ELISIA ANDRADE DOS SANTOS 374733
MARIA DE FATIMA DOS S. DE OLIVEIRA 381248
MARIA HELENA COELHO BECHARA 364410
HOSANA SOUZA...
SUMÁRIO
• INTRODUÇÃO
• FILME: DEU A LOUCA NA CHAPEUZINHO VERMELHO
• AFINAL O QUE É LITERATURA INFANTIL
• LITERATURA INFANT...
FILME: DEU A LOUCA NA CHAPEUZINHO VERMELHO
No filme os protagonistas favorecem para o universo infantil uma versão totalme...
Com o passar do tempo, percebemos que cada autor reinventa uma versão diferente, e
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AFINAL O QUE LITERATURA INFANTIL
Descobrir, explorar, aprender…
E criar novos mundos, novas realidades – o céu não é o lim...
LITERATURA INFANTIL
A literatura infantil é destinada especialmente às crianças entre dois a dez anos de idade.
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A HISTÓRIA INFANTIL COMO FORMA DE
CONSCIÊNCIA DE MUNDO
É no encontro com qualquer forma de Literatura que os homens têm a ...
ORIGEM DA LITERATURA INFANTIL
A vontade de contar histórias nasceu há muitos anos atrás, como forma de comunicação
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CONTO
Conto é uma obra de ficção que cria um universo de seres e acontecimentos, de fantasia
ou imaginação. Como todos os ...
OS PRIMEIROS CONTOS
O conto inicialmente fazia parte da literatura oral, com origem na narrativa de mitos e
lendas. Foi co...
Em Portugal, foram grandes contistas Eça de Queiroz, Camilo Castelo Branco e Fialho de
Almeida. No Brasil, alguns consider...
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
• http://www.reginaceliaseusite.hpg.com.br/lit.l.6histconto.1.htm
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  1. 1. ELISIA ANDRADE DOS SANTOS 374733 MARIA DE FATIMA DOS S. DE OLIVEIRA 381248 MARIA HELENA COELHO BECHARA 364410 HOSANA SOUZA GONÇALVES 379177 PÓLO: MACAÉ/RJ UNIVERSIDADE ANHANGUERA-UNIDERP-CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS DISCIPLINA:LITERATURA INFANTIL CURSO: PEDAGOGIA TUTOR PRESENCIAL: WYLLER CERUTTI TUTOR A DISTÂNCIA:PRISCILA DOS SANTOS VIDOTTI JUNHO/ 2014
  2. 2. SUMÁRIO • INTRODUÇÃO • FILME: DEU A LOUCA NA CHAPEUZINHO VERMELHO • AFINAL O QUE É LITERATURA INFANTIL • LITERATURA INFANTIL • A HISTÓRIA INFANTIL COMO FORMA DE CONCIÊNCIA MUNDO • ORIGEM DA LITERATURA INFANTIL • CONTO • OS PRIMEIROS CONTOS • FAIXA ETÁRIA • REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
  3. 3. FILME: DEU A LOUCA NA CHAPEUZINHO VERMELHO No filme os protagonistas favorecem para o universo infantil uma versão totalmente oposta a história contada pelo livro, onde o lobo não come a chapeuzinho e a vovó desempenha grande papel além de ser praticante de esportes radicais, o lobo perde sua violência, e outros personagens como o detetive Nick Pirueta e os vilões, entre eles o coelho, que não existem no conto, criando assim uma trama policial. A investigação é desencadeada pelo roubo do livro de receitas, único elo que aparece na história da Chapeuzinho Vermelho; já que ela ia levar bolos para a vovó. O filme é divertido e agrada não só as crianças como também os adultos. Podemos observar que nos contos, a história da Chapeuzinho tem duas versões, a primeira, os caçadores salvam a vovó e chapeuzinho, abrem a barriga do lobo, retirando-as vivas, já na segunda versão a chapeuzinho aprende a lição, não ouve mais o lobo, e seguindo pela floresta.
