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Por que será que o poço dos desejos deu uma senha 
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Qual deve ter sido o motivo da irmãzinha do Cebolinha, de 
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Por que será que o Cebolinha quebrou a jarra?
ATITUDES POSITIVAS PARA O ENSINO 
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 Não usar as avaliações como “armas”. As avaliações 
devem ser também bons momentos de estudo. 
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Algumas características de um bom problema: 
• Tenha enunciado acessível e de fácil compreensão; 
• Exercite o pensamento ...
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Estimulam a observação, a criação de hipóteses e 
analogias, a tomada de decisões...
A resolução de problemas constitui, em 
matemática, um contexto universal de 
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Para saber mais sobre os assuntos abordados nessa 
apresentação, indicamos duas de nossas publicações 
pela Livraria Ciênc...
A Magia da Matemática: Atividades Investigativas, Curiosidades e 
Histórias da Matemática – 3ª Edição – Ilydio Pereira de ...
Raciocínio Lógico – Concursos e Formação de Professores – Ilydio Pereira de Sá 
Editora Ciência Moderna – www.LCM.com.br
A matemática nas séries iniciais do ensino fundamental: reflexões teóricas e atividades sugeridas
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A matemática nas séries iniciais do ensino fundamental: reflexões teóricas e atividades sugeridas

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Apresentação sobre a importância do ensino de Matemática nas séries iniciais do Ensino Fundamental. Contendo teoria e sugestões de atividades.

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A matemática nas séries iniciais do ensino fundamental: reflexões teóricas e atividades sugeridas

  1. 1. A Matemática nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental: (o começo de tudo) Professor Ilydio Pereira de Sá www.magiadamatematica.com
  2. 2. “É natural que nossos alunos sintam mais prazer quando estão envolvidos em atividades desafiadoras, prazerosas e que permitam a descoberta. É o que chamamos de heurística. Para isso precisam de estímulo, de motivação, de provocação.” Professor Dr. Ilydio Pereira de Sá (UERJ) www.magiadamatematica.com
  3. 3. EDUCAÇÃO MATEMÁTICA A Educação Matemática é um campo do conhecimento que se dedica a estudar questões relativas ao ensino/aprendizagem de Matemática. Trata-se de um campo interdisciplinar que faz uso de teorias de outros campos teóricos, como a sociologia, a psicologia, a filosofia, etc., para a construção de seu conhecimento, além de construir suas próprias teorias. A Educação Matemática não se restringe a apenas estudar meios de fazer alunos a “entenderem” um conhecimento previamente estabelecido, mas também problematiza e reflete sobre o próprio conhecimento matemático.
  4. 4. A MATEMÁTICA: OS MEDOS A QUE REPROVA! CHATA ! COMBATER OU FOMENTAR O MITO ?
  5. 5. A matemática desde muito enreda-se num processo de angústia, receio e pânico por parte dos alunos, tornando-se, por vezes, inacessível, complexa e inexplicável, e, em função disso caracteriza-se pelas dificuldades encontradas no processo de ensino/aprendizagem. A Matemática pode e deve ser desvinculada desse pânico de aprender e ensinar a qual foi submetida durante tantos anos, uma vez que esse medo pode ser gerado pela maneira mecânica e decorativa pela qual foi e continua sendo ensinada. (GUELLI, Oscar. Matemática. Ática, SP: 2001)
  6. 6. A atitude do professor, as metodologias usadas e o seu próprio modo de “encarar” a matemática são fundamentais no combate ou no reforço desse “demônio”. 9
  7. 7. Não podemos esquecer a importância do aspecto lúdico, associado ao exercício intelectual, característico da matemática. Infelizmente, parece que tal aspecto tem sido desprezado. Por que não introduzir no currículo uma matemática construtiva, lúdica, desafiadora, interessante, nova e útil para o mundo moderno? (UBIRATAN D’AMBROSIO)
  8. 8. Todos sabemos do medo que a maioria das pessoas têm da matemática. Sabemos que o mito de ciência difícil, hermética e sem grandes atrativos, percorre gerações. Sabemos também que a atitude do professor, as metodologias usadas e o seu próprio modo de “encarar” a matemática são fundamentais no combate ou no reforço desse mito. Aprender sem pensar é trabalho perdido. Confúcio ( 551- 479 a. C. ) – Filósofo Chinês
  9. 9. O que é “Lúdico”? Entendemos o Lúdico como a forma de desenvolver a criatividade, os conhecimentos, o raciocínio de um estudante de todos os níveis, através de jogos, música, dança, teatro, filme, leituras, mímica, desafios, curiosidades, histórias, etc. A proposta é educar matematicamente, permitindo que o aluno raciocine, descubra e interaja criticamente com colegas e professores.
