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Perspectivas da Hotelaria
no Brasil
Novembro 2015
Diogo Canteras
1
Roteiro
1. Indústria hoteleira é Cíclica
2. Oportunidades de Investimentos x Estágio do Ciclo
3. Histórico das principais cidades brasileiras
4. “Drivers” da Indústria Hoteleira
5. Perspectivas dos principais mercados
6. Recomendações
2
Hotelaria passa a ser
percebida como um
mau investimento
Desenvolvimento
de Novos Hotéis
Hotéis entram em
operação
Cai a ocupação do
mercado
Cai a tarifa média
Estanca o
Desenvolvimento
de Novos Hotéis
O mercado se
recuperaSobe a ocupação
Sobe a tarifa média
Hotelaria passa a
ser percebida
como um bom
investimento
1. Indústria hoteleira é Cíclica
3
2. Oportunidades de Investimento
x Estágio do Ciclo
4
3. Histórico Recente das Principais
Cidades Brasileiras
5
Econõmicos e Supereconômicos
Midscale e Upper Midscale
1. São Paulo
3. Histórico Recente das Principais
Cidades Brasileiras
6
1. São Paulo
Upscale
3. Histórico Recente das Principais
Cidades Brasileiras
7
2. Rio De Janeiro
Econômicos e Midscale
Upscale
3. Histórico Recente das Principais
Cidades Brasileiras
8
3. Belo Horizonte
Econômico
Midscale
3. Histórico Recente das Principais
Cidades Brasileiras
9
4. Salvador
Econômico
Midscale
3. Histórico Recente das Principais
Cidades Brasileiras
10
5. Porto Alegre
Econômico
Midscale
3. Histórico Recente das Principais
Cidades Brasileiras
11
6. Curitiba
Econômico
Midscale
-8,7%
-13,9%
-21,4%
Rio de Janeiro
-7,2%
-14,3%
-20,4%
Salvador
-20,9%
-25,6%
-41,1%
Belo Horizonte
-9,0%
-13,6%
-21,4%
Porto Alegre
-2,7%
0,3%
-2,4%
São Paulo
Ocupação
Diária Média
RevPAR
Legenda:
3. Histórico Recente das Cidades Brasileiras
1º Semestre de 2015 X 1º Semestre 2014
12
3. Histórico Recente de outras Cidades
13
FUNDO MAXINVEST
4. Drivers Da Indústria Hoteleira
Demanda
• Crescimento do PIB
• Petróleo
• Dólar
Oferta
• Desaquecimento do Mercado
Imobiliário
• CVM
14
Até o
ano de
2011
2012 em
diante
 Forte
crescimento
econômico
 Pressão de
demanda
hoteleira
Crescimento
de diária de dois
dígitos.
 Arrefecimento
econômico
nacional
 Diminuição de
Demanda

Desaceleração
do crescimento
das diárias
15
4. Drivers Da Indústria Hoteleira
PIB
16
4. Drivers Da Indústria Hoteleira
PIB
Fonte: IBGE/ Estimativas Boletim Focus (06/11/2015)
-2.0%
0.0%
2.0%
4.0%
6.0%
8.0%
5.7%
3.2%
4.0%
6.1%
5.2%
-0.3%
7.5%
2.7%
0.9%
2.5%
0.1% -3.1% -1.9%
2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
-6
-4
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2
4
6
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10
12
14
-3 -2 -1 0 1 2 3 4 5 6 7 8
VariaçãodaDemandaHoteleira(%)
Variação do PIB Nacional (%)
Elasticidade DemandaHospedagemx PIB Nacional
(modelo empírico: HVS)
17
4. Drivers Da Indústria Hoteleira
PIB
Queda de 60% do preço
do petróleo a partir de
2014.
