Estatuto dos Acólitos - Lins/SP

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Estatuto dos Acólitos - Lins/SP

  1. 1. ESTATUTO DO GRUPO DE ACÓLITOS DOM BOSCO PREÂMBULO: Sob a proteção de Deus, inspiração do Espírito Santo e intercessão de São João Bosco, nós, membros diretores do grupo de Acólitos Dom Bosco, representantes de todos os acólitos membros, promulgamos o presente Estatuto que visa a melhor organização estrutural do grupo, entrando em vigor no dia de sua aprovação pelo Paróco. PARTE GERAL Art. 1º - É considerado acólito o menino que possuir idade igual ou superior a 14 anos. Art. 2º - O grupo de Acólitos Dom Bosco, serve a Paróquia de São João Bosco, Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium e Colégio Salesiano “Dom Henrique Mourão”. I – O grupo de Acólitos Dom Bosco é indivisível, não podendo seus subgrupos se proclamar independentes Diretoria; da Art. 3º - Não são permitidas mulheres no grupo de Acólitos. Art. 4º - O grupo se divide em subgrupos de acordo com os horários das Santas Missas dominicais. Art. 5º - Cada subgrupo deverá possuir um coordenador. Art. 6º - O grupo de Acólitos possui uma diretoria composta por assessor, tesoureiro, vice tesoureiro, secretário, conselheiro, encarregado de formação e coordenadores dos subgrupos. substituição de membros da diretoria, caberá aos membros diretores restantes por escolher os que ocuparão os cargos vacantes. §4º – A gestão da diretoria tem duração de 03 (três) anos. §5º – Os acólitos diretores podem ser reeleitos até 02 (duas) vezes. §6º - O Assessor não é eleito em conclave, ele é escolhido pelo pároco e livre de qualquer aceitação da diretoria. §7º - O período de gestão do Assessor é indefinido, cabendo ao pároco decidir seu período de gestão. §1º - A Diretoria deve conter no mínimo 01 membro de cada subgrupo e comunidades. Art. 7º - Os acólitos devem respeito aos seus coordenadores, assessor e pároco. §2º – Os acólitos que compõe a diretoria são eleitos em conclave. Art. 8º - Fica a critério de cada subgrupo a constituição ou não de um quadro fixo de cerimoniários. §3º - Quando houver a necessidade de
  2. 2. Art. 9º - Os Acólitos fazem a Primeira Promessa ou Renovação das Promessas no dia 31 de janeiro de cada ano, data da solenidade de São João Bosco, salvo se, a pedido do paróco, ou por decisão da diretoria, será realizado em dia mais propício. PARTE ESPECIAL TÍTULO I Do Objetivo Art. 10 - O grupo de Acólitos Dom Bosco possuí como objetivo principal auxiliar os padres, bispos e qualquer outro membro do clero da Igreja Católica durante as celebrações Litúrgicas. Art. 11 – Os Acólitos possuem como objetivo: I – Seguir e vivenciar os ensinamentos de Jesus Cristo; II – Anunciar o Evangelho de Jesus Cristo; III – Cumprir na sociedade as exigências de um jovem cristão salesiano. TÍTULO II Da Diretoria Art. 12 – São competências da Diretoria dos Acólitos Dom Bosco: I – Coordenar todos os subgrupos para que alcancem o objetivo do grupo; II – Tomar decisões que afetam a todos os integrantes do grupo; III – Promover a Paz e a Unidade de todo o grupo; IV – Resolver problemas que possam ocorrer com os integrantes do grupo; V – Acolher todos os novos membros do grupo; VI – Promover a integração entre os subgrupos da Matriz e os das comunidades, bem como os que atuam no UNISALESIANO e no Colégio Salesiano presentes em Lins; VII – Manter o grupo em sintonia com as exigências da Inspetoria; VIII – Manter o grupo em sintonia com as exigências da Diocese. TÍTULO III Das funções da diretoria Art. 13 – São competências do assessor: I - auxiliar e servir de consultor para os coordenadores em todas as suas funções e necessidades; II - reunir todos os coordenadores quando houver Missa Solene ou em horário diferente dos rotineiros, para a definição do responsável pela organização litúrgica e escala; III - Coordenar a diretoria e suas reuniões. Em reuniões, o assessor tem o último voto e, quando necessário, voto de minerva; IV - O assessor junto com o pároco, são os responsáveis por avaliar a postura dos acólitos, dentro e fora das celebrações litúrgicas dos membros diretores e decidir sobre os mesmos na permanência da diretoria. V – Preocupar-se com o bem estar pessoal e social de cada acólitos, envolvendo-se em sua vida particular, procurando sempre, ser presença fraterna e acolhedora. Art. 14 – competências São do
