O SENTIDO DA VIDA

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O SENTIDO DA VIDA

  1. 1. 4444444 44444444444444;444444444444444444444 4444444444444444444444444444444444444.4444444444444444444444444444 1-4444441 O SENTIDO DA VIDA Isabel deÀhtos Àhzúns “Esc Sec. Portela , Y'v V( vv v vvvvvvv v'v v^v'v vvv v v v v v v›v v v'v'vv v vvvv v v v'v v v v v'v Tv Y'Y^? ^v v v v v v v v v v'v'v^v'v^v'v v v v-v v Tv Tv vvv v v vv v v v v v'v'v'v'v'v'vvvvv'v vvvvw vv v
  2. 2. 14444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444_ “A ânsia de uma orientação filosófica da vida nasce da obscuridade em que cada um se encontra, do desamparo que sente quando, em carência de amor, fica o vazio, do esquecimento de si quando, devorado pelo afadigamento, de súbito acorda assustado e pergunta: Quem sou eu É* Que estou descurando? Que deverei fazer? O autoesquecimento é fomentado pelo mundo da técnica. Pautado pelo Cronômetro, dividido em trabalhos absorventes ou esgotantes que cada vez menos satisfazem o Homem enquanto Homem, leva-o ao extremo de se sentir peça imóvel e substituível de um maquinismo, de tal modo que, liberto da engrenagem, nada é e não sabe o que há de fazer de si. [. . . ] Porém, o pendor para o autoesquecimento é inerente à condição humana. O Homem precisa de se arrancar a Sl próprio para não se perder no mundo e em hábitos, em irreñetidas trivialidades e rotinas fixas. [. . . ] Orientar filosoficamente a vida não é esquecer, é assimilar, não é desviar- se, é recriar intimamente, não é julgar tudo resolvido, é clarificar. ” Jaspers, K. , Iniciação Filosofira, Guimarães Ed. , Lisboa, 1993, pp116-117 Isabel deMatos Manias _/ Esc. Sec. Postal: 2
  3. 3. 444 4 4 4 4 4 4444444444 4 4 4 4 4 4 444444444 4 4 a 4 4 4 44444444 4 4 4 4 4 4 4 44444444 4 4 4 4 4 4 4 444444444 4 4 4 4 4 4 444444444 4 4 4 4 4 4 4444444444 Qual a razão de nos questionarmos acerca do _E_ sentido da vida ou existência? --. a O conhecimento da nossa finitude e a angustia que causa não sabermos o lugar que ocupamos no mundo e a melhor forma de nos orientarmos nele com vista à felicidade. Isabel deÀIatos Àhrtins _”Esc. Sec. Portel¡ 3 _v v v v v v vvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvwvvvvvvvvvwvvvvwwvvvvvvvvvvvvvwwvvvwvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvwvvvvvvvvwvvvv
  4. 4. Qual o significado da questão acerca do SENTIDO DA VIDA “Para quê xrixrer? " - Qual a finalidade / objetivo / propósito pelo qual viver - Uma vida sem objetivos é vazia. “Como devo xriver? ” - Qual o caminho a seguir, qual a orientação / direção dos nossos atos ao longo da nossa vida - A ausência de um sentido para a vida retira-lhe todo o valor. í ' à_ “erffei , me ei "lím. «-: ::¡. ~~. r«^-e: rim (e: rm : ieflírt 'l-“vle te* LI' ui IKIIITMIIF '° 'R$311 "IWGIIIÂAHFI" 1*"" 'Fil 'V-. ll Ii : VÍTÊI il'_l'_l"l'l"' , IÍF '41 ill' IÍÍVÀÍQI QIÍIÍQESIÍÍ kar-t: : 'u ; rr nã¡ «rim 6.Il*Í'«l”l'Í_Í6.lÍI'-_l__ 'ñRLÊ11:1"'É"IÍ'-<l6l e: ih¡ GII“ÍGU'I~Í_ÍÕTVÍ*I. Isabel deÀIatos Àhzúns flEsc. Sec. Portela 4 , v' v V « r w v v v v vv'v'v v'v v^v'vv'v' v v v v v v v v vvvvvvvvvvvv VTYYVTVVYTY** v v v v v v v v vv'v'v^v'v^v'vvvv'vvv'v Tv vWWVYf' v v v v vY'Y'Y'V'v'Y'Yw'vvv'Y vvvvw V'Yv
