Universidade Federal da Paraíba  Centro de Ciências Médicas  MIV36 – Doenças infecto-contagiosas     Seminário: Antibiótic...
Rifamicinas, metronidazol enitrofurantoína José Antonio Gonçalves Matias
Rifamicinas   Grupo de antibióticos isolados na Itália, em 1957,    em culturas de Streptomyces mediterranei   Rifamicin...
Rifampicina   Derivado semi-sintético da rifamicina B   Atividade contra diversos microorganismos   Inibe a RNA-polimer...
Rifampicina   Não influencia na síntese de RNA das células    humanas   Antibiótico lipossolúvel, capaz de concentrar-se...
Rifampicina   Só é disponível no Brasil para uso oral   Concentra-se adequadamente em diversos tecidos:    fígado, baço,...
Rifampicina                tuberculosis Espectro:     kansasii Mycobacterium marinum                ulcerans            ...
Rifampicina   Uso isolado da rifampicina → bactérias resistentes    (mutações na RNA-polimerase)   Deve sempre ser usado...
RifampicinaEsquema para o tratamento da tuberculose(adultos):7RH                                                       7  ...
Rifampicina Esquema para o tratamento da hanseníase (adultos):Paucibacilares (baciloscopia negativa):•Dapsona 100mg/dia -...
Rifampicina Reações adversas:• Coloração laranja inócua à urina, suor, lágrimas e  lentes   de     contato    (lentes    ...
Metronidazol Derivado nitroimidazólico introduzido na prática clínica  em 1959 para o tratamento de Trichomonas vaginalis...
Metronidazol Mecanismo de ação:• Tem ação bactericida• Absorvido pela bactéria → degradado pelas nitrorredutases  → gera ...
Metronidazol   Posologia:•   Anaeróbios: 500 mg 8/8 horas VO ou IV•   Giardíase: 250 mg 8/8 horas VO por 5 dias•   Tricom...
Metronidazol   Interações medicamentosas:•   Cimetidina potencializa o metronidazol•   Rifampicina e prednisona diminuem ...
Nitrofurantoína•   Derivado do Furano•   Empregado em infecções urinárias, como curativo ou    preventivo.•   Interfere no...
Nitrofurantoína•   Bacteriostática e bactericida para muitas bactérias gram    positivas e negativas•   Pseudomonas aerugi...
Nitrofurantoína   Posologia para o tratamento de ITU em adultos: 100 mg    6/6 horas, VO, com alimento ou leite   Pode s...
Monobactâmicos   Representante:o Aztreonam                     Luana Chianca
Monobactâmicos   Aztreonam;   Origem sintética;   Potente ação contra bactérias aeróbias Gram-    negativas;   Grande ...
Monobactâmicos   É administrado parenteralmente;   Meia vida plasmática de duas horas, em    média.                     ...
MonobactâmicosToxicidade:   É bem tolerado;   Reações adversas: dor, flebite no local da    injeção intravenosa, desconf...
Monobactâmicos   Comercialização no Brasil:o   Azctam®o   Frascos- ampolas com 500mg e 1g.o   Preço unitário aproximado:-...
Monobactâmicos   Posologia:o   Dose habitual: 1000mg/dose cada 8 horas;o   Infecções graves: 2 g/dose x 3-4 (dose máxima:...
Monobactâmicos   Prescrição:o Diluir para 100 mg/ml em ABD-SF-SGI e fazer EV 3 a 5 minutos ou diluir para 20 mg/ml para c...
CarbapenêmicosRepresentantes:o Ertapenemo Imipenem-Cilastazinao Meropenem                         Luana Chianca
Carbapenêmicos   São betalactâmicos que contêm um    anel betalactâmico fundido e um    sistema de anel de cinco membros;
Carbapenêmicos   Imipenem/ cilastatinao   São comercializados em associação;o   A Cilastatina inibe a degradação do Imipe...
Carbapenêmicos•   Sensíveis:o   Bactérias Gram + (exceto S. aureus resistente a oxacilina e o    Enterococcus faecium);o  ...
Carbapenêmicos   Toxicidade:o   Bem tolerados em doses de 1- 4 g/dia;o   Reações de hipersensibilidade (2,7%);o   Perturb...
Carbapenêmicos   Comercialização no Brasil:o   Tienam IV: Frasco (100ml)/ 500 mg +500mg de    Cilastatina;o   Tienam IM: ...
Carbapenêmicos   Posologia:   Dose habitual: 500 mg/ dose cada 6 horas;   Infecções graves: 2- 4 g/dia (4 tomadas);   ...
Carbapenêmicos   Meropenem:o Muitosemelhante ao Imipenem;o Levemente mais ativo contra bactérias  Gram negativas;o Formul...
