Não há almoços grátis 
A GRATUITIDADE NA FRUIÇÃO DAS ARTES VISUAIS 
- O CASO DOS MUSEUS PÚBLICOS -
O problema : os museus são caros… 
Telefones 
Electricidade 
Manutenção do 
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Programação 
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Divulgação 
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… e poucos os querem pagar 
€15,9M 
€356M
Para que serve um museu? 
Estava a ler Racine (Iphigénie) e apercebi-me de repente que 
aquela era uma discussão que podia...
O debate teórico 
Contribuinte pagador 
“A cultura (pública) deve 
ser acessível a todos” 
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A prática 
ACESSO GRATUITO 
 Padrões de comportamento 
em Portugal equacionam 
fruição das artes visuais 
(museus) com ex...
Caminhos possíveis
RÉUNION DES MUSÉES 
NATIONAUX 
•Menores 18 anos (em 
grupo ou não 
•18-25 (União Europeia); 
•Professores em 
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O modelo britânico
ENTRADA 
GRATUITA 
EXPOSIÇÕES 
TEMPORÁRIAS 
SERVIÇO 
EDUCATIVO 
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PROGRAMAÇÃO 
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As melhores coisas da 
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Não há almoços grátis. A gratuitidade e a fruição das artes visuais. O caso dos museus públicos

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Publicada em

Centro de Artes e Cultura, Ponte de Sor
May, 2011

Short address on the issue of free universal admission to public museums. Explores European practices and contextualises Portuguese practice. Suggests a simplified model of income generation, which rests on a model of public funding close to the English/Scottish model.

Publicada em: Arte e fotografia
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Não há almoços grátis. A gratuitidade e a fruição das artes visuais. O caso dos museus públicos

  1. 1. Não há almoços grátis A GRATUITIDADE NA FRUIÇÃO DAS ARTES VISUAIS - O CASO DOS MUSEUS PÚBLICOS -
  2. 2. O problema : os museus são caros… Telefones Electricidade Manutenção do edifício Programação Salários Divulgação Produção de exposições Conservação de obras de arte Segurança Equipamentos Água Website Limpeza
  3. 3. … e poucos os querem pagar €15,9M €356M
  4. 4. Para que serve um museu? Estava a ler Racine (Iphigénie) e apercebi-me de repente que aquela era uma discussão que podia acontecer em qualquer família (...) Uma observação perfeitamente banal e algo tardia (...) Como é óbvio, há outros aspectos, em particular históricos (...), mas a razão pela qual a arte importa é pelo modo como ilumina os nossos dilemas. Neil MacGregor, Director, British Museum
  5. 5. O debate teórico Contribuinte pagador “A cultura (pública) deve ser acessível a todos” Utilizador pagador: “O fruidor só valoriza o que é pago”
  6. 6. A prática ACESSO GRATUITO  Padrões de comportamento em Portugal equacionam fruição das artes visuais (museus) com experiências gratuitas:  Os valores obtidos não compensam o investimento em software, bilhética, pessoal e formação para a sua manutenção;  Cultura o motor para benefícios colaterais ACESSO PAGANTE  O valor obtido com a venda de entradas, por pequeno que seja, é essencial para a gestão dos museus;  Entradas pagantes são modo de controlo de entradas (edifícios “património”)
  7. 7. Caminhos possíveis
  8. 8. RÉUNION DES MUSÉES NATIONAUX •Menores 18 anos (em grupo ou não •18-25 (União Europeia); •Professores em actividade •Alunos de Escolas e Universidades de Historia de Arte •Artistas •Desempregados •Reformados •Deficientes e mutilados de guerra •... França : critério social alargado
  9. 9. O modelo britânico
  10. 10. ENTRADA GRATUITA EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS SERVIÇO EDUCATIVO PREMIUM PROGRAMAÇÃO PARALELA PROGRAMAÇÃO BASE GRATUITA CONCESSÃO DE LOJA CONCESSÃO DE CAFETARIA EVENTOS PARTICULARES ALUGUER DE ESPAÇOS
  11. 11. Não há almoços grátis
  12. 12. As melhores coisas da vida são gratuitas

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