U   N I V E R S I D A D E   L   U S Í A D A   D E   A   N G O L A               Departamento de Informática               ...
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Hercílio Rui Dinis DuarteA Universidade Lusíada de Lisboa e as Redes sociais:        O estudo caso do portal e-Lusíada:   ...
Ficha Técnica                                    Autor    Hercílio Rui Dinis Duarte             Coordenadores de licenciat...
Não devia existir um dia que justificasse oque és, pois o que és ultrapassa as barreirasda imaginação.Prefiro as vezes cal...
“A   coisa   mais    bela   que   podemosexperimentar é o mistério. Essa é a fonte detoda a arte e ciências verdadeiras. A...
AGRADECIMENTOSAo Mestre Gilberto Moma Capeça, meu orientador de estágio da ULA, por me teracompanhado durante os últimos a...
RESUMO            A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociais:                       O estudo caso do portal e-Lus...
ABSTRACT               Lusíada de Lisboa University and Social networks:                              Case study: e-Lusíad...
LISTA DE ILUSTRAÇÕESIlustração 1 - Esquema de um sistema especialista de análise de dados. .................. 41Ilustração...
LISTA DE TABELASTabela 1 - Resultado da centralidade dos actores da RS. ........................................... 43
LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS E ACRÓNIMOS     ARS - Análise das Redes Sociais    IBM - International Business Machine MODD...
SUMÁRIO1. Introdução .................................................................................................... ...
2.6.2.5. Portais de universidades e o Delicious ..................................... 51          2.6.2.6. Portais de univ...
Anexo A..................................................................................................... 97Anexo B.......
A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociais1. INTRODUÇÃOFalar de redes sociais não é falar de Sites de redes socia...
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A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisActualmente para as Universidades os sites de redes sociais estão a ofe...
A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociais2. AS UNIVERSIDADES E AS REDES SOCIAIS     2.1. CONCEITO GERALNeste cap...
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A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisO essencial para o estudo de um actor dentro de um sistema de rede soci...
A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisPara Mark Granovetter, a manutenção da rede social baseava-se mais nos ...
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A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaismundo escreviam umas as outras interagindo, conhecendo-se e mantendo a ...
A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisAs Universidades como Luz das sociedades têm trabalhado máximo na busca...
A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisUma Universidade ao contar com a colaboração de várias comunidades irá ...
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A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisCom a existência das comunidades virtuais existe a grande vantagem de h...
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A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisEstes recursos podem ser um estagiário, um funcionário, ou mesmo você. ...
A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisEste esforço inicial dará resultados. Em pouco tempo os clientes que pr...
A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisNeste caso conseguimos assim obter uma tabela com a estatística de Laço...
A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisAtravés da teoria dos grafos podemos obter uma análise do quanto a mens...
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A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisexpandindo os seus serviços através das redes sociais, e atraindo mais ...
A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisreceita e o lucro. Os Portais são Utilizados para aumentar a agilidade ...
A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociais(valorizando estes como portais) com as redes sociais. As redes sociais...
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  1. 1. U N I V E R S I D A D E L U S Í A D A D E A N G O L A Departamento de Informática Licenciatura em InformáticaA Universidade Lusíada de Lisboa e as Redes Sociais: O estudo caso do portal e-Lusíada: Projecto de estágio. Hercílio Rui Dinis Duarte Lisboa Março 2011
  2. 2. U N I V E R S I D A D E L U S Í A D A D E A N G O L A Departamento de Informática Licenciatura em InformáticaA Universidade Lusíada de Lisboa e as Redes Sociais: O estudo caso do portal e-Lusíada: Projecto de estágio. Hercílio Rui Dinis Duarte Lisboa Março 2011
  3. 3. Hercílio Rui Dinis DuarteA Universidade Lusíada de Lisboa e as Redes sociais: O estudo caso do portal e-Lusíada: Projecto de estágio. Projecto apresentado no âmbito da componente de Estágio de Licenciatura em Informática da Universidade Lúsiada de Angola Coordenadores de Licenciatua em Informática da ULA: Mestre Paulo Jorge Paiva Mestre Bonina de Fátima de Andrade Leitão Orientador de estágio: Mestre Gilberto Moisés Moma Capeça Orientador de estágio da ULL: Dr. Helder da Rocha Machado Lisboa Março 2011
  4. 4. Ficha Técnica Autor Hercílio Rui Dinis Duarte Coordenadores de licenciatura Paulo Jorge Paiva em informática Bonina de Fátima Leitão Orientador de estágio da ULL Helder da Rocha Machado Título A Universidade Lusíada de Lisboa e as Redes Sociais: O Estudo caso do Portal e-Lusíada Local Lisboa Ano 2011Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa - Catalogação na PublicaçãoDUARTE, Hercílio Rui Dinis, 1987-A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociais: O estudo caso de portal e-Lusíada: Projecto de estágio/ Hercílio Rui Dinis Duarte ; orientado por Gilberto Moisés Moma Capeça, Helder da Rocha Machado. -Lisboa : [s.n.], 2011. - Projecto apresentado no âmbito da componente de estágio de Licenciatura emInformática da Universidade Lusíada de Angola.1. GILBERTO, Moisés Moma Capeça, 1957-2. PAIVA, Paulo Jorge3. MACHADO, Helder António da Rocha, 1967-
  5. 5. Não devia existir um dia que justificasse oque és, pois o que és ultrapassa as barreirasda imaginação.Prefiro as vezes calar, sem palavras asublinhar, sem grandeza a descrever semsaber o que dizer.Não ha palvras que as vezes expressam osentimento de seres minha mãe.Dedico a ti!
  6. 6. “A coisa mais bela que podemosexperimentar é o mistério. Essa é a fonte detoda a arte e ciências verdadeiras. AlbertEinstein
  7. 7. AGRADECIMENTOSAo Mestre Gilberto Moma Capeça, meu orientador de estágio da ULA, por me teracompanhado durante os últimos anos de formação e ter oferecido muitas ideias paraque a conclusão deste projecto fosse real e com sucesso.Ao Dr. Helder da Rocha Machado, meu orientador de estágio da ULL, pela grandedisponibilidade e atenção no avanço dos planos de estágio que serviram de grandeexperiência para a abertura de novas oportunidades a nível intelectual e social, peloencorajamento, pelo grande incentivo para a conclusão dos trabalhos e por ter-meguiado até ao final do grande objectivo.À Dra. Anabela Neto, responsável pelo Gabinete de Estágios, Saídas Profissionais eEmpreendedorismo da ULL, pelo profissionalismo, disponibilidade e acompanhamentoem todo percurso no decorrer do meu estágio e pelo incentivo em continuar com muitaforça e óptimas propostas de trabalho.À minha mãe, luz da minha vida, por acreditar que um dia eu conseguiria concretizarboa parte dos meus projectos, por passar várias noites sentindo a minha falta mascom força suficiente por acreditar que a cada dia que passa os nossos sonhos iriamaproximar-se cada vez mais da realidade. Às minhas irmãs, pela força constante eincentivo.Ao meu pai, o arquitecto do meu incentivo… que Deus o tenha! Sempre foi a voz maisalta que me levasse a enfrentar vários tipos de realidades por mais que parecessemimpossíveis. A ti devo muito mais do que um dia irei conseguir pagar, pois nadajustifica a tua bondade. És tudo e muito mais, obrigado meu grande Pai.Aos meus colegas de Luta, Adjah da Cruz e Helder Francisco, pela forte colaboração econclusão de vários projectos académicos, e pelo grande incentivo de jamais desistirquando tudo é possível de se conquistar.
  8. 8. RESUMO A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociais: O estudo caso do portal e-Lusíada: Hercílio Rui Dinis DuarteO Projecto da Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociais tem como obejectivoinserir esta nos melhores sites de redes sociais tornando mais próxima do seu público,tomando partido das vántagens que irá adequerir ao coletar opiniões relativamenteaos seus serviços. Deste modo a Universidade poderá aproximar várias camadassociais, irá fazer com que a troca de experiência destes torne a rede mais interessantee mais forte para poder enfrentar desafios de conhecer e establecer comunicação emnovas realidades.O projecto permitirá que vários actores interessados ou aqueles que alguma vezfizeram parte desta Instituição estejam ligados de uma forma íntima com aUniversidade através da troca de várias experiências, ou seja, sempre a par dospassos e actividades realizadas podendo contribuir de forma mais activa.Iremos abordar os Sites de redes sociais como sistemas de informação que integramvários estratos sociais a fim de se trocar experiências e se tirar partido deles. Saber deforma mais rápida e precisa aquilo que os actores da rede estarão sempre a procurarpara que a Universidade possa sempre servir de bons serviços satisfazendo asnecessidades destes.Pretende-se então criar uma interface entre o Portal e-Lúsiada e as redes sociais paracom a função de projectar e gerir de forma eficaz a informação da Universidadeatraindo grandes ideias, colaborações e parcerias a nível cultural e empresarial.Palavras-chave: Actores, Marketing Digital e Comunicação, Gestão de conectividade,Performance e crescimento.
  9. 9. ABSTRACT Lusíada de Lisboa University and Social networks: Case study: e-Lusíada portal Hercílio Rui Dinis DuarteThe Project of Lusíada University of Lisbon and social networks has an objective, insert theUniversity in the best social becoming more near of your public to import experiences and theircontents, taking advantages of the benefits that will acquire collecting opinions about theirservices. Thus the University can bring various social strata, will cause the exchange ofexperience of the network becomes more interesting and more strong to face challenges tomeet and establish new communication realities. The project will allow various actors interested or those who have ever been part of thisinstitution infrastructure is linked in an intimate way with the University through an exchange ofvarious experiences, that is always aware of the steps and activities, and can contribute moreactively.We shall talk the social networking websites such as information systems that integrate varioussocial strata in order to exchange experiences and take advantage of them. Know more quicklyand precisely what the network actors are always looking for that the University should stillserve as good services meeting their needs.The aim is then to create an interface between the portal e-Lusiada and social networks, andhis function will project and effectively manage information of University attracting big ideas,collaborations and partnerships at the business and cultural.Keywords: Marketing Digital, and communication, Management and connectivity,performarnce and growth.