18
Fonte: G1 (16/01/2015)
5. Drivers Da Indústria Hoteleira
Petróleo
19
4. Drivers Da Indústria Hoteleira
Dólar
Fonte: economia.uol.com.br/cotacoes/cambio/
Aumento de 33,4% do
faturamento dos Resorts
2013 2015
19
http://fohb.com.br/nova-edicao-do-hotelaria-em-numeros-2015/
Evolução do Câmbio X Ocupação dos Resorts
no Brasil
20
4. Drivers Da Indústria Hoteleira
Dólar
Evolução do Câmbio (R$/US$) X Ocupação dos
Cruzeiros no Brasil
21
5. Drivers Da Indústria Hoteleira
Dólar
Gastos de brasileiros no exterior despencam no 1°
semestre 2015
21
Gastos de turistas brasileiros no Exterior
x
Gastos de turistas estrangeiros no Brasil
PLANO DE FUNDO
Fonte de Recursos para Empreendimentos Hoteleiros no Brasil
• Capital Próprio
• Empréstimo BNDES
• Fundos de Investimento
- Fundos de desenvolvimento
- Fundos de Renda
• Incorporação Imobiliária = Condo Hotéis (80%)
22
4. Drivers Da Indústria Hoteleira
CVM
1° Momento:
Incorporação Imobiliária
• Players:
- Incorporadora imobiliária
- Operadora Hoteleira
- Corretor Imobiliário
• Objetivo: o resultado da incorporação
2° Momento:
Negócio Hoteleiro
• Players:
- Operadora Hoteleira
- Investidores
- Hotel Asset Manager
• Objetivo: o resultado da operação hoteleira
Condo Hotel como subproduto da Incorporação
Imobiliária
Os Dois Momentos do Negócio
23
4. Drivers Da Indústria Hoteleira
CVM
Deliberação CVM 734 (17/Março/2015)
• Condo Hotéis são considerados Contratos de Investimento Coletivos (CICs) e portanto
sujeitos à supervisão e controle da CVM;
• Cada Condo Hotel, antes de ser lançado, deve ser antes submetido à CVM (solicitando a
dispensa de registro);
• Incorporador Imobiliário e Operadora Hoteleira são considerados co-ofertantes, sendo
ambos responsáveis por esse produto de investimento (e sua perspectiva de rentabilidade).
• No momento de lançamento os ofertantes devem disponibilizar aos potenciais investidores:
24
4. Drivers Da Indústria Hoteleira
CVM
- O estudo de viabilidade do empreendimento, elaborado por consultor
independente, com as projeções de rentabilidade previstas para o
empreendimento.
- A descrição completa dos fatores de risco que podem afetar a rentabilidade do
empreendimento.
- O conjunto completo dos contratos com a operadora hoteleira e com a empresa de “hotel
asset management”, incluindo as respectivas remunerações.
Novas Perspectivas
Novos parâmetros para a
Estruturação de Negócios Hoteleiros
CVM
Qualificação
da Demanda
Maior Ênfase
no Produto
Hoteleiro
Novos
Hotéis
Fundos de
Investimento
em Hotéis
Reposicionamento
de Produtos
Hoteleiros
Operações
Financeiras
com Hotéis
Financiamentos
para Hotéis
ações
debênturesCRIs
25
4. Drivers Da Indústria Hoteleira
CVM
Pós
Regulamentação
Situação Atual
26
4. Drivers Da Indústria Hoteleira
CVM
27
1. São Paulo
(Econômico)
5. Perspectivas dos Principais Mercados
2. Santos
(Midscale)
28
3. RJ Zona Sul
( Budgets)
4. RJ Zona Sul
(Midscale)
5. Perspectivas dos Principais Mercados
29
5. Barra da Tijuca
(Upper-Midscale)
5. Perspectivas dos Principais Mercados
30
7. São Carlos
(Geral)
5. Perspectivas dos Principais Mercados
6. Resende
(Geral)
1. Prepara-se para uma crise prolongada – estratégia: corte de
custos.
2. Alertar os investidores para uma perspectiva de um período
longo de baixa rentabilidade.
3. Ativos hoteleiros ficaram menos arriscados depois da CVM. –
Quando a economia voltar a crescer a valorização é certa.
4. Trabalhar em estratégias de desenvolvimento focadas na criação
de valor.
