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 A urografia excretora ou (U. Intravenosa) -
(Pielografia Excretora) é um exame radiológico
que faz uso de um contraste i...
As principais indicações clínicas da urografia excretora
incluem:
 1- Aumento da massa abdominal (crescimento anormal que...
 Bronquite asmática.
 Reações alérgicas à todo e qualquer produto que tenha
Iodo.
 Anúria, ou ausência de excreção de u...
 Início no dia anterior
 Almoço normal, evitando apenas alimentos
que deixem resíduos (verduras, legumes, feijão,
milho ...
 1 a 4 Anos: 1 Supositório de Glicerina 3h antes
do exame – Jejum absoluto
 5 a 7 Anos: 1 CP de Ducolax 20h antes e 1
Su...
 Realizar limpeza intestinal por via
retal (fleet-enema) se necessário, e
conforme pedido do médico
radiologista que real...
8
 Coleta da anamnese;
 Explicar todo o procedimento ao
paciente e sobre o exame a ser
realizado;
 Serão feitas várias ra...
1. Tipo e quantidade corretos de contraste
(iônico e não iônico)
2. Agulhas estéreis incluindo scalps 19/21
3. Algodão, ál...
 Radiografia panorâmica do abdome: deve-se usar em torno de 65-
75 KV, um mAs alto e baixo tempo de exposição, principalm...
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 PCT SEM ANTECENDENDE ALERGICO:
Pode-se utilizar contraste iodado iônico.
 PCT COM ANTECENDENTES ALERGICOS
(não especifi...
 Náuseas e vômitos
 Prurido
 Espirros
 Extravasamento: queimação ou
dormência no local da injeção
 Resposta vasovagal...
Exige medicação
 Urticária excessiva
 Taquicardia
 Urticárias gigantes
 Muito vômito
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Exigem tratamento IMEDIATO
 Pressão arterial muito baixa
 Parada cardiorrespiratória
 Perda da consciência
 Convulsões...
SEGUNDO ANTONIO BIASOLI
A maior parte das reações adversas ocorrem 25
minutos após a administração do contraste.
O pacient...
 Resolução nº 2 de 2005 CONTER
Art. 6º - Todos os exames que necessitam de contraste iodados ou
outros produtos farmacoló...
2005 2009
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 CONTER em resolução deixou a questão no ar, apenas
atribui responsabilidade ao medico, que deve
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 Possíveis cálculos ureterais.
 Massa abdominal.
 Aneurisma de aorta. (saliência ou inchaço na parte da aorta que
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FILTRAGEM
• Por dia: 180 L
• Por hora: 7,5 L
• Por minuto: 125 ml
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- Radiografia simples panorâmica (planigrafia dos rins sem contraste);
- Injetar rapidamente o contraste;
- Radiografia...
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Serve para observar o
preparo intestinal e se
a técnica está
adequada para o
exame.
Filme: 30x40 ou 35x43
RC: Nível da ...
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Estudar os
cálices renais
e pelve renal
cheios de
contraste.
Pelve Renal
Cálice Renal
Ureter
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Estudar os
cálices renais
e pelve renal
cheios de
contraste.
Pelve Renal
Ureteres
Cálice Renal
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radiografia panorâmica para
documentar a excreção
pelos ureteres.
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Realizar radiografia
panorâmica para
documentar a
excreção pelos
ureteres e
esvaziamento
dos rins.
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Incidência
localizada de
bexiga, pré
miccional.
Obs:
Esta incidência
fica a critério
do medico.
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 Incidência
localizada de
bexiga, pós
micção.
 Observa-se
resíduo de
contraste em
bexiga.
.
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A litíase/nefrolitíase,
cálculo urinário ou pedra no
rim, como são comumente
conhecidos os cálculos
renais, na verdade ...
48
 Nefrotomografia
pós injeção de
contraste,
evidenciando
cálculos renais
bilaterais,
 Rim esquerdo
com cateter
Duplo “...
49
50
Os cistos renais são
dilatações de
alguma parte do
nefron.
A principal razão
para o
aparecimento dos
cistos é o aumento...
51
Junção Uretero-Piélica:
fechamento
parcial ou total da
junção entre a
pelve renal e o
ureter.
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Estreitamento de um
segmento da ureter.
Imagem bem evidenciada
nesta reconstrução coronal
na modalidade de
tomografia.
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Urotomografia
São dilatações anormais da uretra
Podem ocorrer em homens mulheres
Ser congênitos ou adquiridos após o
na...
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 Aumento da pressão interna nos rins.
 Para este protocolo necessita de intervalos
menores para este estudo. (1min, 2...
