Clube de Líderes OnlineClube de Líderes Onlinehttp://br.groups.yahoo.com/group/clubedelideresonline/Apostila de Classe Reg...
ÍndiceRequisitosAnexo 1 – Cordas, nós e amarrasAnexo 2 – Como Montar uma barracaAnexo 3 – Regras de uma caminhada e o que ...
RequisitosAmigo1. Demonstrar como cuidar corretamente de uma corda. Fazer e explicar o uso prático dos seguintesnós:•Simpl...
2. Completar a especialidade de Primeiros Socorros.Anexo 63. Explicar o que é um mapa topográfico, o que se espera que ele...
Anexo 187. Começar uma fogueira com apenas um fósforo, usando materiais naturais, e mantê-laacesa.Item 4 do Anexo 188. Usa...
8. Completar um dos seguintes itens:a. Identificar, preparar e ingerir dez variedades de plantas silvestres.Item 8 do anex...
AnexosAnexo 1Tipos de Cordas:SISALDe conceito primitivo, a corda de sisal é das piores cordas para se trabalhar nós. Norma...
Muito utilizadas para a prática de técnica vertical, são compostas em sua alma, de diversoscordins trançados com recheio d...
Nó de EscotaUtiliza-se para unir duas cordas de diferenteespessura.Nó de Escota AlceadoMesma utilidade do escota, só que m...
é utilizado para fazer uma alça fixa no meiode um cabo.Nó de Arnezé utilizado para fazer uma alça fixa no meiode uma corda...
Usado para criar um tensor na corda. Podeservir para parar uma roldana ou auxiliar nasubida de uma corda como nó de apoio....
apertá-la e conservar as voltas seguras. Olaço é regulado movimentando-se o lado dacorda correspondente à sua parte fixa.l...
Cirurgião duploDuplo (laço)Na realidade é um no direito alçado duplo,comumente usado para amarrar sapatos.OrdinárioServe p...
a Volta da Ribeira apertando fortemente asduas peças, dão-se três voltas redondas emtorno das varas no sentido dos ângulos...
Amarra Paralela (ou circular)Serve para unir duas varas colocadasparalelamente. Pode ser usada para apoiarou até sustentar...
Nunca monte sua barraca em baixadas ou na base de terrenos inclinados. Procure montar suabarraca em terrenos ligeiramente ...
13. Na água deve se acrescentar algumas gotas de limão, para repor os sais perdidos nosuor. Rapadura, mel ou semelhantes s...
Anexo 5Como descobrir pontos cardeais sem bússula22. JOÃO DE BARRO: a porta de entrada está sempre voltada para Este ou No...
26. A ESTRELA DA MANHÃ: ela é a ultima a se esconder. A bem da verdade não éuma estrela, mas o planeta Vênus. Desaparece p...
Classificação:a)Hipovolêmico:•hemorragia•Queimaduras graves•Diarréia, vômitos (desidratação).b)Cardiogenico:•Infarto•Arrit...
3. Qual o procedimento adequado caso um vitima esteja sufocando?Vitima consciente engasgada•Pergunte se a vitima: “você po...
6. Saber o procedimento adequado para tratar uma vitima de envenenamento.Definição:A intoxicação ou envenenamento ocorre q...
•Ministre 02•Nas fraturas alinhadas, imobilize com tala rígida ou inflável.•Nos deslocamentos, em fraturas expostas e frat...
•Cobrir o local com o plástico estéril ou papel alumínio.•Quando nos olhos, cobrir com gaze embebida em soro.Queimaduras q...
Ferida: é o resultado da agressão sofrida pelas partes moles, produzindo uma lesão tecidual.Procedimento:•Nunca toque na f...
•Dor de cabeça•Paralisia unilateral•Às vezes sangramentosConduta:•Monitorar os sinais vitais•Posição de coma para paciente...
e. Qual a diferença entre desidratação e insolação, e qual o tratamento adequado para cadaum?Insolação e InternaçãoSão aci...
•Evite o acúmulo de lixo em locais não apropriados.•Coloque os materiais de limpeza em recipientes próprios e identificado...
alternativas. Se souber nadar bem, procure prestar socorro adequadamente. Verifique aexistência ou não de correnteza ou de...
4 Vômitos5 Perda da consciência8 Convulsões9 Parada respiratória+ + + Já erar. Quais são os princípios básicos de seguranç...
14:00 Caminhada15:00 Instrução – Atividades junto a natureza16:30 Culto Jovem17:30 Banho19:00 JantarDomingo:06:00 alvorada...
Um mapa é uma versão reduzida e simplificada da realidade. O mapa topográfico, é aqueleque, de forma gráfica, nos mostra a...
A CargueiraMochilas cargueiras são as que usamos durante as caminhadas mais longas, geralmente as queincluem ao menos um p...
-- Mas a capa não cobre toda a mochila!É verdade. A face da mochila que toca as nossas costas fica descoberta. Ainda assim...
reserva- 1 canivete ou faca- 1 cantil ( 1 litro)- 1 prato, talheres 1 caneca- 1máquina fotográfica comfilme- 1 lanterna pe...
Anexo 11Especialidade de Resgate Básico1. Qual é a definição de um resgate de emergência?É o resgate que não pode esperar....
4. Conhecer seis atitudes indicadas em caso de necessidade de resgate imediato.Abaixo, algumas situações onde o resgate em...
3 – Tentar afastar o perigo ao máximo sem tirar a vítima do lugar (como apagar o fogo)4 – Avaliar se é melhor enviar um pr...
b. Carregar uma pessoa deitadac. Carregar com duas mãos, ou quatro mãosd. Carregar com cobertore. Carregar, em três, vítim...
g. Carregar em seis pessoasComo levantar a vítima do chão SEM AUXÍLIO DE OUTRA PESSOA:
9. Saber como usar adequadamente uma maca e carregar uma vítima numa maca. Saber comofazer uma maca liteira improvisada.10...
Utiliza-se para unir duas cordas de diferenteespessura.v. Nó para diminuir cordaCatau, corrente simples.CatauUtiliza-se pa...
outros 300 metros até G, sendo o ângulo F reto. E assim se prosseguirá, aumentando asdistâncias de 100 em 100 metros, duas...
direita ou à esquerda do ponto P; tal fato obrigará a uma busca, sem se saber por ondecomeçá-la, se pela direita, se pela ...
1. Participar de pelo menos dois acampamentos durante os quais possa praticar as habilidadesnecessárias para esta especial...
Ferver a água mata todos os microrganismos patogênicos. Independenteda altitude, quando a água ferve, ela já pode ser bebi...
Solo dos vales: as vertentes inclinadas dos vales podem armazenarlençois de água.Rastos de animais: podem guiar até zonas ...
Água da ChuvaA água da chuva pode ser obtida através de vários processos quepartilham de um conceito comum, reunir a água ...
São necessárias duas pessoas, uma vara e uma régua ou uma pequena fita métrica.1) Caminhar em linha reta, desde a base da ...
Outra forma de se calcular a medita de um rio, é usando trigonometria. Observe a figuraabaixo:Usando como referência uma p...
7. Usando uma bússola, seguir um curso de mais de 100 metros começando em três lugaresdiferentes, e com menos de 5% de err...
questão. Lembre-se de que as azeitonas têm o gosto amargoso e de que o limão éácido, de modo que o gosto menos agradável n...
A arte de acampar
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A arte de acampar

  1. 1. Clube de Líderes OnlineClube de Líderes Onlinehttp://br.groups.yahoo.com/group/clubedelideresonline/Apostila de Classe Regular e AvançadaSeção – Arte de AcamparJaneiro2007
  2. 2. ÍndiceRequisitosAnexo 1 – Cordas, nós e amarrasAnexo 2 – Como Montar uma barracaAnexo 3 – Regras de uma caminhada e o que fazer quando perdidoAnexo 4 – Sinais de PistaAnexo 5 – Como descobrir pontos cardeais sem bussolaAnexo 6 – Especialidade de Primeiros Socorros BásicoAnexo 7 – Modelo de Planejamento p/ acamp, cardapio 3 dias e Pontos a serem considerados paraum acampamentoAnexo 8 – Mapa TopográficoAnexo 9 – Fogo RefletorAnexo 10 – Tipos de Mochila e como arruma-laAnexo 11 – Especialidade de Resgate BásicoAnexo 12 – Especialidade de Vida SilvestreAnexo 13 – Equipamento necessário para um acampamentoAnexo 14 – Manuseio de Faca, Facão, Machado e MachadinhaAnexo 15 – Código Morse, Sinais Semafóricos e Alfabeto Surdo-mudoAnexo 16 – Especialidade de OrientaçãoAnexo 17 - Acendendo uma fogueira em dia de chuvaAnexo 18 – Especialidade Fogos e fogueiras ao ar LivreAnexo 19 – Técnicas para cozinhar sem utensílios de cozinhaAnexo 20 – Código NáuticoAnexo 21 – Mestrado em Vida CampestreAnexo 22 – Mestrado em Vida CampestreAnexo 23 – Significado espiritual do Abrigo
  3. 3. RequisitosAmigo1. Demonstrar como cuidar corretamente de uma corda. Fazer e explicar o uso prático dos seguintesnós:•Simples•Direito•Cirurgião•Lais de guia•Cego•Lais de guiaduplo•Escota•Catau•Pescador•Fateixa•Volta da fiel•Nó de gancho•Volta da ribeira•OrdinárioAnexo 12. Participar de um Acampamento em que haja, pelo menos, um pernoite.Item prático3. Ser aprovado em um teste de Segurança Geral.4. Armar, desarmar, limpar e guardar uma barraca e preparar uma cama de acampamento,com materiais naturais.Anexo 25. Apresentar 10 regras para uma caminhada e explicar o que fazer quando estiver perdido.Anexo 36. Aprender os sinais para seguir uma pista. Fazer e seguir uma pista de 2 quilômetros, comno mínimo 10 sinais, que também possa ser seguida por outros.Anexo 4Companheiro1. Descobrir os pontos cardeais sem a ajuda de uma bússola.Anexo 52. Participar em um acampamento de final de semana, e fazer um relatório destacando o quemais lhe impressionou positivamente.Item prático3. Aprender ou recapitular os seguintes nós:a. Oitob. Volta do salteadorc. Volta esticada ou paradorad. CaminhoneiroAnexo 14. Completar a especialidade de Primeiros Socorros – Nível básico.Anexo 6Pesquisador1. Apresentar seis segredos para um bom acampamento. Participar em um acampamento definal de semana planejando e cozinhando duas refeições.Anexo 7
  4. 4. 2. Completar a especialidade de Primeiros Socorros.Anexo 63. Explicar o que é um mapa topográfico, o que se espera que ele indique e como deve serusado. Identificar pelo menos vinte sinais e símbolos usados nestes mapas.Anexo 8Pioneiro1. Fazer um fogo refletor e demonstrar seu uso.Anexo 92. Participar em um acampamento de final de semana, arrumando de maneira apropriada umabolsa ou mochila, com equipamento pessoal e alimento suficiente para sua participação.Anexo 10 e 133. Completar a especialidade de Resgate Básico.Anexo 11Excurcionista1. Com um grupo de, no mínimo quatro pessoas, incluindo um conselheiro adulto experiente,andar 25 quilômetros numa área rural ou deserta, incluindo uma noite ao ar livre ou barraca.Deverá haver um planejamento completo antes da saída. Durante a expedição devem serfeitas anotações sobre o terreno, flora e fauna observados na caminhada. Depois, usando asanotações, participar em uma discussão de grupo, dirigida por seu conselheiro.Item prático.2. Completar uma especialidade, em Atividades Recreativas, não realizada anteriormente.3. Completar a especialidade de Vida Silvestre.Anexo 12Guia1. Participar em um acampamento de final de semana e planejar antecipadamente com seugrupo o equipamento que deve ser levado.Anexo 132. Planejar e cozinhar, de maneira satisfatória, três refeições ao ar livre.Item prático.3. Construir e utilizar um móvel de acampamento em tamanho real, com nós e amarras.Item prático.4. Completar uma especialidade não realizada anteriormente que possa ser contada para oMestrado em Aquática, Esporte, Atividades Recreativas ou Vida Campestre.Classes AvançadasAmigo5. Demonstrar como assar, ferver e fritar alimentos em um acampamento, ou completar aespecialidade de Fogueiras e Cozinha ao Ar Livre.
