Métodos contraceptivos trabalho internato

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Métodos contraceptivos trabalho internato

  1. 1. MÉTODOS CONTRACEPTIVOS Internato de ginecologia e obstetrícia Hospital e Maternidade Dom Orione Mariana Felipe Mauro Carneiro Thiago Henrique Wanessa Carvalho
  2. 2. Introdução  Provavelmente a contracepção representa a principal preocupação das mulheres em idade fértil, mesmo em países desenvolvidos; a taxa de gestação não planejada aproxima-se de 50%.
  3. 3. Introdução (cont.)  Planejamento familiar é definido pela lei 9263 de 12 de Janeiro de 1996 como “conjunto de ações de regulação da fecundidade que garanta direitos iguais de constituição, limitação ou aumento da prole pela mulher, pelo homem ou casal.”
  4. 4. Introdução (cont.)  O índice de Pearl é considerado pela organização mundial de saúde como principal avaliador da eficácia dos métodos contraceptivos.  Quanto menor o índice de Pearl, maior a eficácia de um método contraceptivo. Índice de Pearl = No de falhas X 12 meses X 100 (mulheres) No total de meses de exposição
  5. 5. Fisiologia Menstrual
  6. 6. Fisiologia Menstrual
  7. 7. O que procurar em um método contraceptivo?
  8. 8. Métodos disponíveis 1. Métodos comportamentais 2. Métodos de barreira 3. Métodos hormonais orais 4. Métodos hormonais não orais 5. DIU 6. Contracepção de emergência 7. Métodos definitivos ou cirúrgicos
  9. 9. Segurança do método  Representa o potencial do método contraceptivo causar riscos à saúde de quem o utiliza.  É avaliada pelos parefeitos, efeitos indesejáveis e complicações que provoca, ou pode provocar.  Quanto maior a segurança do método, tanto menor será a probabilidade de trazer qualquer tipo de problema à saúde de quem faz seu uso.
  10. 10. Escolha do método  O critério maior para a escolha ou eleição de um método anticoncepcional é a opção feita pelo paciente.  Deve o médico sempre privilegiar essa opção e considerá-la prioritariamente.  Entretanto, nem sempre o método escolhido poderá ser usado, tendo em vista características clínicas evidenciadas pelo paciente, que podem contraindicar seu uso.  A tarefa primordial do médico desenvolver semiótica apropriada para avaliar se existem aspectos clínicos ou afecções presentes no paciente.
  11. 11. Escolha do método (cont.)  Se existirem, deve o médico colocar os demais métodos possíveis à disposição da pessoa interessada, explicando-lhe as suas características, modo de uso, riscos e benefícios, bem como a eficácia. Assim, possibilitará ao paciente condições de fazer nova opção e se comprometer com ela.  Os resultados gerais do uso de qualquer método anticoncepcional, eficácia, uso correto, ausência de efeitos indesejáveis, etc, são diretamente relacionados com o grau de comprometimento do usuário com a eleição do método.
  12. 12. Critérios de elegibilidade  Categoria 1: O método pode ser usado sem restrição.  Categoria 2: O método pode ser usado com restrições. As condições listadas na categoria 2 significam que o método em questão pode ser utilizado com alguma precaução. São situações nas quais as vantagens de usar o método geralmente superam os riscos. As condições da categoria 2 fazem com que o método não seja a primeira escolha e, se usado, deve ser acompanhado mais de perto.  Categoria 3: Os riscos decorrentes do seu uso, em geral superam os benefícios do uso do método. Quando há uma condição da categoria 3 para um método, este deve ser o método de última escolha e, caso seja escolhido, é necessário um acompanhamento rigoroso da/o usuária/o.  Categoria 4: O método não deve ser usado, pois apresenta um risco inaceitável.
  13. 13. Critérios de elegibilidade (cont.)
  14. 14. Critérios de elegibilidade (cont.)