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Observa uma distensão
da pelve renal e dos
cálices renais. Em sua
maioria acontece por
cálculos na pelve renal
ou urete...
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Fistula vesico-vaginal consiste de uma comunicação
entre a bexiga e a vagina, levando a perda contínua de
urina. As fis...
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Imagem por Ressonância
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 Observa a
duplicação de
1 ou dos 2
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pelve renais.
 Este fator não
altera a saúde
do paciente.
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 É um rim normal que não
ascende ao abdome,
permanecendo na pelve.
 Este fator não altera a saúde
do paciente, embora...
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 Nefroptose (também chamada de rim flutuante ou
ptose renal) é uma condição anormal na qual o rim
cai para baixo na pélvi...
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• Kenneth L. Bontrager, MA, RT(R) Tratado de Técnica Radiológica e
Base Anatômica
• Antonio Biasoli Jr. Técnicas radiog...
 Prof. RAQUEL FRANCISCA DA SILVA
 Prof. JOÃO PEDRO VIEIRA COSTA
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Urografia excretora - Abordagem completa

  1. 1. 1
  2. 2.  A urografia excretora ou (U. Intravenosa) - (Pielografia Excretora) é um exame radiológico que faz uso de um contraste iodado para estudar a árvore excretora urinária a partir dos rins, visando avaliar a estrutura e funcionamento de todo sistema urinário.  Fluxo do sistema;  Capacidade funcional dos rins;  Obstruções. 2
  3. 3. As principais indicações clínicas da urografia excretora incluem:  1- Aumento da massa abdominal (crescimento anormal que envolve o abdômen)  2- Cálculos renais ou ureterais (pedras)  3- Traumatismo renal (pancada)  4- Dor no flanco  5- Hematúria (sangue na urina)  6- Hipertensão renal ( aumento da pressão interna no rim)  7- Infecções do trato urinário  8- Nefroptose (queda do rim com o paciente em pé)  09- Carcinoma de bexiga (CA)  10- Rim em ferradura (formato de ferradura)  12- Hidronefrose (dilatação do rim por obstrução)  13- Pielonefrite (inflamação do trato urinário ascendente)  14 – Hipernefroma (Carcinoma de células renais ) 3
  4. 4.  Bronquite asmática.  Reações alérgicas à todo e qualquer produto que tenha Iodo.  Anúria, ou ausência de excreção de urina.  Doença renal ou hepatite grave.  Insuficiência renal aguda ou crônica.  Insuficiência cardíaca congestiva.  Anemia falciforme. (predominante em negros)  Feocromocitoma. (tumor raro da glândula adrenal)  Diabetes.  Uso de Glucophage/metformina). (medicamento para diabetes que deve ser interrompido 48h antes do exame). Evitar Acidose láctica 4
  5. 5.  Início no dia anterior  Almoço normal, evitando apenas alimentos que deixem resíduos (verduras, legumes, feijão, milho verde,etc)  14:00h dissolver 1 envelope de Picolax em um copo de água, deixar na geladeira e tomar as 14:30h  É necessário tomar bastante líquido (o laxante provoca diarréia)  Medicações habituais (exceto METIFORMINA)  Jejum a partir das 23:00h exceto líquidos 5
  6. 6.  1 a 4 Anos: 1 Supositório de Glicerina 3h antes do exame – Jejum absoluto  5 a 7 Anos: 1 CP de Ducolax 20h antes e 1 Supositório de Glicerina 3h antes do exame.  8 a 12 Anos: 30ml de Laxol 20h antes e Supositório de Glicerina 3h antes.  Medicações habituais (exceto METIFORMINA) 6
  7. 7.  Realizar limpeza intestinal por via retal (fleet-enema) se necessário, e conforme pedido do médico radiologista que realizará este exame. 7
  8. 8. 8
  9. 9.  Coleta da anamnese;  Explicar todo o procedimento ao paciente e sobre o exame a ser realizado;  Serão feitas várias radiografias com o tempo marcado a cada radiográfico. 9
  10. 10. 1. Tipo e quantidade corretos de contraste (iônico e não iônico) 2. Agulhas estéreis incluindo scalps 19/21 3. Algodão, álcool e esparadrapo 4. Torniquete (garrote) 5. Bacia ou toalha para vômito 6. Identificador de tempo de cada radiografia 7. Faixa compressora 10