  5. 5. Anexo 187. Começar uma fogueira com apenas um fósforo, usando materiais naturais, e mantê-laacesa.Item 4 do Anexo 188. Usar corretamente uma faca, facão e uma machadinha e conhecer dez regras para usá-loscom segurança.Anexo 149. Fazer cinco nós rápidos.Anexo 1Companheiro9. Preparar uma refeição sem utensílio de cozinha.Anexo 1910. Preparar um quadro com pelo menos 15 nós diferentes.Item pratico, pesquisar anexo 1Pesquisador7. Identificar seis pegadas de animais ou aves. Fazer um modelo em gesso de três destaspegadas.Ver item 6 do anexo 128. Recapitular ou aprender as quatro amarras básicas e construir um móvel de acampamento.Anexo 19. Planejar o cardápio para uma viagem de três dias de acampamento envolvendo quatropessoas, usando pelo menos três alimentos desidratados diferentes.Anexo 710. Enviar e receber uma mensagem por uma das seguintes formas:a. Alfabeto com semáforos.b. Código internacional Morse com lanterna.c. Alfabeto LIBRAS (linguagem de sinais).d. Radioamadorismo - conhecimento básico.Anexo 15Pioneiro5. Completar os requisitos três e seis da especialidade de Ordem Unida (caso não tenham sidofeitos anteriormente).6. Completar a especialidade de Orientação.Anexo 167. Ser capaz de acender uma fogueira num dia de chuva. Saber como conseguir lenha seca emanter o fogo aceso. Demonstrar habilidade em usar corretamente uma machadinha.Anexo 17 e anexo 14
  6. 6. 8. Completar um dos seguintes itens:a. Identificar, preparar e ingerir dez variedades de plantas silvestres.Item 8 do anexo 12b. Ser capaz de enviar e receber 35 letras por minuto pelo código semafórico.Anexo 15c. Ser capaz de enviar e receber 35 letras por minuto através do código náutico, usando ocódigo internacional.Anexo 20d. Ser capaz de apresentar e entender Mateus 24 em Libras (linguagem de sinais).e. Participar em uma atividade simples de emergência e resgate usando dois rádioscomunicadores.Anexo 219. Completar uma especialidade em Atividades Recreativas não realizadas anteriormente.Excurcionista8. Desenvolver um projeto para cinco móveis de acampamento e um portal do clube.Use anexo 1 para auxiliar nas amarrasGuia7. Completar o mestrado em Vida Campestre.Anexo 228. Projetar três tipos diferentes de abrigo, explicar seu uso e utilizar um deles em umacampamento.Anexo 23
  7. 7. AnexosAnexo 1Tipos de Cordas:SISALDe conceito primitivo, a corda de sisal é das piores cordas para se trabalhar nós. Normalmentede constituição torcida, elaboradas com duríssimas fibras vegetais, são engomadas e oferecemuma enorme resistência a torção. Por outro lado, uma vez feito um nó, dificilmente irá cederou romper. Em contato com água a fibra encolhe e apodrece.SEDA SINTÉTICANormalmente utilizada na construção da alma torcida em cordas dinâmicas, a seda sintéticapossui uma ótima relação entre peso, resistência e elasticidade. São cordas delicadas emerecem cuidados especiais, em função de seu custo. Devem ser lavadas sempre que emcontato com lama ou rocha úmida, para que as pequenas partículas abrasivas não machuquemsua estrutura. São sensíveis a ação do sol, que resseca a fibra e desbota sua coloração.Recomendável variar o ponto do nó ou da fixação distribuindo o esforço, para que não hajaruptura das fibras aloucadas na parte superior do nó.POLIETILENOCorda tipicamente de utilização náutica, sua alma possui fios contínuos e esticados, apresentaboa resistência a esforços unidirecionais, porém, deformam com muita facilidade, fazendocom que sua capa, de pontos largos, escorregue pela alma e estrangule os nós.POLIESTERPor sua grande resistência e excelente compatibilidade com outras fibras, é um materialimportantíssimo na composição de cordas estáticas e na capa de cordas dinâmicas. Nas cordasestáticas a alma é também de poliester trançado. Cordas compostas unicamente de poliesternão exigem cuidados especiais e são bem agradáveis de se trabalhar.KEVLAREste material apresenta tamanha dureza, que sequer poderia ser comparado a uma corda, nãofosse sua aparência de corda. Muitas vezes, chega a ser mais resistente que o aço, com avantagem de ser mais leve e maleável. O Kevlar em si, é uma fibra sintética, extremamentedura, porém frágil. Sua utilização é mais voltada para equipamentos de vôo, como paraglideretc., onde a necessidade de um material leve e resistente é muito grande. Nunca deve serutilizado para manufatura de nós, caso contrário, sua alma pode se romper parcialmente, ouem casos de esforços muito grandes, chega até expor-se à capa. A ação prolongada de raiosultravioleta danifica sua estrutura física e causa uma perda considerável na resistência.CORDAS DINÂMICASCordas dinâmicas são as que possuem maior elasticidade. Sua alma é composta por várioscordins torcidos, que facilitam o alongamento em caso de um esforço muito grande. Maisutilizadas para a prática de alpinismo pelo fato de aliviarem o impacto em caso de queda. Suaelasticidade pode chegar a até 30% do comprimento antes de romper.CORDAS ESTÁTICAS
  8. 8. Muito utilizadas para a prática de técnica vertical, são compostas em sua alma, de diversoscordins trançados com recheio de fibras esticadas. A principal característica é que ao subir oudescer, o espeleólogo não gira em torno da corda, porque a mesma não tende a desenrolar aalma. Outras porém, utilizadas em náutica, possuem a alma puramente composta de fibrasesticadas. Sua elasticidade não passa de 10%.CORDAS ESPECIAISAs cordas de Kevlar são consideradas de tecnologia de ponta. Pode-se obter resistências superelevadas com diâmetros pequenos. Sua elasticidade não ultrapassa 2%.RESISTÊNCIA ABRASIVADependendo da maneira como a capa é trançada, obtêm-se maior ou menor resistênciaabrasiva. As capas mais resistentes apresentam maior número de pontos e mais apertados,desta forma, consegue-se que as fibras dificultem o desfiar provocado por superfícies ásperas,o que não ocorre com capas de pontos largos.% DE PERDA NO NÓTodo nó enfraquece a corda no local onde apresenta curvatura. Dependendo do tipo de nó ecorda, o percentual de perda na resistência pode chegar a 60%. Existem nós, que porpossuírem curvas menos acentuadas não sacrificam tanto a estrutura da corda. Vale lembrar,que um esforço contínuo, sacrifica menos a estrutura (alma), do que um esforço de impacto.SENSIBILIDADE UvOs raios Ultravioleta tem uma grande influência sobre fibras sintéticas. Principalmente elesressecam e desbotam fibras tingidas. Uma vez ressecadas, a perda da resistência é muitogrande. Uma boa maneira de evitar esse tipo de desgaste, é prevenir a corda de exposiçõesmuito prolongadas ao tempo.Nó SimplesUtilizado para começar outros nós e prendero desfiamento da corda.Nó DireitoUtiliza-se para unir duas cordas da mesmaespessura.Nó Direito AlceadoComo o Nó Direito simples é utilizado paraunir dois cabos da mesma espessura, porémpossuí uma alça que desata o nó quandopuxada. Geralmente é usado quando o nódireito não é permanente e precisará serdesfeito mais tarde.
  9. 9. Nó de EscotaUtiliza-se para unir duas cordas de diferenteespessura.Nó de Escota AlceadoMesma utilidade do escota, só que maisfácil de desatar. é muito utilizado paraprender bandeiras na adriça.Nó em OitoUtiliza-se para evitar o desfiamento daponta de uma corda. Utilizado também pormontanhistas para unir duas cordas (nó emoito duplo).Nó CorrediçoServe para fazer uma alça corrediça em umacorda.Volta do FielNó inicial ou final de amarras. Não correlateralmente e suporta bem a tensão.Permite amarrar a corda a um ponto fixo.Volta do Fiel DuploUtilizado para amarrar cabos de retenção eespias.Volta da RibeiraUtilizado para prender uma corda a umbastão (tronco, galhos, etc.) depois mantê-lasob tensão.CatauUtiliza-se para reduzir o comprimento deuma corda sem cortá-la. Serve também paraisolar alguma parte danificada da corda, semdeixá-la sob tensão.Nó Aselha
  10. 10. é utilizado para fazer uma alça fixa no meiode um cabo.Nó de Arnezé utilizado para fazer uma alça fixa no meiode uma corda (sem utilizar as pontas).Balso pelo SeioServe para fazer duas alças fixas do mesmotamanho em uma corda.FateixaServe para prender um cabo a uma argola.Lais de GuiaUtilizado para fazer uma alça fixa (ebastante segura) tendo em mãos apenas umaponta da corda.Nó de PescadorUtilizado para unir linhas de pesca, cordascorrediças, delgadas, rígidas, cabosmetálicos e até cabos de couro.Volta do SalteadorUtilizado para prender uma corda a umbastão, com uma ponta fixa e outra quequando puxada desata o nó.Volta Redonda com CotesUtilizado para prender uma corda a umbastão.MoringaO Nó de Moringa é utilizado para amarrarum cabo em um gargalo de garrafa ou jarro.É seguro e resistente.Nó de Frade
  11. 11. Usado para criar um tensor na corda. Podeservir para parar uma roldana ou auxiliar nasubida de uma corda como nó de apoio.Também pode ser usado para a transmissãode código MorseEnfardadorPermite ser sempre ajustado quando énecessário manter uma corda ou cabosempre esticado. Numa falsa baiana, porexemplo, ao receber muito peso o caboafrouxa, com este nó é possível estica-lonovamente com firmeza ser desfazercompletamente o nó.FalcaçaA falcaça é feita na ponta de um caboevitando que ele comece a desmanchar como uso e o tempo. Pode ser feita com linhagrossa.Cadeira de BombeiroÉ um nó simples e rápido de atar quando seprecisa subir ou descer uma pessoa de umaárvore, barranco ou outro ponto. É seguro,porém mais utilizado em caso deemergência ou quando a altura não oferecegrandes riscos. Para estes casos, existemcadeiras mais elaboradas e seguras.Nó de ForcaArme a laçada conforme o esquema,deixando a ponta de trabalho com tamanhosuficiente para executar as voltas. Realizefinalmente e, ao fazer a última volta,introduza a ponta de trabalho na laçadasuperior do nó. Em seguida puxe a Arme alaçada conforme o esquema, deixando aponta de trabalho com tamanho suficientepara executar as voltas. Realize finalmentee, ao fazer a última volta, introduza a pontade trabalho na laçada superior do nó. Emseguida puxe a laçada inferior pelo ladocorrespondente à ponta de trabalho para
  12. 12. apertá-la e conservar as voltas seguras. Olaço é regulado movimentando-se o lado dacorda correspondente à sua parte fixa.laçadainferior pelo lado correspondente à ponta detrabalho para apertá-la e conservar as voltasseguras. O laço é regulado movimentando-se o lado da corda correspondente à suaparte fixa.Nó encapeladuraVolta ParadoraVolta EsticadaPata de GatoMesma finalidade do cabeça de cotovia,com a vantagem de que não precisa tertensão nas duas pontas pra firmar o nóGanchoCabeça de SabiáEscota duploUnir duas cordas de calibres iguais oudiferente. Ideal quando a corda estiverescorregadia
  13. 13. Cirurgião duploDuplo (laço)Na realidade é um no direito alçado duplo,comumente usado para amarrar sapatos.OrdinárioServe para unir duas cordas. No entandotem de se fazer a amarra nas pontasconforme o desenho. Caso contrrio a amarrafica fraca.Escota MordidaUsado para unir cordas de calires iguais oudirefentes. Fácil de desatar.Oito DuploUsado prioncipalmente por montanhistaspara prender-se ao mosquetão.Pescador DuploUnir cordas de igual calibre.Nó de PrussikUsado principalmente em escaladas parasubir por uma corda.Volta do SalteadorNó utilizado para descer de um tronco comum dos cabos e desamarrar o nó com a outraponta do cabo.Amarra Diagonal (ou em X)Serve para aproximar e unir duas varas quese encontram formando um ângulo agudo. émenos usada que a Amarra Quadrada, mas émuito utilizada na construção de cavaletesde ponte, pórticos etc. Para começar usa-se
  14. 14. a Volta da Ribeira apertando fortemente asduas peças, dão-se três voltas redondas emtorno das varas no sentido dos ângulos, e emseguida, mais três voltas no sentido dosângulos suplementares, arrematando-se comum anel de duas ou três voltas entre as peças(enforcamento) e uma Volta de Fiel paraencerrar. Pode-se também encerrar unido aponta final a inicial com um nó direito.Amarra Quadrada (ou plana)é usada para unir dois troncos ou varas maisou menos em ângulo reto. O cabo devemedir aproximadamente setenta vezes odiâmetro da peça mais grossa. Começa-secom uma Volta de Fiel bem firme ou umaVolta da Ribeira. A ponta que sobre dessenó, deve ser torcida com o cabo para maiorsegurança ou utilizada para terminar aamarra unindo-se a ponta final com um nódireito. As toras ou varas são rodeadas portrês voltas completas redondas entre aspeças (enforcamento) concluindo-se com aVolta do Fiel na vara oposta ao que se deu onó de início ou com o nó direito naextremidade inicial.Amarra de Tripé (ou trípode)Esta amarra é usada para a construção deTripés em acampamentos, afim de segurarlampiões ou servir como suporte paraqualquer outro fim. A amarra de tripé é feitainiciando com uma volta da ribeira epassando alternadamente por cima e porbaixo de cada uma das três varas, quedevem estar colocadas lado a lado com umapequena distância entre elas. A vara domeio deve estar colocada bem acima, afimde amarrar a sua extremidade inferior àextremidade superior das outras duas aolado. Não é necessário o enforcamento nestaamarra, pois ao ajustar o tripé girando a varado meio a amarra já sofre o "enforcamento"sendo suficientemente presa. Entretanto, emalguns casos o enforcamento pode ser feito,passando voltas entre as varas e finalizandocom uma volta do fiel ou nó direito preso aextremidade inicial.