  10. 10. LISTA DE ILUSTRAÇÕESIlustração 1 - Esquema de um sistema especialista de análise de dados. .................. 41Ilustração 2 - Esquema sobre a centralidade dos actores em uma RS ........................ 43Ilustração 3 - Relação das redes sociais na Web 2.0 e o portal e-Lusíada ................. 58Ilustração 4 - Página do facebook do projecto Web 2.0 do portal e-Lusíada ............... 59Ilustração 5 - Página inicial dos eventos no portal e-Lusíada. ..................................... 62Ilustração 6 - Página de um dia de eventos no portal e-Lusíada. ................................ 62Ilustração 7 - Página da informação resumida de um evento no portal e-Lusíada. ..... 63Ilustração 8 - Sítio Web de um evento no portal e-Lusíada.......................................... 63Ilustração 9 - Página de um evento no facebook da ULL ........................................... 64Ilustração 10 - Páginas dos esventos no Twitter . ........................................................ 64
  11. 11. LISTA DE TABELASTabela 1 - Resultado da centralidade dos actores da RS. ........................................... 43
  12. 12. LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS E ACRÓNIMOS ARS - Análise das Redes Sociais IBM - International Business Machine MODDLE Modular Object-Oriented Dynamic Learning Enviroment MULL - Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa SQL Strutured Query Language PHP Personal Home Page ULL - Universidade Lusíada de Lisboa USENET - Unix User Network RS - Redes Sociais
  13. 13. SUMÁRIO1. Introdução .................................................................................................... 132. As universidades e as redes sociais ............................................................ 16 2.1. Conceito geral........................................................................................ 16 2.2. Elementos de uma rede social............................................................... 16 2.2.1. Actores de uma rede social ............................................................. 17 2.2.2. Conexões ........................................................................................ 18 2.2.3. Laços sociais ................................................................................... 18 2.3. Relação da universidade com demais agentes da rede social .............. 19 2.4. As universidades e a atracção das comunidades virtuais ..................... 20 2.4.1. Vantagem que as universidades podem obter das comunidades virtuais ....................................................................................................... 22 2.4.2. Comunidades em cluster ................................................................. 25 2.5. Marketing digital e comunicação nas redes sociais das universidades . 26 2.5.1. Príncípios fundamentais da web 2.0 segundo O’reilly ..................... 28 2.5.2. O consumidor 2.0 ............................................................................ 28 2.5.3. Vantagens e desvantagens da web 2.0........................................... 29 2.5.4. Marketing digital e os relacionamentos na web ............................... 30 2.5.5. Estratégia para o marketing digital .................................................. 32 2.5.6. A influência da Web 2.0 e a gestão de conteúdos no contexto das universidades ............................................................................................ 34 2.5.7. Planear as redes sociais num contexto universitário ....................... 35 2.5.8. Extracção de conhecimento de uma rede social para uma boa política de marketing ................................................................................. 40 2.5.8.1. A base de conhecimento ........................................................... 41 2.5.8.2. Motor de eferência .................................................................... 41 2.5.8.3. A visualização dos dados da rede social .................................. 41 2.5.9. A velocidade da mensagem nas redes sociais ................................ 41 2.6. Portais universitários e redes sociais ..................................................... 43 2.6.1. Características do portal de uma organização ................................ 46 2.6.2. Características de portais como vantagem as redes sociais ........... 46 2.6.2.1. Portais de universidades e o facebook ..................................... 47 2.6.2.2. Portais de universidades e o twitter .......................................... 49 2.6.2.3. Portais de universidades e o Youtube....................................... 50 2.6.2.4. Portais de universidades e o Flickr ........................................... 51
  14. 14. 2.6.2.5. Portais de universidades e o Delicious ..................................... 51 2.6.2.6. Portais de universidades e os blogues ...................................... 52 2.7. O futuro da Web e no contexto das universidades e das redes sociais . 533. A Mediateca ................................................................................................. 544. O portal e-lusíada e as redes sociais ........................................................... 57 4.1. Redes sociais e Web 2.0 @ ULL ........................................................... 57 4.1.1. Conceito geral ................................................................................. 57 4.1.2. Objectivo da criaçao da página Web sobre as redes sociais e Web 2.0 da ULL................................................................................................. 58 4.1.3. Envolvimento da ULL nas redes sociais .......................................... 59 4.1.4. Optimização das redes sociais ........................................................ 60 4.1.5. Vantagens para as universidades: .................................................. 60 4.1.6. Vantagens para os utilizadores: ...................................................... 61 4.2. O módulo eventos do portal e-lusíada e as redes sociais...................... 61 4.3. As politicas de uso das tecnologías em Web 2.0 da ULL ...................... 65 4.3.1. A responsabilidade pessoal ............................................................. 65 4.3.1.1. Segurança ................................................................................. 65 4.3.2. Etiqueta ........................................................................................... 67 4.3.3. Uso aceitável ................................................................................... 68 4.3.4. Comunicação .................................................................................. 68 4.3.5. Linhas de orientação nas redes sociais da ULL .............................. 695. Conclusão .................................................................................................... 71Referências ...................................................................................................... 72Bibliografia........................................................................................................ 73Apêndices......................................................................................................... 75 Lista de apêndices ........................................................................................ 76 Apêndice A ................................................................................................ 77 Apêndice B ................................................................................................ 81 Apêndice C................................................................................................ 83 Apêndice D................................................................................................ 85 Apêndice E ................................................................................................ 87 Apêndice F ................................................................................................ 89 Apêndice G ............................................................................................... 91 Apêndice H................................................................................................ 93Anexos ............................................................................................................. 95 Lista de anexos ............................................................................................. 96
  15. 15. Anexo A..................................................................................................... 97Anexo B..................................................................................................... 99Anexo C .................................................................................................. 101Anexo D .................................................................................................. 103Anexo E................................................................................................... 105Anexo F ................................................................................................... 107Anexo G .................................................................................................. 108Anexo H .................................................................................................. 109Anexo I .................................................................................................... 110
  16. 16. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociais1. INTRODUÇÃOFalar de redes sociais não é falar de Sites de redes sociais. As redes sociais sempreexistiram, o homem sempre foi um ser social pertencente a um grupo comnecessidade de comunicar para ganhar cada vez mais experiência no seu modo devida. Em Informática o conceito de sistemas distribuídos nos dá a plena noção do queé uma sociedade estruturada mediante uma rede social, vários nós estruturadoshierarquicamente colaboram para a realização de um fim, com isso dizer que para asobrevivência do próprio homem este está submetido num modo de vida que dependede tudo que o rodeia seja de positivo como de negativo para a sua sobrevivência, paratal esse precisa de se relacionar com outro homem para ultrapassar obstáculos ealcançar o conhecimento. Em filosofia diz-se que para a existência de um elemento nanatureza este depende sempre de um elemento primário, nesse sentido que sedefende a existência de Deus. Na orientação por objecto Deus é a super class detodas classes existentes no Universo, o Homem é um objecto no Universo queinterage com objectos da mesma classe trocando experiências e aperfeiçoando suasactividades, com isso dizer que a vida humana é uma rede social.A ARS (Análise das redes sociais) é uma ciência recente que nos tem ajudado aobservar a sociedade como um conjunto de várias comunidades que no seu todoformam várias redes sociais. E cada rede social contém elementos que nos ajudam ainterpretar essa rede, permitem-nos fazer estudos que ajudam a extrair conhecimentode um conjunto de indivíduos. As ferramentas actuais de redes sociais como é o casodos sites de rede social estão a revolucionar as tecnologias de informação ecomunicação, no fortalecimento de relação entre indivíduos, e empresas com seuspúblicos. A ideia de rede social começou a ser usada há cerca de um século atrás,para designar um conjunto complexo de relações entre membros de um sistema sociala diferentes dimensões, desde a interpessoal à internacional.A grande explosão de partilha de formato de dados na Internet tem-se descrevidomediante as versões existentes de Web. O conceito de Web faz-nos entender agrande tendência das Tecnologias de Informação e Comunicação e a sustentabilidadedestas pelas organizações actuais.Os Sites da versão Web 1.0 eram estáticos, apresentavam simples textos e nãopassavam por processo de actualização. Estes localizavam-se em mainframes aondeo cliente fazia simplesmente a requisição de serviços através de uma sequência deHercílio Rui Dinis Duarte 13