Carbapenêmicos   Comercialização no Brasil:   Meronem: Fr. Ampolas com 500 mg ou 1 g,    para administração por via EV....
Carbapenêmicos   Posologia:o Dose   habitual: 500- 1000 mg/ dose x  3;o Meningite: 2000 mg/ dose x 3
Carbapenêmicos   Ertapenem:o   Meia vida mais longa que o Meropenem e    Imipenem;o   Espectro mais estrito, melhor contr...
Carbapenêmicos   Comercialização:o   Invanz: Fr. ampola 1000 mg;o   Preço aproximado: R$ 290,00.
GLICOPEPTÍDEOSRepresentantes:oVANCOMICINAoTEICOPLANINA                  Larissa Frazão
Glicopeptídeos   Estruturas cíclicas complexas    Aminoácidos                                   Açúcares Triciclíca – Va...
Glicopeptídeos- Vancomicina   Considerações Gerais:    ◦ Originalmente obtida em1956,EUA –      cultura de Streptomyces o...
Glicopeptídeos- Vancomicina   Farmacocinética    ◦ Administração: Endovenoso e Oral         Quantidade muito pequena da ...
Glicopeptídeos- Vancomicina   Mecanismo de ação:    ◦ Inibição da síntese da parede celular    ◦ Efeito bactericida
Glicopeptídeos- Vancomicina   Espectro de ação:    ◦ Bactérias Gram-positivas    ◦ Estafilococos (S. aureus, S. epidermid...
Glicopeptídeos- Vancomicina      Espectro de ação:                   Enterococos   EstreptococosEstafilococos
Glicopeptídeos- Vancomicina   Uso Clínico    ◦ Pneumonia    ◦ Empiema    ◦ Endocardite                    Pneumonia      ...
Glicopeptídeos- Vancomicina   Uso Clínico:                       Abscesso    ◦ Abscesso    ◦ Osteomielite    ◦ Celulite G...
Glicopeptídeos- Vancomicina   Uso Clínico:    ◦ Infecção grave por pneumococo    ◦ Estafilococcia e Estreptococcia em    ...
Glicopeptídeos- Vancomicina   Efeitos adversos:    ◦ Síndrome do homem vermelho        Relacionada a liberação de histam...
Glicopeptídeos- Vancomicina   Efeitos adversos    ◦ Nefrotoxicidade      Ajuste da dose de acordo com o clearance de    ...
Glicopeptídeos- Vancomicina   Resistência    ◦ 1996 – Staphylococcus sp com      resistência intermediária a Vancomicina ...
Glicopeptídeos- Teicoplanina   Considerações Gerais:    ◦ Inicialmente conhecida como Teicomicina      A2    ◦ Obtida em ...
Glicopeptídeos- Teicoplanina   Comparando com a Vancomicina    ◦ Espectro de ação muito semelhante    ◦ Efeitos adversos ...
Glicopeptídeos- Teicoplanina   Comparando com a Vancomicina    ◦ Menor nefrotoxicidade e ototoxicidade    ◦ Menos irritat...
Glicopeptídeos     Posologia                       Adultos              CriançasVancomicina – Via EV   1g 12/12h ou 500mg...
GlicopeptídeosCaracterísticas        Vancomicina         TeicoplaninaAtividade              Semelhante          Semelhante...
Glicopeptídeos   Dúvidas?
OXAZOLIDONAS              POLIMIXINAS       ESTREPTOGRAMINASLiana Luz
OXAZOLIDONAS   Linezolida – o primeiro fármaco de uma    nova classe de antibióticos totalmente    sintéticos.   Descobe...
Oxazolidonas - Linezolida• Mecanismo     de Ação:Ligação seletiva com a subunidade 50Sribossomal   Inibidor competitivo da...
Oxazolidonas - Linezolida • ESPECTRO DE AÇÃO: Staphylococcus Aureus Resistentes à Meticilina (MRSA); Staphylococcus aureus...
Oxazolidonas - Linezolida   Efeitos adversos:     Diarreia      Náuseas         Vômitos                 Hipertensão      ...
Oxazolidonas - Linezolida   Ensaios clínicos: Pneumonia Adquirida na    • Linezolida – 91%   Comunidade (PAC)        • Ce...
POLIMIXINAS   Descobertas entre 1947 – 1950;   Originados do Bacillus polimyxa: Polimixinas A,    B, C, D e E (colistina...
POLIMIXINA B   Antibiótico polipeptídico;   Administração exclusivamente    parenteral (EV preferencialmente);   Meia-v...
POLIMIXINA B   Mecanismo de ação:
POLIMIXINA B   ESPECTRO DE AÇÃO:   Eficaz contra bacilos Gram –    negativos, exceto espécies de    Proteus, Providencia...