  15. 15. Métodos comportamentais  Como funciona: são métodos que buscam encontrar, por meio de cálculos, o início e o fim do período fértil, onde deve ser praticada a abstinência sexual.  São métodos que não requerem investimentos financeiros e são aceitos pelos segmentos religiosos que se opõem à contracepção.  Podem interferir na dinâmica da relação sexual.  É necessário o envolvimento e participação do homem e a comunicação entre o casal.  Para muitas mulheres, por não ter os ciclos regulares fica difícil prever o período fértil com exatidão.  A excitação sexual é maior, na mulher, no período fértil, período este que deve ocorrer a abstinência sexual.
  16. 16. Métodos comportamentais (cont.)  Tabelinha: A famosa tabelinha é bastante utilizada, ainda hoje. Consiste no cálculo do provável dia da ovulação e na abstinência sexual por 3 dias antes e 3 dias depois. Esse método, porém, só deve ser utilizado por mulheres que tenham os ciclos menstruais regulares. Índice de falha: 2 a 5%
  17. 17. Métodos comportamentais (cont.)  Temperatura basal: Baseia-se no fato de que após a ovulação ocorre um aumento da temperatura corporal, em 0,3-0,8ºC, por três dias. A paciente deverá avaliar a temperatura bucal diariamente, antes de se levantar, para detectar este aumento. Índice de falha: 2 a 5%.
  18. 18. Métodos comportamentais (cont.)  Muco Cervical, Método Billings: Com este método, a mulher tenta prever o período fértil por meio da análise do muco proveniente do colo uterino. A secreção vaginal no período fértil torna-se mais elástica e abundante (a mulher consegue fazer um “fio” com o muco, abrindo os dedos). Qualquer secreção patológica invalida o método. Índice de falha: 2 a 5%.
  19. 19. Métodos comportamentais (cont.)  Coito interrompido: Consiste na retirada do pênis da vagina, antes da ejaculação. Não é um método recomendado, pois leva a um ato sexual incompleto e a ansiedade no casal. O índice de falha é alto porque muitos homens não conseguem controlar o momento da ejaculação e, além disso, o líquido seminal eliminado antes da ejaculação também contém espermatozoides. Outro problema associado a esse método é que ele pode gerar, no homem, ejaculação precoce e disfunção erétil. Índice de falha: 4 a 27%
  20. 20. MÉTODOS DE BARREIRA Condom ou Camisinha, Diafragma, Esponja, Espermaticida.
  21. 21. Métodos de barreira  CAMISINHAS : A masculina (feita de látex) e a feminina (de poliuretano) são colocadas respectivamente no pênis e na vagina, impedindo a penetração do espermatozoide no útero. Características: Não são hormonais e não alteram o ciclo da mulher. Protegem contra as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Baixo custo e fácil acesso. Índice de falha: 2 a 16%. Contraindicações: para pessoas alérgicas ao material utilizado na confecção
  22. 22. Métodos de barreira (cont.)  DIAFRAGMA  É um disco de borracha ou látex, em forma de cúpula, que cobre o colo do útero, impedindo a entrada dos espermatozoides.  A usuária deve então introduzir o diafragma no máximo 1h antes das relações sexuais e retirar após 8h da última ejaculação.  O diafragma deve ser usado em todas as relações sexuais e, para que seja mais eficaz, deve ser usado com espermaticida.  Controlado pela usuária. Não hormonal.  Índice de falha com espermaticida: 6 a 16%. Contraindicações: infecções urinária e candidíase de repetição, alergia ao látex.
  23. 23. Métodos de barreira (cont.)  ESPERMATICIDA São substâncias que, colocadas na vagina, retardam a passagem dos espermatozoides pelo canal cervical, impedindo sua ascensão em direção ao ovócito para a fecundação. Apenas recomendado com o diafragma ou com os preservativos, pois isoladamente tem alto índice de falha.