  11. 11.  Radiografia panorâmica do abdome: deve-se usar em torno de 65- 75 KV, um mAs alto e baixo tempo de exposição, principalmente para otimizar a visualização das lesões que contêm cálcio.  Contraste iodado iônico/não-iônico venoso. Normalmente utiliza-se 1ml/kg de peso. ( 75 kg = 75 ml de contraste) injetado em BOLO. 4 a 5ml por Segundo.  Obs: O exame deve ser acompanhado por médico radiologista que a qualquer momento, a depender da situação e da indicação do exame, pode alterar o protocolo básico. 11
  12. 12. 12
  13. 13.  PCT SEM ANTECENDENDE ALERGICO: Pode-se utilizar contraste iodado iônico.  PCT COM ANTECENDENTES ALERGICOS (não especifico ao IODO) Realizar preparo profilático a base de antialérgicos; Utilizar contraste iodado não iônico. 13
  14. 14.  Náuseas e vômitos  Prurido  Espirros  Extravasamento: queimação ou dormência no local da injeção  Resposta vasovagal (medo): fraqueza, tonteira, sudorese, sensação de desmaio 14
  15. 15. Exige medicação  Urticária excessiva  Taquicardia  Urticárias gigantes  Muito vômito 15
  16. 16. Exigem tratamento IMEDIATO  Pressão arterial muito baixa  Parada cardiorrespiratória  Perda da consciência  Convulsões  Edema laríngeo  Cianose  Dificuldade respiratória  Choque profundo 16
  17. 17. SEGUNDO ANTONIO BIASOLI A maior parte das reações adversas ocorrem 25 minutos após a administração do contraste. O paciente deve ser orientado quanto estes infortúnios e jamais deve ficar só durante o exame. 17
  18. 18.  Resolução nº 2 de 2005 CONTER Art. 6º - Todos os exames que necessitam de contraste iodados ou outros produtos farmacológicos para a sua realização, incluindo procedimentos médicos, deverão ser executados em conjunto com o médico, respeitando as atribuições profissionais de cada um. (LEI No 7.394)  Parágrafo único - Não é de competência do Técnico ou Tecnólogo em Radiologia a administração de produtos radiofármacos. http://www.conter.gov.br/uploads/legislativo/n._022005.pdf Resolução nº 6 de 2009 CONTER Permanece o Artigo nº 6 e o Artigo nº 8 revoga o parágrafo único do mesmo artigo da Resolução nº 2 de 2005. http://www.conter.gov.br/uploads/legislativo/n_062009.pdf 18
  19. 19. 2005 2009 19
  20. 20.  CONTER em resolução deixou a questão no ar, apenas atribui responsabilidade ao medico, que deve supervisionar o exame. Resolução nº 6 de 28/05/2009 / CONTER  CFM a pedido do CRTR 6ª Região (Porto Alegre - RS), se pronunciou dando autonomia ao profissional de radiologia, desde que este tenha treinamento e habilitação para o procedimento e devendo ser supervisionado pelo medico. http://aproterj.com.br/noticias/81-destaques/131-os-profissionais-das-tecnicas-radiologicas-podem-administrar-contraste 20
  21. 21. 21
  22. 22. 22
  23. 23.  Possíveis cálculos ureterais.  Massa abdominal.  Aneurisma de aorta. (saliência ou inchaço na parte da aorta que passa pelo abdômen)  Cirurgia abdominal recente.  Dor abdominal intensa.  Trauma abdominal agudo. 23
  24. 24. 24
  25. 25. 25
  26. 26. 26
  27. 27. FILTRAGEM • Por dia: 180 L • Por hora: 7,5 L • Por minuto: 125 ml 27
  28. 28. 28 - Radiografia simples panorâmica (planigrafia dos rins sem contraste); - Injetar rapidamente o contraste; - Radiografia panorâmica 5 minutos após o início da injeção do contraste; - Fazer compressão se o paciente não estiver com dor ou se o paciente suportar a compressão; - Radiografia localizada 10 minutos; - Soltar a compressão ao realizar a radiografia panorâmica de 15minutos; - Radiografia panorâmica 20 minutos; - Radiografia panorâmica 25 minutos em ORTOSTATICO, após esvaziamento vesical. Para observar resíduo de contraste em bexiga.
  29. 29. 29
  30. 30. 30
  31. 31. 31 Serve para observar o preparo intestinal e se a técnica está adequada para o exame. Filme: 30x40 ou 35x43 RC: Nível da C. Ilíaca
  32. 32. 32
  33. 33. 33
  34. 34. 34 Estudar os cálices renais e pelve renal cheios de contraste. Pelve Renal Cálice Renal Ureter
  35. 35. 35
  36. 36. 36
  37. 37. 37 Estudar os cálices renais e pelve renal cheios de contraste. Pelve Renal Ureteres Cálice Renal
  38. 38. 38
  39. 39. 39
  40. 40. 40 radiografia panorâmica para documentar a excreção pelos ureteres.
