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_ XXXI ENCUENTRO Y XVI CONGRESO ARQUISURPRESENTACIÓN AL PREMIO ARQUISUR DE TRABAJOS DE INVESTIGACIÓN 2012
1) Información General1.1. Título del Trabajo de InvestigaciónEspaço IMAginal: rastros de uma escritura em projeto1.2. Aut...
2. Resumen de 200 palabras.Vislumbramos um raciocínio que privilegia a intensidade – o acontecimento. O projetono espaço u...
5. Metodología empleada: etapas metodológicas y alcances pretendidosMetodologia?A palavra metodologia, via de regra é asso...
Trabalhar com a dobragem em sanfona foi resultado de um processo de compreensão datese como diagrama. Ao contrário do que ...
O método montagem-repetição revela caminhos para intervenções nas favelas, nesteespaço-movimento, em que os limites espaci...
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Espaço IMAginal: rastros de uma escritura em projeto

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Tese de Doutorado da Arquiteta Moema Loures premiada no ARQUISUR 2012 [www.arquisur2012.com.ar], um congresso entre as principais universidades públicas de Arquitetura e Urbanismo da América Latina.

O tema central foi "Como devemos lidar com o ensino de arquitetura e construção das cidades, aliado ao compromisso com as questões sociais e ambientais".

Com o tema 'Espaço IMAginal: rastros de uma escritura em projeto' a tese de doutorado da Arquiteta Moema Loures recebeu o prêmio de 2º lugar no encontro, representando a FAU/UFRJ.

Em 1º lugar ficou o Arquiteto argentino Jorge Sarquis, Doutor pela Universidade de Buenos Aires e fundador do Centro POIESIS.

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Espaço IMAginal: rastros de uma escritura em projeto

  1. 1. Espaço IMAginal: rastros de uma escritura em projeto Tese de Doutorado | Autora _ Moema Falci Loures | Orientadora _ Rosângela Lunardelli Cavallazzi Programa de Pós-Graduação em Urbanismo | PROURB | UFRJ Av. Reitor Pedro Calmon, 550 | Prédio da FAU - Reitoria - 5° andar - sala 521 |Cidade Universitária - Rio de Janeiro, RJ - 21941-901 moema@imaginal.com.br | www.imaginal.com.br Vislumbramos um raciocínio que privilegia a intensidade – o acontecimento. O projeto no espaço urbano não como ruptura ou como continuidade, mas como transborda- mento; não como construção de formas, mas como con- strução de forças. O projeto que suscita tensão, não inclusão direta. A tese considera o processo repetição-montagem como base de processos criativos, como meio de explorar e de avançar no plano experimental do projeto e potencial- izar a sensação. Nossa busca constante está na abertura do projeto de arquitetura e urbanismo ao gesto criador por meio de um “estouro de realidade”. Estamos interessados nas potencialidades do processo de criação, que tendem a gerar novas realidades, expansões imaginais. Suscitamos que o grande desafio que temos como arquitetos urbanistas é a capacidade de deixar o projeto aberto à experimen- tação. O que importa não é o projeto em si, mas para onde ele nos leva. Buscamos, assim, rastros de uma escritura em projeto, nuances de um pensar urbano . Tese - dobragem em sanfona. Fotos da autora, 2011.PENSAMENTO FÍLMICO PROMENADE ARQUITETURAL Acrópole, Atenas. Fotos da autora, 2009. Notre Dame du Haut. Projeto de Le Corbusier. Ronchamp, França. Fotos da autora, 2009.Tese - dobragem em sanfona. Fotos da autora, 2011. 01|02
