Metodologias Ágeis: case de sucesso

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Metodologias Ágeis: case de sucesso

  1. 1. Metodologias Ágeis – Case de Sucesso Alberto Campos – Diretor de TI - Localiza Rent a Car
  2. 2. Agenda • Por que ser Ágil? • Adaptação do manifesto ágil para nossa realidade • Métodos e Ferramentas • Conclusão
  3. 3. Social Mobilidade Excesso de informação Nuvem Application Leaders Business Executives External Stakeholders Professional Services Companies Providers CIO/ IT Leadership Business Function, Domain Leaders Regulators Business Analysts (BPM/BPI) CFO/COO End Users PMO Por que ser Ágil?
  4. 4. Histórico Metodologias ágeis implantadas na TI Escritório de Projetos Escritório de Processos  ...
  5. 5. Meta Ano Média 42 Área: Tecnologia da Informação Responsável: Renato Ávila Atingimento da Meta YTD Crescimento YTD Indicador: Indicador de capacidade GEPRO (projetos em andamento) 8,5% 43,3% Indicador de Desempenho 32 - - - - - - - - - - - - - 22 28 28 31 29 29 26 33 38 39 39 39 32 - 42 47 44 49 51 54 - - - - - - 48 0 10 20 30 40 50 60 2012 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acum. Histórico Ano Anterior Realizado no ano META
  6. 6. Meta Ano Média 0 Área: Tecnologia da Informação Responsável: Renato Ávila Atingimento da Meta YTD Crescimento YTD Indicador: % de desvio de Prazo dos projetos 24,5% 11,5% Indicador de Desempenho 14,93% 14,93% 14,93% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 7,00% 6,62% 7,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 3,44% 0% 2% 4% 6% 8% 10% 12% 14% 16% 2012 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acum. Histórico Ano Anterior Realizado no ano META
  7. 7. Meta Ano Média 5% Área: Tecnologia da Informação Responsável: Renato Ávila Atingimento da Meta YTD Crescimento YTD Indicador: % de desvio de Custos dos projetos 6,5% 18,9% Indicador de Desempenho 2,40% 2,40% 2,40% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 1,65% 0,78% 3,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,45% 0% 2% 4% 6% 8% 10% 12% 14% 16% 18% 2012 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acum. Histórico Ano Anterior Realizado no ano META
  8. 8. Por que ser Ágil?
  9. 9. Desafio Metodologias ágeis implantadas na TI Escritório de Projetos Escritório de Processos  ...  Evoluir o modelo para toda a empresa  Processos corporativos  Projetos corporativos
  10. 10. Agenda • Por que ser Ágil? • Adaptação do manifesto ágil para nossa realidade • Métodos e Ferramentas • Conclusão
  11. 11. Adaptação do manifesto ágil para nossa realidade Princípios 1.Simplicidade; 2.Evitar o desperdício; 3.Garantir a satisfação do consumidor entregando rapidamente e continuamente algo de valor; 1. Entregas frequentes (semanas, ao invés de meses); 2. Algo funcionando que atenda ao que foi acordado é a principal medida de progresso do projeto. 4.Responder a mudanças mais do que seguir um plano; 1. Rápida adaptação às mudanças; 2. Até mesmo mudanças tardias de escopo no projeto são bem-vindas. 5.Deve prevalecer o aprendizado e as interações entre as pessoas; 1. Cooperação constante entre pessoas que entendem do 'negócio'; 2. Projetos surgem através por meio de indivíduos motivados; 3. Relação de confiança; 4. Indivíduos e interações mais do que processos e ferramentas; 5. Colaboração com clientes mais do que negociação de contratos. 6.Aprender com o erro.
  12. 12. Agenda • Por que ser Ágil? • Adaptação do manifesto ágil para nossa realidade • Métodos e Ferramentas • Conclusão
  13. 13. Adaptação - Sala de Guerra
  14. 14. Focalizar os esforços em um objetivo comum estratégico que precisa ser atingido. Crises, novas oportunidades, ações preventivas, dentre outras. Através da coleta e processamento das informações qualifica-se o julgamento e o tempo de reação é reduzido; Saber como atuar em um ambiente de incertezas e dificuldades; Comunicação face a face, diálogo eficaz entre os tomadores de decisão. Separação do que é descartável e do que é essencial para decidir e agir Adaptação - Sala de Guerra
  15. 15. É produzido um Plano de Ações (macro) que será executado fora da Sala de Guerra. Sala de Processos Como? Conceitos de Agilidade Sala de Projetos Outras Frentes Adaptação - Sala de Guerra
  16. 16. Project Model Canvas GP PITCH JUSTIFICATIVAS Passado OBJ SMART REQUISITOS CUSTOS EQUIPE PRODUTO RESTRIÇÕES BENEFÍCIOS Futuro GRUPOS DE ENTREGAS LINHA DO TEMPO STAKEHOLDERS Externos & Fatores Externos RISCOSPREMISSAS