POLIMIXINA B   Efeitos adversos:    Nefrotoxicidade   Neurotoxicidade                Bloqueio             neuromuscular
ESTREPTOGRAMINAS Quinupristina e Dalfopristina; Isoladas do Streptomyces  pristinaespiralis; Estrutura peptídica cíclic...
ESTREPTOGRAMINAS   Espectro de Ação:     Staphylococcus aureus e Estafilococos coagulase-     negativos, sensíveis ou res...
ESTREPTOGRAMINAS   Efeitos Adversos:
ESTREPTOGRAMINAS                    Atenção em                     pacientes      Nifedipina,    Inibidor do     recebendo...
Lincosamidas   Lucas Carvalho
Lincosamidas Representantes: Lincomicina e  Clindamicina; Não ultrapassam a BHE; Via de eliminação: urina (50%) fezes  ...
LincosamidasMecanismo de ação:   Inibem a síntese proteica a partir da    sua ligação à subunidade 50S, assim    como os ...
LincomicinaIndicações: Infecções severas por anaeróbios,  Strepto e Stafilococcus (penicilina-  resistentes), difteria e ...
LincomicinaContra-indicações: Recém-nascidos, profilaxia de febre-  reumática recorrente e pacientes com  doenças hepátic...
LincomicinaPosologiaIM:Adultos: 600mg (2ml) a cada 24hCrianças > 1 mês: 10mg/kg cada 24hEV:Adultos: 2ml a cada 8hCrianças ...
LincomicinaEfeitos colaterais: Comuns: diarreia, náusea, vômito e  cólica abdominal. Raros: Leucopenia, neutropenia,  ag...
ClindamicinaIndicações: Estrepto, estafilo e pneumococos das  infecções do trato respiratório, pele e  tecidos moles, olh...
ClindamicinaContra-indicações: Meningite ou doença gastrintestinal  (colite); Doença hepática grave; Recém-nascidos; H...
ClindamicinaComplicação: Mais comum e temida: colite  pseudomembranosa por Clostridium  difficile. Tratável com vancomic...
ClindamicinaA resistência à clindamicina(geralmente cruzada com macrolídeos)se deve a: Mutação do local receptor sobre o ...
ClindamicinaPosologia – IM ou IV:   Infecção moderada ou altamente sensível:    600mg/dia em 2x iguais ou 10-15mg/Kg/dia ...
Dúvidas??
Referências   Antibióticos na prática médica/ Vicente Amaro et al.    6ª edição, editora Sarvier, São Paulo, 2007.   Kat...
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José Antonio Gonçalves Matias
Larissa Ingrid Frazão
Liana Luz Lima
Luana Chianca Lucena
Lucas Emmanuel de Carvalho

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Seminário sobre Antibióticos com o Professor Evanízio Roque

  1. 1. Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Médicas MIV36 – Doenças infecto-contagiosas Seminário: Antibióticos Professor Evanízio RoqueJosé Antonio Gonçalves MatiasLarissa Ingrid FrazãoLiana Luz LimaLuana Chianca LucenaLucas Emmanuel de Carvalho João Pessoa 2013
  2. 2. Rifamicinas, metronidazol enitrofurantoína José Antonio Gonçalves Matias
  3. 3. Rifamicinas Grupo de antibióticos isolados na Itália, em 1957, em culturas de Streptomyces mediterranei Rifamicinas A, B, C, D e E Rifamicina B: Facilmente obtida e maior atividade antibacteriana Derivados semi-sintéticos da rifamicina B: Rifamicina SV, rifamicina M (rifamida) e rifampicina
  4. 4. Rifampicina Derivado semi-sintético da rifamicina B Atividade contra diversos microorganismos Inibe a RNA-polimerase dependende de DNA Rifamicina B Rifampicina
  5. 5. Rifampicina Não influencia na síntese de RNA das células humanas Antibiótico lipossolúvel, capaz de concentrar-se no interior de células humanas, inclusive dos fagócitos Meia vida de 3 horas, metabolização hepática → Desacetilação Ingestão de 600 mg em jejum → concentração sérica máxima 2-4 horas depois, mantendo uma taxa sérica com atividade terapêutica por 16 horas Excreção: Bile (40%) e urina (25)
  6. 6. Rifampicina Só é disponível no Brasil para uso oral Concentra-se adequadamente em diversos tecidos: fígado, baço, pulmões, ossos, rins, intestinos, músculo, pele Líquidos orgânicos: bile, suco pancreático, urina, líquido pleural, saliva, lágrima, líquor Atinge taxas elevadas no tecido caseoso e nas cavernas pulmonares de doentes com tuberculose No feto, alcança concentração de até 30% a
  7. 7. Rifampicina tuberculosis Espectro: kansasii Mycobacterium marinum ulcerans leprae Staphylococcus aureus e Staphylococcus epidermidis Streptococcus pneumoniae e Streptococcus pyogenes Neisseria meningitidis Neisseria gonorrhoeae Haemophilus influenzae e Haemophilus ducreyi Moraxella catarrhalis, Brucella spp. e Coxiella burnetii
