Geologia

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Geologia

  1. 1. Zonas de Vertente B6 Ocupação Antrópica
  2. 2. Ocupação Antrópica?? <ul><li>Ocupação antrópica é a ocupação de zonas terrestres pelo Homem e a decorrente exploração, segundo as necessidades e as actividades humanas, dos recursos naturais. </li></ul><ul><li>Isto traduz-se em pressões ou impactos sobre o meio ambiente, que podem exceder a capacidade de suporte e de regeneração dos ecossistemas integrantes da biosfera, contribuindo para o seu desequilíbrio . </li></ul>
  3. 3. Zonas de Vertente <ul><li>As zonas de vertente são locais de desnível da topografia terrestre. </li></ul><ul><li>Assim, podem possuir maior ou menor declive e estão demasiado expostas á acção intensa e rápida dos fenómenos erosivos. </li></ul><ul><li>Devido às suas características nessas zonas é frequente a ocorrência de movimentos descendentes de materiais do solo ou de materiais rochosos . </li></ul>O que são?
  4. 4. Movimentos de massas <ul><li>Correspondem a situações em que se movimenta uma grande massa de materiais sólidos (solos e rochas excessivamente fracturados); </li></ul><ul><li>Primeiro acontece de uma forma muito lenta e quase imperceptível , e depois de forma brusca e inesperada; </li></ul>
  5. 5. Causas <ul><li>Factores </li></ul><ul><li>condicionantes </li></ul>CONTEXTO GEOMORFOLÓGICO CONTEXTO GEOLÓGICO ● Declive dos terrenos; ● Força de gravidade; ● Força de atrito; ● Tipo e características das rochas; ● Disposição das rochas nos terrenos; ● Orientação e inclinação das camadas; ● Grau de alteração e facturação das camadas rochosa;
  6. 6. Factores desencadeantes ACÇÃO HUMANA ● Destruição da cobertura vegetal; ● Remoção de terrenos (estradas, construção de casas, agricultura); ● Precipitação elevada; ● Ocorrência de sismos e vibrações; ● Tempestades nas zonas costeiras; ● Variações de temperatura (contracção e a dilatação dos materiais rochosos); Causas MECÂNICOS
  7. 7. Tipos de movimentos de massas Deslizamentos Simples Múltiplos Sucessivos
  8. 8. Deslocamentos Espontaneidade do material subjacente; Fusão; Tipos de movimentos de massas
  9. 9. Tipos de movimentos de massas
  10. 10. Erosão hídrica <ul><li>Processa-se de forma mais ou menos lenta e gradual e resulta do desgaste dos solos provocado pelo impacto das gotas de chuva e pelo escorrer das águas; </li></ul><ul><li>Os materiais arrancados os zonas de vertentes são quase sempre de pequenas dimensões e em pequenas quantidades; </li></ul>
  11. 11. Erosão hídrica <ul><li>As águas correntes que resultam da queda de chuva são responsáveis pela formação de sulcos nos solos (as ravinas), principalmente quando nestes não existe vegetação. A passagem da água faz com que os sedimentos se soltem e sejam removidos. </li></ul><ul><li>As chaminés-de-fada são, também, estruturas resultantes da erosão provocada pelas águas. Os sedimentos menos resistentes são removidos e formam-se cumes que no topo apoiam rochas de natureza diferente dados sedimentos e que resistiram à meteorização. </li></ul>
  12. 12. Deslizamento de blocos <ul><li>Um deslizamento ocorre sendo a força da gravidade o seu único motor. A maioria das vezes este fenómeno começa com alguns sinais passíveis de indiciar que o processo está já em curso. </li></ul>Deslizamento rotacional
  13. 13. Deslizamento de blocos <ul><li>Tem efeitos mais catastróficos devido ao enorme volume de rocha e solo que arrasta. </li></ul>Rotura planar em rocha
