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 A origem da Marca INTEGRA: O projeto Eu...
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O projeto Europeu START...
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START – Programa de Cooperação Transnacional
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Os objectivos fundamentais do START são:
 Melhora...
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Ação Global Concertada
Abordagem estratégica:
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O Conceito INTEGRA

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O Problema
 Dificuldade de encontrar a informação...
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O conceito INTEGRA
Público-alvo: os viajantes

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INTEGRA: auxilia os viajantes em todas as etapas d...
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Ferramentas INTEGRA:
Abordagem Tradicional

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Folhetos
INTEGRA

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Ferramentas INTEGRA:
O Portal

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O portal INTEGRA: planear e organizar viagens
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Proporciona informação sobre:
Como chegar ao seu d...
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Ferramentas INTEGRA:
A Rede Social

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Torne-se membro do INTEGRA
Quem somos?
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A nossa missão:
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Porquê aderir ao INTEGRA?
Os benefícios para a Com...
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Como aderir?

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Convidamos os Operadores, Município...
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No Portal, fornecend...
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No terreno:
 Fornecer uma informação simples e de...
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Como parte da rede:
 Participação numa abordagem ...
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Benchmarking INTEGRA

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Análise Estatística
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Próximos passos:
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Normalização INTEGRA

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Organismos de Normalização

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Normalização das Estruturas de Dados
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 A norma europeia Transmodel consiste num modelo ...
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Transmo...
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• North Carolina Department of Transportation...
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IOFPT
Identificatio...
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Transição do Modelo IFOPT para os Pontos de Interesse

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Ponto de Interesse (PI)

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Representa um determinad...
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Visão:
O Futuro do INTEGRA

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Visão:

Ambiente
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A Participação do ISEL no Projeto START e a Marca Europeia INTEGRA

