Geografia

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Geografia

  1. 1. Geografia Matéria 7º ano: Formas de representação da Terra Globo: Representação mais fiel da superfície terrestre, sem distorções. Pouco prático, difícil transporte e arrumação, não representa a totalidade da Terra e sempre de forma muito reduzida. Mapa: Prático, fácil transporte, arrumação e utilização; representa a totalidade ou apenas parte da Terra. Representação distorcida da Terra Tipos de Mapa Mapas gerais/ de base Aqueles a partir dos quais se elaboram outros mapas. > Planisférios – representam, de forma r eduzida, a totalidade do planeta, sem grandes pormenores, sem a separação dos hemisférios. > Plantas – representam, esquematicamente, pequenas áreas (salas de aula, uma vila), com muitos pormenores. > Mapas-mundi – representam toda a superfície da Terra, de forma reduzida, com a separação dos hemisférios. > Mapas Topográficos – representam regiões pequenas, com muitos pormenores (altitude, cursos de água, estradas). Mapas temáticos
  2. 2. Distância no mapa Distância Real Representam um tema, fenómenos localizáveis de qualquer Natureza (“em cima”dos mapas gerais) > Mapas políticos – representam países, regiões administrativas. > Mapas físicos – representam aspetos físicos da paisagem (relevo, clima, a vegetação). > Mapas demográficos – representam a distribuição da população ou fenómenos relacionados. > Mapas de estradas – representam vias de comunicação. Elementos fundamentais do mapa Título – deve identificar o mapa, fazendo referência ao fenómeno representado, ao espaço e ao período de tempo em análise, de forma rápida e clara. Legenda – possibilita a interpretação do mapa, através de símbolos ou cores que são acompanhados de breves explicitações do seu significado. Orientação – possibilita localizar e fazer uma leitura correta do representado. Escala – razão entre a distância no mapa e a distância real correspondente (indica-nos a quantidade de vezes que a área foi reduzida). Tipos de escala. > Escala numérica – representada por um traço de fração. Ex: 1:5000; 1/5000; 1 5000 Quanto maior é o denominador, mais pequena é a escala. Quanto menor é o denominador, maior é a escala.
  3. 3. Escala gráfica – representação por um segmento de reta com um determinado comprimento. Ex: 0 6km |__|__|__| Tipos de localização dos lugares > Localização relativa – localização em relação a outro lugar, a partir da rosa dos ventos. Ex: Portugal localiza-se a sudoeste da Europa. Esta localização é simples (logo, muito utilizada), mas pouco exata e pouco precisa, permitindo uma localização aproximada. Varia no tempo e no espaço. Limites naturais da Europa Marítimos -› oceano Glacial Ártico; oceano Atlântico; mar Mediterrâneo; mar Negro; mar Cáspio. Montanhosos -› montes Urais; cordilheira do Cáucaso. Fluviais -› rio Ural. Ou seja: 3 cm no mapa correspondem a 6km Na realidade.
  4. 4. Trópico de Câncer Norte: oceano Glacial Ártico. Oeste: oceano Atlântico. Sul: mares Mediterrâneo e Negro. Este: montes Urais, rio Ural e mar Cáspio. Sudeste: cordilheira do Cáucaso. > Localização absoluta – localização a partir da latitude e longitude (que se determinam a partir dos círculos terrestres). Esta localização não varia no tempo ou no espaço, objetiva (exata e precisa). Elementos geométricos da esfera terrestre >Círculos máximos - Círculos imaginários que dividem a Terra em duas partes iguais. 1. Equador –> perpendicular ao eixo da Terra, divide-a em hemisférios norte e sul. 2. Meridianos -> perpendiculares ao equador, que passam pelos pólos, formados por semimeridianos (dois semicírculos opostos). O meridiano de Greenwich divide a Terra em hemisfério ocidental e oriental. >Círculos menores Círculos imaginários que dividem a Terra em partes diferentes. 1. Paralelos de lugar -> perpendiculares ao eixo da Terra, paralelos ao Equador. Circulo polar ártico Equador Trópico de Capricórnio
  5. 5. Latitude - Distância angular medida a partir do equador até ao paralelo de lugar. Varia de 0º a 90º e é medida para Norte e para Sul. Longitude - Distância angular medida a partir do Meridiano de Greenwich até ao semimeridiano de lugar. Varia de 0º a 180º e é medida para Este e para Oeste. Altitude – distância em metros, medida na vertical, desde o nível médio das águas do mar (0m) até ao lugar. Pode ser: 1. Positiva – o lugar está acima dos 0 metros. 2. Negativa – o lugar está abaixo dos 0 metros. Quando está submerso fala-se em profundidade. 3. Nula – o lugar está ao nível das águas do mar, nos 0 metros. Portugal localiza-se a sudoeste da Europa. Elementos climáticos Todos os que caracterizam e definem o clima. >Temperatura >Insolação >Nebulosidade >Vento: rumo e intensidade >Humidade do ar >Precipitação >Pressão atmosférica Circulo polar antártico
  6. 6. Estado do tempo = Clima Normal climatológica – valores médios dos elementos do clima num período de 30 anos. Fatores Climáticos - Os elementos climáticos variam consoante: > A latitude. > O relevo (altitude e orientação geográfica das cordilheiras montanhosas). > A proximidade ou afastamento do mar (continentalidade). > As correntes marítimas. A influência da latitude no clima A variação da temperatura também depende da inclinação dos raios solares sobre a Terra, logo da latitude. >Quando os raios solares chegam à Terra Na perpendicular (zénite do Sol), a temperatura é mais elevada porque: a) A área recetora de energia é pequena. b) Há uma grande concentração de energia. c) A massa atmosférica atravessada pelos raios é menor o que leva a menos perdas de energia. Logo, à medida que a latitude diminui, a temperatura aumenta. >Quando os raios solares chegam à Terra com mais inclinação, a temperatura é mais baixa porque: Estados da atmosfera durante um longo período de tempo, num lugar. Estado da atmosfera resultante da conjugação dos elementos do clima, num determinado sítio e momento.
