Gestão do tempo 
Lourdes Luzón Oliver 
Médica de Família 
Coordenação PRMFC-RJ
Presentação e expectativas 
Quêm somos? 
Qué pretendemos com a oficina? 
Mostrar soluções ou ferramentas? 
Refletir sobre ...
¿Por qué estamos como estamos? 
• Contexto Reforma APS no Riomudanças 
forma e fondo 
• Médicos de familia/Médicos recém ...
¿Qué é a Gestão Clínica? 
• Todas as actuações conscientes de melhora que 
emprende uma equipe clínica sobre o conjunto de...
Objetivo da Gestão Clínica 
Fazer as coisas melhor 
+ 
Fazer as coisas a menor custo 
= 
Fazer as coisas corretamente 
+ 
...
As equipes vistas como um ecosistema 
• Ecosistema: é um sistema natural vivo formado por um conjunto de 
organismos vivos...
Mutualismo: girafa e pásaros 
7
Comensalismo: tiburão e rémora 
8
Parasitismo 
9
Tipos de relações 
• Qual é a relação que eu tenho com a minha 
equipe? 
• Que aconteceria amahã se eu vou embora? 
• Poss...
Qué ganha minha equipe pelo fato de 
eu formar parte dele? 
– Ganha... (mutualismo) 
– Nen ganha nem perde nada... (comens...
Elemento que infuenciam a cultura da ESF 
• Elevada prevalencia del “culpable externo” 
– Desprofesionalização/estaturizaç...
Que vocês acham sobre isso?
Uma pergunta para começar... 
• ¿Faltan médicos nas EAP? 
• ¿Faltan enfermeras nas EAP? 
• ¿Sobran pacientes nas EAP?
Médicos por 1000 habitantes 
Informe OCDE 2007
Características dos profissionais da AP 
• Accesibilidade 
• Cercania 
• Polivalencia 
• Longitudinalidade 
Melhoramos a 
...
Respeito…promovendo autonomia 
– Em quantos pacientes marquei um retorno esta 
semana? 
– Era necessario? 
– Era pela minh...
Equidade e lealtade 
• Dedicar mais tempo a quem mais o precissa 
• Uso responsável dos recursos 
• Aprender a dizer NÃO 
...
Prudência 
Vamos pensar em atividades 
pouco eficaces que são feitas 
habitualmente na consulta, 
alguma de carácter 
prev...
Deixar de fazer para poder fazer
Considerações previas 
• Experiências proprias ou de outros 
• Quase todo é opinavel (não existem evidencias) 
• Não preci...
A sociedade e o sistema de 
saúde muda ... 
e a demanda também
Dependencia do sistema sanitario 
• A dependència que as pessoas têm do 
Sistema de Saúde tem origem na creênça de 
obter ...
A Medicina, um factor de risco 
• Os efeitos adversos da atenção sanitaria representam um dos principais 
factores de risc...
Uma consulta nada infrequente 
Quanto mais melhor!!!???? 
• Bom dia, queria fazer uns examenes, mas 
quantos mais completo...
Sempre têm que fazer alguna coisa? 
PRIMUM 
NON 
NOCERE
«A tarefa diagnóstica do especialista é reducir 
a incerteza, explorar o possível, e marginalizar 
o erro. Contrasta abert...
Análises da 
demanda
A etiología da demanda
Frecuentação vs população 
Bellon JA. Aten Primaria. 2006: 38: 293-8
O que fazer para poder fazer? 
Por números as sensações 
1.Cuantificar a realidade 
2.Avaliar a qualidade
INDICADORES CUANTITATIVOS DA 
DEMANDA 
• Presão assistencial 
(visitas / profissional / día) 
• Frequentação 
(visitas / h...
Frequentação 
• População cadastrada 
• População estimada 
• População utilizadora: 1 visita nos últimos 3 
anos 
• Popul...
Factores que influenciam a utilização da 
Unidade 
• Factores do usuario 
• Factores do profissional 
• Factores de organi...
Possíveis situações de 
Pressão e frequentação 
Alta 
Alta frequencia 
frecuentación 
Baixa 
Baja 
frecuentación 
frequenc...