  1. 1. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 A Participação do ISEL no Projeto START e a Marca Europeia INTEGRA Paulo Matos Martins (paulo.martins@dec.isel.pt) 1 / 48
  2. 2. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Sumário:  A origem da Marca INTEGRA: O projeto Europeu START  O Conceito INTEGRA  Ferramentas INTEGRA:  Abordagem Tradicional  O Portal  A Rede Social  Associação INTEGRA: Vantagens de ser Membro  Benchmarking INTEGRA  Normalização INTEGRA:  Exemplo IOFPT: Identification os Fixed Objects in Public Transports 2 / 48
  3. 3. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 A origem da Marca INTEGRA: O projeto Europeu START 3 / 48
  4. 4. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 START – Programa de Cooperação Transnacional do Espaço Atlântico  START - Seamless Travel across the Atlantic Regions using sustainable Transport: viagens sem barreiras entre todas as regiões do Espaço Atlântico, utilizando meios de transporte (públicos) sustentáveis.  O projeto é cofinanciado no âmbito do programa Europeu de Cooperação Transnacional “Espaço Atlântico”.  13 parceiros do Reino Unido, França, Espanha e Portugal.  O projeto começou em Janeiro de 2009 e termina em Maio de 2012. 4 / 48
  5. 5. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Os objectivos fundamentais do START são:  Melhorar a acessibilidade entre as regiões do Arco Atlântico e promover a intermodalidade nas redes de transportes de passageiros;  Estabelecer uma rede transnacional de autoridades locais e regionais e de outros atores com o objectivo de promover melhorias concertadas da acessibilidade. Ações Locais dos Parceiros + Ação Global Concertada 5 / 48
  6. 6. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Ação Global Concertada Abordagem estratégica: • Uma marca de Qualidade: “INTEGRA”; • Uma imagem reconhecível pelos utilizadores (viajantes, turistas, …) • Uma Rede materializada numa Associação Europeia 6 / 48
  7. 7. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 O Conceito INTEGRA 7 / 48
  8. 8. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 O Problema  Dificuldade de encontrar a informação necessária para viajar para um destino desconhecido;  Ainda mais difícil, uma vez lá, encontrar informações confiáveis para utilizar o transporte local;  Os sistemas de transporte público podem funcionar de uma forma muito diferente de um país para outro, de uma região para outra, ou até de uma cidade para outra;  Mesmo para um viajante experiente, encontrar “a” informação correcta é frequentemente uma tarefa complexa. 8 / 48
  9. 9. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 O conceito INTEGRA Público-alvo: os viajantes Objectivo principal: facilitar a circulação nos transportes de passageiros na Europa - Uma ferramenta para:  Planear e organizar de forma adequada a sua viagem;  Fornecer informação simples e de qualidade;  Optar pelos “Transportes Públicos”. “Soluções eficazes para eliminar as barreiras nas viagens pelas regiões da Europa”. 9 / 48
  10. 10. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 INTEGRA: auxilia os viajantes em todas as etapas da viagem Preparação da viagem Durante a viagem Regresso a casa Dúvidas Que acontece à chegada? Conversar com os amigos Pesquisa (amigos, família colegas) Pesquisa de informação Preparar a próxima viagem Obter a informação necessária à sua viagem É útil? Pesquisar outro lugar 10 / 48
  11. 11. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Ferramentas INTEGRA: Abordagem Tradicional 11 / 48
  12. 12. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Folhetos INTEGRA 12 / 48
  13. 13. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa Indicações INTEGRA nos Gates 24 de Maio de 2012 Uma referência para os viajantes que se deslocam:  Uso do INTEGRA como referência e como complemento às marcas locais de transporte público;  Facilitar o acesso e uso de meios de transporte públicos locais;  Simples e clara para o viajante;  Uniforme, fiável e normalizada;  Em várias línguas (pelo menos em inglês e outra língua) 13 / 48
  14. 14. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Ferramentas INTEGRA: O Portal 14 / 48
  15. 15. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 O portal INTEGRA: planear e organizar viagens Portal multimodal, de cidade a cidade, na Europa, com informações práticas sobre os destinos Não é um planeador de viagens, mas é uma ferramenta complementar para viagens multimodais com sistemas locais de informação www.integra-travel.eu 15 / 48
  16. 16. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Proporciona informação sobre: Como chegar ao seu destino?    Indicação de itinerário possíveis, utilizando o transporte público, para ir de uma cidade para outra; Uma vez escolhido o percurso, o viajante é direcionado para os sites dos operadores de transportes, onde pode consultar os preços, horários e, possivelmente, reservar bilhetes on-line; Dirigir-se para as principais atrações da zona, utilizando os transportes públicos. Uma vez no local, como se movimentar nos transporte público?    Informações sobre como chegar ao centro da cidade a partir de qualquer ponto da cidade; Visão geral dos serviços de transportes públicos na zona, para melhor utilização dos serviços disponíveis; Informação sobre os pontos turísticos da região (turismo, negócios, cultura) e o seu acesso aos transportes públicos. Assegura a interatividade com os utilizadores graças:    Modo colaborativo dos utilizadores segundo o modelo de Web 2.0, através da Rede Social INTEGRA; Conexões com os sites dos transportes locais e regionais; Cooperação com as autoridades locais e regionais, autoridades do Turismo e outros. 16 / 48
