SlideShare uma empresa Scribd logo

Classificações das resinas compostas, preparo cavitário e restauração em rc para dentes posteriores 2012 1

Classificações das Resinas Compostas, preparo cavitário e restauração em RC para dentes posteriores

1 de 98
Baixar para ler offline
Prof. Ms. Guilherme Terra
Dentística Operatória Aplicada

CLASSIFICAÇÕES DAS RESINAS
COMPOSTAS
Introdução

 As resinas compostas foram desenvolvidas a
  partir dos estudos de Bowen no final da década
  de 50.

 Em 1962 juntou a resina epóxica com a resina
  acrílica obtendo uma resina com matriz de BIS-
  GMA (Bisfenol glicidil metacrilato).

 Este material propiciava uma menor contração
  de polimerização com menor quantidade de
  bolhas em relação às resinas acrílicas.

                                                 Terra, G.
Histórico

 1955 - Técnica do condicionamento ácido
  (Buonocore).

 1958 - Dimetilmetacrilatos (Bis-GMA) e partículas
  inorgânicas silanizadas investigadas como
  materiais restauradores diretos.

 1964 - Comercialização de resinas compostas
  contendo Bis-GMA – Quimicamente ativadas.

 1973 - Resinas compostas de dimetacrilato
  fotopolimerzáveis com Luz UV.
                                                Terra, G.
Histórico

 1977 – Resinas fotopolimerizadas com Luz
  Halógena – Resinas de macropartículas.

 1978 – Resinas compostas microparticuladas.

 1979 – Resinas compostas híbridas.

 Década de 90 – Resinas micro híbridas.

 2005 – Resinas nanoparticuladas.

                                                Terra, G.
Composição

 Matriz orgânica

 Matriz inorgânica

 Ativadores e iniciadores de polimerização

 Inibidor de polimerização

 Pigmentos, opacificadores

 Radiopacificadores

                                              Terra, G.
Matriz orgânica

 Constituída por monômeros

   BIS-GMA (bisfenol-A glicidil metactrilato)
     Mais frequentemente empregado.

   UDMA (uretano dimetacrilato)
     Menos empregado.


 Podem ser considerados o corpo da resina
  composta.
                                                 Terra, G.

Recomendados

Fotopolimerização e fatores de contração
Fotopolimerização e fatores de contraçãoFotopolimerização e fatores de contração
Fotopolimerização e fatores de contraçãoprofguilhermeterra
 
Classificações das Resinas Compostas
Classificações das Resinas CompostasClassificações das Resinas Compostas
Classificações das Resinas Compostasprofguilhermeterra
 
Propriedades ópticas e restaurações anteriores em resinas compostas 2012 1
Propriedades ópticas e restaurações anteriores em resinas compostas 2012 1Propriedades ópticas e restaurações anteriores em resinas compostas 2012 1
Propriedades ópticas e restaurações anteriores em resinas compostas 2012 1Guilherme Terra
 
Restaurações em resinas compostas
Restaurações em resinas compostasRestaurações em resinas compostas
Restaurações em resinas compostasprofguilhermeterra
 
Adesivos dentinários e Restaurações Anteriores em Resinas Compostas
Adesivos dentinários e Restaurações Anteriores em Resinas CompostasAdesivos dentinários e Restaurações Anteriores em Resinas Compostas
Adesivos dentinários e Restaurações Anteriores em Resinas Compostasprofguilhermeterra
 
Classificações das resinas compostas
Classificações das resinas compostasClassificações das resinas compostas
Classificações das resinas compostasprofguilhermeterra
 
Adesivos odontológicos e fatores de contração 2012 1
Adesivos odontológicos e fatores de contração 2012 1Adesivos odontológicos e fatores de contração 2012 1
Adesivos odontológicos e fatores de contração 2012 1Guilherme Terra
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Cárie com interesse à Dentística
Cárie com interesse à DentísticaCárie com interesse à Dentística
Cárie com interesse à Dentísticaprofguilhermeterra
 
Restaurações posteriores em resinas compostas
Restaurações posteriores em resinas compostasRestaurações posteriores em resinas compostas
Restaurações posteriores em resinas compostasprofguilhermeterra
 
Classificações das resinas compostas, preparo cavitário e restauração em rc p...
Classificações das resinas compostas, preparo cavitário e restauração em rc p...Classificações das resinas compostas, preparo cavitário e restauração em rc p...
Classificações das resinas compostas, preparo cavitário e restauração em rc p...Guilherme Terra
 