6. Recomendações
31
Fundo
Maxinvest
Hotel Asset
Management
Consultoria
Hoteleira
47%
42%
60%
Proprietário
Negociar e
CobrarInformar
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Novembro 2015
Diogo Canteras
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Perspectivas da hotelaria novembro 2015

  • 1. Perspectivas da Hotelaria no Brasil Novembro 2015 Diogo Canteras 1
  • 2. Roteiro 1. Indústria hoteleira é Cíclica 2. Oportunidades de Investimentos x Estágio do Ciclo 3. Histórico das principais cidades brasileiras 4. “Drivers” da Indústria Hoteleira 5. Perspectivas dos principais mercados 6. Recomendações 2
  • 3. Hotelaria passa a ser percebida como um mau investimento Desenvolvimento de Novos Hotéis Hotéis entram em operação Cai a ocupação do mercado Cai a tarifa média Estanca o Desenvolvimento de Novos Hotéis O mercado se recuperaSobe a ocupação Sobe a tarifa média Hotelaria passa a ser percebida como um bom investimento 1. Indústria hoteleira é Cíclica 3
  • 4. 2. Oportunidades de Investimento x Estágio do Ciclo 4
  • 5. 3. Histórico Recente das Principais Cidades Brasileiras 5 Econõmicos e Supereconômicos Midscale e Upper Midscale 1. São Paulo
  • 6. 3. Histórico Recente das Principais Cidades Brasileiras 6 1. São Paulo Upscale
  • 7. 3. Histórico Recente das Principais Cidades Brasileiras 7 2. Rio De Janeiro Econômicos e Midscale Upscale
  • 8. 3. Histórico Recente das Principais Cidades Brasileiras 8 3. Belo Horizonte Econômico Midscale
  • 9. 3. Histórico Recente das Principais Cidades Brasileiras 9 4. Salvador Econômico Midscale
  • 10. 3. Histórico Recente das Principais Cidades Brasileiras 10 5. Porto Alegre Econômico Midscale
  • 11. 3. Histórico Recente das Principais Cidades Brasileiras 11 6. Curitiba Econômico Midscale
  • 12. -8,7% -13,9% -21,4% Rio de Janeiro -7,2% -14,3% -20,4% Salvador -20,9% -25,6% -41,1% Belo Horizonte -9,0% -13,6% -21,4% Porto Alegre -2,7% 0,3% -2,4% São Paulo Ocupação Diária Média RevPAR Legenda: 3. Histórico Recente das Cidades Brasileiras 1º Semestre de 2015 X 1º Semestre 2014 12
  • 13. 3. Histórico Recente de outras Cidades 13 FUNDO MAXINVEST
  • 14. 4. Drivers Da Indústria Hoteleira Demanda • Crescimento do PIB • Petróleo • Dólar Oferta • Desaquecimento do Mercado Imobiliário • CVM 14
  • 15. Até o ano de 2011 2012 em diante  Forte crescimento econômico  Pressão de demanda hoteleira Crescimento de diária de dois dígitos.  Arrefecimento econômico nacional  Diminuição de Demanda  Desaceleração do crescimento das diárias 15 4. Drivers Da Indústria Hoteleira PIB
  • 16. 16 4. Drivers Da Indústria Hoteleira PIB Fonte: IBGE/ Estimativas Boletim Focus (06/11/2015) -2.0% 0.0% 2.0% 4.0% 6.0% 8.0% 5.7% 3.2% 4.0% 6.1% 5.2% -0.3% 7.5% 2.7% 0.9% 2.5% 0.1% -3.1% -1.9% 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
  • 17. -6 -4 -2 0 2 4 6 8 10 12 14 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5 6 7 8 VariaçãodaDemandaHoteleira(%) Variação do PIB Nacional (%) Elasticidade DemandaHospedagemx PIB Nacional (modelo empírico: HVS) 17 4. Drivers Da Indústria Hoteleira PIB
  • 18. Queda de 60% do preço do petróleo a partir de 2014. 18 Fonte: G1 (16/01/2015) 5. Drivers Da Indústria Hoteleira Petróleo
