Agricultura Orgânica e Certificação - Canal com o Produtor

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No último dia 20 de junho, o coordenador do Programa Gestão de Unidades de Conservação do Idesam, Eduardo Rizzo, participou do projeto "Canal Aberto com o Produtor", ministrando uma videoaula sobre Agricultura Orgânica e Certificação. Essa é a terceira participação do Idesam no projeto, que também já abordou outros temas com os quais atua, como Mudanças Climáticas e Manejo Florestal.

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Agricultura Orgânica e Certificação - Canal com o Produtor

  1. 1. “AGRICULTURA ORGÂNICA E CERTIFICAÇÃO” CANAL ABERTO COM O PRODUTOR VÍDEO AULA 10 20/06/2013
  2. 2. IDESAM Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas Missão: Promover a valorização e o manejo sustentável dos recursos naturais da Amazônia e buscar alternativas para a conservação ambiental, o desenvolvimento social e a mitigação das mudanças climáticas Programas de Atuação: Carbono Neutro Gestão de Unidades de Conservação Mudanças Climáticas e Pagamentos por Serviços Ambientais Manejo dos Recursos Florestais
  3. 3. NOSSO ASSUNTO DE HOJE:  Agricultura Orgânica: o que é?  Alguns princípios e técnicas  Importância das árvores e das florestas para a agricultura  Sistemas Agroflorestais ou Agroflorestas  Modelos e técnicas de trabalho  Receitas  Garantia Orgânica:  Certificação  OPAC  OCS
  4. 4. O QUE SÃO ALIMENTOS ORGÂNICOS? Para ser considerado orgânico, o produto tem que ser produzido em um ambiente de produção orgânica, onde se utiliza como base do processo produtivo os princípios agroecológicos que contemplam o uso responsável do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais, respeitando as relações sociais e culturais. Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA
  5. 5. PRINCÍPIOS DA AGROECOLOGIA: 1. Biodiversidade 2. Conhecimento tradicional aliado ao científico 3. Visão sistêmica da propriedade 4. Baixa dependência de insumos externos à propriedade 5. Enriquecimento orgânico do solo (folhas, galhos, paú, etc) 6. Reciclagem de nutrientes 7. Sustentabilidade
  6. 6. Convencional Orgânico Suporte para adubos, plantas e irrigação Solos Organismo vivo do qual depende a saúde vegetal Usa defensivo tóxico após adubar plantas com adubos alta solubilidade Saúde vegetal Aduba o solo e nutre as plantas equilibradamente Plantas invasoras são maléficas Plantas invasoras São indicadoras de condição de solo
  7. 7. Convencional Orgânico Insetos, micróbios e fungos são parasitas. Controla sintomas: ação corretiva Pragas e doenças Os chamados “parasitas” indicam que algo está errado. Controla causas: ação preventiva Grandes áreas de monocultura. Não existe diversidade Enfoque Aumento da diversidade com arborização, cul- turas intercaladas.
  8. 8. AGRICULTURA NA AMAZÔNIA  Características  Alta temperatura  Umidade  Solos pobres (ácidos)  Boas práticas:  Usar adubação orgânica  Rotação de culturas e adubação verde  Consorcio de espécies  Cobertura morta do solo  Evitar erosão  Quebra ventos  Arborização  Nutrição equilibrada
  9. 9. ELIMINAR O USO DO FOGO!!!  Por quê?  Pensando na conservação da matéria orgânica, é necessário e plenamente justificado buscar novos processos de produção sem o uso do fogo.  Preparo da área: BROCA – DERRUBA – QUEIMA BROCA – DERUBA – REPICAGEM DA VEGETAÇÃO
  10. 10. POR QUE NÃO QUEIMAR?!?!?!  Vegetação vai apodrecer e formar MATÉRIA ORGÂNICA  queimada. Infelizmente, a tarefa de “repicagem” exige um volume muito maior de mão de obra que no sistema de “roça e queimada”.