óXido de zinco e eugenol para moldagem camilla bringel
óXido de zinco e eugenol para moldagem  camilla bringelóXido de zinco e eugenol para moldagem  camilla bringel
óXido de zinco e eugenol para moldagem camilla bringelCamilla Bringel
 
Classificação dos Materiais de Moldagem - Elásticos e Anelásticos
Classificação dos Materiais de Moldagem - Elásticos e AnelásticosClassificação dos Materiais de Moldagem - Elásticos e Anelásticos
Classificação dos Materiais de Moldagem - Elásticos e AnelásticosAndré Milioli Martins
 
Exame clínico, diagnóstico e plano de tratamento em odontopediatria.
Exame clínico, diagnóstico e plano de tratamento em odontopediatria.Exame clínico, diagnóstico e plano de tratamento em odontopediatria.
Exame clínico, diagnóstico e plano de tratamento em odontopediatria.Cristhiane Amaral
 
Grampos protese 1 pdf
Grampos protese 1 pdfGrampos protese 1 pdf
Grampos protese 1 pdfThiago Dant
 
Cimentos e cimentação - Fábio Robles FOUFF/NF
Cimentos e cimentação - Fábio Robles FOUFF/NFCimentos e cimentação - Fábio Robles FOUFF/NF
Cimentos e cimentação - Fábio Robles FOUFF/NFFabio Robles
 
Proteção do complexo dentino pulpar 2012-1
Proteção do complexo dentino pulpar 2012-1Proteção do complexo dentino pulpar 2012-1
Proteção do complexo dentino pulpar 2012-1Guilherme Terra
 

Mais procurados (20)

Restaurações em Amálgama
Restaurações em AmálgamaRestaurações em Amálgama
Restaurações em Amálgama
 
Resina composta
Resina compostaResina composta
Resina composta
 
Cárie com interesse à Dentística
Cárie com interesse à DentísticaCárie com interesse à Dentística
Cárie com interesse à Dentística
 
Resinas compostas
Resinas compostasResinas compostas
Resinas compostas
 
Restaurações posteriores em resinas compostas
Restaurações posteriores em resinas compostasRestaurações posteriores em resinas compostas
Restaurações posteriores em resinas compostas
 
Classificações das resinas compostas, preparo cavitário e restauração em rc p...
Classificações das resinas compostas, preparo cavitário e restauração em rc p...Classificações das resinas compostas, preparo cavitário e restauração em rc p...
Classificações das resinas compostas, preparo cavitário e restauração em rc p...
 
Obturacão de canais
Obturacão de canaisObturacão de canais
Obturacão de canais
 
Lesões endo perio
Lesões endo perioLesões endo perio
Lesões endo perio
 
óXido de zinco e eugenol para moldagem camilla bringel
óXido de zinco e eugenol para moldagem  camilla bringelóXido de zinco e eugenol para moldagem  camilla bringel
óXido de zinco e eugenol para moldagem camilla bringel
 
Resinas compostas
Resinas compostasResinas compostas
Resinas compostas
 
Classificação dos Materiais de Moldagem - Elásticos e Anelásticos
Classificação dos Materiais de Moldagem - Elásticos e AnelásticosClassificação dos Materiais de Moldagem - Elásticos e Anelásticos
Classificação dos Materiais de Moldagem - Elásticos e Anelásticos
 
Gessos odontológicos- Tipo I
Gessos odontológicos- Tipo IGessos odontológicos- Tipo I
Gessos odontológicos- Tipo I
 
Cirurgia Em Odontopediatria
Cirurgia Em OdontopediatriaCirurgia Em Odontopediatria
Cirurgia Em Odontopediatria
 
Exame clínico, diagnóstico e plano de tratamento em odontopediatria.
Exame clínico, diagnóstico e plano de tratamento em odontopediatria.Exame clínico, diagnóstico e plano de tratamento em odontopediatria.
Exame clínico, diagnóstico e plano de tratamento em odontopediatria.
 