  15. 15. Amarra Paralela (ou circular)Serve para unir duas varas colocadasparalelamente. Pode ser usada para apoiarou até sustentar o outro bambu. Faz-se umaargola e dá-se voltas sobre ela e as duasvaras como se estivesse falcaçando,terminando, também como uma falcaça,passando a ponta do cabo pela argola epuxando a outra extremidade para apertar.Finaliza-se com um nó direito unindo asduas extremidades.Anexo 2Como Montar uma barraca:No litoral, nunca deixe a entrada de frente para o mar.Nos vales, em época de verão a entrada deve estar direcionada para o norte. Se houverpossibilidade de chuva, a entrada deverá estar para o oeste.MontagemColoque as estacas nos cantos do piso, deixando-o bem esticado, mas não forçado.Coloque as estacas no resto do piso.Monte os ferros colocando-os e deixando-os de pé.Coloque os elásticos nas estacas das paredes da barraca.Ponha o teto.Coloque os elásticos do teto nas estacas do mesmo, cuidando que não fique enrugado. Entre abarraca e o teto tem que existir um espaço de 10 cm.Ajuste todos os elásticos.Atenção:Não entre com sapatos na barraca.Reveja diariamente sua montagem.Não corra ao redor da barraca.Não apóiem nas paredes da barraca objetos que possam estragar a mesma.Ao desmontá-la, guarde-a seca e se possível ponha talco antes de guardá-la.OS LOCAIS APROPRIADOS PARA SE MONTAR UMA BARRACA.O terreno onde vamos montar as barracas deve ser muito bem inspecionado; evitar locaispedregosos, com farpas, espinhos e troncos que poderão, além de cortar ou furar o piso dabarraca, ferir um acampante.As barracas não devem ficar posicionadas de frente umas para as outras, isto é, frente comfrente.O terreno sobre o qual vamos acampar deve ser considerado também. Solos impermeáveis,como saibros, por exemplo, se forem planos, produzem em caso de chuva, um tremendolamaçal.Como nem sempre você terá facilidade em escolher o tipo de terreno onde acampar, então aomenos, observe a inclinação ou relevo do terreno.
  16. 16. Nunca monte sua barraca em baixadas ou na base de terrenos inclinados. Procure montar suabarraca em terrenos ligeiramente elevados ou mais no topo das inclinações. Mas se nãohouver jeito mesmo, e você tenha de acampar em um terreno inclinado e em baixo, cuide em:Fazer valetas fundas do lado de cima.Pôr a terra tirada das valetas do lado de baixo, em forma de trincheiras.Fazer o escoadouro para longe e para baixo.No inverno temos pouco sol, portanto é preferível montar seu acampamento em campo abertoe não dentro de matas. Quanto mais intenso o frio, mais descampado deve ser o local doacampamento.No sul do Brasil, chove muito no inverno, logo, é possível que você encontre madeira parafogueira mais molhada. Daí, é recomendável que a lenha recolhida seja exposta ao sol duranteo dia, e à noite, recolhida e coberta com lona ou plástico.Embora em campo aberto, a montagem do acampamento deve ser feita com resguardo dovento, isto é, devemos estudar o vento constantemente (especialmente o da noite) e montar oacampamento usando um acidente natural como protetor.Terreno muito plano não é recomendável, pois, se for época de chuva, não haverá escoamentodas águas. Os terrenos pouco abaulados (curvos) devem ser os preferidos.Anexo 3Numa Caminhada:1. Não comer muito antes de ir, nem deixar de estar bem nutrido, bem hidratado e bemdescansado. O ideal é que, na semana anterior se tenha refeições balanceadas, e setome muita água e sucos.2. Se prevenir em relação ao clima nunca é demais. Não se pode adivinhar que vaichover ou não, ou se vai fazer clima frio. Capa de chuva e um agasalho sempre vãobem.3. Ao fazer caminhada noturna, usar roupas de cores vivas, para fácil identificação.4. Não utilizar tênis novo, mas um que já esteja amaciado, adaptado aos pés. Usar meiassoquete macias e bem limpas.5. Manter os pés bem aquecidos, não esquecer de levar meias extras. Pode-se levar umpano limpo e um pouco de álcool para passar nos pés. Os pés são sua locomoção, é desuma importância que estejam bem.6. Ao caminhar, utilizar a contramão, para que, os carros em sentido contrário possamver de longe o grupo. Pode-se andar em duplas em área rural, e em fila indiana emárea urbana. Utilizar passo de estrada ou sem cadência.7. Assim como o povo de Israel já fazia, os menores e/ou mais fracos devem andar nafrente, para darem ritmo á caminhada, e não ficarem para trás.8. Colocar batedores, um na frente e outro atrás, com coletes e sinalizadores, numadistância de 50m.9. Em descidas, firme primeiro o calcanhar, para não deslizar. Cuidado ao se apoiar nocompanheiro.10. Ao passar por áreas urbanas, fazer completo silêncio.11. As paradas podem ser alternadas de acordo com o ritmo do grupo ou com o programa,de preferência que a cada hora se tenha uma parada de 15 min.12. Ao parar, esticar bem as pernas, e levantá-las, para ajudar na circulação do sangue eoxigenação do cérebro.
  17. 17. 13. Na água deve se acrescentar algumas gotas de limão, para repor os sais perdidos nosuor. Rapadura, mel ou semelhantes são recomendados por serem fonte de glicose,indispensável para repor as energias.14. Evite acidentes e incidentes; não passe por cima quando puder passar por baixo nem ocontrário e assim sucessivamente.15. Em área rural, cuidar que não se ande muito encostado á beira do caminho, para evitarencontros indesejados.16. Não tire nada a não ser fotografias, não deixe nada a não ser pegadas, não mate nada anão ser o tempo.17. Deixar as mãos livres, tudo deve ir à mochila.18. Conselheiros devem acompanhar e monitorar suas unidades, acompanhando-as aolado.19. Ao se encontrarem obstáculos, deve-se avisar a pessoa de trás, até que o último saiba.20. Deve-se evitar cantar, gritar ou falar demais, para economizar as energias. O ideal éque se fale somente o indispensável.21. Ao tomar água, que não se tome em excesso, apenas molhe a gargantaQuando Perdido:1- Orar a DEUS em primeiro lugar.1-Manter a calma2-Procura local ou clareira para descansar ou talvez passar a noite, e que servirá de base3-Verificar alimento e água, e raciona-los4-Procurar no local, vegetais e água que podemos consumi-los, ma sem se afastar muito dabase5-Orientar-se – Identificar os pontos cardeais6-Fazer pequenas incursões, em determinas direções, e tomando o cuidado de demarca otrajeto, caminhando no Maximo por 15 minuto, e voltar a base se não obteve sucesso(descobriu algo), reiniciar em outra direção com os mesmo critérios.7-Se a unidade, depois de ter tentado sem sucesso o item “7”, e decidiu caminhar em uma sódireção, poderá faze-lo tomando a devida preocupação de marca o caminho para que umapossível equipe de resgate sos encontrem.8-Deve-se lembrar que onde houver água,plantações,gado, há presença de pessoas por perto.9-Fazer uma fogueira par emitir sinais.Anexo 4
  18. 18. Anexo 5Como descobrir pontos cardeais sem bússula22. JOÃO DE BARRO: a porta de entrada está sempre voltada para Este ou Norte23. OS ANIMAIS: todos os animais necessitam de água, se temos paciência e observamosas pegas (cavalos,vacas,ovelhas) provavelmente encontraremos águas e muitoprovável pessoas.24. OS RIOS25. AS ESTRELAS
  19. 19. 26. A ESTRELA DA MANHÃ: ela é a ultima a se esconder. A bem da verdade não éuma estrela, mas o planeta Vênus. Desaparece pelo Este e logo aparece pelo Oeste.assim que o sol se põe.27. CRUZEIRO DO SUL: uma constelação forma por 5 estrelas, 4 delas formam umacruz com seus braços ligeiramente inclinados.O pé da cruz aponta para pólo SULCELESTE. Podemos descobrir o SUL, multiplicando 4 vezes o tamanho do braçomaior da cruz e logo deixando cair uma perpendicular até o horizonte.28. CONSTELAÇÃO DE ÓRION: por meio desta constelação podemos encontrarfacilmente os dois pólos, norte e sul, pois oferecem a vantagens de ser visível nosdois hemisférios. Òrion é uma das mais lindas constelações e todo o firmamento.Duassão as estrelas mais visíveis: Rigel e Betelguese. RIGEL: é uma verdadeira jóia dofirmamento, se encontra ao sul da constelação.BETELGUESE , parece uma estrelasimples de cor vermelha, mas é um gigantesco sol e está f ao norte da constelação.Ocentro de Órion está constituído pelo cinturão conhecido popularmente com “ASTRES MARIAS”.Se projetarmos uma linha que cruze a estrela do meio do cinturãoem direção Nordeste, poderemos ter o Norte.29. MÉTODO DA SOMBRA: Para encontrar os diferentes pontos cardeais da bússola,pode-se projetar uma sombra, que é um boa idéia. Enterre um pau reto (vara debambu,etc) de tal forma que não projete sombra, isto é, que aponte diretamente ao sol.Aguarde até que o pau projete uma sombra de aproximadamente uns 15 cm ou mais.Asombra forma uma linha Oeste-Leste, estando o Oeste na base do pau, e o Leste nofinal da sombra.Tendo esta direção, pode-se calcular as demais. Este método ébastante eficiente no meio dia, e durante o restante é suficientemente adequado paraseus propósitos.30. ORIENTAR-SE PELO RELÓGIO: Um relógio com ponteiros, é muito útil nomomento que estamos desorientado. Para que você possa-se orientar com um relógiofaça o seguinte: a) Coloque o ponteiro que marca as horas em direção do sol. b) Façauma linha imaginária ou coloque o ponteiro que marca os minutos na marca das doze.c) Faça uma linha imaginária pelo centro do ângulo formado pelos ponteiros e ali teráo Norte31. Lado que a casca da arvore é mais grossa é o leste.32. Os fungos nascem do lado oposto ao que bate o sol. Se medirmos na circunferência daarvore o lado com maior proliferação, encontraremos o sul.ROSA DOS VENTOS E A BÚSSOLA: è muito importante que conheça bem a Rosa dosVento.Assim poderá orientar-se com maior facilidade.Se a conhece bem, ter somente umadireção Serpa suficiente para ter todas as outras direções geográficas. Ao trabalhar com umabússola, se torna indispensável conhecer não tão só as direções geográficas, mas também emque graus estas se encontram. “BUSSOLA” é um instrumento de orientação. Todo Líder deveter a sua, para evitar estar perdido. A Bússola está composta basicamente de uma agulhaimantada flutuando dentro de uma cápsula circular cheia de liquido, que por sua vez giralivremente. A agulha que tem este instrumento aponta sempre par o Norte MagnéticoAnexo 6Especialidade de Primeiros Socorros Básico1. Conhecer as causar do choque e demonstrar o tratamento adequado a este tipo de acidente.Falência hemodinâmicaO sangue flui de forma alterada. O coração, cérebro e órgãos vitais podem ficar sem sangue ea pessoa pode morrer se não for atendida no tempo certo.
  20. 20. Classificação:a)Hipovolêmico:•hemorragia•Queimaduras graves•Diarréia, vômitos (desidratação).b)Cardiogenico:•Infarto•Arritmia cardíacac)Séptico:•Infecções gravesd)Anafilático:•Reação de hipersensibilidade a medicamentos, alimentos.e)Neurogenico:•Lesão da medula espinhal•Dores intensasComo reconhecer o estado de choque:•Pele pálida, úmida e fria.•Pulso fraco e rápido•P. A. Sistólica baixa•Perfusão capilar periférica lenta ou nula•Tontura ou desmaio•Respiração curta e rápida•Sede, tremor e agitação.•Rosto e peito coçando, vermelho, edemaciado (anafilático).Conduta:•Posicione a vitima deitada com as pernas elevadas•Afrouxe suas roupas•Mantenha a vitima aquecida•Ministre o O2•Choque anafilático, transporte a vitima para o hospital.2. Conhecer os métodos de respiração artificial e explicá-los.A respiração boca-a-boca é o método mais prático de se fazer a vítima voltar a respirarnormalmente. A porcentagem de oxigênio não aproveitada ou que ainda não chegou aospulmões do socorrista servirá para revitalizar a respiração da vítima.Retire da boca da vítima qualquer objeto que atrapalhe, deite-a numa superfície reta e libereas vias aéreas levantando a nuca e estendendo a cabeça para trás o máximo possível. Coloquea boca sobre a boca do asfixiado, tape o nariz dele e sopre de modo que o ar não vaze. Façauma insuflação a cada 5 seg.em criança ou bebê 1 ins. A cada 3 seg., verificando o pulso erespiração a cada 10 ventilações, em criança ou bebê a cada 20 ventilações.