ANALISE QUALITATIVO-QUÉ ATENDEMOS NA 
CONSULTA DE AP? 
1.Segundo motivo 
• Assistencial 
• Administrativo 
2.Segundo previ...
ANALISE QUALITATIVO-QUÉ ATENDEMOS NA 
CONSULTA DE AP? 
re 
Previsivel 
Imprevisivel 
Asistencial Administrat. 
B 
C 
Recei...
Analizando… 
• Todo o previsível se marca 
• Todas as tarefas burocráticas tem que sair 
da consulta 
• Todo o assistencia...
Consultas não presenciais 
• Resultados de exames 
• Patologia aguda e crónica assistencial 
• Administrativa 
• Educação ...
Analise segundo 
utilidade 
https://www.youtube.com/watch?v=FqQ-JuRDkl8
Analise segundo 
utilidade 
Excesos de controles 
Excesos terapéuticos 
Excesos de prevenção
Clasificação de conteúdos segundo 
utilidade e complexidade 
Eliminar 
Reorientar 
Redistribuir
Qué podemos 
Fazer na ESF?
A adecuação dos 
circuitos (redisenho)
Regras de ouro da organização das equipes 
de ESF 
• Trabalhar em equipo 
“Todos os membros da equipe trabalham” 
• Ser ef...
Reorganização de atividade segundo necesidade medica: A 
renovação da AP desde a consulta 
Bodenheimer T. Transforming Pra...
Sempre tem que adaptar o modelo á 
realidade local 
Não consigo entender que 
pode estar dando 
errado!!!!???
Modelos organizativos da 
relação médico/enfermera
ORGANOGRAMA DA CF 
Director CAP 
Gerente 
MEDICOS ENFERMERAS 
Técnicos de 
enfermagem 
ACS
Qué entendemos por uma equipe na ESF? 
• Conjunto de profissionais (generalmente medic@ e 
enfermer@) 
• Responsabilidade ...
DEFINIENDO EL MODELO DE 
RELACIÓN INTERPROFESIONAL 
COM 
CONTRA 
Perto de 
PARA 
Qual preposição 
escolher? 
SIN
Você vai fazer suas coisas e eu as minhas 
Uma boa definição de tarefas e 
funções permite ter uns 
trabalhadores mais efi...
A interseção de funções faz o sistema ser 
mais elástico, maior capacidade de 
adapatação
Quais seriam as implicações assistenciais que 
derivariam de um trabalho em equipe 
compartilhado? 
• Os pacientes são res...
Como se traduce um trabalho em 
equipe na práctica diaria? 
• Horarios comunes 
• Espaço de trabalho común 
• Mínima “cent...
Papel da enfermería? 
Algumas referências
Conclusion. An extended programme of nurse management for same day consultation 
of patients with minor illnesses showed a...
Mas... Patologias agudas? 
Horrocks S et al. BMJ 2002; 324: 819-23
Problemas legais?? 
• Enfermagem não têm capacitade legal para 
diagnostico de doenças, nem para prescripção de 
fármacos....
ACS 
• Potencialidades 
• Desafíos 
• Reformar atributos 
• Qualificar/capacitar 
• “Administrativos assistenciais”? 
• No...
A adecuação da 
agenda
Agendas? 
• As agendas não são instrumentos para 
disminuir a demanda. 
• Sirver para ordenar a demanda e gestionar 
o tem...
Características básicas de la agenda 
• Número de marcações superior a media (prevenção lista de espera) 
• Não deve ser “...
Agendas 
• As agendas devem ser especificas de cada 
profissional 
• Sem afetar ao funcionamento global da 
equipe 
• Cump...
•Alguns pacientes querem ser 
atendidos sempre por SEU medico 
20% pacientes -> 80% visitas
Outros pacientes querem ser 
atendidos por UM medico, mas cedo 
e com um horario abrangente 
80% pacientes -> 20% visitas
Atendendo demanda do mesmo dia. 
Fazer hoje o trabalho de hoje. 
• O melhor modelo é aquele que é 
consensuado por todos o...
Modelo de acesso avanzado 
• Para implementarlo têm que conhecer previamente: 
– A demanda existente (não a oferta que con...