Endodontia 2013
Endodontia 2013Endodontia 2013
Endodontia 2013
 
Grampos protese 1 pdf
Grampos protese 1 pdfGrampos protese 1 pdf
Grampos protese 1 pdf
 
Restauração classe iii em rc
Restauração classe iii em rcRestauração classe iii em rc
Restauração classe iii em rc
 
doença periodontal
doença periodontaldoença periodontal
doença periodontal
 
Cimentos e cimentação - Fábio Robles FOUFF/NF
Cimentos e cimentação - Fábio Robles FOUFF/NFCimentos e cimentação - Fábio Robles FOUFF/NF
Cimentos e cimentação - Fábio Robles FOUFF/NF
 
Proteção do complexo dentino pulpar 2012-1
Proteção do complexo dentino pulpar 2012-1Proteção do complexo dentino pulpar 2012-1
Proteção do complexo dentino pulpar 2012-1
 

Mais de Guilherme Terra

Tutorial para baixar os arquivos do blog
Tutorial para baixar os arquivos do blogTutorial para baixar os arquivos do blog
Tutorial para baixar os arquivos do blogGuilherme Terra
 
Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013
Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013
Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013Guilherme Terra
 
Anestesia geral e sedação consciente 2013
Anestesia geral e sedação consciente 2013Anestesia geral e sedação consciente 2013
Anestesia geral e sedação consciente 2013Guilherme Terra
 
Tratamento das comunicações buco sinusais 2013
Tratamento das comunicações buco sinusais 2013Tratamento das comunicações buco sinusais 2013
Tratamento das comunicações buco sinusais 2013Guilherme Terra
 
Infecções odontogênicas 2013
Infecções odontogênicas 2013Infecções odontogênicas 2013
Infecções odontogênicas 2013Guilherme Terra
 
Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013Guilherme Terra
 
Cirurgia pré protética 2013
Cirurgia pré protética 2013Cirurgia pré protética 2013
Cirurgia pré protética 2013Guilherme Terra
 
Aula interação estrutural 2013
Aula interação estrutural 2013Aula interação estrutural 2013
Aula interação estrutural 2013Guilherme Terra
 
Lista de material cbmf 2013
Lista de material cbmf 2013Lista de material cbmf 2013
Lista de material cbmf 2013Guilherme Terra
 
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013Guilherme Terra
 
Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013
Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013
Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013Guilherme Terra
 
Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf 2013
Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf   2013Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf   2013
Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf 2013Guilherme Terra
 
Controle de infecção e biossegurança 2013
Controle de infecção e biossegurança 2013Controle de infecção e biossegurança 2013
Controle de infecção e biossegurança 2013Guilherme Terra
 
Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013
Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013
Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013Guilherme Terra
 
Síntese e técnicas sutura 2013
Síntese e técnicas sutura 2013Síntese e técnicas sutura 2013
Síntese e técnicas sutura 2013Guilherme Terra
 
Exodontia com normalidade de forma e função 2013
Exodontia com normalidade de forma e função 2013Exodontia com normalidade de forma e função 2013
Exodontia com normalidade de forma e função 2013Guilherme Terra
 
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013Guilherme Terra
 
Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1
Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1
Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1Guilherme Terra
 
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmfDiretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmfGuilherme Terra
 
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmfDiretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmfGuilherme Terra
 

Mais de Guilherme Terra (20)

Tutorial para baixar os arquivos do blog
Tutorial para baixar os arquivos do blogTutorial para baixar os arquivos do blog
Tutorial para baixar os arquivos do blog
 
Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013
Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013
Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013
 
Anestesia geral e sedação consciente 2013
Anestesia geral e sedação consciente 2013Anestesia geral e sedação consciente 2013
Anestesia geral e sedação consciente 2013
 
Tratamento das comunicações buco sinusais 2013
Tratamento das comunicações buco sinusais 2013Tratamento das comunicações buco sinusais 2013
Tratamento das comunicações buco sinusais 2013
 
Infecções odontogênicas 2013
Infecções odontogênicas 2013Infecções odontogênicas 2013
Infecções odontogênicas 2013
 
Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013
 
Cirurgia pré protética 2013
Cirurgia pré protética 2013Cirurgia pré protética 2013
Cirurgia pré protética 2013
 
Aula interação estrutural 2013
Aula interação estrutural 2013Aula interação estrutural 2013
Aula interação estrutural 2013
 
Lista de material cbmf 2013
Lista de material cbmf 2013Lista de material cbmf 2013
Lista de material cbmf 2013
 
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
 
Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013
Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013
Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013
 
Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf 2013
Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf   2013Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf   2013
Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf 2013
 
