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A RELAÇÃO DA FLEXIBILIDADE DE IDOSAS COM O ESTILO DE VIDA ATIVO

  1. 1. A RELAÇÃO DA FLEXIBILIDADE DE IDOSAS COM O ESTILO DE VIDA ATIVOFrank Shiguemitsu Suzuki, Gyselle Renata Geromin do Nascimento Trindade, Tiago Antunes da LuzNeto, Gisela Arsa, Daniel Takeshi Ito. RESUMOO objetivo do presente estudo foi o de classificar a flexibilidade de idosas fisicamente inativas com atabela de referência da Canadian Standadizes Test of Fitness, e o de comparar a flexibilidade dessasidosas com os resultados de quatro estudos científicos que testaram a flexibilidade em idosas fisicamenteativas, verificando se o estilo de vida ativo pode estar associado a maior flexibilidade. O teste deflexibilidade empregado foi o de sentar e alcançar (TSA), proposto por Wells; Dillon (1952), muitoutilizado em avaliações de flexibilidade por ser de fácil aplicação, e de baixo custo. É aplicado por meiodo Banco de Wells, e verifica o nível de flexibilidade da região inferior da coluna lombar e da regiãoposterior da coxa. Métodos: Foram participantes 17 idosas sedentárias com idade ≥ 60 anos. Após aassinatura do termo de consentimento livre e esclarecido e o preenchimento de uma anamnese,confirmando estado sedentário (3 meses sem a realização de exercício físico) as participantes foramsubmetidas ao TSA. Os resultados foram plotados no software Excell® e média±desvio padrão foramcalculados. Os níveis de flexibilidade foram classificados de acordo com os valores de referência paramulheres do Canadian Standardized Test of Fitness (CSTF), bem como os níveis de flexibilidade obtidosnos quatros estudos científicos para comparação. Resultados: A média de distância obtida no TSArealizado pelas idosas no presente estudo foi de 22,8±9,6cm, classificada como “RUIM” de acordo com atabela de referência da CSTF. Na comparação da média de flexibilidade obtida no presente estudo comos resultados da flexibilidade (20,5±12,2cm, “RUIM”) de Mendonça et al. (2006) observa-se que oresultado do presente estudo apresenta a mesma classificação, independente de ser idosa fisicamenteinativa ou não. Já quando os resultados foram comparados com o estudo de Rodrigues et al. (2005), queapresentou nível de flexibilidade de 30,9±6,8cm, classificada como “ACIMA DA MÉDIA”, mostrou-semelhor em relação aos resultados do presente estudo. Na comparação com os resultados de Pacheco etal., (2005), mostrou que o resultado do presente estudo apresenta a mesma classificação do nível deflexibilidade de 22±5cm, “RUIM”. E Silva; Rabelo (2006) observou-se que apresentou nível deflexibilidade de 30,2±5,2cm, classificada como “MÉDIA”, mostrou-se melhor em relação aos resultados dopresente estudo. Conclusão: Esses dados sugerem que com o avanço da idade, o nível de flexibilidadepode reduzir, com níveis semelhantes entre idosas fisicamente ativas e inativas. Faz-se necessário arealização de mais testes comparativos para verificação de possíveis modalidades esportivas ouprogramas de atividades físicas proporcionem melhora no desempenho e no aumento da flexibilidade dapopulação de mulheres idosas.Palavras-chave: flexibilidade, idosas, avaliação física. ABSTRACTThe objective of this study was to classify the flexibility of the phisically inactive aged women to thereference table of the Canadian Standardized Test of Fitness (CSTF), and to compare those agedwomen´s flexibility to the results of four scientific studies which tested the flexibility of the physically activeaged women, checking if the active lifestyle may be associated to a greater flexibility. The appliedflexibility test was about sitting and reaching (TSA), concepted by Wells; Dillon (1952), very used inflexibility tests for its very easy application and low cost. It´s applied in the Well´s bench and measures theflexibility level of the lower lumbar and the posterior thigh. Methods : A group of 17 sedentary agedwomen of 60 years or more. After sigining the “Free and Advised Permission Agreement”, and filling acomprobatory report for their actual state of inactivity (3 months without any physical activity), theparticipants underwent to the TSA. The results were plotted on the Excel® spreadsheet and the averageand deviation were calculated. The flexibility levels were classified according to the reference standardsfor women of the Canadian Standardized Test of Fitness (CSTF), as well as the flexibility levels obtainedon the four scientific studies for comparison. Results : The obtained average distance on the TSAperformed by the aged women on such study was 22,8±9,6cm, classified as “BAD” according to the CSTF