Modelo de aceso avanzado 
• Para esto preciso realizar os seguintes 6 pasos: 
– Equilibrar oferta e demanda 
– Disminuir /...
CONCLUSÕES 
• Não é falar o que é bom 
• Temos que ter clareza de que existen diferentes 
perfiles de pacientes que requer...
Atenção domiciliar/Quando? 
Imposição 
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Longitudinalidade 
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Tecnologia/tipos
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¿Por aonde começamos?
Metodologia para analise da demanda
E agora … 
• Todo pode melhorar 
• Precisamos ser flexiveis e creativos 
• Estar abertos a mudanças 
• Pode se trabalhar m...
Sem medo as mudanças!! 
Obrigada
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  1. 1. Gestão do tempo Lourdes Luzón Oliver Médica de Família Coordenação PRMFC-RJ
  2. 2. Presentação e expectativas Quêm somos? Qué pretendemos com a oficina? Mostrar soluções ou ferramentas? Refletir sobre a nossa prática diaria
  3. 3. ¿Por qué estamos como estamos? • Contexto Reforma APS no Riomudanças forma e fondo • Médicos de familia/Médicos recém formados/médicos com baixa capacidade resolutiva • Cultura da queixa • Complexo de inferiorioridade • Brilho tecnológico
  4. 4. ¿Qué é a Gestão Clínica? • Todas as actuações conscientes de melhora que emprende uma equipe clínica sobre o conjunto de procesos envolvidos nas decisões que são producidas no relaçonamento com seus pacientes. • Todo processo de redisenho organizativo que têm como objetivo incorporar ao profesional sanitario na gestão dos recursos utilizados na sua propria práctica.
  5. 5. Objetivo da Gestão Clínica Fazer as coisas melhor + Fazer as coisas a menor custo = Fazer as coisas corretamente + + Fazer as coisas corretas = Fazer corretamente as coisas corretas Fuente: Haciendo gestión Clínica en AP. Servicio Andaluz de Salud
  6. 6. As equipes vistas como um ecosistema • Ecosistema: é um sistema natural vivo formado por um conjunto de organismos vivos e o medio físico no qual se relacionan. • Subsistencia-Interdependêndecia • Simbiosis (“vivir juntos”) 6
  7. 7. Mutualismo: girafa e pásaros 7
  8. 8. Comensalismo: tiburão e rémora 8
  9. 9. Parasitismo 9
  10. 10. Tipos de relações • Qual é a relação que eu tenho com a minha equipe? • Que aconteceria amahã se eu vou embora? • Posso quantificar em percentagems quiais são as relações que predominan na minha equipe?
  11. 11. Qué ganha minha equipe pelo fato de eu formar parte dele? – Ganha... (mutualismo) – Nen ganha nem perde nada... (comensalismo, ao menos não produce danos) – Perde... ( parásito, será benvinda uma mudança na relação ou sair da equipe) 11
  12. 12. Elemento que infuenciam a cultura da ESF • Elevada prevalencia del “culpable externo” – Desprofesionalização/estaturização – Percepção da frequentação como exogéna – Baixa liderança • Autolimitações: – Percepção da prescripção como inducida – Complexo de inferioridade – Baixa capacidade resolutiva
  13. 13. Que vocês acham sobre isso?
  14. 14. Uma pergunta para começar... • ¿Faltan médicos nas EAP? • ¿Faltan enfermeras nas EAP? • ¿Sobran pacientes nas EAP?
  15. 15. Médicos por 1000 habitantes Informe OCDE 2007
  16. 16. Características dos profissionais da AP • Accesibilidade • Cercania • Polivalencia • Longitudinalidade Melhoramos a • Gestão eficiencia da incerteza de toda Primum a non nocere • Honradez equipe!!!! • Dedicação • Respeito Autonomia/Confidencialidade • Prudência
  17. 17. Respeito…promovendo autonomia – Em quantos pacientes marquei um retorno esta semana? – Era necessario? – Era pela minha insegurança?