  21. 21. 3. Qual o procedimento adequado caso um vitima esteja sufocando?Vitima consciente engasgada•Pergunte se a vitima: “você pode falar?”.•Se não puder, aplique a manobra de Heimlish.•Em gestante e obesos, as compressões no osso Esterno.•Repita os passos até o socorro chegar ou até a retirado9 do corpo estranho.Vitima inconsciente engasgada•Verifique o nível de consciência.•No caso de inconsciência, abra as vias aéreas e verifique a respiração.•Efetue duas insuflações•Se o tórax não elevar, repita operação.•Se o ar não passar, deixe a vitima deitada em uma superfície plana e em cima dela aplique amanobra.•Após a manobra, tente visualizar o corpo estranho para remove-lo.•Se a vitima não respira repita todo o processo até o socorro chegar.4. Saber os procedimentos adequado caso uma vítima esteja com hemorragia.HemorragiaPerda aguda de sangue circulante.Ferida: é o resultado da agressão sofrida pelas partes moles, produzindo uma lesão tecidual.Procedimento:•Nunca toque na ferida•Não aplique medicamento ou qualquer produto no ferimento•Não retire o objeto empalado•Proteger com gases ou pano limpo, fixando com bandagem, sem apertar o ferimento.•Fazer compressão não local suficiente para cessar o sangramento•Se for em membros, elevar o membro ferido.•Caso não haja controle no ferimento, pressione os pontos arteriais.•Torniquete devera ser usado em ultimo caso, com o uso de esfignomanômetro.•Procurar o socorro adequado.Procedimento em caso de hemorragia interna:•Mantenha as vias aéreas liberadas•Mantenha a vitima deitada•Em caso de fratura, use tala inflável.•Transporte na posição de choque•Administre o 02•Não de nada de beber para a vitima•Procure por socorro adequado.5. Conhecer os pontos de pressão e como usa-los corretamente.São as artérias, veias que conduz o sangue arterial do coração distribuindo-o pelo corpo.Deve-se comprimir as artérias para diminuir o fluxo sanguíneo.
  22. 22. 6. Saber o procedimento adequado para tratar uma vitima de envenenamento.Definição:A intoxicação ou envenenamento ocorre quando o individuo entra em contato, ingere ouaspira substancias tóxicas de natureza diversa, que possam causar distúrbios funcionais ousintomático, configurando um quadro clinico seio.A intoxicação pode resultar em doença grave ou morte em poucas horas, se a vitima não forsocorrida em tempo hábil.A gravidade de envenenamento depende da suscetibilidade do individuo, da quantidade, tipoe toxicidade da substancia introduzida no organismo e do tempo de exposição.Via de Penetração:•Pele – Contato direto com plantas ou substancias químicas tóxicas.•Vias digestivas – Ingestão de qualquer tipo de substancia tóxica, química ou natural.•Vias resporatórias – aspiração de vapores ou gases emanados de substancias tóxicas.Itentificação:•/sinais evidentes naboca, pele ou nariz de que a vitima tenha introduzido substancias tóxicaspara o organismo•hálito com odor estranho.•Dor, sensaççao de quimadura nas vias de penetração e sistemas correspondentes.•Estado de coma alternado com períodos de alucinação e delírios•Depressão da função respiratórias.Tratamento:Na intoxicação por contato (pele)•Para substancias liquidas, lavar abundantemente o local afetado com água corrente.Substancias sólidas devem ser retiradas do local sem friccionar a pele, lavando-a, a seguir,com água corrente.Na intoxicação por Ingestão (vias digestivas)•Não provocar vomito se a vitima estiver inconsciente, com convulsões, ou tiver ingeridovenenos cáusticos (ácidos, álcalis e derivados de petróleo).•Quando os ácidos e álcalis são fortes, provocam queimaduras nas vias de penetração. Nestescasos deve-se diluir a substancia dando água para a vitima beber.7. Demonstrar o procedimento apropriado no uso de talas em diversos ossos do corpo.FraturasÉ uma ruptura total ou parcial da estrutura óssea (solução de continuidade no osso).Tipos:•Completa – (quebra de osso)•Incompleta – (quando ocorre fissura)•Aberta – (provoca ferida na pele)•Fechada – (não há perfuração na pele).Conduta:•Verifique o VRC
  23. 23. •Ministre 02•Nas fraturas alinhadas, imobilize com tala rígida ou inflável.•Nos deslocamentos, em fraturas expostas e fraturas em articulações imobiliza na posiçãoencontrada com tala rígida.•Use bandagens para imobilizar fraturas ou luxações na clavícula, escápula e cabeça doúmero.•Após a imobilização, continue checando o pulso e perfusão capilar.•Não tente colocar o osso no lugar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Conduta em fratura Exposta:•Controle a hemorragia•Não tente colocar o osso exposto no interior da ferida•Não limpe ou passe qualquer produto na ponta do osso exposto•Proteja o ferimento com gaze, ou atadura limpa.•Imobiliza com tala rígida•Previna o agravamento de contaminação•Procure socorro adequado8. Saber o procedimento adequado para ajudar vitimas de queimaduras de primeiro, segundoe terceiro graus.Lesão no tecido de revestimento do corpo, causado por agentes térmicos, químicos ouelétricos. Podendo causar destruição total ou parcial da pele e seus anexos, e atingir camadasmais profundas (músculos, tendões e ossos).1º Grau atinge a epidermeDor e vermelhidão no localSem bolhas2º Grau Epiderme mais a dermeDor e vermelhidão mais intensaFormação de bolhas.3º Grau Todas as camadas da pele também gorduras, músculos.Ausência de dorÁrea escurecida ou esbranquiçada.A gravidade de a queimadura estar relacionada com a sua extensão. Grandes queimaduras –acima de 10% do corpo9. Saber o procedimento adequado para auxiliar uma vitima de queimadura químicas.Queimaduras térmicas:•Apagar o fogo com cobertor ou rolando a vitima•Retirar a roupa da vitima de menos a parte queimada ou aderida no corpo•Estabelecer a profundidade e a gravidade da queimadura•Em caso de 1º grau, lavar com água fria•Não passar nada no local, não furar bolhas e cuidado com as infecções.
  24. 24. •Cobrir o local com o plástico estéril ou papel alumínio.•Quando nos olhos, cobrir com gaze embebida em soro.Queimaduras químicas:•Lavar o local por 15 min. sem pressão ou fricção•Evitar o estado de choqueQueimadura elétrica:•Desligue a fonte de energia e afaste a vitima da fonte•Verifique os sinais vitais e inicie a manobras de reanimação se necessário•Trate das queimaduras, na fonte de entrada e saída da corrente elétrica.•Mande para o hospital10. Saber que situações podem levar a um envenenamento por monóxido de carbono, e oresgate e técnicas de tratamentos para estes tipo de envenenamento.Intoxicação por monóxido de carbono (CO)A intoxicação por monóxido de carbono pe um acidente muito comum em casos de incêndiose em locais fechados onde há queima de combustíveis, com, por exemplo garagens deautomóveis e banheiros com aquecedores domésticos. O CO é um gás bastante presente nodia-a-dia da população e suas características principais são não ter odor nem gosto e cor o queo torna extremamente perigoso. A intoxicação se da com a combinação do gás CO com ahemoglobina do sangue, impedindo que esta leve oxigênio para as células e é conhecida comoasfixia química. O tratamento de casos agudos de intoxicação só pode ser feito em hospitais.Simtomas•Dor de cabeça;•Pele e lábios vermelhos (cor de cereja);•Náuseas e vômitos;•Respiração acelerada;•Vertigens e desmaios.Tratamento•Retirar a vitima do ambiente poluído por gases.•Liberar as vias aéreas da vitima.•Ministrar oxigênio, se possível.•Transportar urgente para o hospital.Lembrar que o menor incêndio, por menor que seja, há a liberação de CO no ambiente.Portanto, não entrar e não permitir que pessoas adentrem em áreas poluídas por gases semproteção respiratória, através de mascara autônoma (EPR). Mascaras filtrantes e ingestão deleite são totalmente ineficazes neste caso.11 Saber o procedimento adequado no tratamento de vitimas com ferimentos na cabeça12 Saber o procedimento adequado para auxiliar vitimas com hemorragias ou ferimentosinternos.HemorragiaPerda aguda de sangue circulante.
  25. 25. Ferida: é o resultado da agressão sofrida pelas partes moles, produzindo uma lesão tecidual.Procedimento:•Nunca toque na ferida•Não aplique medicamento ou qualquer produto no ferimento•Não retire o objeto empalado•Proteger com gases ou pano limpo, fixando com bandagem, sem apertar o ferimento.•Fazer compressão não local suficiente para cessar o sangramento•Se for em membros, elevar o membro ferido.•Caso não haja controle no ferimento, pressione os pontos arteriais.•Torniquete devera ser usado em ultimo caso, com o uso de esfignomanômetro.•Procurar o socorro adequado.Procedimento em caso de hemorragia interna:•Mantenha as vias aéreas liberadas•Mantenha a vitima deitada•Em caso de fratura, use tala inflável.•Transporte na posição de choque•Administre o 02•Não de nada de beber para a vitima•Procure por socorro adequado.13 conhecer a diferença entre um ataque cardíaco, derrame, epilepsia e um simples desmaio, eo tratamento apropriado para cada um deles.I.A.M – Infarto Agudo do MeocardoObstrução de uma artéria do músculo cardíaco.Sinais e Sitomas:•Dor súbita prolongada na região do peito•Mal estarConduta:•Repouso•Monitorar os sinais vitais•Afrouxar as vestes•RCP se necessário•Ministre o 02DesmaioPerda da consciênciaConduta:•Afastar a vitima no local agressor•Monitorar os sinais vitais•Cabeça mais baixa que o corpo•Transporte para o hospitalDerrameInterrupção do fluxo sanguíneo a determinada área do SNCSinais e sintomas:•Tontura
  26. 26. •Dor de cabeça•Paralisia unilateral•Às vezes sangramentosConduta:•Monitorar os sinais vitais•Posição de coma para paciente•Procure o recurso medicoConvulsãoAbalos musculares de parte ou de todo corpo, decorrente do mal funcionamento do SNCConduta:•- proteger a vítima•- Proteger a língua com o pedaço de pano•- cabeça colocada de lado. Se em 5 min não passar, transporte para o hospital.a. Saber como prevenir infecçõesLavar o local do ferimento com água e sabão.Proteger o local para evitar contato com objetos contaminados.b. Qual o tratamento adequado para picada de cobra?c. Qual o tratameno adequadoa para mordidas de animais?d. Qual o tratamento adequado para picadas de insetos e aranhas?Animais peçonhentosSão acidentes causados por ofídios, escorpiões, aranhas, vespas, abelhas e alguns seresmarinhos; cujo o veiculo de introdução no corpo humano, se faz através de presas, ferrões,etc.Se você deparar com um acidente provocado por animal peçonhento, lembre-se quemdificilmente ele será fatal, imediatamente ou poucos minutos após o acidente. Geralmente sedá por falta de tratamento sorológico. Portanto mantenha a calma e aja a tempo e aja daseguinte forma:•Procure identificar e capturar o animal agressor, se possível: não gaste muito tempo comisso.•Se não conseguir identificar, trate como se fosse um animal venenoso.Procedimento:•VRC, avaliação e tratamento.•Procure identificar e capturar o agressor•Avalie os sinais vitais•Limpe o local com água e sabão•Ministre o O2•Mantenha o paciente deitado•Transporte rápido.•Previne ou trate o choque•Faça um circulo em volta do local da picada com uma caneta para marca o local dainoculação do veneno
  27. 27. e. Qual a diferença entre desidratação e insolação, e qual o tratamento adequado para cadaum?Insolação e InternaçãoSão acidentes provocados no organismo pela exposição prolongada ao calor.Diferencia-se a insolação da internação, pois a primeira corresponde ao excesso de raiossolares agindo diretamente no individuo, enquanto a segunda traduz ao ação do calor emambientes poucos arejados, depois de um trabalho muscular intenso.Os fatores abaixo concorrem para o surgimento destes acidentes.Umidade do ar. Quando maior a unidade relativa do ar, mais difícil será a evaporação cutâneae, conseqüentemente, o corpo acumulara maior quantidade de calor.Ventilarão sem circulação constante do ar, o resfriamento torna-se difícil, ocasionando essesacidentes em indiv[iduos que trabalham em fundições, padarias ou próximos a caldeiras.Condições físicas: o excesso de trabalho aumenta a produção de calor pelo organismo,enquanto a fadiga muscular acumula substancias tóxicas nos tecidos. Acusação de ambospredispõem ao acidente.Identificaçãof. Dor de cabeçag. Náuseash. Vômitosi. Pele seca e quentej. Tonturask. Inconsciência e coma profundol. Elevação da temperatura corporal.m. Insuficiência respiratóriaTratamento da vitima•Levar a vitima para local arejado e fresco•Deitar a vitima co o tronco ligeiramente elevado•Afrouxar as roupas da vitima•Aplicar compressas de água fria sobre a testa da vitima•Banhar a vitima em água fresca, acompanhando sua temperatura a cada 15 minutos, evitandoresfriamento brusco do corpo.n. O que deveria fazer se suas roupas pegassem fogo?o. Qual são os princípios básicos para a prevenção de incêndios em sua casa?Recomendações•Aprenda a usar os extintores de incêndio.•Conheça os locais onde estão instalados os extintores e outros equipamentos de proteçãocontra fogo.•Nunca obstrua o acesso aos extintores ou hidrantes.•Não retire lacres, etiquetas ou selos colocados no corpo dos extintores.•Não mexa nos extintores de incêndio e hidrantes, a menos que seja necessária a suautilização ou revisão periódica.PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS•Não fume 30 minutos antes do final do trabalho.•Não use cestos de lixo como cinzeiros.•Não jogue pontas de cigarro pela janela, nem as deixe sobre armários, mesas, prateleiras, etc.•Respeite as proibições de fumar e acender fósforos em locais sinalizados.