  5. 5. O sentido da nossa vida depende do valor que lhe damos. . . IALE POR AQUILO QUE REALIZAÀIOS - o seu valor é extrinseco na medida em que ela é apenas um instrumento para a realização de objetivos que consideramos valiosos. TEM UM VALOR SUBJETIV O (vale o que cada um fizer dela, depende da nossa vontade, motivações e desejos) IALE POR SI MESMA - o seu valor é intrínseco, independente das circunstâncias ou interesses particulares, isto é, dos fins especificos que possam atribuir-lhe. TEM UM VALOR OBJETIV O (vale porque já é um facto com valor absoluto) Isabel de . Iatos . Ianins _ll-Isa_ Sec. Portela
  6. 6. 4 4 4 4 4 44 44444444 4 4 4 4 4 4444444444 4 4 4 4 44444444444 4 4 4 4 4 4444444444444444444444444 4 4 4 4 4 4444444444 4 4 4 4 4 44444444444 Existência Humana A vida é dada e é para ser xtivida - viver é ocupar-se / fazer/ agir (presente) A vida é contruida e tem de ser pensada na sua dinâmica como algo que não se esgota no passado e no presente mas que se projeta no que ainda não existe a não ser na mente humana (futuro). Todos procuramos realizar os nossos projetos e a nossa vida é feita dessa dinâmica mas a concretização desses projetos face aos diversos contratem os - catástrofes, doenças, erras, acidentes, etc. - faz com que a vida se a ra a enumeras possibilidaãlels que trazem consigo alguns riscos e consequentemente o sentimento de angústia (uma sensação de desamparo, de incerteza) que nos impele a questionar acerca da nossa existencia. Isabel deÀIatos Mudas _~"Esc. Sec. Portela 6 , Y'v 7'( vv wvvvvv'v"v'v'v'v^v'v^v^v~v v v v v v vvv v'v'v v'v'v'v'v'v v v v-v v v v v'v v^v^v'v^v^v v v v'v v v v v v'v^v^v'v^v^v v v v-v v'v'v v'v v'v~v›v ? www v v Y'Y'Y'Y'Y'V'Y^Y'7'v v v7 vvvvvvv v
  7. 7. 4444444444444444444.44444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444 › O PROBLEMA DA FINITUDE (Consciência de que a vida se desenvolve num quadro temporal - tem um carácter precário - em que cada coisa tem o seu tempo) NIILISMO Nietzsche ÊíúsTENcIALIsixio j ATEU - Sartre j h hlistério Enigma Incerteza j . 7 ; Inquietação ' Angústia Ê HtixmNisixio EXISTENCIALISMO CRISTÃO - Kierkegaard Isabel de Matos . Iartins _”Esc. Sec. Portela ' _v v v v v v vvwvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvwnvvvvvvvvwvvvvvwvvvvvvvvvvvvvwwvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvwvvvvvvvvv<vvv
  8. 8. _v v v v v v v - v v v v vvvwvvv v v v v v v vvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvrvvvvvvvvvvvv v v v v VTVVVVVYVVV' v v v v v v v vvvvvvv A finitude / morte retira sentido à vida? SIM NÃO ' . ,_ . r . r A morte torna a nossa existencia E porque a vida humana tem fim j absurda, incompreensível, para além que tem sentido. j . . _ . a v ' dos limites da razao, sem sentido ou : razão de ser. (a finitude priva a vida de sentido) (a finitude dá sentido à vida) Isabel de Matos . Iartins "Esc. Sec. Portela S