  7. 7. a) A área recetora de energia é maior b) Há uma menor concentração de energia. c) A massa atmosférica atravessada pelos raios é maior, o que leva a perdas de energia. Logo, à medida que a latitude aumenta, a temperatura diminui. Zonas Climáticas Variação da temperatura Isotérmicas: linhas que unem os pontos de valores de temperatura média iguais. Mapa de isotérmicas: representam a distribuição das temperaturas. Temperatura média diurna = Soma das temperaturas registadas Nº de registos Temperatura média mensal = Soma das temperaturas médias diurnas registadas Nº de dias do mês Valores de temperatura mais quentes Valores de temperatura amenos Valores de temperatura mais baixos
  8. 8. Tempera média anual = Soma das temperaturas médias mensais 12 meses Amplitude térmica anual = TMM mais elevada – TMM mais baixa Dia natural: Período entre o nascer e o pôr do sol, ou seja, enquanto o Sol está acima do horizonte. Radiação terrestre: calor libertado pela superfície terrestre. Amplitude térmica diurna: temperatura máxima – temperatura mínima >Temperatura máxima: após o meio-dia solar (entre as 13 a 15 horas) >Temperatura mínima: antes do nascer do Sol, porque os lugares não recebem radiação solar e o aquecimento resulta apenas da radiação terrestre, que também vai diminuindo durante a noite. A influência do relevo no clima >À medida que a altitude aumenta a temperatura diminui. Aumento da altitude. Diminuição do vapor de água, CO2, outras partículas sólidas e líquidas. Diminuição da absorção da radiação solar e da terrestre. Diminuição da temperatura. >Orientação geográfica das montanhas 1. Em relação aos raios solares Vertentes soalheiras (voltadas a Sul no hemisfério Norte; voltadas a Norte no hemisfério Sul) Temperatura mais elevada Vertentes umbrias (voltadas a Norte no hemisfério Norte; voltadas a Sul no Temperatura mais baixa
  9. 9. hemisfério Sul) 2. Em relação à linha de costa Montanhas concordantes -›São as paralelas à linha de costa, um obstáculo à passagem para o interior dos ventos húmidos do oceano. Estas montanhas provocam diferenças de temperatura no litoral e no interior. Um lugar situado no interior será mais quente no verão e mais frio no inverno e um local no litoral terá temperaturas amenas durante todo o ano. Montanhas discordantes -› São as perpendiculares ou oblíquas à linha de costa, logo permitem a passagem, para o interior, dos ventos húmidos, amenizando as temperaturas ao longo do ano. Continentalidade O mar tem um efeito moderador nas temperaturas Mais proximidade do mar -› menor continentalidade -› menor ATA Menos proximidade do mar -› maior continentalidade -›maior ATA As correntes marítimas Correntes quentes: moderam as temperaturas (e assim as temperaturas no litoral são mais amenas). Ex: Corrente do Golfo do México Correntes frias: contribuem para o arrefecimento do ar no inverno e para o aquecimento no verão (e assim a amplitude térmica anual é maior).
  10. 10. Precipitação – queda de partículas de água que atingem o solo no estado sólido ou líquido (aumenta à medida que a latitude diminui). >Chuva – gotas de água >Neve – cristais de gelo >Granizo - grãos de gelo transparentes com diâmetro até 5mm. >Saraiva - pedaços de gelo com diâmetro entre 5 a 50mm Ponto de saturação: quantidade máxima de vapor de água que o ar pode conter. Humidade absoluta: quantidade de vapor de água por unidade de volume de ar (g/m ). Humidade relativa: relação entre a quantidade de vapor de água existente num determinado volume de ar e a quantidade de vapor de água necessária para o saturar, sem variação da temperatura. Para ocorrer precipitação tem de haver a ascensão do ar. Há vários processos que dão origem a vários tipos de chuvas: Chuvas orográficas: ascensão do ar ao longo das vertentes das montanhas. Chuvas convergentes: ascensão do ar devido à convergência de ventos. Chuvas convectivas: ascensão do ar, causada pelo seu aquecimento. Ao aquecer, torna-se mais leve e ascende. Chuvas frontais: ascensão do ar, devido ao contacto de duas massas de ar diferentes. Isoietas/ linhas isoiéticas: linhas que unem os pontos de igual valor de precipitação média anual. Mapa de isoietas: representa a precipitação média anual na Terra. A influência do relevo na precipitação A precipitação é influenciada pela altitude do lugar e pela sua exposição à linha de costa. 3
  11. 11. 1. Vertentes barlavento – expostas aos ventos húmidos; a precipitação é elevada porque: o ar vindo do mar ascende (processo orográfico); expande-se e arrefece; atinge o ponto de saturação; condensa; forma nuvens; precipitação orográfica; 2. Vertentes sotavento – abrigadas dos ventos húmidos; o ar já está mais seco (diminuição da precipitação). Influência da cotinentalidade na precipitação Ao contrário do Litoral, no interior há valores mais baixos de precipitação, porque o ar já perdeu a humidade. Correntes quentes –› precipitação elevada –› elevada evaporação –› ar mais húmido. Correntes frias –› precipitação mais fraca –› fraca evaporação –› ar mais seco. Climas Gráfico termopluviométrico: representação gráfica da variação da temperatura e da precipitação média mensal ao longo de um ano. Climas quentes 1. Clima Equatorial -Uma única estação Vegetação Floresta Equatorial: muito densa, verde e compacta. É formada por estratos:
  12. 12. -Ausência de meses secos -Amplitude térmica anual quase nula -Temperatura superior a 25ºC -Precipitação abundante durante todo o ano -Latitudes próximas do equador 2. Clima tropical húmido -Duas estações: húmida mais longa que a seca -Temperatura superior a 20ºC -Fraca amplitude térmica anual -Chuva abundante durante mais de seis meses -Zona envolvente do clima equatorial 3. Clima tropical seco -Duas estações: a seca superior à húmida -Temperatura elevada ao longo do ano -Fraca amplitude térmica anual -Precipitação concentrada em 3 a 4meses -Zona envolvente dos desertos 4. Clima desértico quente Uma única estação Ausência de meses húmidos Temperatura elevada ao longo do ano Grandes amplitudes térmicas diárias Vegetação Floresta semelhante à do clima equatorial, mas menos densa, menos húmida. Savana Alta: bosque pouco denso: as árvores são mais espaçadas e têm copas largas. O estrato herbáceo é denso e alto. Savana Baixa: árvores dispersas e baixas. O estrato herbáceo é mais baixo e menos denso. Vegetação Estepe: arbustos rasteiros dispersos e ervas baixas, que diminuem com a redução da precipitação. Vegetação Arbustos espinhosos e tufos herbáceos muito pouco numerosos. Existência de Oásis.
  13. 13. Amplitude térmica anual significativa Precipitação fraca ou nula, total anual < 150mm Climas temperados 1. Clima mediterrânico Verão longo, quente e seco Inverno húmido, com temperaturas amenas Fraca amplitude térmica anual Média do mês mais frio > 0 C Período seco no verão Chuvas irregulares, outono e inverno, <3 meses secos. 2. Clima Marítimo Verão suave com alguma chuva Inverno moderado Temperaturas médias mensais sempre positivas Reduzida amplitude térmica anual 3. Clima continental Verão curto, quente Inverno longo, muito frio e seco Elevada amplitude térmica anual Média do mês mais frio negativa Precipitação escassa a ocorrer sobretudo no verão e no inverno sob a forma de neve Vegetação Floresta mediterrânica -estrato superior (arbóreo) pouco denso, de folha persistente e verde (oliveira, azinheira, sobreiro, pinheiro manso). - o estrato herbáceo surge só na primavera e no outono. Maquis: formação arbustiva, densa e fechada que constitui um denso matagal. Garrigue: formação arbustiva aberta, com arbustos dispersos. Vegetação Floresta caducifólia – árvores altas e de folha caduca (castanheiro). Vegetação Floresta mista: folha caduca (carvalho e nogueira) e folha persistente (coníferas e taigas – pinheiro, cedro). Zonas dos desertos quentes Ausência de meses secos Ausência de meses secos
  14. 14. Climas frios 1. Clima Subpolar Inverno longo e muito frio Verão curto e pouco quente Temperatura média do mês menos frio <10 C Elevada amplitude térmica anual Precipitação reduzida, sobretudo no verão Alasca, Canadá, Sibéria 2. Clima polar Permanentemente muito frio Não existe verão Temperatura > a 0 C Elevada amplitude térmica anual Precipitação rara (sob a forma de neve) Norte do Canadá, Norte da Sibéria, Gronelândia, Antártida 3. Clima de altitude Frio todo o ano Temperatura diminui com a altitude Precipitação é elevada todo o ano Principais cadeias montanhosas Formas de relevo Vegetação Floresta Boreal – taiga (pinheiro, abeto) Vegetação Tundra – vegetação rasteira (musgos, líquenes, fungos) nos meses frios quando se dá a fusão do gelo. Vegetação Vegetação distribuída por andares.