  3. 3. tesoureiro e vice – tesoureiro: I - administrar as finanças do grupo; II - autorizar ou não a retirada de fundos para manutenções, celebrações, confraternizações e encontros; III - promover, junto com a diretoria, meios de arrecadar fundos. Art. 15 – São competências do secretário: I - elaboração das atas das reuniões, avisos e comunicados que dizem respeito aos acólitos, independente de subgrupos. Art. 16 – São competências do encarregado de formação: I - preparar encontros de formação; II - sugerir datas de reuniões formativas aos coordenadores e marcá-las após a aprovação da diretoria; III - se responsabilizar pelo conteúdo (ou de achar pessoas para ministrar o conteúdo) em todos os tipos de formação. Art. 17 – É competência do conselheiro: I - ser consultor para decisões em reuniões da diretoria. Art. 18 – São competências do coordenador: I - se preocupar com a manutenção e o bem estar do grupo que coordena, II – montar a escala dos acólitos nas celebrações de seu subgrupo. TÍTULO IV Do Conclave Art. 19 – O Conclave serve para que todos os acólitos possam escolher os seus representantes na diretoria e decidir assuntos que afetem a todos. Art. 20 – O Conclave para a eleição da Diretoria ocorre no 1º sábado do mês de setembro do ano que se encerra o período de gestão, ou no sábado mais próximo. Art. 21 – São elegíveis qualquer acólito que esteja presente no Conclave e tenha passado pelo exame de conduta, desde que não possua decisão em contrário. §1º - O exame de conduta será realizado por todos os membros diretores vigentes, cabendo a eles decidirem se o acólito pode se tornar elegível ou não. §2º - Cabe ao assessor e ao paróco avaliarem os pedidos de ilegibilidade definitiva. §3º - O pedido de ilegibilidade definitiva poderá ser revogado: I – pelo paróco, de ofício; II – pelo assessor, quando autorizado por escrito e de forma expressa pelo paróco; III – pela diretoria, quando solicitado pelo ilegível; IV – através de um conclave, se a diretoria assim decidir. Art. 22 – Os Acólitos devem estar devidamente paramentados para a sua participação no Conclave. Art. 23 – Não é permitido qualquer tipo de campanha ou promoção pessoal para a eleição de qualquer cargo. Art. 24 – Não é permitida a presença de qualquer pessoa que não seja acólito durante a realização do Conclave.
  4. 4. Art. 25 – A posse dos eleitos deverá ser realizada no primeiro domingo após ao conclave. §1º - A posse dos coordenadores ocorrerá ao final de cada Missa ao qual foram incubidos de coordenar. I – O subgrupo poderá adotar algum símbolo que identifique a transmissão de posse. §2º - A posse do tesoureiro, do encarregado de formação, do sercetário e do conselheiro ocorream ao final da Missa Dominical das 19h. TÍTULO V Dos Votos Art. 26 – Para que os acólitos sejam eleitos em qualquer tipo de eleição, é necessário que detenham mais da metade dos votos a seu favor, desde que estejam de acordo com o art. 21 deste estatuto. TÍTULO VI Da Renúncia Art. 27 – Qualquer membro da diretoria poderá renunciar ao cargo que ocupa sem aprovação de qualquer pessoa. Art. 28 – Para a substituição do cargo renunciado, caberá ao vice ocupar seu lugar. Art. 29 – Caso o vice esteja impossibilitado de ocupar o cargo, ou não exista um vice, seguir-se-à o art. 6, §3º deste estatuto. Parágrafo Único - Em caso de renúncia do coordenador e da não existência de um vice coordenador, o subgrupo com a função vacante se reunirá e escolhera novo coordenador. TÍTULO VII Do Patrono e Intercessores Art. 30 – O grupo de Acólitos Dom Bosco tem como santo patrono São João Bosco. Art. 31 – O grupo de Acólitos Dom Bosco tem como santos intercessores: I – Nossa Senhora Auxiliadora; II – São Domingos Sávio; III – São Tarcísio; IV – Beato João Paulo II; V – São Francisco de Sales. TÍTULO VIII Das funções exercidas durante as Celebrações Litúrgicas Art. 32 – Durante as Celebrações Litúrgicas os Acólitos exercem as seguintes funções: I – Cerimoniário; II – Ceroferário; III – Turiferário; IV – Naveteiro; V – Evangeliário; VI – Crucífero. Art. 33 – Cabe ao cerimoniário a função de comandar toda a Celebração Litúrgica, garantindo que tudo esteja dentro dos conformes e que toda adversidade seja resolvida. Art. 34 – Cabe ao ceroferário levar a Luz de Cristo. Ele participa da proclamação do Evangelho e da consagração da Eucaristia, representando a luz do Espírito Santo. Art. 35 – Cabe ao Turiferário levar o turíbulo que contem incenso ao qual o presidente da celebração incensará o povo e objetos litúrgicos, representando a elevação das preces a Deus.