  18. 18. Equidade e lealtade • Dedicar mais tempo a quem mais o precissa • Uso responsável dos recursos • Aprender a dizer NÃO Vamos pensar um pouco… • Faz uma listagem das pessoas que não conseguiste atender nesta semana pq sua agenda estava lotada, e eram pessoas com patologia aguda que realmente estavam precisando • Pensa nas VDs,foram necessarias, resolutivas? E as que deixei de fazer pq não estavam programadas?
  19. 19. Prudência Vamos pensar em atividades pouco eficaces que são feitas habitualmente na consulta, alguma de carácter preventivo
  20. 20. Deixar de fazer para poder fazer
  21. 21. Considerações previas • Experiências proprias ou de outros • Quase todo é opinavel (não existem evidencias) • Não precisamos concordar • Não sirven universalmente os “modelos únicos” • No existem receitas mágicas • Existem conceitos adaptaveis • Provocação como elemento motivador
  22. 22. A sociedade e o sistema de saúde muda ... e a demanda também
  23. 23. Dependencia do sistema sanitario • A dependència que as pessoas têm do Sistema de Saúde tem origem na creênça de obter um beneficio dos repetidos contatos com o sistema • Mas será que assim mesmo?
  24. 24. A Medicina, um factor de risco • Os efeitos adversos da atenção sanitaria representam um dos principais factores de risco
  25. 25. Uma consulta nada infrequente Quanto mais melhor!!!???? • Bom dia, queria fazer uns examenes, mas quantos mais completos melhor. • O que quer dizer com muito competos? O que quer que pesquisemos? • Não se… Você que sabe, você e o médico!!! NÃO SE O QUE QUERO... ...MAS QUERO MUITO!!!
  26. 26. Sempre têm que fazer alguna coisa? PRIMUM NON NOCERE
  27. 27. «A tarefa diagnóstica do especialista é reducir a incerteza, explorar o possível, e marginalizar o erro. Contrasta abertamente com a do médico geral, a tarefa de este é aceitar a incerteza, explorar o provavel e marginalizar o perigo”. Marshall Marinker
  28. 28. Análises da demanda
  29. 29. A etiología da demanda
  30. 30. Frecuentação vs população Bellon JA. Aten Primaria. 2006: 38: 293-8
  31. 31. O que fazer para poder fazer? Por números as sensações 1.Cuantificar a realidade 2.Avaliar a qualidade
  32. 32. INDICADORES CUANTITATIVOS DA DEMANDA • Presão assistencial (visitas / profissional / día) • Frequentação (visitas / habitante / ano)
  33. 33. Frequentação • População cadastrada • População estimada • População utilizadora: 1 visita nos últimos 3 anos • População atendida: visita no último ano
  34. 34. Factores que influenciam a utilização da Unidade • Factores do usuario • Factores do profissional • Factores de organização
  35. 35. Possíveis situações de Pressão e frequentação Alta Alta frequencia frecuentación Baixa Baja frecuentación frequencia Muitas pessoas -Organização inadequada Alta presión asistencial Situación A Situación B Baja presión asistencial Poucos recursos -Atividade inducida pelo professional -Morbilidade elevada Situación C Situación D pressão assistencial Situação A Situação B Baixa pressão assistencial Situação C Situação D Area rural Area urbana clase alta
  36. 36. ANALISE QUALITATIVO-QUÉ ATENDEMOS NA CONSULTA DE AP? 1.Segundo motivo • Assistencial • Administrativo 2.Segundo previsibilidade • Motivo Prevísivel Iniciativa do profissional • Motivo Não prevísivelIniciativa do paciente 3.Segundo utilidade em saúde
  37. 37. ANALISE QUALITATIVO-QUÉ ATENDEMOS NA CONSULTA DE AP? re Previsivel Imprevisivel Asistencial Administrat. B C Receitas Renovação de atestado SISREG Relatorios Atestado Eduação fisica Riocard Crónicos Exames Patologia aguda marcar COMPARTILHAR Tirar da consulta
  38. 38. Analizando… • Todo o previsível se marca • Todas as tarefas burocráticas tem que sair da consulta • Todo o assistencial se compartilha com criterios de eficiência. • Ser resolutivos para os pacientes que são atendidos hoje • Deixar sempre a porta aberta…com indicações claras
  39. 39. Consultas não presenciais • Resultados de exames • Patologia aguda e crónica assistencial • Administrativa • Educação para a saúde(web 2.0, blogs, e-consulta)
  40. 40. Analise segundo utilidade https://www.youtube.com/watch?v=FqQ-JuRDkl8
  41. 41. Analise segundo utilidade Excesos de controles Excesos terapéuticos Excesos de prevenção
  42. 42. Clasificação de conteúdos segundo utilidade e complexidade Eliminar Reorientar Redistribuir
  43. 43. Qué podemos Fazer na ESF?