  2. 2. reference table. Comparing the flexibility average obtained on this study to the flexibility results(20,5±12,2cm, “BAD”) of Mendonça et al. (2006) it was noted that the result of this study ranked similarly,regardless the aged women are inactive or not. On the other hand, when the results were compared to theRodrigues et al. (2005) study, which presented a flexibility level of 30,9±6,8cm, classified as “ABOVEAVERAGE”, it has performed better than this study. Comparing to the results of Pacheco et al. (2005), thisstudy ranked similary on the flexibility level of 22±5cm, “BAD”. Compared to Silva, Rabelo (2006), it wasnoted that the flexibility level of 30,2±5,2cm, classified as “MIDDLE” , it has performed better results thanthis study. Conclusion : These data indicate that with the advancing of age, the flexibility level may bereduced, with similar levels between active or inactive aged women. Being so, more comparative tests arenecessary in order to check the possibility of sports practicing or some physical activity program to providea better performance and the increase of flexibility for the aged women population.Key – Words: Flexibility, aged women, physical assessment. INTRODUÇÃO O envelhecimento é uma propriedade exclusiva dos organismos vivos. Envelhecer com saúde éum grande desafio da humanidade, pois a população idosa começa a compor uma parte significativa dasociedade. Ao citar o envelhecimento não deve desconsiderar as doenças que podem se instalar,socioculturais, como também, da própria morte (LUZ NETO et al. 2009). Weineck (1991) define oenvelhecimento como a soma de todas as alterações biológicas, psicológicas e sociais, que, depois dealcançada a idade adulta e ultrapassada a idade de desempenho máximo, leva a uma redução gradualdas capacidades de adaptação e desempenho psicofísicos do indivíduo. Ao participar de atividades e exercícios físicos os idosos têm uma das alternativas para amenizaro impacto do envelhecimento sobre questões biopsicosocioculturais (CIOLAC; GUIMARÃES, 2002). A atividade e o exercício físico proporcionam uma melhora na qualidade de vida, tendo comoobjetivo fazer com que esses idosos com idade ≥ 60 anos, melhorem sua capacidade de desempenhartarefas de maneira autônoma e permanente. Na maioria das vezes essa melhoria ocorre através defeedback extrínseco, onde há benefícios nas trocas interpessoais em tempo de convívio social, ocorrendoassim à manutenção de uma vida social mais saudável (FREIRE, 1996). Dentre os benefícios obtidos a partir da prática de exercícios físico, pode-se citar a flexibilidade,considerada uma capacidade física que deve ser desenvolvida e mantida em níveis adequados em todasas idades, e em idosos pode contribuir para a melhoria da marcha, reduzindo o risco de quedas(CRISTOPOLISKI et al. 2008), um acidente que apresenta prevalência de 34,8% em idosos, sendo asmulheres mais acometidas (40,1%) segundo estudo de Siqueira et al. (2007). Uma forma de avaliar osníveis de flexibilidade pode ser por meio do teste de sentar e alcançar (TSA) proposto por Wells e Dillon(1952), sendo amplamente empregado por ser de fácil aplicação, pois o procedimento do teste envolve arealização de movimentos básicos para averiguação do desempenho físico na verificação da flexibilidade,o que traz facilidade de aplicação em idosos ser bem aceito pelos participantes, ter um baixo custooperacional, podendo ser aplicado em qualquer hora do dia. Mediante o exposto, torna-se clara anecessidade de conhecer a flexibilidade de idosas sedentárias e verificar se em relação às idosasfisicamente ativas, ocorre diferença no nível de flexibilidade. DESCRIÇÃO METODOLÓGIA O presente estudo foi realizado pelo Grupo de Estudo e Pesquisa em Atividade Física eEnvelhecimento da Universidade Nove de Julho (GREPAFE-NOVE), aprovado previamente pelo Comitêde Ética em Pesquisas em Humanos da Universidade Nove de Julho, sob o número de processo 252275datado em 07/05/09. Participaram do estudo 17 idosas (71,6 ± 5,7anos), e os critérios de inclusão no estudo foram:possuir idade ≥60 anos, não apresentar nenhuma restrição médica para a prática de exercício,apresentar o atestado médico, estar fisicamente inativa há pelo menos 3 (três) meses, e aceitar participarda pesquisa, expressando sua vontade por meio da assinatura do Termo de Consentimento Livre e
