Atualização de Calendário Vacinal 2012

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Atualização de Calendário Vacinal 2012

  1. 1. FACULDADE NOVAFAPICURSO DE ENFERMAGEM ATUALIZAÇÃO EM IMUNIZAÇÃO FACULDADE NOVAFAPI PROGRAMA NACIONAL JORNADA DE ENFERMAGEM 2011 DE IMUNIZAÇÃO PROFª Adriana Sávia Profª Adriana Sávia
  2. 2. HISTÓRICO• Ao perceberem que os sobreviventes de um ataque de varíola não voltavam a sofrer da doença, muitos povos tentaram provocar a moléstia numa forma mais branda. Os primeiros registros desta prática, que recebeu o nome de VARIOLIZAÇÃO, remontam aos chineses.• As técnicas diferiam: algodão, com pó de crostas pus inserido no nariz; vestir roupas íntimas de doentes; incrustar crostas em arranhões; picar a pele com agulhas contaminadas; fazer um corte na pele e colocar um fio de linha infectado, ou uma gota de pus.
  3. 3. HISTÓRICO• Embora a VARIOLIZAÇÃO pareça ter sido praticada em algumas regiões da França, na Escócia, no País de Gales e na Itália, atribui-se sua introdução na Europa a Lady Mary Wortley Montagu, mulher do embaixador britânico na Turquia, que fez inocular seus filhos. De Londres, a prática se espalhou pelo continente, popularizada pela adesão da aristocracia. Foram imunizados Luis XVI, na França, as filhas da princesa de Gales, na Inglaterra, e Catarina II, na Rússia.
  4. 4. HISTÓRICO• A VARIOLIZAÇÃO logo chegou às Américas.• Jesuítas inocularam índios no Brasil e Thomas Boylston imunizou 243 pessoas durante uma epidemia em Boston, em 1721.
  5. 5. HISTÓRICO• Edward Jenner em 1796 reparou que as mulheres que retiravam o leite das vacas não apanhavam varíola e descobriu que a sua imunidade devia-se à infecção não perigosa com cowpox (vaccinia ou varíola das vacas, da palavra em Latim para esse animal, vacca). Ele propagou a prática de usar para inoculação antes o vírus vaccinia descobrindo a vacina contra a varíola, a primeira vacina criada. Esse método de imunização ainda se denomina hoje vacina devido ao vírus vaccinia.
  6. 6. PNI• Em decorrência do sucesso da campanha deerradicação da varíola, a Organização Pan-Americana de Saúde propôs, em 1972, um planomais ambicioso: reduzir o número de casos dedoenças evitáveis por vacinação em todo ocontinente. Dois anos depois, a OMS encampavaesta meta e criava o Programa Ampliado deImunizações(PAI).
  7. 7. PNI• Em 1973 foi instituído o Programa Nacional deImunização, com o objetivo de prevenir asprincipais doenças imunopreveníveis do país. Aimunização tem se mostrado o melhor Programade Saúde Pública, levando a queda acentuada daincidência das doenças infecciosas.
  8. 8. Objetivo do PNI *» Controlar, eliminar e/ou erradicar doenças como a poliomielite, o sarampo, a difteria, o tétano, a coqueluche, a febre amarela, a hepatite B, a rubéola congênita, as formas graves da tuberculose, dentre outras, mediante a imunização sistemática da população.
  9. 9. PNI• 1973: 6 vacinas existentes: Poliomielite, Sarampo, Varíola, BCG (oral e intradérmico), DTP e) TT (toxóide tetânico);• 2006: 44 imunobiológicos ( 26 vacinas, 14 soros heterólogos e 4 soros homólogos – imunoglobulinas)• INCQS – Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde;• CENADI – Central Nacional de Distribuição
  10. 10. Estrutura do PNI Coordenação descentralizada Rede de Frio CENADI INCQS Sistema de Vigilância de Eventos Adversos Pós-Vacinais Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) Sistemas de Informação Sistema Nacional de Supervisão Comitê Técnico Assessor do PNI
  11. 11. Central de Rede de Frio
  12. 12. Caminhão Frigorífico
  13. 13. Parcerias• Organização Pan-Americana de Saúde e a Organização Mundial deSaúde (OPAS/OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância(UNICEF), Pastoral da Criança, Pastoral da Saúde, Sociedade Brasileirade Pediatria, Sociedade Brasileira de Imunizações, Fundação Nacional deSaúde (FUNASA), vários setores do MS, outros órgãos federais, SES eSMS, ONGs, e as Forças Armadas, que atuam em regiões de fronteira e dedifícil acesso.