  10. 10. O que é “Motivar”? Motivar é criar e revelar pretextos que facilitem o ensino e a aprendizagem. A incentivação relaciona-se com o interesse e a atração. William James, em “Talkes to teachers”, citado por TAHAN in: Roteiro do Bom Professor, Vechi:1969, divide os assuntos que devem ser ensinados em dois grupos: 1. Os que possuem em si um alto potencial de interesse; 2. Os que não possuem esse potencial. Afirma esse autor que os alunos só assimilarão os assuntos do 2º grupo se estes foram, inteligentemente associados aos do 1º grupo.
  11. 11. Por que aprender Matemática? Algumas perguntas que nossos alunos fazem ... − Professor, para que serve toda essa Matemática que estamos estudando? − Todas esses números e fórmulas não são para mim... não tenho cabeça para isso! Qual o verdadeiro papel da Matemática na formação do aluno? Como fazer para motivá-los para o estudo da Matemática?
  12. 12. Respostas, às vezes evasivas ... “Tudo isso você vai precisar para o que vai aprender mais tarde” ... ... o que nem sempre é verdadeiro, todos sabemos.
  13. 13. O professor precisa estar preparado para dar respostas que satisfaçam a curiosidade e estimulem o espírito de questionamento e investigação dos alunos.
  14. 14. Uma importante tarefa dos professores, enquanto Educadores Matemáticos, principalmente nas séries iniciais, é tentar produzir no aluno o gosto e o prazer pela Matemática. Essas primeiras experiências, com certeza, acompanharão o aluno ao longo de toda a sua vida acadêmica. Por conta disso, atitudes amistosas do professor e atividades lúdicas para os alunos, são dois importantes antídotos para o mito existente em torno da tão temida “MÁ-TEMÁTICA”.
  15. 15. Existem saídas? Ajudaria bastante se os professores da Escola Básica, trouxessem para a sala de aula questões práticas interessantes, histórias, desafios, jogos, curiosidades, que sirvam de fatores de motivação e investigação. Usando atividades lúdicas, problemas heurísticos (desafiadores), curiosidades, histórias, tecnologias, etc, os educadores matemáticos têm um poderoso auxílio para a sua prática docente cotidiana.
  16. 16. O importante é que tais atividades sejam trabalhadas e investigadas, resistindo à tentação inicial de buscar “regras decoradas” e sem significado.
  17. 17. Explorando o lado lúdico da Matemática Motivação, desafio Ponto de Partida
  18. 18. POSSIBILIDADES DOS JOGOS, DESAFIOS E ATIVIDADES LÚDICAS DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES Tomada de decisões; trabalho em equipes; desenvolvimento de estratégias, da imaginação e da criatividade. SITUAÇÕES DO COTIDIANO Muitas situações diárias se assemelham a jogos e desafios e que exigem tomada de decisões. RACIOCÍNIO LÓGICO DEDUTIVO Essencial na construção dos conceitos Matemáticos e em situações do dia-a-dia.
  19. 19. EXEMPLO DE PROPOSTA ENVOLVENDO RACIOCÍNIO LÓGICO DEDUTIVO
  20. 20. DESAFIOS OU QUEBRA-CABEÇAS GEOMÉTRICOS “Você consegue formar um retângulo usando as quatro peças que aparecem na figura abaixo?”. (O professor ou professora já deve levar essas peças recortadas)
  21. 21. Essas peças podem ser construídas a partir de papel quadriculado. Abaixo uma possível solução para o quebra-cabeças.