  8. 8. Rifampicina Uso isolado da rifampicina → bactérias resistentes (mutações na RNA-polimerase) Deve sempre ser usado em associação a outros antibióticos Principais indicações: tratamento da tuberculose e da hanseníase Dose: 600 mg/dia, VO (adultos) e 10-20 mg/Kg/dia, VO (crianças)
  9. 9. RifampicinaEsquema para o tratamento da tuberculose(adultos):7RH 7 Tuberculose meningoencefálica Fonte: Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no
  10. 10. Rifampicina Esquema para o tratamento da hanseníase (adultos):Paucibacilares (baciloscopia negativa):•Dapsona 100mg/dia - auto administrada•Rifampicina 600mg/mês (2 cápsulas de 300 mg) –supervisionada 7RH 7Tratamento por 6 meses → Recidiva: repetir tratamentoMultibacilares(baciloscopia positiva)•Dapsona 100mg/dia – auto-administrada•Clofazimina 50mg/dia – auto-administrada e 300mg/mês –supervisionada•Rifampicina 600mg/mês (2 cápsulas de 300 mg) –supervisionada
  11. 11. Rifampicina Reações adversas:• Coloração laranja inócua à urina, suor, lágrimas e lentes de contato (lentes gelatinosas permanentemente coradas) Efeitos mais raros:• Erupções cutâneas• Trombocitopenia• Nefrite• Hepatite ou icterícia colestática• Proteinúria
  12. 12. Metronidazol Derivado nitroimidazólico introduzido na prática clínica em 1959 para o tratamento de Trichomonas vaginalis e amebíase Possui atividade antiprotozoária e antibacteriana: Bacilos gram negativos anaeróbios Bacilos gram positivos esporulados Cocos anaeróbios
  13. 13. Metronidazol Mecanismo de ação:• Tem ação bactericida• Absorvido pela bactéria → degradado pelas nitrorredutases → gera compostos citotóxicos → ruptura da estrutura helicoidal do DNA bacteriano e inibição da sua síntese Indicações:• Giardíase, amebíase (incluindo abscesso hepático amebiano), tricomoníase, vaginites por Gardnerella vaginalis• Infecções por anaeróbios (melhor droga)• Tratamento de pacientes portadores de periodontite crônica refratária• Tratamento do Helicobacter pylori (associado a tetraciclinas)
  14. 14. Metronidazol Posologia:• Anaeróbios: 500 mg 8/8 horas VO ou IV• Giardíase: 250 mg 8/8 horas VO por 5 dias• Tricomoníase: 250 mg 8/8 horas VO por 7 dias• Amebíase: 750 mg 8/8 horas VO por 10 dias• Vaginose: 500 mg 12/12 horas VO por 7 dias• Helicobacter pylori: 250 mg 6/6 horas VO por 14 dias (associado a tetraciclinas)• Proteger a solução IV da luz solar ou da iluminação artificial
  15. 15. Metronidazol Interações medicamentosas:• Cimetidina potencializa o metronidazol• Rifampicina e prednisona diminuem o efeito do metronidazol• Metronidazol aumenta o efeito do warfarin e do lítio• Seu uso com o álcool causa o efeito dissulfiram-símile Efeitos adversos:• Gosto metálico na boca, boca seca• Cefaléia, náusea, vômitos, diarréia, tontura, vertigem, exantema• O uso com as refeições diminui os efeitos gastrintestinais• Evitar o uso por gestantes e lactantes (efeito mutagênico?)
  16. 16. Nitrofurantoína• Derivado do Furano• Empregado em infecções urinárias, como curativo ou preventivo.• Interfere no metabolismo bacteriano, afetando as enzimas responsáveis pela síntese protéica• Seu emprego não é conveniente em indivíduos com falha renal.
  17. 17. Nitrofurantoína• Bacteriostática e bactericida para muitas bactérias gram positivas e negativas• Pseudomonas aeruginosa e Proteus são resistentes• Administrada por via oral, absorvida com facilidade• Meia-vida de 20 minutos → Sem ação sistêmica• Metabolizada no fígado• Eliminação preferencialmente renal
  18. 18. Nitrofurantoína Posologia para o tratamento de ITU em adultos: 100 mg 6/6 horas, VO, com alimento ou leite Pode ser administrada durante meses para a supressão da infecção crônica do trato urinário Manter o pH urinário abaixo de 5,5 → aumenta a atividade da nitrofurantoína Efeitos colaterais:• Anorexia, náuseas, vômitos• Neuropatia e anemia hemolítica na deficiência de G6PD• Exantema, infiltração pulmonar e outros sinais de hipersensibilidade
  19. 19. Monobactâmicos Representante:o Aztreonam Luana Chianca
  20. 20. Monobactâmicos Aztreonam; Origem sintética; Potente ação contra bactérias aeróbias Gram- negativas; Grande estabilidade na presença de betalactamases; Não apresenta reação cruzada com a penicilina e seus produtos.