  14. 14. VACINAS
  15. 15. VACINAS VIVASResultam da modificação de vírus selvagem oubactérias em laboratório, habitualmente por cultivossucessivos, precisam se replicar para serem efetivas,apresenta resposta imune similar a da infecçãonatural, necessitam de menor numero de doses paraimunizar, proporcionam uma imunidade duradoura.
  16. 16. VACINAS INATIVADASPodem ser bacterianas ou virais, são inativadas emlaboratório através do calor ou através de processosquímicos.Podem se constituir de microrganismos inteiros oufracionados. Necessita de várias doses paraimunizar, não causa doença mesmo na situação deimunossupressão, pois não podem se replicar.
  17. 17. COMPOSIÇÃO DAS VACINAS O produto em que a vacina é apresentada além do agente imunizante, que podem ser: bactérias ou vírus vivos atenuados, vírus inativados, bactéria mortas e componentes de agentes infecciosos purificados e/ou modificados quimicamente ou geneticamente, contem os seguintes componentes:• LIQUIDO DE SUSPENSÃO;• CONSERVANTES, ESTABILIZADORES E ANTIBIÓTICOS;• ADJUVANTES
  18. 18. ADJUVANTES» Diz-se de uma substância que permite com maisfacilidade a absorção de um medicamento oufacilita a sua ação.» Os adjuvantes podem causar reações adversas Alumínio
  19. 19. CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA (Portaria Nº3.318, de 28 de outubro de 2010 IDADE VACINA DOSE DOENÇAS EVITADAS BCG Única Formas graves da tuberculose (principalmente nas formas miliarAo meningea)nascer Hepatite B 1ª dose Hepatite B
  20. 20. CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇAIDADE VACINA DOSE DOENÇAS EVITADAS Pentavalente Difteria, tétano, coqueluche, (DTP+Hib+ meningite e outras infec por Hep B) Haemophilus influenzae B, hepatite B2 meses VIP 1ª dose Poliomielite ou paralisia infantil VORH Diarréia por rotavírus (Rotavírus) Pneumocóci Pneumonia, otite, meningite e ca 10 outras causadas pelo (conjugada) Pneumococo
  21. 21. CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇAIDADE VACINA DOSE DOENÇAS EVITADAS3 meses Meningocó 1ª dose Doença invasiva causada por cica C Neisseria meningitidis do sorogrupo (conjugada) C
  22. 22. CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA IDADE VACINA DOSE DOENÇAS EVITADAS Pentavalent Difteria, tétano, coqueluche, e meningite e outras infec por Haemophilus influenzae B, Hepatite B4 meses VIP 2ª dose Poliomielite ou paralisia infantil VORH Diarréia por rotavírus (Rotavírus) Pneumocóc Pneumonia, otite, meningite e outras ica 10 causadas pelo Pneumococo (conjugada)
  23. 23. CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇAIDADE VACINA DOSE DOENÇAS EVITADAS5 meses Meningocócica 2ª dose Doença invasiva causada por C Neisseria meningitidis do (conjugada) sorogrupo C
  24. 24. CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA IDADE VACINA DOSE DOENÇAS EVITADAS6 meses VOP 3ª dose Poliomielite ou paralisia infantil DPT + Hib Difteria, tétano, coqueluche, + Hep B meningite e outras infec por (Penta) Haemophilus influenzae b Pneumocó Pneumonia, otite, meningite e outras cica 10 causadas pelo Pneumococo (conjugada)
  25. 25. CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇAIDADE VACINA DOSE DOENÇAS EVITADAS9 meses FA Inicial Febre Amarela
  26. 26. CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇAIDADE VACINA DOSE DOENÇAS EVITADAS SRC (Tríplice 1ª dose Sarampo, caxumba e rubéola 12 Viral)meses Pneumocóci Pneumonia, otite, meningite e outras ca 10 causadas pelo Pneumococo (conjugada)