  17. 17. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaiscódigos e um mainframe central enviava a resposta. Estes Sites tinham umacaracterística de que não eram interactivos, os seus visitantes simplesmentevisualizavam mas não poderiam alterar nada ou apresentar alguma sugestão.O conceito de Web 2.0 é o que se aplica as páginas Web actuais e surgiu em 2004para explicar as mudanças que estavam a ocorrer na rede mundial de computadores,este conceito tem uma grande vantagem de além de funcionar com o privilégio deprogramação das actuais linguagens de programação, está também a tirar proveito devários recursos e serviços já existentes na Internet, as aplicações da Web 2.0permitem a participação activa dos utilizadores. Os chamados sites dinâmicosenquadram-se perfeitamente neste conceito, daí que através da grande colaboraçãoentre grandes empresas como a IBM a Google que desenvolveram-se grandesarquitecturas de sistemas distribuídos como os Chamados Cluster que sofreramgrande parte de seu desenvolvimento de 1990 até a actualidade em que a Internet évista como uma vasta nuvem que cobre várias tecnologias.Na chamada nuvem tem havido cada vez mais necessidade de simular a realidadeatravés de sistemas computacionais, não só havendo relações entre os homens comohavendo também destes com empresas e entre estas. Nessa relação entre homensempresa, foi possível transportar o conceito de Redes Sociais para a Internet.Com a necessidade do homem comunicar com vista na troca de experiênciasindependentemente do ponto geográfico começaram a surgir nos finais da década de90 os sites de redes sociais, embora que só a partir do ano de 2003 com o surgimentodo Linkedin, Myspace e o Hi5 é que estes começaram a ganhar força.Nas médias tradicionais, como televisão, a rádio, a televisão e a imprensa, emborahaja mínima interacção, o conteúdo é gerado por especialistas. Enquanto que nosSites de redes sociais não há controle nem propriedade, o próprio consumidor é quemproduz a informação, com isso dizer que os sites de redes sociais vêm tambémpromover um ambiente democrático de relações entre as pessoas.As empresas passaram a encontrar grandes soluções diante dos sites de redessociais, formas mais fáceis de aproximação ao público-alvo de uma forma bem maisintima e optando por interacções bem mais ágeis e dinâmicas.Hercílio Rui Dinis Duarte 14
  18. 18. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisActualmente para as Universidades os sites de redes sociais estão a ofereceroportunidades para uma boa prática de gestão de seus conteúdos, contando comparticipação de vários internautas independentemente do ponto de situaçãogeográfica, evidenciando diferentes culturas. Graças a essa prática que asUniversidades estão a apostar, que já não existirá região do globo remotamentedistante.Neste trabalho irá se tornar claro a forma como a ULL irá tirar partido das grandesvantagens das redes sociais, e como esta poderá interceptar o seu público criandocondições de obtenção de uma forte base de conhecimento em que vários estratos emcada Site de rede social irão colaborar e participar de forma mais activa nasactividades desta Universidade. Irá se fazer um estudo de relacionamento entre oPortal e-Lusiada e os Sites de redes sociais da ULL. O Site será o núcleo dasinformações, e as redes sociais serão interfaces de distribuição de conteúdospermitindo que seus utilizadores possam postar ideias originando discussões a favordo desenvolvimento da Universidade.Uma das grandes importâncias que uma rede social pode oferecer para a ULL é depermitir que seus utilizadores partilhem dados de vários formatos, desde simplestextos a vídeos de grande qualidade e em tão pouco tempo haver um feedback dopúblico classificando a qualidade do conteúdo disponível, para tal, será necessário quea Universidade tenha bastante atenção nos conteúdos a publicar, sendo que estes,serão avaliados por membros pertencentes a ciclos de redes sociais diferente.As Universidades têm aproveitado tirar partido do potencial das redes sociais graçasas grandes vantagens que estas têm fornecido no mundo da Comunicação eMarketing. A transmissão de conteúdos nas redes sociais irá permitir uma melhorcomunicação do público com a Universidade e entre estes na promoção não só daimagem da Instituição, mas como na valorização dos trabalhos técnicos e científicospublicados.As redes sociais também têm ajudado no sentido das organizações estarem aacompanhar a evolução no mundo da apresentação de formato de dados em Web.Daqui a mais ou menos 10 anos, estas terão que estar preparadas para enfrentar oavanço da versão Web 3.0, em que as aplicações irão se basear mais em sistemas dearmazenamento em nuvens.Hercílio Rui Dinis Duarte 15
  19. 19. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociais2. AS UNIVERSIDADES E AS REDES SOCIAIS 2.1. CONCEITO GERALNeste capítulo iremos abordar como as universidades relacionam-se nas redessociais, saber identificar que elemento será considerado a Universidade dentro dessevasto sistema e as melhores formas de se relacionar com as demais entidades dentroda rede. Iremos também fazer um breve resumo sobre as técnicas usadas por grandesUniversidades neste novo modelo de comunicação, principalmente a forma comoestas utilizam as redes sociais como ferramenta de expansão da sua imagem.Iremos saber como as redes sociais estão estruturadas e qual os melhores métodospara universidades agirem sobre esta estrutura a fim de conseguirem obter boasrelações com as entidades as estas pertencentes. Pois pode-se obter grandesconclusões nas vantagens que uma universidade pode obter começando por seestudar à formação, estrutura e interacção que esta pode estabelecer dentro de umarede social (Maria Patrício, 2010). Após ter-se noção geral de como as entidadesdentro de uma rede social relacionam-se, então poderá partir-se para a actualidade,que é o impacto das redes sociais no marketing digital e as vantagens que esteprocessamento poderá trazer as instituições.Actualmente existe uma serie de tecnologias baseadas na chamada Web 2.0 que nospermitem criar melhores métodos de relacionar-se com públicos estruturados emredes sociais. Convêm as organizações levarem a sério a questão de arquitectar umaestrutura de comunicação forte e consistente que permitirá estar a par de tudo que sepassa na sociedade de modos a se progredir e inovar a medida que vão surgindocomunidades com pontos de vista diferentes. 2.2. ELEMENTOS DE UMA REDE SOCIALSegundo (Raquel Recuero, 2009), existem elementos característicos que servem debase de estudo das redes sociais na Internet.Será importante podermos perceber e classificação uma rede social ao pormenor, eposteriormente poder assim identificar os elementos que se levam em causa para seanalisar uma rede social e dela se retirar vantagens para os diversos ramos de ciênciaem que esta pode se relacionar. Para o nosso iremos saber como é considerada eHercílio Rui Dinis Duarte 16
  20. 20. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaiscomo se relaciona uma Universidade dentro de um sistema de rede social e comoestas poderão relacionar-se com suas comunidades.A análise de redes estabelece um novo paradigma na pesquisa sobre a estruturasocial. Para estudar como os comportamentos ou as opiniões dos indivíduosdependem das estruturas nas quais eles se inserem, a unidade de análise não são osatributos individuais (classe, sexo, idade, género), mas o conjunto de relações que osindivíduos estabelecem através das suas interacções uns com os outros. A estrutura éapreendida concretamente como uma rede de relações e de limitações que pesasobre as escolhas, as orientações, os comportamentos, as opiniões dos indivíduos.Raquel Recuero (2009) diz que, as redes sociais na Internet possuem características,que servem de base para que as redes sejam percebidas e as informações a respeitodela sejam apreendidas. Esses elementos, no entanto, não são imediatamentediscerníveis. Por exemplo, o que é um autor social na Internet? Como considerar aconexão entre os actores online? Que tipos de dinâmicas podem influenciar essasredes? São esses questionamentos que nos interessam neste primeiro capítulo. 2.2.1. ACTORES DE UMA REDE SOCIALDe forma geral os actores são as entidades principais de qualquer sistema. Em análisedas redes sociais pela teoria dos grafos, os nós são os actores ou eventos e as linhassão conjunto de relações.Uma base de estudo das redes sociais é a teoria dos grafos proposta pelo matemáticoLeonard Euler e que segundo Raquel Recuero (2005) é um conjunto de nósconectados por arestas. Dentro de uma rede distribuída qualquer, um actor éexplicado como sendo representado por um nó, sendo mais explícito a nossarealidade passaremos então a tomar a página de uma Universidade como umaentidade principal que irá se relacionar com demais entidades estabelecendo níveis derelacionamento. Porquê que do nosso ponto de vista esta página será tida como umaentidade principal? Que vantagem esta poderá obter dentro de uma rede social?Sendo mais claro os actores são as pessoas envolvidas na rede que se analisa.Dentro do sistema, os actores moldam as estruturas sociais, através da interacção econstituição de laços sociais.Hercílio Rui Dinis Duarte 17
  21. 21. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisO essencial para o estudo de um actor dentro de um sistema de rede social é apercepção dos laços que cada um estabelece. Mais a baixo iremos falar sobre oestudo dos laços elaborado por Mark Granovetter em 1973 intitulado como A Forçados Laços. 2.2.2. CONEXÕESEnquanto os actores representam os nós da rede, as conexões podem ser percebidascomo sendo as ligações entre os nós, são constituídas dos laços sociais, e os laçossociais formam-se através da interacção social entre os actores. As conexões são oobjectivo fundamental do estudo das redes sociais, a sua variação acaba sempre porinfluenciar toda estrutura.A conexão é a base para que exista uma relação dentro de uma Rede Social, esegundo Ana Recuero (2009) a relação é considerada a unidade básica de análise deuma rede social. Uma relação só passa a existir quando existe pelo menos umaconexão entre entidades, e mediante este número de conexões poderemos saber oslimites desta relação, ou de uma rede social. 2.2.3. LAÇOS SOCIAISA interacção entre os actores de uma rede social gera os laços sociais: estes podemser classificados pela avaliação do peso que representam numa rede social. Os laçospodem classificar-se por fortes ou fracos. Os laços fortes representam os casos emque dois ou mais actores têm fortes relações de intimidade. Os Laços fracos advêm dairrelevância de intimidade entre os actores.Segundo um artigo Publicado pelo famoso Sociólogo Mark Granovetter em 1973intitulado como a força dos Laços fracos, este mostra a grande importância de semanter contacto com os nossos conhecidos distantes, os tratados como “laços fracos”,ou seja, pessoas que a princípio não fazem parte do nosso mundo de ideias. O artigode Granovetter comprova cientificamente a existência dos laços fracos nas redessociais. Se formos a considerar apenas laços sociais, estes podem nos deixar cair nafragmentação de uma rede que deixaria de ser social social. Os laços fracos sãoindispensáveis para fazer fluir novas oportunidades e ideias.Hercílio Rui Dinis Duarte 18
