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Prática do brazilian jiu jitsu e a qualidade de vida um enfoque pontual sobre a pressão arterial

A PRÁTICA DO BRAZILIAN JIU JITSU E A QUALIDADE DE VIDA: UM ENFOQUE PONTUAL SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL

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_________________________________________________
Prof. ESP. Marcelo M.A Dos Santos – Orientador
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_________________________________________________
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_________________________________________________
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(Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai)
Data da Aprovação: ____/____/____.
5
DEDICATÓRIA
Dedico este trabalho a todos que
acreditaram em meu potencial, e
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me incentivar.
6
AGRADECIMENTOS
Agradeço primeiramente a Deus, pelo Dom da
vida.
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momentos de dificuldade.
Ao meu orientador Marcelo, grande
incentivador e sempre disposto a ajudar.
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Prática do brazilian jiu jitsu e a qualidade de vida um enfoque pontual sobre a pressão arterial

  • 2. 2 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DO ALTO URUGUAI - IDEAU EDUCAÇÃO FÍSICA - LICENCIATURA A PRÁTICA DO BRAZILIAN JIU JITSU E A QUALIDADE DE VIDA: UM ENFOQUE PONTUAL SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO GUILHERME DA SILVA JANTARA Getúlio Vargas/ RS/ Brasil 2013
  • 3. 3 GUILHERME DA SILVA JANTARA A PRÁTICA DO BRAZILIAN JIU JITSU E A QUALIDADE DE VIDA: UM ENFOQUE PONTUAL SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL Trabalho de conclusão de curso, apresentado ao curso de Educação Física, do Instituto de Desenvolvimento do Alto Uruguai, como parte dos requisitos para obtenção de conclusão de curso. Orientador Prof. ESP. Marcelo M.A Dos Santos Getúlio Vargas/ RS/ Brasil 2013
  • 4. 4 FOLHA DE APROVAÇÃO APRESENTADA A BANCA EXAMINADORA GUILHERME DA SILVA JANTARA A PRÁTICA DO BRAZILIAN JIU JITSU E A QUALIDADE DE VIDA: UM ENFOQUE PONTUAL SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL O Trabalho de Conclusão de Curso aprovado como requisito parcial para a obtenção do grau de licenciatura em Educação Física, pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai, no curso de Educação Física pela seguinte Banca Avaliadora: Aprovada por: _________________________________________________ Prof. ESP. Marcelo M.A Dos Santos – Orientador (Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai) _________________________________________________ Prof. José Ricardo Gomes (Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai) _________________________________________________ Prof. . Ms. Ivan Carlos Bagnara (Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai) Data da Aprovação: ____/____/____.
  • 5. 5 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a todos que acreditaram em meu potencial, e em nenhum momento deixaram de me incentivar.
  • 6. 6 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus, pelo Dom da vida. A meus pais e meus irmãos, sempre presentes nos momentos em que foram requisitados. A Equipe Jantara Jiu Jitsu que me apoiou nos momentos de dificuldade. Ao meu orientador Marcelo, grande incentivador e sempre disposto a ajudar. Aos colegas e amigos, que não deixaram de acreditar nesta conquista
  • 7. 7 LISTA DE SIGLAS IBGE – Instituto Brasileiro de Geometria e Estatística AVC – Acidente Vascular Cerebral HA – Hipertensão Arterial PA – Pressão Arterial FCM – Frequência Cardíaca Máxima ACSM – American College of Sports Medicine CDC - Center for Disease Control and Prevention VO2 – Volume de Oxigênio PAS – Pressão Arterial Sistólica PAD – Pressão Arterial Diastólica
  • 8. 8 LISTA DE TABELAS Tabela 1: Classificação diagnóstica quanto aos níveis tensionais da hipertensão arterial para adultos acima de 18 anos. Tabela 2: Escala de Borg de percepção subjetiva de esforço (6 a 20). Tabela 3: Zonas de Treinamento. ACSM, 1999. Tabela 4: Tempo de recuperação de acordo com a intensidade do exercício. Tabela 5: Relação Frequência cardíaca/VO2 máximo.
  • 9. 9 Sumário 1 INTRODUÇÃO ..........................................................................................................................................10 1.3 OBJETIVOS ...............................................................................................................................................13 1.4 JUSTIFICATIVA ....................................................................................................................................13 1.5.1 JIU-JITSU “PAI DE TODAS AS LUTAS”..........................................................................................15 1.5.2 O BUDISMO...............................................................................................................................................16 1.5.3PROPAGAÇÃO ............................................................................................................................................16 1.5.4 JIU-JITSU, PAI DE TODAS AS LUTAS ORIENTAIS. .......................................................................................17 1.5.5 Um Falso Estilo de Jiu-Jitsu....................................................................................................................17 1.5.6 O JIU-JITSU NO BRASIL .............................................................................................................................18 1.5.7 O TREINAMENTO FÍSICO E ALTERAÇÕES CARDIOVASCULARES ..................................................................19 1.5.9 DEFINIÇÕES E CLASSIFICAÇÃO..................................................................................................................27 Hipertensão Secundaria ...............................................................................................................................29 1.6 BENEFÍCIOS DA ATIVIDADE MARCIAL NA HIPERTENSÃO ARTERIAL............................................................29 2 DESENVOLVIMENTO .............................................................................................................................30 2.1 METODOLOGIA ............................................................................................................................................30 3 REFERÊNCIAS....................................................................................................................................34 ANEXOS........................................................................................................................................................38
  • 10. 10 1 INTRODUÇÃO 1.1 Delimitação do tema A HA é uma doença que atinge cada vez mais a população brasileira. Segundo dados do IBGE 2004, a doença atinge 30% da população, chegando a mais de 50% na terceira idade e está presente em 5% das crianças e adolescentes, é responsável por 40% dos infartos, 80% dos AVC e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. Dentre os fatores desencadeadores da HA, MCARDLE, W. KATCH, F. I. KATCH, V. L. (2003), identificam a inatividade física como sendo o quarto principal fator de risco de doença cardíaca coronariana. Lopes, Gonçalves e Resende (2006) citam o sedentarismo como um dos fatores de risco mais relevantes entre as diversas causas de problemas cardiovasculares. Conforme Cunha. et al. (2006), o tratamento à HA é feito através de medicamentos e de mudanças no estilo de vida, como alterações na alimentação e prática regular de exercícios físicos. Isso nos remete a compreender a prática regular de exercícios físicos como sendo fator importantíssimo na prevenção de possíveis patologias pressóricas. Colaborando com a afirmação anterior, há indícios de que cada vez mais médicos estão recomendando a prática regular de exercícios físicos como fator preventivo à hipertensão, encaminhando seus pacientes a profissionais aptos a executar este trabalho. Isso fica evidente na afirmação de Lillegard, W. A., Butcher, J. D., Rucker, K. S., que referenciam: Um dos maiores benefícios do exercício físico aeróbico regular é o seu impacto positivo sobre o sistema cardiovascular. O exercício causa um funcionamento fisiológico mais eficiente e reduz o risco cardiovascular, por causa dos seus benefícios potenciais, como controle do peso e da pressão sanguínea, modificação dos lipídeos e cessação do tabagismo. (Lillegard, W. A., Butcher, J. D., Rucker, K. S., 2002, p. 399) 1.2 Problema Um estilo de vida ativo em adultos está associado a uma redução da incidência de várias doenças, bem como a uma redução da mortalidade relaciona à problemas cardiovasculares. Da mesma forma, acredita-se que em crianças e adolescentes, um maior nível de atividade física contribui para melhorar os índices de saúde. Sendo assim a presente pesquisa teve por objetivo elucidar a seguinte pergunta: A prática do Brazilian Jiu Jitsu serve
  • 11. 11 como fator relevante na melhora da qualidade de vida um enfoque pontual sobre a pressão arterial? Analisando as citações referenciadas, podemos relacionar a prática regular de exercícios físicos à manutenção da saúde cardíaca. Os exercícios de cunho aeróbio são considerados atualmente como sendo exercícios que auxiliam no controle dos níveis pressóricos. A ideia de relacionar a prática de exercícios aeróbios moderados à variação dos níveis pressóricos justifica-se a partir da necessidade de contribuir de forma efetiva com o problema da HA e outras patologias cardiovasculares na população mundial e principalmente a brasileira. Os gastos com saúde pública crescem consideravelmente a cada ano, e, a HA está entre os principais fatores influenciadores para o aumento destes gastos. Atualmente, um número cada vez maior de jovens está sendo acometida por problemas na pressão arterial. Em tempos remotos tal problema era evidenciado de forma considerável em idosos, porém, com o avançar dos anos a HA tem atingido muitos homens, principalmente com idade adulta, amostra deste estudo. Tal fator atualmente tem sido tratado como problema de saúde pública. A forma de tratamento mais comumente usada é a farmacológica, o que implica em gastos elevados com medicamentos tanto dos indivíduos como do poder público. Nos últimos anos, profissionais da saúde estão recomendando a prática regular de exercícios físicos para auxiliar no controle da PA. Dentro desse contexto, como problema central deste estudo, temos a seguinte questão: A prática do Brazilian Jiu Jitsu como fator relevante na melhora da qualidade de vida um enfoque pontual sobre a pressão arterial Na abordagem desta questão, buscaremos averiguar a diferença na variação da PA em relação ao exercício aeróbio moderado em indivíduos treinados e não treinados. Esta pesquisa é quantitativa, pois os dados coletados podem ser traduzidos em números, opiniões e informações para classificação e análise. É pesquisa quantitativa, porque há dados numéricos, e com dados desta natureza temos como objetivo “garantir resultados e evitar distorções de análise e de interpretação, possibilitando uma margem de segurança maior quanto às inferências” (DIEHL; TATIM, 2006, p. 51). A pesquisa quantitativa, Compreende um conjunto de diferentes técnicas interpretativas que visam a descrever e a decodificar os componentes de um sistema