  28. 28. •Evite o acúmulo de lixo em locais não apropriados.•Coloque os materiais de limpeza em recipientes próprios e identificados.•Mantenha desobstruídas as áreas de escape e não deixe, mesmo que provisoriamente,materiais nas escadas e nos corredores.•Não deixe os equipamentos elétricos ligados após sua utilização. Desconecte-os da tomada.•Não cubra fios elétricos com o tapete.•Ao utilizar materiais inflamáveis, faça-o em quantidade mínimas, armazenando-os semprena posição vertical e na embalagem original.•Não utilize chama ou aparelho de solda perto de materiais inflamáveis.•Não improvise instalações elétricas, nem efetue consertos em tomadas e interruptores semque esteja familiarizado com isso.•Não sobrecarregue as instalações elétricas com a utilização do plugue T (benjamim).•Verifique, antes de sair do trabalho, se os equipamentos elétricos estão desligados.•Observe as normas de segurança ao manipular produtos inflamáveis ou explosivos.•Mantenha os materiais inflamáveis em locais resguardados e à prova de fogo.p. Qual são as princípios básicos de segurança em rios, mares e piscinas?•Ao andar de barco, caiaque ou lancha, use sempre os equipamentos de segurança. Se o barcovirar, você não corre o risco de afogar.•Nunca tire os equipamentos de segurança nem mergulhe em águas desconhecidas..•Obedeça a sinalização nas praias, represas e rios, pois dela também depende a sua vida.•Mantenha distância das pedras e bocas de rios pois o que lhe parece bonito e atrativoconstitui também um perigo de afogamento.•Nunca entre na água após as refeições. Quando estiver na praia ou pescando num rio, comasomente alimentos leves e beba moderadamente. Dessa maneira, não terá congestão nemperderá o equilíbrio.•Não deixe crianças pequenas e que não sabem nadar brincarem sozinhas na praia, na beira derios, lagos ou piscinas.•Não corra na beira de piscinas, evitando quedas.•Não empurre ninguém dentro da piscina. Ela pode cair de mal jeito e bater a cabeça nasbordas da piscina, machucando-se gravemente.•Os salva-vidas trabalham para garantir a sua segurança nas praias e locais de banho; porém,se não contarem com a colaboração de todos, muitas pessoas continuarão a morrer afogadas.•Se você precisar de alguma orientação, procure o salva-vidas. Você poderá localizá-lo pelasbandeiras de identificação.q. Quais as maneiras de salvar uma vitima de afogamento sem nadar?Afogar-se não é risco exclusivo dos que não sabem nadar. Muitas vezes até um bom nadadorse vê em apuros por algum problema imprevisto: uma cãibra, um mau jeito, uma onda maisforte. Outras vezes a causa é mesmo a imprudência de quem se lança na água sem sabernadar. E pode ocorrer, ainda, uma inundação ou enchente, daí surgindo vítimas deafogamento.Existem dois tipos de materiais que servem para auxiliar a retirar da água uma vítima deafogamento:. materiais nos quais a vítima pode agarrar-se para ser resgatada: cordas, pedaçosde pau, remo, etc.;. materiais que permitem que a vítima flutue até chegar o salvamento:barcos, pranchas, bóias, etc.Evidentemente ninguém irá atirar-se à água ao primeiro grito de socorro que ouvir. Vocêdeve proceder de modo exposto a seguir. Providencie uma corda, barco, bóia ou outromaterial que possa chegar até a vítima. Caso não disponha de nada disso, parta para outras
  29. 29. alternativas. Se souber nadar bem, procure prestar socorro adequadamente. Verifique aexistência ou não de correnteza ou de água agitadas. Certifique-se do estado da vítima: se estáimóvel ou debatendo-se. Mesmo os melhores nadadores encontrarão dificuldades em nadarcontra uma correntezas e águas agitadas e qual a melhor maneira de chegar até a vítima. Umavítima de afogamento pode estar desacordada quando o salvamento chegar. Se não estiverinconsciente e desacordada, certamente estará em pânico e terá grande dificuldades deraciocinar. Procure segurá-la por trás, de forma qual a mesma não possa se agarrar a você eimpedi-lo de nadar. Quando você chegar à margem com a vítima, seu trabalho de salvamentoainda não terá terminado. Caso o afogado esteja consciente e só tenha engolido um pouco deágua, basta confortá-lo e tranquilizá-lo. Se estiver sentindo frio, procure aquecê-lo. Emqualquer circunstância, é aconselhável encaminhá-lo a Socorro médico. Se a vítima, noentanto, estiver inconsciente, é muito provável que apresente a pele arroxeada, fria e ausênciade respiração e pulso. Nesses casos, a reanimação tem de ser rápida e eficiente, e podecomeçar a ser feita enquanto você estiver retirando a vítima da água. Vire-a e passe a aplicar-lhe a respiração boca-a-boca. Se necessário, faça também massagem cardíaca. Assim que avítima estiver melhor e consciente, providencie sua remoção para um hospital. É um acidentede asfixia, por imersão prolongada em um meio liquido com inundação e enxarcamentoalveolar.O termo asfixia, indica concomitância de um baixo nível de oxigênio e um excesso de gáscarbônico no organismo. Classificação e sintomas do grau de afogamento:· Grau I ou Benigno: É o chamado afobado. É aquele que entra em pânico dentro dágua, aomenor indicio de se afogar. Esse afogado, muitas das vezes, não chega a aspirar a água,apenas apresenta-se: - Nervoso - Cefaléia (dor de cabeça) - Pulso rápido - Náuseas/vômitos -Pálido - Respiração - Trêmulo1°s Socorros: Muitas das vezes, o afogado é retirado da água, não apresentando queixas.Neste caso, a única providência é registrá-lo e orientá-lo. - Repouso - Aquecimento· Grau II ou Moderado: Neste caso já são notadas sinais de agressão respiratória e por vez,repercussão no Aparelho Cárdio Circulatório, mas consciência mantida, os sintomas são: -Ligeira Cianose - Secreção Nasal e Bucal com pouca espuma - Pulso Rápido - Palidez -Náuseas/vômitos ` - Tremores - Cefaléia1°s Socorros: - Repouso - Aquecimento - Oxigênio e observação.· Grau III ou Grave: Neste caso o afogado apresenta os seguintes sintomas: - Cianose -Ausento de secreção Nasal e Bucal - Dificuldade Respiratória - Alteração Cardíaca - EdemaAgudo do Pulmão - Sofrimento do Sistema Nervoso Central1°s Socorros: - Deitar a vítima em decúbito dorsal (de barriga p/ cima) e em declive -Aquecimento - Hiper - estender o pescoço - Limpar secreção Nasal e Bucal.· Grau IV ou Gravíssimo: A vítima apresenta-se em parada Cárdio - Respiratória, tendocomo sintomas: - Ausência de Respiração - Ausência de Pulso - Midríase Paralítica - Cianose- Palidez1°s Socorros: - Desobstrução das Vias Aéreas Superiores - Apoio Circulatório - ApoioRespiratório -Seqüência dos eventos no afogamentoMin. Situação0 Imersão total e pânico1 Luta contra asfixia2 Espasmo da glote3 Deglutição da água
  30. 30. 4 Vômitos5 Perda da consciência8 Convulsões9 Parada respiratória+ + + Já erar. Quais são os princípios básicos de segurança em questões de eletricidade?Os choques elétricos podem acontecer com freqüência, mesmo porque vivemos cercados pormáquinas, aparelhos e equipamentos elétricos. Em casos de alta voltagem, os choques podemser fortes e causar queimaduras fortes ou até mesmo a morte. Os choques causados porcorrentes elétricas residenciais, apesar de apresentarem riscos menores, devem mereceratenção e cuidado. Em qualquer acidente com corrente elétrica, o tempo gasto para prestarsocorro é fundamental. Qualquer demora poderá ocasionar sérios problemas.Muitas vezes a pessoa que leva um choque elétrico fica presa à corrente elétrica. Não toque navítima sem antes desligar a corrente elétrica. Se o Socorrista tocar na pessoa, a corrente iráatingi-lo também. Por isso, é necessário tomar todo o cuidado. Antes de qualquer coisa, oSocorrista deve desligar a chave geral, ou tirar os fusíveis ou ainda, desligar a tomada. Se poracaso não for possível tomar nenhuma dessas providências, há ainda alternativas: afastar avítima do fio elétrico com um cabo de vassoura ou com uma vara de madeira, bem secos.Antes, porém, verifique se os seus pés estão secos e se você não está pisando em chãomolhado. Para afastar a vítima, use algum material que não conduza corrente elétrica, comopor exemplo, madeira seca, borracha, etc. Em seguida, inicie imediatamente o atendimento àvítima.Deite-a e verifique se ela está respirando, ou se precisa de respiração artificial e/ou massagenscardíacas. Se necessário, aja imediatamente. Observe se a língua não está bloqueando apassagem do ar. Logo após, verifique se a vítima sofreu alguma queimadura. Cuide dasqueimaduras, de acordo com o grau que elas tenham sido atingidas. Tendo prestado osprimeiros socorros você deve providenciar a assistência médica.As correntes de alta tensão passam pelos cabos elétricos que vemos nas ruas e avenidas.Quando ocorre em fios de alta tensão, na rua, só a central elétrica pode desligá-los. Nestescasos, procure um telefone e chame a central elétrica, os bombeiros ou a polícia. Indique olocal exato em que está ocorrendo o acidente. Procedendo desta maneira você poderá evitarnovos acidentes. Enquanto a corrente não for desligada, mantenha-se afastado da vítima, auma distância mínima de 4 metros. Não deixe que ninguém se aproxime ou tente ajudá-la.Somente após a corrente de alta tensão ter sido desligada você deverá socorrer a vítima.s. Como prevenir a intoxicação alimentar?•não comer alimentos desconhecidos•não guardar alimentos em locais impróprios(vasilha de combustível, de cândida, etc.)Anexo 7Planejamento:Sábado:06:00 alvorada07:00 Meditação Matinal07:15 Café da Manha08:30 Escola Sabatina09:30 Culto10:30 Instrução12:00 Almoço
  31. 31. 14:00 Caminhada15:00 Instrução – Atividades junto a natureza16:30 Culto Jovem17:30 Banho19:00 JantarDomingo:06:00 alvorada07:00 Meditação Matinal07:15 Café da Manha08:30 Instrução12:00 Almoço14:00 Instrução15:00 recreação16:30 Descontagem de acampamento17:00 SaidaCafé Almoço JantarPrimeiro Dia Leite AchocolatadoPão IntegralGeléiaMingal de aveiaArrozFeijãoSalada alfaceMaçaSucoSopa de feijão emacarrãoPão integralSegundo Dia Leite AchocolatadoPão IntegralMargarinaBanana comsucrilhosArrozFeijãoSalada de tomate ecebolaStrogonoff de PVTFarofa de PVTLaranjaSucoSopa de legumes comPVTPão IntegralTerceiro Dia Leite AchocolatadoPão IntegralGeléiaBanana com aveiaMacarrão com molhode PVTSalada de seletaMelanciaSucoLanche: CachorroQuenteSucoSalada de FrutasPontos a serem considerados para um bom acampamento:1. Local, deve conhecer a topografia, recursos hídricos, animais peçonhentos,proximidade de recursos médico em casos de acidente e etc.2. Quem será a equipe de apoio? Cozinheiros, guias, instrutores, enfermeiros, etc.3. O que levar? Material de primeiros socorros, cozinha, material de instrução, cordas etudo o mais para aquela atividade.4. O objetivo do acampamento? Um acampamento de unidades não tem os mesmosobjetivos de um acampamento recreativo que não é igual a um de sobrevivência. Porisso é importante conhecer os objetivos da saída quanto as orientações e cuidadospertinentes.5. Que tipo de acomodações terá? Serão usadas barracas? Serão construídos abrigos? Deque tipo? Que tipo de terreno é o solo da região?Anexo 8Mapa Topográfico
  32. 32. Um mapa é uma versão reduzida e simplificada da realidade. O mapa topográfico, é aqueleque, de forma gráfica, nos mostra a topografia do terreno. Estes mapas topográficosapresentam as seguintes características:6. Área de representação7. Mapas adjacentes8. Escala9. Revisões10. Curvas de Nível11. Longitude e Latitude12. Sistema Universal Transverso de Mercator13. Declinação magnéticaAnexo 9Fogo RefletorÉ um fogo que reflete o calor. Ótimo para assar a comida.Usamos o fogo refletor em um acampamento para assarmos pão deespeto e pizza.Anexo 10A MochilaO limite máximo, de peso que você pode levar é de 1/3 (um terço) do seu peso corporal ideal,o que varia com sua altura e seu tipo de estrutura física. Mas 1/3 do peso corporal é o limitemáximo. Existe um limite confortável e seguro. Este depende do quanto você está em forma,de seu vigor físico (o que varia com a idade) e da sua habilidade motora.Existem mochilas de ataque e cargueiras. Os tamanhos das mochilas são dados pelo volumeque elas comportam, em litros. Uma mochila de 25 litros (de ataque) é pequena, só mesmopara um passeiozinho bem curto. Uma mochila de 90 litros (cargueira) já é bem grande,cabendo muita coisa dentro dela.
