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  1. 1. _ e_ 77:7 ã #amar/ r a agrra-. azf/ ?r/ Arm' , rlz/ aflita . ria/ i a , ml/ aula an ; III/ rar ; Iara/ ira arabe; r : a atj/ I/'a-. xztlliana : a ¡a/ ¡II/ ¡Iínlrsm-a einlllllf; (l "P/ fill m; à LÍÁ o: ,' já' «t ¡¡¡It*~! $1§)= itnl lmnlunmntqll un girou-aan uujlnmiltvn. .sata : :ta i' ' ÍÍlil¡u! l$, 'lñ'Í-l| 'r. uu tlilultor. . A_ ' r i ; ;miar-J : itaim ; um n : num . w ; nan-anita nn ; pia 1h11; E ttavmhl chuchu qn ; mtmunqlhilqiatt-. s. malhar. Í fm tan : muito ll: : : turma : agulha njtntalln n atlmtumr : l ; il-. sxannmtvtnr n ; mmnnlhúlqcita
  2. 2. 24-11-2010 Freinet (l 896 - 1966) fs Freinet dedicou a vida a elaborar técnicas de ensino que funcionam como canais da livre expressão e da actividade cooperativa, com o ohiectivo de criar uma nova educação 'i4 livre expressão não e' ir¡ ver/ gia a'e rérebro parliralarmeale privilegiar/ o: e' a propria morri/ estação da vit/ al " Hei/ rei / l 9757/. Estratégias freinetianas baseadas nos princípios da livre expressão °¡' Livro da vida: 0 ohiectivo desta prática é estimular a livre expressão da criança através da escrita, colagem, desenho, enlim, o mais relevante é o deseio da criança comunicar-se;
  3. 3. 24-11-2010 °¡' Textos individuais e colectivos : 0 obiectivo desta prático é u produção de textos individuais, colectivos e u estimulação dus crianças puro debater, trocar ideias e experiências. lnrr 'lr nl: l, 1'_ - ' "'r'1l'›"r*rr; 'r"›'<írí *r 'win . rc n r'. › p . r l 3 run-r 'w141i r lwlWwlrr. . +1» ›"r«r lv-r rn- m r4wlH ll': Jll-'l-*lrl, r_r _wrTLWr-r" rm 'rrnlríz v. rrr- ; r r r '*llll, '1'll r -: . *, ~ ' › 1rr'll»r'~llrl, 'rr r, r; s mr¡ rrr lllhilll *F Jornal escolar : O obiectivo desto prritico é que nesse espoço os crionços ficom livres poro exercitor suo livre expressão e exercitor o oplicoção dos recursos Iinguísticos. ' A Maltínha da 3 _. ._. ;=e_x. c.1-r-. __= -r_. - _ , uma_ ¡udrmrlrlnmxu/ Wldcln-iaru t** : m: sum. !uma emma. Andou¡ usam. . ame-us. . tam. .. um. . uma ríCNuA- ' rznsl-uMmssssm. Tmukhevansreh unaranv
  4. 4. 24-11-2010 °Í' Festa de aniversário: 0 obiettivo desta prática pretende valorizar o indivíduo e elevar sua auto-estima, proporcionando momentos que muitos vivenciam pela primeira. Permite também a convivêntia entre todos num ambiente descontraído e cooperativo. Í' Aula passeio: 0 obiettivo desta prútita, pois além de ensinar, em muitos casos, permite que as crianças conheçam espaços culturais, monumentos históritos entre outros, e ao mesmo tempo, estão a tonheter melhor o espaço onde vivem. . «,; § 3-4.
  5. 5. 24-11-2010 Criatividade e o Arnbier¡'i'e ' , *i “ #e c . _“°¡ -“ E' Estes são dois lados interessantes, pois a criatividade éconsiderada uma capacidade inata, mas que pode ser bloqueada pelo ambiente. Assim se o ambiente for negativo atrapalha o desenvolvimento da criatividade, mas caso seia positivo pode também motivar o desenvolvimento da criatividade. Criatividade A Criatividade é constituída coniuntamente, através da interacção entre *Campo 'c' Âmbito/ Domínio *Pessoa rllll ll l . l bg : T "c, Criatividade é qualquer acto, ideia ou produto que modifica um campo iú existente e o transforma num novo. Pessoa Criativa como alguém cu¡os pensamentos e actos modificam um campo ou estabelecem um novo campo.
  6. 6. 24- 1 1-20 10 COMO E POSSIVEL DESENVOLVER A CRIATIVIDADE? @É Técnicas que estimulam e desencadeiam de modo fúcil e operativo diversos processos e actividades separadas, inovadoras e criativas, estimulando a utilização de todo o cérebro. @É Para estimular a criatividade não é preciso comprar revistas ou "iogos educativos", nada disso. Basta, apenas, "acariciar" o intelecto e o emocional. Como? Elogiando! Elogiando sempre e muito. Em conclusão, se queremos, realmente, estimular a capacidade, basta apenas seguir estes dois princípios fundamentais: @É Elogiar e mostrar sempre afecto. @É Estimular a brincar sempre e muito. Em cada brincadeira, com certeza, a criança estú a aprender mais um pouco, e CYBSCBIIIIO um POUCO mais. Poderemos desenvolver o pensamento criativo nas crianças exercitando o nosso! Aqui estão algumas verdades nas quais nós precisamos acreditar (Schlochauer, 2004). Este é o primeiro passo: . Criatividade é diferente de genialidade; . Somos todos criativos; . Não existe um tipo de criatividade. Precisamos descobrir onde podemos utilizar a nossa; . As melhores ideias são simples; . Podemos melhorar a utilização do nosso potencial criativo ou não. A criatividade é o oxigénio da inovação e as pessoas são as únicas fontes de criatividade e podem criar ambientes favoráveis a esta nova proposta.