  41. 41. 41
  42. 42. 42 Realizar radiografia panorâmica para documentar a excreção pelos ureteres e esvaziamento dos rins.
  43. 43. 43 Incidência localizada de bexiga, pré miccional. Obs: Esta incidência fica a critério do medico.
  44. 44. 44
  45. 45. 45  Incidência localizada de bexiga, pós micção.  Observa-se resíduo de contraste em bexiga. .
  46. 46. 46
  47. 47. 47 A litíase/nefrolitíase, cálculo urinário ou pedra no rim, como são comumente conhecidos os cálculos renais, na verdade são uma desordem causada por uma estrutura cristalina que se forma nas várias partes do trato urinário. São depósitos organizados de sais minerais nos rins ou em qualquer parte do aparelho urinário.
  48. 48. 48  Nefrotomografia pós injeção de contraste, evidenciando cálculos renais bilaterais,  Rim esquerdo com cateter Duplo “J” implantado.
  49. 49. 49
  50. 50. 50 Os cistos renais são dilatações de alguma parte do nefron. A principal razão para o aparecimento dos cistos é o aumento da pressão interna dos rins.
  51. 51. 51 Junção Uretero-Piélica: fechamento parcial ou total da junção entre a pelve renal e o ureter.
  52. 52. 52 Estreitamento de um segmento da ureter. Imagem bem evidenciada nesta reconstrução coronal na modalidade de tomografia.
  53. 53. 53 Urotomografia São dilatações anormais da uretra Podem ocorrer em homens mulheres Ser congênitos ou adquiridos após o nascimento Imagem adquirida por TC com reconstrução multiplanar.
  54. 54. 54  Aumento da pressão interna nos rins.  Para este protocolo necessita de intervalos menores para este estudo. (1min, 2min, 3min, 5min)
  55. 55. 55 Observa uma distensão da pelve renal e dos cálices renais. Em sua maioria acontece por cálculos na pelve renal ou ureteres, também tumores que obstruem a excreção do contraste (urina), em gestantes pode ocorrer se o feto estiver comprimindo os ureteres.
  56. 56. 56
  57. 57. 57
  58. 58. 58 Fistula vesico-vaginal consiste de uma comunicação entre a bexiga e a vagina, levando a perda contínua de urina. As fistulas surgem principalmente após procedimentos cirúrgicos na região pélvica, em especial histerectomia. Outras causas como radioterapia, tumor de colo de útero, infecções, etc., também podem levar ao surgimento de uma fístula . Os principais sintomas são perda de urina contínua e infecção urinária, associadas a história de manipulação cirúrgica da região pélvica. A quantidade de perda urinária varia de acordo com a gravidade da fístula, ou seja, fístulas menores tendem a ter uma perda menor de urina.
  59. 59. 59
  60. 60. 60
  61. 61. 61 Imagem por Ressonância
  62. 62. 62  Observa a duplicação de 1 ou dos 2 ureteres ou pelve renais.  Este fator não altera a saúde do paciente.
  63. 63. 63
  64. 64. 64
  65. 65. 65  É um rim normal que não ascende ao abdome, permanecendo na pelve.  Este fator não altera a saúde do paciente, embora nas mulheres, pode ela pode interferir no mecanismo do parto. Imagem adquirida por TC com reconstrução multiplanar.
  66. 66. 66
  67. 67.  Nefroptose (também chamada de rim flutuante ou ptose renal) é uma condição anormal na qual o rim cai para baixo na pélvis quando o paciente é posto para cima. É mais comum em mulheres que em homens. Foi um das doenças mais controversas entre doutores em sua diagnose e seus tratamentos.  Realiza-se uma radiografia panorâmica, com o paciente de pé pós injeção de contraste iodado. É necessário uma boa imagem em ortostático, com os rins bem cheios de contraste. 67
  68. 68. 68
  69. 69. 69
  70. 70. 70 • Kenneth L. Bontrager, MA, RT(R) Tratado de Técnica Radiológica e Base Anatômica • Antonio Biasoli Jr. Técnicas radiográficas 2006 Outras Pesquisas Sites: • Pro-renal: www.pro-renal.org.br • CONTER: www.conter.gov.br • CRTR 6°: www.crtr6-rs.org.br • Radiologia Blog: www.crtr6-rs.org.br
  71. 71.  Prof. RAQUEL FRANCISCA DA SILVA  Prof. JOÃO PEDRO VIEIRA COSTA 71

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