  • 19. 19 4. Drivers Da Indústria Hoteleira Dólar Fonte: economia.uol.com.br/cotacoes/cambio/ Aumento de 33,4% do faturamento dos Resorts 2013 2015 19 http://fohb.com.br/nova-edicao-do-hotelaria-em-numeros-2015/
  • 20. Evolução do Câmbio X Ocupação dos Resorts no Brasil 20 4. Drivers Da Indústria Hoteleira Dólar Evolução do Câmbio (R$/US$) X Ocupação dos Cruzeiros no Brasil
  • 21. 21 5. Drivers Da Indústria Hoteleira Dólar Gastos de brasileiros no exterior despencam no 1° semestre 2015 21 Gastos de turistas brasileiros no Exterior x Gastos de turistas estrangeiros no Brasil
  • 22. PLANO DE FUNDO Fonte de Recursos para Empreendimentos Hoteleiros no Brasil • Capital Próprio • Empréstimo BNDES • Fundos de Investimento - Fundos de desenvolvimento - Fundos de Renda • Incorporação Imobiliária = Condo Hotéis (80%) 22 4. Drivers Da Indústria Hoteleira CVM
  • 23. 1° Momento: Incorporação Imobiliária • Players: - Incorporadora imobiliária - Operadora Hoteleira - Corretor Imobiliário • Objetivo: o resultado da incorporação 2° Momento: Negócio Hoteleiro • Players: - Operadora Hoteleira - Investidores - Hotel Asset Manager • Objetivo: o resultado da operação hoteleira Condo Hotel como subproduto da Incorporação Imobiliária Os Dois Momentos do Negócio 23 4. Drivers Da Indústria Hoteleira CVM
  • 24. Deliberação CVM 734 (17/Março/2015) • Condo Hotéis são considerados Contratos de Investimento Coletivos (CICs) e portanto sujeitos à supervisão e controle da CVM; • Cada Condo Hotel, antes de ser lançado, deve ser antes submetido à CVM (solicitando a dispensa de registro); • Incorporador Imobiliário e Operadora Hoteleira são considerados co-ofertantes, sendo ambos responsáveis por esse produto de investimento (e sua perspectiva de rentabilidade). • No momento de lançamento os ofertantes devem disponibilizar aos potenciais investidores: 24 4. Drivers Da Indústria Hoteleira CVM - O estudo de viabilidade do empreendimento, elaborado por consultor independente, com as projeções de rentabilidade previstas para o empreendimento. - A descrição completa dos fatores de risco que podem afetar a rentabilidade do empreendimento. - O conjunto completo dos contratos com a operadora hoteleira e com a empresa de “hotel asset management”, incluindo as respectivas remunerações.
  • 25. Novas Perspectivas Novos parâmetros para a Estruturação de Negócios Hoteleiros CVM Qualificação da Demanda Maior Ênfase no Produto Hoteleiro Novos Hotéis Fundos de Investimento em Hotéis Reposicionamento de Produtos Hoteleiros Operações Financeiras com Hotéis Financiamentos para Hotéis ações debênturesCRIs 25 4. Drivers Da Indústria Hoteleira CVM
  • 27. 27 1. São Paulo (Econômico) 5. Perspectivas dos Principais Mercados 2. Santos (Midscale)
  • 28. 28 3. RJ Zona Sul ( Budgets) 4. RJ Zona Sul (Midscale) 5. Perspectivas dos Principais Mercados
  • 29. 29 5. Barra da Tijuca (Upper-Midscale) 5. Perspectivas dos Principais Mercados
  • 30. 30 7. São Carlos (Geral) 5. Perspectivas dos Principais Mercados 6. Resende (Geral)
  • 31. 1. Prepara-se para uma crise prolongada – estratégia: corte de custos. 2. Alertar os investidores para uma perspectiva de um período longo de baixa rentabilidade. 3. Ativos hoteleiros ficaram menos arriscados depois da CVM. – Quando a economia voltar a crescer a valorização é certa. 4. Trabalhar em estratégias de desenvolvimento focadas na criação de valor. 6. Recomendações 31