  15. 15. Relevo – conjunto de formas da superfície terrestre >Montanhas - Forma de relevo de grande altitude, normalmente superior a 1000m, com encostas de inclinação acentuadas, vales profundos e topos pontiagudos. >Planaltos - Forma de relevo de média ou elevada altitude, superior a 200m com topos planos. São antigas montanhas desgastadas pela erosão. >Colinas - Elevações de baixa altitude, geralmente inferiores a 400m, de formas arredondadas. > Vales - As vertentes podem ser mais ou menos inclinadas ou abruptas. São por vezes atravessados por cursos de água. > Planícies - Planas, inferiores a 200m. Podem resultar da ação da erosão ou da deposição de sedimentos transportados pelos rios – planícies aluviais. A rede hidrográfica Caudal: volume que passa por uma secção do rio por segundo (m /s) Regime hidrográfico: variação do caudal de um rio ao longo do ano. Rede hidrográfica: rio, afluentes e subafluentes. Bacia hidrográfica: área drenada por uma rede hidrográfica. O caudal dos rios e a densidade de uma rede hidrográfica dependem da precipitação registada na respetiva bacia hidrográfica. Evolução de uma bacia hidrográfica Processos naturais: Erosão; Alteração do nível médio das águas do mar; Processos resultantes da ação humana: 3
  16. 16. -› Poluição das águas (resíduos urbanos, industriais e agropecuários); -› Construções em leitos de cheia; -› Diferentes usos do solo, como a construção de habitações, estradas, etc.; -›A construção de barragens; Leito de estiagem Leito normal Leito de cheia Perfil longitudinal de um rio – linha que une os pontos do fundo do leito do rio, desde a nascente até à foz. > A montante: secção inicial do curso de água (Nascente) -› desgaste – a altitude é mais elevada. > A secção intermédia: secção média do curso de água -› transporte – o declive diminui. > A jusante: secção final do curso de água -›acumulação – o declive é fraco. Perfil transversal de um rio: linha resultante da interseção de um plano vertical com o vale, perpendicular à direção deste, num determinado ponto. Devido à altitude, aos diferentes graus de dureza das rochas e ao relevo, surgem vários tipos de vales:
  17. 17. A - Vale em V fechado/ garganta –› nascente; muito estreitos e profundos; muito encaixados. B - Vale em U/ V aberto/ vale normal –› em direção à foz; mais largo; menos encaixado. C - Vale aberto/ plano/ caleira aluvial –› foz, planícies aluviais; muito largos; muito pouco encaixados. Gestão dos Recursos Hídricos – ex: Barragens A água é um recurso ameaçado devido: a) Ao elevado consumo de água b) À sua intensa exploração c) À desflorestação d) Aos incêndios e) À sua poluição A gestão dos recursos hídricos tem como objetivo: -> a racionalização do seu consumo. -> o controlo da qualidade da água. -> o tratamento das águas residuais. -> o aumento da capacidade de aprovisionamento (para garantir o abastecimento de água). O relevo litoral Erosão marinha: ação de desgaste, transporte e acumulação exercida pelo mar. As alterações da linha de costa dependem:  Das características das rochas em contacto com o mar.
  18. 18.  Da intensidade da erosão do mar.  Dos movimentos da crosta terrestre.  Das alterações climáticas. Tipos de costa >Baixa (praia)- relevo baixo; arenoso; rochas pouco resistentes à erosão. >Alta (Arriba)- relevo alto; escarpado; rochas resistentes à erosão. É o tipo de costa mais sensível à erosão pois o mar desgasta a base da arriba, o topo da arriba cai (por falta de apoio), provocando o seu recuo, o surgimento da plataforma de abrasão e a de acumulação. Como o mar deixa de lá chegar, transforma-se numa arriba morta ou fóssil. As arribas fósseis também podem resultar da regressão marinha ou das movimentações das placas continentais. O Homem também tem um papel importante. Cabos: promontórios ou penhascos que se projetam para o mar. Dunas: relevo totalmente constituído pela ação do vento que pode migrar, por ação dos ventos dominantes, ou ficar fixo, por ação da vegetação. Aumento da temperatura Subida do nível do mar Transgressão marinha Costa de transgressão Diminuição da temperatura Descida do nível do mar Regressão marinha Costa de emersão Plataforma de abrasão Plataforma de acumulação
  19. 19. Baías: reentrâncias das costas marítimas, semicirculares, geralmente entre dois cabos, mais pequenas que os golfos. Golfos: Grande reentrância da costa, geralmente semicircular. Rias: enseadas compridas e estreitas na costa marítima, provocada pelo levantamento do nível do mar. Ilhas: massa de Terra de menores dimensões que as de um continente, totalmente rodeada de água.
  20. 20. km 8º ano Distribuição da população População absoluta: total de habitantes de uma região. Área atrativa: área da superfície terrestre que reúne as condições necessárias à sobrevivência humana. Situam-se normalmente no litoral e nas grandes cidades e nos países com condições favoráveis à existência de focos populacionais. Foco populacional: grande área de concentração humana. Ecúmena: parte da superfície terrestre mais densamente povoada pelo ser humano. A população absoluta concentra-se em áreas atrativas que provocam focos populacionais que correspondem à ecúmena. Países mais populosos: China, Índia, EUA. Áreas repulsivas: área que não apresenta condições favoráveis à sobrevivência do Homem, logo são muito pouco habitadas. Anecúmena: área mais escassamente povoada da superfície terrestre. Vazios humanos: regiões onde a população não se fixou. As áreas repulsivas correspondem às anecúmenas. Estes lugares são vazios humanos. Principais áreas repulsivas: Deserto da Namíbia, Antártida, Himalaias Apesar dos fatores repulsivos, há povos nativos que se adaptaram às áreas repulsivas e praticam o nomadismo pastoril. População relativa ou densidade populacional Quando esta é elevada dá origem a concentrações populacionais, que correspondem à ecúmena. Densidade populacional = nº de habitantes 2
  21. 21. Os continentes mais povoados são a Ásia e a Europa, seguido da América, da África, da Oceânia e da Antarctida. Os grandes focos populacionais localizam-se na Ásia Meridional e Oriental, na Europa, na costa atlântica da América do Norte, na América Central, no centro-este da América do Sul, na África Oriental e no golfo da Guiné. Evolução da população Verificou-se um grande aumento da população no sec. XX. Países desenvolvidos: “países do Norte”; altos níveis de vida; considerável riqueza; elevados níveis de consumo energético; altos níveis de instrução. Países em desenvolvimento: “países do Sul”; franco desenvolvimento industrial; forte exploração dos recursos; nações muito pobres. Desequilíbrio entre o crescimento demográfico (rápido) e o crescimento económico (lento). Indicadores demográficos >Natalidade – é o nº de nados-vivos, em valor absoluto, ocorridos num ano, numa região. É alta nos países em desenvolvidos e baixa nos desenvolvidos. Nos países desenvolvidos: 1. A utilização de métodos contracetivos; 2. O casamento tardio; 3. O trabalho feminino; 4. Aumento de custos por causa dos filhos; 5. A diminuição da taxa de Natalidade infantil; 6. Políticas antinatalistas; Taxa de Natalidade Nº de Nados-vivos x 1000 População total
  22. 22. Evitam as taxas de natalidade elevadas, enquanto nos países em desenvolvimento, a falta destes fatores provoca o contrário. >Fecundidade Índice de renovação de gerações - nº de filhos que cada mulher deve ter para que a geração se renove. O valor deveria ser de 2.1 para o mínimo de renovação das gerações. Total de Nados vivos x 1000 Total de mulheres dos 15 aos 49 anos >Esperança de vida – nº médio dos anos de vida de uma população, num determinado período de tempo e lugar. É mais elevada:  Nas mulheres.  Nos países desenvolvidos (com acesso a medicamentos, serviços médicos…). Nos países desenvolvidos -› <70 anos. Nos países em desenvolvimento -› 60 a 70 anos. Nos países menos desenvolvidos -› >50 anos. >Mortalidade – nº total de óbitos ocorridos, num ano, numa determinada região. Taxa de mortalidade Nº óbitos x 1000 População absoluta A taxa de mortalidade tem vindo a diminuir nos países desenvolvidos graças: 1. Aos progressos na medicina. 2. À melhor alimentação. 3. Às melhores condições de higiene. Nos países em desenvolvimento, a taxa de mortalidade é muito elevada porque estas condições não se verificam.
