Síndromes Gripais Sazonais                    ESTADO DO RIO DE JANEIRO         PREFEITURA DA CIDADE DE NOVA IGUAÇU        ...
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Febre acima de 38oC, tosse,                Alterações laboratoriais:dispnéia, aumento da freq. resp.,        leucocitose, ...
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CASO DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVEDEFINIÇÃO CLÁSSICA: Indivíduo com febre, tosse, dispneia e que foi hospitalizado....
VIGILÂNCIA DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA                 GRAVE – SRAGo   A investigação epidemiológica de casos de SRAG é...
EVENTO INVESTIGADO: CASO DE SÍNDROME      RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG)☼ UTILIZAR FICHA DE INVESTIGAÇÃO DE CASO SUSPEITO...
Preenchimento da Ficha de Investigação Individual – FII:Todo caso de SRAG hospitalizado deve ter a FII preenchida em sua  ...
Condutas frente à identificação de contatos próximos de              síndrome respiratória aguda gravePara a caracterizaçã...
TAMIFLU
TRATAMENTO COM ANTIVIRAL OSELTAMIVIRO Oseltamivir deve ser utilizado em:# todos os pacientes com Síndrome Respiratória Agu...
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KITS PARA COLETA DE AMOSTRAS DE SECREÇÃO               NASOFARÍNGEAQUEM FORNECE?LACEN (LABORATÓRIO CENTRAL NOEL NUTELS) RU...
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ENVIO DE AMOSTRAS PARA ANÁLISE – PCR  ONDE ENTREGAR?  DIAS ÚTEIS – 08 ÀS 17 HORAS:  LACENN  IMPRESCINDÍVEL ENCAMINHAR COM ...
ENCERRAMENTO DOS CASOS - SRAG     CASO CONFIRMADO DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA           GRAVE POR INFLUENZA PANDÊMICA (...
CASO DESCARTADO DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA  AGUDA GRAVE POR INFLUENZA PANDÊMICA  (H1N1)2009• INDIVÍDUO COM QUADRO CLÍNICO CO...
CASO SUSPEITO DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA   GRAVE POR INFLUENZA PANDÊMICA PELO VÍRUS                     A(H5N1)• INDIV...
Apresentação atualiza 18.07.2012
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Apresentação atualiza 18.07.2012

  1. 1. Síndromes Gripais Sazonais ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA DA CIDADE DE NOVA IGUAÇU SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SECRETARIA ADJUNTA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO DE VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA
  2. 2. SEJAM BEM VINDOS!POR FAVOR! DESLIGUEM SEUS CELULARES E NÃO MANTENHAM CONVERSAS PARALELAS DURANTE A REUNIÃO. OBRIGADO POR SUA COMPREENSÃO.
  3. 3. Caso de Síndrome Gripal – SG Para efeito da vigilância dainfluenza, a síndrome gripal (SG) édefinida como “indivíduo com doençaaguda (com duração máxima de cincodias), apresentando febre (ainda quereferida) acompanhada de tosse ou dorde garganta, na ausência de outrosdiagnósticos”.
  4. 4. Febre acima de 38oC, tosse, Alterações laboratoriais:dispnéia, aumento da freq. resp., leucocitose, leucopenia ouhipotensão arterial, batimento de neutroflia; e Radiografa de tórax: infiltradoasa de nariz, cianose, desidratação, intersticial localizado ouinapetência difuso, ou presença de área de condensação. SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) Síndrome gripal Doença aguda, ausência de outros diagnósticos, febre com tosse e/ou dor de garganta
  5. 5. Síndrome gripal com fatores de risco para as complicações:após avaliação médica, se o contato apresentar síndrome gripal e possuir algum fator de risco para complicações, seguir as orientações contidas no Protocolo de Manejo Clínico. Não é necessário notificar o caso. Síndrome gripal sem fator de risco:após avaliação médica, se o contato apresentar sinais e sintomas apenas de síndrome gripal, orientar para evitar locais com aglomerações de pessoase, se possível, permanecer no domicílio enquanto durar os sintomas respiratórios. Não é necessário notificar o caso.
  6. 6. Grupos e Fatores de Risco para complicações por Influenza Pandêmica (H1N1)2009o Grupos de riscoSão pessoas que apresentam as seguintes condições clínicas:1. Imunodepressão: indivíduos transplantados, pacientes com câncer, em tratamento para AIDS ou em uso de medicação imunossupressora, entre outros;2. Condições crônicas: hemoglobinopatias, cardiopatias, pneumopatias, doenças renais crônicas, doenças metabólicas (diabetes mellitus, obesidade grau III (IMC >40)), doença neurológica; e3. Indígenas: aldeados. Fatores de risco - Idade: menor ou igual a 2 ou maior ou igual a 60 anos de idade; e -Gestação: independente da idade gestacional.