Controle de infecção e biossegurança 2013
Controle de infecção e biossegurança 2013Controle de infecção e biossegurança 2013
Controle de infecção e biossegurança 2013
 
Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013
Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013
Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013
 
Síntese e técnicas sutura 2013
Síntese e técnicas sutura 2013Síntese e técnicas sutura 2013
Síntese e técnicas sutura 2013
 
Exodontia com normalidade de forma e função 2013
Exodontia com normalidade de forma e função 2013Exodontia com normalidade de forma e função 2013
Exodontia com normalidade de forma e função 2013
 
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
 
Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1
Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1
Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1
 
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmfDiretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmf
 
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmfDiretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmf
 

Último

Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...azulassessoriaacadem3
 
1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...
1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...
1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...azulassessoriaacadem3
 
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptxSlides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...apoioacademicoead
 
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...excellenceeducaciona
 
Elementos da Formação Social: sociologia no ensino médio
Elementos da Formação Social: sociologia no ensino médioElementos da Formação Social: sociologia no ensino médio
Elementos da Formação Social: sociologia no ensino médioProfessor Belinaso
 
01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptx
01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptx01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptx
01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptxAndreia Silva
 
610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...
610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...
610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...GraceDavino
 
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...excellenceeducaciona
 
4. Descreva como a empresa funciona e de que maneira a teoria da ORT é observ...
4. Descreva como a empresa funciona e de que maneira a teoria da ORT é observ...4. Descreva como a empresa funciona e de que maneira a teoria da ORT é observ...
4. Descreva como a empresa funciona e de que maneira a teoria da ORT é observ...apoioacademicoead
 
08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da Mulher08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da MulherMary Alvarenga
 
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...azulassessoriaacadem3
 
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...azulassessoriaacadem3
 
Reprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º ano
Reprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º anoReprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º ano
Reprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º anoMariaJoão Agualuza
 
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...azulassessoriaacadem3
 
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...azulassessoriaacadem3
 
Um círculo de Leitura Fada Oriana. Colmeias.pptx
Um círculo de Leitura Fada Oriana. Colmeias.pptxUm círculo de Leitura Fada Oriana. Colmeias.pptx
Um círculo de Leitura Fada Oriana. Colmeias.pptxColmeias
 
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento Mary Alvarenga
 
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...assessoriaff01
 
A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...
A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...
A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...apoioacademicoead
 

Último (20)

Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
 
1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...
1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...
1. Encontre um Livro Didático de Língua Portuguesa, que seja para o 1º, 2º ou...
 
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptxSlides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
 
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
 
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
 
Elementos da Formação Social: sociologia no ensino médio
Elementos da Formação Social: sociologia no ensino médioElementos da Formação Social: sociologia no ensino médio
Elementos da Formação Social: sociologia no ensino médio
 
01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptx
01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptx01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptx
01_Apresentacao_25_CIAED_2019_Ambientação_GRAD.pptx
 
610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...
610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...
610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...
 
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
 
4. Descreva como a empresa funciona e de que maneira a teoria da ORT é observ...
4. Descreva como a empresa funciona e de que maneira a teoria da ORT é observ...4. Descreva como a empresa funciona e de que maneira a teoria da ORT é observ...
4. Descreva como a empresa funciona e de que maneira a teoria da ORT é observ...
 
08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da Mulher08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da Mulher
 
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
 
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
 
Reprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º ano
Reprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º anoReprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º ano
Reprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º ano
 
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
 
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
 
Um círculo de Leitura Fada Oriana. Colmeias.pptx
Um círculo de Leitura Fada Oriana. Colmeias.pptxUm círculo de Leitura Fada Oriana. Colmeias.pptx
Um círculo de Leitura Fada Oriana. Colmeias.pptx
 
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
 
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
 
A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...
A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...
A Organização Racional do Trabalho (ORT), proposta por Frederick Taylor no in...
 