  23. 23. >Mortalidade infantil Taxa de mortalidade infantil Nº óbitos de menores de 1 ano x 1000 Nascidos vivos Nos países em desenvolvimento há uma taxa de mortalidade infantil elevada porque: 1. Fomes. 2. Doenças (falta de cuidados médicos). 3. Fraco apoio materno infantil. 4. A educação da mãe. Nos países desenvolvidos há uma taxa de mortalidade infantil muito menor. >Crescimento natural No sec. XX deu-se um aumento acelerado e repentino da população – explosão demográfica. Crescimento natural: natalidade – mortalidade Taxa de crescimento natural: taxa de natalidade – taxa de mortalidade Crescimento zero: quando a natalidade é igual à mortalidade.  Nos países desenvolvidos: Crescimento zero ou negativo; Taxa de crescimento natural nula ou negativa; Envelhecimento da população;  Nos países em desenvolvimento Crescimento elevado; Taxa de crescimento natural elevada; População jovem predominante;
  24. 24. Transição demográfica – teoria utilizada em demografia para entender a transformação ocorrida ao longo do tempo no crescimento da população. Esta transição ajuda a entender: -A estabilidade do crescimento natural durante séculos, que resultou numa explosão demográfica no último século. - Um período de transformação de uma sociedade pré-industrial (com taxas de natalidade e mortalidade altas) numa sociedade pós-industrial (com taxas de natalidade e mortalidade baixas). 1ª FASE: REGIME DEMOGRÁFICO PRIMITIVO (ATÉ MEADOS DO SÉC XVIII) • Taxa de Natalidade muito elevada • Taxa de Mortalidade muito elevada • Taxa de Crescimento Natural muito baixa • Esperança média de vida muito reduzida • Crescimento muito lento -› Fatores: 1. Falta de cuidados sanitários 2. Fome 3. Epidemias 4. Guerras 5. Desconhecimento no campo da medicina 6. Desconhecimento dos métodos de contenção de nascimentos 7. Religião/ Cultura
  25. 25. 2ª FASE: REVOLUÇÃO DEMOGRÁFICA (DESDE MEADOS DO SÉC XVIII ATÉ 1950) • Taxa de Natalidade muito elevada • Diminuição da Taxa de Mortalidade • Aumento do Crescimento Natural • Aumento progressivo mais acelerado que na fase anterior Fatores: 1. Aumento da produção agropecuária 2. Melhoria das condições sanitárias 3. Descobertas no campo da medicina 4. Progressos técnicos consequentes da Revolução Industrial 5. Melhoria das condições de trabalho 6. Utilização de vestuário mais adequado 3ª FASE: EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA • Humanidade apresenta características demográficas heterogéneas:  Países Desenvolvidos Redução da Taxa de Natalidade:  Maior preocupação com a educação dos filhos  Planeamento familiar  Generalização do uso de contracetivos  Melhoria dos níveis de vida  Emancipação da Mulher  Desejo realização pessoal e profissional nos casais  Casamento tardio  Proibição do trabalho infantil Redução da Taxa de Mortalidade:  Melhoria das condições de trabalho  Progressos da medicina  Boa assistência médica  Hábitos de higiene  Boas condições sanitárias  Boa alimentação
  26. 26.  Países em Desenvolvimento:
  27. 27. Taxa de Natalidade elevada:  Ausência do planeamento familiar  Religião contesta o uso de contracetivos  Tradição de famílias numerosas  Filhos vistos como “mão de obra” gratuita  Jovens casam muito cedo  Analfabetismo Lenta diminuição da Taxa de Mortalidade:  Ajudas Humanitárias (alimentos, medicamentos, vacinas, …) Conclusão: a atual Explosão Demográfica deve-se, essencialmente, ao comportamento demográfico dos Países em Vias de Desenvolvimento. Estrutura etária – composição da população por grupos de idades. Pirâmide etária: representação gráfica da população por classes de idades e sexo. Classe oca: classe etária que possui um valor inferior à classe etária seguinte. A população divide-se em 3 grupos etários: 1. Jovens: 15 e menos anos 2. Adultos: 16 a 64 anos 3. Idosos: 65 e mais anos A pirâmide etária permite analisar uma população segundo:  As idades e o sexo;  A população jovem ou envelhecida;  A existência de classes ocas;  A evolução da população;
  28. 28. As pirâmides classificam-se como: Pirâmide Crescente Típica de países em desenvolvimento: -> altas taxas de natalidade e fecundidade; -> elevadas taxas de mortalidade e mortalidade infantil; -> reduzida esperança media de vida; -> alto índice de renovação de gerações; Pirâmide Decrescente Típicas de países desenvolvidos: -> reduzidas taxas de natalidade e fecundidade; - >reduzidas taxas de mortalidade e mortalidade infantil; -> elevada esperança média de vida; -> envelhecimento; -> população em decréscimo; Pirâmide Rejuvenescida típica de países desenvolvidos que tentam aumentar a natalidade, com políticas natalistas: -> aumento das taxas de natalidade e fecundidade; -> de resto, é semelhante às pirâmides decrescentes; Pirâmide adulta
  29. 29. Típica dos países em desenvolvimento que tentam diminuir a natalidade, com políticas antinatalistas: ->redução recente nas taxas de natalidade e fecundidade; -> reduzidas taxas de mortalidade e mortalidade infantil; -> aumento da esperança média de vida; -> índice de renovação de gerações médio; Políticas demográficas – conjunto de medidas governamentais que visa estabelecer equilíbrio na população de um país. Políticas natalistas: aquelas que visam fomentar os nascimentos; características dos países desenvolvidos: 1. Aumento do abono de família; 2. Benefício, financeira e fiscalmente, das famílias numerosas; 3. Aumento do período de licença de maternidade/paternidade; 4. Melhoria da assistência médica; Políticas antinatalistas: aquelas que visam uma diminuição de nascimentos; características dos países em desenvolvimento: 1. Benefícios, financeira e fiscalmente para famílias pequenas; 2. Divulgação do planeamento familiar; 3. Multas por mais de X filhos; 4. Valorização da mulher na sociedade; 5. Distribuição gratuita de contracetivos; 6. Atribuição de bolsas de estudo a raparigas; 7. Legalização do aborto;
  30. 30. Recursos Naturais - são os bens existentes no estado natural e úteis para a população que, utilizando a tecnologia, explora. Renováveis - recursos naturais que não se esgotam. Aquáticos; Biológicos; Sol; Vento. Não renováveis - recursos finitos. Fontes de energia fóssil; minérios. -Recursos energéticos - qualquer fonte de energia. Recursos hídricos - representam a quantidade de água superficial e subterrânea à disposição do Homem. Recursos biológicos - conjunto de materiais e energia que o Homem obtém a partir de outros seres vivos. Recursos minerais - diferentes materiais que constituem a crusta terrestre. Combustíveis fósseis: recursos não renováveis que podem ser transformados em energia. Energia limpa, alternativa ou renovável: obtida a partir dos recursos renováveis. Energias Vantagens Desvantagens Localização Solar térmica Não se esgotam e não são poluentes Custos elevados; só em lugares com muita exposição solar. Locais com muita exposição solar Solar fotovoltaica Custos elevados; baixo rendimento Não há locais específicos Eólica Ruído; interfere com as migrações; só em lugares com muito vento Locais com muito vento Hídrica Interfere com os ecossistemas; precisa de regimes constantes nos rios Rios com regimes constantes Maremotriz Interfere com a paisagem e com os ecossistemas Locais costeiros Geotérmica Custos elevados; só em áreas vulcânicas Só em áreas vulcânicas