  7. 7. Surto de Síndrome Gripal Será considerado como surto de síndrome gripal a ocorrência de pelo menos 3 (três) casos de SG em ambientes fechados/restritos, com intervalo de até 7 (sete) dias entre as datas de início de sintomas dos casos.o Exemplos de ambientes fechados/restritos: Asilos e clínicas de repouso, creches,unidades prisionais ou correcionais,população albergada, dormitórios coletivos, bases militares, uma mesma unidade de produção de empresa ou indústria, o mesmo setor de um hospital, entre outros. Obs.: Em ambiente hospitalar, considerar a ocorrência de pelo menos três casos de SG ocorridos no mesmo setor vinculados epidemiologicamente e que ocorreram, no mínimo, 72 horas após a data de admissão.
  8. 8. EVENTO INVESTIGADO: SURTO DE SÍNDROME GRIPAL1. FICHA DE INVESTIGAÇÃO AGREGADA NO MÓDULO SURTO DO SinanNET (CÓDIGO DO AGRAVO/DOENÇA CID J06)2. Repetindo: NOTIFICAÇÃO: SURTOS COM PELO MENOS 3 (TRÊS) CASOS DE SÍNDROME GRIPAL EM AMBIENTES FECHADOS ATÉ 7 DIAS DE DIFERENÇA ENTRE DATAS DE INÍCIO DE SINTOMAS DOS CASOS3. ENVIAR FICHA POR FAX PARA A GERÊNCIA OU COMUNICAR POR TELEFONE E digitar no SINANNET no módulo surto.4. Casos de surto de SG que evoluírem para a forma grave -Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) hospitalizados e óbitos por SRAG devem ser notificados individual e imediatamente no Sinan online Influenza, utilizando a Ficha de Investigação Individual.5. Os dados coletados devem ser registrados na “Ficha de Investigação Individual”, no Sinan online Influenza, em até 24 horas.
  9. 9. ENCERRAMENTO DOS CASOS – SÍNDROME GRIPAL CASO DESCARTADO DE SÍNDROME GRIPAL POR INFLUENZA PANDÊMICA (H1N1)2009• RESULTADO NEGATIVO PARA VÍRUS INFLUENZA NAS AMOSTRAS COLETADAS.• NESTA SITUAÇÃO, TODOS OS DEMAIS CASOS DE SÍNDROME GRIPAL RELACIONADOS AO SURTO (OU SEJA, INTEGRANTES DA MESMA CADEIA DE TRANSMISSÃO) DEVERÃO SER DESCARTADOS POR VÍNCULO (CRITÉRIO CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO).
  10. 10. SURTO CONFIRMADO DE SÍNDROME GRIPAL POR INFLUENZA PANDÊMICA (H1N1)2009• TODOS OS DEMAIS CASOS SUSPEITOS RELACIONADOS AO SURTO (OU SEJA, INTEGRANTES DA MESMA CADEIA DE TRANSMISSÃO) DEVERÃO SER CONFIRMADOS POR VÍNCULO (CRITÉRIO CLÍNICO- EPIDEMIOLÓGICO).
  11. 11. CASO DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVEDEFINIÇÃO CLÁSSICA: Indivíduo com febre, tosse, dispneia e que foi hospitalizado.Indivíduo de qualquer idade com doença respiratória aguda caracterizada por: febre,tosse e dispneia, acompanhada ou não dos sinais e sintomas:o Aumento da frequência respiratória (de acordo com a idade)o Hipotensão em relação à pressão arterial habitual do pacienteo Em crianças além dos itens acima, observar também os batimentos de asa de nariz, cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência.o O quadro clínico pode ou não ser acompanhado de alterações laboratoriais eradiológicas tais como:oAlterações laboratoriais: leucocitose, leucopenia ou neutrofilia;o Radiografia de tórax: infiltrado intersticial localizado ou difuso ou presença de áreade condensação.Alerta: Deve ser dada atenção especial a essas alterações quando ocorrerem empacientes que apresentem fatores de risco para a complicação por influenza. Todos os óbitos com quadro clínico de doença respiratória aguda grave,independentemente dos sintomas apresentados, serão considerados como caso deSRAG.