Classificações das resinas compostas, preparo cavitário e restauração em rc para dentes posteriores 2012 1

  • 1. Prof. Ms. Guilherme Terra Dentística Operatória Aplicada CLASSIFICAÇÕES DAS RESINAS COMPOSTAS
  • 2. Introdução  As resinas compostas foram desenvolvidas a partir dos estudos de Bowen no final da década de 50.  Em 1962 juntou a resina epóxica com a resina acrílica obtendo uma resina com matriz de BIS- GMA (Bisfenol glicidil metacrilato).  Este material propiciava uma menor contração de polimerização com menor quantidade de bolhas em relação às resinas acrílicas. Terra, G.
  • 3. Histórico  1955 - Técnica do condicionamento ácido (Buonocore).  1958 - Dimetilmetacrilatos (Bis-GMA) e partículas inorgânicas silanizadas investigadas como materiais restauradores diretos.  1964 - Comercialização de resinas compostas contendo Bis-GMA – Quimicamente ativadas.  1973 - Resinas compostas de dimetacrilato fotopolimerzáveis com Luz UV. Terra, G.
  • 4. Histórico  1977 – Resinas fotopolimerizadas com Luz Halógena – Resinas de macropartículas.  1978 – Resinas compostas microparticuladas.  1979 – Resinas compostas híbridas.  Década de 90 – Resinas micro híbridas.  2005 – Resinas nanoparticuladas. Terra, G.
  • 5. Composição  Matriz orgânica  Matriz inorgânica  Ativadores e iniciadores de polimerização  Inibidor de polimerização  Pigmentos, opacificadores  Radiopacificadores Terra, G.
  • 6. Matriz orgânica  Constituída por monômeros  BIS-GMA (bisfenol-A glicidil metactrilato)  Mais frequentemente empregado.  UDMA (uretano dimetacrilato)  Menos empregado.  Podem ser considerados o corpo da resina composta. Terra, G.
  • 7. Matriz inorgânica  Promove estabilidade dimensional à matriz resinosa.  Melhora as propriedades  Menor sorção de água.  Aumenta a resistência à tração, compressão e abrasão. Terra, G.
  • 8. Matriz inorgânica  Partículas inorgânicas de carga:  Quartzo ou Vidro  Sílica coloidal  Bário  Estrôncio Terra, G.
  • 9. Agentes Iniciadores e Ativadores  Agentes químicos que excitados dão inicio ao processo de polimerização.  Nos sistemas químicamente ativados o peróxido de benzoila é o agente iniciador ativado por uma amina terciaria (ativador). Terra, G.
  • 10. Agentes Iniciadores e Ativadores  Sistemas fotopolimerizáveis  O ativador é a luz halógena ou o LED.  Iniciadores  Cânforoquinona (mais utilizada) ou diquetona.  Uma luz visível (ativador) com comprimento de onda que varia entre 420 a 450 nm excita os iniciadores. Terra, G.
  • 11. Inibidores de polimerização  Acrescenta-se hidroquinona para que não haja fotopolimerização prematura.  A ação da luz, temperatura e tempo podem causar a polimerização espontânea da matriz orgânica, diminuindo suas propriedades. Terra, G.
  • 12. Pigmentos  Essenciais para a mimetização proporcionando reproduzir as cores da estrutura dental. Terra, G.
  • 13. Classificação das Resinas Compostas  Classificação pelo sistema de ativação  RC quimicamente ativadas.  RC Fotoativadas. Terra, G.
  • 14. Classificação pelo tamanho da partícula  Macropartículas  Micropartículas  Híbridas  Micro-híbridas  Nanoparticuladas  Nanohíbridas Terra, G.
  • 15. Macropartículas  Partículas de 15 a 100 micrômeros.  Contém geralmente entre 70 a 80% em peso de carga inorgânica (50 a 60% de volume).  Alta resistência mecânica. Higashi C, Souza CM, Liu J, Hirata R. Resina composta para dentes anteriores. In: Fonseca AS. Odontologia Estética: a arte da perfeição. São Paulo: Artes Médicas; 2008. p. 99-135. Terra, G.
  • 16. Macropartículas  Alta rugosidade superficial.  Péssimo polimento.  Alto grau de manchamento.  Radiopacidade menor que a da dentina. Higashi C, Souza CM, Liu J, Hirata R. Resina composta para dentes anteriores. In: Fonseca AS. Odontologia Estética: a arte da perfeição. São Paulo: Artes Médicas; 2008. p. 99-135. Terra, G.
