a cantar que anunciava o fim da noite, todas as flores foram embora. Florinda ficou à conversa com o Rapaz de Bronze, acabando por adormecer. A Festa O RAPAZ DE BRONZE – Sophia de Mello Breyner Andersen
  • 7. No dia seguinte, na escola, Florinda contou às suas amigas o que tinha acontecido nessa noite. Mas elas não acreditaram e fizeram troça dela e Florinda ficou a achar que se tinha tratado apenas de um sonho. Passados muitos anos, no ano em que Florinda fez quinze anos, a sua mãe, depois do jantar, pediu-lhe que levasse um cesto à cozinheira. Atravessou o Jardim do Rapaz de Bronze e lembrou-se da Festa das Flores. No meio do silêncio, o Rapaz de Bronze estendeu-lhe a mão e Florinda ficou muito feliz por perceber que o que tinha vivido na Festa das Flores não tinha sido um sonho. A Festa O RAPAZ DE BRONZE – Sophia de Mello Breyner Andersen
  • 8. Biografia de Sophia de Mello Breyner Andresen • Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu no Porto, a 6 de novembro de 1919 e tinha raízes dinamarquesas. • Sophia inspirava-se na casa dos avós no Campo Alegre (atual Jardim Botânico do Porto) e na Praia da Granja para escrever os seus livros. • Sophia escrevia poesia, prosa e contos infantis. • Em 1999, Sophia foi a primeira mulher portuguesa a receber o Prémio Camões. • Faleceu aos 84 anos, no dia 2 de julho de 2004, em Lisboa.