  31. 31. Biogás Não se esgota, é abundante e barato. O biogás precisa de ser limpo de fluidos corrosivos Locais de produção Biomassa Facilidade de encontrar madeira Pode levar à desflorestação Áreas florestais Nos países em desenvolvimento: O consumo de energia tem crescido a um nível bastante acentuado. Recorrem ao carvão e a energias renováveis, como a biomassa e a energia hidroelétrica. Nos países desenvolvidos: O consumo de energia tem vindo a estabilizar. Recorrem ao petróleo, o que causa uma dependência nos países que não o possuem, ao carvão, à energia nuclear. Impactes ambientais A exploração mineira causa danos na paisagem, nos ecossistemas e poluir os recursos hídricos. A exploração e a combustão de combustíveis fósseis provoca uma elevada poluição atmosférica, incêndios, fugas em oleodutos e gasodutos. As barragens causam deslocações da população e alterações nos ecossistemas. A utilização de adubos e pesticidas na agricultura provoca a contaminação dos lençóis e cursos de água e o desenvolvimento exagerado de algas que absorvem o oxigénio. A exploração de gado em grandes áreas causa a desflorestação e a poluição das águas. A agricultura – atividade que visa retirar do solo recursos alimentares para a sobrevivência do Homem. A nível global só uma pequena percentagem das terras é fértil. A atividade agrícola é condicionada por vários fatores: Fatores físicos: 1. Clima - as necessidades de calor e de água variam de planta para planta. O Homem pode superar as dificuldades geradas pelo clima através da construção de estufas. Os climas temperados são os mais propícios à agricultura.
  32. 32. 2. Relevo - os solos das altitudes elevadas são pobres (devido à erosão) e difíceis de cultivar. A construção de socalcos atenua as condições naturais adversas. 3. Solo - se forem muito húmidos ou muito secos também não são bons para a prática da agricultura. Fatores humanos: 1. Tecnológicos - se o trabalho for feito por máquinas obtém-se uma maior produtividade e os produtos químicos tornam os solos mais férteis e aumentam o rendimento. 2. Sociais - Nas regiões onde existem conflitos armados, as pessoas fogem, abandonando os campos e as culturas. 3. Económicos - Nas regiões com maior poder económico, investe-se mais na agricultura, tornando-a mais desenvolvida. Tipos de agricultura Agricultura tradicional - PeD Agricultura moderna - PD - Minifúdio - Latifúndio - Policultura -Monocultura - Aproveitamento extensivo do solo -Aproveitamento intensivo do solo - Trabalho manual - Mecanização Problemas Problemas  Países em desenvolvimento: Êxodo rural, pois a agricultura tradicional não permite a subsistência dos agricultores; Agricultura que visa a subsistência da família. Utiliza técnicas rudimentares e pratica a policultura (cultivo de várias espécies). Agricultura que visa abastecer o mercado. Faz-se com máquinas e em monocultura (cultivo de uma espécie).
  33. 33.  Países desenvolvidos: A mecanização provoca desemprego; Os químicos utilizados poluem os solos e as águas; A mecanização excessiva e a monocultura intensiva provocam o esgotamento dos solos; Uma solução -agricultura Biológica Outros tipos de Agricultura: Agricultura itinerante – É praticada por povos nómadas da seguinte maneira: o agricultor lança o fogo a uma clareira (depois de cortar as árvores), servindo-se das cinzas para fertilizar o solo. Faz o cultivo desse terreno durante 2 ou 3 anos (até os solos ficarem esgotados) e depois procura novos lugares onde repete todo o processo. Agricultura da Ásia das monções ou rizicultura – No sudeste asiático as monções provocam elevadas precipitações e temperaturas, favorecendo a cultura do arroz. Através de técnicas agrícolas simples e minuciosas o arroz é produzido em grandes quantidades. Agricultura de plantação – Nos países em desenvolvimento existem plantações pertencentes a empresas dos países desenvolvidos. Nesta agricultura cultivam-se produtos tropicais destinados à exportação e são utilizadas tecnologias modernas com a utilização de mão de obra local (mais barata). Agricultura de sequeiro – Quando as culturas não são regadas. Agricultura de regadio – Quando as culturas são regadas. Cana-de-açúcar Os produtos não são poluentes São muito mais saudáveis São mais caros São naturais e ecológicos Mecanização Apoio cientifico Não usa químicos
  34. 34. Pecuária tradicional Campos abertos – Sem vedação. Campos fechados – Campos fechados por muros ou sebes. -Pecuária - atividade de criação de gado que visa a produção de leite, carne, lã e peles. Características P. em desenvolvimento P. desenvolvidos Rendimento Baixo Elevado Criação Ao ar livre Em modernos estábulos (pecuária intensiva) ou em grandes espaços cercados (pecuária extensiva). Alimentação Pastagens Rações Destino Autoconsumo e mercado local. Mercados nacionais e internacionais e indústria Técnicas Nenhumas – subordinada às características naturais. Mecanização, inseminação artificial, seleção de espécies, controlo sanitário… Criação de gado extensiva – O gado é criado em grandes espaços cercados, pastando em liberdade, utilizando um mínimo de mão de obra e de maquinaria. Pratica-se na Austrália, nos EUA, na Argentina e no Brasil. Criação de gado intensiva – O gado é criado em grandes espaços fechados, com temperaturas adequadas, controlo sanitário, rações vitaminadas. Está muitas vezes ligada a complexos agroindustriais. Pratica-se nos países mais industrializados. Nomadismo pastoril - deslocação contínua da população em busca de pastos. Transunância – É praticada sazonalmente: na primavera o pastor e o rebanho deslocam-se para a montanha, no inverno deslocam-se para o sopé
  35. 35. zona abissal Pesca - Retira do mar recursos para a alimentação do Homem. Retira do mar recursos para a alimentação do Homem. O fundo do mar é constituído por várias partes: plataforma continental, talude continental e zona abissal. Na plataforma continental verifica-se um aumento de pescado porque: -Tem águas pouco profundas e agitadas o que facilita a oxigenação e o desenvolvimento do fitoplâncton que, juntamente com o zooplâncton, vai alimentar os peixes; -Recebe águas dos rios que transportam alimentos para os peixes; -Regista pouca salinidade. Características Pesca industrial Pesca artesanal Tipo de países p. desenvolvidos p. em desenvolvimento Embarcações Grande dimensão, equipadas com radares, sonares e redes muito potentes. Os navios são autênticas fábricas. Pequenas dimensões Duração/local Longos períodos de tempo no mar alto. Algumas horas junto à costa Destino Grandes mercados Autoconsumo e mercados locais Técnicas Sofisticadas rudimentares Problema Com as novas técnicas, a captura de pescado tem vindo a aumentar, colocando em perigo várias espécies marinhas. Solução A aquacultura é uma forma de se preservar a vida marinha.