  17. 17. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Ferramentas INTEGRA: A Rede Social 17 / 48
  18. 18. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 18 / 48
  19. 19. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Associação INTEGRA - Vantagens de ser Membro - 19 / 48
  20. 20. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Torne-se membro do INTEGRA Quem somos? 13 parceiros que desejam continuar a desenvolver o Conceito INTEGRA além do projecto START, criando uma organização sem fins lucrativos. Os nossos objetivos:  Desenvolver informação multimodal clara e fiável para promover viagens em transporte público;  Facilitar o intercâmbio fácil dessa informação;  Promover o desenvolvimento de projectos comuns entre os membros da rede;  Convidar novas comunidades locais para participar na nossa abordagem. 20 / 48
  21. 21. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 A nossa missão:  Promover e desenvolver a Marca INTEGRA enquanto marca de qualidade Europeia partilhada com as Comunidades, como uma referência para o viajante;  Promover o uso das Ferramentas INTEGRA, nomeadamente do Portal e da Rede Social no planeamento das viagens dentro da Europa.  Promover a interoperabilidade dos sistemas de TP através da Documentação Técnica INTEGRA (benchmarking e normalização) no Espaço Europeu 21 / 48
  22. 22. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Porquê aderir ao INTEGRA? Os benefícios para a Comunidade e para o País:  Fornecer meios inovadores de comunicação (marca única) para melhor informar os visitantes;  Disponibilização crescente de Ferramentas tecnológicas e de marketing com certificação de qualidade com uma identidade visual comum única na Europa.  Proporcionar aos cidadãos do país ferramentas poderosa e práticas para planear as suas deslocações na Europa;  Melhorar a visibilidade e acessibilidade da sua cidade, região e do País para os visitantes;  Promover o seu país à escala Europeia a fim de incentivar e facilitar a atratividade turística do País; 22 / 48
  23. 23. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa Como aderir? 24 de Maio de 2012 Convidamos os Operadores, Municípios, Regiões e ONG’s a assinarem a Carta de Intenção INTEGRA e a participarem na criação da Associação INTEGRA Ao assinar a Carta de Intenção INTEGRA, as Entidades demonstram o seu compromisso em:  Dar prioridade às políticas de desenvolvimento do transporte público, favorecendo também as políticas de sustentabilidade ambiental;  Melhorar a disponibilidade e qualidade da informação fornecida aos passageiros, nomeadamente nas Gates de entrada nas regiões e municípios. 23 / 48
  24. 24. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa Como participam os Membros? 24 de Maio de 2012 No Portal, fornecendo informações básicas sobre:      O seu território; A sua rede de transportes; Os principais locais de interesse no seu território; Ligações (links) para os portais e centros de informação locais; Fornecer informação em vária línguas (pelo menos em inglês) e certificar-se da sua atualização;  Melhorar o portal com os sites dos seus parceiros. 24 / 48
  25. 25. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 No terreno:  Fornecer uma informação simples e de qualidade, incluindo portas de entrada na sua zona;  Desenvolver novas ferramentas, produtos INTEGRA e participar na sua promoção;  Promover a Associação e a Marca INTEGRA localmente;  Promover o Conceito e Produtos INTEGRA junto de outros intervenientes. 25 / 48
  26. 26. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Como parte da rede:  Participação numa abordagem coletiva da rede INTEGRA:  Participação em grupos de trabalhos da Rede contribuindo para o desenvolvimento dos conceito base e metodologias INTEGRA;  Troca mútua de experiências e de boas práticas;  Alargamento do perímetro de ação das Ferramentas INTEGRA;  Colaboração no desenvolvimento de uma Newsletter INTEGRA. 26 / 48
  27. 27. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Benchmarking INTEGRA 27 / 48
  28. 28. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa Sistemas de Informação ao Público analisados 24 de Maio de 2012 28 / 48
  29. 29. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 TRAVELINE: Scotland North East and Cumbria Nothern Ireland Yorkshire North West East Midlands West Midlands East Anglia Cymru/Wales Transport for London South West South and East England Legend: Y – Yes N – No Specifications of the journey planners Allows to Multimodal Transport Differs travel Differs travel calculate the Information Systems according on the according to the itinerary day and time transport mode O/D S Y Y Y NE Y Y Y NI Y Y Y NW Y Y Y Y Y Y Y W Y Y Y Traveline WM Y Y Y EM Y Y Y EA Y Y Y SW Y Y Y SE Y Y Y L Y Y Y Transport modes available in the journey planner Rail Differs the route for wheelchairs Web accessibility Accessibility information Network accessibility Road N Y N N N N N N N N N Y Y Y Y Y N N N N N N N N Y Y Y Y Y N N N N N N N Y Y Y Y N N N N N N N Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Fluvial Aerial Train Y Y N Y Y Y Y Y Y Y Y Y Metro Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Y Tram N N N N Y N N N N N N Y Y Y N Y N Y S N N S N Y Y N N N N Y N N N N N N Fares N N Y N N N N N N N N Y 29 / 48
  30. 30. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Análise Estatística Specifications of the Public Information Systems Allows to calculate the itinerary 100% Differes the travel according to the day and time 96% Differs the travel according to the transport mode 87% Differs the route for wheelchairs 9% Web accessibility 35% Accessibility According to the percentage information Network accessibility (23 PIS = 100%) 39% 39% 100% Road 87% Train 100% Metro 35% Tram 48% Fluvial 26% Aerial 30% Fares 0% 20% 40% 60% 80% 100% 30 / 48