  33. 33. A CargueiraMochilas cargueiras são as que usamos durante as caminhadas mais longas, geralmente as queincluem ao menos um pernoite.Uma boa mochila não deve, quando completamente cheia, ultrapassar a largura dos seusombros, ou ela irá engastalhar em todos os ramos que encontrar pelo caminho. Isto significauma mochila na forma geral de um saco cilíndrico com uma "tampa" em cima. Como nãodeve ser muito larga, o topo da mochila pode ultrapassar a altura de sua cabeça, o que não éproblemático, basta você sempre se lembrar que ficou mais "alto".Também devido à forma de saco, a boa mochila deve ter uma segunda possibilidade de acessoa suas entranhas (zíper, perto da base).Uma boa mochila deve ter a menor quantidade de zíperes possível.Deve ter fitas, perpendiculares aos zíperes, que retirem o esforço daqueles fechos.Deve ter algumas, poucas, outras fitas para prender equipamento externamente.Finalmente, deve ter umas duas bolsas laterais externas para você por as suas garrafas dágua,biscoitos, sanduíches, ou seja, colocar lá o que for que você mastiga enquanto anda. Tambémé importante que o bolso da tampa (ou capacete ou capuz) superior seja voltado para sua nuca,o que facilita o acesso, enquanto você anda.A Mochila de AtaqueA escolha desta mochila depende do uso que ela vai ter. De qualquer forma, uma boa medidapara uma mochila de ataque é perto dos 35 / 40 litros.Uma mochilinha de 30litros.Uma mochila de 50 litros.Mais pra "média" que"ataque", mas não "cargueira".Uma mochila cargueira c/ aberturainferiorSe você está planejando uma caminhada até um acampamento-base de onde partirão passeiosmenores, isto significa que a mochila de ataque vai ser, inicialmente, levada dentro dacargueira. Portanto, você precisa de uma mochilinha bem flexível, feita em material fino (algosemelhante a náilon).Já se você pretende fazer uma caminhada, sem pernoite, mas, que irá durar por todo o dia,uma mochila de material mais resistente, e menos flexível, será necessária. Pense em algo até55 litros.Seja lá qual for, a mochila deve ter as alças acolchoadas com material não muito macio. Eeste acolchoamento deve ser bem largo, de modo a distribuir bem o peso, diminuindo apressão. Desde de que ela não ultrapasse a largura de seus ombros, quando completamentecheia, ela pode ter bolsos por todos os lados e fitas para transporte externo.Capa para a MochilaEu ainda não conheço uma mochila realmente impermeável... E nem nenhum dos autores dosmuitos artigos que já li! Por isto é que foram criadas as capas para mochilas.
  34. 34. -- Mas a capa não cobre toda a mochila!É verdade. A face da mochila que toca as nossas costas fica descoberta. Ainda assim, mais de75% da superfície da mochila estarão protegidos. O que já ajuda muito! Mochila molhada émochila pesada.EmbalagensToda a roupa extra deve ser embalada em sacos plásticos fechados de modo estanque.O saco de dormir deve estar dentro de um saco plástico fechado do modo mais estanquepossível. Caso chova (ou sua mochila caia dentro dágua) o saco de dormir é o item que NÃOdeve se molhar.O Centro de GravidadeUm centro de gravidade muito alto fará com que você caia de cabeça dentro do riacho,quando se agachar pra beber! Caso você se incline para um lado, a mochila te puxará aindamais para lá. E isto, se estiver escalando ou caminhando uma encosta pedregosa, podesignificar uma queda! Uma mochila lateralmente desbalanceada tira seu equilíbrio ao andar,sacrifica mais um ombro, um dos pés e os músculos de uma das pernas. O objetivo é fazercom que o centro de gravidade da mochila fique tão junto ao seu corpo e tão baixo quantopossível. Quanto mais junto do seu corpo, menos a mochila te puxará para trás. Quanto maisbaixo, menos instabilidade (desequilíbrio) a mochila provocará quando você se inclinar. Mas,respeitando estas condições tanto quanto possível, também devemos lembrar que certos itensexigem fácil acesso por serem de uso urgente como em casos de acidentes, chuva, friosúbito... e diarréias! Outros itens são de uso frequente: água, mapa, bússola, chapéu, óculosescuros, filtro solar...Carregando a MochilaAntes de mais nada, junte tudo. Mochila, equipamentos, roupas, comida... TUDO! e confiracom uma lista de checagem.O MaterialAqui está uma listagem básica, mas lembre-se, cada atividade necessita de um materialespecífico, procure saber qual o tipo de atividade para melhor montar sua mochila.Mochila p/ bivaque ( 12 h)- Mochila confortável e pequena- 1 calça de abrigo- 1 camiseta- Máquina fotográfica comfilme- Calçado reserva, confortável- 1 cantil ( 1 litro )- 1 escova de dente- 1 pasta de dente- 1 escova ou pente para cabelos- 1 toalha pequena- Papel higiênico- 1 chapéu- 1 par de meias- 1 agasalho- 1 impermeável ou capa dechuvaMochila p/ jornada (2 dias)- Mochila confortável média- 2 camisetas- 1 calça comprida- 1 calção- 2 roupas íntimas- 3 pares de meias- 1 agasalho- 1 impermeável ou capa dechuva- 1 cobertor grosso ou saco dedormir- 1 tênis confortável reserva- 1 pasta de dente- 1 escova de dente- 1 sabonete- 1 toalha- 1 desodorante- Papel higiênico- 1 escova ou pente para cabelo- 1 lanterna pequena e pilhasMochila p/ acampamento (2ou 3 dias)- Mochila grande- 3 camisetas- 2 calça comprida- 2 calção- 2 roupas íntimas- 3 pares de meias- 2 agasalhos- 1 impermeável ou capa dechuva- 1 cobertor grosso ou saco dedormir- 1 tênis confortável reserva- 1 pasta de dente- 1 escova de dente- 1 sabonete- 1 toalha- 1 desodorante- Papel higiênico- 1 escova ou pente para cabelo
  35. 35. reserva- 1 canivete ou faca- 1 cantil ( 1 litro)- 1 prato, talheres 1 caneca- 1máquina fotográfica comfilme- 1 lanterna pequena e pilhasreserva- 1 canivete ou faca- 1 cantil ( 1 litro)- 1 prato, talheres, 1 caneca- 1 máquina fotográfica comfilmeEstá tudo aí? Separe os itens de uso urgente agrupando-os. Separe, noutro grupo, os itens deuso frequente. Com a "ferragem" da barraca, isolante térmico, e a lona de forro, forme umterceiro grupo, pois estes são os únicos itens que eu acho que podem ir amarrados ao exteriorda mochila, se necessário.Dos itens restantes, veja quais os mais pesados. Separada a barraca de sua armação, ficamuito mais fácil socá-la lá no fundão. Coloque uma panela dentro da outra (se possível) ouencha-as com itens menores (comida ensacada é uma boa).Vamos imaginar a mochila dividida em 4 zonas volumétricas. A zona A é o bolso do capuz.As zonas B, C e D formam o compartimento principal da mochila. O zíper inferior de acessomarca a divisa da zona D. Os bolsos laterais não estão incluídos, porém se houver um bolsotraseiro, este será considerado zona C.Coloque na mochila as coisas mais pesadas primeiro. Assim, encha aszonas D e B primeiro, depois a C, a zona A e, finalmente, os bolsoslaterais e amarre os itens externos.A zona D é formada pelo terço inferior do compartimento principal. Aquificam as coisas mais pesadas.A barraca vai para a zona D. Se ali ainda couber mais coisas, os enlatadosserão os próximos candidatos.Na zona B ficam as coisas mais pesadas que não couberam na zona D.A "ferragem" da barraca vai para a zona B, podendo intrometer-se nazona D. O mesmo vale para o isolante térmico, caso caiba. As panelas também podem ir paraa zona B. Quanto mais em baixo, melhor.O saco de dormir vai para o alto das zona B/C. No topo do compartimento principal ficarão acaixa de PS e seu abrigo contra chuva (anorak ou poncho).N zona C ficam coisas relativamente leves: comida ensacada, roupas, etc.As meias e cuecas devem ser espremidas nos espaços vagos, que certamente sobrarão àsdezenas!Zona A: este é o compartimento mais fácil de ser alcançado sem parar de andar. Aqui devemficar os itens mais leves: lanterna, mapa, 1 mosquetão com sua fita solteira, faca decaça/canivete, etc.Bolsos laterais: garrafas dágua, biscoitos e por aí afora...Para completar, amarre os itens externos.Muito bem! Aposto que, depois de tudo feito e com a mochila às costas, você se olhou noespelho e se achou lindo! Pois é.... agora vá à farmácia mais próxima e suba na balança.Aproveite, e no caminho, balance o corpo, deixe cair uma moeda e agache para pegá-la, vejase a mochila está te puxando para algum lado, para frente ou (demasiadamente) para trás.Se a balança acusar que seu peso (com a mochila) aumentou mais de 30%, significa que temcoisa demais aí dentro. Ou se você sentiu a mochila te puxando ou atrapalhando seusmovimentos, significa que ela não está adequadamente balanceada.Nesses casos, volte pra casa e comece tudo de novo...
