Anatomia do Pescoço

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Slide Sobre Anatomia do pescoço humano elaborado pela Professora Doutora Andréa Beatriz Bonsi

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Anatomia do Pescoço

  1. 1. Anatomia do Pescoço Profa. Dra. Andréa Beatriz Bonsi
  2. 2. Limites pescoço
  3. 3. Músculos Supra e Infra-hióideos
  4. 4. Osso hióide Corpo Corno menor Corno maior
  5. 5. Funções -Agem como um grupo -Importância para a deglutição -mantém o osso hióide- base firme para movimentos da língua -elevam ou abaixam o osso hióide
  6. 6. Músculos Infra-hióideos Esterno-hióideo; Omo-hióideo; Esternotireóideo; Tireo-hióideo.
  7. 7. Esterno-hióideo Origem: 1º costela; face externa do manúbrio do esterno; Inserção: corpo do hióide;
  8. 8. Esterno-hióideo
  9. 9. Omo-hióideo Origem do ventre inf.: escápula Inserção do ventre inf.: tendão intermediário; Origem do ventre sup.: tendão intermediário; Inserção do ventre sup.: corpo do hióide (borda inferior) .
  10. 10. Omo-hióideo Ventre superior Ventre inferior
  11. 11. Esternotireóideo Origem: 1º costela, face interna do manúbrio do esterno; Inserção: cartilagem tireóidea da laringe;
  12. 12. Esternotireóideo
  13. 13. Tireo-hióideo Origem: cartilagem tireóidea da laringe; Inserção: osso hióide (margem inferior)
  14. 14. Tireo-hióideo
  15. 15. Músculos Supra-hióideos: funcionam como antagonistas dos infra-hióideos Músculo digástrico; Músculo estilo-hióideo; Músculo milo-hióideo; Músculo genio-hióideo.
  16. 16. Digástrico Origem do ventre posterior: incisura mastóidea; Inserção do ventre anterior: fossa digástrica; tendão intermediário
  17. 17. Estilo-hióideo Origem: processo estilóide; Inserção: osso hióide;
  18. 18. Milo-hióideo Origem: linha milo-hióidea; Inserção: osso hióide;
  19. 19. Milo-hióideo
  20. 20. Milo-hióideo
  21. 21. Genio-hióideo Origem: espinha geniana Inserção: Corpo do hióide;
  22. 22. Genio-hióideo
  23. 23. Pescoço
  24. 24. Trígono cervical posterior (TCP). C - clavícula; M - mandíbula; MEC - músculo esternocleidomastóideo; MTZ - músculo trapézio; 1 - nervo acessório espinhal (NAE); 2 - nervo auricular magno (NAM); 3 - nervo occipital menor; 4 - porção supra-clavicular do plexo braquial
  25. 25. Dente Dente vertebrais vertebrais
  26. 26. Vascularização do Pescoço
  27. 27. Arco Aórtico • Tronco braquiocefálico a. carótida comum D a. subclávia D • Artéria carótida comum E • Artéria subclávia E aa. subclávias originam aa. vertebrais que se unirão para formar a a.basilar – sistema vértebro basilar do encéfalo
  28. 28. Artéria Carótida Externa Ramos Anteriores a. tireóidea superior a. lingual a. facial Ramos Mediais a. faríngea ascendente a. occipital Ramos Posteriores a. auricular posterior Ramos Terminais a. temporal superficial a. maxilar
  29. 29. Artéria Tireóidea Superior • Primeiro ramo da a. carótida externa • Principais subdivisões – a. laríngea ascendente – ramo anterior – ramo posterior • Áreas de irrigação: mm. Infra-hióideos, m. esternocleidomastóideo, mm. da laringe e a glândula tireóide
  30. 30. Artéria Lingual • Parte da a.carótida externa na altura do corno maior do osso hióide • Principais subdivisões – Ramos dorsais – a. sublingual – a. profunda da língua • Áreas de irrigação: língua, tonsila palatina, epiglote, gl. sublingual, m. milohióideo.
  31. 31. Artéria Facial • Parte cranialmente a a. lingual, as vezes do tronco línguo-facial. • Trajeto sinuoso • Principais subdivisões – a. palatina ascendente – a. submental – a. labial superior e inferior – a. angular • Áreas de irrigação: arcos palatinos e tonsila, glândula submandibular, lábios e dorso nasal.