  9. 9. Que respostas foram dadas à questão do sentido da vida? O sentido da vida depende. .. a) da finalidade última da vida - alcançar a felicidade. 1-4444441 b) dos objetivos que temos para realizar - desejar sempre algo. c) da realização de objetivos valiosos - da dedicação a valores mais elevados (a causas humanitárias) d) da existência de Deus e de uma vida para além da morte - da perspetiva de uma recompensa futura (vida ulteríor / paraíso) Isabel deÀIatos Àhrüns ÊESC. Sec. Portela , Y'v r'vYv vrvvvvvv-vv^v'v^v'v*v^v~v v-v v v v'v^v'v'v'v'Y'Y'v'v'v'v'v^v v v'v v'v v v'v'v^v^v'v^v^v v v v'v'v v Tv v'v^v^v^7^YV v v v'v'v'v'v'v'v'v'v^v'v Y'Y'V'V'Y'Y^Y'Y'Y'Y^TY'YTTVW vvvvwvvrvw
  10. 10. EXISTENCIALISMO Filosofia que se segue à crise do otimismo romântico (“crise da razão”), motivada pela desorientação e desenraizamento suscitado pela situação cultural e rvvvvvv-n política do pós-guerra e que realça a importância da existência individual, tal como ela é vivida e pensada ~ a existência na sua singularidade concreta e naquilo que tem de frágil, contingente e absurdo. Isabel deÀIatos Àíarúns flEsc. Sec. Portela 10 _ v' v V « v v v v v v v v'v'v'Y'Y v^v'v vv v v v v v v v7 v v'v'v v v vw# v v v v'v v v v v'v v'v'v'v^? ^ v v v v v v v v v v-v~v~v-v-v~v v v v-v v Tv Tv v'v'v v v v- v v v v v v'v'v'v'v'v'vw›v v v' vvvv vw v^v v
  11. 11. Principais características da filosofia existencialista Valorização da originalidade de cada pessoa enquanto ser único que não tem uma natureza própria, é uma invenção da sua liberdade. rvvvvvvá Angústia existencial perante a temporalidade e a finitude/ morte. Isabel deÀIatos Àfarüns _~"Esc. Sec. Portela ll . v* vv vv vvvvvv'v'v'v'v'v^v'v^v^v^ v v v v v v v^v'v v'v'v v'v'v'v'v'v v v v-v v v v v'v v^v^v'v^v^v v v v' v v v v v v'v^v^v'v^vv v v v-v v'v'v v'v'v'v~v›v v'v'v'v v v Y'Y'Y'Y^Y“Y'Y^Y'v'v'v v7 vvvvvrv v
  12. 12. 444444444444444444444444 Reflexão sobre o sentido da existência humana Kierkegaard (1813-1855 Considerado o primeiro existencialista ao iniciar uma nova significação da ideia de existência, não como sinónimo de ser em geral, mas como ser concreto, temporal e singular, como g "realidade pessoal”. Atribui-se-lhe o facto de ter dito um dia a Hegel: “O senhor professor sabe tudo sobre o universo, simplesmente esqueceu- se de quem é. " É" Isabel deÀIatos Àhrúns _"Esc. Sec. Portela . v'v v v vv vvvvvv'v'v'v'v'v^v'v'v^v'v v v v v v v^v'v v'v'v v vvvv-v v v v-v v v v v'v v'v^v'v^v^v v v v v v v v v v'v^v^v'v^v^v v v v-v v'v'v v'v v'v^v'v v'v'v v v v v v'v'v'v'v'v^vvv v v7 vvvvv v^v v 4444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444 ›
  13. 13. 4444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444 O Homem pode escolher a sua forma de existência, eleger a finalidade da sua vida, que pode ser: Estética (centrada no prazer, presente) [Homem dominado pela imaginação, fantasia, desejo, desprendimento, amor pela novidade Ex. Donjuan] “estádios no caminho da vida” encerrados na dimensão Etica (centrada no dever) temporal da existência [Homem que assume compromissos, l que prefere a estabilidade _ EX. Homem casado] (centrada na fé) forma de existência mais autêntica que [Homem que subordina todos os fins reconhece o Homem como ser temporal temporais à finalidade suprema: seguir Cristo que tem em Si a marca da eternidade Ex. São francisco de Assis] Se não seguirmos a vontade de Deus com autenticidade, se nos entregarmos exclusivamente a objetivos terrenos, temporais e passageiros, a nossa vida/ existência é um desperdício em que nos autocondenamos ao desespero absoluto. Isabel deMatos Martins _a"Esc. Sec. Portela