  36. 36. Anexo 11Especialidade de Resgate Básico1. Qual é a definição de um resgate de emergência?É o resgate que não pode esperar. A vida da pessoa está em perigo, quer seja por situações jáocorridas ou por eventos que podem ocorrer. Não somente a vida pode estar em risco como apessoa pode ficar com seqüelas permanentes ou no caso do intuito do pronto atendimento sero de aliviar a dor da vítima.2. Demonstrar como resgatar, com segurança, uma pessoa nas seguintes situações:a.em contato com cabo elétrico – usar um cabo de vassoura ou outro material isolante, comoplástico ou borracha para afastá-la do fio elétrico, sem tocar nela com o corpo desprotegido.b.em ambiente cheio de fumaça ou gás – andar mais próximo ao chão possível, pois afumaça tende a subir. Abrir todas as portas e janelas que possível. Se houver fogo no local,molhe a roupa (mas fique longe do fogo, você não está 100% protegido).c.com as roupas em chamas – devemos abafar com um cobertor ou pano, de preferênciamolhado. Não deixe a pessoa correr. Rolar no chão pode espalhar o fogo.d.afogando-se, sem qualquer equipamento de resgate – Atire um objeto que flutue para apessoa se segurar.e.um acidente no gelo3. Demonstrar três maneiras de atrair e comunicar-se com o resgate aéreo.Obs. Os sinais deverão ter de 3 a 4 metros de comprimento por 30 cm de largura, no mínimo.Abaixo, os sinais internacionais para tal comunicação:
  37. 37. 4. Conhecer seis atitudes indicadas em caso de necessidade de resgate imediato.Abaixo, algumas situações onde o resgate emergencial é necessário:1 – Desidratação em ambiente sem água2 – Ferimentos graves na cabeça3 – Grande perda de sangue4 – Falta de ar por qualquer problema5 – Hipotermia6 – Vida em risco (incêndio, afogamento...)5. Conhecer seis procedimentos a seguir antes de remover uma vítima de situação queapresenta risco de vida.Antes de se iniciar uma remoção, o socorrista deve tomar alguns super necessárias para osalvamento:1 – A vida do resgator não pode estar em perigo (melhor uma vítima do que duas)2 – Usar o método mais aconselhável para transportar a vítima
  38. 38. 3 – Tentar afastar o perigo ao máximo sem tirar a vítima do lugar (como apagar o fogo)4 – Avaliar se é melhor enviar um profissional de resgate5 – Observar se a vítima não estará em maior perigo se transportá-la (ferimentos na coluna)6 – Conhecer a direção a seguir e todos concordarem em executar tudo6. Conhecer cinco princípios envolvidos na remoção de uma vítima de situação queapresenta risco de vida.7. Conhecer as maneiras apropriadas de ajudar uma vítima, em perigo, nas seguintessituações:t. puxar a vítimaVerificar se a vitima esta corretamente imobilizadab. içar/levantar a vítimaTanto desmaiada quando acordada, deve-se tomar algumas precauções:Cuidado com o corpo da mesma;Amarre a vitima na maca para ela não cair;Preferencialmente, amarre uma corda de apoio na maca que ficara com um segundoresgatador na parte baixa para controlar a maca, evitando que a mesma se choque contra aparede ou fique girando no ar;c. ajudar a vítima a caminharApóie o braço da vitima sobre o seu ombro, segurando com a mão oposta a que a vitima seencontra, com a outra mão, segurar a cintura da vitima.Ande no ritmo da vitima8. Conhecer a forma adequada de ajudar uma vítima, com ajuda de outros, nas seguintessituações:ANTES DA REMOÇÃO:TENTE controlar a hemorragia.INICIE a respiração de socorro.EXECUTE a massagem cardíaca externa.IMOBILIZE as fraturas.EVITE o estado de choque, se NECESSÁRIO.a. Carregar uma pessoa sentada
  39. 39. b. Carregar uma pessoa deitadac. Carregar com duas mãos, ou quatro mãosd. Carregar com cobertore. Carregar, em três, vítimas em rede, nas posições supino e de bruçosf. Carregar em três ou quatro pessoas
  40. 40. g. Carregar em seis pessoasComo levantar a vítima do chão SEM AUXÍLIO DE OUTRA PESSOA:
  41. 41. 9. Saber como usar adequadamente uma maca e carregar uma vítima numa maca. Saber comofazer uma maca liteira improvisada.10. Saber como usar corretamente cordas e nós, como a seguir:u. Nós para juntar cordasEscota e pescadorNó de PescadorUtilizado para unir linhas de pesca, cordascorrediças, delgadas, rígidas, cabosmetálicos e até cabos de couro.Nó de Escota
  42. 42. Utiliza-se para unir duas cordas de diferenteespessura.v. Nó para diminuir cordaCatau, corrente simples.CatauUtiliza-se para reduzir o comprimento deuma corda sem cortá-la. Serve também paraisolar alguma parte danificada da corda, semdeixá-la sob tensão.w. Nó para usar ao redor de alguém num resgateLais de GuiaLais de GuiaUtilizado para fazer uma alça fixa (ebastante segura) tendo em mãos apenas umaponta da corda.d. Enrolar e jogar - corretamente - uma corda leve e uma pesada, de 15 metrositem praticoObs, deve-se enrolar a corda e arremessa-la, girando, no sentido contrario ao qual foienrolada, isto evitará que ela embarace no meio do arremesso11. Que passos devem ser dados antes de comunicar que alguém está desaparecido? Queinformações serão necessárias ao informar à polícia o desaparecimento de alguém? Comodevem ser conduzidas as buscas por alguém perdido numa área selvagem?1)Procurar em residências de amigos e vizinhos,perguntar a vizinhos se alguém viu algo ou se sabe onde a pessoa foi;procurar nos lugares que a pessoa tem costume de andarProcurar em pronto-socorros, delegacias, IML2)Dados pessoais do desaparecido,Altura, cor da pele, cor do cabelo, tipo de cabelo e cumprimentoVestimentas que estava usando quando foi vista pela ultima vez antes do desaparecimento3)há vários métodos de busca para ser usado no mato,1º Processo - Quadrado-Crescente (QC)Chegado ao ponto A (ponto inicial), escolhe-se um azimute segundo o qual l00 metros(medidos a passos), por exemplo, serão percorridos, chegando-se a B. Deste ponto B outros100 metros serão percorridos segundo um azimute tal que o ângulo B seja igual a 90º (reto),chegando-se a C. Deste novo ponto C mais 200 metros serão vencidos segundo um outroazimute tal que o ângulo C seja reto, chegando-se a D. De D, mais 200 metros, ângulo D,reto, chegando-se a E. De E, agora, 300 metros, ângulo E, reto, e chegando-se a F. De F,
  43. 43. outros 300 metros até G, sendo o ângulo F reto. E assim se prosseguirá, aumentando asdistâncias de 100 em 100 metros, duas vezes seguidas, de modo que se irá envolvendo oponto inicial A por meio de uma figura que, convencionalmente, se denominará quadradocrescente. Serão grandes as probabilidades de se localizar o objetivo; as distâncias da marchaenvolvente serão escolhidas naturalmente, após um estudo de situação. Os ângulos formadospor duas direções sucessivas de marcha é que deverão ser sempre retos. Este processosimples de guardar e fácil de executar, deverá ser aquele que todo sobrevivente, ou grupo,deverá adotar porque, fatalmente, pelo menos um igarapé deverá ser encontrado.2º Processo - Retangular (R)Chegado ao ponto A (ponto inicial), escolhe-se um azimute segundo o qual serão percorridos,por exemplo, 200 metros (medidos a passo), e chega-se a B; em seguida, progredir apenas100 metros segundo um azimute tal que o ângulo B seja igual a 90º (reto), e chega-se a C.Deste novo ponto C, mais 200 metros segundo o contra-azimute daquele com que se marchoude A para B, e chega-se a D. De D, mais 100 metros, segundo o mesmo azimute que semarchou de B para C (azimute paralelo), e chega-se a E. De E, mais 200 metros, segundo omesmo azimute com que se marchou de A para B (azimute paralelo), e chega-se a F. E assimse prosseguirá até encontrar o objetivo, ficando-se sempre em condições de retornar, senecessário, ao ponto inicial A, pois poderá ser preciso tentar uma outra direção inicial, quenão a de A para B, segundo um outro azimute e uma outra distância a percorrer. Esteprocesso terá grande aplicação se for iniciado a partir de uma linha base (A-D-E-H-I-M)coincidente com um curso de água, uma estrada, uma picada, mesmo que não sejam retos, oque será normal na selva.3º Processo - "Off-Set" (O)Este processo é muito usado pelos pilotos de aeronaves e terá aplicação, também, nanavegação terrestre na selva; apenas é um pouco particular, pois não se empregará emqualquer situação. Assim sendo, o quadro inicial para sua execução será o seguinte:- a equipe de busca encontra-se no ponto A e deseja deslocar-se para P, conhecendo oazimute da direção AP, bem como a distância D entre eles; o ponto P, sabe-se, estálocalizado à margem de um curso de água ou estrada;- se a equipe marchar diretamente de A para P segundo o azimute conhecido, poderáacontecer que se desvie, o que será comum, e vá chegar ao curso de água ou estrada, à
  44. 44. direita ou à esquerda do ponto P; tal fato obrigará a uma busca, sem se saber por ondecomeçá-la, se pela direita, se pela esquerda; o conhecimento da distância D também énecessário, porquanto durante o deslocamento poderão ser encontrados cursos de água ouestradas que não sejam os que passam por P, isto é, estarão aquém do ponto buscado;então, tendo-se noção da distância, a dúvida não ocorrerá;- para evitar esses inconvenientes, a equipe aplicará o processo do seguinte modo: partiráde A, não com o azimute conhecido, mas com ele acrescido ou diminuído de 2, 3, 5, 6graus (um estudo de situação aconselhará qual o número a adotar); conforme tenhasido adotado o acréscimo ou a diminuição, atingir-se-á a margem do curso de água ouestrada à direita ou esquerda do ponto P, em B ou C; restará, então, deslocar-se para P,acompanhando aquele acidente do terreno.4º Processo - Leque (L)Este processo poderá ser empregado quando se presumir que o objetivo que se busca estápróximo de um ponto já atingido pelo grupo. Assim, tendo chegado em A e verificado que,segundo o azimute seguido e a distância percorrida, aí deveria localizar-se o objetivo, masque tal não aconteceu, aplica-se este processo para localizá-lo. O procedimento será oseguinte:- parte-se de A segundo um azimute escolhido e percorre-se uma distância determinadaAB; sai-se de B, fazendo um pequeno percurso curvilíneo (conforme a figura),procurando retornar à direção original de marcha, em C, e daí até o ponto inicial A;- realizando as mesmas operações anteriores, faz-se o percurso A-D-E-A e outros mais; énecessário, porém, lembrar que essas distâncias a percorrer deverão ser pequenas, poisserão feitas mais por intuição, particularmente na marcha em curva e na retomada dapicada original, para se retornar ao ponto inicial; será interessante, e recomendávelmesmo, que no mínimo 2 homens sejam deixados no ponto inicial para, por meio da voz,de apito ou de outro processo qualquer, fazerem ligação com aqueles que realizam ospercursos de busca do objetivo, orientando-os ao mesmo tempo.Anexo 12Especialidade de Vida Silvestre(Necessário o acompanhamento de instrutor)
  45. 45. 1. Participar de pelo menos dois acampamentos durante os quais possa praticar as habilidadesnecessárias para esta especialidade.Datas: 30/Jun a 02/Jul/062. Mencionar cinco coisas que devem ser feitas quando se está perdido numa floresta.Conhecer três métodos de escolher a direção sem uma bússola.Há uma sigla chamada PASOCOLA, que significa: Parar, Acalmar-se, Sentar, Orar, Comer,Orientar-se, Lembrar e Andar.1-JOÃO DE BARRO: a porta de entrada está sempre voltada para Este ou Norte2- OS ANIMAIS: todos os animais necessitam de água, se temos paciência e observamos aspegas (cavalos,vacas,ovelhas) provavelmente encontraremos águas e muito provável pessoas.3-OS RIOS4-AS ESTRELAS5-A ESTRELA DA MANHÃ: ela é a ultima a se esconder. A bem da verdade não é umaestrela, mas o planeta Vênus. Desaparece pelo Este e logo aparece pelo Oeste. assim que o solse põe.6-CRUZEIRO DO SUL: uma constelação forma por 5 estrelas, 4 delas formam uma cruzcom seus braços ligeiramente inclinados.O pé da cruz aponta para pólo SUL CELESTE.Podemos descobrir o SUL, multiplicando 4 vezes o tamanho do braço maior da cruz e logodeixando cair uma perpendicular até o horizonte.7-CONSTELAÇÃO DE ÓRION: por meio desta constelação podemos encontrar facilmenteos dois pólos, norte e sul, pois oferecem a vantagens de ser visível nos dois hemisférios.Òrion é uma das mais lindas constelações e todo o firmamento.Duas são as estrelas maisvisíveis: Rigel e Betelguese. RIGEL: é uma verdadeira jóia do firmamento, se encontra ao sulda constelação.BETELGUESE , parece uma estrela simples de cor vermelha, mas é umgigantesco sol e está f ao norte da constelação.O centro de Órion está constituído pelocinturão conhecido popularmente com “AS TRES MARIAS”.Se projetarmos uma linha quecruze a estrela do meio do cinturão em direção Nordeste, poderemos ter o Norte.8-MÉTODO DA SOMBRA: Para encontrar os diferentes pontos cardeais da bússola, pode-seprojetar uma sombra, que é um boa idéia. Enterre um pau reto (vara de bambu,etc) de talforma que não projete sombra, isto é, que aponte diretamente ao sol. Aguarde até que o pauprojete uma sombra de aproximadamente uns 15 cm ou mais.A sombra forma uma linhaOeste-Leste, estando o Oeste na base do pau, e o Leste no final da sombra.Tendo esta direção,pode-se calcular as demais. Este método é bastante eficiente no meio dia, e durante o restanteé suficientemente adequado para seus propósitos.9-ORIENTAR-SE PELO RELÓGIO: Um relógio com ponteiros, é muito útil no momentoque estamos desorientado. Para que você possa-se orientar com um relógio faça o seguinte:a) Coloque o ponteiro que marca as horas em direção do sol. b) Faça uma linha imaginária oucoloque o ponteiro que marca os minutos na marca das doze. c) Faça uma linha imagináriapelo centro do ângulo formado pelos ponteiros e ali terá o Norte10- Lado que a casca da arvore é mais grossa é o leste.11-Os fungos nascem do lado oposto ao que bate o sol. Se medirmos na circunferência daarvore o lado com maior proliferação, encontraremos o sul.3. Demonstrar três maneiras de purificar água para beber.Apresentamos abaixo, três métodos de desinfecção de água, cada umcom seus prós e contras. Escolha o método que melhor se adapte ao seuequipamento e preferência, mas, por segurança, leve sempre um outro dereserva.Fervura
  46. 46. Ferver a água mata todos os microrganismos patogênicos. Independenteda altitude, quando a água ferve, ela já pode ser bebida, uma vez que atemperatura necessária para matar estes microrganismos, inclusive osvírus, é atingida bem antes do ponto de ebulição. Fervendo a água,eliminamos todas as chances de contaminação. Porém, necessitamos deum fogareiro, combustível extra e uma panela. Para uma caminhada comacampamento, onde geralmente já levamos o fogareiro e a panela, estemétodo pode ser facilmente utilizado. Mas para caminhadas curtas, já nãoé tão conveniente.Após ferver a água, transfira-a de uma garrafa para outra algumas vezes,para que ela seja aerada, o que vai conferir um gosto mais agradável àmesma. Uma boa idéia também, é misturar algum suco em pó.Tratamento QuímicoPastilhas de cloro ou iodo matam todas as bactérias, parasitas e vírusencontrados nas águas superficiais. Isto faz destas duas substâncias umaótima opção quando se quer levar pouco peso. Porém, a eficácia naesterilização da água através do cloro e do iodo, depende da temperaturae do tempo. Quanto mais fria e turva for a água, mais pastilhas devemoscolocar, e mais tempo devemos esperar para beber.Deixe que a água sedimente para colocar na garrafa. Assim, a quantidadede substâncias que irão interferir com o cloro ou iodo será menor. Paramascarar o das substâncias utilizadas, podemos acrescentar suco em pó.Para saber quantas pastilhas colocar e quanto tempo esperar para beber,leia as instruções de uso na embalagem das pastilhas.Filtros PurificadoresOs filtros são convenientes para viagens em clima quente, e irão removera maioria das bactérias e parasitas que podem causar doenças nohomem. Porém, em climas frios, eles podem congelar, além denecessitarem de manutenção periódica e freqüente substituição doelemento filtrante. Também não são tão eficazes para matar vírus.Entretanto, a maioria destes equipamentos, não apenas filtra a água, mastambém a trata quimicamente, usando geralmente iodo. Portanto, é umsistema bastante seguro de purificação de água.4. Conhecer três formas de encontrar água na floresta e demonstrar dois desses métodos.Indicadores de existência de fontes de águaEnxames de insetos: tenha especial atenção às abelhas e aos carreirosde formigas.Aves: bandos de aves podem indicar a presença de água, mas é precisoter em conta as aves marinhas que conseguem percorrer longasdistâncias sem beber água o que faz delas um indicador não muitopreciso.Animais: os animais ruminantes necessitam de água ao anoitecer e aoamanhecer. Os animais carnivoros obtêm os líquidos a partir da ingestãodas suas presas, como tal são mais faliveis a indicar a presença de água,mas há que ter em conta que os melhores locais de caça estão situadosperto de água (charcos, lagos,etc).Abundância de vegetação variada: indica água superficial.