  36. 36. Indústria Para realizar as atividades industriais são necessárias matérias-primas, mão de obra, tecnologia, maquinaria e capital. Multinacionais: empresa que opera e/ou fabrica em dois países diferentes. Parque empresarial: área especificada destinada à instalação de empresas industriais, armazéns, oficinas e serviços administrativos. Pode ter espaços comuns às empresas, como a ETAR, áreas de restauração, espaços verdes… Os espaços industriais: Europa, EUA, África e América Latina, Sudeste Asiático. Tipos de indústria: Classificação Tipos de indústria Exemplos Segundo a utilização dos produtos Bens intermédios Siderurgia Bens de equipamento Material de transporte Bens de consumo Eletrodomésticos Segundo o domínio da atividade Indústria extrativa Extração de petróleo Indústria transformadora Indústria têxtil Segundo a natureza das matérias-primas Indústria pesada Siderurgia Indústria ligeira Vestuário Segundo o tamanho das fábricas Pequena indústria Indústria têxtil Grande indústria Siderurgia Segundo o nível tecnológico Indústria tradicional Indústria têxtil Indústria de ponta Informática Segundo a necessidade de capitais Indústria de capital Siderurgia Indústria de mão de obra Indústria têxtil
  37. 37. Segurança Serviços Os serviços, conforme a sua especialização, podem ser: Vulgares -> aqueles que estão em contacto direto com o consumidor que os utiliza mais frequentemente, como o comercio de bens de primeira necessidade (compra de comida, por ex.). Raros -> aqueles a que recorremos com menos frequência, os mais especializados, como bancos, agencias de viagens. Ou, conforme o seu fim: Mercantis e com fins lucrativos -> setor privilegiado do comércio; bancos, companhias de seguros, clínicas particulares, os centros de espetáculos e profissões liberais - advogados, médicos, desenhadores). Não mercantis -> são financiados pelos impostos e geridos pelo estado; funcionários públicos; serviços relacionados com o ensino e com a saúde, de segurança, de distribuição, do Estado, da justiça… O comércio é a atividade de compra e bens. Pode realizar-se no mercado mais próximo ou em mercados internacionais, pelas importações (processo comercial e fiscal que consiste em trazer um produto do exterior para o país) e exportações (venda e transporte de produtos de um país para outro). Relacionados com o desenvolvimento económico Relacionados com o bem- estar social Relacionados com a política e funções intelectuais Comércio Transportes Comunicações Finanças Cultura Saúde Educação Lazer Políticos Ocupações intelectuais - Países desenvolvidos Setor terciário forte, consequência de uma acentuada urbanização, do aumento do nível de vida. - Países em desenvolvimento Fracos valores no setor terciário, mas com tendências a aumentar bastante graças ao aumento da população nas cidades e à expansão económica.
  38. 38. Turismo - conjunto das atividades ou técnicas relacionadas com as viagens, estadias de lazer. As maiores áreas turísticas são as Américas, a Europa, África, Ásia Meridional, Médio Oriente, Extremo oriente e Pacífico. Tipos de turismo 1. Turismo balnear - exploração das áreas litorais. 2. Turismo cinegético - prática de caça. 3. Turismo cultural - exploração dos aspetos culturais, históricos, gastronómicos… da zona. 4. Turismo desportivo - associada à pratica de desportos. 5. Turismo no espaço rural - modalidades agroturísticas, turismo rural. 6. Turismo de montanha - exploração de áreas de montanha. 7. Turismo religioso - atividades relacionadas com áreas religiosas ou de peregrinação. 8. Turismo termal - utilização terapêutica de águas termais. 9. Turismo urbano - visita e exploração de centros urbanos, cidades antigas ou modernas. Em função da duração da estadia no local Turismo itinerante O turista desloca-se de um lado para o outro. Turismo de permanência O turista permanece no local, o que obriga a existência de hotéis, pousadas, etc. Em função da organização Turismo organizado Os turistas são enviados por organismos especializados que tratam do circuito, etc. Turismo individual Os turistas organizam o seu circuito Impactes causados pelas atividades económicas Ambientais: erosão dos solos; escassez dos solos; desertificação; refugiados ambientais; escassez de alimentos; extinção de espécies; minas a céu aberto; Económicos: desemprego; falta de alimentos; aumento do preço de bens essenciais; Sociais: utilização de mão de obra infantil; pobreza; exclusão social;
  39. 39. Como chegar à sustentabilidade? Política dos 3Rs -> reduzir, reutilizar, reciclar
  40. 40. -natureza qualitativa -pressupõe melhorias económicas e sociais -natureza quantitativa -traduz-se pela produção -avaliado pelo PIB e pelo PNB -não tem a ver com o bem-estar das pessoas b 9ºano Crescimento económico -> Aumento regular da produção de bens e serviços numa sociedade num determinado espaço e período de tempo. -> O crescimento económico é um meio para alcançar o desenvolvimento. Pode existir crescimento económico sem desenvolvimento, mas nunca desenvolvimento sem crescimento económico. CRESCIMENTO ECONÓMICO = DESENVOLVIMENTO Desenvolvimento -> Só se pode falar em desenvolvimento e a riqueza for utilizada no beneficio de toda a população, refletindo-se na melhoria do seu nível de vida. -> Nível quantitativo (melhoria das condições de vida da população e a capacidade de satisfação das suas necessidades). -> Tem a ver com o bem-estar das pessoas. -> Procura reduzir as desigualdades sociais. -> “Preocupa-se” com o ambiente e com as gerações futuras defende a igualdade de oportunidades.