  24. 24. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL
  25. 25. ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS Composição :  Estrogênio + Progestogênio  Progestogênio exclusivo  Estrogênio Etinilestradiol Cipionato de estradiol Valerato de estradiol  Progestogênio  Retroprogesterona Algestona acetofenida  19-Nortestosterona Estranos: noretisterona, dienogest Gonanos: LNG, desogestrel, gestodeno norgestimato  17 OH-progesterona: Acetato de ciproterona AMP, clormadinona  Espironolactona: Drospirenona
  26. 26. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL ORAL COMBINADA
  27. 27. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL ORAL COMBINADA Mecanismo de Ação Estrogênio  Inibição da secreção de FSH  Potencializa a ação progestogênio  Mantém o padrão de sangramento cíclico Interfere no crescimento folicular
  28. 28. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL ORAL COMBINADA Mecanismo de Ação Progestogênio  Inibição da secreção de LH  Alteração do muco cervical  Atrofia das glândulas endometriais  Alterações da motilidade e secreção das trompas Inibe ovulação Muco hostil para ascensão de SPTZ Interfere na implantação Impede o transporte do oócito / embrião
  29. 29. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL ORAL COMBINADA - Repercussões no Aparelho Reprodutor -  Útero: Miométrio - hipotrofia, diminuição dos receptores estrogênicos Endométrio - edema do estroma, arteríolas pouco desenvolvidas, focos de necrose, modificações glandulares, atrofia Colo - hiperplasia polipóide, ectopia  Vulva vagina - alterações no trofismo
  30. 30. Colesterol total HDL LDL Triglicerídeos ANTICONCEPÇÃO HORMONAL ORAL COMBINADA - Metabolismo Lipídico - Estrogênio Progestogênio
  31. 31. • Diminui a tolerância à glicose (EE) • Aumenta o nível de insulina • Reduz o número de receptores de insulina ANTICONCEPÇÃO HORMONAL ORAL COMBINADA - Metabolismo Glicídico -
  32. 32. • Modificação no Metabolismo Hepático Alteração nos fatores de coagulação coagulantes anticogulantes Número e aderência de plaquetas ANTICONCEPÇÃO HORMONAL ORAL COMBINADA - Sistema de Coagulação -
  33. 33. > produção de angiotensinogênio Estrogênio > retenção hídrica ANTICONCEPÇÃO HORMONAL ORAL COMBINADA - Sistema Renina-Angiotensina -Aldosterona {
  34. 34. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL ORAL COMBINADA EFEITOS COLATERIAS RELACIONADOS AO ESTROGÊNIO RELACIONADOS AO PROGESTOGÊNIOS AUMENTO DE APETITE ESTADO DEPRESSIVO PERFIL LIPÍDICO ALTERADO PELE OLEOSA ACNE HIRSUTISMO GANHO DE PESO NÁUSEA SENSIBILIDADE MAMÁRIA MELASMA OU CLOASMA
  35. 35. REDUÇÃO DA DOSE DE ESTROGÊNIO NOS CONTRACEPTIVOS ORAIS COMBINADOSDosedeEE(mcg) Tromboembolismo venoso (2X)
  36. 36. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL - Outras Vias de Administração - Injetável, transdérmico, anel vaginal Efeitos minimizados
  37. 37. Doenças reumáticas Enxaqueca Hipertensão grave Diabetes com vasculopatias Doenças cardíacas Obesidade Tabagismo Idade > 40 anos Cefaléia Mastodínea Náuseas, edema Outros Anticoncepção com Estrogênio A G R A V A R Risco Cardio- Vascular >Incidência: Evidências:
  38. 38. ANTICONCEPÇÃO: OPÇÕES  HORMONAL: Estrogênio + Progestogênio Dose estrogênica Tipo de progestogênio Progestogênio exclusivo DIU de cobre Outros
  39. 39. PROGESTOGÊNIOS São fármacos sintéticos obtidos a partir de modificações na própria molécula da progesterona ou da testosterona Tem efeitos semelhantes aos da progesterona mas, podem ter outros efeitos dependendo de sua natureza química e dose
  40. 40. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL ORAL COMBINADA Mecanismo de Ação Progestogênio  Inibição da secreção de LH  Alteração do muco cervical  Atrofia das glândulas endometriais  Alterações da motilidade e secreção das trompas Inibe ovulação Muco hostil para ascensão de SPTZ Interfere na implantação Impede o transporte do oócito / embrião
  41. 41. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL - Progestogênios Exclusivos -  Parecem não afetar o sistema de coagulação, podendo ser indicados para pacientes com risco para TEV. Levi et al, 1999
  42. 42. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL -Tromboembolismo Venoso - Progestogênio Risco TEV Levonorgestrel Desogestrel Gestodeno Drospirenona Ciproterona 2 vezes 3,6 vezes 3,6 vezes 4 vezes 8 vezes Vlieg et al., 2009 Lidegaard et al., 2009
  43. 43. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL - Progestogênios - • Efeitos Colaterais: 1. Androgênico; 2. Anti-androgênico; 3. Diurético.