  11. 11. COBERTURA VIVA DO SOLO Monocultura: risco de invasão por gramíneas e outras plantas herbáceas de difícil e/ou onerosa eliminação. Agrofloresta: adensar com espécies para formar uma cobertura viva do solo preenchendo pelo menos dois objetivos: a) impedir a invasão por espécies indesejáveis e b) b) gerar uma renda e aumentar a diversidade de plantas.
  12. 12. ADUBAÇÃO VERDE  A adubação verde é feita mediante a aplicação de matéria verde sobre o solo, de plantas de cobertura viva, antes das mesmas apresentar sementes maduras.  Ingá cipó - Inga edulis (árvore).  Palheteira - Clitoria fairchildiana (árvore).  Feijão brabo do Ceará - Canavalia brasiliensis (trepadeira).  Mucuna preta - Mucuna pruriens var. utilis (trepadeira).
  13. 13. COBERTURA MORTA DO SOLO  A formação e manutenção de uma boa cobertura morta são fundamentais para assegurar a sustentabilidade do sistema produtivo.  O solo no entorno das espécies comerciais devem ser ocupado com espécies geradoras de renda ou espécies adubadoras.  A maneira mais recomendada para incrementar e manter a cobertura morta adequada é a prática de podas e rebaixamentos periódicos.
  14. 14. O PAPEL DAS ÁRVORES
  15. 15. AS FLORESTAS:  Possuem árvores de diferentes tamanhos  Muitas variedades de árvores  Vegetação densa  Existe um colchão de matéria orgânica e a terra é escura  No solo existe uma variedade de organismos que transformam a matéria orgânica em adubo  As raízes exploram diferentes profundidades  A vegetação assegura que haja chuvas e que não sequem os olhos d’água  Asplantas e animais estão em perfeita relação e se falta um ou outro ocorre o desequilíbrio  Não apresentam incêndios naturais.
  16. 16. O QUE SÃO SISTEMAS AGROFLORESTAIS (SAFS) OU AS AGROFLORESTAS?  SAFs – são sistemas de uso e manejo da terra nos quais plantas perenes lenhosas (árvores, arbustos, palmeiras, bambus) são intencionalmente utilizadas e manejadas no espaço e no tempo, em associação com cultivos agrícolas e/ou animais.  A reciclagem mais eficiente dos nutrientes é uma característica marcante deste sistema de produção. A biomassa depositada no solo pela queda de folhas, pela poda de ramos e por resíduos das culturas anuais melhora a oferta de nutrientes aos cultivos e favorece a atuação de microorganismos benéficos do solo.
  17. 17. Distribuição no tempo de sistemas agroflorestais:  Quanto à distribuição dos componentes de SAFs na escala do tempo, distinguem-se duas categorias principais:  Os SAFs consorciados o tempo todo (por exemplo: o consórcio banana, ingá-cipó, cacau e freijó)  E os SAFs sequenciais como é o caso da sequência “roça - capoeira - roça”.
