Ana Patrícia, Mariana, Catarina, Cátia

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Ana Patrícia, Mariana, Catarina, Cátia

  1. 1. Preservar e recuperar o meio ambiente<br />Grupo: Ana Oliveira<br />Catarina Cabral <br />Cátia Marques<br />Mariana Lourenço<br />Ano lectivo 2010/2011 12ºN1<br />
  2. 2. Tratamento de resíduos<br />
  3. 3. Resíduos<br />é qualquer substância ou objecto de que o ser humano pretende desfazer-se por não lhe reconhecer utilidade. <br />Industriais<br />Tóxicos e perigosos<br />Sólidos Urbanos<br />
  4. 4. Resultam dos vários sectores:<br /><ul><li>Indústria extractiva (minas e pedreiras),
  5. 5. Indústria transformadora (têxtil, siderurgia…)
  6. 6. Centrais produtoras de energia
  7. 7. Construção civil
  8. 8. Transportes, automóveis (sucatas, pneus, óleos),
  9. 9. Sector agro pecuário (aviários, suiniculturas…)
  10. 10. Explorações florestais e empresas ligadas à madeira (fábricas de papel)…</li></ul>Industriais<br />Contêm substâncias causadoras de alterações graves nos ecossistemas e na saúde pública, onde se incluem:<br /><ul><li>Resíduos industriais tóxicos,
  11. 11. Materiais radioactivos
  12. 12. Resíduos hospitalares (pensos, ligaduras, reagentes de laboratório, medicamentos…),
  13. 13. pilhas, tintas, películas fotográficas…</li></ul>Tóxicos e perigosos<br />Tipos de resíduos<br />Sólidos Urbanos<br />
  14. 14. RSU (Resíduos Sólidos Urbanos)<br />São vulgarmente designados por “lixos”<br />Mistura de matérias e objectos que têm proveniência doméstica.<br />Resíduos provenientes do sector dos serviços, estabelecimentos comerciais/industriais e unidades prestadoras de cuidados de saúde. <br />Cuja natureza ou composição é semelhante à dos resíduos domésticos.<br />
  15. 15. 2011-02-16 / www.pontoverde.pt<br />SPV encaminhou 667 mil toneladas de resíduos de embalagens para reciclagem<br />Em 2010, a quantidade de embalagens usadas encaminhadas para reciclagem voltou a crescer relativamente ao ano anterior, apesar da actual conjuntura socioeconómica. Em 2010, a SPV retomou 667 mil toneladas de resíduos de embalagens, mais 11% do que em 2009, mantendo a tendência de crescimento desde a criação desta entidade gestora há 15 anos.<br />A Sociedade Ponto Verde (SPV), entidade gestora responsável pelo encaminhamento deste tipo de resíduos, cumpre assim um ano antes, a meta global de reciclagem prevista para 2011 e que faz parte da sua Licença. A SPV tinha o desafio de reciclar 55% das quantidades declaradas pelos seus embaladores, tendo terminado o ano de 2010 acima dos 59% Contudo, para 2011 coloca-se o desafio de aumentar a taxa de reciclagem das embalagens de vidro usadas, o único material que ainda está aquém da sua meta específica<br />Notícia “Resíduos”<br />. <br />
  16. 16. Prevenção – 10 mandamentos<br />Reduzir o consumo, comprando os produtos necessários.<br />Optar por produtos sem excesso de embalagem.<br />Preferir produtos com embalagens de tamanho familiar.<br />Escolher produtos a peso, em vez de pré-embalados.<br />Preferir bebidas engarrafadas em embalagens de tara retornável.<br />Optar pelo uso de pilhas recarregáveis.<br />Escolher um produto tendo em conta a sua durabilidade e potencial de reutilização.<br />Quando for às compras levar sacos de casa de preferência de pano.<br />Quando cozinhar ter em conta as quantidades necessárias para evitar o desperdício.<br />Imprimir documentos apenas quando realmente necessários.<br />
  17. 17. Processos de tratamento<br />Incineração<br />Aterros sanitários<br />ETAR’s<br />Reciclagem<br />Compostagem<br />
  18. 18. Reciclagem<br />Recolha e reprocessamento de resíduos. <br />Reciclagem primária - os resíduos podem ser convertidos em produtos do mesmo tipo<br />Reciclagem secundária – os resíduos podem ser convertidos noutro tipo de produtos.<br />Fases da reciclagem <br />Separação domiciliária <br />Depósito no ecoponto<br />Tratamento e reprocessamento em ecocentros<br />
  19. 19. Ecopontos<br />Pilhas <br />
  20. 20. Ecocentro<br />Neste devem ser depositados os resíduos com dimensões ou características não são passíveis de serem colocados nos ecopontos e que não podem ser recolhidos pelos meios de recolha habituais.<br />Monstros metálicos/sucatas<br />Monstros não metálicos<br />Madeiras <br />Resíduos verdes <br />Entulho<br />Plástico<br />Papel e cartão<br />Vidro<br />
  21. 21. Vídeo – processo de separação num ecocentro<br />
  22. 22. Regra básica dos 3 R’s<br />Reduzir o nº de embalagens que compramos, preferir embalagens grandes; evitar alimentos embalados, utilizar a folha de papel de ambos os lados.<br />Reduzir<br />Reutilizar<br />Usar determinado produto várias vezes. utilizar embalagens com outras finalidades. <br />Reciclar<br />Criar a partir de resíduos nova matéria-prima para produzir novos produtos.<br />Recuperar<br />Responsabilizar<br />
  23. 23. Diminuição das alterações climáticas<br />Redução do risco de chuvas ácidas<br />Diminuição da poluição nos centros urbanos<br />Redução da poluição atmosférica<br />Aumento das reservas de combustíveis <br />Redução do consumo energético do país<br />Diminuição da deposição dos RSU em aterro<br />Benefícios da reciclagem<br />Redução da poluição da água<br />Diminuição do consumo de recursos minerais<br />Diminuição da destruição dos habitats<br />Protecção da biodiversidade<br />
  24. 24. Compostagem<br /><ul><li>Processo biológico aeróbio.