  32. 32. Artéria Faríngea Ascendente • Ramo medial • Anastomoses com palatina ascendente • Áreas de irrigação: mm. da faringe, tonsila, periósteo da cavidade craniana posterior. Artéria Occipital • Ramo posterior, parte da mesma altura que a a. facial • Áreas de irrigação: pele e mm. occipitais, m. esternocleidomastóideo Artéria Auricular Posterior • Ramo posterior • Anastomoses com ramos da a. occipital e temporal superficial
  33. 33. Artéria Temporal Superficial • Ramo terminal • Atravessa a gl. parótida e ascende anteriormente a orelha externa • Áreas de irrigação: gl. parótida, gálea aponeurótica, m. temporal, mm. da mímica facial. • Principais subdivisões: – – – – Ramos frontal e parietal Artéria temporal média Artéria transversa da face, abaixo do arco zigomático Artéria zigomático-orbital, acima do arco zigomático
  34. 34. Artéria Maxilar • Ramo terminal • Origina-se medialmente a região do colo do côndilo da mandíbula, curso anterior e medial na fossa infratemporal, na maioria dos casos lateralmente ao m. pterigoideo lateral, até penetrar na fossa pterigopalatina • Envia 14 ramos, que podem ser divididos em ascendentes, descendentes, anterior e terminais.
  35. 35. Artéria Maxilar • Ramos ascendentes – a. auricular profunda – a. timpânica anterior – a. meníngea média – a. temporal profunda anterior – a. temporal profunda posterior • Áreas de irrigação: ATM, tímpano, periósteo da fossa média do crânio, m. temporal
  36. 36. Artéria Maxilar • Ramos descendentes – a. alveolar inferior m. milohióideo a. milohióidea Polpa dental a. mentual Osso alveolar Gengiva lingual – a. massetérica – a. pterigóidea – a. bucal Pele e mm do mento m. bucinador, mucosa jugal e gengiva vestibular – a. alveolar superior posterior Osso alveolar, polpa dental e – a. alveolar superior anterior gengiva vestibular dos dentes superiores
  37. 37. Artéria Maxilar • Ramo anterior a. infraorbital Parte anterior da bochecha, raiz do lábio superior • Ramos terminais Septo nasal – a. esfenopalatina – a. do canal pterigóideo Conchas nasais a. palatina maior aa. palatinas – a. palatina descendente menores Palato duro posterior Palato mole
  38. 38. Principais veias da face • Veia facial + • Veia retromandibular Veia facial comum v. maxilar v. temporal superficia Veia jugular interna
  39. 39. Principais veias da face • Veia jugular externa vv. auriculares posteriores vv. occipitais • Veia Jugular anterior: nem sempre presente, pode formar o arco jugular. v. Jugular interna + v. subclávia = v. braquiocefálica v. Braquiocefálica D + E = v. cava superior
  40. 40. Drenagem Linfática • Capilares linfáticos – vasos linfáticos – ducto torácico ou ducto linfático direito • Linfa • Linfonodos (primário, secundário, terciário...) • Principais cadeias de linfonodos da cabeça e pescoço: retroauriculares, pré-auriculares, parotídeos, occipitais, submentuais, submandibulares, cervicais superficiais, cervicais profundos e retrofaríngeos.
  41. 41. Linfonodos auriculares, parotídeos e occipitais • Drenagem de pele e couro cabeludo das regiões frontal, temporal, parietal e occipital, porções laterais das órbitas e pálpebras, além da gl. parótida
  42. 42. Linfonodos submentuais • Localizados entre o mento o osso hióide e os ventres anteriores dos mm. digástricos D eE • Drenagem do lábio inferior (parte central), pele do mento, ponta da língua, parte anterior do soalho bucal e dentes incisivos e caninos inferiores.
  43. 43. Linfonodos submandibulares • Localizados entre o ventre anterior do m. digástrico e a margem inferior do corpo da mandíbula nos lados D e E. • Grupos anterior, médio e posterior • Drenagem dos dentes inferiores e superiores, menos os incisivos inferiores; drenagem do lábio superior e partes laterais do inferior, drenagem das partes anteriores da cav. nasal e palato e drenagem do corpo da língua.