  18. 18.  Principais (de interesse): geram renda ou que contribuem na segurança alimentar do agricultor e sua família.  No decorrer da formação progressiva do SAF, convém escolher espécies gerando renda em :  curto prazo (arroz, milho, feijão, hortaliças, mamoeiro, etc.)  fruteiras precoces e  cultivos “persistentes” que continuem produzindo debaixo de sombra não exagerada (bananeiras, gengibre, araruta, abacaxi, etc..) e cultivos agrícolas perenes (café, pupunha, camu-camu, castanha, piquiá, cacau, araçá-boi etc..).  Devemos também incorporar espécies de valorização econômica gerando renda maior, de médio a longo prazo  Nas pastagens, as árvores de sombreamento devem ser sempre enfolhadas e não apresentar riscos de intoxicar os animais. ESCOLHA DAS ESPÉCIES
  19. 19.  Importante considerar a “densidade” dos plantios iniciais.  Um SAF “muito aberto” pode ser invadido por plantas herbáceas e arbustivas nocivas.  Importante: Espécies de serviço (adubadoras / cobertura)!!!!!  A fase de implantação (1o e 2o ano) é a mais complicada e precisa de maior cuidado com o manejo, fazendo podas e roçando as coroas das plantas colocando matéria orgânica na região da raiz dela. MANEJO
  20. 20.  Corta-se plantas que já completaram seu ciclo ou que estão pouco vigorosas.  A poda deve sempre ser feita com alguma função e deve haver mais de um motivo para realizá-la.  Poda de raleio  Poda de estratificação  Poda drástica para adubação PODA
  21. 21.  A montagem da pilha deve ser feita preferencialmente em terreno levemente inclinado para evitar que a água empoce na época das chuvas.  O local escolhido deve ficar localizado próximo a uma fonte de água para facilitar a irrigação.  O preparo, sempre que possível, deve ser feito onde se encontra a maior quantidade de matéria- prima ou próximo de onde vai ser instalada a cultura a ser adubada com o composto.  Escolhido o local, demarca-se no chão uma área de 3 a 4 metros de largura e altura de 1 metro. COMPOSTAGEM
  22. 22.  A medida que se completa a formação de cada camada, deve ser feita a irrigação. Completada a formação da primeira camada de restos vegetais, dispõe-se sobre esta uma camada de meios de fermentação. Deve-se guardar uma proporção de no máximo, três volumes de restos vegetais para um de meios de fermentação.  A formação da pilha deve prosseguir alternando a camada de restos vegetais com a de meios de fermentação e irrigando-se, sem encharcar ou deixar escorrer água pela base do composto.  Os materiais devem ser colocados sem serem compactados ou pisoteados, procurando-se ter o máximo de espaços vazios, para garantir arejamento ao composto. COMPOSTAGEM
  23. 23.  Quanto à forma das pilhas, recomenda-se para as estações chuvosas, que se montem as pilhas com formato triangular com o ápice ligeiramente arredondado. O revolvimento do composto pode ser feito cortando-se com pá ou forcado de dentes estreitos, primeiramente as partes mais externas do material, as quais serão colocadas no centro da composteira; a porção interna do material será colocada sobre a anterior, promovendo-se assim uma completa inversão, isto é, a camada de fora vai para dentro e a de dentro vai para fora.  Usar 2 a 4 litros (1 a 2 kg) por metro quadrado ou em covas para adubação. COMPOSTAGEM
  24. 24. MATERIAIS Sobras de cozinha, do roçado Folhas de bananeira, embaúba Restos de peixe Casca de ovos Plantas aquáticas Capim verde Esterco de galinha ou pato Folhas secas e galhos Terra preta Cinza de fogão Paú Serrapilheira
  25. 25.  É necessário trabalhar a melhoria do solo, princípio de sistema equilibrado. As plantas ficam mais doentes se estão sob condições de seca, falta de nutrientes e condições não adequadas de microclima.  Defensivos alternativos  É sempre necessário cuidado ao manusear estes produtos. Para consumir os alimentos que foram aplicados estes produtos esperar 5 dias. CONTROLE ECOLÓGICO DE PRAGAS E DOENÇAS
  26. 26. INSETICIDA DE TUCUPI:  É o suco leitoso, extraído da mandioca ralada, por compressão.  Utilizar 2 litros de tucupi no formigueiro para cada olheiro, repetindo a cada 5 dias.  Em tratamento de canteiro, regar o canteiro usando 4 litros de tucupi e uma parte de água, acrescentando 1% de açúcar ou farinha de trigo. Aplicar em intervalos de 14 dias, pulverizando ou irrigando.  Indicações: fungos de solo, nematóides, formigas, pragas de solo, ácaros, pulgões e lagartas
  27. 27. INSETICIDA DE PIMENTA DO REINO E ALHO  100 g de pimenta do reino  2 litros de álcool  100g de alho  Pegar 100g de pimenta, juntar 1 litro de álcool, tampar e deixar descansar por 1 semana.  Triturar 100g de alho e juntar 1 litro de álcool, tampar e deixar descansar por 1 semana.  Na hora de usar dissolver 50 g de sabão neutro em 1 litro de água quente, pegar um copo de extrato de pimenta e meio copo de extrato de alho. Juntar 10 litros de água misturar e depois completar mais 10 litros (total 20 litros da mistura). Pulverizar com bomba costal.