  7. 7. w lliir : mil _um dbülijiiilw iludir ! mir il Ilir-ilihiila Inipillcu : im rir-Him ; raiar-nur : iiuiiiiun a pininmv-. ir q¡ IJQIIQIVIIÍQÁIEÉÍFJ; ;IÍIÚÊDIÀISCIEE-(lillllillàliihlu- m. _I| I!lllÍI'-l'« tiivi-. iiiinir-. n, mir-w ilu iiP-lglili Ii . um intimo Iu-. inini nutrir-mv. . . z ç . _› ç IQIFFFWÊÉÊ-lllhllíidãfã' l_' 7, -. ~'^' '. ,¡ _lr-iai? )iaiii: mui: ;annualIzaías! llniiiliirinsilfilinililn¡Iiiuma¡ltiirainuiliiiiillliilllni itaim-aiii* Í Iinu(a: miiiluuil: :luiilnsuikucaiiiltüfaiImwagumina JÀÍIPIIIIQLÍQEIMGIHIIIIIFW lilllliaiidiini um liiill'lfllliu› : e : limitam . viu i¡>u0iil›ii¡lu› : i ibuaiuiahniilaiilui 'lliiloã ” (ñ -'tlgullillqpllllfllr*; IQIÍÍMÍIMlllãniavllllqulãlllIIDMFWVMIQÀÔÍI» " i ; Itlifllilil cita (ailiiunmaillnn a u HiÍIíM-_nllíltl airline m. 'mam : il-. ini-. iillm í: Inigiailqiilta ¡io- ilaiaiiuailvniiiaillu i uur-iiiiltiiupiiii (um m. milan. à «anima cuuiiimu-. il, ,um ; i-. inntla ! I Ima¡ Ipiqiiílliicj) @Ia til-alga, qt»- qqiIiianiiiaillgL-, s-ilc
  8. 8. 'uiiiiiilátiilit-. u;iiiillliiiii - _ c** _ça ' 'j' EmullillIñlmJñIMlÉúP-Íllhâpl! lÍIIIIltlllllhilllllhllílãllllpll) u, -x7, i ".13 'ig' ' twiniillliiiimillsiixuãThsiliisiniur. "Iili 'iv-var . bindirdlii; uimitainiinilugiiiitlliiii¡ ôze-! liiiiiiitunimiuguiitaininmssiir 'tllgllllllllllnítltllllllãhllllllãllllplu, .àllllpllhiliàllplãllui 'giaitiliiitiiiuiviãi _ ¡liiitlliuir âimlr 'alcantara-ann-caimiitlu 51mlmiciiman¡»nilmuniaiiitiinsupniilmsar 'Illlflllflllilimlliillltultlilflllltlr arritmia. lIítmini; iiiilimiiiibuailiinusuIiincanuiurainhasIiinun. irfnsainipirmíalniisva¡; iamithilánímpiiiilllliiii «W ¡ílfj-lbbl' ' “ui I| I'-]: J_~Ayl' pltliilQgímirimlllálmugàülqélíllnlfh ' 4* s¡ . ' V' Vir-taum? ? (naum Tulmñih, (Iiiilliinii n agiahiiiu, :: ui-alii u . taiistlilllliliiilu @lu (ililu Iini plillil iu ilfilciililílilsh '-4 . IIEET-Eíâllhlllilillllfinlplu f I
  9. 9. e . “ser »e a «s» o Hñiniqmmsuiuiilfiuiair iiiliuiuiar-insauaitaiviiir*manIiilIilmêln-itiiillitliliiu E n _. , . . ç - r X ! luiiiiiln u ¡niiiuii â pllllilllllmltr-(àlt muiliiiiiu itn iIlIJl/ ilaiaa . xaiiinma ¡iaini a (um u (aiilaziu ita- llllplllÍlll¡Ílalllllilllllmlü X liauimsaugininiaviair*naitauaiiivinilvnniaiitln »snimil-aupiamniilhilnnniiiuiu, .iaiiiihuainucai¡u¡in(aiiiinuühuffaiiiiiiaidllflfâ »tilmm“ll: IIilalgltliflüplqmllíllñtll, .llilplall]plaliM! !ilalIlIllllalillllqmlIpltllllilmlilihllml ç_ X i alillliqmiwplfhalillllllr . saini imvttllu, um tiiilar unit-il iu: ;inimumbai¡›«ilanaiiumlvmiiaiitluwpiasstniiil a . samil tha'. lÍllll[uh, -ll]IÍIIIillliI[IIII; IlllllllilllÍlIMa](mllIlllIll! |IupllhillúllÍllaIIa]Ill; [âllalmjtllllliallal][IDH! ÍlzulllIlhllralÍlaillplllillllmltlilaliü n . uicanw iiu upiraiiiiltluglaini -ÍTIIIIIIIIJIIETIJIIP-llila), lllll : aguiar Iiiiila . tai avtlinullu n ; Ianaiiiiiulliniiiaiiiln piamiiill, ; iiupiiianiiiiiiiiiln Tt* ! mau-r uiiiillman ila . sauuiniirgu a iiainwasíliii, ;prai lllllllllllllllll tlÍnlllllllallllal iiimuintlniiútn ila llll! ! T5110lllalIÍ[Ilíillllmlli-Ib-allllllllllllllllili lllilluikuü u : InucIii¡1iiiill= ›-au1IilIi(ílI› @amarrada »uma
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