  25. 25. Consiste na decomposição natural dos resíduos orgânicos pela acção de decompositores e saprófitas, diminuindo o volume dos resíduos e originando um material estável semelhante a humús. </li></ul>Composto  utilizado como fertilizante<br />
  26. 26. Fases do processo<br />Fase termófila<br />Fase mesófila<br />Factores que<br />afectam o processo: <br /><ul><li>Arejamento
  27. 27. Humidade e pH
  28. 28. Temperatura ambiente
  29. 29. Proporção de carbono e azoto
  30. 30. Granulometria</li></li></ul><li>
  31. 31. Vantagens<br />Redução do volume do lixo;<br /> Reduzida área para implementação;<br />Menor poluição dos aquíferos;<br />Melhoria das características do terreno;<br />Agente de prevenção da degradação dos solos - minimização da erosão, compactação, salinização e desertificação desses espaços;<br />Valorização dos resíduos a baixo custo.<br />
  32. 32. Aterros Sanitários<br />São depositados resíduos compactos (de forma controlada) acima ou abaixo da superfície do terreno<br />Após cheio o aterro é selado<br />Construídos em locais com características geológicas adequadas<br />Revestidos por materiais impermeáveis<br />argila<br />Previnem a infiltração de substâncias lixiviadas<br />plástico<br />Gases provenientes da decomposição de bactérias (biogás)<br />Recolhidas e enviadas para uma estação de tratamento<br />utilizados na obtenção de energia<br />
  33. 33. Estrutura de um aterro sanitário<br />
  34. 34.
  35. 35. Incineração<br />Consiste na queima de resíduos que, de <br />outra forma, poderiam poluir os solos e as <br />águas.<br />Os resíduos são reduzidos a <br />cinzas e a gases.<br />
  36. 36.
  37. 37. ETAR – Estação de Tratamento de Águas Residuais<br />Águas Residuais<br />Águas que foram utilizadas em actividades domésticas, industriais ou agrícolas e que contêm uma grande variedade de resíduos.<br />Tratamento de Águas Residuais<br />Feitos nas ETAR. Nestas estações, as águas residuais são sujeitas a tratamentos que removem os poluentes e o efluente final e devolvido ao ambiente.<br />Divide-se em três etapas<br />Tratamento Primário<br />Tratamento Secundário<br />Tratamento Terciário (ou avançado)<br />Processo mecânico<br />Remoção da matéria orgânica através de bactérias<br />Processo físico-químico<br />Filtram-se sólidos de grandes dimensões (paus, pedras, etc.)<br />Remover poluentes específicos<br />Bactérias são incluídas no leito de gravilha onde passa a água<br />Nem sempre é utilizado<br />Decanta-se grande parte da matéria sólida em suspensão<br />Método dispendioso<br />Segue-se uma nova decantação<br />Decantação e filtração<br />
  38. 38. Etapas do tratamento<br />
  39. 39. Tratamento avançado de um efluente complexo<br />
  40. 40. Crescimento da População Humana e Sustentabilidade<br />
  41. 41. Crescimento Populacional<br /><ul><li>A população humana está em explosão demográfica desde o sec. XVII e tem vindo a aumentar exponencialmente.
  42. 42. Em 2006, a população mundial terá atingido os 6500 milhões de indivíduos e actualmente, segundo dados da ONU, no nosso planeta habitam mais de 6,3 milhares de milhão de pessoas.</li></li></ul><li>Crescimento Populacional<br />Em biliões de pessoas<br />
  43. 43. Crescimento Populacional<br />(em biliões)<br />Crescimento<br />Populacional<br />
  44. 44. Demografia<br /><ul><li> A Demografia é uma área da ciência geográfica que estuda a evolução humana. O seu objeto de estudo engloba as dimensões, estatísticas, estrutura e distribuição das diversas populações humanas e a sua evolução temporal.</li></ul> A evolução de uma população está dependente da relação entre os seguintes factores:<br /><ul><li> Natalidade;
  45. 45. Mortalidade;
  46. 46. Fluxos Migratórios.</li></li></ul><li>Taxa de Natalidade<br />Taxa de Mortalidade<br /><ul><li> Número de óbitos registados, em média por mil habitantes, numa dada região, num período de tempo.