  28. 28. BIOFERTILIZANTES  Na lavoura o biofertilizante deve ser aplicado nas horas mais frescas do dia, isso tanto para folha quanto para solo. Se a lavoura estiver limpa não se deve usar o biofertilizante.  Se a lavoura estiver florida não deve ser aplicado o biofertilizante, pois os insetos que são responsáveis pela polinização podem fugir.  A caixa contendo o biofertilizante deve ser mantida sempre destampada e no sol. O biofertilizante pode durar até mesmo anos e para mantê-lo vivo é preciso estar sempre cuidando dele com restos de frutas e verduras, e acrescentando água.
  29. 29. BIOFERTILIZANTE 1  Para 200 litros de biofertilizante, misturar:  40 kg de esterco verde com 6,0 kg de mato fresco e vigoroso.  1,0 litro de vinho de açaí ou vinho de patauá  1,0 litro de melaço (ou 0,5 kg de açúcar),  20 litros de folhas picadas de leguminosas  2kg de massa de mandioca fermentada (puba)  0,5 kg de calcário  0,5 kg de restos de peixe  0,5 kg de cinzas  Deixar fermentando por 30 dias antes de coar e usar.
  30. 30. BIOFERTILIZANTE 2  100 litros de água  70 l de esterco bovino  05 kg de esterco de galinha poedeira  01 kg de açúcar mascavo  Depois de misturado tudo de uma só vez, espera-se uma semana. É usado a 50%, ou seja, um litro do produto diluído em um litro de água e colocado no solo com o regador sem crivo, junto aos pés da planta.
  31. 31. AGRICULTURA ORGÂNICA NO BRASIL
  32. 32. UM POUCO DA SITUAÇÃO ATUAL...  Produção orgânica no Brasil cresce 30% ao ano  Ocupa uma área de 6,5 milhões de hectares de terras (segunda posição dentre os maiores produtores mundiais de orgânicos)  Principalmente devido ao extrativismo sustentável de castanha, açaí, pupunha, látex, frutas e outras espécies das matas tropicais, principalmente da Amazônia  Pelo menos 80% dos projetos certificados no Brasil são de pequenos agricultores familiares (cerca de 20 mil agricultores) Fonte: Instituto Biodinâmico – IBD
  33. 33. UM POUCO DA SITUAÇÃO ATUAL...  Cerca de 75% da produção nacional de orgânicos é exportada, principalmente para Europa, Estados Unidos e Japão  A soja, o café e o açúcar lideram as exportações  No mercado interno, os produtos mais comuns são as hortaliças Fonte: Instituto Biodinâmico – IBD
  34. 34. LEI DE ORGÂNICOS DO BRASIL  A cultura e comercialização dos produtos orgânicos no Brasil foram aprovadas pela Lei 10.831, de 23 de dezembro de 2003. Sua regulamentação, no entanto, ocorreu apenas em 27 de dezembro de 2007 com a publicação do Decreto Nº 6.323.  O comércio de produtos orgânicos no Brasil, bem como no mundo, depende da relação de confiança entre produtores e consumidores e dos sistemas de controle de qualidade.