  22. 22. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisPara Mark Granovetter, a manutenção da rede social baseava-se mais nos laçosfracos do que nos laços fortes, porque permitiriam a conexão de outros vários grupossociais diversos, promovendo a criação de vários clusters com características de rede. 2.3. RELAÇÃO DA UNIVERSIDADE COM DEMAIS AGENTES DA REDE SOCIALUma forma de interpretar o porquê que as Universidades estão a tirar partido dasredes sociais e estabelecendo relações com outros agentes de rede social é olharpara os laços fracos da rede. Devemos tomar como base de que os nossos contactosdistantes conhecem muitas pessoas que não conhecemos. Alem destes não seremtão ligados a nós, também relacionam-se com contactos não conhecidos de nossoscontactos mais chegados. É importante prestar atenção aos nossos laços decontactos fracos porque muitos desses acabam-se a envolver em mundos quedesconhecemos, sendo importante na captação da atenção de várias comunidades ànossa rede. A nova comunidade Virtual chamada de rede social, poderá nos premiarcom novas informações, novo grupo de amigos que poderão oferecer grandesoportunidades de crescimento e novas relações empresariais tornando umaorganização mais forte.Até o surgimento dos sites de redes sociais na Internet muita coisa mudou. A formacomo as pessoas e organizações relacionam-se passou a ter mais sentido, pois foramse comprovando e desenvolvendo conceitos essenciais que explicam as actuaiscomunidades na Internet e como estás complementam-se formando uma estruturasocial. A teoria de Granovetter também pode ser aplicada para se percebertecnicamente a razão de uma simples entidade pode ingressar a uma rede social ecomo esta poderá contribuir na expansão estrutural da rede como ponto de atracçãode vários tipos de comunidades.Os sítios Web de redes sociais têm sido uma forma sofisticada de contribuição para amanutenção dos laços na relação entre vários indivíduos. Como exemplo, estes sítiostêm nos auxiliado a conectar qualquer integrante da rede Social sem importar o seuponto de situação espacial, e ter informações sobre a local em que este situa-se epara que propósito este estabelece as suas relações. As RS ajudam-nos também adivulgar infomações gerais forma mais distribuído, sendo que contamos com váriosserviços para vários propósitos.Hercílio Rui Dinis Duarte 19
  23. 23. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisAs RS interligam entidades que interessam-se em fortalecer seus conhecimentosatravés da interacção com várias outras entidades. Implica que as RS têm sidograndes promotoras na obtenção e gestão de conhecimento para as pessoas eorganizações em volta de sistemas distribuídos de computadores.Graças a valorização das RS que os laços fracos entre aqueles estudantes ouentidades que deixaram de ter contactos ou informações a respeito de umaUniversidade tornarão-se mais fortes, isto é, podendo contribuir para um sistema emque a colaboração será o conceito mais valorizado na continuação dodesenvolvimento das relações do sistema. Uma Universidade poderá ter uma melhorestratégia ao gerir, organizar e partilhar conteúdos para a obtenção de resultados deforma mais eficiente e estruturada.A maneira como as universidades organizam e disponibilizam a sua informaçãopermitindo um contributo eficaz nas RS pode ser vista como uma estrutura em Cluster,que significa que todos nós ligados a este colaboram na produção e melhoria da suaimagem e tornam o sistema mais eficiente. Neste sentido haverá várias vantagens,como exemplo podemos dizer que um estudante como entidade do sistema, sairátotalmente privilegiado, visto que este é a entidade primária na qual a Universidadecentra os seus esforços para satisfazer. 2.4. AS UNIVERSIDADES E A ATRACÇÃO DAS COMUNIDADES VIRTUAISAs redes baseadas em computadores surgiram e aplicaram um conceito nas relaçõessociais, a transformação de noção de localidade geográfica, mas é sabido que aInternet não foi a primeira ideia responsável por esta transformação. O surgimento dascartas, dos telefones e de outros meios de comunicação marcaram as comunicaçõesindependentemente da presença dos indivíduos envolvidos. Há 4 mil anos antes decristo Já existiam as cartas no Egipto, havia os sigmanacis, eram mensageiros quefaziam transmitir os recados das cartas através de cavalos ou camelos, já começavahaver a desterritorialização entre laços sociais, ou seja, comunicação entrecomunidades separadas geograficamente. Há vários anos atrás já havia uma práticaque se podia denominar como comunicação em redes sociais, embora pouco prática efeita mecanicamente, a prática de pen pal 1, várias pessoas de vários lugares do1 Prática de comunicação mediante um meio escrito. Geralmete era usa para comunicação de duas oumais pessoas em territórios fisicamente separados.Hercílio Rui Dinis Duarte 20
  24. 24. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaismundo escreviam umas as outras interagindo, conhecendo-se e mantendo a ligaçãode laços sociais mesmo que distantes entre elas. Embora que estes escritos não eramdireccionados a grupos mas a simples indivíduos, era possível estabelecer váriascomunicações e garantir vários laços sociais através destas interacções. Os meios decomunicação representam extensões das capacidades naturais dos seres humanos, atelevisão existe da necessidade de mostrar aquilo que o homem não vê, o rádio danecessidade de passar as notícias na qual o homem não tinha conhecimento, otelefone permitiu que a nossa voz viajasse a uma distância não imaginada, a Internetpermitiu a extensão de várias capacidades naturais.As comunidades virtuais surgiram da necessidade de se poder transmitir vários tiposde sentimentos em um só meio, através de canais específicos que fazem viajar ainformação a longa distância e em tão pouco tempo. Assim como podemossimplesmente transmitir texto, podemos também transmitir imagem, som e vídeo, ouseja, a Internet para as comunidades actualmente é vista como um meio decomunicação que transmite formatos em multimédia facilitando na transmissão desentimentos entre estas. O surgimento da Internet acabou deixando atrás um conceitode comunidade tradicional e passou a assim a espalhar o conceito de Comunidadevirtual em que os indivíduos da comunidade não precisam estar geograficamenteligados para exprimirem seus interesses. O Surgimento das comunidades virtuais fezrenascer os terceiros lugares que segundo uma análise feita por Ray Oldenburg(Sociólogo americano e criador da teoria sobre o desaparecimento dos terceiroslugares), este dizia que a vida das pessoas tem se tornado cada vez mais corrida eque o surgimento da violência estariam a fazer desaparecer os lugares maisimportantes para as relações entre os homens. Oldenburg, anunciou que existembasicamente três categorias de lugares essenciais para o indivíduo: Os primeiroscorrespondem seus lares, onde se cria relações com os membros da família; ossegundos, os do trabalho onde se criam as relações profissionais; e os terceiros, osmais propícios de se criar as relações sociais.A ausência dos terceiros lugares podem associar-se ao isolamento de um indivíduo,no entanto o uso das ferramentas de comunicação mediada por computadores temsido uma forte solução para se reactivar e reunir várias comunidades e fazer essasvoltarem a comunicar.Hercílio Rui Dinis Duarte 21
  25. 25. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisAs Universidades como Luz das sociedades têm trabalhado máximo na busca demétodos para tornar os estudantes e outros indivíduos interessados a estarem maispróximos dos problemas e avanços sociais, apostando na comunicação como base demanutenção e gestão de laços sociais partindo para boas práticas de utilização deferramentas espalhadas pela Web.Uma das grandes vantagens que faz as universidades direcionarem seus esforços nabusca de comunidades virtuais é o facto das destas terem como forte característicaareunião de pessoas sob um mesmo tema (Rodrigues Lia; Mustaro Pollyana, 2008).Se formos a analisar neste ponto de vista podemos então chamar a um Sítio Web derede social como um espaço que promove várias comunidades, e faz com que todasessas comunidades interajam com finalidade de se obter diferentes vantagens a pontode vista global. 2.4.1. VANTAGEM QUE AS UNIVERSIDADES PODEM OBTER DAS COMUNIDADES VIRTUAISColaboração/CooperaçãoOs Sítios Web colaborativos sempre existiram, mas anteriormente a forma como eramexpostos os dados é que não permitiam os utilizadores trabalhem remotamente e emtempo real. As ferramentas baseadas em Web 2.0 vieram promover o conceito decolaboração e deixar claro que a colaboração na internet existe e que precisava de seapostar em novas práticas de desenvolvemento do conceito. Um exemplo claro eprático da colaboração na Internet são os Blogues e os sítios Web caracterizadoscomo Wiks.Anteriormente antes de se levar tão prático o conceito de colaboração, já existiamferramentas colaborativas. Como exemplo, já havia a Usenet era tratado como umespaço online em que vários utilizadores organizados por comunidades partilhavaminformações. Também já existia a Geocite que permitia um utilizador construísse seuespaço na Internet e que publicasse suas ideias. A amazon desde sua existência(1995), já permitia que os seus utilizadores publicassem comentários acerca dos seuslivros expostos virtualmente. Com esses exemplos mostra-se que a colaboração nãosurgiu apenas com o surgimento do conceito de Web 2.0, mas este já existia, apenaspassou a ser uma variável central na Internet em que as aplicações desenvolvem-seao seu arredor.Hercílio Rui Dinis Duarte 22
  26. 26. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisUma Universidade ao contar com a colaboração de várias comunidades irá fazer-sedesenvolver-se de forma mais eficiente através da análise de opinião de indivíduospertencentes em diferentes contextos. Actualmente existem comunidades comcaracterísticas direccionadas a várias áreas de ensino. Estás comunidades promovemfóruns e destes se tiram várias conclusões pertinentes ao que muitos indivíduosprocuram, quer dizer, além de se criar simples ligações irá se fortalecer fortes basesque poderão sustentar muitas boas conclusões académicas e sociais. "A cooperação e, mais particularmente, a troca de idéias, a cooperação intelectual, é algo importante para o desenvolvimento cultural e social. A Internet é uma das ferramentas para esse desenvolvimento e é por isso que ela tem, em todo o mundo, um tal sucesso” Pierry Lévy.Assim como numa comunidade tradicional, nas comunidades virtuais os indivíduosinteragem nos seus diversos elementos apoiando-se uns aos outros para se poderalcançar determinados objectivos. Estas comunidades poderão apresentar elementoscorrespondentes a várias áreas fazendo com que conclusões mais profundas sepossam obter.O facto de uma Universidade poder contar com um vasto número de comunidadesvirtuais de vários propósitos, fará com que as suas actividades terão mais peso e queas suas mensagens possam viajar em maior velocidade e propagação.AprendizagemA colaboração de várias entidades de comunidades com propósitos diferentes irápermitir uma maior mobilidade no processo de captação de conhecimento. Asestruturas irão se tornar mais eficientes e não isoladas, passarão a produzir mais,graças as experiências que estás passarão a ganhar.Com o surgimento de várias comunidades interessadas em exporem e a trocaremseus conhecimentos mais facilmente um indivíduo poderá aprender novos temas, eassim poderá também participar deles.Para quem investiga acerca de uma matéria, este poderá obter uma conclusãoanalisando matérias derivadas de várias entidades com propósitos diferentes.Hercílio Rui Dinis Duarte 23