  • 17. Micropartículas  Partículas de 0,01 a 0,06 micrômetros.  Média de 0,04 µm  Alto grau de polimento e a manutenção do mesmo.  Baixa resistência mecânica. Higashi C, Souza CM, Liu J, Hirata R. Resina composta para dentes anteriores. In: Fonseca AS. Odontologia Estética: a arte da perfeição. São Paulo: Artes Médicas; 2008. p. 99-135. Terra, G.
  • 18. Micropartículas  Grande quantidade de matriz orgânica.  Alto grau de sorpção de pigmentos.  Grandes porções de manchamento principalmente em margens delgadas.  Durafill VS (Kulzer) e Renamel Microfill (Cosmedent). Higashi C, Souza CM, Liu J, Hirata R. Resina composta para dentes anteriores. In: Fonseca AS. Odontologia Estética: a arte da perfeição. São Paulo: Artes Médicas; 2008. p. 99-135. Terra, G.
  • 19. Híbridas  Partículas entre 0,6 a 3,0 micrômeros.  Maior resistência mecânica.  Relativo polimento superficial. Higashi C, Souza CM, Liu J, Hirata R. Resina composta para dentes anteriores. In: Fonseca AS. Odontologia Estética: a arte da perfeição. São Paulo: Artes Médicas; 2008. p. 99-135. Terra, G.
  • 20. Híbridas  Dificuldade de oferecer e de manter polimento.  Charisma (Kulzer); Filtek Z100 e Filtek Z250 (3M ESPE); Tetric Ceram (Ivoclar Vivadent); Herculite XRV (SDS Kerr). Higashi C, Souza CM, Liu J, Hirata R. Resina composta para dentes anteriores. In: Fonseca AS. Odontologia Estética: a arte da perfeição. São Paulo: Artes Médicas; 2008. p. 99-135. Terra, G.
  • 21. Microhíbridas  Partículas de 0,4 a 1,0 micrômetros.  Média de 0,6 µm  Maior capacidade de manutenção de polimento que as híbridas.  4 Seasons (Ivoclar vivadent), Esthet X (Denstply), Point 4 (SDS Kerr), Vit-L-Escense (Ultradent), Amelogen Plus (Ultradent), Opallis (FGM). Higashi C, Souza CM, Liu J, Hirata R. Resina composta para dentes anteriores. In: Fonseca AS. Odontologia Estética: a arte da perfeição. São Paulo: Artes Médicas; 2008. p. 99-135. Terra, G.
  • 22. Nanoparticuladas  Partículas de aproximadamente 5 a 70 nanômetros.  Filtek Supreme e Z350 (3M ESPE).  Excelente polimento, lisura superficial e manutenção do brilho. Higashi C, Souza CM, Liu J, Hirata R. Resina composta para dentes anteriores. In: Fonseca AS. Odontologia Estética: a arte da perfeição. São Paulo: Artes Médicas; 2008. p. 99-135. Terra, G.
  • 23. Nanohíbridas  Partículas entre 0,04 e 3,0 μm.  Resultado da inclusão de nanopartículas em resina microhíbrida.  Características muito próximas às resinas microhíbridas.  Grandio (VOCO) e Premise (SDS Kerr). Higashi C, Souza CM, Liu J, Hirata R. Resina composta para dentes anteriores. In: Fonseca AS. Odontologia Estética: a arte da perfeição. São Paulo: Artes Médicas; 2008. p. 99-135. Terra, G.
  • 24. Resina composta flúida  Possuem grande escoamento, baixa viscosidade e resistência ao desgaste.  Possuem pequena quantidade de carga inorgânica, com partículas de tamanho semelhante às resinas micro-híbridas.  Indicadas para regularização da parede pulpar e caixa proximal. Terra, G.
  • 25. Resina Composta Compactável  Menor contração de polimerização.  Alto conteúdo de carga inorgânica com partículas de tamanho semelhante às resinas micro-híbridas.  Alta viscosidade e resistência ao desgaste.  Indicada apenas para dentes posteriores.  Pequena gama de cores.
  • 26. INDICAÇÕES DAS RESINAS COMPOSTAS DENTES ANTERIORES DENTES POSTERIORES MACROPARTÍCULADAS X MICROPARTÍCULADAS X HIBRIDAS X MICROHÍBRIDAS X X NANOHÍBRIDAS X X NANOMÉTRICAS X X
  • 27. Propriedades das Resinas Compostas  Resistência ao Desgaste  Lisura Superficial  Contração de Polimerização  Infiltração Marginal  Expansão Higroscópica  Estabilidade de Cor  Radiopacidade Terra, G.