  44. 44. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL - Progestogênios - Derivados da 19 nortestosterona Levonorgestrel: sem ação estrogênica tem ação androgênica Desogestrel: sem ação estrogênica mínima ação androgênica
  45. 45. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL - Progestogênios - Derivados da 19 nortestosterona Gestodeno: sem ação estrogênica tem reduzida ação androgênica tem parcial ef. anti- mineralocorticóide (ação diurética) Dienogest: tem ação anti androgênica sem ação anti-mineralocorticóide
  46. 46. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL - Progestogênios - Derivados da 17 OH Progesterona Clormadinona: sem efeito estrogênico moderado efeito anti-androgênico Ciproterona: sem efeito estrogênico potente efeito anti-androgênico
  47. 47. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL - Progestogênios - Derivado da Espironolactona Drospirenona: sem efeito estrogênico tem efeito anti-androgênico tem efeito anti- mineralocorticóide (ação diurética)
  48. 48. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL Progestogênio Exclusivo
  49. 49. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL Progestogênio Exclusivo Ultrabaixa Dose (Minipílula) Linestrenol (0,50 mg) Noretisterona (0,35 mg) Levonorgestrel (0,030 mg) • Inibição da ovulação (+ 50%) • Espessamento do muco cervical
  50. 50. ANTICONCEPÇÃO HORMONAL Progestogênio Exclusivo Baixa Dose (75 mg – DSG) Acetato de medroxiprogesterona (150 mg/3 m Inibição da ovulação (+ 97%) Espessamento do muco cervical < Motilidade tubária Atrofia endometrial
  51. 51. DISPOSITIVO INTRA-UTERINO (DIU)  Consiste em artefato de polietileno que podem ser medicados com cobre ou progesterona.  Estimula uma reação inflamatória importante no útero pela presença de corpo estranho  Orientações gerais de uso.
  52. 52. DIU de cobre:  É feito de plástico, com filamento de cobre enrolado em sua haste vertical  Falha de uso no primeiro ano é 0,6% a 1.4%  Indice de Pearl é de 0,8%  Mecanismo de Ação:  A presença de um corpo estranho de cobre na cavidade endometrial causa mudanças bioquimica e morfológica além de produzir modificações no muco.  Aumento da produção de prostaglandinas e inibição de enzimas endometriais e tem efeito também direto na motilidade espermática.  A ovulação não é afetada.
  53. 53. DIU Hormonal:  É um dispositivo em forma de T contendo um reservatório de 52 mg de levonorgestrel.  A taxa de falha é de 0,1% no primeiro ano.  Mecanismo de Ação:  Torna o muco cervical espesso e hostil a penetração do espermatozóide.  Devido aos níveis elevados de levonorgestrel na cavidade uterina, causa supressão dos receptores de estradiol, no endométrio, atrofia endometrial e inibição da passagem do espermatozóide através cavidade uterina.