  3. 3. Esclarecido. As participantes foram orientadas a comparecer ao local do teste utilizando roupas leves eque facilitassem a movimentação. O TSA (WELLS; DILLON, 1952) foi aplicado durante o período datarde, em um local com luminosidade e ventilação adequadas. PROTOCOLO DO TESTE DE SENTAR E ALCANÇAR EMPREGADO Boa parte dos testes realizados para determinar a aptidão física à saúde envolve a determinaçãodo nível de flexibilidade, mensurada a partir do TSA proposto por Wells; Dillon (1952) que verifica aflexibilidade da região inferior da coluna lombar e da região posterior da coxa. Para a realização do teste faz-se necessário conter uma caixa de madeira medindo 30,5 cm x30,5 cm x 30,5 cm, contendo uma escala localizada na parte superior, e deve haver um prolongamentode 26,0 cm e o 23º cm da escala deve coincidir com o ponto onde o avaliado toca a planta dos pés; oavaliado deve sentar-se com os joelhos estendidos, tocando os pés descalços na caixa sob a escala, emseguida posicionará as mãos uma sobre a outra, com os braços estendidos, sobre a escala, e deveexecutar uma flexão do tronco à frente. O avaliador registra o ponto máximo em centímetros atingidopelas mãos. O TSA foi realizado no período da tarde, com 3 (três) horas de duração, em espaço retangular de5,5m (cinco metros e cinquenta centímetros) de comprimento e 2,75m (dois metros e setenta e cincocentímetros) de largura, perfazendo um total de 16,5 (dezesseis metros e cinquenta centímetros) dedistância, em local fechado, com pouco barulho, bem iluminado e arejado. Os materiais utilizados para a realização do teste foram: colchonete e o Banco de Wells e Dillon.Antes do inicio do teste, foi verificada a vestimenta das sujeitas e foram instruídas sobre como seriarealizado o teste de sentar e alcançar. Em seguida, posicionamos cada idosa sentada à frente do bancopara o início da coleta dos dados. A avaliação ocorreu com a realização de 3 (três) tentativas por cada sujeito. Considerandoapenas a maior distância obtida por idosas com idade ≥ 60 anos, na conclusão dos estudos. Ao final do teste de flexibilidade de sentar e alcançar (TSA) proposto por Wells e Dillon (1952), adistância foi registrada e analisada de acordo com a tabela de referências segundo a CanadianStandardized Test of Fitness (CSTF). DESCRIÇÃO DOS RESULTADOS O presente estudo teve como principal objetivo comparar os valores de flexibilidade, obtidosatravés do TSA proposto por Wells & Dillon (1952) de idosas inativas com os valores de flexibilidadeobtidos pelo mesmo teste de idosas ativas de quatro estudos científicos disponíveis na literatura(MENDONÇA et al., 2004; RODRIGUES et al., 2005; PACHECO et al., 2005; SILVA; RABELO, 2006). A caracterização das participantes do presente estudo pode ser observada na Tabela 1 e osresultados individuais do TSA das mesmas podem ser observados na Tabela 2, sendo todasconsideradas fisicamente inativas. Tabela 1. Caracterização das participantes do estudo. Variáveis MULHERES IDOSAS N 17 Idade (anos)* 71,6±5,7 Distância alcançada no TSA(cm)* 22,8±9,6 Classificação do nível de flexibilidade** Abaixo da média*Dados referentes à idade e distância expressos como média ± desvio padrão da média; ** Classificação de acordo com a tabela de referência para mulheres da Canadian Standardized Test of Fitness (CSTF). AMOSTRAS A amostra foi comparada com quatro estudos: Mendonça et al. (2004), Rodrigues et al. (2005),Pacheco et al. (2005), Silva e Rabelo (2006). Para a análise utilizamos informações relacionadas à idadedos indivíduos, a distância alcançada em centímetros e a condição de fisicamente ativa ou não.