  21. 21. Monobactâmicos É administrado parenteralmente; Meia vida plasmática de duas horas, em média. Grupo 4-alfa-metil (estabilidade na presença de betalactamases). Ácido sulfônico Aminotiazol oxima (ativação (espectro Gram- betalactâmica). negativo). Grupo carboxílico (atividade aumentada contra Pseudomonas).
  22. 22. MonobactâmicosToxicidade: É bem tolerado; Reações adversas: dor, flebite no local da injeção intravenosa, desconforto gastrointestinal, náuseas, diarreia e exantemas; Não se registraram nefrotoxicidade, neurotoxicidade nem coagulopatias decorrentes de seu uso.
  23. 23. Monobactâmicos Comercialização no Brasil:o Azctam®o Frascos- ampolas com 500mg e 1g.o Preço unitário aproximado:- Fr. Amp de 500mg: R$ 45,00- 73,00- Fr. Amp de 1000mg: R$ 88,00- 135,00
  24. 24. Monobactâmicos Posologia:o Dose habitual: 1000mg/dose cada 8 horas;o Infecções graves: 2 g/dose x 3-4 (dose máxima: 8g/dia);o Infecção urinária: 500- 1000mg/ dose x 2-3;o Pneumonia: 1g/ dose x 3 até 2g/dose x 4;o Dose habitual: 90- 120 mg/kg/dia (em 3-4 tomadas);o Infecções graves: 120- 150 mg/kg/dia (em 3-4 tomadas);o Infecções por Pseudomonas e fibrose cística: até 200 mg/kg/ dia (em 3-4 tomadas).
  25. 25. Monobactâmicos Prescrição:o Diluir para 100 mg/ml em ABD-SF-SGI e fazer EV 3 a 5 minutos ou diluir para 20 mg/ml para correr em 20- 60 minutos;o Não associar com Vancomicina ou Metronidazol na mesma seringa ou equipo;o Fazer correção na Insuficiência renal.
  26. 26. CarbapenêmicosRepresentantes:o Ertapenemo Imipenem-Cilastazinao Meropenem Luana Chianca
  27. 27. Carbapenêmicos São betalactâmicos que contêm um anel betalactâmico fundido e um sistema de anel de cinco membros;
  28. 28. Carbapenêmicos Imipenem/ cilastatinao São comercializados em associação;o A Cilastatina inibe a degradação do Imipenem por uma dipeptidase tubular renal;o Administrados por via parenteral ou intramuscular;o Meias vidas de aproximadamente 1 hora.
  29. 29. Carbapenêmicos• Sensíveis:o Bactérias Gram + (exceto S. aureus resistente a oxacilina e o Enterococcus faecium);o Bactérias aeróbias (Neisseria meningitidis, N. gonorrhoeae, Haemophilus influenzae);o Maioria das enterobactérias (Escherichia coli, Klebsiella, Enterobacter, Proteus, Serratia, Shigella);o Todos os bastonetes Gram – (exceto Legionella e S. maltophilia);o Anaeróbios como Bacterioides, Fusobacterium, Veilonella (pouco sensível ao Clostridium difficile);• Reservada para infecções resistente a todos os demais antibióticos.
  30. 30. Carbapenêmicos Toxicidade:o Bem tolerados em doses de 1- 4 g/dia;o Reações de hipersensibilidade (2,7%);o Perturbações gastrointestinais (reações adversas comuns);o Convulsões (1%).
  31. 31. Carbapenêmicos Comercialização no Brasil:o Tienam IV: Frasco (100ml)/ 500 mg +500mg de Cilastatina;o Tienam IM: Fr. ampola 500 mg + 500 mg de Cilastatina + diluente com lidocaína (2 ml);o Tiepem: Frasco (120 ml): 500 mg + 500 mg de Cilastatina/ Fr. Ampola (20 ml): 500 mg + 500 mg de Cilastatina.o Preços aproximados:- Fr. Ampola/ Bolsa 500mg: R$ 73,00- 112,00 cada
  32. 32. Carbapenêmicos Posologia: Dose habitual: 500 mg/ dose cada 6 horas; Infecções graves: 2- 4 g/dia (4 tomadas); Dose máxima em adultos: 4 g/ dia; Para crianças: 60 – 100 mg/ kg/ dia (4 tomadas) IM ou IV; Dose máxima para crianças: 2 g/dia.