  27. 27. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisAvaliando a cultura de várias entidades dificilmente haverá ensinamento influenciadopelo local, desta forma o estudo será baseado em vários critérios de análise damatéria em causa.Foco diferenciadoAs comunidades virtuais têm como forte característica o facto de levarem avantediscussões relativas a um tema específico mesmo que geograficamente separados econseguirem grandes conclusões.DesterritorializaçãoHoje em dia para ser considerado uma comunidade, não necessariamente estasprecisam pertencer ao mesmo espaço físico. As comunidades virtuais têmrevolucionado os mundos das telecomunicações de informação e comunicação, aoterem o forte poder de partilharem cada vez informações mais sofisticadasindependentemente do ponto de acesso de comunicação a uma dada região.Esse foi um grande avanço que passou a se verificar com o surgimento da Internet eseus formatos baseados nas versões Web. Actualmente as versões Web estão cadavez mais a aperfeiçoar o formato de dados a serem partilhados nas redes. Ascomunidades estão desfrutando cada vez mais de dados mais sofisticados.Actualmente a Internet nos passa a noção que existe uma comunidade de internautasactivos de toda parte do Globo terrestre em que cada um é uma entidade naconstrução de novos sistemas virtuais e desenvolvimento.Ser SocialComo já observamos do ponto anterior que as comunidades virtuais não só estão setornando próximas regionalmente como globalmente. Antes de surgirem ascomunidades virtuais, os seres humanos estavam dependentes das comunidadeslocais onde viviam, os indivíduos estavam isolados, nesse caso haviam dificuldadesem socialização a ponto de vista cultural sendo que as relações eram fechadas.Actualmente pode-se considerar que as relações entre as comunidades são abertas,passiveis de novos desafios e novas tendências. Uma das grandes consequências eraa anulação de certos interesses sendo que não havia com quem os partilhar.Hercílio Rui Dinis Duarte 24
  28. 28. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisCom a existência das comunidades virtuais existe a grande vantagem de haverliberdade da escolha das comunidades onde se pretende estar e partilhar ideias,potenciando e promovendo vários processos de interesses. Será mais fácil achar emtodo mundo pessoas na qual pretendemos partilhar nossos interesses com alguémque apresenta interesses de características de interesses equivalentes. O Local já nãoé uma limitação mas também um interesse, sendo que existe interesses de conhecer-se novas culturas.Para a partilha de conhecimento e a sociabilização de um individuo, nãonecessariamente terá que haver presença deste no espaço geográfico, masremotamente este pode expor seus interesses e garantir assim reconhecimento social.Em troca de informação, este facilmente poderá ser correspondido. 2.4.2. COMUNIDADES EM CLUSTERA princípio será bom se começarmos por compreender o conceito de cluster. Umcluster é um conjunto de vários nós inerligados com vista a colaborarem em objectivoscomuns.As comunidades são vistas como um sistema em que seus nós são mais próximos doque os demais dentro de uma rede social, neste sentido as comunidades em termosde gráficos são representados mediante cluster, em que seus actores encontram-seintimamente ligados através das mensagens. Desta forma podemos classificar comocomunidade em cluster um grafo em que seus laços de ligação são fortes.Olhar para uma Instituição e suas redes sociais como um cluster, é olhar para estesistema como um sistema em que cada nó surge com atributos diferentes mas que noseu todo acabam em formar um trabalho perfeito com a colaboração de todos estesnós. Para ser mais claro, actualmente as Universidades encontram-se integradas emvárias redes sociais e em cada rede social essas apostam com serviços diferentes,assim como no Youtube essas trabalham apenas os seus vídeos, LinkedIn propósitosprofissionais, Futuruty valorização de projectos científicos para a sociedade, facebookpara relação e busca de grandes intimidades em várias áreas. Ao integrar todos essesserviços, e olhando este sistema como um só sistema, teremos assim um cluster decomunidade universitária em que todos esses motores processam na promoção dosserviços dessa como uma forte Instituição de ensino superior.Hercílio Rui Dinis Duarte 25
  29. 29. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociais 2.5. MARKETING DIGITAL E COMUNICAÇÃO NAS REDES SOCIAIS DAS UNIVERSIDADESA utilização do meio digital apresenta uma grande vantagem ao marketing digital que éa redução dos custos e aumento de qualidade. Um trabalho que necessitaria doesforço de muitos homens e em maior espaço de tempo, resume-se mediante ofuncionamento e concordância protocolar de vários sistemas informáticos integradoscom vista a um único objectivo, que é a satisfação de clientes distribuídos emdiferentes contextos. O meio digital permite criar um ambiente virtual de interacçãocom clientes situados a qualquer ponto do globo, estabelecendo assim uma ligaçãocompromissada a qualquer instante que estes clientes necessitarem, implicando assima transparência de um dos grandes princípios das tecnologías de informação que é adisponibilidade. Através dos meios digitais, é possível recolher informações dequalidade em relação as preferências dos clientes que possibilitam criarem produtos eserviços a medida das suas necessidades.Anteriormente com a Web 1.0 não havia a Interactividade que tem se observado hojena Internet. O marketing na Internet era feito apenas em uma única direcção, dofornecedor de serviços ao cliente, a Informação era simplesmente apresentada sempossibilidade do público poder interagir ou dar sua opinião. A princípio este limite eraestabelecido pelo facto das anteriores arquitecturas de rede apresentarem-se em ummodelo centralizado em vez de Cliente-servidor, ainda não havia recurso quepermitisse a criação de interfaces em que o utilizador pudesse conversar com osistema. Na arquitectura Cliente-servidor, o cliente através de uma interface requisitaum serviço e através de um processamento ocorrido em computadores que alocamserviços (servidores) apenas lhe é apresentado o resultado que espera. O facto de umcomputador servidor privilegiar vários serviços para um conjunto de computadoresclientes, este sistema será distribuído.Após a arquitectura Cliente-servidor ter surgido novos conceitos no mundo desistemas computacionais distribuídos foram surgindo como é o caso da computaçãoem cluster e posteriormente a computação em nuvem, pois esses dois conceitos,deram um grande avanço na permissão de desenvolvimento e aperfeiçoamento devárias tecnologías derivando assim os actuais browsers que permitem aceder váriosservidores de Internet que muitas das vezes desconhecemos suas localizações. Atecnologia Web 2.0 é um conceito que serve de explicação as actuais aplicações emHercílio Rui Dinis Duarte 26
  30. 30. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisque o Utilizador cria um perfil e através da disponibilização de ferramentas, estecumpre com várias tarefas funcionando dentro da lógica Cliente-Servidor.O termo Web 2.0 foi criado em 2004 pela empresa norte americana O’Relly Mediapara designar uma segunda geração de comunidades e serviços baseados naplataforma Web como Wikis e aplicações baseadas em redes sociais.Embora o termo tenha uma conotação de uma nova versão para a Web, ele não serefere à actualização nas suas especificações técnicas, mas uma mudança na formacomo ela é encarada por utilizadores e criadores. Pois o que distingui a Web 2.0 daanterior Web 1.0, é o comportamento do internauta. Que deixa de ser uma figurapassiva e receptora de conteúdos, para um agente activo no desenvolvimento da Web.A Explosão das tecnologias baseadas na Web 2.0 está a permitir que asUniversidades apostem em serviços cada vez mais sofisticados que a Internet temoferecido, admitindo várias vantagens na promoção da imagem destas e maiormobilidade de comunicação entre todas entidades associadas a estas estruturas.Graças o advento Web 2.0, que se explica a grande interacção e interesses dosinternautas dentro das redes sociais e outros Sitios Web. "Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva" (Tim OReilly, fundador da OReilly Media).As ferramentas Web 2.0, mais especificamente as redes sociais, permitem a criaçãode ambientes de aprendizagem efectiva, eficaz envolvente. Estas ferramentas sãoidentificadas com características como: Inovação, interacção, partilha, participação,pensamento reflexivo e crítico, e colaboração. Estas podem ser tidas como algumasdas palavras-chave da utilização da Web 2.0 no contexto das Universidades e outrasorganizações.Hercílio Rui Dinis Duarte 27
  31. 31. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociais 2.5.1. PRÍNCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA WEB 2.0 SEGUNDO O’REILLYUso da Web como plataformaA Web 2.0 caracteriza-se pelo facto de ser vista como uma plataforma, fazendo comque a Internet além de uma simples rede de computador, possa ser vista como umarede em que os utilizadores possam ser livres ao desenvolverem aplicações quecorrem nela própria satisfazendo os internautas.Aproveitamento de inteligência colectivaA inteligência colectiva é um tipo de inteligência sustentado por conexões sociais.Trata-se de vários indivíduos reunidos na partilha suas experiências promovendodesenvolvimento em algum sistema. Esse termo actualmente está associado aodesenvolvimento da Internet. Um dos grandes exemplos do uso da inteligênciacolectiva é o sitio web Wikipédia, em que vários internautas participam para odesenvolvimento de uma matéria.Reutilização de conteúdosA Web 2.0 facilita a integração entre várias plataformas e que estas mediante acordospossam aproveitar conteúdos construídos em outras. O caso de podermos partilharuma matéria em um blogue no facebook é um exemplo claro. 2.5.2. O CONSUMIDOR 2.0Actualmente para se estudar o consumidor na Internet, deve-se ter cuidado para senão cair em erro. Não se deve apenas olhar para este como um elemento quesimplesmente precisa de informação, mas como também este é livre de opinar e queessa opinião ajuda para o desenvolvimento de uma organização, no entanto énecessário determinar as suas necessidades.O actual consumidor além de simples consumidor também é um produtor. Este deveter uma ligação directa com o de investigação e desenvolvimento da organizaçãoFilipe Carreira (2009, p.168). Esta ligação representa seguintes:Para o consumidor: • Um acesso imediato a tecnologia;Hercílio Rui Dinis Duarte 28