  22. 22. Raciocínio Espacial e Visualização Existe uma estrela “escondida” no mosaico abaixo. Descubra onde está essa estrela, pintando-a de vermelho. resposta
  23. 23. Poesia e Matemática Diversas outras atividades lúdicas, interdisciplinares, podem ser importantes no desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático dos alunos. Mesmo que ainda não saibam ler, podemos criar pequenos textos (preferencialmente com rimas) e, ao lermos esses textos para nossos alunos, estimular que completem com a palavra ou palavras que estão faltando. Veja dois exemplos. Ana tem duas rosas Três margaridas e um jasmim. Ela guarda as ......... Flores E não dá nenhuma para mim. Lá em casa há 8 sorvetes Todos eles gostosinhos Um é meu, dois são seus E os outros .............do Marquinhos. seis cinco
  24. 24. Quadrinhos e raciocínio lógico Todos sabemos que, normalmente, a nossa Escola é fragmentada e o conhecimento é oferecido ao aluno de forma compartimentada e, na maioria das vezes, maçante e árida. A matemática, normalmente, só lida com números, o Português, com as palavras e, dessa forma, perdemos boas oportunidades de mesclar essas informações, usando textos bem humorados, onde a matemática e o raciocínio lógico façam parte do contexto.
  25. 25. Temos, por exemplo, os quadrinhos, que são de leitura agradável e de gosto das crianças. Histórias em quadrinhos são de fácil entendimento, bem humoradas e permitem, entre outras coisas, explorar as múltiplas inteligências de nossos alunos, bem como sua capacidade de interpretação e de raciocínio lógico dedutivo.
  26. 26. Importante que as histórias em quadrinhos, sejam selecionadas de forma que possam gerar boas questões a partir da temática envolvida. São muito úteis também as historinhas sem texto, só com as figuras, e que provoquemos nossos alunos a redigirem suas próprias histórias, estimulando que sejam críticos e criativos. Vejamos alguns exemplos:
  27. 27. Quais devem ter sido os três desejos do Cebolinha? Por que?
  28. 28. Por que será que o poço dos desejos deu uma senha para o Cebolinha?
  29. 29. Qual deve ter sido o motivo da irmãzinha do Cebolinha, de repente, ter comido toda a sua papinha?
  30. 30. Que tal você criar um texto para a historinha acima?
  31. 31. Por que será que o Cebolinha quebrou a jarra?
  32. 32. ATITUDES POSITIVAS PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA • É importante investigar práticas matemáticas em situações da vida cotidiana dos nossos alunos. • Deslocar a importância da Matemática para um misto do seu enfoque formativo (estruturação do pensamento e do raciocínio lógico) com o funcional (resolução de problemas práticos). • Atualização em novas temáticas, como: etnomatemática, modelagem, resolução de problemas, tecnologias de informação e comunicação, contextualização, entre outras.
  33. 33.  Não usar as avaliações como “armas”. As avaliações devem ser também bons momentos de estudo.  O que costuma ocorrer nas avaliações...
  34. 34. Algumas características de um bom problema: • Tenha enunciado acessível e de fácil compreensão; • Exercite o pensamento matemático dos alunos; • Provoque a criatividade na resolução; • Possa servir de ponto de partida para a introdução ou consolidação de ideias ou conceitos matemáticos; • Seja natural e interessante.
  35. 35. Bons problemas desafiam o raciocínio... Estimulam a observação, a criação de hipóteses e analogias, a tomada de decisões e a elaboração de justificativas e conclusões. Favorecem o bom desempenho em todas as disciplinas e preparam para as situações simples e complexas da vida. Uma das grandes dificuldades que os professores (as) encontram para desenvolver seu trabalho com desafios junto a seus alunos é localizarem problemas adequados à faixa etária de sua série.
  36. 36. A resolução de problemas constitui, em matemática, um contexto universal de aprendizagem e deve, por isso, estar sempre presente, associada ao raciocínio lógico e à comunicação, assim como integrada naturalmente nas diversas atividades de ensino. O professor deve se “policiar” de modo a não oferecer “gratuitamente” a solução do que foi proposto, mesmo porque devemos incentivar a diversidade de caminhos e de soluções distintas.
  37. 37. Para saber mais sobre os assuntos abordados nessa apresentação, indicamos duas de nossas publicações pela Livraria CiênciaModerna (www.lcm.com.br).
  38. 38. A Magia da Matemática: Atividades Investigativas, Curiosidades e Histórias da Matemática – 3ª Edição – Ilydio Pereira de Sá Editora Ciência Moderna
  39. 39. Raciocínio Lógico – Concursos e Formação de Professores – Ilydio Pereira de Sá Editora Ciência Moderna – www.LCM.com.br

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