  33. 33. Carbapenêmicos Meropenem:o Muitosemelhante ao Imipenem;o Levemente mais ativo contra bactérias Gram negativas;o Formulações intravenosas;o Mesmas indicações clínicas do Imipenem.
  34. 34. Carbapenêmicos Comercialização no Brasil: Meronem: Fr. Ampolas com 500 mg ou 1 g, para administração por via EV. Preço unitário aproximado:- Amp. 500: R$ 87,00- 151,00- Amp. 1000: R$ 79,00- 232,00
  35. 35. Carbapenêmicos Posologia:o Dose habitual: 500- 1000 mg/ dose x 3;o Meningite: 2000 mg/ dose x 3
  36. 36. Carbapenêmicos Ertapenem:o Meia vida mais longa que o Meropenem e Imipenem;o Espectro mais estrito, melhor contra enterobactérias;o Resistentes a algumas cepas de Pseudomonas e Acinetobacter;o Conveniente para infecções intra-abdominais e pélvicas.
  37. 37. Carbapenêmicos Comercialização:o Invanz: Fr. ampola 1000 mg;o Preço aproximado: R$ 290,00.
  38. 38. GLICOPEPTÍDEOSRepresentantes:oVANCOMICINAoTEICOPLANINA Larissa Frazão
  39. 39. Glicopeptídeos Estruturas cíclicas complexas Aminoácidos Açúcares Triciclíca – Vancomicina Tetracíclica – TeicoplaminaVancomicina Teicoplamina
  40. 40. Glicopeptídeos- Vancomicina Considerações Gerais: ◦ Originalmente obtida em1956,EUA – cultura de Streptomyces orientalis ◦ Uso progressivo a partir da década de 70  Infecções estafilococos-meticilino-resistentes  Endocardite enterocócica  Alergias às penicilinas ◦ Potencial nefrotóxico e ototóxico- fator limitante
  41. 41. Glicopeptídeos- Vancomicina Farmacocinética ◦ Administração: Endovenoso e Oral  Quantidade muito pequena da Vancomicina é absorvível no tubo digestivo ◦ Distribuição: Ampla, por tecidos e líquidos  Liquido pericárdico, sinovial, pleural e ascítico  Fígado, coração, pulmão, rins  Meninges inflamadas (variável)  Interior de abscessos e ossos  Baixa concentração biliar ◦ Excreção: Renal
  42. 42. Glicopeptídeos- Vancomicina Mecanismo de ação: ◦ Inibição da síntese da parede celular ◦ Efeito bactericida
  43. 43. Glicopeptídeos- Vancomicina Espectro de ação: ◦ Bactérias Gram-positivas ◦ Estafilococos (S. aureus, S. epidermidis) ◦ Estreptococos (S. pneumoniae, S. pyogenes) ◦ Enterococos ( E. faecalis, E. faecium). ◦ Actinomyces spp. ◦ Corynebacterium spp. ◦ Listeria monocytogenes ◦ Clostrídios
  44. 44. Glicopeptídeos- Vancomicina  Espectro de ação: Enterococos EstreptococosEstafilococos
  45. 45. Glicopeptídeos- Vancomicina Uso Clínico ◦ Pneumonia ◦ Empiema ◦ Endocardite Pneumonia Empiema
  46. 46. Glicopeptídeos- Vancomicina Uso Clínico: Abscesso ◦ Abscesso ◦ Osteomielite ◦ Celulite Grave Celulite Osteomielite
  47. 47. Glicopeptídeos- Vancomicina Uso Clínico: ◦ Infecção grave por pneumococo ◦ Estafilococcia e Estreptococcia em pacientes alérgicos aos beta-lactâmicos, independente do perfil da sensibilidade dos agentes
  48. 48. Glicopeptídeos- Vancomicina Efeitos adversos: ◦ Síndrome do homem vermelho  Relacionada a liberação de histamina, que pode se seguir à administração rápida de altas doses de Vancomicina
  49. 49. Glicopeptídeos- Vancomicina Efeitos adversos ◦ Nefrotoxicidade  Ajuste da dose de acordo com o clearance de creatinina.