  2. 2. Espaço IMAginal: rastros de uma escritura em projeto Tese de Doutorado | Autora _ Moema Falci Loures | Orientadora _ Rosângela Lunardelli CavallazziPrograma de Pós-Graduação em Urbanismo | PROURB | UFRJAv. Reitor Pedro Calmon, 550 | Prédio da FAU - Reitoria - 5° andar - sala 521 |Cidade Universitária - Rio de Janeiro, RJ - 21941-901 moema@imaginal.com.br | www.imaginal.com.br S. M. Eisenstein. Estudo montagem - filme Encouraçado Potemkin. In: LAUMONIER, 2009. Manhattan Transcript. In: BURE, 2008.REPETIÇÃO MONTAGEM Arnaud Bauman - Promenades dans le Parc la Villette. in: Vis a Vis nº 03, 1996.Memorial Judaíco, Berlim. Projeto de Peter Eisenman. Fotos da autora, 2009. Parc La Villette, 1983. Princípios de Montagem. Promenade Cinématique. In: TSCHUMI, 1981. A tese de doutorado rompe com o pensamento O espaço não é estabelecido a partir de um ponto clássico e moderno unidade/identidade através da fixo, ideal, e sim a partir da justaposição de metodologia. O trabalho é concebido como um elementos periféricos e policêntricos. A arquitetura processo, não existe início, meio e fim e sim foco é apreciada enquanto movimento, andando e de intensidades aberto à experimentação do movimentando de um lugar a outro. usuário, leitor e intérprete. A montagem inclui dispositivos como repetição, Na tese a fundamentação teórica e a metodologia inversão, substituição e inserção. Privilegiamos na estão sempre correlacionadas, sendo a obra de tese o dispositivo repetição como elemento ativa- Deleuze e Guattari a base que sustenta toda nossa dor do espaço. A repetição como geradora de um argumentação. processo de diferenciação. Metodologicamente colocamos em evidência o Trabalhar com a dobragem em sanfona foi resul- processo-montagem. O projeto vai se con- tado de um processo de compreensão da tese struindo a partir de vários “frames”, onde a cada como diagrama. A tese pode ser aberta em um enquadramento trabalha-se a escala, ritmo, ponto qualquer. Os desdobramentos são múltiplos. Diagramas repetição-montagem. Experimentação da autora, 2010. volume, movimento, velocidade, luz, densidade, Os usuários determinam a ordem da sua leitura. A permanência e concentração. Esta metodologia é ideia é que o leitor experimente a obra, sua experi- embasada na obra do cineasta Eisenstein e seus mentação faz parte da obra. estudos sobre montagem. A qualidade do projeto está na habilidade de rev- Como caso-referência utilizamos a Acrópole que já elar os desejos secretos nos desejos objetivos. O demonstra a preocupação dos gregos com os en- espaço como lugar privilegiado de passagens, quadramentos e representa uma visão fílmica reversões, acrobacias e jogos de pique-esconde. da arquitetura. O projeto é uma totalidade fragmentária e, O arquiteto Bernard Tschumi no projeto Manhan- assim, tem a capacidade de desenvolver a tan Transcripts trabalhou com a metodologia de próxima hipótese – a hipótese a vir. montagem na concepção do projeto. O arquiteto O projeto como a possibilidade de elevar a potên- explorou por meio de diagramas as relações cia da sensação. A experiência, o aconteci- entre os espaços, os movimentos e os eventos no mento, como revelação de um universo sensível. processo da “experiência arquitetural”. Esta abordagem é muito influenciada pelo o que E para que projetamos? Não seria para Le Corbusier denominou de “promenade archi- construir blocos de sensações? Praia de Copacabana, Rio de Janeiro. Experimentação da autora, 2010. tecturale”. 02|02
  3. 3. _ XXXI ENCUENTRO Y XVI CONGRESO ARQUISURPRESENTACIÓN AL PREMIO ARQUISUR DE TRABAJOS DE INVESTIGACIÓN 2012