  • 12. 12 complexo de significados. Tem por objetivo traduzir e expressar o sentido dos fenômenos do mundo social; trata-se de reduzir a distância entre indicador e indicado, entre teoria e dados entre contexto e ação (NEVES, 1996, p.1). O referencial teórico foi realizado através de leituras e buscas em livros, artigos, periódicos, dentre outros documentos e bibliografias que abordavam o assunto proposto no estudo que está sendo desenvolvido por nós. Foi verificada a PA pré-exercício, para obtenção do primeiro parâmetro. Durante o exercício aeróbio, que teve duração de 60 minutos, foi monitorada a frequência cardíaca dos indivíduos, para que estes mantivessem uma intensidade moderada, ou seja, de 50 a 60% da FCM. Dentre a população masculina com idade entre 18 e 30 praticantes da modalidade Marcial Brazilian Jiu Jitsu, foram selecionados 15 indivíduos treinados, que praticam exercícios físicos há no mínimo seis meses, sendo que estes deviam realizar exercícios aeróbios no mínimo três vezes por semana (grupo 1), e 15 indivíduos não-treinados, ou seja, sedentários (grupo 2). Para a participação no estudo o indivíduo assinou o termo de consentimento livre e esclarecido antes da realização do teste. Os dados foram coletados com a utilização de um aparelho de pressão digital uma vez antes e várias vezes após o exercício, sendo a primeira imediatamente após o teste, e as outras, após 10, 20 e 30 minutos; 1 hora. Utilizamos um monitor cardíaco para controlar os batimentos cardíacos durante os testes, para garantir que a zona moderada na tabela sugerida pela ACSM seja mantida. A prática do exercício ocorreu pela parte da noite, compreendido entre o período de vinte e vinte uma horas para manter uma padronização com relação ao período da coleta de dados. O Dr. Rafael Badalotti, que atende no Centro Clínico do Hospital de Caridade de Erechim, RS, esteve de sobreaviso para o caso de algum indivíduo passar mal durante a execução dos testes, o que não ocorreu. Antes da realização do teste, os indivíduos que aceitarem participar do mesmo foram submetidos a uma anamnese clínica, a fim de identificar previamente possíveis riscos decorrentes de maus hábitos de vida. Os dados foram analisados utilizando-se a estatística simples, que possibilita uma leitura da realidade com base em números e comparativos de acordo com faixa etária, ou de
  • 13. 13 acordo com o momento da coleta dos dados, ou seja, antes do exercício ou de acordo com as várias aferições que foram realizadas posteriormente à prática do exercício. Para melhor compreensão e análise dos resultados, os dados foram apresentados em forma de gráficos e tabelas, seguidos ou precedidos de análise descritiva dos fenômenos encontrados, bem como, comparados com diversos estudos semelhantes realizados em outros locais. 1.3 OBJETIVOS 1.3.1 Objetivo Geral Analisar se a prática regular do Brazilian Jiu Jitsu e sua colaboração para a melhora da qualidade de vida dos indivíduos inseridos em seu estudo, levando em conta fatores como: pressão arterial. 1.3.2 Objetivos Específicos - Buscar subsídios teóricos que comprovem a historicidade do BJJ enquanto prática marcial que trabalha em prol da evolução integral dos indivíduos praticantes desta arte de luta. - Avaliar e comparar indivíduos praticantes regulares de BJJ com indivíduos sedentários em relação a fatores de risco como pressão arterial. - Buscar teoricamente testemunhas que venham colaborar com a prática do BJJ enquanto atividade promotora da tão almejada qualidade de vida. 1.4 JUSTIFICATIVA Esta pesquisa se justifica pela necessidade de reflexão crítica tomando como parâmetro para estudo a prática dirigida do BJJ enquanto atividade promotora de uma melhora na qualidade de vida de seus adeptos, buscando desta forma romperem com conceitos pré- estipulados pertencentes às artes de luta, redesenhando o rotulo social que outrora fora de prática marginal, por estar sim a margem do pensamento padrão que visava conduzir a construção dos saberes do modo de pensar e agir de nossa sociedade ocidental. Busca-se então, construir um conceito cientifico que circunde a prática do BJJ enquanto ferramenta que auxilie de forma significativa na promoção da qualidade de vida dos que dele são adeptos assíduos, reestruturando paragmatologicamente o conceito de BJJ enquanto prática educacional na promoção de uma melhora significativa no que concerne ao bem estar de seus praticantes.
  • 14. 14 Outro ponto de relevância esta contido na simbologia do esquecimento dos corpos enquanto fenômeno existencial em nossa sociedade e as sequelas causadas a saúde de todos aqueles que se sujeitam a este pensamento. Apresenta-se então o BJJ, como uma prática de contra partida a este pensamento redutor dos corpos, onde se busca comprovar a estreita relação entre a prática do BJJ e a tão almejada qualidade de vida. É importante ressaltar que o processo da atividade física não se restringe apenas à busca de corpos perfeitos, incluindo a procura de qualidade de vida em seu aspecto geral, independentemente de qual seja a atividade escolhida. Destaca-se, neste caso, o BJJ, por ser uma atividade intermitente, em razão de sua alternância de ritmos, e por propiciar uma maior segurança ao sistema cardiovascular. Esta prática esportiva pode adquirir um significado ainda maior quando se tomam como referência, de forma específica, a pressão arterial e a frequência cardíaca, as quais expressam os níveis de estresse agudos, que levam à quebra da homeostase, fazendo com que os sistemas orgânicos se reorganizem para suprir as novas demandas metabólicas, em especial a cardiovascular, por esta sofrer uma maior sobrecarga. É preciso, sobretudo, que os profissionais da área de Educação Física estejam conscientes da grande responsabilidade que é prescrever exercícios ao ser humano. Pretendo com este trabalho destacar a atividade física como método de tratamento não medicamentoso na prevenção e no controle da hipertensão arterial levando em consideração a prática esportiva do BJJ. Quero fazer um levantamento bibliográfico sobre os benefícios da atividade física nesse tratamento da hipertensão arterial, mostrar os riscos ocasionados pela sua falta e sua influência na qualidade de vida das pessoas. Sabe-se que a atividade física é atualmente uma preocupação social. Talvez nunca se tenha dado tanto valor a ela como no momento em que vivemos. O ritmo de vida das pessoas se tornou contraditoriamente, ao mesmo tempo dinâmico e passivo. Dinâmico, em razão da correria e do trabalho. A necessidade de produção do mercado exige do homem um grande ‘dispêndio’ de tempo no trabalho. Consequentemente, a única coisa que deseja, depois de um dia estafante, é poder desfrutar de uma boa cama, de um bom descanso. O ritmo é passivo porque pertencemos a uma geração de apertar botões em um controle remoto, uma geração cada vez mais sedentária e carente de motivação. Essa dinamicidade, aliada ao sedentarismo, ao estresse e a uma diversidade de fatores psicossomáticos, levou o homem moderno a uma série de distúrbios do aparelho cardiovascular, entre eles a hipertensão arterial que surge como um fator limitante de muitas atividades da vida diária. Assim, este trabalho se preocupa em verificar que tipo de atividade física é aconselhável no combate não medicamentoso desse distúrbio.
  • 15. 15 A Hipertensão arterial sistêmica (HAS) é o mais importante fator de risco modificável para doença arterial coronariana (principal causa de morte na população dos EUA), acidente vascular encefálico (terceira maior causa de morte nos EUA e a primeira causa de morte no Brasil), insuficiência cardíaca congestiva (ICC), doença renal e doença vascular periférica. A HAS é definida como pressão sanguínea elevada. O joint NationalComiteeonDetection, Evaluation and Tretment of High BloodPressure (JNC VI) recomenda que o diagnostico de hipertensão em adultos seja feito quando a média de duas medidas da pressão arterial, em pelo menos duas consultas subsequentes, seja maior ou igual a 90 mmHg para pressão diastólica e/ou maior ou igual a 140 mmHg para pressão sistólica. Busca-se com este estudo romper os paradigmas referentes a arte marcial, marginalizada de longa data no ocidente, com isso trazer a tona o estilo de vida e a filosofia que norteia esta prática, buscando comprovar que através da sua disciplina pode servir como referencial de vida em relação a vida em sociedade, na qual tem sido cada vez mais difícil a convivência devido ao stress cotidiano. 1.5 Referencial teórico 1.5.1 Jiu-Jitsu “Pai de Todas as Lutas” As lutas acompanham o homem desde o inicio de nossa civilização, várias foram as formas e os estilos utilizados para defesa dos povos e manutenção de suas culturas, muitas dessas formas foram esquecidas pelo tempo, e outras como, por exemplo, o BJJ, foram aprimoradas e hoje além de se destacar como um patrimônio cultural, configura-se também como um mecanismo metodológico que de fato contribui para a evolução integral do ser humano. Este breve histórico do Jiu-Jitsu − de 500 a.C. até nossos dias (cerca de2400 anos de existência) será relatado de acordo com as informações de: Jiu-Jitsu é uma perfeita arte científica de defesa pessoal em combate real é invencível contra qualquer modalidade de luta, superior a todos os demais estilos por ser o mais completo. O Jiu-Jitsu divide-se em: quedas (Ju-Dô); traumatismo - Atemi (Karatê- Jitsu); torções (Aiki-Jitsu); estrangulamentos, pressões, imobilizações, colocação, posição de combate movimento de ataque e esquiva. (DIAS, 1995, p.15). A origem do Jiu-Jitsu é inegavelmente atribuída à Índia, berço das religiões e de cultura inigualável. Monges budistas, de grande saber e de perfeito conhecimento do corpo humano, foram criadores da mais perfeita e completa forma
  • 16. 16 de defesa pessoal de todas as épocas, que é o Jiu-Jitsu - o pai de todas as lutas, tornando, portanto se necessário o conhecimento das origens do Budismo, para que se possa compreender a criação da forma de luta que, séculos mais tarde, foi chamada pelos japoneses de “Arte Suave”, ou seja, técnica de defesa pessoal que, com o mínimo de esforço, sem necessidade do uso da força bruta, permite ao mais fraco defender-se e derrotar um adversário fisicamente mais forte (DIAS, 1995, p.16). 1.5.2 O Budismo Para nós ocidentais na sua grande maioria católicos e evangélicos, vemos o budismo como uma religião, que não adora a Deus e sim a Buda. Há cerca de 2500 anos passados, nascia ao norte de Índia (algumas milhas acima de Benares), o príncipe Siddhartha Gautama, membro da tribo Sakya, que usava o dialeto Pali ou o Sânscrito. Homem culto e de grande inteligência, lançou as bases da religião que traria o seu nome e logo se desenvolve por toda a Índia. Uma das principais preocupações de Buda (O Iluminado) foi dotar seus seguidores de grande cultura e conhecimento gerais, para melhor propagarem a sua fé, dentre seus seguidores − monges de longínquos monastérios obrigados a percorrer pelo interior da Índia, em longas caminhadas, tendo de se defender contra assaltos de bandidos que infestavam a região − apareceram aqueles que realmente são os criadores da luta que permitia a sua defesa sem o uso de armas atentatórias a moral de sua religião. Assim nasceu o Jiu-Jitsu − com o espírito de defesa que é a sua essência, a aplicação de leis físicas, tais como “sistema de alavanca, momento de força, equilíbrio, centro de gravidade e o estudo minucioso dos pontos vitais do corpo humano”, propiciou aos seus criadores fazer do Jiu Jitsu uma arte científica de luta (DIAS, 1995. p.16). 1.5.3 Propagação Os combates corpo a corpo sem utilização de algum objeto sempre existiram na essência do ser humano, e o Jiu-Jitsu com certeza evoluiu e disseminou-se. A disseminação do Jiu-Jitsu pela Ásia viria séculos mais tarde quando (a cerca de 250 a.C., ou seja, 2.250 anos passados), reinou na Índia Devanampriya Priyadarsim, conhecido como rei Asoka − 2 séculos depois de Buda. Abraçado ao Budismo, Asoka criou milhares de Monastérios dentro e fora da Índia. Desta maneira o budismo e com ele o Jiu-Jitsu atingiram o Ceilão, a Birnâmia e o Tibet. Depois, o Sião e todo o sudeste da Ásia. (DIAS, 1995, p.17). Posteriormente, a China, e, finalmente, o Japão − onde cresceu e tomou grande impulso, emigrando em seguida para o Brasil e ocidente.
