Briofitas e Pteridofitas
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dizer que os dois grupos de vegetais
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As briófitas:
São plantas pequenas,
geralmente com alguns
poucos centímetros de
altura, que vivem em
lugares úmidos e
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O musgos e as hepáticas são os principais representantes
das briófitas. O conjunto de musgos forma uma espécie de
"tapete"...
AS BRIÓFITAS ENFRENTAM OS MESMOS PROBLEMAS DE
SOBREVIVÊNCIA QUE AS PLANTAS VASCULARES NO AMBIENTE
TERRESTRE. A ÁGUA É ESSE...
As briófitas são bastante diversificadas em suas
adaptações para a absorção e condução de água. Nas
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A - ATRAVÉS DE CÉLULAS CONDUTORAS ESPECIALIZADAS, OS
HIDRÓIDES, OS QUAIS SÃO DESPROVIDOS DE PROTOPLASTO VIVO
NA MATURIDADE...
Um cilindro central bem desenvolvido é característico das
briófitas endo-hídricas, especialmente as de maior dimensão.
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incluindo os espaços entre filídios, entre filídios e caulídio e...
As pteridófitas:
Na evolução das plantas,
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A maioria das pteridófitas é terrestre e habita, de preferência,
lugares úmidos e sombrios. A samambaia e a avenca podem
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AS PTERIDÓFITAS, COMO AS BRIÓFITAS, SE
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Briofitas e Pteridofitas

  1. 1. Briofitas e Pteridofitas De uma maneira geral, podemos dizer que os dois grupos de vegetais são formados por plantas que não têm flor.
  2. 2. As briófitas: São plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem em lugares úmidos e sombrios. Uma das características mais marcantes das briófitas é a ausência de vasos para a condução de nutrientes. Estes são transportados de célula a célula por todo o vegetal. É por isso que não existem briófitas muito grandes. O transporte de água de célula a célula é muito lento e as células mais distantes morreriam desidratadas.
  3. 3. O musgos e as hepáticas são os principais representantes das briófitas. O conjunto de musgos forma uma espécie de "tapete" esverdeado, observado comumente nos solos, muros e barrancos úmidos. Podem formar uma ampla cobertura sobre o solo, protegendo-o contra a erosão. As briófitas não tem raízes. Fixam-se ao solo por meio de filamentos chamados rizóides, que absorvem a água e os sais minerais de que o vegetal necessita. Também não possuem verdadeiro caule. Tem uma haste denominada caulóide que não apresenta vasos para a condução da seiva. Suas "folhas" denominam-se filóides e são apenas partes achatadas do caulóide.
  4. 4. AS BRIÓFITAS ENFRENTAM OS MESMOS PROBLEMAS DE SOBREVIVÊNCIA QUE AS PLANTAS VASCULARES NO AMBIENTE TERRESTRE. A ÁGUA É ESSENCIAL PARA O METABOLISMO, MAS É UM SUPRIMENTO LIMITADO ERRÁTICO NO AMBIENTE ACIMA DO SOLO. BRIÓFITAS E PLANTAS VASCULARES EXEMPLIFICAM DOIS PADRÕES ALTERNATIVOS DE ADAPTAÇÃO A ESSAS CONDIÇÕES. AS BRIÓFITAS TÊM DE UTILIZAR A ÁGUA ONDE E QUANDO ELA ESTÁ DISPONÍVEL ACIMA DO SOLO, ENQUANTO AS PLANTAS VASCULARES POSSUEM RAÍZES E UM SISTEMA DE CONDUÇÃO EFICIENTE. MUITAS BRIÓFITAS ESTÃO CONFINADAS A AMBIENTES ÚMIDOS, MAS ALGUMAS SÃO CAPAZES DE TOLERAR A DEFICIÊNCIA HÍDRICA E OUTRAS SÃO EXTREMAMENTE TOLERANTES À DESSECAÇÃO E ALTAMENTE ADAPTADAS A UMA EXISTÊNCIA POIQUILO-HÍDRICA, OCORRENDO, DESSE MODO, EM AMBIENTES HÍDRICOS, MÉSICOS E XÉRICOS. A relação das briófitas com a água:
  5. 5. As briófitas são bastante diversificadas em suas adaptações para a absorção e condução de água. Nas espécies ditas endo-hídricas, a água é absorvida do substrato e conduzida internamente até os filídios ou outra superfície evaporante, através de um sistema condutor, o qual é bem mais simples que o xilema das plantas vasculares. Ocorrem, em geral, em substratos úmidos, permeáveis e estão bem representadas na base de troncos de árvores, em brejos e em solos bem drenados. Nas briófitas ecto-hídricas, a água é facilmente absorvida (e perdida) e conduzida sobre a sua superfície, sendo o movimento desta muito mais difuso. Ocorrem principalmente em substratos impermeáveis e com pouca disponibilidade de água, tais como troncos de árvores, rochas e em solos pedregosos e compactados. São capazes de armazenar grandes quantidades de água após a chuva ou orvalho. Existem muitas briófitas que combinam mecanismos de condução endo e ecto-hídricos, sendo chamadas, então, de "mixo-hídricas".