  47. 47. Número de crianças que nascem anualmente por cada mil habitantes, numa determinada área.</li></li></ul><li>Evolução Populacional<br />A população aumenta se:<br />=<br />><br />Evolução da população<br />Natalidade e Imigração<br />Mortalidade e Emigração<br />Taxa de crescimento natural:<br />-<br />=<br />Taxa de mortalidade<br />Taxa de crescimento natural<br />Taxa de natalidade<br />
  48. 48. Evolução Populacional<br /><ul><li> A taxa de crescimento populacional tem vindo a diminuir;
  49. 49. O Relógio Mundial da População (USA) estima que cada segundo nasçam 4,1 pessoas e morram 1,8;
  50. 50. Regista-se uma diminuição da taxa de natalidade e da taxa de mortalidade;
  51. 51. Os países em vias de desenvolvimento são os que mais contribuem para o aumento da população mundial.</li></li></ul><li>Factores de Crescimento<br />Estrutura Etária<br />Consideram-se os seguintes intervalos:<br /><ul><li> Alimentação;
  52. 52. Condições sanitárias;
  53. 53. Acesso a água potável;
  54. 54. Cuidados de saúde;
  55. 55. Fertilidade;
  56. 56. Características genéticas e imunológicas.
  57. 57. Idade pré-reprodutiva
  58. 58. Idade reprodutiva
  59. 59. Idade pós-reprodutiva</li></li></ul><li>Estrutura Etária<br />Crecimento rápido<br />Crecimento lento<br />Crecimento nulo<br />Crecimento negativo<br />< 15 anos<br />15–44 anos<br />> 44 anos<br />
  60. 60. Estrutura etária da população portuguesa ( 1960, 1981, 2005 e previsão de 2025)<br />
  61. 61. Desenvolvimento Sustentável<br />
  62. 62. O que é?<br />Satisfação das necessidades do presente…<br />Sem comprometer a satisfação das necessidades do futuro! <br />
  63. 63. Necessidades de uma população…<br />
  64. 64. EVOLUÇÃO DAS PRESSÕES SOBRE O PLANETA<br /> 2005 a 2030<br />Os países desenvolvidos consomem cerca de 88 % dos recursos e produzem 75% dos resíduos.<br />(adaptado de OCDE 2008)<br />
  65. 65. Sustentabilidade em perigo!<br />
  66. 66. Pegada Ecológica<br />Objectivo:<br />Perceber a quantidade de terra e água que seria necessária para sustentar as gerações actuais.<br /> Permite:<br /> Avaliar até que ponto a nossa forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta. <br /> “capacidade de uma geração transmitir à outra um planeta com tantos recursos como os que encontrou” (Relatório Brundtland)<br />
  67. 67. Como se calcula a Pegada Ecológica?<br />Assenta em categorias de consumo:<br /> - Alimentação;<br /> - Casa:<br /> - Transportes;<br /> - Energia;<br /> - Água;<br /> - (…)<br />2. Este consumo é convertido em área bioprodutiva. <br />Calculada em<br /> hectares por habitante!<br />
  68. 68. Pegadas do Mundo e as Vossas !<br />
  69. 69. Importância da Pegada Ecológica<br />Impactos ecológicos <br />Actividade antrópica passada e presente <br />Biocapacidade<br />Passivo ecológico<br />Pegada Ecológica<br />1,6<br />5,2<br />Equacionar<br />Portugal<br />Soluções <br />3,6 <br />Identificação das consequências ecológicas futuras !<br />
  70. 70. Modelo Sustentável<br />Económica:<br /><ul><li>Maximização do </li></ul>retorno do capital.<br /> Social:<br /><ul><li>Solidariedade;
  71. 71. Geração de emprego;
  72. 72. Cidadania.</li></ul>Ambiental:<br /><ul><li>Preservação dos</li></ul> recursos naturais;<br /><ul><li>Eco-eficiência;
  73. 73. Energias renováveis.</li></li></ul><li>Bibliografia <br /><ul><li>«Biodesafios 12», Elsa Ribeiro; João Carlos Silva; Óscar Oliveira, ASA Editora
  74. 74. «Biologia12», Osório Matias; Pedro Martins, Areal Editores
  75. 75. «Terra, Universo de Vida – Biologia 12ºano», Amparo da Silva; Maria Santos; Almira Mesquita; Ludovina Baldeia; José Félix, Porto Editora
  76. 76. www.cientic.pt
  77. 77. http://www.lipor.pt/default.asp?CpContentId=289&cor=5&SqlPage=cx_VE
  78. 78. http://www.ideiasambientais.com.pt/compostagem.html</li></ul>Pesquisados a 10 de Abril<br />
  79. 79. FIM<br />

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