  35. 35. COMISSÃO DE PRODUÇÃO ORGÂNICA  Finalidade: auxiliar as ações necessárias para o desenvolvimento da produção orgânica brasileira, tendo por base a integração entre os diversos agentes da rede de produção orgânica, do setor público e privado, e a participação efetiva da sociedade no planejamento e gestão democrática das políticas públicas Comissão Nacional de Produção Orgânica - CNPOrg Comissão Estadual de produção Orgânica do Amazonas – CPOrg/AM Comissão Estadual de produção Orgânica do Pará – CPOrg/PA Comissão Estadual de produção Orgânica de São Paulo – CPOrg/SP
  36. 36. Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica – SisOrg Sistemas Participativos de Garantia Organismo Participativo de Avaliação da Conformidade - OPAC Venda Direta sem Certificação Certificação Independente Certificação por auditoria CONTROLE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA
  37. 37. CERTIFICAÇÃO POR AUDITORIA  Certificadoras públicas ou privadas credenciadas pelo MAPA  Procedimentos e critérios reconhecidos internacionalmente para organismos de avaliação da conformidade  Requisitos técnicos estabelecidos pela legislação brasileira para a agricultura orgânica  Certificadora independente, sem vínculo direto com quem produz ou com quem compra  A certificadora:  responsável por incluir o produtor no Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos e a autorizá-lo a utilizar o selo do SisOrg
  38. 38. TEM QUE SER AGRICULTOR FAMILIAR!!!
  39. 39.  Controle Social  Processo de geração de credibilidade, necessariamente reconhecido pela sociedade, organizado por um grupo de pessoas que trabalham com comprometimento e seriedade  Estabelecido pela participação direta dos seus membros em ações coletivas para avaliar a conformidade dos fornecedores aos regulamentos da produção orgânica  Responsabilidade Solidária  Todos os participantes do grupo comprometem-se com o cumprimento das exigências técnicas para a produção orgânica e responsabilizam-se de forma solidária nos casos de não-cumprimento delas por alguns de seus membros SISTEMAS PARTICIPATIVOS DE GARANTIA - SPG
  40. 40. ORGANISMO PARTICIPATIVO DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE - OPAC  OPAC  Legalmente constituída e credenciada pelo MAPA  Responsabilidade:  avaliar a conformidade orgânica dos produtos, incluir os produtores orgânicos no Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos e autorizá-los a utilizar o selo do SisOrg
  41. 41. OPAC – ATUAÇÃO  Os OPACS podem se credenciar para atuar na avaliação de uma ou mais áreas. Na nossa legislação, essas áreas são chamadas de escopos e são divididas assim:  Produção primária animal;  Produção primária vegetal;  Extrativismo sustentável orgânico;  Processamento de produtos de origem vegetal;  Processamento de produtos de origem animal;  Processamento de insumos agrícolas;  Processamento de insumos pecuários;  Processamento de fitoterápicos;  Processamento de cosméticos;  Processamento de produtos têxteis;  Comercialização, transporte e armazenagem;  Restaurantes, lanchonetes e similares
  42. 42. VENDA DIRETA SEM CERTIFICAÇÃO  Para isso, os produtores têm que fazer parte de uma Organização de Controle Social – OCS  Pode ser um grupo de agricultores familiares, associação, cooperativa ou consórcio, com ou sem personalidade jurídica.  A OCS tem o papel de orientar os associados sobre a qualidade dos produtos orgânicos e, para que tenha credibilidade e seja reconhecida pela sociedade precisa estabelecer uma relação de organização, com- prometimento e confiança entre os participantes.
  43. 43. NO AMAZONAS....  Processo final de criação da OPAC  OPAC é credenciada junto ao MAPA  Passa pela aprovação da CPOrg/AM  Responsável pela avaliação da conformidade dos produtores orgânicos do Estado do Amazonas  Responsável por garantir a conformidade orgânica dos produtores do Estado!!!
  44. 44. Obrigado!! Eduardo Rizzo IDESAM www.idesam.org.br 3308-7360 / 8149-8194 / 9350-9170

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