  14. 14. Critica de Kierkegaard à Cristandade (à Igreja institucionalizada) A fé não é o cumprimento, sem empenho interior, de certos rituais (ir à missa ao domingo. ..) - Crítica aos praticantes domingueiros. T444444T Ser cristão não é cumprir certas formalidades ( batismo, comunhão. ..) - Crítica à pobreza da mensagem transmitida pela Igreja Cristã aos seus fieis. Ser religioso não é esquecer a mensagem de Cristo, não é viver faustosamente à sombra de seres “magníficos” como Cristo, os apóstolos, os mártires - crítica aos padres. Isabel deÀIatos Àíarüns _~"Esc. Sec. Portela 14 , Y'v r'rYv v-vvvvv'v-vv'v'v^v'v*v^v~ v v v v v v'v^v'v'v'v'v v'v'v'v'v'v^v v v'v v'v v v'v v^v^v'v^v^v v v vvv v Tv v'v^v^v^V^vV v v v'v'v'v'v'v'v'v'v^v'v v'v'v'v Y'Y^Y'Y'Y'Y”Y'Y'Y^Y'v'v'v v~v vvvvvrrv
  15. 15. 444 4 4 4 4 4 44444444444 4 4 4 4 44444444444 4 4 4 4 4 444444444444444444444444 4 4 4 4 4 4 444444444 4 4 4 4 44444444444 4 4 4 4 4 44444444444 Heidegger (1889-1976) A essência do homem está na sua existência (no seu “ser-no-mundo”, no i v» -_ “ÍÀÍRN «r _, l seu futuro). l - i A existência autêntica implica tomar _ l i consciência da própria morte como _ r f; _ ' possibilidade mais certa e inevitável. j A consciência da morte, do termo da , l _Mi existência, é o que desperta no ser e V _ i _, ç _ ç j' ; jà humano o sentimento de angústia. ' : ›,__ ' '_ . g, « i ; W i¡ . i fa" 314%¡ Isabel deÀIatos Mudas _~”Esc. Sec. Portela 15
  16. 16. i4444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444444 4 4 4 4 44444444444 _ Sartre (1905-1980) O existente transcende-se a si próprio num mundo onde Deus parece estar ausente. Entregue a si próprio, o ser humano não tem natureza ou essência que o delimite, não é nada a piíoií, o que ele é ou chega a ser é invenção da sua liberdade, será aquilo que ele fizer de si próprio durante a sua vida, logo, "a existência precede a essência” (expressão metafísica da crença na liberdade absoluta segundo a qual o ser humano se faz a ele mesmo tanto quanto lhe permitem certas determinações). Isabel deMatos Martins _a"Esc. Sec. Portela v* rvvvív-? v-j m-vv-; ív-
  17. 17. 4 4 4 4 4 4 44 Camus (1913-1960) A realidade não foi feita à nossa medida - o mundo não responde aos nossos apelos de justiça. Um mundo em ue vivemos é muitas vezes marcado pelo so rirnento dos inocentes, sobretudo crianças, o que o torna incompatível com a existência de Deus, pois, se Deus existisse e tivesse criado um mundo no qual tanta desumanidade impera, não teria desculpa. A condição humana é então uma absurda aventura: “xrivemos em vão e temos os dias contados”. Tivemos num mundo “mudo”, “cego” e “surdo”, uma vida monótona e rotineira ameaçada constantemente pela morte. Que atitude devemos adotar face a este absurdo? Não devemos fugir a ele (nem pelo suicídio nem pela fé) mas revoltarmo-nos de modo a diminuir as injustiças e o sofrimento. Isabel deÀIatos Àlarúns _"Esc. Sec. Portela 44444444 4 4 4 4 444444444 4 4 4 4 4 4 4 4444444444 4 4 4 4 4444444444 4 4 4 4 4 4 444444444 4 4 4 4 4 4 444444444 4 4 4 4 4 4 4444444444