  • 17. 17 A morte do rei Asoka trouxe funesta consequência para o Budismo e, consequentemente para o Jiu-Jitsu. Os brâmanes, (adoradores da região de Deus, Brama, que florescia antes do Budismo), sentindo-se prejudicados pelo espírito da religião Budista, moveram firmemente a campanha até conseguir expulsar os monges budistas do solo indiano; razão da pouca influência do Jiu-Jitsu na Índia. A filosofia Zen (nascida do Budismo) é, sem dúvida, o traço marcante entre o Budismo e as antigas Seitas de Jiu-Jitsu (DIAS, 1995,). 1.5.4 Jiu-Jitsu, Pai de Todas as Lutas Orientais. Com o passar dos tempos, tornou-se o Jiu-Jitsu a maior arte marcial japonesa, sendo os japoneses homens de um porte físico pequeno, o Jiu-Jitsu os tornava poderosos perante os ocidentais, possuidores de um biótipo maior em relação aos orientais. Na sua migração da Índia para o Continente Asiático, o Jiu-Jitsu foi-se ramificando, dando origem a estilos e lutas oriundas de suas diversas partes. “Desta forma nasceu, inicialmente, a mil anos atrás o Sumô (sem kimono, com o uso das quedas e desequilíbrio do Jiu-Jitsu, é essencialmente um tradicional esporte). Kenpô-Jitsu - arte de aplicar um golpe traumático (Atemí) de Jiu-Jitsu (com braço). Do Kenpô originou-se o chamado “Box Chinês”. O Kenpô, nascido no Sul da China, emigrou para diversas regiões, inclusive a ilha de Okinowa onde, a cerca de 300 anos, passou a se chamar pelo nome de Karatê-Jitsu (arte de lutas com mãos vazias). Tanto o Kenpô como o Karatê nasceram do Atemí (golpe traumático) de Jiu-Jitsu. Foi, porém, no Japão que Jiu- Jitsu cresceu e enriqueceu-se, transformando-se na mais completa e melhor forma de defesa pessoal que se conhece em nossos dias (DIAS, 1995, p.17). 1.5.5 Um Falso Estilo de Jiu-Jitsu Os japoneses de um biótipo pequeno com conhecimentos de Jiu-Jitsu tinham condições de derrotar, numa luta real os ocidentais com biótipo maior, se os ocidentais aprendessem e desenvolvesse o Jiu-Jitsu, a superioridade técnica dos japoneses, em luta corpo-a-corpo não existiria mais dando a vantagem ao homem de biótipo mais forte. A curiosidade dos ocidentais, em aprender o famoso sistema de luta (o Jiu Jitsu), passou a ser o problema de maior preocupação para os filhos do império do Sol Nascente. Resolveu então, o governo, criar um falso estilo de Jiu-Jitsu para uso externo, sem eficiência como luta real. Assim sendo, por volta de 1880, um funcionário do Ministério de Cultura Japonesa (e professor de Jiu-Jitsu) é escolhido para criar o Jiu-Jitsu falsificado “para inglês ver”. Nasceu então o sistema Kano de Jiu-Jitsu (que mais tarde foi batizado com o nome de Judô) criado pelo funcionário do governo, professor Jigoro Kano que, em 1882, fundou a escola Kodokan (DIAS, 1995, p.19).
  • 18. 18 Foi assim fechado aos olhos estranhos os segredos de sua arte marcial milenar, os livros e publicações sobre o verdadeiro Jiu-Jitsu foram recolhidos. Os cento e treze estilos de Jiu-Jitsu e milhares de escolas tiveram seus nomes mudados para Judô. O ensino de Jiu-Jitsu aos estrangeiros passou a ser crime de lesa pátria, o judô esportivo, que nada mais é que um esporte das quedas do Jiu-Jitsu foi exportado para o ocidente, acompanhado de grande propaganda, os japoneses passaram, então, ao treino de Jiu-Jitsu, entre si, às escondidas, assim foi ocultamente introduzido no judô o Goshin-Jitsu dentro do mesmo espírito de raciocínio do início deste século, o professor Funakoshi transforma o Karatê-Jitsu (um estilo de Jiu-Jitsu traumático), num esporte ineficiente como luta verdadeira e cria o Karatê-Do que, como o judô, ganhou rapidamente o mundo ocidental com larga propaganda. Não satisfeitos em desmembrarem o Jiu-Jitsu (num esporte de quedas e outro de traumatismos) os japoneses criaram um esporte de torções de Jiu-Jitsu, o Ai-Ki-Dô esportivo que é oriundo do Ai-Ki-Jitsu (arte de executar torções de Jiu-Jitsu) o que também ocorreu por volta deste início de século (DIAS, 1995, p.20). 1.5.6 O Jiu-Jitsu no Brasil O grande mérito de toda a família Gracie foi não deixar o Jiu-Jitsu verdadeiro se acabar no esquecimento dos homens, e muito mais em particular Carlos Gracie (in memoriam) e Hélio Gracie que desenvolveram as técnicas e o esporte no sentido de difundir as artes marciais como fundamentais para o desenvolvimento da cidadania. Por volta de 1917, chegava ao Brasil o professor e campeão mundial de Jiu Jitsu, Konsei Maeda, conhecido como Conde Koma − que obteve grandes vitórias, em todo mundo, sobre todas as formas de lutas, em Belém do Pará, o professor Koma passou a lecionar o verdadeiro Jiu-Jitsu, a seu direto aluno Carlos Gracie, que chegando ao Rio de Janeiro (em 1920) acompanhado de seus irmãos mais novos, fundou a primeira academia de Jiu-Jitsu (localizada à Rua Marquês de Abrantes, Praia do Flamengo), a partir daí o Jiu-Jitsu passou a ser difundido com sangue e suor. A luta de Kimono, desconhecida para os brasileiros, foi-se impondo, através de vitórias, contra todas as formas de luta que aqui existiam como a Capoeira, a Greco- Romana, o Boxe e, mais tarde, quando aqui chegou, o Judô Esportivo e (recentemente) o Karatê-Dô esportivo (DIAS, 1995, p.20). Lutas épicas e memoráveis de Hélio Gracie e seus filhos (contra adversários fisicamente mais fortes) colocaram o Jiu-Jitsu brasileiro acima de todas as demais formas de lutas, sempre acompanhadas e noticiadas pela mídia nacional e até internacional. Criado na Índia por monges que atravessavam os desertos para pregar suas palavras, o Jiu-Jitsu era usado como defesa contra alguns assaltantes que surgiam no caminho. Desde sua criação foi caracterizado por sua filosofia: neutralizar o inimigo, sem machucá-lo, desta forma os monges poderiam seguir seu caminho e ao mesmo tempo defender-se de assaltantes. Trazido ao Brasil, para Belém do Pará, pelo conde Koma (Mitsuyo Maeda), mestre da arte do Jiu-Jitsu japonês por volta de 1910 (DIAS, 1995, p.21).