  50. 50. Glicopeptídeos- Vancomicina Resistência ◦ 1996 – Staphylococcus sp com resistência intermediária a Vancomicina e Teicoplanina ◦ Micobactérias ◦ Bacilos Gram-negativos ◦ Clamídias ◦ Espiroquetídeos ◦ Micoplasma ◦ Riquétsias
  51. 51. Glicopeptídeos- Teicoplanina Considerações Gerais: ◦ Inicialmente conhecida como Teicomicina A2 ◦ Obtida em 1978, através da fermentação de um actinomiceto ◦ Não é absorvida no tubo digestivo ◦ Meia vida superior a 35h
  52. 52. Glicopeptídeos- Teicoplanina Comparando com a Vancomicina ◦ Espectro de ação muito semelhante ◦ Efeitos adversos semelhantes, porém, menos frequentes ◦ Melhor comodidade posológica
  53. 53. Glicopeptídeos- Teicoplanina Comparando com a Vancomicina ◦ Menor nefrotoxicidade e ototoxicidade ◦ Menos irritativo  Uso Intramuscular ◦ Não atravessa a barreira hematoencefálica
  54. 54. Glicopeptídeos  Posologia Adultos CriançasVancomicina – Via EV 1g 12/12h ou 500mg 40 a 60 mg/kg/dia, 6/6h dividida em 4 doses, 6/6hTeicoplanina- Via EV 6 a 12mg/Kg/dia, 5 a 10mg/kg/dia,ou IM 12/12h ou 24/24h 12/12h ou 24/24h
  55. 55. GlicopeptídeosCaracterísticas Vancomicina TeicoplaninaAtividade Semelhante SemelhanteantibacterianaEficácia Clínica Semelhante SemelhanteNefrotoxicidade Mais frequente Menos frequenteNúmero de doses por 2-4 doses diárias Dose única diáriadiaVia de administração EV IM ou EVVelocidade de Lenta RápidaadministraçãoUso domiciliar Não Sim
  56. 56. Glicopeptídeos Dúvidas?
  57. 57. OXAZOLIDONAS POLIMIXINAS ESTREPTOGRAMINASLiana Luz
  58. 58. OXAZOLIDONAS Linezolida – o primeiro fármaco de uma nova classe de antibióticos totalmente sintéticos. Descoberto em 1987; Obtido por meio de síntese laboratorial; Disponível por via oral e endovenosa; Concentração sérica máxima após cerca de 2 horas; Meia-vida: 5 – 6 horas;
  59. 59. Oxazolidonas - Linezolida• Mecanismo de Ação:Ligação seletiva com a subunidade 50Sribossomal Inibidor competitivo da ligação dos RNAt aos sítios P Inibição da formação dos complexos iniciais da síntese protéica bacteriana Ação bacteriostática
  60. 60. Oxazolidonas - Linezolida • ESPECTRO DE AÇÃO: Staphylococcus Aureus Resistentes à Meticilina (MRSA); Staphylococcus aureus com resistência intermediária à Vancomicina (VISA); Estafilococos coagulase negativos resistentes à Meticilina (S. epidermidis); Enterococos Vancomicina – Resistentes (VRE) – E. faecalis e E. faecium; Pneumococos Penicilina – Resistentes (PRSP).
  61. 61. Oxazolidonas - Linezolida Efeitos adversos: Diarreia Náuseas Vômitos Hipertensão Monilíase Cefaleia Arterial oral e vaginal Mielotoxicidad e
  62. 62. Oxazolidonas - Linezolida Ensaios clínicos: Pneumonia Adquirida na • Linezolida – 91% Comunidade (PAC) • Ceftriaxona – 90% • Linezolida – 66% Pneumonia Nosocomial • Vancomicina – 68%Infecções complicadas de • Linezolida – 91% pele/partes moles • Claritromicina – 87% • Linezolida – 77% MRSA • Vancomicina – 74%Infecções por Enterococos Vancomicina-Resistentes • Linezolida – 89% de cura clínica.
  63. 63. POLIMIXINAS Descobertas entre 1947 – 1950; Originados do Bacillus polimyxa: Polimixinas A, B, C, D e E (colistina); Bastante utilizados entre as décadas de 60 e 80; Em 1970, era a droga de escolha para o tratamento de infecções por P. aeruginosa; Troca por ATB mais potentes e de menor toxicidade: penicilinas semi-sintéticas, cefalosporinas de 3ª geração e carbapenéns. Início de processo de resistência ( K.pneumoniae, P. aeruginosa, Acinetobacter baumanii) – Resgate do uso das polimixinas.
  64. 64. POLIMIXINA B Antibiótico polipeptídico; Administração exclusivamente parenteral (EV preferencialmente); Meia-vida: 4 – 6 horas; Eliminação renal; Formulada em unidades e miligramas – 1mg = 10.000 unidades; Dose diária recomendada: 2,5 – 3 mg/Kg/dia, dividida em intervalos de 12 horas.
  65. 65. POLIMIXINA B Mecanismo de ação:
  66. 66. POLIMIXINA B ESPECTRO DE AÇÃO: Eficaz contra bacilos Gram – negativos, exceto espécies de Proteus, Providencia e Serratia. Papel importante na terapia de infecções causadas por Gram – negativos multirresistentes.