  41. 41. 2ª maior economia do mundo. A China A China possui atualmente uma das economias que mais crescem no mundo. Até superior à do Brasil. Características: 1. Economia de mercado desde 1990 2. Maior produtor de alimentos do mundo (milho e arroz) 3. Agricultura mecanizada 4. Investimentos na educação técnico-profissional 5. Investimentos na área dos minérios (carvão, petróleo) 6. Exploração dos operários, graças à mão de obra abundante Problemas: 1. Grande parte da população vive muito mal do campo 2. Elevada utilização de combustíveis fósseis (o que provoca poluição) 3. Poluição dos rios (pelas fábricas) 4. Os operários são explorados O PIB - valor do conjunto de bens e serviços produzidos pelas empresas nacionais e estrangeiras, num país, num determinado período de tempo. PIB = PNB per capita nº de habitantes O PNB - valor do conjunto de bens e serviços produzidos pelos nacionais, não só no seu território como no estrangeiro, num país, num determinado período de tempo. O PIB e o PNB, embora sejam importantes em termos económicos, não têm em conta como a riqueza se distribui pela população e o seu bem-estar. Necessidades económicas
  42. 42. Esperança média de vida (longevidade) Taxa de alfabetização (nível de instrução) Básicas: necessidades fundamentais para a sobrevivência dos humanos. Secundárias: necessidades que não sendo essenciais para a sobrevivência contribuem para o bem-estar das pessoas. Objetivos da ONU -> Manter a paz e a segurança nacional -> Desenvolver relações amistosas entre as nações -> Realizar a cooperação internacional em momentos de crise, promovendo os direitos humanos e a liberdade. IDH -> Índice de desenvolvimento humano. BRIC Apesar dos seus elevados níveis de industrialização e do seu peso económico, estes países falham na distribuição equitativa do rendimento. Existem grandes contrastes entre situações de pobreza e riqueza. Brasil: agricultura de mercado; grandes reservas minerais e indústria diversificada. Rússia: grandes reservas de petróleo e gás natural Índia: tecnologia e informática China: muitos operários e têm investido a fim de melhorarem a tecnologia PIB por habitante PIB por habitante (rendimento por habuitante
  43. 43. Objetivos da OCDE -> Apoiar um crescimento económico duradouro -> Desenvolver o emprego -> Elevar o nível de vida -> Manter a estabilidade financeira -> Ajudar os outros países a desenvolver a economia -> Contribuir para o crescimento do comércio mundial Países da OCDE Alemanha Austrália Áustria Bélgica Canadá Chile Coreia Dinamarca Eslovénia Espanha EUA Finlândia França Grécia Holanda Hungria Irlanda Islândia Israel Itália Japão Luxemburgo México Noruega Nova Zelândia Polónia Portugal Reino unido Japão República checa República checa Suécia Suíça Turquia G8 - Reúne os países mais desenvolvidos e industrializados do mundo: JAFRICE Japão; Alemanha; França; Reino Unido; Itália; Canadá; EUA, mais a Rússia, que não participa em todas as reuniões. Interessa-se pelo desemprego, pela defesa do meio ambiente, pelo crime, pelas drogas e pela política de segurança.
  44. 44. Banco Mundial -Fundado em 1944 -Financiar a reconstrução dos países destruídos durante a 2ª Guerra Mundial -Atualmente, a principal missão é a luta contra a pobreza -As maiores ajudas são prestadas à agricultura  Países desenvolvidos: -Os níveis de conforto da população levam a um elevado consumo de bens e de serviços. -Os habitantes gozam de uma boa qualidade de vida. -A alfabetização e outras vertentes do setor da educação estão amplamente desenvolvidos. Grande parte da população tem estudos superiores. -As populações têm acesso a boas condições de saúde. No entanto, o envelhecimento das populações leva à redução dos benefícios sociais. -Existem direitos políticos garantidos, bem como o respeito pelas minorias. -O ambiente e a cultura são cada vez mais importantes nestas sociedades.  Países em desenvolvimento: -As populações apresentam fraca qualidade, dado que nem sempre é possível satisfazer as necessidades básicas, como a alimentação e p acesso a água canalizada. -As estruturas de educação ou formação profissional são quase inexistentes. Os serviços de saúde e assistência social às crianças e aos idosos são quase inexistentes. -Os direitos cívicos nem sempre são assegurados.
  45. 45. Indicadores da qualidade de vida Educação Uma população qualificada está mais apta para trabalhar com novas tecnologias, exercendo assim um papel mais ativo na sociedade Qualidade de vida Resultado da interação de vários fatores numa sociedade. Traduz-se numa situação de completo bem-estar físico, mental e social. -> Conceito variável e complexo. -> Varia consoante o grau de desenvolvimento das populações. Países em desenvolvimento -> necessidades básicas Países desenvolvidos -> necessidades secundárias Alimentação Países desenvolvidos: sobrenutrição e obesidade Países em desenvolvimento: subnutrição e fome Uma população desnutrida está muito menos apta para trabalhar, os efeitos de uma alimentação desnutrida prejudicam, principalmente, as crianças, porque condicionam o seu desenvolvimento físico e mental. Habitação Populações dos países desenvolvidos (com o nível de vida elevado) -> casas bem equipadas e com altos níveis de conforto. Populações dos países em desenvolvimento -> habitações sem as mínimas condições, como o saneamento básico, etc. vida longa e saudável, a liberdade, a preservação da natureza...
  46. 46. Saúde Proteção social Países desenvolvidos -> sistema social sustentado pelos contribuintes através dos impostos, que prevê necessidades futuras de apoio, em casos de velhice, doença, desemprego… Países em desenvolvimento -> as condições de trabalho são precárias, não havendo regalias idênticas às dos países desenvolvidos. Há empresas, dos países desenvolvidos, que investem nos países em desenvolvimento para não terem de pagar os descontos da segurança social e porque a mão de obra é muito mais barata. Por outro lado, também não há sindicatos para protegerem e apoiarem os trabalhadores. Estatuto da mulher Nos países desenvolvidos -> a mulher tem vindo a conquistar um lugar de destaque na sociedade: estuda, tem uma profissão, ocupa cargos importantes, vota… Países desenvolvidos:  Cuidados de higiene  Rede hospitalar densa e acessível  Elevada qualidade de vida  Constantes progressos médicos MAS Modos de vida sedentários Maus hábitos alimentares Uso de tabaco, drogas, álcool Países em desenvolvimento:  Falta de vacinas, médicos e medicamentos  Cuidados de higiene deficientes  Assistência médica precária
  47. 47. Nos países em desenvolvimento -> a mulher não pode trabalhar fora de casa, não pode votar não pode estudar, tendo como único papel o de dona de casa e de mãe. Estatuto da criança Nos PeD’s existe trabalho infantil. Fazem todo o tipo de trabalho, o que pode ser prejudicial para a sua saúde. Bem-estar É a satisfação das necessidades humanas básicas. A satisfação das pessoas não depene apenas da aquisição de bens materiais, mas também bens, como a realização pessoal, o reconhecimento social, a integração social, a liberdade (de reunião, de expressão, de religião, de imprensa), a segurança. A atmosfera 1. Troposfera Espessura média entre 6 e 12km Fenómenos meteorológicos
  48. 48. Temperatura diminui com a altitude 2. Estratosfera Entre is 6-12km e os 50km Camada do ozono Temperatura constante até à camada do ozono (25km), aumentando depois com a altitude 3. Mesosfera Entre os 50km e os 80km Descida abrupta da temperatura 4. Termosfera/Ionosfera Entre os 80 e os 120km Temperatura aumenta Os gases são rarefeitos (iões) 5. Exosfera Camada mais externa, faz a transição para o espaço Funções da atmosfera 1.Filtra, protege e reflete s radiações solares. 2.Protege a entrada de corpos estranhos 3.Controla a temperatura -> contém elementos fundamentais à vida. (oxigénio, etc).