  • 19. 19 As sucessivas vitórias da família Gracie (contra gigantes musculosos) fizeram com que, bem cedo, os mais incrédulos acreditassem na invencibilidade do Jiu-Jitsu, fica, portanto, o compromisso de uma nova abordagem (com enfoque aos grandes nomes, tanto do passado quanto atuais), do nosso Jiu-Jitsu Brasileiro. Foi ensinado a Carlos Gracie, filho de Gastão Gracie. Anos depois Carlos ensinava o Jiu-Jitsu em sua academia no Rio de Janeiro. Hélio Gracie desprovido de desempenho físico adaptou para si seu próprio estilo de luta, usando situações e sistemas de alavancas nos quais o possibilitava a utilização de golpes que até então exigiam força e grande complexidade física. Sua técnica e eficiência em combate e sistema de ensinar revolucionou o mundo das artes marciais, criando o Jiu-Jitsu Brasileiro. Segundo Pinheiro (1999, p.660) atualmente, no Brasil a procura por estas academias é muito grande. Só no Rio de Janeiro são 400 academias e 35.000 praticantes. O BJJ tem se apresentado também como uma atividade física, que além de carregar consigo todos os seus pressupostos históricos e filosóficos de uma arte marcial oriental, apresenta-se também, como uma valiosa atividade de combate ao sedentarismo e as doenças causadas pela falta de exercícios físicos, ditas como normais em nossa sociedade “evoluída”. Sociedade esta, que esquece o que lhe dá a vida, e abandona os corpos em detrimento ao mundo do trabalho, transformando o homem sujeito em coisa ou objeto. 1.5.7 O treinamento físico e alterações cardiovasculares O efeito do treinamento físico aeróbio sobre a pressão arterial tem sido amplamente demonstrado que provoca importantes alterações autonômicas e hemodinâmicas que vão influenciar o sistema cardiovascular. Como exemplo, podemos citar a bradicardia de repouso, a diminuição da atividade nervosa simpática renal e da atividade nervosa simpática muscular, assim como o menor débito cardíaco em ratos espontaneamente hipertensos. Além disso, o treinamento físico aumenta a bradicardia e taquicardia reflexa tanto em animais como no homem (ACTA MÉDICA, 2001, p 449) Essas alterações cardiovasculares provocadas pelo exercício são também observadas na pressão arterial, quando os níveis pressóricos de repouso e durante o exercício submáximo para a mesma potência absoluta são reduzidos após o treinamento físico aeróbio. Tem sido documentada por meio de estudos epidemiológicos uma associação entre o baixo nível de atividade física ou condicionamento físico com a presença de hipertensão
  • 20. 20 arterial. E, por outro lado, grandes ensaios clínicos aleatorizados e reanálises não deixam dúvidas quanto ao efeito benéfico do exercício sobrea pressão arterial de indivíduos hipertensos leves e moderados. Isto é, o treinamento físico reduz significativamente a pressão arterial em pacientes com hipertensão arterial sistêmica. De fato, vários estudos têm demonstrado o efeito hipotensor do exercício em pacientes hipertensos, já após uma única sessão de exercício físico aeróbio, e esta redução nos níveis pressóricos é mantida com o de correr de um programa de treinamento físico. (ACTA MÉDICA, 2001, p 449) Contudo, sabe-se que o treinamento físico é capaz de diminuir a pressão arterial em 75% dos pacientes hipertensos e, além disso, a magnitude de redução pressórica apresenta certa variação ao analisarmos os resultados de recentes reanálises. Por exemplo, Halbertet al (2000). Relataram que o treinamento físico aeróbio reduzia a pressão arterial sistólica em 4,7 mmHg e a pressão arterial diastólica em 3,1mmHg, quando comparadas às de um grupo- controle sem treinamento físico. Já em uma reanálise realizada por Hagberget al(2000). Foi observado que o treinamento físico provocava redução de 11 mmHg e 8 mmHg na pressão arterial sistólica e diastólica, respectivamente. E, mais recentemente, Whelton et al. analisaram 54 estudos controlados e verificaram redução média na pressão sistólica de 3,7 mmHg e 2,6 mmHg na pressão diastólica. Etnia, idade e gênero são importantes diferenças individuais que devem ser consideradas na avaliação do efeito hipotensor do exercício, segundo Whelton et al., indivíduos de etnia negra apresentam reduções na pressão arterial sistólica significativamente maiores (-11 mmHg), enquanto indivíduos de etnia Asiática apresentam reduções na pressão arterial diastólica significativamente maiores (-6,6 mmHg), quando comparados àqueles indivíduos de etnia branca (pressão sistólica - 3,4mmHg e pressão diastólica - 2,6mmHg). (ACTA MÉDICA, 2001, p 551) Adicionalmente, alguns fatores relacionados à otimização na prescrição do exercício devem ser considerados para se alcançar os efeitos hipotensores do exercício. Assim, ainda hoje, uma padronização quanto à intensidade, frequência e duração das sessões ainda necessita ser mais bem estabelecida. Em geral, a intensidade de exercício mais efetiva parece ser a leve ou moderada. Estudo com ratos espontaneamente hipertensos demonstrou que a alta intensidade de exercício (85% do consumo máximo de oxigênio) não diminuiu a pressão arterial, após 12 semanas de treinamento físico. Ao contrário, o exercício de intensidade leve (55% do consumo máximo de oxigênio) diminuiu significativamente a pressão arterial desses animais. No homem, tem sido sugerido que a intensidade de exercício menor que 70% do consumo máximo de oxigênio é a mais efetiva em diminuir a pressão arterial. Quanto à frequência das sessões de exercício o físico, embora para alguns autores sete sessões por semana seja o ideal, para outros não há benefício adicional em mais do que três sessões semanais. Em relação à duração da sessão de treinamento físico, tem sido recomendado um período de 30 a 60 minutos de atividade aeróbia. (ACTA MÉDICA, 2001, p 559)
  • 21. 21 Se por um lado existem poucas dúvidas sobre o efeito hipotensor do exercício físico, por outro os mecanismos responsáveis por essa queda da pressão arterial ainda são bastante discutidos e alvo de investigações. Um dos mecanismos possíveis para explicar a diminuição na pressão arterial com o treinamento físico é a diminuição da resistência vascular periférica, a qual está relacionada à diminuição na atividade nervosa simpática. A HAS é uma doença prevalente e que tende a aumentar em frequência de acordo com a idade, resultante do aumento da expectativa de vida da população mundial. Considerando-se que o reconhecimento precoce pode evitar ou atenuar a progressão da doença, através da abordagem precoce e do tratamento adequado, cada vez mais devemos nos preocupar em estabelecer a melhor forma de manejo do sujeito hipertenso. (ACTA MÉDICA, 2001, p 450) Estima-se que em países desenvolvidos a prevalência de HAS seja de quase 20% na população adulta. Considerando o valor de corte 140mmHg para pressão sistólica e 90mmHg para a pressão diastólica, aproximadamente 25% da população adulta americana é portadora americana é portadora de HAS. Os estudos brasileiros realizados em amostras populacionais mais restritas sugerem que estes dados podem ser superponíveis á população brasileira. Isto significa que devemos ter de 25-40 milhões de indivíduos hipertensos em nosso pais, cerca de 11 a 20% da população acima dos 20 anos de idade. (ACTA MÉDICA, 2001, p 450) 1.5.8 EXERCÍCIO FÍSICO Muitas pessoas confundem atividade física e exercício físico. Consideramos que atividade física seja qualquer movimento do corpo humano, que cause gasto energético, além do gasto energético de repouso (MAGALHÃES, 2011). O mesmo autor referencia que exercício físico seja uma atividade física planejada, sistemática e repetitiva, a fim de alcançar seu equilíbrio fisiológico e uma melhor qualidade de vida. Evidências nos mostram que o exercício físico melhora o condicionamento físico de uma pessoa, e assim, seu condicionamento cardiovascular e sua PA. Tanto é verdade, que a Portaria do Ministério da Saúde criou o programa nacional de promoção da atividade física, que é assim expresso: [...] considerando que: a falta de atividade física constitui fator de risco à saúde, em especial para o desenvolvimento de doenças crônicas não-transmissíveis; a atividade física moderada, exercida de forma regular, diminui em 40% a probabilidade de morrer por doenças cardiovasculares, e, associada a uma dieta adequada, é capaz de reduzir em 58% o risco de progressão do diabetes tipo II; cerca de 70% da população é integrada por indivíduos sedentários; e as consequências do sedentarismo representam alto custo social e econômico, exigindo significativo aporte de serviços de saúde e de recursos financeiros [...] (Ministério da Saúde, 2002).
  • 22. 22 Segundo a citação de Castro, Rolim e Maurício (2005), mais de 2 milhões de mortes são atribuídas a inatividade física por ano. De acordo com CHRISTOFARO (2008), o exercício físico de característica predominantemente aeróbia pode ser entendido como a atividade física mais eficaz para promover a hipotensão pós-exercício. “A maioria dos estudos epidemiológicos apresentam evidências de que o exercício regular pode reduzir a incidência de infarto do miocárdio e que a taxa de sobrevida de vítimas de infarto do miocárdio é maior em indivíduos ativos do que nos sedentários” (POWERS & HOWLEY, 2009. p.186). Estudos demonstram que o exercício físico mais eficaz para que ocorra uma melhora da condição física é o exercício aeróbio, que é aquele que trabalha os grandes músculos por, no mínimo 20 minutos. O exercício aeróbio aumenta o débito cardíaco1 e acelera a intensidade do metabolismo. Robergs e Roberts (2002) citam que o exercício tem papel importante, tanto na prevenção de doenças cardiovasculares como na reabilitação de pessoas com problemas cardíacos. De acordo com Faludi, Mastrocolla e Bertolami (1996), estudos têm demonstrado que o sedentarismo está associado com maior incidência de doença coronária. Ainda, e inversamente, citam que a prática de atividade física regular é útil na prevenção primária e secundária dessa importante doença. Corroborando, Bosco et. al. (2004) retrata que o exercício físico tem seu papel claramente definido na prevenção primária e secundária, não só das doenças cardiovasculares como também de outras que comumente atingem principalmente as pessoas sedentárias. Pitanga (2002) cita que nas últimas três décadas, diversos estudos têm consistentemente demonstrado que altos níveis de atividade física ou de aptidão física estão associados à diminuição no risco de doença arterial coronariana, diabetes, hipertensão e osteoporose. O exercício físico, quando bem planejado e orientado de forma correta, quanto a sua duração e intensidade pode ter um efeito hipotensor importante (SILVEIRA, NAGEM e MENDES, 2007). A hipotensão pós-exercício é importante no controle da pressão arterial elevada, pois reduz seus níveis abaixo daqueles pré-exercícios, por aproximadamente 24 horas. 1 Quantidade de sangue ejetado pelos ventrículos por unidade de tempo.
  • 23. 23 Considerando a prática regular de exercícios, essa hipotensão perdura por mais tempo, mantendo assim os níveis pressóricos dentro de um padrão aceitável de saúde. A hipotensão evita que haja um aumento desregulado a pressão arterial, controlando assim a hipertensão. Exercícios, mesmo que de intensidade moderada, têm efeito protetor contra a doença arterial coronariana e sobre todas as outras causas de mortalidade e uma série de outros benefícios: elevação do HDL – colesterol, redução de cifras na hipertensão arterial sistêmica e auxílio na baixa do peso corporal (MAGALHÃES, 2011). Rondon e Brum (2003) citam que para homens, vêm sendo sugerido que a intensidade de exercício seja menor que 70% do consumo máximo de oxigênio, sendo assim, mais efetiva na diminuição da pressão arterial. Quando praticado regularmente, o exercício aeróbio ajuda a reduzir a pressão arterial, a ansiedade e a depressão. Auxilia ainda no controle do peso corporal e na capacidade do corpo de dissolver coágulos sanguíneos. A resposta da pressão arterial ao exercício físico tem como objetivo garantir um fluxo sanguíneo adequado aos músculos ativos, e esta depende do débito cardíaco2 , da frequência cardíaca3 , do volume sanguíneo4 do corpo e das resistências vasculares periféricas5 . De acordo com Scarin (2010), uma importante resposta ao exercício físico é a hipotensão pós-exercício, de grande importância quando associada a indivíduos com hipertensão leve a moderada. Outro aspecto que deve ser sempre ligado ao exercício físico atualmente é o wellness6 , que enfatiza a responsabilidade individual para o bem-estar físico mental, emocional, social intelectual e espiritual (ROBERGS e ROBERTS, 2002). Robergs e Roberts (2002) citam que, de acordo com a ACSM, em conjunto com a CDC, todo adulto deveria praticar 30 minutos de atividade física, várias vezes por semana. Uma afirmação de consenso diz que um pouco de atividade física diária já resulta em benefícios à saúde. Estas atividades vão de subir e descer escadas, cuidar do jardim e caminhar até a prática de atividades envolvidas em modalidades esportivas, como correr, nadar ou pedalar. Brandão e Matsudo (1990) sobre os benefícios do exercício físico citam que o mesmo ajuda a diminuir desordens provocadas pelo estresse, através da redução da ansiedade, da 2 Volume de sangue sendo bombeado pelo coração em uma unidade de tempo. 3 Número de batimentos cardíacos em uma unidade de tempo. 4 Quantidade de sangue que circula no organismo de um indivíduo. 5 Mede a resistência do ventrículo esquerdo ou a pós-carga. 6 Sentir-se bem consigo mesmo.
