Trabalho Roma - Renascentista Barroco

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Trabalho Roma - Renascentista Barroco

  1. 1. ROMARENASCENTISTA BARROCA
  2. 2. Catedral de S.Maria Del Fiore, Florença
  3. 3. Perspectiva
  4. 4. A perspectiva representa diretamente apenas os caracteresproporcionais dos objetos, sua forma e posição recíproca.
  5. 5. Neste período se define as regras da perspectiva, que é o método geométricomais complicado, porém mais familiar para o observador, porque da umaimagem semelhante a que se forma no olho humano.As regras da perspectiva foram estabelecidas por Brunelleschi, ele pinta 2painéis que representam o Batistério e a Praça Signoria, e constroi um aparelhoque obriga a olhá-los de um ponto fixo, para confrontar a imagem com a vistareal.
  6. 6. RomaVista de Roma no final do século XV ainda dominadapelos monumentos antigos.
  7. 7. Em meados do século XV, enquanto Florença, Veneza e Nápoles são grandes cidades totalmente formadas, Roma ainda é um pequeno centro abandonado e empobrecido pela longa ausência do papel papal. A paisagem é dominadas pelas ruínas da metrópole antiga e pelas igrejas do primeiro cristianismo, mas os habitantes menos de 40.000 estão amontoados nas duas planícies ao lado do rio, Campo de Marte e Irastevere, e ocupa apenas uma pequena parte do território compreendido pelos muros Aurelianos (além de 1300 hectares).• Os papas voltam para Roma em 1420, e adquirem o pleno controle da cidade somente em 1453 (quando fracassa a conspiração de Stefano Porcari). Nicolau V, estabelece o programa do governo papal: reconstruir a cidade imperial e transformá-la numa grande cidade moderna sob a autoridade do pontífice, portanto restaurar as benfeitorias antigas ainda utilizáveis (os muros, as ruas, as pontes, os aquedutos), recuperar os monumentos antigos destinados funções novas ( o Mausoléu de Adriano se torna um castelo, Panteão se transforma numa igreja, o Capitólio é a sede da administração municipal), restaurar as basílicas cristãs e construir nas proximidades de São Pedro, sobre a colina do Vaticano, a cidadela da corte papal. Esta nova Roma, duplamente excepcional pelo prestígio do passado e pela presença da Sé Apostólica, é destinada a tornar-se ainda principal cidade do mundo moderno.
  8. 8. No fim do século, a atividade da construção aumenta, para a preparação do Ano Santode 1500. Neste período chega a Roma, pela primeira vez, um arquiteto célebre, DonatoBramante, que abandona Milão depois depois da queda da Signoria dos Sforza em1499, O pequeno templo de Bramante em S.Pietro in Montorio, planta do traçado de Serlio e vista da entrada do pátio.
  9. 9. Vista do pátio de S. Pietroin Montorio a partir docampanário, com opequeno templo deBramante.
  10. 10. Capela Sistina no Vaticano, como era no século XV e como é hoje.
  11. 11. Depois do ‘’Saque de Roma’’ nada resta senão reparar asruínas e concluir da melhor maneira possível as obrasiniciadas nos primeiros decênios do século. O velhoMichelangelo é encarregado por Paulo III de fixar a formadefinitiva da cidade papal, projeta o arranjo arquitetônicodo Capitólio, coordena as portas da cidade, simplifica oorganismo de S.Pedro e desenha a cúpula como elementoplástico dominante na paisagem urbana. A Pietà Rondanini, última obra de Michelangelo
  12. 12. O arranjo do Capitólio, realizado por Michelangelo, e a esquerda oentrocamento entre o Capitólio e a cidade, assim como se apresentavaantes dos saneamentos fascistas.
  13. 13. Cúpula de S.PedroO novo S.Pedro na disposição de Michelangelo, Vistaaérea da igreja pelo lado oeste, vista geral do Vaticanono fim do século XVI, depois da ereção do obelisco eantes dos trabalhos de Maderno e Bernini; vista dafachada atual a partir do Castelo de Santo Ângelo, quereproduz mais ou menos a fachada de Michelangelo,planta da igreja conforme o projeto de Michelangelo