  • 28. Resistência ao Desgaste  É uma das maiores desvantagens das resinas compostas.  A presença de placa bacteriana porque os ácidos que promovem o amolecimento da matriz resinosa.  Quanto maior o conteúdo de carga, maior a resistência. Terra, G.
  • 29. Lisura Superficial  Relacionada com a natureza e tamanho da partícula.  Quanto menor o tamanho das partículas melhor é a lisura superficial. Terra, G.
  • 30. Contração de Polimerização  O processo de polimerização induz a contração.  Contração de 1 a 3%.  Promove um stress na interface dente/restauração.  Stress maior que 17 MPa pode romper a interface. Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9. Terra, G.
  • 31. Contração de Polimerização  Até recentemente acreditava-se que a R.C. contraía em direção à Luz.  Contraem em direção às paredes que estão aderidas. Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9. Terra, G.
  • 32. Infiltração Marginal  Diminuída a partir do aprimoramento dos adesivos dentinários.  Ocorre pela formação de uma fenda devido a uma falha de “adesão” entre o material restaurador e a estrutura dental.  Responsável pela reincidência de cárie, manchamento e fraturas marginais e hipersensibilidade pós operatória. Terra, G.
  • 33. Expansão Higroscópica  As resinas absorvem água e se expandem.  Os procedimentos de polimento e acabamento só devem ser realizados 24 horas após a confecção da restauração. Terra, G.
  • 34. Estabilidade de Cor  As resinas sofrem variação de cor num período de 2 a 5 anos.  O manchamento superficial está relacionado com a penetração de corantes existentes nos alimentos, bebidas, fumo, etc. Terra, G.
  • 35. Radiopacidade  Característica necessária para que possa ser feita a diferenciação de:  Cáries cervical.  Interface dente-restauração. Terra, G.
  • 36. RESTAURAÇÕES POSTERIORES EM RESINAS COMPOSTAS Terra, G.
  • 37. Resinas Compostas para Dentes Posteriores  Desgaste de superfície  Contato proximal deficitário  Contorno anatômico complexo  Sensibilidade pós-operatória  Infiltração marginal  Técnica sensível  Durabilidade questionável Terra, G.
  • 38. Protocolo Clínico  Análise clínica, estética e radiográfica;  Checar contatos oclusais cêntricos;  Acesso à lesão de cárie;  Remoção do tecido cariado;  Formas de conveniência ao Procedimento restaurador. Terra, G.
  • 39. Isolamento absoluto  Controle de fluidos gengivais, sangue e saliva;  Afastamento dos tecidos moles;  Proteção para paciente e profissional;  Maior produtividade. Terra, G.
  • 40.  Limpeza da cavidade  Pedra-pomes e água.  Proteção do complexo dentino-pulpar  Cavidades rasas e médias.  Apenas sistema adesivo.  Cavidades profundas  CIV e adesivo dentinário  Cavidades muito profundas  Hidróxido de cálcio, CIV e adesivo dentinário Terra, G.
  • 41. Cunhas e matrizes  Conferem à cavidade o contorno correto da porção proximal da restauração;  Utilizada para não deixar excessos interproximais.  Diversos tipos no mercado:  Matrizes tipo Boomerang – conjunto com porta matriz  Matrizes individuais pré-contornadas  Pallodent – Dentsply  Unimatrix – TDV  Composi Tigth – GDS Garrison Terra, G.
  • 47. Condicionamento ácido  Ácido fosfórico 32-37%, por 15seg;  Lavar abundantemente;  Secar suavemente;  Bolinhas de algodão.  Leves jatos de ar.  Papel absorvente.  Aplicação do adesivo e fotopolimerização. Terra, G.
  • 48. Resinas de eleição  Resinas híbridas e micro-híbridas.  Compactáveis.  Nanopartículas.  A única não indicada para posteriores são as resinas microparticuladas. Terra, G.
  • 49. INDICAÇÕES DAS RESINAS COMPOSTAS DENTES ANTERIORES DENTES POSTERIORES MACROPARTÍCULADAS X MICROPARTÍCULADAS X HIBRIDAS X MICROHÍBRIDAS X X NANOHÍBRIDAS X X NANOMÉTRICAS X X