  • 24. 24 redução dos sintomas da depressão, da melhora das funções cognitivas, de uma recuperação cardiovascular mais eficiente e de melhores hábitos de sono. Em resumo, fazem referencia ao exercício como fator multidimensional, apresentado benefícios fisiológicos e psicológicos. Mello et. al. (2005), destaca que a prática regular de exercícios físicos auxilia, além do sono e seus possíveis distúrbios, nos aspectos psicológicos e no humor, como a ansiedade e a depressão, e nos aspectos cognitivos, como a memória e a aprendizagem. Carvalho et. al. (1996) deixam claro em seu estudo que a saúde e a qualidade de vida podem ser preservadas e aprimoradas pela prática regular de atividade física. Citam ainda que os malefícios do sedentarismo superam em muito as eventuais complicações decorrentes da prática de exercício físico, os quais apresentam uma relação risco/benefício muito interessante. A aderência à prática regular de exercícios físicos traz muitos benefícios à saúde pública, e traz ainda benefícios sociais, visto que o gasto com medicamentos se torna muito menor. 1.5.9 FORMAS DE CONTROLAR A INTENSIDADE DO EXERCÍCIO FÍSICO Algumas formas de controle da intensidade do exercício físico são difundidas no meio dos professores que avaliam e prescrevem exercícios físicos. As principais difundidas: a Escala da Percepção do Esforço Subjetivo de BORG, ou somente escala de BORG; e o controle pela frequência cardíaca, que controla a intensidade do exercício pelo número de batimentos cardíacos por minuto. A primeira forma indicada acima, a escala de BORG, é uma forma subjetiva de controle de intensidade de treinamento com que o praticante percebe o esforço realizado. Em 1966, Borg montou a primeira tabela de percepção de esforço, com quinze variações. Atualmente, a escala de Borg utilizada é esta: Tabela 2: Escala de Borg de percepção subjetiva de esforço (6 a 20). 6. nenhum esforço real 7. extremamente leve 8. 9. muito leve 10. 11. leve 12. 13. algo difícil 14. 15. pesado 16. 17. muito pesado 18. 19. extremamente pesado 20. esforço máximo
  • 25. 25 Fonte: A Escala de Borg de percepção subjetiva de esforço é uma ferramenta útil no monitoramento da intensidade em programas de exercícios, pois correlaciona-se com a resposta da frequência cardíaca, ventilação pulmonar e VO2 máx. ao exercício (CIOLAC, 2004). Os valores numéricos desta tabela devem ser multiplicados por dez, para obter-se valores referentes à frequência cardíaca. Antes de se iniciar o treinamento com a utilização da escala perceptiva de esforço, deve-se explicar a tabela aos alunos, que seis é o valor mínimo, como se estivesse parado. Nove corresponde a algo leve; treze algo difícil; dezessete referencia grande esforço, e dezenove é um nível extremamente pesado. Dentro das alterações metabólicas ocorridas durante o exercício físico contínuo, a intensidade no qual o treinamento é realizado, assume importância para sua discussão (ROSSI E TIRAPEGUI, 1999). Outro método de definir a intensidade do treinamento é através da tabela da zona de treinamento, que é referenciada com a frequência cardíaca, com o VO2 máx., com a duração do exercício e com o seu sistema de trabalho. As diversas zonas de treinamento estão identificadas na tabela abaixo. Tabela 3: Zonas de Treinamento. ACSM, 1999. Zona de Treinamento FCM VO2 máx. Duração Sistema de trabalho Atividade Regenerativa (reabilitação) 40-60% Até 40% Aprox. 20’ Reabilitação cardiorrespiratória ou osteomuscular Zona de atividade moderada 50-60% Até 50% + de 30’ Queima metabólica Zona de controle de Peso 60-70% 50 a 60% + de 60’ Cardiorrespiratória Zona aeróbia 70-80% 60% a 75% 8-30’ Aeróbica Zona de limiar anaeróbio 80-90% 75% a 85% 5-6’ Absorção de lactato Zona de esforço máximo 90-100% 85% a 100% 1-5’ Anaeróbio Fonte: A atividade regenerativa (ou de reabilitação), que corresponde de 40 a 50% da FCM consiste em variar a atividade do dia anterior, com baixa frequência. Deve-se tomar cuidado ao escolher a atividade, pois não deverá trabalhar os mesmos músculos da atividade anterior, podendo ocasionar lesão muscular, perdendo assim sua função regenerativa. As principais atividades regenerativas são a hidroginástica, caminhada ou a musculação.
  • 26. 26 A zona de atividade moderada (ou zona de manutenção), que é aquela que corresponde de 51 a 60% da FCM é uma faixa de intensidade de treinamento utilizada com iniciantes ou no retorno das atividades após um período de interrupção. Esta zona de treinamento beneficia o fortalecimento do coração e reduz o colesterol, gordura corporal e pressão sanguínea. Esta será a zona de treinamento utilizada em nosso estudo. A zona de controle de peso (ou zona aeróbia lipolítica), correspondente a 61 à 70% da FCM. Nela, o organismo começa a utilizar mais gordura como fonte de energia. Fortalece o coração, e o organismo começa a sofrer os efeitos positivos do treinamento aeróbio. A zona aeróbia (ou condicionamento aeróbio) - 71 à 80% da FCM - é um ritmo de treino adequado para indivíduos que buscam a melhoria da performance, sendo desaconselhável para iniciantes. Pela alta intensidade do esforço, o não atleta sente dificuldade de manter um exercício contínuo por longo período dentro desta zona de treino. Sua realização beneficia, além do coração, o sistema respiratório, aumentando a capacidade aeróbia. A zona de limiar anaeróbio (ou zona mista), zona que abrange de 81 à 90% da FCM, é o treino indicado para atletas na busca de resultados competitivos. Os não atletas só devem treinar neste nível, após um período de treinamento básico, e utilizando métodos fracionados, ou seja, de curta duração e com intervalos entre os estímulos. Esta zona é considerada como mista, pois em algum momento do exercício, seu coração não será capaz de bombear sangue e oxigênio suficientes para suprir as necessidades dos músculos, e então seu organismo utilizará métodos anaeróbios de produção de energia. Os benefícios de treinar na zona mista estão no aumento da capacidade do organismo em metabolizar o ácido lático, possibilitando ao atleta suportar, por maior tempo, um determinado esforço em anaerobiose. O limiar anaeróbio é o momento no qual o ácido lático (produto derivado da contração muscular) começa a aumentar mais rapidamente do que pode ser reabsorvido ou ressintetizado. A zona de esforço máximo – 91 à 100% da FCM é indicada apenas para atletas de esportes de velocidade ou de potência em ótima fase. Esta intensidade, mesmo para atletas de alto nível, deve ser buscada apenas uma ou duas vezes por semana, evitando os riscos de lesões musculares e articulares. Nesta zona, o indivíduo se exercita acima do nível do limiar anaeróbio, e então seu corpo trabalha em regime de débito de oxigênio.