  12. 12. VIGILÂNCIA DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE – SRAGo A investigação epidemiológica de casos de SRAG é uma atividade que será realizada nas unidades hospitalares pelos Unidades Regionais de Vigilância Epidemiológica (URVEs), onde estas existirem.o A partir da SE 01/2010, passam a ser objeto de notificação no SINAN online Influenza apenas os casos de SRAG hospitalizados.o Objetivo: Monitorar o padrão de gravidade da doença, detectando eventuais mudanças na virulência do vírus influenza pandêmico.o A notificação de casos no SINAN não está vinculada à distribuição de antiviral. O Protocolo de Manejo Clínico, que se encontra em vigor, permite a prescrição do antiviral a casos não graves, a partir da avaliação médica da presença de fatores ou situações específicas de risco individual.
  13. 13. EVENTO INVESTIGADO: CASO DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG)☼ UTILIZAR FICHA DE INVESTIGAÇÃO DE CASO SUSPEITO DE INFLUENZA POR NOVO SUBTIPO PANDÊMICO;(FICHA DE INVESTIGAÇÃO INDIVIDUAL DISPONÍVEL NO SITE WWW.SAUDE.GOV.BR/SINAN)☼ NOTIFICAÇÃO IMEDIATA (ATÉ 24 HORAS): -CASOS DE SRAG COM HOSPITALIZAÇÃO -ÓBITOS POR SRAG: ENVIAR FICHA POR FAX PARA A GERÊNCIA OU COMUNICAR POR TELEFONE E DIGITAR APENAS NO SINANWEB.
  14. 14. Preenchimento da Ficha de Investigação Individual – FII:Todo caso de SRAG hospitalizado deve ter a FII preenchida em sua completude.Deverão ser coletados os dados clínicos da forma mais detalhada possível:-evolução dos sintomas,-presença de comorbidades,-resultados de exames,-padrão radiológico,-medicações em uso,-condição socioeconômica, -vínculo com casos semelhantes, -possível exposição a outros agentes infecciosos,-entre outros aspectos que o investigador julgar importante;As informações complementares, identificadas durante a investigação deverão ser registradas, de modo objetivo, no campo “Observações Adicionais”.
  15. 15. Condutas frente à identificação de contatos próximos de síndrome respiratória aguda gravePara a caracterização de contatos próximos inicialmente toma-se por referência em que momento ocorreu a exposição à fonte de infecção, ou seja, ao caso suspeito ou confirmado de SRAG.Verificar se houve exposição durante o período de transmissão da doença, considerando os seguintes períodos para contatos com adultos ou crianças:o Adultos: o um dia antes até o 7º dia de início dos sintomas; eo Crianças (menores de 12 anos): o um dia até o 14º dia de início dos sintomas.Considera-se como contato próximo a pessoa que cuida, convive ou que teve contato direto ou indireto com secreções respiratórias de um caso suspeito ou confirmado.Forma grave: após avaliação médica, se o contato apresentar SRAG, adotar as condutas previstas no Protocolo de Manejo Clínico. Só deve ser notificado o caso que necessitar de hospitalização.
  16. 16. TAMIFLU
  17. 17. TRATAMENTO COM ANTIVIRAL OSELTAMIVIRO Oseltamivir deve ser utilizado em:# todos os pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG);# casos excepcionais com base no critério do Clínico, desde que o início dos sintomas tenha ocorrido no período de até 48 horas;# também, a critério médico, o medicamento está indicado para tratar pacientes com síndrome gripal que sejam portadores de fatores de risco.Segundo a orientação do fabricante, o Oseltamivir deve ser usado durante a gravidez somente se o benefício justificar o risco potencial para o feto.
  18. 18. OSELTAMIVIRQUEM FORNECE?SUPERINTENDÊNCIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA/SESDEC RJO MUNICÍPIO DEVE REALIZAR O PEDIDO PELO ENDEREÇO:gestao.farmacia@saude.rj.gov.brQUEM DECIDE INTERNAMENTE A DISTRIBUIÇÃO?ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA MUNICIPALQUAIS UNIDADES/INSTITUIÇÕES TERÃO O OSELTAMIVIR DISPONÍVEL?INFORMA ÇÃO DA VIGILÂNCIA DA INFLUENZA MUNICIPALCOMO RETIRAR?CGA: (21) 2628-5595 RUA LUIZ PALMIER, S/NºBARRETO– NITERÓISE EXPIRAR VALIDADE?CONSULTAR A ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
  19. 19. KITS PARA COLETA DE AMOSTRAS DE SECREÇÃO NASOFARÍNGEAQUEM FORNECE?LACEN (LABORATÓRIO CENTRAL NOEL NUTELS) RUA DO RESENDE, 118 – CENTRO – RIO DE JANEIRO – RJCOMO RETIRAR?AGENDAR: (21) 2332- 8598 PARA DIAS ÚTEIS, DE 08 ÀS 17 HORASNOS MUNICÍPIOS: VIGILÂNCIA DECIDE ONDE DISPONIBILIZARSE EXPIRAR VALIDADE? DEVOLVER AO LACEN PARA DESCARTE
  20. 20. COLETA OPORTUNA DE AMOSTRAS PARA PCR EM CASOS DE SRAG1. COLETAR AMOSTRA TIPO SWAB COMBINADO DE : -NASO/OROFARINGE OU -ASPIRADO DE NASOFARINGEOU -LAVADO BRONQUIO-ALVEOLAR2. DE 1 A 7 DIAS DOINÍCIO DOS SINTOMAS,PREFERENCIALMENTE ATÉ 3º DIA
  21. 21. ENVIO DE AMOSTRAS PARA ANÁLISE – PCR ONDE ENTREGAR? DIAS ÚTEIS – 08 ÀS 17 HORAS: LACENN IMPRESCINDÍVEL ENCAMINHAR COM FICHA DE INVESTIGAÇÃO DO SINAN (CÓPIA), EM ISOPOR COM BOBINA DE GELO RECICLÁVEL (GELOX®). As amostras serão consideradas válidas por até 24hapós a coleta, desde que conservadas em geladeira comtemperatura +4°c a +8°c. O resultado estará disponível no GAL.