  • 50. Passos clínicos  Profilaxia.  Seleção da cor.  Checagem de contatos oclusais.  Isolamento da campo operatório.  Remoção da cárie e preparo cavitário.  Limpeza da cavidade. Terra, G.
  • 51. Passos clínicos  Proteção do complexo dentino-pulpar.  Aplicação de ácido fosfórico 37% por 15 seg.  Lavagem e secagem.  Aplicação do sistema adesivo e fotopolimerização. Terra, G.
  • 52. Passos clínicos  Aplicação do sistema de matriz e cunha, se necessário.  Confecção da face proximal, se necessário.  Técnicas incrementais, respeitando o fator de configuração cavitária – Fator C.  Acabamento e polimento. Terra, G.
  • 53. Caso clínico I  Inicial Terra, G.
  • 54. Preparo cavitário Terra, G.
  • 55. Ácido fosfórico 37% e sistema adesivo Terra, G.
  • 56. Escultura e polimerização – pulso tardio Terra, G.
  • 57. Escultura e polimerização – pulso tardio Terra, G.
  • 58. Escultura e polimerização – pulso tardio Terra, G.
  • 60. Caso clínico II  Inicial Terra, G.
  • 61. Preparo cavitário e ácido fosfórico 37% Terra, G.
  • 62. Secagem e aplicação do sistema adesivo Terra, G.
  • 63. Regularização da parede de fundo pulpar Terra, G.
  • 64. Escultura e polimerização – pulso tardio Terra, G.
  • 65. Escultura e polimerização – pulso tardio Terra, G.
  • 67. Técnica de Deliperi  Técnica para confecção de faces proximais. Terra, G.
  • 68. Técnica de Deliperi Terra, G.
  • 69. Técnica de Deliperi Terra, G.
  • 70. Técnica de Deliperi Terra, G.
  • 71. Técnica de Deliperi Terra, G.
  • 72. Caso Clínico I - Inicial Terra, G.
  • 73. Caso Clínico I Terra, G.
  • 74. Caso Clínico I Terra, G.
  • 75. Caso Clínico I Terra, G.
  • 76. Caso Clínico I Terra, G.
  • 77. Caso Clínico I - Final Terra, G.
  • 78. Caso Clínico II - Inicial Terra, G.
  • 79. Caso Clínico II Terra, G.
  • 80. Caso Clínico II Terra, G.
  • 81. Caso Clínico II Terra, G.
  • 82. Caso Clínico II Terra, G.
  • 83. Caso Clínico II Terra, G.
  • 84. Caso Clínico II Terra, G.
  • 85. Caso Clínico II Terra, G.
  • 86. Caso Clínico II - Finalizado Terra, G.
  • 87. Caso Clínico III - Inicial Terra, G.
  • 88. Caso Clínico III Terra, G.
  • 89. Caso Clínico III Terra, G.
  • 90. Caso Clínico III Terra, G.
  • 91. Caso Clínico III Terra, G.
  • 92. Caso Clínico III - Final Terra, G.
  • 93. Técnicas de Fotopolimerização  Convencional  Step  Ramp  Pulso tardio Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9. Terra, G.
  • 94. Convencional  Intensidade constante.  Potência máxima do aparelho.  20 a 40 segundos.  Não estende a fase Pré-gel.  Gera um maior Stress na interface adesiva. Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9. Terra, G.
  • 95. Step  A resina é fotopolimerizada inicialmente em uma potência mais baixa, e subitamente emprega-se a potência máxima do aparelho.  Tempos pré definidos pelo aparelho.  Estende a fase Pré-gel.  Gera um menor Stress na interface adesiva. Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9. Terra, G.
  • 96. Ramp  A luz é aplicada em baixa intensidade e, gradativamente a intensidade é aumentada, chegando a uma alta intensidade por mais um tempo específico.  Tempos pré definidos pelo aparelho.  Estende a fase Pré-gel.  Gera um menor Stress na interface adesiva. Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9. Terra, G.
  • 97. Pulso tardio  Cada incremento é fotopolimerizado por 5 segundos em baixa potência.  Banho de luz ao fim da restauração de 1 minuto por face, em potência máxima.  Técnica que gera o menor stress de contração de polimerização e melhor adaptação marginal.  Técnica que têm sido mais indicada pela literatura. Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9. Terra, G.
  • 98. Prof. Ms. Guilherme Teixeira Coelho Terra  Especialista em Implantodontia e Dentística  Mestre em Odontologia – Universidade Ibirapuera drguilhermeterra@yahoo.com.br