  • 27. 27 A ACSM referencia ainda o tempo de recuperação de acordo com a intensidade do exercício, sendo proposto: Tabela 4: Tempo de recuperação de acordo com a intensidade do exercício. Intensidade Tempo Recuperação 50 a 85% 6 a 24h 85 a 90% 12 a 24h 90 a 95% 12 a 48h 95 a 100% 12 a 72h A capacidade do ser humano para realizar exercícios de média e longa duração, depende principalmente da capacidade aeróbia (DENADAI, 1995). Embora os valores do VO2 seja similar entre indivíduos treinados e não-treinados, a variação entre estes durante a prática de exercícios físicos pode ser de até duas vezes mais para os indivíduos treinados. O oxigênio requerido pelos músculos durante a prática de exercícios físicos pode aumentar até 20 vezes em relação ao repouso, e permanecendo inalterada para a musculatura inativa (DENADAI, 1995). O VO2 acompanha o aumento da intensidade do exercício, através de estímulos enviados pelo sistema nervoso central. Ao atingir a capacidade máxima de trabalho, se atinge também o VO2 máximo, que é a mais alta captação de oxigênio alcançada por um indivíduo, respirando ar atmosférico ao nível do mar (DENADAI, 1995). A tabela abaixo ilustra as alterações do VO2, acompanhando as alterações da FC. Tabela 5: Relação Frequência cardíaca/VO2 máximo. FC (%) VO2 máx. (%) 100 100 90 83 80 70 70 56 60 42 50 28 Fonte: 1.5.9 Definições e Classificação
  • 28. 28 O Sexto Relatório Internacional do Joint Commitee sobre Prevenção 1999. Detecção, Avaliação e Tratamento da hipertensão Arterial define hipertensão como pressão sistólica (PAS) maior ou igual a 140mmHg, pressão diastólica (PSD) maior ou igual a 90mmHg, ou a necessidade de medição anti-hipertensiva. De acordo com valores aferidos classifica os indivíduos em 6 categorias diferentes. A classificação da pressão arterial para adultos-da pressão de 18 anos – é baseada na media de duas ou mais leituras da PA. A Hipertensão Primaria também denominada essencial ou idiopática, é aquela sem causa identificável, provavelmente multifatorial, originando-se de uma interação entre fatores de risco genéticos e ambientais, representando na prática clinica 95% dos adultos hipertensos de 18 a 65 anos de idade. Tabela 1: Classificação diagnóstica quanto aos níveis tensionais da hipertensão arterial para adultos acima de 18 anos. Classificação Pressão Arterial (mmHg) Pressão sistólica (mmHg) Pressão diastólica (mmHg) Ideal <120 <80 Normal 120-129 80-84 Normal Limítrofe 130-139 85-89 Hipertensão leve (estágio 1) 140-159 90-99 Hipertensão moderada (estágio 2) 160-179 100-109 Hipertensão grave (estágio 3) >180 >110 Fonte: Magalhães (2011) cita que as doenças cardiovasculares, além de representar a primeira causa de óbito no país, são responsáveis por elevadas taxas de internação hospitalar e incapacidade física. Esse dado nos remete a uma preocupação muito grande, pois muitos dos problemas cardiovasculares poderiam ser evitados com a manutenção de hábitos de vida saudáveis e neste incluem-se os exercícios físicos. De acordo com Guyton e Hall (1998), o aumento da pressão não apenas força
  • 29. 29 a passagem de mais sangue pelos vasos sanguíneos como também distende as paredes das arteríolas, reduzindo ainda mais a resistência vascular. Portanto, um aumento de 30% na pressão arterial pode, com frequência, mais que duplicar o fluxo sanguíneo; isso multiplica, pelo menos por dois, o grande aumento do fluxo já provocado pela vasodilatação metabólica. “É a pressão arterial que regula o transporte do sangue oxigenado para os tecidos do corpo humano” (POWERS e HOWLEY, 2009, p.182). Hipertensão Secundaria Segundo os autores Acta Médica, 2001, é aquele atribuído a uma causa diagnosticável e constitui o restante dos casos de hipertensão cometendo menos de 5% dos casos de pessoas hipertensas. 1.6 Benefícios da atividade Marcial na Hipertensão Arterial Os benefícios da atividade física no controle da pressão arterial acontecem por diversos fatores diretos e indiretos da atividade física no organismo, diminuição de frequência cardíaca de repouso, debita cardíaco no repouso, resistência periférica e volume plasmático, aumento da densidade capilar, aumento da massa muscular, aumenta de força muscular. Poucas atividades físicas são tão completas quanto as lutas. Além de melhorar o condicionamento físico, a flexibilidade, a respiração, a postura e a coordenação motora, esses exercícios relaxam, aumenta o tempo de reação e ainda são capazes de transmitir aos praticantes conceitos de hierarquia, concentração e disciplina. Uma hora de jiu-jitsu e MMA (Mixed Martial Arts, em inglês) pode queimar até 700 kcal. Mas é preciso tomar alguns cuidados antes de começar: faça uma avaliação física e cardiovascular, aprenda as técnicas corretas e proteja com luvas as articulações dos seu punho, além de diversão e qualidade de vida. (DIAS 1995) O jiu-jitsu e o judô trabalham mais a força, o contato com o solo, com o adversário, e ensinam a erguer o outro, levantá-lo e arremessá-lo contra o chão, a modalidade não só ajuda a melhorar a musculatura dos membros superiores, mas também fortalece o tronco. . (DIAS 1995) A prática de lutas libera dois neurotransmissores diferentes no cérebro: a endorfina e a serotonina, que promovem uma sensação de prazer e bem-estar, e a preparação para uma luta é tão importante quanto o "combate" ou contato físico em si. Pular corda, fazer flexões, abdominais, circuitos com obstáculos, alongamento, corrida e treinos de reflexo e flexibilidade acabam sendo, na prática, muito mais valiosos para o praticante do que a parte que envolve interação com o outro. Com isso melhorando a alto estima e a autonomia. Diminuindo o stress e a ansiedade. . (DIAS 1995)
  • 30. 30 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 Metodologia 2.1.1 Tipo de pesquisa Pesquisa é um conjunto de ações, propostas para encontrar a solução para um problema, que têm por base procedimentos racionais e sistemáticos. A pesquisa é realizada quando se tem um problema e não se tem informações para solucioná-lo. Esta pesquisa está sendo tratada como quantitativa e descritiva, visto que considera que os dados coletados podem ser traduzidos em números, opiniões e informações para classificação e análise. É pesquisa quantitativa, porque há dados numéricos, e com dados desta natureza temos como objetivo “garantir resultados e evitar distorções de análise e de interpretação, possibilitando uma margem de segurança maior quanto às inferências” (DIEHL; TATIM, 2006, p. 51). A pesquisa quantitativa, Compreende um conjunto de diferentes técnicas interpretativas que visam a descrever e a decodificar os componentes de um sistema complexo de significados. Tem por objetivo traduzir e expressar o sentido dos fenômenos do mundo social; trata-se de reduzir a distância entre indicador e indicado, entre teoria e dados entre contexto e ação (NEVES, 1996, p.1). Para Gil (1999, p.42), a pesquisa descritiva tem um caráter pragmático, é um “processo formal e sistemático de desenvolvimento do método científico. O objetivo fundamental da pesquisa é descobrir respostas para problemas mediante o emprego de procedimentos científicos”. O desenvolvimento do embasamento teórico foi realizado através de leituras e buscas em livros, artigos, periódicos, dentre outros documentos e bibliografias que abordavam o assunto proposto no estudo que está sendo desenvolvido por nós. 2.1.2 População de amostra Serão utilizados como população neste estudo, 15 lutadores de BJJ do sexo masculino categoria adulta da região de Erechim-Rs, participantes de treinamento metodológico e regular por cinco vezes na semana, e um grupo controle que pratica atividade física não metodológica, com frequência menor a duas vezes por semana.
  • 31. 31 Os participantes do presente estudo são praticantes de Jiu-Jitsu do sexo masculino da equipe Jantara Jiu Jitsu, com idade entre 18 e 35 anos. Estes foram encaminhados pelo professor da academia ao pesquisador, e ao aceitarem participar de forma voluntária do estudo, assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido que consta em anexo neste trabalho. Participaram do estudo os indivíduos que compareceram no período de treinamento regular e que não apresentaram histórico recente de lesão ligamentar, fratura ou cirurgia, e os que não estavam utilizando medicamento para dor ou regulador de PA. Sendo todos os praticantes da mesma faixa etária. Verificando-se a pressão arterial no inicio e no final da atividade proposta. 2.1.3 Instrumento de coleta de dados As coletas de dados foram realizados no horário de treino semanal que se enquadra entre vinte e vinte uma horas durante cinco vezes por semana. Sendo que a verificação de PA foram coletados com a utilização de um aparelho de pressão digital uma vez antes e várias vezes após o exercício, sendo a primeira imediatamente após o teste, e as outras, após 10, 20 e 30 minutos; 1 hora. Os instrumentos utilizados foram:  Balança Digital Ultra Slim W903 da marca Wiso  Estadiômetro de madeira fixado em parede; da marca Physical  Fita métrica de fibra de vidro da marca Estern®  Computador da marca Positivo Mobile z80  Esfigmomanômetros - aparelho de medir pressão arterial  Uma ficha de protocolo para anotações das avaliações. As avaliações serão feitas nos meses de março de 2013 á novembro de 2013, na sala de treinamento da Equipe Jantara Jiu-jitsu com sede na Rua Leo Neuls 555 na cidade de Erechim-Rs Cada praticante será avaliado individualmente, aferindo-se:  Pressão Arterial no inicio do exercício físico e ao final do mesmo, verificando a sua alteração.  Uma verificação 10 minutos após o término do exercício:  Uma verificação 20 minutos após o termino do exercício:  Uma verificação 30 minutos após o termino do exercício:
  • 32. 32  E a última verificação 1 hora após o término das atividades. 2.1.4 Tratamento e análise dos dados Os dados analisados restringiram a uma abordagem qualitativa, com análise, descritiva da frequência de ocorrência absoluta e relativa das respostas obtidas. Os dados coletados serão organizados para facilitar a análise e discussão dos resultados, logo após, a escolha e agrupamento das perguntas, classificando-as diante das relações dos seguintes itens: importância atribuída à prática esportiva e a melhora na qualidade de vida como motivador para prática de atividades esportivas como o BJJ. 2.1.5 Análise e discussão Após coletar os dados partiremos para a parte final do trabalho, onde faremos a exposição dos dados. Neste tópico serão expostas algumas tabelas contendo os dados das avaliações realizadas nos dois grupos alvos, adultos praticantes de BJJ, foram selecionados 15 indivíduos treinados, que praticam exercícios físicos há no mínimo seis meses, sendo que estes deviam realizar exercícios aeróbios no mínimo três vezes por semana (grupo 1), e 15 indivíduos não-treinados, ou seja, sedentários (grupo 2). Para a participação no estudo o indivíduo assinou o termo de consentimento livre e esclarecido antes da realização do teste. Para um melhor entendimento será realizada a descrição e explicação das tabelas para a compreensão dos resultados obtidos. Primeiramente faremos a análise dos dados referentes ao grupo de adultos sedentários. Quadro. Classificação e comparativo de PA entre os adultos ativos e não ativos. Classificação Não ativos Ativos Ideal Normal Normal Limítrofe Hipertensão leve (estágio 1) Hipertensão moderada (estágio 2)
  • 33. 33 De acordo com Guyton e Hall (1998), o aumento da pressão não apenas força a passagem de mais sangue pelos vasos sanguíneos como também distende as paredes das arteríolas, reduzindo ainda mais a resistência vascular. Portanto, um aumento de 30% na pressão arterial pode, com frequência, mais que duplicar o fluxo sanguíneo; isso multiplica, pelo menos por dois, o grande aumento do fluxo já provocado pela vasodilatação metabólica. “É a pressão arterial que regula o transporte do sangue oxigenado para os tecidos do corpo humano” (POWERS e HOWLEY, 2009, p.182). A PA divide-se em sistólica e diastólica. A pressão sistólica refere-se à contração dos ventrículos do coração, enquanto a pressão arterial diastólica faz referência ao período de relaxamento dos ventrículos. Durante a aferição da PA, registramos dois valores. O mais alto refere-se à pressão sistólica, enquanto o outro valor, mais baixo, refere-se à pressão diastólica. A descrição da pressão deve ser feita citando a pressão sistólica, barra a pressão diastólica, por exemplo, 120/80 mmHg. Quando este nível permanece elevado, o indivíduo é diagnosticado como hipertenso. Entretanto, há uma grande diversidade terapêutica eficaz para o controle da hipertensão. Porém, deve-se considerar que o nível e a variabilidade da pressão arterial são fortemente influenciados por fatores genéticos e ambientais (CASTRO, ROLIM e MAURÍCIO, 2005). Castro, Rolim e Maurício (2005) citam ainda que, dentre as mudanças que devem ocorrer na vida de um hipertenso, estão a redução do peso corporal, a dieta balanceada, a redução do consumo de bebidas alcoólicas, a cessação do tabagismo e a realização de exercícios físicos. Adotando estas medidas, o tratamento farmacológico desta doença pode ser dispensado ou reduzido. A prática regular de exercícios físicos pode manter a pressão arterial em níveis desejáveis, evitando que os níveis pressóricos se elevem, mantendo assim uma boa saúde cardiovascular.