  5. 5. Art. 36 – Cabe ao Naveteiro levar a naveta que contém o incenso que será queimado no turíbulo. Art. 37 – Cabe ao Evangeliário levar a Palavra de Deus para ser anunciada ao povo. Art. 38 – Cabe ao Crucífero levar a Cruz de Cristo em todas as procissões. TÍTULO IX Dos Cerimoniários Oficiais Art 39 – Os cerimoniários oficiais de um determinado subgrupo só podem exercer tal função no horário de Missas do seu subgrupo. Art 40 – Em Missas consideradas especiais, ou que mais de um subgrupo esteja atuando junto, os cerimoniários oficiais passa a ser os membros da Diretoria ou qualquer outro acólito se assim for decidido pelo assessor ou responsável pela Celebração. Art 41 – Os cerimoniários oficiais devem ser eleitos por todos os acólitos participantes do subgrupo ao qual pertencem. Art 42 – O acólito só pode ser eleito cerimoniário oficial por duas vezes seguidas. Art 43 – Só podem ser eleitos cerimoniários oficiais aqueles que estiverem presentes na votação. Art 44 – O coordenador e o assessor não são elegíveis, por ser cerimoniários por natureza. Art 45 – A eleição se dará da seguinte maneira: § 1º – Os acólitos votantes decidirão se o atual quadro de cerimoniário oficiais permanece ou se muda. Se decidido for que o quadro mudará, começará então a votação para cerimoniários oficiais. I - Caso o atual quadro possua cerimoniários que já exerceram sua função por duas vezes seguidas, a mudança é obrigatória, sem a necessidade de consulta aos membros. § 2º – Cada acólito votará em apenas 01 (um) acólito para ficar no cargo, desse modo, os 05 (cinco) mais votados formam o quadro de cerimoniários oficiais. § 3º – Caso haja empate com sobressalentes, os acólitos empatados irão para 2º turno para decidir quem ocupará a vaga. § 4º - Caso o empate persista, a votação para o cerimoniário faltante será aberta a todos os acólitos, assim os tornando elegíveis novamente. Art 46 – Caso o cerimoniário oficial, antes de começar a exercer a sua função, renunciar ao cargo, deverá ocorrer nova eleição imediatamente para ocupar a vaga faltante. Art 47 – Caso o cerimoniário oficial, depois de começar a
  6. 6. exercer a sua função, renunciar ao cargo, entra na forma do Título deste presente estatuto. TÍTULO X Das reuniões Art. 48 – Além do Conclave, que serve para a discussão de assuntos de abrangência de todo o grupo, cada subgrupo pode realizar reuniões de assuntos internos e formativos. Art. 49 – As reuniões formativas são convocadas pelo coordenador de cada subgrupo ou assessor, para que o responsável de formação ministre a formação de acordo com o que os coordenadores ou assessor definiram. TÍTULO XI Da Articulação da Juventude Salesiana Art. 52 – Os Acólitos são jovens integrantes da Articulação da Juventude Salesiana, seguindo os preceitos pregados pelo movimento. TÍTULO XII Da integração com outros grupos religiosos Art. 53 – Os Acólitos, ao interagirem com as Leitoras de Maria Auxiliadora durante a Celebração Litúrgica, devem agir com respeito e evitar gestos e atitudes imprudentes, agressivos e desrespeitosos com as mesmas ou com o Templo Sagrado do Senhor. Art. 50 – A realização de reuniões de assuntos internos cabe aos coordenadores de cada subgrupo. Art. 54 – O Acólito é livre para a participação em qualquer outro grupo religioso. Art. 51 – Todas as reuniões devem ser documentadas em Atas e guardadas com na secretaria da Paróquia de São João Bosco para eventuais consultas. Art. 55 – A integração com outros grupos religiosos de outras Paróquias da Diocese de Lins dependerá de aprovação da Diretoria e do Paróco. §1º - É considerado interação o serviço realizado em outras Paróquias da Diocese de Lins. I – É considerado serviço toda e qualquer atividade exercida em pról de outra Paróquia da Diocese de Lins, seja o acolitato ou qualquer outra participação. §2º O não cumprimento desta norma acarretará em afastamento temporário das funções exercidas no grupo, podendo ser agravada em suspensão permanente ou expulsão. TÍTULO XIII Das confraternizações Art. 56 – Os acólitos são livres para realizarem confraternizações, desde que sejam autorizadas pelo assessor, pároco e tesoureiro (se houver a necessidade de uso do dinheiro comum ao grupo). Art. 57 – Todos os Acólitos do grupo são convidados a participarem de todas as confraternizações oficiais. Art. 58 – Cada subgrupo é livre para a realização de