  44. 44. A adecuação dos circuitos (redisenho)
  45. 45. Regras de ouro da organização das equipes de ESF • Trabalhar em equipo “Todos os membros da equipe trabalham” • Ser eficientes “Cada coisa se faz no lugar e é feita pelo profissional que seja mais eficiente”
  46. 46. Reorganização de atividade segundo necesidade medica: A renovação da AP desde a consulta Bodenheimer T. Transforming Practice. N Engl J Med 2008; 359:2086-2089.
  47. 47. Sempre tem que adaptar o modelo á realidade local Não consigo entender que pode estar dando errado!!!!???
  48. 48. Modelos organizativos da relação médico/enfermera
  49. 49. ORGANOGRAMA DA CF Director CAP Gerente MEDICOS ENFERMERAS Técnicos de enfermagem ACS
  50. 50. Qué entendemos por uma equipe na ESF? • Conjunto de profissionais (generalmente medic@ e enfermer@) • Responsabilidade de oferecer serviços de AP a uma população determinada • Trabalham em equipo de forma complementaria • Criterios comunes com visões, en ocasiones, diferentes • São vistos como uma equipe pela sua população
  51. 51. DEFINIENDO EL MODELO DE RELACIÓN INTERPROFESIONAL COM CONTRA Perto de PARA Qual preposição escolher? SIN
  52. 52. Você vai fazer suas coisas e eu as minhas Uma boa definição de tarefas e funções permite ter uns trabalhadores mais eficientes As funções devem estar bem definidas
  53. 53. A interseção de funções faz o sistema ser mais elástico, maior capacidade de adapatação
  54. 54. Quais seriam as implicações assistenciais que derivariam de um trabalho em equipe compartilhado? • Os pacientes são responsabilidade de toda a equipe • A marcação de visita para um ou outro é só a forma de acceso (condicionado por aspeitos organizativos, culturales...), a finalidade do paciente é que seu problema seja resolvido • Qualquer um pode atender a qualquer paciente e resolver seu problema si tem capacidade para faze-lo
  55. 55. Como se traduce um trabalho em equipe na práctica diaria? • Horarios comunes • Espaço de trabalho común • Mínima “centralização” • Criterios comunes • Protocolização • Revisão conjunta de processos e resultados
  56. 56. Papel da enfermería? Algumas referências
  57. 57. Conclusion. An extended programme of nurse management for same day consultation of patients with minor illnesses showed an acceptably high rate of resolution and low rate of return to consultation. The application of such programmes in extensive areas is feasible and effective.
  58. 58. Mas... Patologias agudas? Horrocks S et al. BMJ 2002; 324: 819-23
  59. 59. Problemas legais?? • Enfermagem não têm capacitade legal para diagnostico de doenças, nem para prescripção de fármacos. • Solucão: Protocolização adecuada dos procesos.
  60. 60. ACS • Potencialidades • Desafíos • Reformar atributos • Qualificar/capacitar • “Administrativos assistenciais”? • Nossos aliados nos fluxos da demanda?