  4. 4. 1) Información General1.1. Título del Trabajo de InvestigaciónEspaço IMAginal: rastros de uma escritura em projeto1.2. Autor/es.Autora: Moema Falci LouresOrientadora: Rosângela Lunardelli Cavallazzi1.3. Datos personalesDirección: Rua Mário Covas Júnior, 100 | 609Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - 22631-030, RJ - BrasilTeléfono: (55) 21 8853 7224 / (55) 21 2499 3744Correo electrónico: moema@imaginal.com.br | www.imaginal.com.br1.4. Datos institucionales:Programa de Pós-Graduação em Urbanismo _ PROURBUniversidade Federal do Rio de Janeiro | Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.Bolsa (fuente de financiamiento): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico eTecnológico | CNPqDoutorado sanduíche (intercâmbio): École Nationale Supérieure d’Architecture Paris-Malaquais, França.Bolsa (fuente de financiamiento): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal deNível Superior | CAPES.1.5. Fecha de culminación24 de fevereiro 2011.1.6. CategoríaTese de doutorado: trabajos producidos en forma individual o grupal por investigadoresformados con directores reconocidos en sistemas formales. En esta categoría se podránaceptar tesis de posgrado que no hayan sido publicadas.1.7. Área Temática2) Proyecto de arquitectura y urbanismo
  5. 5. 2. Resumen de 200 palabras.Vislumbramos um raciocínio que privilegia a intensidade – o acontecimento. O projetono espaço urbano não como ruptura ou como continuidade, mas como transbordamento;não como construção de formas, mas como construção de forças. O projeto que suscitatensão, não inclusão direta. A tese considera o processo repetição-montagem como basede processos criativos, como meio de explorar e de avançar no plano experimental doprojeto e potencializar a sensação. Nossa busca constante está na abertura do projeto dearquitetura e urbanismo ao gesto criador por meio de um “estouro de realidade”.Estamos interessados nas potencialidades do processo de criação, que tendem a gerarnovas realidades, expansões imaginais. Suscitamos que o grande desafio que temoscomo arquitetos urbanistas é a capacidade de deixar o projeto aberto à experimentação.O que importa não é o projeto em si, mas para onde ele nos leva. Buscamos, assim,rastros de uma escritura em projeto, nuances de um pensar urbano.3. Palabras Clavesprojeto – urbanismo – arquitetura – montagem – repetição4. Objetivos Generales y EspecíficosDémarche do desejoA tese de doutorado é sobre experimentações projetuais e considera a repetição-montagem como base de processos criativos. Nossa busca está na possibilidade dedesvendar potenciais criadores. Vamos, assim, no decorrer do trabalho, pinçandoespaços de criações, nuances de um pensar urbano, rastros de uma escritura em projeto.O que nos importa não é o projeto de arquitetura e urbano como um caso exemplar oucomo obra completa, e sim suas possibilidades de expansão. Não existe uma meta, masum caminho. Os pedaços não são um quebra-cabeça, pois os contornos irregulares nãose correspondem.Buscamos recuperar a importância do pensamento em projeto. Onde guardamos ainteligência do processo projetual de arquitetura e urbanismo? Como utilizar estepensamento em um processo-tese?Como objetivo específico procuramos um aprofundamento teórico e metodológico doconceito de acontecimento (événement) na obra de Deleuze e Guattari. Oacontecimento sustenta o projeto na dinâmica do tempo porque libera o projeto àexperimentação. Ele está a todo tempo em trânsito, construindo novas relações e novasforças.Vislumbramos, assim um raciocínio que privilegia a intensidade, o acontecimento, umdos mais importantes conceitos da obra de Deleuze e Guattari. Como projetar pararevelar acontecimentos?O risco de tratar o projeto como um fluxo, e não como um código, é nossa grandemotivação, a démarche do desejo, errância de sentidos. Respiração!