  44. 44. Linfonodos retrofaríngeos Localizados posteriormente à faringe, na altura da primeira vértebra cervical, drenam a faringe, seios paranasais, palato mole e cavidade nasal Linfonodos cervicais • Superficiais: região superior do pescoço entre o ramo da mandíbula e o m. esternocleidomastóideo – Drenagem do lobo da orelha e pele da área. • Profundos: superiores e inferiores, acompanham o n. acessório e a v. jugular interna – Superiores: nódulo júgulo-digástrico – Inferiores: nódulo júgulo-omohióide Drenagem direta da base da língua, região sublingual e palato mole
  45. 45. Sequência da drenagem linfática Linfonodos pré e retroauriculares Linfonodos submentuais Linfonodos retrofaríngeos Linfonodos cervicais superficiais Linfonodos submandibulares Linfonodos cervicais profundos superiores Linfonodos cervicais profundos superiores Linfonodos cervicais profundos inferiores
  46. 46. Coluna vertebral: Descrição Geral • Conceito • Funções:
  47. 47. Ossos – Coluna Vertebral È formada por 33 vértebras – Classificação: ossos irregulares – 7 cervicais – 12 torácicas – 5 lombares – 5 sacrais (fundidas – osso sacro) – 4 coccígenas (fundidas – osso cóccix)
  48. 48. Coluna Vertebral • Curvaturas: Primárias: torácica e sacral: desenvolvimento no período fetal Secundárias: cervical e lombar: após o nascimento; (cabeça da criança ereta e postura ereta)
  49. 49. Estrutura geral das vértebras
  50. 50. Diferenciação entre as vértebras Vértebras cervicais Processo espinhoso bífido Forames transversários Vértebras torácicas Corpo em forma de coração Forame vertebral arredondado Fóveas costais Vértebras lombares Corpo elíptico Forame vertebral triangular Processo espinhoso quadrangular Processo costiforme.
  51. 51. Ossos vértebras: Características específicas. Atlas- primeira vértebra cervical (Vistas superior e inferior) Áxis- segunda vértebra cervical (Vistas anterior e posterior)
  52. 52. Coluna Vertebral (cervical) Vista posterior vértebras cervicais Segunda vértebra cervical até primeira torácica
  53. 53. Diferenciação entre as vértebras Vértebra torácica Vértebra lombar
  54. 54. Sacro e Cóccix
  55. 55. Articulações Cartilagíneas • Sínfise intervertebral – Anel fibroso: fibrocartilagem – Núcleo pulposo: mais cartilagíneo e elático do que fibroso (absorção de choques, coxim amortecedor de peso)
  56. 56. Articulações Fibrosas • Ligamentos longitudinais anterior e posterior • Ligamentos amarelos (união dos arcos vertebrais) • Ligamentos nucal, supraespinal e interespinal
  57. 57. -nervos: 31 pares: 8C, 12T, 5L, 5S, 1C -cauda equina (feixe de nervos no final da medula)
  58. 58. Alterações Patológicas da Coluna Vertebral São três (3) as principais deformações angulares da coluna vertebral: * Hipercifose – excessiva curvatura da região torácica para trás (gibosidade ou corcunda); Maior que 40 graus * Hiperlordose – exagerada curvatura na região lombar da coluna. Maior 60 graus. * Escoliose – curvaturas, não fisiológicas, laterais da coluna. * Espondilolistese - é o termo usado para descrever o escorregamento para frente de um segmento vertebral superior sobre um segmento inferior
  59. 59. Alterações Patológicas da Coluna Vertebral Ângulo de Coob
  60. 60. Alterações Patológicas da Coluna Vertebral
  61. 61. Alterações Patológicas da Coluna Vertebral Escoliose em S
  62. 62. Alterações Patológicas da Coluna Vertebral Escoliose em C
  63. 63. Alterações Patológicas da Coluna Vertebral Escoliose em C
  64. 64. Alterações Patológicas da Coluna Vertebral
  65. 65. Alterações Patológicas da Coluna Vertebral Teste de inclinação anterior da coluna vertebral positivo.
  66. 66. Alterações Patológicas da Coluna Vertebral Colete cervico-toraco-lombo-sacro
  67. 67. Alterações Patológicas da Coluna Vertebral Ângulo de Coob (Escoliose) a) 0º à 10º – não há necessidade de tratamento fisioterápico. b) 10º à 20º – há necessidade de tratamento fisioterápico. c) 20º à 30º – tratamento fisioterápico e uso de colete ortopédico ou Milwakee. d) 30º à 40º – uso de colete ortopédico ou Milwakee. e) 50º à 60º – somente tratamento cirúrgico.
  68. 68. Alterações Patológicas da Coluna Vertebral Espondilolistese.
  69. 69. Alterações Patológicas da Coluna Vertebral Hipercifose - > 40º
  70. 70. Alterações Patológicas da Coluna Vertebral Hiperlordose - > 60º

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