  61. 61. A adecuação da agenda
  62. 62. Agendas? • As agendas não são instrumentos para disminuir a demanda. • Sirver para ordenar a demanda e gestionar o tempo de consulta • Deve se adequar à realidade que temos e não ao que gostariamos ou à nossa area de confort • Mudar a realidade não depende da agenda • As agendas devem se adaptar as necesidades dos pacientes e não as nossas
  63. 63. Características básicas de la agenda • Número de marcações superior a media (prevenção lista de espera) • Não deve ser “sectorizada” (programada/demanda, saúde da mulher…) • O tipo de visita não deve determinar o tempo de consulta • Distribuir espaços vazios de forma homogenea • Adaptável as variações da demanda – Difiere segundo o dia da semana – Epidemias, situações de violência • “Espaços” de recuperação do atraso • Agenda complementaria medico-enfermera • Individualização de tiempo de consulta (ritmo personalizado) • Gestión da “expectativa de espera” (lista, hora com número...) • As agendas devem ser pessoais
  64. 64. Agendas • As agendas devem ser especificas de cada profissional • Sem afetar ao funcionamento global da equipe • Cumprindo os minimos da CAP
  65. 65. •Alguns pacientes querem ser atendidos sempre por SEU medico 20% pacientes -> 80% visitas
  66. 66. Outros pacientes querem ser atendidos por UM medico, mas cedo e com um horario abrangente 80% pacientes -> 20% visitas
  67. 67. Atendendo demanda do mesmo dia. Fazer hoje o trabalho de hoje. • O melhor modelo é aquele que é consensuado por todos os professionais da unidade • Um circuito não atende “urgencias”, atende demandas do mesmo dia de forma resolutiva • A demanda não se creia nem se destrui, a demanda se transforma • Contribução de todos os professionais.
  68. 68. Modelo de acesso avanzado • Para implementarlo têm que conhecer previamente: – A demanda existente (não a oferta que conheceremos depois) – A capacidade de marcações que poderemos oferecer – O volume de população – A listagem de espera – A capacidade para o próximo mes – Longitudinalidade da atenção
  69. 69. Modelo de aceso avanzado • Para esto preciso realizar os seguintes 6 pasos: – Equilibrar oferta e demanda – Disminuir / eliminar a lista de espera – Reducir ao mínimo o tipo de marcações – Desenvolver um plano de contingencias (gripe, segundas-feiras, post-ferias...) – Reducir e modular a demanda – Incrementar a oferta efectiva
  70. 70. CONCLUSÕES • Não é falar o que é bom • Temos que ter clareza de que existen diferentes perfiles de pacientes que requerem diferentes ofertas de serviço • Temos que ter clareza de que não temos “clonar” ou cronificar o modelo, pelo contrario temos que fazer que evolucione.
  71. 71. Atenção domiciliar/Quando? Imposição /oportunidade Longitudinalidade Coordenação Tecnologia/tipos
  72. 72. 08:00 08:15 08:30 08:45 08:52 08:59 09:06 09:13 09:20 09:27 09:34 09:41 09:48 09:55 10:02 10:09 10:16 10:23 10:30 10:37 10:42 10:49 10:56 11:30 11:37 11:44 11:51 11:58 12:05 12:12 12:19 12:26 12:33 12:40 12:47 12:54 13:01 13:08 13:38 14:08 14:38 15:00 15:30 15:37 15:44 15:52 17:00 22:00 Sabado Atenção Continuada Segunda feira Terça feira Quarta feira Quinta-feira/Tarde Sexta-feira Anticoagulação Anticoagulação Anticoagulação Anticoagulação Anticoagulação Anticoagulação Anticoagulação Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Administrativo Prontuario/exames Programada Programada Programada Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Atenção Continuada Demanda Demanda Sessão clínica Sessão clínica Sessão clínica Sessão clínica Sessão clínica Sessão clínica Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Atenção domiciliar Atenção domiciliar Atenção domiciliar C. telefonicos/email Prontuario/exames Programada Programada Programada Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Atenção domiciliar Atenção domiciliar Atenção domiciliar C. telefonicos/email Demanda Demanda Atenção domiciliar Atenção domiciliar Atenção domiciliar C. telefonicos/email Demanda Demanda Atenção domiciliar Atenção domiciliar Atenção domiciliar C. telefonicos/email Prontuario/exames Demanda Demanda Programada Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Demanda Atenção domiciliar Atenção domiciliar Atenção domiciliar Telefone/email/RC Agenda padrão
  73. 73. ¿Por aonde começamos?
  74. 74. Metodologia para analise da demanda
  75. 75. E agora … • Todo pode melhorar • Precisamos ser flexiveis e creativos • Estar abertos a mudanças • Pode se trabalhar menos obtendo os mesmos resultados
  76. 76. Sem medo as mudanças!! Obrigada

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