  4. 4. Com o passar do tempo, percebemos que cada autor reinventa uma versão diferente, e os protagonistas centrais continuam presentes na história; ou seja cria possibilidades dentro do universo infantil, a criança passa a investigar, qual a verdadeira história. No filme Deu a Louca na Chapeuzinho, de forma sucinta ele passa uma mensagem, onde as mulheres deixam de ser frágeis, vovó enfrenta tudo e todos e a chapeuzinho não tem medo de nada,seguindo assim os passos da sua avó. As diferenças entre o livro e o filme são muitas; como as tecnologias. Para nós conhecedores das histórias narradas através de livros, estamos aguçando a criatividade, trabalhando a oralidade e escrita das crianças. O filme também é uma forma divertida de acrescentarmos um pouco mais esse universo literário infantil.
  5. 5. AFINAL O QUE LITERATURA INFANTIL Descobrir, explorar, aprender… E criar novos mundos, novas realidades – o céu não é o limite para aquele que lê! Embora tenhamos informações em excesso a cada vez que “surfamos” no mundo virtual, a literatura apresenta a crianças, jovens e adultos um horizonte infinito em histórias, romances, poemas, contos, e muito mais. Mas… o que é mesmo literatura? A palavra literatura vem do latim “litteris” que significa “letra”, que também quer dizer “escritos, cartas” e parece referir-se, primordialmente, à palavra escrita ou impressa. Em latim, literatura significa uma instrução ou um conjunto de saberes ou habilidades de escrever e ler bem e se relaciona com as artes da gramática, da retórica e da poética. Segundo o crítico e historiador literário José Veríssimo, várias são as acepções do termo literatura: conjunto da produção intelectual humana escrita; conjunto de obras literárias; conjunto das obras sobre um dado assunto, ao que chamamos bibliografia de um assunto ou matéria; boas letras; e uma variedade de Arte, a arte literária.
  6. 6. LITERATURA INFANTIL A literatura infantil é destinada especialmente às crianças entre dois a dez anos de idade. O conteúdo de uma obra infantil precisa ser de fácil entendimento pela criança que a lê, seja por si mesma, ou com a ajuda de uma pessoa mais velha. Além disso, precisa ser interessante e, acima de tudo, estimular a criança. Os primeiros livros direcionados as crianças foram feitos por professores e pedagogos no final do século XVII, com o objetivo de passar valores e criar hábitos. Atualmente a literatura infantil não tem só este objetivo, hoje também é usada para propiciar uma nova visão da realidade, diversão e lazer. Obras literárias destinadas às crianças com dois a quatro anos de idade possuem apenas grupos deQuase toda obra literária infantil possui algumas características em comum, embora exceções existam:
  7. 7. A HISTÓRIA INFANTIL COMO FORMA DE CONSCIÊNCIA DE MUNDO É no encontro com qualquer forma de Literatura que os homens têm a oportunidade de ampliar, transformar ou enriquecer sua própria experiência de vida. Nesse sentido, a Literatura apresenta-se não só como veículo de manifestação de cultura, mas também de ideologias. A Literatura Infantil, por iniciar o homem no mundo literário, deve ser utilizada como instrumento para a sensibilização da consciência, para a expansão da capacidade e interesse de analisar o mundo. Sendo fundamental mostrar que a literatura deve ser encarada, sempre, de modo global e complexo em sua ambigüidade e pluralidade. Até bem pouco tempo, em nosso século, a Literatura Infantil era considerada como um gênero secundário, e vista pelo adulto como algo pueril (nivelada ao brinquedo) ou útil (forma de entretenimento). A valorização da Literatura Infantil, como formadora de consciência dentro da vida cultural das sociedades, é bem recente. Para investir na relação entre a interpretação do texto literário e a realidade, não há melhor sugestão do que obras infantis que abordem questões de nosso tempo e problemas universais, inerentes ao ser humano. ”Infantilizar" as crianças não cria cidadãos capazes de interferir na organização de uma sociedade mais consciente e democrática
  8. 8. ORIGEM DA LITERATURA INFANTIL A vontade de contar histórias nasceu há muitos anos atrás, como forma de comunicação entre os homens, quando contavam uns aos outros as suas vivências e experiências de vida. Com o passar do tempo, foi-se formando a literatura infantil, que actualmente é um texto que discute valores morais, sentimentos e atitudes e tem como público-alvo, as crianças entre os dois e dez anos de idade. A sua função é educar moralmente as crianças e demarcar claramente o bem a ser aprendido pelas crianças e o mal a ser desprezado pelas mesmas. Neste tipo de literatura as histórias necessitam de ser elaboradas de uma forma que seja facilmente entendida pelas crianças que as lêem ou ouvem, para que as possam compreender sem qualquer tipo de problema. Estas histórias são no fundo aquelas que tratam dos problemas das crianças, dirigindo-se às suas fantasias, transmitindo as suas emoções, respondendo à sua necessidade de não se contentar com a própria vida. Resumindo, a literatura infantil veio corresponder aos anseios do leitor e à sua identificação com a mesma e serve como instrumento para a sensibilização da consciência, para a expansão da capacidade e interesse em analisar o mundo.