  32. 32. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociais • Os produtos derivam do resultado de actuais necessidades; • O consumidor actual tem maiores privilégios de relacionamento com seus fornecedores.As organizações também beneficiam do seguinte: • Um maior Fortalecimento no laço com seus clientes; • Maiores condições de manter seus clientes satisfeitos; • Novos argumentos de na oferta de bens e serviços. 2.5.3. VANTAGENS E DESVANTAGENS DA WEB 2.0VantagensA principal vantagem da Web 2.0 esta directamente ligada a criação e gestão deconteúdos na Internet. A gestão de conteúdos em Web 2.0 permite uma melhororganização e categorização dos conteúdos, que facilita nas suas pesquisasespecíficas, isso faz com que seja muito mais fácil encontrar informações quedesejamos. Pois esta vantagem anterior permite também demonstrar uma dasgrandes características da Web 2.0 que é a partilha de informação entre váriossistemas. Actualmente a partilha de conteúdos tem sido tão atractiva que asferramentas que permitem a sua criação também já permitem a sua partilha imediata.Deste jeito economiza-se em tempo que desperdiçaríamos ao ter que estar andar desistema a sistema. Temos outra grande vantagem que é o facto das ferramentas deredes sociais serem online, isso permite que os utilizadores possam aceder emqualquer ponto e sempre que quiserem permitindo evitar que seja carregado algumcomputador sem necessidade.DesvantagensO facto de muitas dessas ferramentas funcionarem mediante perfis profissionaisimplica que muita das vezes um único utilizador tem de criar conta em vários perfisprofissionais para aceder as suas informações. Em alguns casos são criados sítiosWeb com intenção de obter informações ilegalmente de determinados utilizadores.Hercílio Rui Dinis Duarte 29
  33. 33. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisMesmo nos Sítios Web confiáveis ainda dá-se o caso de haver a má utilização destesna publicação de informações: • O facto de uma organização informar mal os seus funcionários no uso dessas ferramentas; • O facto de funcionários de uma organização passar muito tempo a essas ferramentas em vez de desenvolverem trabalhos; • O facto de um simples utilizador expor suas informações detalhadas de sua localização e modo de vida; • O facto de utilizadores acabarem por confundir o real do virtual; • O facto de haver pouca informação sobre a política de uso das ferramentas em web 2.0, implicando o mão uso. 2.5.4. MARKETING DIGITAL E OS RELACIONAMENTOS NA WEBA princípio o Marketing digital veio promover uma nova forma de relacionamento comos utilizadores da internet, a relação com utilizadores através da conta de informaçõesutilizando como base a retenção da informação de seus perfis, garantido maior tráfegoe interactividade em sítios Web. Neste sentido através do Marketing digital passou alevar-se a sério a relação das organizações com as comunidades Virtuais, quer dizerque actualmente é virado todo esforço a fim de convencer-se não apenas cliente porcliente, mas sim várias comunidades espalhadas pela internet.Com o surgimento dos sítios web de redes sociais e outros da Web 2.0, surgiramvárias oportunidades das empresas construírem relacionamentos mais íntimos comseus clientes e admiradores. Com a proliferação dos mesmos, boa parte dessesassumiram grandes posições em departamentos de Marketing. O facto desses sítiosWeb assumirem actualmente a liderança em número de Utilizadores e na sua maioriajovens, as Universidades estão apostando nestes meios de comunicação de ultimageração afim de promover suas actividades e preservando o nome destas.Actualmente grandes empresas têm apostado nos sítios web de redes sociais paraque duma forma mais estruturada e organizada consigam alcançar seus públicos etornar estes mais próximos e fortes críticos das suas actividades. No caso dasUniversidades, estas têm como entidade prioritária os seus estudantes, e traçam cadaHercílio Rui Dinis Duarte 30
  34. 34. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisvez mais grandes estratégias dentro dessas redes para se estabelecer fortes relaçõescom grandes empresas e outras Universidades tornando assim o sistema como umaforte ferramenta de comunicação e de estabelecimento de grandes interesses a nívelorganizacional.Dentro de uma rede social uma Universidade poderá ter um maior controle dos seusactores, saber se estes contribuem ou não a um sistema denso de Clusterização. Aquestão dos relacionamentos em um sítio Web nos permite ter uma visão na forma epreferência de utilizadores na busca de suas satisfações. Vejamos agora esse rápidoexemplo:A principio é muito mais fácil ter o controlo de quantos actores encontram-seenvolvidos dentro de uma estrutura de rede e qual o número máximo laços que umaUniversidade poderá conseguir avaliando entre esses os fortes dos fracos, etrabalhando para se melhorar a estrutura. Para se saber o número máximo de ligaçõesque uma Universidade pode obter em x actores, podemos considerar o seguinte: 𝐧𝐧(𝐧𝐧 − 𝟏𝟏) 𝒍𝒍 𝒍𝒍 𝒍𝒍𝒍𝒍 = 𝟐𝟐Sendo que lmax representa o número máximo que uma rede social poderá suportar, en representa o seu número de actores.Assim podemos então que numa rede em existem 3 actores conectados é possívelobter 3 ligações, em uma de 10 actores é possível, obter no máximo 45 ligações, emuma rede de 1000 actores é possível obter 499.500 ligações.Representando para 1000 actores teremos: 𝒍𝒍 𝒍𝒍 𝒍𝒍𝒍𝒍 = 𝟏𝟏𝟏𝟏𝟏𝟏𝟏𝟏(𝟗𝟗𝟗𝟗𝟗𝟗−𝟏𝟏) 𝟐𝟐 𝒍𝒍 𝒍𝒍 𝒍𝒍𝒍𝒍 = 𝟒𝟒𝟒𝟒𝟒𝟒. 𝟓𝟓𝟓𝟓𝟓𝟓 𝐥𝐥 𝐥𝐥 𝐥𝐥 𝐥𝐥çõ𝐞𝐞𝐞𝐞Tendo em conta o número máximo que uma rede social poderá suportar,posteriormente é possível obter uma estatística dos actores fortes e os fracos dentroda rede social e trabalhar assim na melhoria do sistema.Hercílio Rui Dinis Duarte 31
  35. 35. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisVoltando ao estudo de Granovetter sobre os laços fracos, iremos observar que para sepoder alcançar a confiança de um público dentro das redes sociais deve-se olhar paraos laços fracos como sendo sensíveis e as estes se deve procurar compreender ealcançar então a confiança fazendo com que esses se tornam fortes no sistema epermitam assim estabelecer fortes relações. 2.5.5. ESTRATÉGIA PARA O MARKETING DIGITALPartimos do princípio que para uma boa estratégia de Marketing nas redes sociais énecessário que as organizações valorizem mais os seus actores distantes (Os actoresde relações de laços fracos). Uma Universidade para uma boa estratégia deMarketing, através das redes sociais poderá conseguir uma grande vantagempodendo ter o controlo de indicadores qualitativos e quantitativos. Estes indicadorespoderão nos dizer como a Universidade estará a ter sucesso dentro das Redessociais, e saber se na realidade estará a se aproveitar o tempo da presença desta nasredes de forma eficaz. Alguns destes indicadores podem ser:Tráfego no website (indicador quantitativo)Trata-se do melhor indicativo para se verificar o sucesso nas Redes Sociais. Comoexemplo, através da aplicação Goolgle Analytics, pode-se obter as fontes de tráfegodo Website, saber exactamente como as pessoas chegaram ao seu site em que linksclicaram nas Redes Socias.Interacção (indicador qualitativo)A Interacção e participação dos utilizadores é muito importante porque poderá dizerque tipo de público estará atrair. É importante valorizar as diferentes formas de umcliente interagir desde comentários aos conteúdos postados, participação em foruns,as dúvidas que estes pretendem tirar, as ideias deixadas por estes, etc. Na realidadesos estarão a comunicar com a Universidade passando a valorizar mais esta como umamarca.Conversões (indicador quantitativo)As conversões tratam de explicar o facto querer que os Utilizadores façam aquilo queUniversidade quer, ou seja, para se implementar uma estratégia nas redes sócias nãoserá simplesmente para marcar presença e somar número de Utilizadores, mas deveHercílio Rui Dinis Duarte 32
  36. 36. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisser parte de uma estratégia e tem de saber quais os objectivos a serem alcançados,se é aumentar Utilizadores na aquisição de produtos, se é a promoção de eventos,etc.Imagine que trata-se de promover um evento. A conversão explica-se pelo facto daspessoas aderirem a este. O Indicador será visualizado em percentagem (%) deaderência, e daí poderá se verificar quantas pessoas que aderiram vieram das redessociais.Ranking do site no Google (indicador quantitativo)Além dos sites de Redes Sociais como o Facebook e o Twitter. Existem sitesdedicados a aquilo que a Universidade Produz, Sites de notícias, Vídeos, bookmarks,etc. É bastante importante o valor dos Links que o Sites têm nestas redes sociais. Umartigo num destes links pode aumentar o número de acessos ao seu site, sendoimportante da sua imposição nos Rankings da GoogleAs Redes Sociais não começam nem acabam no Facebook e no Twitter. Existem sitesdedicados à sua indústria, sites de video, sites de notícias, bookmarking, etc. Nãosubestime o valor que os links do seu site têm nestas redes. Um artigo ou video no siteDigg com um efeito viral pode aumentar os backlinks do seu site e ter inúmeraspessoas a comentarem o mesmo, indo ter um efeito positivo nos rankings do seu siteno Google.Reputação da sua marca (indicador qualitativo)As redes sociais têm servido como ferramenta de aperfeiçoamento daquilo que foi oclássico marketing boca-a-boca, pois a passagem de palavra entre vários utilizadoressobre a actividade promovida por uma Universidade irá tornar esta melhor vista emvários pontos de vistas, sendo que várias pessoas distribuídas na rede poderãocontribuir para uma maior divulgação e sucesso desta. Esse indicador permitevisualizar a forma positiva como as pessoas estarão a falar sobre as marcasdivulgadas, e como esta estará a ser falada em vários locais da Web.Envolvimento dos utilizadores (indicador qualitativo)Nas Redes Sociais existe uma grande quantidade de escolhas disponíveis e afacilidade de uma pessoa poder trocar de marca. É importante conseguir envolver osHercílio Rui Dinis Duarte 33
  37. 37. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisutilizadores a ponto de se manterem em questões chaves da Rede Social. Esteenvolvimento bem feito poderá sair do virtual para a realidade.Retenção dos Utilizadores (indicador qualitativo e quantitativo)Após conseguir envolver os utilizadores da Rede Social é importante haver constantemanutenção na interacção entre estes.O Capital social como lucro das Redes Sociais (indicador quantitativo)No marketing digital, como em qualquer tipo de marketing o lucro sendo aqui tratadocomo capital social é o ultimo objectivo de qualquer campanha de marketing.Importante saber dos lucros totais conseguidos pela organização que percentagempertence ao lucro derivado das redes sociais. 2.5.6. A INFLUÊNCIA DA WEB 2.0 E A GESTÃO DE CONTEÚDOS NO CONTEXTO DAS UNIVERSIDADESO conceito Web 2.0 demonstra um enorme impacto em relação a participação ecriação de conteúdos para a Internet. Mesmo que o usuário não participardirectamente da criação de conteúdos, este poderá fazer de forma indirecta aoenriquecer através de comentários, avaliação ou personalização. Os sites da Web 2.0estão bem mais atractivos e a tornar os utilizadores mais dependentes deles e comcapacidade de poderem criar matérias na Internet de forma totalmente independentes.Ao fazer-se uma visita pela primeira vez a um site o que a princípio chama atenção é asua estética, o seu design. A forma como as cores, o texto estarão apresentados éque começa por tornar agradável, mas o que nos fará voltar a visitar não é o designmas sim a informação que estará disponível, a arrumação no interior, os links eserviços que disponibiliza. Em uma só palavra pode-se dizer que o que irá incentivarvoltar a visitar o site será o conteúdo.As Universidades têm aproveitado o poder da Web 2.0 para de uma forma maisorganizada fazer chegar suas informações ao seu público. Ao aproveitar o conceito desoftwares livres, actualmente verifica-se que várias Universidades e outrasorganizações têm feito trabalhos colaborativos via Internet promovendo maior praticade relacionamento entre a entidade Universidade e o seu alvo principal, o estudante.Actualmente existem várias ferramentas livres que ajudam na interacção entreHercílio Rui Dinis Duarte 34