  6. 6. A - ATRAVÉS DE CÉLULAS CONDUTORAS ESPECIALIZADAS, OS HIDRÓIDES, OS QUAIS SÃO DESPROVIDOS DE PROTOPLASTO VIVO NA MATURIDADE MAS NÃO APRESENTAM PAREDES CELULARES LIGNIFICADAS; EXISTEM, TAMBÉM, CÉLULAS CONDUTORAS DE FOTOSSINTATOS, OS LEPTÓIDES, QUE MANTÊM VIVO O SEU PROTOPLASTO NA MATURIDADE. B - ATRAVÉS DE ESPAÇOS INTERCELULARES; C - DE CÉLULA A CÉLULA, ATRAVÉS DAS PAREDES CELULARES; D - POR ESPAÇOS CAPILARES EXTERNOS; E - ATRAVÉS DE CÉLULAS PARENQUIMÁTICAS CONDUTORAS; F - ATRAVÉS DE CÉLULAS HIALINAS ESPECIALIZADAS, PROVIDAS DE POROS. A condução de água nas briófitas, assim, pode se processar pelos seguintes mecanismos:
  7. 7. Um cilindro central bem desenvolvido é característico das briófitas endo-hídricas, especialmente as de maior dimensão. A condução capilar externa é especialmente importante em muitas espécies ecto-hídricas. Entretanto, tais caminhos respondem apenas por uma parte do movimento da água em cada caso. No córtex do caulídio, na lâmina do filídio e nas formas talosas (hepáticas e antóceros), muita água deve movimentar-se ao longo das paredes celulares ou de célula a célula.
  8. 8. Os sistemas de condução capilar são diversos e complexos, incluindo os espaços entre filídios, entre filídios e caulídio e em meio aos rizóides e tomentos, bem como entre as papilas que cobrem a superfície das células. Poucas são as briófitas que apresentam sistemas capilares internos formados por células especializadas, podendo-se destacar, nesse aspecto, as famílias Sphagnaceae, Leucobryaceae e Calymperaceae. Em tais briófitas existem células hialinas sem conteúdo protoplasmático vivo, providas de poros, denominadas de leucocistos, que atuam eficazmente na condução célula a célula. O sistema capilar interno também está representado pelo transporte via parede celular e deve ocorrer, principalmente, entre as briófitas endo-hídricas.
  9. 9. As pteridófitas: Na evolução das plantas, as pteridófitas foram os primeiros vegetais a apresentar um sistema de vasos para conduzir nutrientes. Assim, possuem raiz, caule e folha verdadeiros. Seu caule é geralmente subterrâneo e é denominado rizoma. A samambaia e a avenca são exemplos desse grupo de vegetais.
  10. 10. A maioria das pteridófitas é terrestre e habita, de preferência, lugares úmidos e sombrios. A samambaia e a avenca podem viver sobre outras plantas, mas sem prejudicá-las. O dendezeiro é uma das hospedeiras preferidas dessas pteridófitas.
  11. 11. AS PTERIDÓFITAS, COMO AS BRIÓFITAS, SE REPRODUZEM POR MEIO DE UM CICLO QUE APRESENTA UMA FASE ASSEXUADA E OUTRA SEXUADA. UMA SAMAMBAIA-DE-METRO, POR EXEMPLO, QUE É COMUM EM RESIDÊNCIAS, É UMA PLANTA ASSEXUADA PRODUTORA DE ESPOROS. POR ISSO, ELA REPRESENTA A FASE CHAMADA DE ESPORÓFITO. EM CERTAS ÉPOCAS, NA SUPERFÍCIE INFERIOR DAS FOLHAS DA SAMAMBAIA, FORMAM-SE PONTOS ESCUROS CHAMADOS DE SOROS, ONDE SE PRODUZEM OS ESPOROS. Reprodução:
  12. 12. Quando os esporos amadurecem, os soros abrem-se, deixando- os cair no solo úmido; cada esporo, então, pode germinar e originar um prótalo, uma plantinha bem pequena em forma de coração. O prótalo é uma planta sexuada, produtora de gametas; por isso, ele representa a fase chamada de gametófito. No prótalo, formam-se os anterozóides e as oosferas. O anterozóides, deslocando-se em água, nada em direção à oosfera, fecundando-a. Surge, então, o zigoto, que se desenvolve, transformando-se em uma nova samambaia. Quando adulta, esta planta forma soros, iniciando novo ciclo de reprodução. Este processo de reprodução em um ciclo com uma fase assexuada e outra sexuada denomina-se alternância de gerações. Briófitas e pteridófitas, plantas sem flores

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