  47. 47. Solo dos vales: as vertentes inclinadas dos vales podem armazenarlençois de água.Rastos de animais: podem guiar até zonas de água.Métodos de obtenção de águaAlambique SolarEste é um método eficaz de produzir água. Escave um buraco com 1m delargura e com 60 cm de profundidade. Coloque um recipiente no meio doburaco. Tape o buraco com um plástico e prenda-o com pedras, areia outerra nos bordos. Sensivelmente a meio do plástico ponha uma pedra.Opcional mas muito útil é tentar arranjar um tubo ou mangueira, paracolocar dentro do recipiente e de modo a que a outra ponta saia perto dasbordas do plástico. Deste modo o acesso à água é mais fácil e permiteque o seu alambique funcione durante todo o ciclo solar.O sol aumenta a temperatura no ar e no solo do buraco, produzindovapor, que ao condensar no plástico escorre para o recipiente.A destilação solar, permite destilar água pura, contaminada ou salgada.Para a água do mar ou contaminada é necessário abrir uma vala comcerca de 30 cm a partir do alambique. É nesta vala que iremos vazar aágua que ao entrar no solo, ficará filtrada antes de entrar no alambique eser destilada.Saco de TranspiraçãoTrata-se de um processo muito simples para obter água. Coloque um sacode plástico sobre um ramo de uma árvore ou arbusto. Feche a abertura dosaco sobre o próprio ramo, e ate um peso ao fundo do saco de modo adeixar o ramo inclinado , fazendo com que a água se concentre no fundo.É conveniente mudar de ramo todos os dias e recolher a água no fim decada utilização.
  48. 48. Água da ChuvaA água da chuva pode ser obtida através de vários processos quepartilham de um conceito comum, reunir a água que cai dispersamentenum recipiente. Deste modo podemos utilizar latas, garrafas (às quaiscortamos a parte de cima), sacos de plástico, etc.Este método é simples e bastante rápido de montar, e bastante similar aoalambique. Cava-se um buraco com 15 cm de profundidade no solo.Coloca-se um plástico por cima do buraco e prendem-se os bordas destecom pedras, terra ou areia. E é só esperar que a chuva encha o nossopequeno «poço».Fonte: www.arlivre.com5. Demonstrar dois métodos de avaliar a altura de uma árvore, e a largura de umriacho.Pela Sombra pode-se medir a sombra da arvore e medir a sombra de um objeto do qual seconheça a altura, uma pessoa por exemplo. Tendo-se estas medidas, usa-se então a regra de 3.Exemplo:Sombra = 10mt homem = 1,75mt sombra do homem = 1,10mt alturada arvore = ?????Homem = altura da arvore 1,75 = arvore__________ ___________  ____ = _____  17,5/1,10=arvore= 15,90mtsombra do homem = sombra da arvore 1,10 10Neste exemplo, a altura da arvore será de 15,90 metrosUsando uma Vara
  49. 49. São necessárias duas pessoas, uma vara e uma régua ou uma pequena fita métrica.1) Caminhar em linha reta, desde a base da árvore uma distância de 9 metros.2) Espetar a vara no chão nesse ponto;3) Deslocar-se mais 1 metro no mesmo sentido e colocar a cara junto ao chão.4) Olhar daí para o topo da árvore e, com ajuda da outra pessoa, marcar na vara o ponto emque a linha de observação a atravessa.5) A altura da vara em centímetros, corresponderá, aproximadamente, à da árvore emdecímetros. Como exemplo, se altura na vara for de 100 cm, a árvore terá 10 m de altura.Avaliar a largura de um rio (ver esquema)1) Fixar um ponto de referência (pedra, poste, árvore,...) na outra margem no ponto (i).2) Percorrer uma trajetória perpendicular a esta linha imaginária traçada, paralela ao rio se otroço for retilíneo, marcado o ponto de início (ii).3) Medir a distância percorrida e marcar com um vara ou pedra o ponto (iii) correspondente a2/3 dessa distância (se forem 100 m, será o ponto a 66 m).4) Marcar igualmente o ponto (iv) de chegada desse percurso e, a partir daí, caminhar paraterra perpendicularmente à margem do rio, contando o número de passos, até os pontos (i) e(iii) serem coincidentes na nossa linha de visão.5) Os passos que tivermos dado corresponderão a, aproximadamente, metade da largura do rioou, mais corretamente, entre os pontos (ii) e (i).
  50. 50. Outra forma de se calcular a medita de um rio, é usando trigonometria. Observe a figuraabaixo:Usando como referência uma pedra (ou outro objeto) do outro lado do rio e colocando quatroestacas na margem onde se encontra, conforme a figura.Digamos que foi medido as seguintes distâncias entre os pontos:ab = 20 m, bc = 40 m e ad = 24 m.AB = 20 m, BC = 40 m e AD = 24 m.Aqui, podemos afirmar que a distancia entre ab = df = 20 e fc = cb-ad = 16.Sendo o triangulo aec proporcional ao triangulo cdf, usaremos a regra da proporção:ae ad ae 24____ = ___ ___ = ___ 20 x 24 = ae x 16  480 = ae x 16  ae = 480/16  ae = 30df fc 20 16e) 48 m.6. Identificar as pegadas de quatro animais ou pássaros silvestres.Item pratico
  51. 51. 7. Usando uma bússola, seguir um curso de mais de 100 metros começando em três lugaresdiferentes, e com menos de 5% de erro.Item pratico8. Identificar, preparar e comer dez variedades de plantas silvestres.Manual de Sobrevivência – Alimentos silvestres1. O ALIMENTO SILVESTREVocê deve aprender a superar a sua aversão a certos e determinados alimentos. Alimentos deaspecto pouco convidativo a seu paladar constituem, com freqüência, parte inseparável dadieta normal dos homens da roça. Os alimentos silvestres são bons alimentos, contendo altoteor de vitaminas e elevada proporção de minerais. As plantas de folhas polpudas são boaspara salada, e as frutas maduras aliviam a sede e ajudam a economizar a ração d’água além deconstituírem bom alimento. Não tenha receio de comer frutas até ficar satisfeito.2. O ALIMENTO VEGETALExistem, no mínimo, umas 300.000 espécies diferentes de plantas silvestres no mundo.Grande número dessas espécies pode ser ingerido, embora algumas sejam mais agradáveis aopaladar do que outras. Sob condições de sobrevivência, é possível que o alimento derivado deplantas silvestres venha a alterar completamente o regime alimentar a que você estáacostumado. No que se refere às plantas, convém muito que você saiba distinguir entre asplantas silvestres comestíveis e as venenosas e que possua algumas noções práticas sobre asregiões onde crescem e se desenvolvem e de como utilizá-las. Muito poucos são as plantassilvestres que produzem efeito mortal quando ingeridas em quantidade diminuta. Umadescrição completa de todas as plantas silvestres que podem fornecer alimento não pode serenquadrada nos modestos limites deste trabalho; por isso, as informações que aqui sãoprestadas limitam-se a uma discussão geral das classes das plantas alimentícias.acompanhadas de ilustrações de vários tipos representativos.O melhor meio de familiarizar-se com o aspecto das plantas comestíveis é o de fazer com quealguém que conhece bem as ditas plantas, lhes indique. Cada vez que lhe mostrarem umadessas plantas, registre a mesma na mente assim como o local (o habitat) onde ela floresce.Deste modo, em breve descobrirá que é bom conhecedor de muitas espécies de plantasreconhecendo-as logo à primeira vista. Você terá de “dar tratos à bola” quando tiver deenfrentar problemas de sobrevivência especialmente quando tiver de atravessar áreas muitodiferentes umas das outras. Aprenda a reconhecer rapidamente as plantas típicas do interior. Oconhecimento de vários tipos de palmeiras, de favas e de gramíneas adquirido quando de umaou outra viagem, nesta ou naquela região do país, poder-lhe-á ser de enorme utilidade quando,por casualidade, você se vir forçado a lutar pela sobrevivência em regiões semelhantes às queatravessou nas antigas viagens. Não se esqueça que os seus maiores inimigos serão asbactérias (ou micróbios, quando tiver de enfrentar as condições de sobrevivência). Essasbactérias causam estragos e podem contaminar o alimento e a água quando as condiçõessanitárias do acampamento (ou da equipe) deixarem a desejar, devido à falta de recursos,como quase é o caso.2.1 CONSELHOS SOBRE A INGESTÃO DE ALIMENTOSNão coma um alimento estranho sem primeiro prová-lo. Cozinhe, primeiramente, umaamostra. Em seguida, ponha um pouco da amostra na boca, mastigue-a e conserve a porção naboca, durante uns 5 minutos, Se, passados esses 5 minutos, o paladar não estranhar o gosto daporção, poderá comer sem susto, do alimento em questão. Mas se o gosto da porção tomar-sede qualquer forma, desagradável; se o paladar estranhar, então não coma do alimento em
  52. 52. questão. Lembre-se de que as azeitonas têm o gosto amargoso e de que o limão éácido, de modo que o gosto menos agradável não significa tratar-se, necessariamente, de umveneno. Mas um gosto que “queima”, abrasador, um gosto amargo e que causa náuseas,enjôo, tal gosto é um aviso de perigo.Uma pequena quantidade de uma substância que a pretende ingerir como alimento não épassível de causar um mal fatal e talvez nem mesmo o indivíduo chegue a correr perigo, aopasso que uma quantidade maior, da substância em questão, poderá causar-lhe a morte.De um modo geral, não há perigo em ingerir substâncias que são procuradas como alimentepelos pássaros e pelos mamíferos; existem, entretanto, algumas exceções, também osalimentos procurados pelos roedores (ratas, camundongos, coelhos: cutias, caxinguelês,pacas, etc.) ou pelos macacos. e por vários outros animais onívoros (que comem. Tudo) nãoconstituirão perigo para o homem.CUIDADO! Quando em dúvida sobre se uma planta é comestível ou não, cozinhe a mesma.Com exceção dos cogumelos, o veneno dos vegetais é tornado inócuo pelo cozimento. Amaior parte das espécies de inhame (as raízes) é venenosa no estado natural (cru), masperfeitamente comestível depois de cozida. Procure guiar-se pelas seguintes normas:1) evite comer de plantas pouco conhecidas e que não foram aprovadas com cuidado, quandoessas plantas tiverem sumo leitoso evite, igualmente, o contato desse sumo com a sua pele.Excetuam-se desta regra as numerosas espécies de figos silvestres, o abiu, o sapoti e omamão, que podem sercomidos apesar do seu sumo leitoso;2) evite comer de plantas com gosto desagradável (o gosto AMARGO é um guia seguro);3) evite comer cereais parasitados por um cogumelo em forma de pequeno esporão escurosobre a semente.2.2 OS VENENOS QUE AGEM POR CONTATOAs plantas que, pelo contato irritam a pele, e que são relativamente poucas, pertencem todas àmesma família natural de plantas. Temos: - as urtigas, os avelós. As plantas dessa família sãoárvores ou arbustos e a casca dessas árvores é, de ordinário, resinosa. As folhas se sucedemalternadamente, na haste (contudo, há exceções), e dividem-se em três segmentos, oupinuladas (como as nervuras de uma pena). O fruto desses vegetais é, geralmente, de uma sósemente, cercada da parte polpuda, tal como a cereja. Algumas dessas plantas segregam umamatéria negra, de cortes recentes.2.3 PLANTAS IRRITANTESVocê conhece, sem dúvida. as urtigas, tão comuns. A árvore-urtiga e a fava fétida, dostrópicos, possuem pêlos que picam, mas em geral esses pêlos irritam mecanicamente e nãosão venenosos.COMO ESCOLHER PLANTAS COMESTÍVEISAs plantas, sejam elas aquáticas ou terrestres, oferecem os seguintes elementos comestíveis:Sementes Folhelhos (ou as bainhas)Borbulhos Seiva (o alburno)Frutos Raízes (das plantas tuberosas)Nozes Talos (o aipo)Casca Hastes (cana-de-açúcar)Flores Bulbos (cebolas)Folhas Brotos (renovos)

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