  14. 14. Roma chega a 100.000 habitantes neste período, não cresce o suficiente para preencher este espaço. Os artistas barrocos são encarregados de dar acabamento a este organismo, onde convivem as ruínas antigas, os bairros medievais e os monumentos modernos.Um afresco na biblioteca do Vaticano, querepresenta as ruas projetadas por Sisto Vsobre as colinas da margem esquerda.
  15. 15. Planta de Roma no séc XVIII, com a indicação dos retilíneos antigos que ainda funcionam e daqueles abertos pelos papas no séc. XV, XVIRoma esquema das novas ruastraçadas entre osmonumentos da margemesquerda, num desenho 1588,planta da cidade em 1602,depois das obras de Sisto V.
  16. 16. Vista da Praça de São Pedro a partir do balão, no início do século antes do saneamento de 1935Bernini resolve o problema da ligação da Igreja de SãoPedro com a cidade, e projeta o esplêndido arranjo dapraça: um espaço vazio modelado com os desníveis doterreno, parcialmente isolado por uma colunata aberta quedeixa ver o bairro em volta e o panorama da cidade
  17. 17. Praça de São Pedro duranteuma cerimônia papal. Planta do conjunto da Basílica e da praça de São Pedro do livro de Letarouilly, do início do século XIX.
  18. 18. O interior de São Pedro com os arranjos decorativos de Bernini.A praça de São Pedro no início doséculo XX, vista dos telhados dascasas circunstantes
  19. 19. As três ruas que convergempara a Piazza del Popolo ( apraça do povo) em Roma. Vista panorâmica da praça de São Pedro e do bairro do Borgo, antes da demolição da rua da conciliação
  20. 20. Barroco AmsterdãAmsterdã, a cidade mais importante, se torna o centro do comércio e da atividadebancária européia, e cresce utilizando uma combinação de instrumentos diversos:os métodos administrativos medievais, as contribuições da ciência e da tecnologiamoderna, o espírito de regularidade da cultura visual renascentistaNa primeira metade do século XVI, Amsterdã já é uma cidade portuária detamanha médio, com cerca de 40.000 habitantes
  21. 21. Em 1578 é conquistada pelas tropas de Guilherme, o Taciturno, e logo depois projeta-se a primeira ampliação: os muros de 1481 são demolidos, e o fosso perimetral se torna um canal interno da cidade, mais para o exterior, constrói-se em 1593 um novo cinturão de muros, segundo as regras da técnica militar .Amsterdã; mapas da cidade na idademédia e em fins do século XVI, vistaem perspectiva de 1544.
  22. 22. Cada canal tem 25 metros de largura ( isto é, compreende quatro corredores de cerca de 6 metros para os navios de tamanho médio, dos lados ficam os desembarcadouros para craga e descarga das mercadorias, de 11 metros de larguras, entre um canal e outro há duas ffileiras de lotes edificáveis, com cerca de 50 metros de profundidade, entre as fachadas posteriores das casas, deve ficar um espaço livre de, pelo menos 48 metros. O canal mais interno (denominado dos Senhores) tem três quilômetros e meio de comprimento,.De fato Amsterdã é uma cidade, nãoum cenário desabitado, os canis sãoambientes de vida, os volumescircunstantes são habitações e locaisde trabalho, que pertencem a todos oscidadãos e não a um organismo,rigorosamente planificado, tem umasuperfície de 650 hectares
  23. 23. Vista aérea do centrode Amsterdã, fachadasde uma série de casasao longo dos canais doséculo XVII, secçãoentre dois canais, comas medidas das viasaquáticas, dosdesembarcadouros edos lotes edificáveis
  24. 24. Amsterdã, detalhe de uma vista axonométrica de 1663, e plantados lotes edificáveis entre os dois canais.
  25. 25. Gravuras do século XVIII,com as fachadas das casasao longo de um trecho doCanal dos Senhores. Duas fotografias das casas ao longo dos canais de Amsterdã, tomadas do desembarcadouro oposto.
  26. 26. • Nome: Patricia Campos 252.051• Nome: Guilherme Faustino 256.510• Nome: Rodrigo Kodra 255.954

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