  6. 6. 5. Metodología empleada: etapas metodológicas y alcances pretendidosMetodologia?A palavra metodologia, via de regra é associada a uma proposta fechada, rígida.Traçamos objetivos, metas e justificativas. Escrevemos o trabalho, uma introdução,desenvolvimento e, então, uma conclusão.Nesse limiar epistemológico uma questão perpassa o método, paradigmas do mundomoderno: hierarquias, categorias, limites, dicotomias, aplicações. Paradigmas que nãoreconhecem os princípios da incompletude e da incerteza, sendo ao mesmo tempoprincípios ocultos que governam nossa visão das coisas e do mundo sem que tenhamosconsciência disso.Ainda somos cartesianos? O quê, afinal, é pensar na segunda década do século XXI?Que diferença faz se utilizamos conceitos que quebram os paradigmas modernos, seainda reproduzimos a modernidade através do método?A tese de doutorado busca romper com o pensamento clássico e modernounidade/identidade através da metodologia. O trabalho é concebido como um processo,não existe início, meio e fim e sim foco de intensidades aberto à experimentação dousuário, leitor e intérprete.Na tese a fundamentação teórica e a metodologia estão sempre correlacionadas, sendo aobra de Deleuze e Guattari a base que sustenta nossa argumentação. Não há diferençaentre a maneira que a tese fala e a maneira que a tese é feita. Se a tese fala sobre oprojeto e também é um projeto de tese, deve existir como devir (DELEUZE, 1995).Metodologicamente colocamos em evidência o processo-montagem. O projeto vai seconstruindo a partir de vários “frames”, onde a cada enquadramento trabalha-se aescala, ritmo, volume, movimento, velocidade, luz, densidade, permanência econcentração. Esta metodologia é embasada na obra do cineasta Eisenstein e seusestudos sobre montagem.  Como caso-referência utilizamos a Acrópole que já demonstra a preocupação dosgregos com os enquadramentos e representa uma visão fílmica da arquitetura. O modode distribuição dos elementos arquitetônicos no espaço é um princípio de montagem emque o personagem principal é o homem que experimenta o lugar.O arquiteto Bernard Tschumi no projeto Manhantan Transcripts (1981), desenvolvidojunto aos alunos da Architectural Association School of Architecture (AA, Londres),também trabalhou com a metodologia de montagem na concepção do projeto. Oarquiteto explorou por meio de diagramas as relações entre os espaços, os movimentos eos eventos no processo da “experiência arquitetural”.Esta abordagem é muito influenciada pelo o que Le Corbusier denominou de“promenade architecturale”. O espaço não é estabelecido a partir de um ponto fixo,ideal, e sim a partir da justaposição de elementos periféricos e policêntricos. Aarquitetura é apreciada enquanto movimento, andando e movimentando de um lugar aoutro (BOESIGER, 1999).A montagem inclui dispositivos como repetição, inversão, substituição e inserção.Metodologicamente privilegiamos na tese o dispositivo repetição como elementoativador do espaço. A repetição como geradora de um processo de diferenciação. Ascoisas se repetem diferenciando-se. Diferentes quando (ou porque) produzem devir(DELEUZE, 2000). Temos, assim, a potência do processo.
  7. 7. Trabalhar com a dobragem em sanfona foi resultado de um processo de compreensão datese como diagrama. Ao contrário do que acontece com um texto, que, por mais quepossamos evitar a hierarquização das palavras, elas, por si só, já se apresentam de umaforma hierarquizada, uma após a outra.Como decisão metodológica, concebemos a tese em dois extratos:1. Fichas: transbordamento de citações e textos escritos, às vezes explicativos, às vezespropositivos ou provocativos. As fichas são um corte no caos, dá algum tipo de direção.2. Diagrama sanfona: possibilidades imaginais. Deslocamento das citações ereferências. Reserva invisível, o caminho trilhado, o processo da tese.A tese pode ser aberta em um ponto qualquer. Os desdobramentos são múltiplos. Osusuários determinam a ordem da sua leitura. As combinações formam variaçõesinfinitas. A ideia é que o leitor experimente a obra, sua experimentação faz parte daobra.Tese de doutorado em formato sanfona. Fotos da autora, 2011.6) Resultados o conclusiones más transcendentes obtenidosRastros IMAginais – o que fica e o que vaiO principal resultado da tese é a criação de uma metodologia de projeto de arquitetura eurbanismo baseada no método de Deleuze, sustentado pela obra de Bernard Tschumi(arquitetura e urbanismo) e Eisenstein (cinema).O aprofundamento nas técnicas de montagem de Eisenstein, realizado durante oprocesso-tese, nos revela possibilidades projetuais no processo de concepção do espaçourbano. A lógica da superposição de enquadramentos a partir de pequenos detalhes éum meio de aguçar uma situação e dinamizar o espaço.A metodologia de projeto da tese tem desdobramentos visíveis na realidade brasileira,diante à interação complexa entre instituído e marginal; estático e instantâneo,previsível e imprevisível. Viabilizando a pesquisa, foram desenvolvidos artigospublicados sobre o processo projetual e as possibilidades criativas nas favelasbrasileiras1.                                                                                                                1   LOURES, M. F., COELHO, G. Complementaridade e concorrência das textualidades morfológicas naPaisagem Urbana do Rio de Janeiro: o Projeto-Urbano na favela como possibilidade In: SeminarioHipotesis de Paisaje 07, 2007, Santiago do Chile.______. Predictability and Unpredictability in the news forms of Landscape: Urban Design and the favelas.In: ISUF - XIV International Seminar on Urban Form, 2007, Ouro Preto.______. Paisagem Reveladora: possibilidades morfológicas nas favelas do Rio de Janeiro. OculumEnsaios, Revista de Arquitetura e Urbanismo (PUCCAMP). PUC - Campinas, 2009.