  4. 4. Para cada comparativo serão apresentados dois gráficos, sendo um representando a idade e ooutro a distância alcançada, ambos com desvio padrão. O nível de flexibilidade apresentado não foi considerado satisfatório (22,8 ± 9,6), classificado com“RUIM”, segundo a Canadian Standardized Test of Fitness (CSTF) em sua tabela de referência queconsidera valores diferentes com relação ao gênero dos indivíduos apresenta os seguintes dados paramulheres: Tabela 2. Classificação de Canadian Standardized Test of Fitness (CSTF). CLASSIFICAÇÃO DISTÂNCIA (CM) Excelente >35 Acima da Média 31-34 Média 27-30 Abaixo da Média 23-26 Ruim <22 Comparado com o estudo de Mendonça et al. (2004) que analisaram 23 (vinte e três) mulheres(68±5 anos) com uma distância alcançada de 20,5±12,2 cm o resultado referente a amostra ficou inferior,nesse caso a idade não foi considerada um fator limitante para a diferença dos resultados. Entretanto91% da população analisada foi considerada fisicamente ativa. As figuras 1 e 2 ilustram os resultadosobtidos, tanto com relação à idade como distância alcançada. Figura 1. Comparativo de idades do presente estudo com o estudo de Mendonça et al. (2004). Figura 2. Comparativo de distâncias (cm) alcançadas do presente estudo e do estudo de Mendonça et al. (2004). Rodrigues et al. (2005) realizaram o TSA com 18 (dezoito) participantes saudáveis 58,8± 12,4anos, todas fisicamente ativas, alunas de Karatê-Do que realizaram 20 aulas com duração de 60 minutos
  5. 5. cada. Apresentaram uma média de 30,9 (± 6,8) cm, nessa comparação podemos verificar que a idademédia das participantes foi bem inferior a idade observada no presente estudo (Figura 3), porém com umdesvio padrão superior. Já com relação a distancia alcançada (Figura 4) observa-se que os resultadosobtidos apresentaram diferenças significativas, fortalecendo a possibilidade de que o treinamento doKaratê-Do tenha influenciado no ótimo desempenho das idosas. Figura 3. Comparativo de idades do presente estudo com o estudo de Rodrigues et al. (2005). Figura 4. Comparativo de distâncias (cm) do presente estudo com o estudo de Rodrigues et al. (2005). A terceira comparação foi realizada com o estudo de Pacheco et al. (2005), o qual separou asparticipantes em dois grupos compostos por 4 (quatro) mulheres cada, sendo o primeiro composto pormulheres idosas fisicamente ativas (63,2 ± 5,2 anos) e o segundo grupo composto de mulheres idosasfisicamente inativas (69 ± 5,3 anos). O presente estudo comparou os resultados obtidos somente com ogrupo de idosas fisicamente inativas do estudo de Pacheco et al. (2005), Relacionando os dados dogrupo fisicamente ativo observa-se que os mesmos não apresentam valores médios superiores (Figura6), entretanto o desvio padrão com relação ao grupo desta coleta foi superior, fato que pode ter ocorridodevido às idades serem mais elevadas (Figura 5). Figura 5. Comparativo de idades do presente estudo com o estudo de Pacheco et al. (2005).