  38. 38. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisprofessores de uma instituição e estudantes, permitindo a transmissão deconhecimento mesmo que a distância. Podemos olhar para estas ferramentas comoambientas sociais online, seguindo a lógica, poderão ser chamados também de redessociais. Entre essas ferramentas podem-se destacar:ClarolineÉ uma plataforma open-source desenvolvida em Php/Mysql, serve para professores epara se desenvolver cursos on-line. É bastante eficiente para se gerir actividades deaprendizagem em ambiente de colaboração. Actualmente está presente em 101países e conta com 1707 utilizadores.DokeosÉ uma plataforma e-learnig que permite criar ambiente de aprendizagem emcolaboração e a interacção entre estudantes. Actualmente conta com 3 milhões deutilizadores.AtutorÉ uma plataforma e-learnig open-source para a gestão de conteúdos e aprendizagem.Permite criar um ambiente de ensino totalmente acessível em que os administradorespodem injectar e actualizar conteúdos de modo bem simples.4learnÉ uma plataforma que permite criar um ambiente de aprendizagem em que umprofessor responsávelMoodleÉ um sistema de gestão de cursos ou tratado também como um sistema de gestão deaprendizagem. O Moodle é virado para as comunidades académicas online, poispermite a criação de vários ambientes de educação para qualquer domínio deaprendizagem. 2.5.7. PLANEAR AS REDES SOCIAIS NUM CONTEXTO UNIVERSITÁRIOHercílio Rui Dinis Duarte 35
  39. 39. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisSugiro este capítulo para poder-se saber exactamente o que uma Universidade poderetirar de uma rede social, a forma como esta pode actuar dependentemente dos seusobjectivos dentro dessas redes sociais. Mais especificamente permite identificar comoe quais as redes sociais em que pode-se actuar. É nesta fase que se obtém dadosconsistentes e prever a dimensão do público que irá interessar-se.Para as Universidades esta fase é muito importante. Por serem consideradas comograndes centros de pesquisa e produção importa que tenham um plano bem traçadode uso das redes sociais, sem esquecer que se poderá fazer o uso dos vários tipos deredes sociais para se expor conteúdos específicos dentro de padrões que se irãoadaptar a realidade de um público diverso. No entanto, é necessário tirar o bomproveito destas para que se faça o uso dentro do direito de cada utilizador.Na fase de planeamento deve-se começar por traçar estratégias na forma como osutilizadores irão parar ao site da Universidade através das redes sociais. Sendo umdos grandes objectivos deste trabalho, mediante técnicas de marketing na Internetobter um bom domínio de público em alguma das redes sociais actuais. Resumindo, ésaber para onde vamos e quais as reacções que sofreremos dentro das redes sociais.É importante saber o real sentido de uma Universidade Utilizar uma rede social.Nestas ordens que devemos sublinhar que as vantagens não serão apenas emcampos específicos mas como para todas as áreas de uma Universidade, para taldeve-se saber exactamente o que expor e como expor.Para toda Universidade podemos ter como linhas de plano para uma boa política oseguinte: • Apoiar e facilitar o recrutamento, retenção e relação entre os alunos; • Desenvolver comunidades Virtuais; • Promover a interactividade entre estudantes e entre estes com outras importantes entidades para o sistema; • Partilhar informações relevantes; • Ajudar nas avaliações; • Para encontrar estágios, oportunidades de trabalho para os recém estudantes.Hercílio Rui Dinis Duarte 36
  40. 40. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisEspecificamente para o conteúdo a ser exposto é necessário traçar planosestratégicos como:Definir o público-alvoÉ importante trabalhar a pensar sempre em quem irá interagir com o resultado. Paraeste caso é necessário fazer uma recolha sobre as necessidades de modos a sepoder projectar conteúdos que serão valiosos evitando desperdício.Nesta fase será importante saber que os conteúdos não serão apenas direccionados aestudantes mas sim para um público em geral já que se trata de uma rede social.Planear o conteúdoApós ter definido o público-alvo importa planear o conteúdo que irá intersectar este. Èuma fase muito importante ao estabelecer um posicionamento dentro das rede sociais.Planear o conteúdo é pensar no que o consumidor possivelmente estará a pensarencontrar na página de rede social, ou conquistar confiança através de umadeterminada matéria. Sem descartar a possibilidade que o facto de uma Universidadese expor em uma rede social já tem muitas possibilidades de conquistar um bompúblico, mas importa em saber como expor o conteúdo de maneira a que este públicoatraia outros actores e que voltem a efectuar várias visitas. Não importa produzirconteúdo para a organização mas sim para o público.Para planear o conteúdo para uma rede social e defini-la com clareza, pode-se levarem conta os seguintes conselhos:Identificação de Público-alvoConceitos de redes sociais que simplesmente partiram da sociologia, actualmentevêm-se em prática através de softwares modernos, além de que através da formacomo um utilizador comporta-se dentro de um sitio Web de rede social, também já épossível adicionar dados em softwares e este gerar o seu nível de satisfação.O Objectivo que se pretende do públicoAtravés do comportamento do Internauta e o tipo de informação que pretendemospassar é necessário traçar e levar sempre em conta o que queremos obter deHercílio Rui Dinis Duarte 37
  41. 41. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisresultado ao relacionarmos com o público. As organizações através das redes sociaispodem conseguir a garantia de que os seus serviços gerais na Internet consigammaior número de utilizadores.O comportamento do públicoO comportamento do público na rede social é tida como uma variável de referência emque as organizações baseiam-se de modos a saber a técnica de marketing a aplicar.Que informação o público precisaApós a percepção da forma como os utilizadores comportam-se diante de um sistemade rede social, será possível saber gerar o tipo de informação de modo a se obtercada vez mais público.Que conteúdo produzirA actual Web já pode ser considerada como uma forte ferramenta de marketing digitalpelo facto de suportar tipos de dados desde simples a inteligentes. Estes dadosajudam-nos a interagir melhor com o utilizador permitindo uma maior interactividade epelo facto de se poder optar por várias formas modernas de apresentação de umadeterminada matéria. Neste caso, o utilizador actual tornou-se mais rigoroso e asInstituições devem convence-los com conteúdos de qualidade.O Padrão a seguir para a construção do conteúdoApós algum tempo de trabalho na disponibilização de conteúdos é necessário que osdados sejam padronizados de forma a adoptar uma característica própria, de maneirasque o utilizador identifica-se acostumando com interactividade do sistema.Alocação de recursosImportante que a Universidade invista em recursos necessários para a produção deconteúdos. Estes recursos começam por passar as pelas pessoas (Recursoshumanos)Não há mágica, você tem que alocar os recursos necessários para produção doconteúdo da sua empresa. Pense neste investimento como a divulgação do seunegócio para um público que está realmente buscando por ele na Internet.Hercílio Rui Dinis Duarte 38
  42. 42. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisEstes recursos podem ser um estagiário, um funcionário, ou mesmo você. Masgaranta que sejam reservados um horário e dia da semana fixos para esta actividade.Aloque os recursos necessários à execução do planeamento e à produção constantede conteúdo. Uma forma simples de manter a actualização constante de conteúdospode ser ao investir em um blogue. Para tal é necessário preservar este através depassos a seguir:Crie seu blogUm blogue é bastante prático, pois este permite criar e gerir conteúdos de uma formafácil. Os blogues geralmente têm boas relações com sítios web de redes sociais,permitindo que uma divulgação recente seja logo partilhada para atrair público.Actualmente o blogue tem sido uma das ferramentas na Internet que identifica bem otermo de Web 2.0 em Marketing.DivulgueDivulgue constantemente seu blog, ajudando seu conteúdo a ser conhecido nasmídias sociais, em outros blogs, no Twitter, Facebook e Orkut.Integre seu Blog ao Twitter, de maneira que toda vez que você colocar conteúdo, eleaparecerá para seus seguidores no Twitter. Se você utilizar o WordPress ele possuium plugin (acessório) com esta função.Conteúdo útil e relevanteTenha um conteúdo que seja relevante para a comunidade de seus clientes, semprese preocupando em manter um conteúdo actualizado e útil para seu público.O Foco é tudoMantenha o foco, resistindo à tentação de misturar propaganda ao conteúdo oucriando textos sem interesse.Seus textos têm que atrair consumidores para o seu site. A compra dos seus produtosou serviços será uma consequência disso.Monitore os resultadosHercílio Rui Dinis Duarte 39
  43. 43. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisEste esforço inicial dará resultados. Em pouco tempo os clientes que procuramos naInternet irão encontrar o conteúdo disponibilizado e contactar a organização.É muito importante que seu site tenha uma página de contato para facilitar a vida dosconsumidores. Se necessário o WordPress tem plugins com esta função. 2.5.8. EXTRACÇÃO DE CONHECIMENTO DE UMA REDE SOCIAL PARA UMA BOA POLÍTICA DE MARKETINGEste capítulo será importante porque oferece-nos a noção de como os dados de umarede social podem ser buscados, interpretados e projectados.Para uma boa política de Marketing é necessário que não só a Organização em causaesteja onde estiver do seu público-alvo mas como também este deve conhecer muitoao pormenor as tendências provocadas pelo comportamento destes. Para tal énecessário que seja constantemente feito estudos estatísticos para se ter noção se opúblico está satisfeito com os produtos oferecidos.Existem softwares modernos que tratam de fazer essa avaliação, classificando entre opúblico aqueles que se encontram em pontos centrais estratégicos, e quem sãoaqueles que se encontram distantes. Estes softwares acabam em basear numa lógicaalgorítmica de Sistema especialista, assim tratado pela área de Inteligência Artificial.Suponhamos que pretendemos ter uma Aplicação que visualize graficamente grafospara se saber o comportamento dos actores de uma rede social. A princípio os dadossão originados a bruto a partir da aplicação em estudo, e por se tratar de grandesvolumes então esses dados são armazenados para serem utilizados futuramente.Uma vez feita uma busca por um utilizador através do motor de inferência éinterpretada a estrutura de dados e estes são visualizados de forma gráfica einteractiva. Importante frisar que para estes tipos de buscas técnicas de descoberta deconhecimento e aprendizagem de máquina são utilizadas para inferir conhecimentoimplícito dos dados de um grafo e para prever comportamentos futuros. Comoexemplo de buscas poderão obter-se resultados estatísticos de interrogações do tipo:Se uma pessoa produziu mais do que a boa parte de entidades dentro do sistema derede social então está é uma entidade relevante; Quanto poderá uma entidadeproduzir mediante seu nível de relacionamentos. Nesta ordem temos a vantagem deconseguir obter aquelas que são entidades que mais produzem num determinadoespaço de tempo, como saber especificamente se em um ano quem mais produziu.Hercílio Rui Dinis Duarte 40