  49. 49. Diariamente são lançados para a atmosfera gases como: -Monóxido de carbono e óxidos de azoto -> transportes rodoviários; problemas cardiovasculares, pulmonares e enxaquecas. -Ozono -> irritação nos olhos, enxaquecas, tosse e crises de asma. -Dióxido de enxofre -> queima de combustíveis fósseis; chuvas ácidas, irritação dos olhos e das vias respiratórias As chuvas ácidas A queima de carvão e de combustíveis fósseis e outros poluentes industriais lançam dióxido de As chuvas ácidas, assim como neve, neblina, geada, ficam carregadas de ácido sulfúrico ou ácido nítrico. Consequências 1. Construções e monumentos danificados 2. Pinturas das automóveis corroídas 3. Contribuição para a desflorestação através da destruição da vegetação por ação dos ácidos. 4. Colheitas agrícolas destruídas 5. Solos inférteis 6. Lagos e albufeiras perdem todas as formas de vida. As regiões mais afetadas são a América do Norte e a Europa. Dióxido de enxofre; nitrogénio + vapor de água = Chuvas ácidas
  50. 50. Enfraquecimento da camada do Ozono O ozono é um gás existente na estratosfera, e forma uma camada que protege a Terra dos prejudiciais raios UV. Enfraquecimento na camada do ozono: Lançamento dos CFCs para a atmosfera Decomposição destes em cloro, flúor e carbono (por ação dos raios solares O cloro reage com o ozono Rompe as ligações moleculares Forma-se monóxido de carbono e O2 À medida que a camada de ozono é destruída, aumenta a quantidade de radiações ultravioleta que atingem o planeta. A radiação UV é muito perigosa e pode causar cancros de pele, queimaduras, cataratas nos olhos e deficiências no sistema imunitário humano. Afeta a vegetação, destruindo as culturas agrícolas e as florestas. “Microclima” urbano A intensa circulação rodoviária liberta monóxido de carbono. As grandes superfícies de cimento e asfalto, os edifícios altos que dificultam a circulação do ar e das poeiras contribuem para a retenção de calor, formando-se um microclima urbano. Intensa circulação rodoviária liberta monóxido de carbono Grandes superfícies de cimento e asfalto Edifícios altos dificuldades na circulaçã ar; aumento da retenção calor Microclima urbano
  51. 51. Nestas situações, o ar nas cidades é mais quente do que o ar nas cidades envolventes. Por vezes, no inverno, a situação inverte-se e a temperatura do ar em altitude é mais quente do que a do ar envolvente das cidades Aquecimento global O aquecimento global é o um fenómeno climático, um aumento da temperatura média global e é causado pelo aumento de concentração de poluentes de origem humana na atmosfera. No efeito de estufa, grande parte da radiação emitida pelo Sol é refletida de volta ao espaço. O aumento dos poluentes atmosféricos provoca uma retenção em parte dessa radiação que seria devolvida, em condições normais. Essa parte retida causa o aumento do aquecimento global. O aquecimento global pode provocar: • Aumento do nível dos oceanos: graças ao degelo das calotes polares; • Ao aumentar o nível das águas do mar, pode ocorrer a submersão de cidades do litoral; • Destruição de ecossistemas; • Extinção de espécies; • Aumento das catástrofes naturais (furacões, tufões e ciclones);
  52. 52. • Ondas de calor; • Epidemias e doenças graves. Protocolo de Quioto Este protocolo é um dos acordos internacionais que visam a redução da emissão dos poluentes que aumentam o efeito estufa no planeta. Entrou em vigor em 16 fevereiro de 2005. Os EUA não aceitaram o protocolo, porque iria por em risco a sua produção Alterações climáticas As alterações climáticas são mudanças meteorológicas que ocorrem a nível global. Este efeito global é uma das maiores ameaças ao desenvolvimento sustentável causadas pelo homem. Estas alterações põem em causa não apenas os equilíbrios naturais mas também a segurança de uma grande parte da população. Consequências * Aquecimento Global; -> Degelo das calotes polares (que levará ao aumento do nível dos oceanos e a cheias).
  53. 53. -> Aumento da quantidade e do tamanho das catástrofes naturais. -> Desertificação. -> Destruição de habitats. -> Extinção de espécies. * Chuvas Ácidas; -> Doenças sérias. -> Corrosão das pinturas dos carros, monumentos, edifícios. -> Os lagos podem acidificar, perdendo toda a vida. -> Desflorestação (graças à corrosão das árvores). -> Destruição dos terrenos agrícolas. * Na Agricultura e Florestas; -> Aumento de pragas, doenças e infestantes, tanto na floresta como na agricultura; -> Incêndios; -> Redução da produtividade florestal; -> Perda de biodiversidade. * Na saúde humana; -> Cancros da Pele e outras doenças ligadas ao Sol e ao calor; -> Aumento de doenças por poluição do ar e de alergias; -> Surtos de doenças transmitidas pela água e alimentos; * Na energia;
  54. 54. -> Aumento das necessidades de arrefecimento (ar condicionado); -> Aumento geral dos gastos energéticos à escala nacional e individual; -> Maior custo de conservação em equipamentos públicos (estradas, aeroportos); * Nas zonas Costeiras; -> Subida do nível médio do mar; -> Aumentos dos níveis do sal; * Nos recursos hídricos e Pescas; -> Menor quantidade água potável; -> Pior qualidade das águas; -> Aumento da temperatura do mar; -> Diminuição das matérias-primas extraídas; Formas de atenuar a poluição atmosférica 1. Filtros nas chaminés das fábricas; 2. Sensibilizar as populações para o uso dos transportes públicos; 3. Principio do poluidor pagador (multas a quem agredir o ambiente); 4. Substituir a produção de energia em centrais elétricas por alternativas não poluentes (painéis solares, por ex.); 5. Os veículos motorizados são obrigados a fazerem inspeção para reduzirem os níveis de poluição sonora e atmosférica; Desflorestação Funções das florestas
  55. 55.  Contêm mais de metade da biodiversidade mundial.  Regularizam o clima e atenuam o efeito do aquecimento global.  Protegem o solo da erosão.  São uma fonte de riqueza (alimentos, resina, cortiça, etc.)  Contribuem para a sobrevivência das pessoas em situações de pobreza extrema.  Retêm água da chuva, protegendo o solo de derrocadas.  São responsáveis pela purificação do ar através da fotossíntese. (Armazenam cerca de 40% do carbono terrestre) Causas da desflorestação  Desbaste comercial - Com intenção de vender a madeira.  Agricultura intensiva.  Transformação dos solos em pastagens para manadas de gado.  Exploração de minas, de pedreiras e de petróleo  Construção de barragens, túneis e estradas.  Poluição - As chuvas ácidas destroem as árvores e destruir os solos.  Causas Naturais (fogos, as doenças e os ciclones).  Aumento demográfico  Exploração em demasia dos produtos florestais Consequências  Erosão dos solos.
  56. 56.  A desflorestação provoca a diminuição da humidade contribuindo para o aquecimento global.  A falta de cobertura vegetal facilita as inundações.  Desaparecimento de ecossistemas e habitats ou até mesmo extinção de espécies.  A produção de fotossíntese pode ser afetada. Prevenção da desflorestação  Reabilitar as áreas florestais degradadas.  Promover a reflosteração.  Ser um vigilante mais constante das florestas.  Campanhas de sensibilização.  Incentivar a limpeza das florestas.  Criar áreas protegidas e leis que controlem a exploração florestal.  Reciclar e reutilizar materiais. Amazónia: A construção de vias de comunicação e o desbaste para obtenção de terrenos agrícolas são as principais causas da desflorestação da Amazónia.

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