  7. 7. confraternizações sem a necessidade da aprovação de qualquer pessoa, desde que utilizem dinheiro que não seja de posse do grupo. TÍTULO XIV Dos afastamentos Art. 59 – Todos os pedidos de afastamentos de membros do grupo devem ser entregues ao assessor. Art. 60 - Após o pedido ser recebido pelo assessor e lido, o mesmo será encaminhado ao Pároco para que o mesmo se reúna com o acólito solicitante e então, e somente então, o acólito poderá se afastar do grupo. Art. 61 – Somente membros da Diretoria poderão solicitar afastamento de terceiros. I – O pedido será entregue ao assessor, que será o responsável de apresentar o pedido ao pároco. II – Pode o paróco decidir sozinho acatar ou não pedido, como também pode solicitar que a diretoria decida. TÍTULO XV Do Jubileu de Madeira Art. 62 – Todo Acólito que completar 05 anos de exercício do acolitato, tem o direito de receber um anel como símbolo do tempo de compromisso. I – O anel será entregue na Missa da Renovação das Promessas. II – O acólito interessado deverá redigir pedido ao assessor, solicitando a entrega de seu anel. III – O pedido deve conter a data em que o acólito começou a fazer parte do grupo, não podendo ser entregue sem este requisito. TÍTULO XVI Do Jubileu de Estanho Art. 63 – Todo Acólito que completar 10 anos de exercício do acolitato tem o direito de receber um Certificado dos anos de atuação no grupo. I – O certificado será entregue na Missa da Renovação das Promessas. II O acólito interessado deverá redigir pedido ao assessor, solicitando a entrega de seu certificado. III – O pedido deve conter a data em que o acólito começou a fazer parte do grupo, ou pelo menos da data em que recebeu o anel, não podendo ser entregue sem este requisito. TÍTULO VXII Das Celebrações Especiais Art. 64 – Em caso de Celebrações Especiais ou que não sejam rotineiras, o Assessor juntamente com os Coordenadores de subgrupos, decidirão sobre a pessoa responsável pela organização. Art. 65 – O Acólito que for escolhido como responsável pela organização da Celebração deve montar uma escala inspirado pelo intuíto de melhora do grupo. Art. 66 – Não é permitido que o Acólito responsável pela organização da Celebração transfira a sua função para outrem. Caso o Acólito escolhido não queira exercer essa função, deve comunicar a
  8. 8. Diretoria, que por sua vez escolherá outra pessoa igualmente competente. Art. 67 – É inaceitável a petulância ou qualquer outra forma de desrespeito de outros Acólitos com aquele que está responsável pela organização da Celebração. TÍTULO XVI Da Convivência Harmoniosa Art. 68 – É inaceitável que pessoas alheias a organização ou a coordenação apliquem advertências verbais aos demais. Tal atividade se destina unicamente ao coordenador ou organizador da Celebração, sendo feito da maneira correta e unicamente quando necessária, não devendo faltar com respeito a ninguém. Art. 69 – Todas as brigas, fofocas e falta de respeito serão tratadas em grupo em forma de “Roda da Conversa” presidida pelo Assessor. DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 70 – A modificação do presente Estatuto cabe a Diretoria dos Acólitos Dom Bosco e pode ser feita a qualquer momento, devendo ser aprovada por mais da metade dos membros do grupo presentes na reunião de modificação estatutária. Art. 71 – A revogação do presente Código cabe ao Pároco e pode ser feita a qualquer momento sem depender da aprovação da Diretoria. Lins, 02 de agosto de 2013. Pe. José Alves de Araujo Paróco

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