  27. 27. CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA IDADE VACINA DOSE DOENÇAS EVITADAS DPT 1º Difteria, tétano, coqueluche reforço 15 VOP Poliomielite ou paralisia infantilmeses Meningocó Reforço Doença invasiva causada por cica C Neisseria meningitidis C
  28. 28. CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA IDADE VACINA DOSE DOENÇAS EVITADAS 2º4 anos DPT reforço Difteria, tétano, coqueluche SRC 2ª dose Sarampo, caxumba e rubéola (Tríplice Viral)
  29. 29. CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇAIDADE VACINA DOSE DOENÇAS EVITADAS 10 FA 1 doseanos a cada Febre Amarela 10 anos
  30. 30. CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DO ADOLESCENTEIDADE VACINA DOSE DOENÇAS EVITADAS Hepatite B 1ª dose Hepatite B Hepatite B 2ª dose Hepatite B Hepatite B 3ª dose Hepatite B 11 a dT 1 dose a Difteria e tétano19 anos cada 10 anos FA 1 dose a FA cada 10 anos
  31. 31. CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DO ADULTO E DO IDOSOIDADE VACINA DOSE DOENÇAS EVITADAS Hepatite B 3 doses Hepatite B dT 1 dose a Difteria e tétano cada 10 anos20 a 59 FA 1 dose a FA anos cada 10 anos SRC (Tríplice Única Sarampo, caxumba e rubéola Viral)
  32. 32. CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DO ADULTO E DO IDOSOIDADE VACINA DOSE DOENÇAS EVITADAS Hepatite B 3 doses Hepatite B60 anos FA 1 dose a FAe mais cada 10 anos Influenza Dose Influenza sazonal ou gripe sazonal anual Pneumocó Única Infecções causadas pelo cica 23 - Pneumococo valente
  33. 33. Intervalos recomendados entre as doses de vacinas que contêm vírus vivo atenuado e vacinas que não contêm vírus vivo atenuado
  34. 34. VACINASVACINA COMPOSIÇÃO VIA ADM. VOLUME/ DOSEBCG-ID Bactéria viva atenuada ID 0,1 mlHepatite B Antígeno de superfície do vírus IM 0,5 mlPENTA Toxóide purificado de difteria IM 0,5 mlDTP+Hib+HB Toxóide purificado de tétano B. pertussis inativado Oligossacarídeos Hib Antígeno de superfície da hepatite BVacina vírus inativado da poliomielite dos IM 0,5 mlpoliomielite tipos I, II e IIIInativadaVacina oral vírus humanos atenuados ORALRotavírusHumanoVacina pneumo antígenos polissacarídicos IM 0,5 ml10 purificados, com 10 sorotipos de pneumococo
  35. 35. VACINASVACINA COMPOSIÇÃO VIA ADM. VOLUME/ DOSEVacina meningo C polissacarídeos capsulares IM 0,5 ml purificados da Neisseria meningitidis do sorogrupo CFebre Amarela Vírus vivos atenuados SC 0,5 mlTríplice viral Vírus vivo atenuado SC 0,5 mlTriplice bacteriana Bactérias mortas e produtos IM 0,5 ml(DTP) de bactérias (toxinas)Vacina oral Virus vivo atenuado ORAL 2 gotaspoliomielite Tipos I, II e III
  36. 36. PADRONIZAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO DE VACINA INJETÁVEL
  37. 37. Firmar o músculo, utilizando o dedoindicador e o polegar Introduzir a agulha em ângulo reto (90º)
  38. 38. Profilaxia do Tétano em caso de ferimentosHistória de imunização /contra Incerta ou menos de 3 doses 3 ou mais doses Tétano (DTP,DT,dT,ou TT)Tipo de Ferimento Esquema EsquemaFerimento leve, não <7 anos, aplicar DTP ou DT, Só aplicar a vacina se tiveremcontaminado ou com baixo completando 3 doses, com decorridos mais de 10 anos darisco de contaminação intervalo de 2 meses (mínimo última dose 30 dias) *Não administrar soro >7 anos, aplicar dT, completando as 3 doses *Não administrar soroTodos os outros ferimentos, <7 anos, aplicar DTP ou DT, Só aplicar a vacina se tivereminclusive os punctórios completando 3 doses, com decorridos mais de 10 anos da intervalo de 2 meses (mínimo última dose 30 dias) >7 anos, aplicar dT, completando as 3 doses