  54. 54. CONTRACEPTIVOS INJETÁVEIS Anticoncepcional injetável trimestral:  Uma dose trimestral de 150mg intramuscular suprime a ovulação geralmente por 14 semanas.  A ação do método consiste em inibir os picos de estradiol e consequentemente de LH, evitando com isso a ovulação  Deve ser administrado até o quinto dia por via muscular profunda,doses subsequentes, a cada 90 dias.
  55. 55. Anticoncepcional injetável mensal:  A principal diferença é a presença do estrogênio natural, essa caracteristica confere maior segurança no uso do ACO.  efeitos não desejados incluem ganho de peso,cefaléia e alterações do humor. Eficácia: 97%
  56. 56. IMPLANTES Eficácia: 97% • Formado por 6 cápsula de silicone, flexíveis, sendo que cada uma delas contém 36mg de levonorgestrel (LNG). • Essas cápsulas 3,4cm de comprimento e 2,4mm de diâmetro, cada. Devem ser inseridas na face interna do braço menos ativo, um pouco acima da prega do cotovelo F • Seu mecanismo de ação inclui: inibição da ovulação; alteração do muco cervical; atrofia endometrial. A eficácia é alta, sendo que a taxa de falhas no primeiro ano de uso é de 0,2% e ao final do 5o ano é de 1,5%
  57. 57. CONTRACEPÇÃO HORMONAL  Anel Vaginal  vantagem em 2 aspectos fundamentais: 1 - sendo fácil a sua colocação, torna-se muito conveniente, pois não há o risco de esquecimento; 2 - os hormônios são absorvidos pela vagina. É um anel flexível com um diâmetro externo de 54mm e uma espessura de 4mm que contém etonogestrel e etinilestradiol. Colocado na vagina, libera, diariamente, em média 120μg de etonogestreo e 43 15μg de etinilestradiol índice de Pearl de 0,65.
  58. 58. ANEL VAGINAL  Colocado com a mulher deitada, agachada, ou em pé.  O anel após ser retirado da embalagem deve ser flexionado conforme visto na figura.  Deve ser introduzido na vagina empurrando-o com o dedo até não senti-lo mais .
  59. 59. ADESIVOS CUTÂNEOS Os adesivos cutâneos contraceptivos contêm 750μg de etinilestradiol e 6,0mg de norelgestromin e libera 20μg de etinilestradiol e 150μg de norelgestromin através da pele, por dia Os adesivos são feitos para serem substituídos a cada semana, por 3 semanas, seguida de uma semana sem o adesivo. As considerações feitas sobre os contraceptivos orais são as mesmas para os adesivos, inclusive eficácia, contraindicações e os benefícios não contraceptivos.
  60. 60. CONTRACEPÇÃO HORMONAL  Contracepção de Emergência (Pílula do Dia Seguinte)
  61. 61. CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA (PÍLULA DO DIA SEGUINTE) Tempo AE Até 24 horas 95% De 25 a 72 horas 82% De 73horas até 5 dias depois 63% Os dois esquemas mais difundidos são:  Estrogênio e Progesterona combinados,  Progesterona isolada.
  62. 62. CONTRACEPÇÃO CIRURGICA Ligadura tubária ou laqueadura A esterilização feminina consiste na ligadura tubária, ou laqueadura. Eficácia: 99,50%
  63. 63. CONTRACEPÇÃO CIRÚRGICA Vasectomia. É a esterilização masculina. Eficácia: 99,85%
  64. 64. Agradecemos pela atenção. “ A verdadeira questão é a sobrevivência das crianças e não sua geração, ou seja, pratica-se a anticoncepção, não para que as crianças não nasçam, mas para que as crianças que nascerem possam viver, uma vez nascidas.” Michel Foucault.

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