  6. 6. Figura 6. Comparativo de distâncias (cm) obtidas no presente estudo e no estudo de Pacheco et al. (2005). A quarta e última comparação foram feitas com os resultados obtidos no presente estudo comrelação aos resultados obtidos por Silva; Rabelo (2006), cujo estudo dividiu 48 (quarenta e oito)participantes em dois grupos. O primeiro definido como fisicamente ativas, composto de 27 (vinte e sete)mulheres idosas (65,15 ± 5,14 anos), e o segundo definido como fisicamente inativas, composto de 21(vinte e uma) mulheres idosas (65,57 ± 4,49 anos). Seguindo a proposta do presente estudo foramdescartados os dados referentes ao grupo de mulheres fisicamente inativas. Ao estabelecer relação dosdados (Figura 7 e 8), as amostras de Silva; Rabelo (2006) apresentam um resultado superior no que dizrespeito à distância alcançada (30± 6,46 cm) no TSA, e a idade média foi inferior a apresentada pelopresente estudo. Figura 8. Comparativo de distâncias (cm) do presente estudo com o estudo de Silva; Rabelo (2006).
  7. 7. Figura 7. Comparativo de idades do presente estudo com o estudo de Silva; Rabelo (2006). CONCLUSÃO As comparações realizadas entre os estudos demonstram que não é possível estabelecer umarelação concreta de que idosas fisicamente ativas possuem maior flexibilidade do que as consideradasfisicamente inativas. No entanto, parece que as práticas de determinados exercícios podem contribuirpara melhores resultados na flexibilidade de idosas fisicamente ativas quando comparadas a idosasfisicamente inativas. Verificou-se que com o avançar da idade, as idosas passam a apresentar níveis deflexibilidade cada vez mais reduzidos, o que resulta em classificações consideradas como “RUIM” deacordo com a tabela de referência empregada. Sugere-se estudos que realizem a aplicação do TSA em idosas fisicamente ativas praticantes deum único tipo de exercício, podendo agrupá-las de acordo com o exercício que pratica e comparar osresultados entre os tipos de exercícios e entre idosas fisicamente ativas e fisicamente inativas para obtermaiores esclarecimentos acerca de quais exercícios físicos que proporcionam aumentos no nível deflexibilidade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICASCANADIAN MINISTRY OF STATE, FITNESS AND AMATEUR SPORT. Canadian Standardized Test ofFitness. Autority of the Minister of State, Fitness and Amateur Sport. Operations Manual. 1987, 3ªed.CRISTOPOLISKI, F.; SARRAF, T. A.; DEZAN, V. H.; PROVENSI, C. L. G.; RODACKI, A. L. F. Efeitotransiente de exercícios de flexibilidade na articulação do quadril sobre a marcha de idosas. Revistabrasileira de Medicina do esporte. Niterói. 2008, vol. 14, n. 2.CIOLAC E. G.; GUIMARÃES GV. Importância do Exercício Resistido para o Idoso. Revista daSociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. 2002, vol. 12, n. 6, pp. 15-22.FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia - Saberes Necessários à Prática Educativa Editora Paz eTerra. Coleção Saberes. 1996, 36ª Edição.LUZ NETO, T. A.; SUZUKI, F. S.; TRINDADE, G. R. G. N.; OLIVEIRA FILHO, A.; TRINDADE, B. O. Testede 6 minutos: possíveis parâmetros para elaboração de um programa de caminhada para idosos.Coleção pesquisa em educação física. 2009, vol. 8, n. 5, pp. 103-108. ISSN 1980-4313.MENDONÇA, T. T., ITO, R. E., BARTHOLOMEU, T., TINUCCI, T. FORJAZ, C. L. M. Riscocardiovascular, aptidão física e prática de atividade física de idosos de um parque de São Paulo.R. bras. Ci e Mov. 2004, vol. 12, n. 2, pp.19-24.PACHECO, M. D. A.; CESAR, M. C.; OLIVEIRA JUNIOR, A. V.; STORER, I. A. QUALIDADE DE VIDA EPERFORMANCE EM IDOSOS: ESTUDO COMPARATIVO. Saúde em Revista, Piracicaba. 2005, vol. 7,n. 17, pp. 47-52.
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