  44. 44. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisNeste caso conseguimos assim obter uma tabela com a estatística de Laços fortes efracos da rede social em causa, e a tendência que estes terão para a relevância dosistema. 2.5.8.1. A BASE DE CONHECIMENTOOs softwares que trabalham no intuito de analisar redes sociais baseiam-se numamodelagem baseada em inteligência artificial. O sistema que armazena a informaçãoem um sistema de IA é tratado como base de conhecimento. Isso pelo facto de que osresultados gerados são mediante associações que simulam o sistema de neurónios deum humano. As bases de conhecimentos facilitam em casos em que ao efectuar-seuma busca os resultados são gerados através da forma como um motor de inferênciaé instruído para interpretar os dados. 2.5.8.2. MOTOR DE EFERÊNCIAO motor de inferência é responsável pela busca lógica de uma informação a base deconhecimento e deixa-la disponível para a sua informação. 2.5.8.3. A VISUALIZAÇÃO DOS DADOS DA REDE SOCIALApós o conhecimento ser devidamente processado e interpretado são apresentadosos resultados na linguagem que o utilizador normal percebe mediante uma interfacegráfica. Ilustração 1 - Esquema de um sistema especialista de análise de dados. 2.5.9. A VELOCIDADE DA MENSAGEM NAS REDES SOCIAISHercílio Rui Dinis Duarte 41
  45. 45. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisAtravés da teoria dos grafos podemos obter uma análise do quanto a mensagem nasredes sociais expande-se em maior dimensão relativamente a qualquer outro meio decomunicação.O facto de estarem vários actores interligados mediante um sistema em Clusterimplica que a qualquer momento por mais que um determinado nó esteja distante, estepossa ser influenciado pelas funções de outros nós. Isto faz com que uma mensagempropaga-se em uma rede social a uma velocidade de tempo real, Os dadosdisponibilizados por um utilizador, poderão ser visto por qualquer outro pertencente arede social e este ser mais um responsável pela propagação da mensagem.O facto de nas redes sociais existirem várias comunidades implica que estás passama ser vistas como fortes elementos dentro do sistema, sendo que geralmente estascomunidades acabam mobilizando mediante suas mensagens actores a aderirem umdeterminado serviço.Como grande exemplo de como uma mensagem corre em uma rede social, tivemoscomo grande exemplo nos Estados Unidos da América a campanha do Actualpresidente Barack Obama, está foi feita tendo como grande suporte as redes sociais, efoi uma das mais notáveis campanhas do Ultimo ano. Recentemente houve também apassagem de mensagens incentivando a retirada do presidente que há muitos anostinha o poder de estado no Egipto, e o impressionante foi a velocidade que osinternautas tomaram conhecimento do então preparo do processo de revolução.Uma mensagem torna-se mais veloz dentro de uma rede social em quanto maior for onível de influência de cada actor dentro desta rede. Essa influência é notada atravésda centralidade de cada actor.Para Maria Regina Martelo (2001), “Quanto mais central é um individuo, mas bemposicionado ele está em relação as trocas, e à comunicação, o que aumenta seupoder na rede”Para termos uma noção da centralidade dentro de uma rede social, iremos considerara seguinte estrutura:Hercílio Rui Dinis Duarte 42
  46. 46. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociais Ilustração 2 - Esquema sobre a centralidade dos actores em uma RSA princípio devemos considerar 100% das relações sendo que cada relação ébidireccional, assim teremos 7 ligações. Para melhor compreender devemos olhar acada ligação como uma estrada de 2 faixas, nesse caso temos consideremos 14ligações.Iremos agora classificar os actores quanto a percentagem de número de ligações: Actor % João 28,51 Joaquim 21,4 Manuel 21,4 Maria 14,2 Fátima 7,1 Joaquim 7,1 Tabela 1 - Resultado da centralidade dos actores da RS. (Tabela nossa)Com este quadro concluímos que o actor João de momento é o que oferece maiormobilidade de rápida expansão para um segundo actor. Desse jeito temos apercepção de como são vistos os actores centrais e suas ligações graficamente. 2.6. PORTAIS UNIVERSITÁRIOS E REDES SOCIAISCom o grande desenvolvimento verificado nos sites de redes sociais e pelo factodestes conterem boa parte dos internautas a usufruírem destes recursos, que asempresas têm achado melhor tornar os seus sites mais próximos destas redes, isto é,Hercílio Rui Dinis Duarte 43
  47. 47. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisexpandindo os seus serviços através das redes sociais, e atraindo mais asinformações e objectivos destas. Além desta forte ligação ajudar na divulgação deconteúdos oficiais as redes sociais, também permitirá estabelecer um maior e melhornível de relacionamento com as comunidades académicas e grandes empresas.Falando especificamente dos portais, o facto destes terem a características de nãoapresentarem um público específico e de oferecerem produtos genéricos que em teseagregam valor para todos os utilizadores, estes poderão através das redes sociaisobter uma maior produtividade ao conquistar público diverso para tais diversosprodutos. Na verdade esta comunicação entre um portal e redes sociais poderá tornaro portal como centro de controlo dos conteúdos que poderão ser publicados nasdiferentes redes sociais a ele associadas. Haverá maior controlo na publicação dosconteúdos nas redes sociais sendo que estes poderão estar disponíveis segundoregras de publicação no próprio portal.As redes sociais irão oferecer um grande suporte aos portais sendo que estas irãoexpandir de uma forma mais distribuída serviços que constam destes, valorizandoassim características importantes de um portal respeitando conceitos importantes quese devem levar em causa como:Utilidade: Deve abranger um tema vasto e interessante. Portais sobre áreas temáticasmenores são menos úteis, porque o seu conteúdo é limitado.Atractividade: Deve exibir o conteúdo em uma forma esteticamente agradável. Ascores devem ser coerentes e complementares, e não pondo em causa o conteúdo.Portais destacados não devem ter problemas de formatação. De preferência, os linksvermelhos devem aparecer em um número limitado e restrito aos aspectos queincentivam a participaçãoErgonomia: Deve ser construído de forma coerente para exibir o conteúdo eficaz elogicamente, de modo a aumentar a utilidade e atractividade. Esta exposição é oobjectivo principal, e encorajar a contribuição é o segundo.Manutenção constante: O portal deve ser actualizado regularmente, pois deve serapresentar-se dinâmico aos olhos do utilizador.As Universidades têm utilizado com sucesso Portais para melhorar a produtividade deseus colaboradores e a satisfação de clientes e parceiros, bem como aumentar aHercílio Rui Dinis Duarte 44
  48. 48. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociaisreceita e o lucro. Os Portais são Utilizados para aumentar a agilidade dos processosde uma organização, melhor a capacidade de se divulgar seus produtos e serviçoscaptando novos negócios. Os portais tendo já o propósito de aumentarem aprodutividade e agilidade dos processos de uma organização, estes ainda poderãoestar mais próximo do público estabelecendo ligações com os actuais Sítios de RedesSociais.Mourão et. al (2009, p.5) aponta que “além das notícias divulgadas em Sítios Web eportais de informações oficiais das organizações, é fundamental para odesenvolvimento e a sobrevivência dessas empresas, que elas mantenham umrelacionamento directo com seu público através das redes sociais”. Importante aquidestacar que actualmente com o avanço das novas tecnologias o público tem setornado mais participativo e crítico, e que no entanto as ferramentas de redes sociaisna Internet têm servido de grandes mediadores entre estes, tornando-os maispróximos da cultura organizacional avaliando as condições em que os serviços eprodutos oferecidos têm-se originado.As Universidades como grandes centros de produção através da colaboração devárias entidades, importa estas aproveitar o forte poder que os sites de redes sociaistêm oferecido para assim enriquecer os seus Sites ajudando estes na caracterizaçãocomo Portais corporativos. Um Portal corporativo (portais de informação empresarial)de uma Universidade poderá ter a vantagem de além de simplesmente apresentarconteúdos organizados de várias áreas, também poderá padronizar estes de modo aestarem organizados e facilmente serem publicados nas redes sociais. Importantedizer que estes conteúdos publicados na Internet, irão transmitir grande confiança aosutilizadores podendo esses directamente demonstrar os seus níveis de interesse noassunto.Quanto aos portais corporativos, segundo José Claudio Cyrineu Terra (2003) trata-sede aplicações mais complexas que encontram justificativa no apoio à missão, àsestratégias e aos objectivos da organização e colaboram para a criação e a gestão deum modelo sustentável de negócios.O Conceito si de portal nos mostra o quanto as Universidades devem tirar partido dasredes sociais, pois estes são vistos como distribuidores de conteúdos em vários sítiosda Internet tanto dentro como fora de uma organização. No entanto as Universidadesassim como outras organizações têm aproveitado fazer interagir os seus sitesHercílio Rui Dinis Duarte 45
  49. 49. A Universidade Lusíada de Lisboa e as redes sociais(valorizando estes como portais) com as redes sociais. As redes sociais actualmentetêm sido os Sites que mais têm promovido a imagem de grandes empresas, sendoque estas são vistas de uma forma íntima entre vários utilizadores construindo forteslaços de relacionamento. Importante dizer que as redes sociais são grandestendências e continuam ainda a expandirem com vantagem dos Utilizadores optarempela melhor, entrando em um sistema em desenvolvimento de grandes competiçõesentre estas.Uma Universidade terá uma grande vantagem em interligar os serviços de seu portalnas diferentes redes sociais, sendo que esta poderá passar informações geral destainstituição destacando tudo aquilo que decorreu, decorre e decorrerá, posteriormentepoderá criar uma divisão específica de notícias académicas para que o Utilizadoresteja sempre próximo da Universidade seja onde este estiver. As Universidadestambém Poderão publicar seus eventos extra curriculares, sendo que estes servem degrande estímulo para ingresso de novos estudantes. 2.6.1. CARACTERÍSTICAS DO PORTAL DE UMA ORGANIZAÇÃO • Ser ponto de acesso único a todos os colaboradores; • Integrar a informação fornecida pelos diversos canais, como sejam Intranet, Internet e Extranet, evitando aquelas situações embaraçosas de um cliente saber mais acerca de um produto que o vendedor; • Actualização contínua da informação, pois é o ponto de partida em termos de informação da organização para o seu interior e para o meio envolvente; • Centralização da informação para clientes externos e internos internos, funcionando como repositório digital da informação produzida; • Actualmente as Universidades e outras organizações têm visto as redes sociais como forte ferramenta de apoio para partilha de conteúdos e de incentivo ao público para aderir os seus Sítios Web. 2.6.2. CARACTERÍSTICAS DE PORTAIS COMO VANTAGEM AS REDES SOCIAISPara conseguirmos integrar o conceito de redes sociais nos Portais importa referenciaralgumas das características que servem de vantagem:Hercílio Rui Dinis Duarte 46

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