  17. 17. Project Model Canvas GP PITCH POR QUE? “Why” O QUE? “What” QUEM? “Who” QUANDO e QUANTO? “When And How much” COMO ? “How” 05
  18. 18. Métodos e Ferramentas - Sala de Projetos Papéis: Senso de Time Colaboração Iniciativa Busca por eliminação de desperdícios Equipe Multidisciplinar
  19. 19. Ferramentas Métodos e Ferramentas - Sala de Projetos
  20. 20. Ferramentas: Planejamento em Releases: Quebrar o Backlog em entregas menores e planejar a execução. Time Boxed Release Release Facilita o acompanhamento e a execução de ações para recuperação. Métodos e Ferramentas - Sala de Projetos
  21. 21. Ferramentas: Time Boxed: Definir janelas de tempo para a execução de cada etapa do processo, tendo como base o valor que será entregue para o negócio. Quando utilizar? Em ambientes complexos e dinâmicos, com necessidade de respostas rápidas ao negócio. “Realizar entregas com frequência, na escala de semanas até meses, com preferência aos períodos mais curtos.” Métodos e Ferramentas - Sala de Projetos
  22. 22. Ferramentas: Daily Meeting: Compartilhar a situação, planos e dificuldades do dia a dia. Duração máxima de 15 minutos. Responder a três perguntas principais: O que foi feito? O que está planejado para fazer? Quais foram os pontos de atenção, impedimentos encontrados? Quando utilizar? Manter a comunicação interna, planejar e priorizar o trabalho diário em conjunto, definindo responsáveis e prazos. Métodos e Ferramentas - Sala de Projetos
  23. 23. Ferramentas: Daily Meeting: Quem Participa? A participação de todos do Time é obrigatória. Outras pessoas podem ser convidadas e participar como ouvintes. Métodos e Ferramentas - Sala de Projetos
  24. 24. Ferramentas: Burn Down Chart: Ferramenta de acompanhamento da evolução diária do trabalho. É a representação gráfica do trabalho restante versus o que foi planejado para execução. Quando utilizar? Quando existem metas diárias de entrega e é necessário um acompanhamento das ações executadas, qualquer atraso deve ser tratado com um plano de ação de recuperação. Métodos e Ferramentas - Sala de Projetos
  25. 25. Ferramentas: Quadro Kanban (Gestão à Vista) : Disponibiliza informações de forma simples e de fácil assimilação. Busca tornar mais fácil o trabalho diário e a busca pela qualidade. Torna possível a divulgação de informações para um número maior de pessoas ao mesmo tempo, alinhando e compartilhando o conhecimento. Quando utilizar? Quando o objetivo é facilitar a comunicação e o acompanhamento das atividades. Métodos e Ferramentas - Sala de Projetos
  26. 26. Ferramentas: Quadro Kanban: Situação Geral Andamento das atividades (o Responsável move o post-it) Pontos de Atenção Metas da Entrega (Prazo e Escopo) Métodos e Ferramentas - Sala de Projetos
  27. 27. Ferramentas: Aumenta o comprometimento da equipe, uma vez que é assumido um compromisso diante do time. Comunica os impedimentos encontrados. Quadro Kanban: Métodos e Ferramentas - Sala de Projetos
  28. 28. Ferramentas: Status Report Quando utilizar? Para promover a comunicação entre todos os envolvidos no projeto. Enviado semanalmente pelo Líder de Projetos. Métodos e Ferramentas - Sala de Projetos
  29. 29. Ferramentas: Reunião de Análise Crítica (Retrospectiva): “Em intervalos regulares, o time reflete em como ficar mais efetivo, então, se ajustam e otimizam seu comportamento de acordo”. Quando utilizar? Quando se deseja evoluir o fluxo de trabalho da equipe, melhorar o senso de time e buscar melhoria contínua. Plano de Ação Pontoa Melhorar Ação Responsável eData Avaliar o que foi bom e o que pode ser melhor. Métodos e Ferramentas - Sala de Projetos
  30. 30. Agenda • Por que ser Ágil? • Adaptação do manifesto ágil para nossa realidade • Métodos e Ferramentas • Conclusão
  31. 31. • Ser ágil não é ser milagreiro. Quem contribui, em muito, para o sucesso de um projeto, são as pessoas envolvidas: sejam desenvolvedores, gerentes, o corpo diretor ou clientes. Todos devem estar cientes do porquê utilizar as técnicas citadas. • Estas são somente algumas práticas que você pode aplicar para complementar seu dia-a-dia no gerenciamento de projetos. • ...enfim: “Analisar o contexto e propor a solução (ferramenta) mais adequada para cada caso. Para quem só tem um martelo, tudo parece prego!” 22/07/2013 TOTUM Consultoria - isabella.afonseca@gmail.com 33 Conclusão
  32. 32. Metodologias Ágeis – Case de Sucesso Alberto Campos – Diretor de TI da Localiza Rent a Car

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