  39. 39. Vacinação da Gestante 1ª dose 2ª dose 3ª dose  Doses       REFORÇOGestante INÍCIO INTERVALO INTERVALO            10 em 10 NÃO       anos.VACINADA Antecipar o O mais IDEAL: 2 IDEAL: 2 OU reforço se precocement meses meses houver INCERTA e possível MÍNIMO: 1 MÍNIMO: 1 gravidez entre mês mês 5 e 10 anos após aVacinada         aplicação da com 3 última dose. ____ ____ _____   doses  (DTP, TT, DT,dT)   Se a últimaVacinada       dose foi com 2 _____ ____ O mais aplicada há doses mais de 5   precocemente(DTP,DT,dT ou TT) possível anos (usar deVacinada   O mais   preferência com 1 ____ precocement IDEAL: 2 dose dT) e possível meses(DTP, DT, dT ou TT MÍNIMO: 1 mês
  40. 40. Imunoprofilaxia pós-exposição Hepatite B Sit uação Vacinal da Sit uação Sorológica do Caso Í ndice pessoa ex post a Vacina cont ra HbsAg-Posit ivo HbsAg-Negat ivo Desconhecida hepat it e B Iniciar vacina e 1 Iniciar vacina e 1 Não vacinada Iniciar vacina dose de IGHAHB. dose de IGHAHB. Completar 3 doses Completar 3 doses Vacinação incompleta Completar 3 vacina e 1 dose de vacina e 1 dose de (menos de 3 doses) doses vacina IGHAHB. IGHAHB. Vacinada com 3 doses Nada Nada Nada e sorologia (+ ) 1 dose de vacina e 1 Avalição 1 dose de vacina e Vacinada com 3 doses dose de IGHAHB. sorológica ou 1 dose de IGHAHB. sem sorologia ou Fazer sorologia 30 vacina e Fazer sorologia 30 sorologia ( − ) dias após. sorologia dias após.Obs Todo profissional de saúde deve ser submetido à avaliação sorológica 30 dias após o término do esquema.
  41. 41. Esquema para tratamento profilático anti-rábico humano pré-exposição• Esquema: 3 doses• Dias de aplicação: 0, 7 e 28• Via de administração: IM profunda, utilizando dose completa ou por via ID, utilizando a dose de 0,1ml• Local de aplicação: Músculo deltóide, ou vasto lateral da coxa. Não usar o glúteo.• Controle sorológico: * Negativo: titulação menor que 0,5 UI/ml. Neste caso, aplicar dose de reforço e fazer novo controle sorológico após 14 dias. *Positivo: titulação maior ou igual a 0,5 UI/ml• O controle sorológico anual é exigência básica para a adequada avaliação da pessoa vacinada.
  42. 42. QUANDO CONTRA-INDICAR A VACINAÇÃO• Processo febril agudo, se associado a doença grave• Alergia de natureza anafilática a qualquer componente da vacina. As vacinas de bactérias ou vírus atenuados não devem ser administradas em pessoas:• Com imunodeficiência congênita ou adquirida• Acometidas por neoplasias maligna e/ou em tratamento quimioterápioco e radioterápico• Em tratamento com corticoides em esquemas imunodepressores.
  43. 43. FALSAS CONTRA-INDICAÇÕES• Doença aguda leve, com febre baixa• Uso de antimicrobiano• Reação local a uma dose prévia• História pregressa da doença contra qual se vai vacinar• Desnutrição• Doença neurológica estável• Tratamento com corticoides em doses não imunossupressoras
  44. 44. FALSAS CONTRA-INDICAÇÕES• Alergias (exceto de natureza anafilática a algum componente da vacina)• Gravidez da mãe ou de outro contato domiciliar• Prematuridade ou baixo peso ao nascer. No caso da vacina BCG , recomenda-se aguardar a criança completar 2kg, o mesmo ocorrendo com a vacina contra hepatite B, caso a mãe não seja HbsAg positiva.