  31. 31. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Próximos passos:  Pedido da colaboração dos parceiros para completar a lista dos Serviços de Info ao Público considerados e para validação de resultados;  Criação de uma base de dados de reporte do Benchmarking e de um relatório padrão;  Identificação das tecnologias e das normas utilizadas, bem como do respetivo potencial para interoperabilidade tecnológica e semântica 31 / 48
  32. 32. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Normalização INTEGRA 32 / 48
  33. 33. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Organismos de Normalização Nos dias de hoje é fundamental ENCONTRAR e COMPREENDER a Informação. Estruturas internas dos dados Definições Afeta a partilha de informação A informação deve ser fornecida de forma normalizada, assim como as suas respetivas definições. Fornece um enquadramento de referência que simplifica a troca de informação entre os “fornecedores” e os “utilizadores” O comité europeu de normalização é um importante fornecedor de normas e especificações técnicas, sendo a única organização na Europa reconhecida para o planeamento, elaboração e adoção de normas em todas as áreas de atividade económica. 33 / 48
  34. 34. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Normalização das Estruturas de Dados EuroBus (1992/1994) Cassiope Project (1989/1999) - Transmodel V 3.0 TRANSMODEL V 4.1 Harpist (1995) - European Data Model for PT V 0 (E/R Oracle Formalism) - Transmodel V 4.0 TITAN (1996/1998) TRANSMODEL V 5.0 Teve como objectivo entender e validar o Modelo de dados para os PTs (norma disponível no site) TRANSMODEL V 5.1 EN 12896 SITP (1999) Système d'Information pour le Transport Public (UML Formalism) TransXChange Trident SIRI IFOPT (2001/2005) (1999/2003) (2001/2005) (2006/2007) 34 / 48
  35. 35. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012  A norma europeia Transmodel consiste num modelo de referência de dados relacionados com transportes públicos.  Este fornece um modelo abstrato para os conceitos comuns e estruturas de os transportes públicos, essenciais para a elaboração de diversos tipos de informação relacionados com esta temática, incluindo elaboração de horários, tarifas, gestão operacional, fornecimentos de informação real, planeadores de viagens, etc. Horários Informação aos Passageiros Tarifas dados sobre sistemas de tabelas de em tempo Planeadores de viagens Rede de TP Rede de autocarros Operador 1 Rede de autocarros … Rede de elétricos Operador n 35 / 48
  36. 36. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Normalização das Definições dos Dados ISO Transmodel Outras organizações Repositório de Termos Glossário disponível no futuro site da Associação INTEGRA. Estrutura dos Registos: a) Número identificador; b) Identificador linguístico; c) Termo em si; d) Abreviatura; e) Definição; f) Referências; g) Exemplos de utilização; h) Notas. Lista de termos e definições utilizadores em relatórios técnicos e especificações elaboradas. Exemplo: [Identifier] Term > Abbreviation Others languages (optional) Definition Source Nota: Os termos devem ser ordenados alfabeticamente 36 / 48
  37. 37. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa Exemplos de Glossários: • North Carolina Department of Transportation: http://www.ncdot.org/nctransit/download/Glossar y.pdf • Sacramento Regional Transit District: http://www.sacrt.com/transitglossary.stm • American Public Transport Association: http://www.apta.com/resources/reportsandpublication s/Documents/Transit_Glossary_1994.pdf • World Road Association: http://www.piarc.org/en/terminology/per-theme/ Exemplos de Listas de Termos: 24 de Maio de 2012 • ISO standards: http://www.bakosurtanal.go.id/bakosurtanal /assets/download/dokumenstandar/ISODIS19104.pdf • UE technical documents (Example INSPIRE – Generic Network Mode): http://inspire.jrc.ec.europa.eu/reports/Imple mentingRules/inspireDataspecD2_5v2.0.pdf 37 / 48
  38. 38. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Normalização INTEGRA - Exemplo IOFPT Identification of Fixed Objects in Public Transports 38 / 48
  39. 39. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa Transição do Modelo IFOPT para os Pontos de Interesse 24 de Maio de 2012 Pontos de Interesse 39 / 48
  40. 40. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa Ponto de Interesse (PI) 24 de Maio de 2012 Representa um determinado local que pode ser o destino ou a origem de alguma viagem. Trata-se uma entidade recursiva podendo fazer parte de um conjunto de Pontos de Interesse. 40 / 48
  41. 41. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa Exemplo de aplicação da norma IFOPT no Entroncamento Ponto de Interesse Museu Nacional Ferroviário 24 de Maio de 2012 Ponto de Paragem Estação Ferroviária do Entroncamento 41 / 48
  42. 42. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 42 / 48
  43. 43. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 43 / 48
  44. 44. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 44 / 48
  45. 45. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 45 / 48
  46. 46. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Visão: O Futuro do INTEGRA 46 / 48
  47. 47. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Visão: Ambiente tecnologicamente aberto 47 / 48
  48. 48. Workshop START Auditório do Metropolitano de Lisboa 24 de Maio de 2012 Obrigado pela Sua Atenção 48 / 48

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