  14. 14. Queda de blocos / / Desprendimento <ul><li>Um desprendimento é a classificação dada quando ocorre a queda de blocos de rocha individualizadas de um talude, indo depositar-se às cotas do base. </li></ul><ul><li>O elevado teor em água é o principal responsável pela perda de resistência dos materiais. Existem variadas formas de o movimento de queda se processar. </li></ul>
  15. 15. Avalanche <ul><li>É um movimento muito rápido ao longo de uma vertente ou de uma escarpa, de massas de terra misturada com fragmentos de rocha, por vezes acompanhados de gelo ou neve. </li></ul><ul><li>As causas mais vulgares para este acidente são a diminuição da resistência dos materiais que formam a capa do talude, mas também pode ser provocado por um abalo sísmico. </li></ul>
  16. 16. Escoadas <ul><li>É o deslizamento de terrenos ricos em argilas que se encontram desprendidos do substrato rochoso. Os materiais, ao acumulam-se e em condições de saturação em água, formam escoadas argilosas. </li></ul>
  17. 18. Ordenamento do território <ul><li>Esta gestão preventiva dos riscos é assumida como prioritária pelo Programa Nacional de Políticas de Ordenamento do Território (PNPOT). </li></ul><ul><li>Desenvolvem métodos para a avaliação da perigosidade e do risco associado aos movimentos de vertente, assentes num modelo conceptual comum. Utiliza-se recurso a métodos directos (geomorfológico) e indirectos (de base física e estatística). </li></ul>
  18. 19. Medidas de prevenção <ul><li>Estudo das características geológicas e geomorfológicas do local; </li></ul><ul><li>Elaboração de cartas de ordenamento do território; </li></ul><ul><li>Áreas para habitação, agricultura, de interesse ecológico, exploração de recursos e vias de comunicação; </li></ul><ul><li>Elaboração de cartas de risco geológico; </li></ul><ul><li>Risco elevado–NÃO autorizar a construção; </li></ul><ul><li>Risco baixo ou médio -o projecto deve contemplar a redução da probabilidade de ocorrência deste fenómeno; </li></ul><ul><li>Remoção ou contenção dos materiais geológicos que possam constituir perigo; </li></ul><ul><li>Efectuar avaliações rigorosas do impacto das actividades humanas numa determinada região; </li></ul>
  19. 20. Medidas de prevenção Muro de suporte com eficaz sistema de drenagem – reduz assim a probabilidade de deslizamento de terreno. Pregagens para fixação das camadas ao nível rochoso Camada rochosa com condição favorável a um deslizamento
  20. 21. Trabalho realizado por: <ul><li>Carolina Marques </li></ul><ul><li>Liliana Almeida </li></ul><ul><li>Sara Almeida </li></ul><ul><li>Tânia Matos </li></ul>11ºB
  21. 22. E até a trabalhar nos divertimos!!!
  22. 23. Bibliografia <ul><li>http://dminas.ist.utl.pt/Geomuseu/SEMINAR2007/Visitas%20de%20Estudo/Vimeiro%2028%20NOV%202007/Geomorfologia%20e%20Ocupa%E7%E3o%20antr%F3pica%20do%20Territ%F3rio/Movimentos%20em%20vertentes.pdf </li></ul><ul><li>www.cvarg.azores.gov.pt/Cvarg/CentroVulcanologia/perigosgeologicos/minimizarperigomv.htm </li></ul><ul><li>http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.proteccaocivil.pt/PrevencaoProteccao/RiscosNaturais/AcidentesGeomorfologicos/PublishingImages/mecanismo_4.jpg&imgrefurl=http://www.proteccaocivil.pt/PrevencaoProteccao/RiscosNaturais/AcidentesGeomorfologicos/Pages/MecanismosdeRotura.aspx&h=275&w=370&sz=16&hl=pt-BR&start=3&um=1&tbnid=jveuo8t-IfrL0M:&tbnh=91&tbnw=122&prev=/images%3Fq%3Ddeslizamentos%2Bde%2Bblocos%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN </li></ul><ul><li>http://www.fct.mctes.pt/projectos/pub/2006/Painel_Result/vglobal_projecto.asp?idProjecto=68227&idElemConcurso=902 </li></ul>

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