  45. 45. QUANDO AS VACINAS DEVEM SER ADIADAS• Até a recuperação de doenças agudas graves• Um mês após o termino de corticoterapia em doses imunossupressoras• Três meses após suspensão de outros medicamentos imunossupressores• Após transplante de medula óssea, as vacinas vivas devem ser adiadas por dois anos, e as outras, por um ano• Intervalo mínimo de duas semanas entre a administração de vacinas virais vivas, exceto a da poliomielite
  46. 46. • Uso de hemoderivados - Ocorre interferência na soroconversão de vacinas vivas atenuadas.o Intervalo de 3 a 6 meses entre o uso prévio de imunoglobulina e administração de virus vivo.o Intervalo de duas semanas entre vacina de virus vivo e administração posterior de imunoglobulinao Quando a imunoglobulina for endovenosa os intervalos vão variar conforme a dose, de 8 a 11 meseo Aguardar 5 meses após administração de concentrado de hemáciao Aguardar 6 meses após administração de sangue totalo Aguardar 7 meses após uso de plasma ou plaquetas
  47. 47. EVENTOS ADVERSOS
  48. 48. CRIE• Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais• Destinados ao atendimento de indivíduos portadores de quadros clínicos especiais;• Referência para os eventos adversos graves pós-vacinação;• Devem contar com apoio hospitalar e laboratorial;• Devem ter sempre disponível material de emergência e ressucitação.
  49. 49. IMPLANTAÇÃO DO CRIE Facilitar o acesso dos indivíduos que por umasuscetibilidade aumentada às doenças ou risco decomplicações para si ou para outros, decorrente demotivos biológicos : imunodepressão, asplenia,transplante, AIDS ou por motivo de convívio compessoas imunodeprimidas, por intolerância aosimunobiológicos comuns devido a alergia ou aevento adverso grave depois de recebê-los, porexposição inadvertida a agentes infecciosos pormotivos profissionais ou violência contra a pessoa.
  50. 50. IMUNOBIOLÓGICOS DO CRIE1. Vacina inativada contra poliomielite (VIP);2. Vacina contra hepatite B (HB) e imunoglobulina humana anti-hepatite B (IGHAHB);3. Vacina contra hepatite A (HA);4. Vacina contra varicela (VZ) e imunoglobulina humana antivaricela zoster (IGHAVZ);5. Imunoglobulina Humana Anti-Rábica (IGHAR);6. Vacina contra influenza, inativada (INF);
  51. 51. IMUNOBIOLÓGICOS DO CRIE7. Vacinas contra Pneumococo (polissacarídica 23 valente e conjugada 7 valente);8. Vacina contra Haemophilus influenzae do tipo b (Hib);9. Vacina tríplice acelular (DTPa);10. Vacina dupla infantil (DT);11. Imunoglobulina humana antitetânica (IGHAT);12. Vacina contra meningococo conjugada – C (MncC).
  52. 52. CONSERVAÇÃO DE VACINAS
  53. 53. ORGANIZAÇÃO INTERNA DA GELADEIRA
  54. 54. TERMÔMETRO DE MÁXIMA E MINIMA ANALÓGICO
  55. 55. TERMÔMETRO DIGITAL DE MÁXIMA E MÍNIMA COM CABO EXTENSOR
  56. 56. TERMÔMETRO LINEAR
  57. 57. TERMÔMETRO ANALÓGICO, DE CABO EXTENSOR
  58. 58. TERMÔMETRO A LASER
  59. 59. REFERÊNCIASBRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância emSaúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manualdos centros de referência para imunobiológicosespeciais/MS. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância emSaúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manualda Rede de Frio./MS. Brasília: Ministério da Saúde, 2005.BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância emSaúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manualde Sala de Vacina. MS. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.Portaria nº3.138 de 28 de outubro de 2010. MS.
  60. 60. OBRIGADA!

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