  8. 8. O método montagem-repetição revela caminhos para intervenções nas favelas, nesteespaço-movimento, em que os limites espaciais não são rígidos e sim complementares econcorrentes. O movimento que se constrói a partir da participação ativa do habitante naconstrução do espaço complexo.  A tese, também, abre margens para o ensino da arquitetura e do urbanismo, propondouma metodologia de ensino baseada no processo projetual e na noção da arquiteturacomo construção fílmica, o projeto vai se revelando a partir da sobreposição deimagens. Projeto como processo de descobertas, obra aberta (ECO, 2005).A qualidade do projeto está na habilidade de revelar os desejos secretos nos desejosobjetivos. O espaço como lugar privilegiado de passagens, reversões, acrobacias e jogosde pique-esconde. O projeto é uma totalidade fragmentária e, assim, tem a capacidadede desenvolver a próxima hipótese – a hipótese a vir.O projeto como a possibilidade de elevar a potência da sensação. A experiência, oacontecimento, como revelação de um universo sensível. E para que projetamos? Nãoseria para construir blocos de sensações?7. Principales referencias y fuentes bibliográficasBOESIGER (Ed.). Le Corbusier and Pierre Jeanneret, Oeuvre Complete, vol. 2, 1934-1938. Basel; Boston; Belim: Birkhäuser, 1999.BURE, Gilles de. Bernard Tschumi. Paris: Éditions Norma, 2008.DELEUZE, Gilles. Cinema 1. L’image-mouvement. Collection Critique. Paris: LesÉditions de Minuit, 2006.______. Diferença e repetição. Lisboa: Relógio DÁgua, 2000.______. Logique du sens. Collection Critique. Paris: Les éditions de minuit, 2006.DELEUZE, Gilles e GUATTARI, Félix. Mil platôs. Devir-intenso, devir-animal, devir-imperceptível. Vol. IV. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1995.______. O que é a filosofia? Rio de Janeiro: Ed. 34, 2004.ECO, Umberto. A estrutura ausente. São Paulo: Perspectiva, 1971.______. Obra aberta. São Paulo: Perspectiva, 2005.EISENSTEIN S. M. Le cuirassé Potemkine (filme), 1925, 72 mn.______. Selected works. Volume II. Towards a theory of montage. London: BritishFilm Institute, 1994.LAUMONIER, Alexandre. S. M. Eisenstein. Paris: Les Presses du Réel, 2009.ROUSSE, Pascal. Penser le montage avec Sergeï Mikhaïlovitch Eisenstein:architectonique et affect. De larchitecture aux arts contemporains (Tese de Doutorado).Paris, Université de Paris 8-Saint Denis-Vincennes, 2010.TSCHUMI, Bernard. Architecture and disjunction. Cambridge: MIT Press, 1996.______. The Manhattan Transcripts: theoretical projects. New York: AcademyEditions/St. Martins, 1981.______. “The Pleasure of Architecture”. In: BALLANTYNE, Andrew. What isArchitecture? London: Routledge, 2002.

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