  • 34. 34 3 REFERÊNCIAS Acta Médica/ associação da turma de Doutorandos. –Porto Alegre: Faculdade de Medicina, Hospital São Lucas da PUCRS,1977 ACSM. Diretrizes do ACSM para os Testes de Esforço e sua Prescrição. Rio de Janeiro. 8ed. Guanabara Koogan, 2007. Arroll B, Beaglehole R. Does physical activity lower blood pressure: a critical review of the clinical trials. J Clin Epidemiol 1992;45:439-47. BAGNARA, Ivan Carlos. Adaptaciones cardiovasculares al ejercicio físico: Una revisión de la literatura. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, n. 148. Sept, 2010. BERMUDES, Ambrosina Maria Lignani de Miranda. et. al. Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial em Indivíduos Normotensos Submetidos a Duas Sessões Únicas de Exercício: Resistido e Aeróbio. Arq. Bras. Cardiol. Vitória, v.82, n.1, p.57-64. Out/Mar, 2003. BOSCO, Ricardo. et. al. O efeito de um programa de exercício físico aeróbio combinado com exercícios de resistência muscular localizada na melhora da circulação sistêmica e local: um estudo de caso. Rev. Bras. Med. Esporte. Florianópolis, v.10, n.1, p.56-62. Jan/Fev, 2004. BRANDÃO, Maria Regina Ferreira. MATSUDO, Victor Keihan Rodrigues. Stress, emoção e exercício. Rev. Bras. Ciênc. Mov. São Paulo, v.4, n.4, p.95. Out, 1990. BRUM, P. C. et. al. Adaptações agudas e crônicas do exercício físico no sistema cardiovascular. Rev. paul. Educ. Fís. São Paulo, v.18, p.21. Ago, 2004. Brown MJ. Haydock S. Pathoaetilogy and diagnosisnof hypertension.Drugs 2000:59 (suppl2 ):1-12 Brum PC, Silva GJ, Moreira ED, Ida F, Negrão CE, Krieger EM. Exercise training increases baroreceptor gainsensitivity in normal and hypertensive rats. Hypertension 2000;36:1018-22 CARPENTER, C. S. Treinamento cardiorrespiratório. Rio de Janeiro: Sprint, 2004. CARVALHO, Tales de. et. al. Posição oficial da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte: atividade física e saúde. Rev. Bras. Med. Esporte. v.2, n.4, p.79-81. Out/Dez, 1996. CASTRO, Maria Euridéa de; ROLIM, Maysa Oliveira; MAURÍCIO, Tibelle Freitas. Prevenção da hipertensão e sua relação com o estilo de vida de trabalhadores. Acta Paul Enferm. Ceará, v.18, n.2, p.184-189, 2005. CHRISTOFARO, Diego Giulliano Destro et al. Efeitos da Duração do Exercício Aeróbio sobre as Respostas Hipotensoras Agudas Pós-Exercício. Rev. SOCERJ. Londrina, v. 21, n.6. p. 404-408. Nov/Dez, 2008. CIOLAC, Emmanuel Gomes. GUIMARÃES, Guilherme Veiga. Exercício Físico e síndrome metabólica. Rev. Bras. Med. Esporte. São Paulo, v. 10, n. 4. p. 319-324. Jul/Ago, 2004. CUNHA, Gisela Arsada. Et al. Hipotensão pós-exercício em hipertensos submetidos ao exercício
  • 35. 35 Aeróbio de intensidades variadas e exercício de intensidade constante. Rev. Bras. Med. Esporte. Brasília, v.12, n.6, p.314.Nov/Dez, 2006. DIAS, G. Seguidores dos Grandes Mestres em Jiu-Jitsu: histórico do Jiu-Jitsu e seus Mestres. CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA, 9, Foz doIguaçu, 1995. DENADAI, Benedito Sérgio. Consumo máximo de oxigênio: Fatores determinantes e limitantes. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde. São Paulo, v.1, n.1, p.85-94, 1995. DIEHL, A. A.; TATIM, D. C. Pesquisa em Ciências Sociais aplicadas: métodos e técnicas. São Paulo: Prentice Hall, 2006. DIEHL, Astor e Antonio; TATIM, Denise e Carvalho, Pesquisa em ciências sociais aplicadas: Métodos e técnicas. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. Estimativa do IBGE aponta que país tem 17 milhões de hipertensos. Disponível em: <http://www.reporternews.com.br/noticia.php?cod=279463>. Acesso em: 25 abr de 2012. FALUDI, A. A.; MASTROCOLLA, L. E.; e BERTOLAMI, M. C. Atuação do exercício físico sobre os fatores de risco para doenças cardiovasculares. Rev. Soc. Cardiol. São Paulo, v.6, n.1, p.1-5. Jan/Fev, 1996. FORJAZ, Cláudia Lúcia de Moraes. et. al. A Duração do Exercício Determina a Magnitude e a Duração da Hipotensão Pós-Exercício. Arq. Bras. Cardiol. São Paulo, v.70, n.2, p.99-104. Set/Nov, 1998. FORJAZ, Cláudia Lúcia de Moraes; RONDON, Maria Urbana Pinto Brandão; NEGRÃO, Carlos Eduardo. Efeitos hipotensores e simpatolíticos do exercício aeróbio na hipertensão arterial. Rev. Bras. Hipertensão. V.12, n.4, p-245-250. Out/Dez, 2005. FREITAS, Rodrigo Pegado de Abreu. et. al. (Re)Fazendo a caminhada: otimizando uma estratégia de controle da pressão arterial. Extensão e sociedade. 2010. v.1, n.2, p.1-9, 2010. GIL, A. C.; Método e técnicas de pesquisa social. 5ª Edição. São Paulo. Editora Atlas S.A. 1999. 206 p. Grassi G, Seravalle G, Calhoun DA, Mancia G. Physical training and baroreceptor control of sympathetic nerve activity in humans. Hypertension1994;23:294-301 GUEDES, D. P. & SOUZA, D. B. Aspectos cineantropométricos no treinamento e futebolistas. In: Futebol: Bases científicas do treinamento físico. Rio de Janeiro. Sprint, 1987 GUYTON, A. C., HALL, J. E. Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças. Rio de Janeiro: Guanabara Gava NS, Véras-Silva AS, Negrão CE, Krieger EM. Low-intensity exercise training attenuates cardiac β-adrenergic tone during exercise in spontaneously hypertensive ts.Hypertension 1995; 26:1129-33 Halbert JA, Silagy CA, Finucane P, Withers RT, Hamdorf PA, Andrews GR.The ffectiveness of exercise training in lowering blood pressure: a meta-analysis of randomized ontrolled trials of 4 weeks or longer. J Hum Hypertens 1997; 11:641-9 Koogan. 1998. Hagberg JM, Park JJ, Brown MD. The role of exercise training in the treatment of hypertension: an update. Sports Med 2000; 30:193-206. He J. Whelton PK. Epidemiology and prevention of hypertension. Med Clin North 1997 Sept: 81: 1077-97 He J. Whelton PK. Epidemiology and prevention of hypertension. Med Clin North 1997 Sept: 81: 1077-97 He J. Whelton PK. Epidemiology and prevention of hypertension. Med Clin North 1997 Sept:81: 1077-97 Klag MJ, Whelton PK, Randall BL, et al, Blood pressure and end-stage renal disease in men. N Engl J Med 1996: 334:13-8 Kaplan NM.Primary hypertension: natural history, special populations, and evaluation, In: Clinical hypertension. Seven™ ed. Baltimore: Willians & Wilkins: 1998. P. 109-45 Kaplan NM.Primary hypertension: natural history, special populations, and evaluation, In: Clinical hypertension.7™ ed. Baltimore: Willians & Wilkins: 1998. P. 109-45
  • 36. 36 Klag MJ, Whelton PK, Randall BL, et al, Blood pressure and end-stage renal disease in men. N Engl J Med 1996: 334:13-8 Kokkinos PF, Papademetriou V. Exercise and hypertension. Coron Artery Dis 2000; 11:99- 102. Lesniak KT, Dubbert PM. Exercise and hypertension.CurrOpinCardiol 2001; 16:356-9. LILLEGARD, W. A., BUTCHER, J. D., RUCKER, K. S. Manual de medicina desportiva: Uma abordagem orientada aos sintomas. São Paulo: Manole. 2002. LIZARDO, J. et. al. Hipotensão pós-exercício: comparação entre diferentes intensidades de exercício em esteira ergométrica e cicloengométrica. Rev. Bras. de Cineantrop. E Desemp. Humano. Florianópolis, v.9, n.2, p.115-120, 2007. LOPES, Leandro Teixeira Paranhos; GONÇALVES, Alexandre; RESENDE, Elmiro Santos. Resposta do duplo produto e pressão arterial diastólica em exercício de esteira, bicicleta estacionária e circuito na musculação. Rev. Bras. Cineantropom. Desempenho Hum. v.8, n.2, p.53-58. Mar/Maio, 2006. MAGALHÃES, E. S. Fatores associados à hipertensão: Um estudo com adultos idosos participantes de um programa de caminhada orientada. 2011. 92f. Monografia (Conclusão do curso de Educação Física) – Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2011. MCARDLE, W.; KATCH, F. I.; KATCH, V. L. Fundamentos de Fisiologia do exercício. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2ªed. 667 pág. 2003. MELLO, Marco Túlio de. et. al. O exercício físico e os aspectos psicobiológicos. Rev. Bras. Med. Esporte. São Paulo, v.11, n.3, p.203-207. Mai/Jun, 2005. MORAES, L. C. de. O que você precisa saber sobre o treino regenerativo. Disponível em: <http://revistacontrarelogio.com.br/cgi-local/materia_impr.pl?999.974>. Acesso em: 04 de jun de 2012. Moraes BG. Castellan CA, Mota LMN, et al. Epidemiologia da hipertensão arterial sistemicaprimaria.ActaMéd(Porto Alegre) 1990:551-68 Nelson L, Esler MD, Jennings GL, Korner PI.Effect of changing levels of physical activity on blood pressure andhemodynamic in essential hypertension.Lancet 1986; 2:473-6. Negrão CE, Irigoyen MC, Moreira ED, Brum PC, Freire PM, Krieger EM. Effect of exercise training on RSNA, baroreflex control, and blood pressure responsive ness. Am J Physiol 1993;265:365-70 Negrão CE, Moreira ED, Brum PC, Denadai MLDR, Krieger EM. Vagal and sympathetic controls of the heart rate during exercise in sedentary and trained rats.Braz J Med Biol Res 1992; 25:1045-52. NEVES, José Luis. Pesquisa qualitativa: características, usos e possibilidades. Caderno de pesquisas em administração, São Paulo, v. 1, nº 3, 2º Sem./1996 NEGRÃO, Carlos Eduardo; RONDON, Maria Urbana P. Brandão. Exercício físico, hipertensão e controle barorreflexo da pressão arterial. Rev. Bras. Hipertens. São Paulo, v. 8. p. 89. Jan/Mar, 2001. NEVES, José Luiz. Pesquisa qualitativa – Características, usos e possibilidades. Caderno de pesquisas em administração. São Paulo, v.1, n.3, p.1-5, 1996. 0. Somers VK, Conway J, Johnston J, Sleight P. Effects of endurance training on aroreflex sensitivity and bloodpressure in borderline hypertension. Lancet 1991;337:1363-8. Petroski EL. Desenvolvimento e validação de equações generalizadas para a estimativa da densidade corporal em adultos. 1995. [tese]. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria; 1995. PINHEIRO, D. A Cultura do Tapão. Revista Veja, São Paulo, v. 32, n. 5, p. 66, 1999. POLLOCK, M.L., WILMORE, J.H. Exercícios na Saúde e na Doença : Avaliação e Prescrição para Prevenção e Reabilitação. MEDSI Editora Médica e Científica Ltda., 233- 362, 1993. PICCINI, Roberto Xavier; VICTORA, Cesar Gomes. Hipertensão arterial sistêmica em área urbana no sul do Brasil: prevalência e fatores de risco. Rev. Saúde Pública. Pelotas, v.28, n.4, p.261-267, 1994.