  18. 18. AAAAAAAAAAAAÀAAAAAAAAAAAAAAÁAAAAAAAAAAAAAAÁÀAAAAAAAAAAAALÁÁAAAAAAAAAAAALLAAAAA: :AAAAAAAÁAAAAAAAJAAAAAALAAAAAA “Deixo Sísifo no sopé da montanhaÍ Encontramos sempre o nosso fardo. Mas Sísifo ensina a felicidade superior que nega os deuses e levanta os rochedos. . fl: Ensina que nem tudo está, que nem tudo foi esgotado. Expulsa deste mundo um deus que nele entrara com a insatisfação e o gosto das dores inúteis. Faz do destino uma questão do homem, que deve ser tratado entre homens. Toda a alegria silenciosa de Sísifo aqui reside. O seu destino pertence-lhe. 1]'. . Não ha Sol nem sombra e é preciso conhecer a noite. O homem absurdo diz sim e o seu esforço nunca mais cessara. Se há um destino pessoal, não ha destino superior ou, pelo menos, só há um que ele julga fatal e desprezível. Quanto ao resto, sabe-se senhor dos seus dias. Neste instante subtil em que o homem se Volta para a sua vida, Sísifo, regressando ao seu rochedo, contempla essa sequência de ações sem elo que se torna o seu destino, criado por ele, unido sob o olhar da sua memoria, e selado em breve pela sua morte. Assim, persuadido da origem bem humana de tudo o que e humano, cego que deseia Ver e que sabe que a noite não tem fim, está sempre em marcha. O rochedo ainda rola. 1]. . . ,: Esse universo enfim sem dono não lhe parece estéril nem fútil. Cada grão dessa pedra, cada estilhaço mineral dessa montanha cheia de noite, forma por si só um mundo. : própria luta para atingir os píncaros basta para encher um coração de homem. E preciso imaginar Sísifo feliz”. Camus, Albert, O . Uifo a? Szlrgfb - Ema-ía . cobre o Abiwrab. Lisboa, Livros do Brasil, 1977, pp.147-152 &adaptado; Isabel de Àhtos Àlzxtins "Esc. Sec. Portela IS v w-v-vwüwwwv 'v-rvwwwwrwrwvwwvwww-v-ywwwywwwrrwrwríwüwrrvvwwmrvw-ywwwwww
  19. 19. BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA CÀÀIU S, A. (1979). O . Ilífo de 523322. Ensaiosobm o Absurdo. Lisboa: Livros do Brasil. DOSTOIEVSKY, F. (1999). Cane e Casfzggo. Mem Martins: Publ. Europa-América. JOLIVET, Regis. Sartre ou a teologia do absurdo. . Sao Paulo: Herder, 1968. MOUNIER, Emmanuel. :X esperanca dos desesperados: Malraux, Camus, Sartre, Bernanos. . Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1972 Si-RTREJean-Paul. O Existencialismo é um humanismo. 4.ed. Lisboa: Presença, 1978. 307p. LIPPIIT, John, Kierkegaard And The Problem Of Self-Love, Ed. CÀÀÍBRIDGE UNIVERSITY PRESS, 2015 VOLE Susan «O Sentido da vida», disponível em: rvvvvvvá Isabel deÀIatos Àhzúns fiEsc. Sec. Portela 19 . v'v v v vv v vvvv v'v'v'v'v'v^v'v vvv v v v v v v~v v v'v^v v vvv-v v v v v'v v v v v'v Y'Y'Y'Y^? ^v v v v v v v v v v'v^v^v'v^v^v v v v-v v Tv Tv vvv v v vw v v v v Y'Y'Y'Y'V'Y'Ywv v VW vvvvv v^v v

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