  67. 67. POLIMIXINA B Efeitos adversos: Nefrotoxicidade Neurotoxicidade Bloqueio neuromuscular
  68. 68. ESTREPTOGRAMINAS Quinupristina e Dalfopristina; Isoladas do Streptomyces pristinaespiralis; Estrutura peptídica cíclica; MECANISMO DE AÇÃO: inibição da síntese protéica bacteriana. Efeito sinérgico da associação, já que se ligam a alvos distintos no ribossomo 50S bacteriano.
  69. 69. ESTREPTOGRAMINAS Espectro de Ação: Staphylococcus aureus e Estafilococos coagulase- negativos, sensíveis ou resistentes à meticilina. Pnemococo, sensível ou resistente à Meticilina. Enterococcus faecium. Neisseria meningitidis. Moraxella catarrhalis. Legionella pneumophila. Mycoplasma pneumoniae.
  70. 70. ESTREPTOGRAMINAS Efeitos Adversos:
  71. 71. ESTREPTOGRAMINAS Atenção em pacientes Nifedipina, Inibidor do recebendo Midazolam, Citocromo P450 dorgas que são Ciclosporina, substratos Cisaprida. dessa enzima
  72. 72. Lincosamidas Lucas Carvalho
  73. 73. Lincosamidas Representantes: Lincomicina e Clindamicina; Não ultrapassam a BHE; Via de eliminação: urina (50%) fezes (40%); Depuração hepática; Inibe a ação de macrolídeos
  74. 74. LincosamidasMecanismo de ação: Inibem a síntese proteica a partir da sua ligação à subunidade 50S, assim como os macrolídeos e o cloranfenicol.
  75. 75. LincomicinaIndicações: Infecções severas por anaeróbios, Strepto e Stafilococcus (penicilina- resistentes), difteria e na profilaxia de endocardites.
  76. 76. LincomicinaContra-indicações: Recém-nascidos, profilaxia de febre- reumática recorrente e pacientes com doenças hepáticas, renais, endócrinas ou metabólicas preexistentes. Dificilmente atravessa a placenta, porém é secretado no leite materno. Hipersensibilidade a Clindamicina.
  77. 77. LincomicinaPosologiaIM:Adultos: 600mg (2ml) a cada 24hCrianças > 1 mês: 10mg/kg cada 24hEV:Adultos: 2ml a cada 8hCrianças >1 mês: 20mg/kg/dia em 2 ou 3 doses Obs: dose máxima = 8g/dia
  78. 78. LincomicinaEfeitos colaterais: Comuns: diarreia, náusea, vômito e cólica abdominal. Raros: Leucopenia, neutropenia, agranulocitose e hipersensibilidade.
  79. 79. ClindamicinaIndicações: Estrepto, estafilo e pneumococos das infecções do trato respiratório, pele e tecidos moles, olhos, cavidade bucal, ossos e articulações, e cervicite por Chlamydia trachomatis. Associada à pirimetamina para tratamento de toxoplasmose cerebral relacionada com AIDS. Substitui a eritromicina na profilaxia de EI.
  80. 80. ClindamicinaContra-indicações: Meningite ou doença gastrintestinal (colite); Doença hepática grave; Recém-nascidos; Hipersensibilidade a lincomicina.
  81. 81. ClindamicinaComplicação: Mais comum e temida: colite pseudomembranosa por Clostridium difficile. Tratável com vancomicina ou metronidazol.
  82. 82. ClindamicinaA resistência à clindamicina(geralmente cruzada com macrolídeos)se deve a: Mutação do local receptor sobre o ribossomo; Alteração do receptor por uma metilase; Inativação enzimática da droga
  83. 83. ClindamicinaPosologia – IM ou IV: Infecção moderada ou altamente sensível: 600mg/dia em 2x iguais ou 10-15mg/Kg/dia em 3 ou 4x iguais. Infecção moderadamente grave: 600- 1200mg/dia em 3 ou 4x iguais ou 15- 25mg/Kg/dia em 3 ou 4x iguais. Infecção grave: 1200 a 2700mg/dia em 3 ou 4X iguais ou 25-40mg/Kg/dia em 3 ou 4X iguais. Duração do tratamento ajustada de acordo com resposta clínica do paciente.
  84. 84. Dúvidas??
  85. 85. Referências Antibióticos na prática médica/ Vicente Amaro et al. 6ª edição, editora Sarvier, São Paulo, 2007. Katzung, Bertram G. Farmacologia básica & clínica, 9ª edição, editora Guanabara-Koogan HARDMAN, J.G.; LIMBIRD, L.E. Goodman & Gilman As Bases Farmacológicas da Terapêutica. McGraw Hill, 11ª ed. 2006. Farmacologia/ Penildon Silva. – 7.ed. – Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2006 il. Blackbook -Clinica Médica / Enio Roberto Pietra Pedroso e Reynaldo Gomes de Oliveira -Belo Horizonte : Blackbook Editora, 2007.

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