  22. 22. ENCERRAMENTO DOS CASOS - SRAG CASO CONFIRMADO DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE POR INFLUENZA PANDÊMICA (H1N1)20091.INDIVÍDUOCOM QUADRO CLÍNICO COMPATÍVEL COM SRAG ECUJA INFECÇÃO PELO VÍRUS INFLUENZA PANDÊMICA (H1N1)2009FOI CONFIRMADA POR LABORATÓRIO;2.INDIVÍDUO COM QUADRO CLÍNICO COMPATÍVEL COM SRAG PARA OQUAL NÃO FOI POSSÍVEL OU NÃO FOI INDICADO COLETAR OUPROCESSAR AMOSTRA CLÍNICA PARA DIAGNÓSTICO LABORATORIALE QUE TENHA EVIDÊNCIA DE CONTATO PRÓXIMO (ATÉ SETE DIASANTES DO INÍCIO DOS SINTOMAS) COM UM CASOLABORATORIALMENTE CONFIRMADO OU QUE PERTENÇA À MESMACADEIA DE TRANSMISSÃO COM PELO MENOS UM CASOCONFIRMADO LABORATORIALMENTE (CONFIRMAÇÃO POR VÍNCULOEPIDEMIOLÓGICO);
  23. 23. CASO DESCARTADO DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE POR INFLUENZA PANDÊMICA (H1N1)2009• INDIVÍDUO COM QUADRO CLÍNICO COMPATÍVEL COM SRAG QUE NÃO TENHA SIDO CONFIRMADA LABORATORIALMENTE A INFECÇÃO PELO VÍRUS INFLUENZA PANDÊMICA;• INDIVÍDUO COM QUADRO CLÍNICO COMPATÍVEL COM SRAG EM QUE TENHA SIDO DIAGNOSTICADAOUTRA DOENÇA;• INDIVÍDUO COM QUADRO CLÍNICOCOMPATÍVEL COM SRAG COM VÍNCULOEPIDEMIOLÓGICO A UM CASO DESCARTADO LABORATORIALMENTE; E• ÓBITO QUE NÃO TENHA SIDOCONFIRMADO LABORATORIALMENTE PORINFECÇÃO PELO VÍRUS INFLUENZAPANDÊMICA (H1N1)2009 OU QUE NÃOTENHA EVIDÊNCIA DE CONTATOCOM CASO CONFIRMADO
  24. 24. CASO SUSPEITO DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE POR INFLUENZA PANDÊMICA PELO VÍRUS A(H5N1)• INDIVÍDUO COM FEBRE >38ºC ACOMPANHADA DE TOSSE OU DOR DE GARGANTA OU DISPNÉIA E COM HISTÓRIA DE EXPOSIÇÃO NOS ÚLTIMOS 10 DIAS COM CONTATO PRÓXIMO (ATÉ UM METRO) COM:-CASO HUMANO SUSPEITO, PROVÁVEL OU CONFIRMADO DE A(H5N1);-EXPOSIÇÃO A AVES DOMÉSTICAS OU SELVAGENS OU AMBIENTE COM FEZES ;-ÁREA COM SUSPEITA OU CONFIRMAÇÃO DE INFECÇÃO ANIMAL OU HUMANA NOS ULTIMOS 30 DIAS;-INGESTÃO DE ALIMENTOS CRUS OU MAL COZIDOS DERIVADOS DE AVES DE ÁREAS SUSPEITAS OU CONFIRMAÇÃO DE INFECÇÃO ANIMAL/HUMANA

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