  9. 9. CONTO Conto é uma obra de ficção que cria um universo de seres e acontecimentos, de fantasia ou imaginação. Como todos os textos de ficção, o conto apresenta um narrador, personagens, ponto de vista e enredo.. Classicamente, diz-se que o conto se define pela sua pequena extensão. Mais curto que A novela ou o romance, o conto tem uma estrutura fechada, desenvolve uma história e tem apenas um clímax. Num romance, a trama desdobra-se em conflitos secundários, o que não acontece com o conto. O conto é conciso. No que se refere às origens, o mesmo remonta aos tempos antigos, representado pelas narrativas orais dos antigos povos nas noites de luar, passando pelos gregos e romanos, lendas orientais, parábolas bíblicas, novelas medievais italianas, pelas fábulas francesas de Esopo e La Fontaine, chegando até os livros, como hoje conhecemos. Em meio a esta trajetória, revestiu-se de inúmeras classificações, resultando nas chamadas antologias, as quais reúnem os contos por nacionalidade: brasileiro, russo, francês e por categorias relacionadas ao gênero, denominando-se em contos maravilhosos, policiais, de amor, ficção científica, fantásticos, de terror, mistério, dentre outras classificações, tais como tradicional, moderno e contemporâneo. •
  10. 10. OS PRIMEIROS CONTOS O conto inicialmente fazia parte da literatura oral, com origem na narrativa de mitos e lendas. Foi com Boccaccio, autor do Decamerão, que o conto pela primeira vez ocupou um lugar entre as grandes obras universais. Os contos do Decamerão deram origem à novela renascentista italiana. Os espanhóis também se dedicaram a um ramo dessa novela, através do subgênero criado por Cervantes e denominado "novela exemplar". Quase desaparecido durante o século XVII, o gênero ressurgiu no século seguinte, como "conto filosófico", meio de que se utilizaram Voltaire e Diderot para a exposição de suas idéias. Na Alemanha, depois do romantismo, surgiu o "conto gótico", com a introdução de elementos fantásticos e sobrenaturais em sua composição, tendo C.T.A. Hoffmann como o seu maior representante..
  11. 11. Em Portugal, foram grandes contistas Eça de Queiroz, Camilo Castelo Branco e Fialho de Almeida. No Brasil, alguns consideram Machado de Assis como o maior contista da literatura brasileira. Outros autores importantes, porém, entre os quais Monteiro Lobato, Lima Barreto e Simões Lopes Neto. Nos dias atuais, podem ser citados Dalton Trevisan e Clarice Lispector, dois escritores que se notabilizaram no gênero. Atribui-se a Mário de Andrade a feição moderna que o conto adquiriu no Brasil depois do modernismo. . Sem chegar a exercer grande influência em seu próprio país, Hoffmann constituiu, no entanto, modelo seguido por grandes escritores de outros países, entre os quais Edgar Allan Poe, nos E.U.A. Despido de qualquer sentido filosófico, o "conto gótico" foi substituído pelo conto policial (veja CONAN DOYLE, SIR ARTHUR), até ganhar, no século XX, significações especiais e profundas com autores como Kafka, Jorge Luís Borges e Julio Cortázar. Guy Maupassant, na França, e Anton Tchekov, na Rússia, foram dois grandes nomes na história do gênero.
  12. 12. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA • http://www.reginaceliaseusite.hpg.com.br/lit.l.6histconto.1.htm • http://literaturainfantilportaldoprofessor.wordpress.com • infantil@graudez.com.br • :Wikipédia

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