  • 37. 37 PITANGA, Francisco José Gondim. Epidemiologia, atividade física e saúde. Rev. Bras. Ciên. E Mov. Brasília, v.10, n.3, p.49-54. Junho, 2002. POLITO, Marcos Doederlein, et. al. Efeito hipotensivo do exercício de força realizado em intensidades diferentes e mesmo volume de trabalho. Rev. Bras. Med. Esporte. Rio de Janeiro. v.9, n.2., p.69-73. Mar/Abril, 2003. POWERS, S. K., HOWLEY, E. T. Fisiologia do Exercício: Teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. São Paulo: Manole. 2009. Riella MC. Hipertensão arterial essencial. In: Principios de nefrologia e distúrbios hidroeletrolíticos.3° ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: 1996. P. 495-517 Rondon MUPB, Alves MJNN, Braga AMFW ET al.Postexercise blood pressure reduction in elderly hypertensive patients. J ROBERGS, R. A., ROBERTS, S. O. Princípios fundamentais de Fisiologia do Exercício: para aptidão, Desempenho e Saúde. São Paulo: Phorte, 2002. RONDON, Maria Urbana P. Brandão. BRUM, Patrícia Chakur. Exercício Físico como tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial. Rev. Bras. Hipertens. São Paulo, v. 10, 134-139. Abril/Junho, 2003. ROSSI, Luciana; TIRAPEQUI, Júlio. Aspectos atuais sobre exercício físico, fadiga e nutrição. Rev. Paul. Educ. São Paulo, v.13, n.1, p.67-82. Jan/Junh, 1999. SCARIN, Luciana Ruela. Mecanismos fisiológicos causadores da hipotensão pós-exercício em adultos hipertensos. 2010. 46f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação)- Faculdade de Educação Física. Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2010. SILVA, Ester. et. al. Efeito agudo e crônico do treinamento físico aeróbio sobre a resposta da pressão arterial sistêmica de indivíduos hipertensos. Rev. Soc. Cardiol. De São Paulo. São Paulo, v.1, p.9-20. Jan/Mar, 2006. SILVEIRA, Marcel Guimarães da; NAGEM, Marcelo de Paula; MENDES, Ricardo Rodrigues. Exercício Físico como fator de prevenção e tratamento da hipertensão arterial. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, n. 106. Mar, 2007. Seals DR, Silverman HG, Reiling MJ, Davy KP. Effect of regular aerobic exercise on elevated blood pressure inpostmenopausal women. Am J Cardiol 1997; 80:49-55? Silva GJJ, Brum PC, Negrão CE, Krieger EM.Acute and chronic effects of exercise on baroreflexes in spontaneously hypertensive rats.Hypertension 1997; 30:714-9. TORTORA, G. J., DERRICKSON, B. Princípios de anatomia e fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. TEGNER, B. Defesa Pessoal para Briga de Rua. Rio de Janeiro: Tecnoprint, 1991 Urata H, Tanabe Y, Kyonaga A et al. Antihypertensive and volume-depleting effects of mild exercise on essential hypertension.Hypertension 1987; 9: 245-52 Véras-Silva AS, Mattos KC, Gava NS, Brum PC, Negrão CE, Krieger EM. Lowintensity exercise training decreases cardiac output and hypertension in spontaneously hypertensive rats. Am J Physiol: Heart CircPhysiol 1997; 273:H2627-31 Whelton SP, Chin a, Xin X, He J. Effect of aerobic exercise on blood pressure: A meta- analysis of randomized, controlled trials. Ann Intern Med 2002;136:493-503 IV Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, Sociedade Brasileira de Hipertensão, Sociedade Brasileira deCardiologia e Sociedade Brasileira de Nefrologia 2002;1-2,13-4 III Congresso Brasileiro de Hipertensão Arterial, Campos do Jordão: Sociedade Brasileira de Hipertensão, Cardiologia e Nefrologia: 1998. http://www.saudeemmovimento.com.br/conteudos/conteudo_exibe1.asp?cod_noticia=644 ,visualizado em 01/05/2013
  • 39. 39 TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO Você está sendo convidado (a) para participar, como voluntário, em uma pesquisa. Após ser esclarecido (a) sobre as informações a seguir, no caso de aceitar fazer parte do estudo, assine no final deste documento, que está em duas vias. Uma dela é sua e outra é do pesquisador.
  • 40. 40 Título do projeto: A prática do Brazilian Jiu Jitsu e a qualidade de vida: um enfoque pontual sobre a pressão arterial Pesquisadores: Guilherme da Silva Jantara Telefone para contato: (54)9916 8655 Orientador: Professora Marcelo Miorelli Antunes dos Santos Telefone: (54) 96756667 / (47) 9676 8114 O Objetivo desta pesquisa é analisar se a prática regular do Brazilian Jiu Jitsu colabora para a melhora da qualidade de vida dos indivíduos inseridos em seu estudo, levando em conta fatores como: pressão arterial, controle de massa corporal? A sua participação na pesquisa consiste em responder uma entrevista semi estruturada. O instrumento de pesquisa será realizado pelo próprio pesquisador, sem qualquer prejuízo ou constrangimento para o pesquisado. Os procedimentos aplicados por esta pesquisa não oferecem risco a sua integridade moral, física, mental ou efeitos colaterais. As informações obtidas através da coleta de dados serão utilizadas para alcançar o objetivo acima proposto, e para a composição do relatório de pesquisa, resguardando sempre sua identidade. Caso não queira mais fazer parte da pesquisa, favor entrar em contato pelos telefones acima citados. Este termo de consentimento livre e esclarecido é feito em duas vias, sendo que uma delas ficará em poder do pesquisador e outra com o sujeito participante da pesquisa. Você poderá retirar o seu consentimento a qualquer momento. CONSENTIMENTO DA PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COMO SUJEITO Eu, _______________________________________________, RG ________________________________ CPF_________________________________, abaixo assinado, concordo em participar do estudo como sujeito. Fui devidamente informado e esclarecido pelo pesquisador sobre a pesquisa e, os procedimentos nela envolvidos, bem como os benefícios decorrentes da minha participação. Foi me garantido que posso retirar meu consentimento a qualquer momento. Local:________________________________Data ____/______/_______.
  • 41. 41 QUESTIONARIO DE PAR-Q PAR Q - PhysicalActivityReadinessQuestionnarie Este questionário, proposto pela pelo American College of Sports Medicine, tem objetivo detecção de risco cardiovascular e é considerado um padrão mínimo de avaliação pré- participação, uma vez que uma resposta positiva sugere a avaliação médica.
  • 42. 42 1 Alguma vez um médico lhe disse que você possui um problema do coração e recomendou que só fizesse atividade física sob supervisão médica? ( ) Sim ( ) Não 2 Você sente dor no peito causada pela prática de atividade física? ( ) Sim ( ) Não 3 Você sentiu dor no peito no ultimo mês? ( ) Sim ( ) Não 4 Você tende a perde a consciência ou cair, como resultado de tonteira? ( ) Sim ( ) Não 5 Você tem algum problema ósseo ou muscular que poderia ser agravado com a prática de atividade física? ( ) Sim ( ) Não 6 Algum médico já recomendou o uso de medicamento para a sua pressão arterial ou condição física? ( ) Sim ( ) Não 7 Você tem consciência, através da sua própria experiência ou aconselhamento médico, de alguma outra razão física que impeça sua prática de atividade física sem supervisão médica? ( ) Sim ( ) Não
  • 43. 43 8 Gostaria de comentar algum outro problema de saúde seja de ordem física ou psicológica que impeça a sua participação na atividade proposta? Declaração de Responsabilidade Estou ciente das propostas Da Academia Anhembi Morumbi e D-Onze Promoções e Eventos, assumindo a veracidade das informações prestadas no questionário “PAR Q”. Nome: __________________________________________________ Nome do responsável se menor de 18 anos: __________________________________ _____/_____/2013 _____________________________________ Assinatura