DOMINGO DE RAMOS
A liturgia deste último Domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nossoencontro, par...
A cruz (que aliturgia destedomingo colocano horizontepróximo deJesus)apresenta-nos alição suprema, oúltimo passodesse cami...
Jesus entra em Jerusalémcomo o Messias, o reijusto e pacífico, quedispensa os carros e asarmas de guerra (cf. Zc9,9-10). A...
a ceia pascal, ele instituia eucaristia como dom daprópria vida para omundo. As ovelhasdispersadas serãoreunidas pela forç...
A cortina dosantuário, quefechava o Santodos Santos (cf.Ex 26,33), rasga-se abrindo ocaminho para acomunhão comDeus, aboli...
N A 1ª leitura    mostra o     Servo    sofredor, confiante na   palavra de  Deus, sem temor diante      dos  poderososque...
Não sabemos,efectivamente,quem é este“servo deJahwéh”; noentanto, osprimeiros cristãosvão utilizar estetexto como grelhapa...
A vida de Jesus realizaplenamente esse destino dedom e de entrega da vida em   favor de todos; e a suaglorificação mostra ...
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aniquila até acondiçãohumilhante nacruz. Por isso,ele foi exaltadoe constituídoSenhor detodos para aglória do Pai.
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Os acontecimentosque, nesta semana,   vamos celebrar garantem-nos que o caminho do dom  da vida não é um     caminho de   ...
Celebrar a paixão    e a morte deJesus é abismar-        se nacontemplação de um Deus a quem   o amor tornoufrágil… Por am...
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A figura do jovem que, nojardim das Oliveiras, deixou olençol que o cobria nas mãos  dos soldados e fugiu pode  ser figura...
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  1. 1. DOMINGO DE RAMOS
  2. 2. A liturgia deste último Domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nossoencontro, partilhou a nossa humanidade, fez-Se servo doshomens, deixou-Se matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos.
  3. 3. A cruz (que aliturgia destedomingo colocano horizontepróximo deJesus)apresenta-nos alição suprema, oúltimo passodesse caminhode vida novaque, em Jesus,Deus nospropõe: adoação da vidapor amor.
  4. 4. Jesus entra em Jerusalémcomo o Messias, o reijusto e pacífico, quedispensa os carros e asarmas de guerra (cf. Zc9,9-10). Assim, ele preparaos discípulos paracompreender seumessianismocaracterizado, não pelopoder militar de Davi, maspelo serviço, prefiguradono servo de Deus,conforme Is 50 e 53.Condenado sob falsasalegações religiosas epolíticas, Jesus se entregalivremente pela salvação.
  5. 5. a ceia pascal, ele instituia eucaristia como dom daprópria vida para omundo. As ovelhasdispersadas serãoreunidas pela força doRessuscitado (14,27-28).É necessário vigiar e orarcom Jesus para realizar avontade do Pai. Daentrega de Cristo nasce afé universal manifestadapelo centurião romano aopé da cruz, quandoproclama:Verdadeiramente, estehomem era Filho de Deus(15,39)..
  6. 6. A cortina dosantuário, quefechava o Santodos Santos (cf.Ex 26,33), rasga-se abrindo ocaminho para acomunhão comDeus, abolindotoda a barreiraque dificultava
  7. 7. N A 1ª leitura mostra o Servo sofredor, confiante na palavra de Deus, sem temor diante dos poderososque oprimem.A fidelidade ao projeto de Deus lhe dá a certeza que sua missãonão fracassará
  8. 8. Não sabemos,efectivamente,quem é este“servo deJahwéh”; noentanto, osprimeiros cristãosvão utilizar estetexto como grelhapara interpretar omistério de Jesus:ele é a Palavra deDeus feita carne,que oferece a suavida para trazer asalvação/libertação aos homens…
  9. 9. A vida de Jesus realizaplenamente esse destino dedom e de entrega da vida em favor de todos; e a suaglorificação mostra que uma vida vivida deste jeito nãotermina no fracasso, mas na ressurreição que gera vida nova.
  10. 10. No salmo, salmo osofrimentodo justo e a firmeesperança em Deus recordam a paixão de Jesus.A 2ª leitura ressalta,através deum hino, a fé no Cristo Salvador, que se
  11. 11. aniquila até acondiçãohumilhante nacruz. Por isso,ele foi exaltadoe constituídoSenhor detodos para aglória do Pai.
  12. 12. A segunda leitura apresenta-nos oexemplo de Cristo. Eleprescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher a obediência ao Pai e o serviço aoshomens, até ao dom da vida. É esse mesmocaminho de vida que a Palavra de Deus nos propõe.
  13. 13. Os acontecimentosque, nesta semana, vamos celebrar garantem-nos que o caminho do dom da vida não é um caminho de “perdedores” e fracassados: ocaminho do dom da vida conduz ao sepulcro vazio da manhã de Páscoa, Páscoa à ressurreição. É ressurreição um caminho quegarante a vitória e a vida plena.
  14. 14. Celebrar a paixão e a morte deJesus é abismar- se nacontemplação de um Deus a quem o amor tornoufrágil… Por amor,Ele veio ao nosso encontro, assumiu os nossos limites e fragilidades, experimentou a fome, o sono, o cansaço, conheceu a mordedura
  15. 15. das tentações, experimentou a angústia e o pavor diante da morte; e, estendido no chão, esmagado contra a terra, atraiçoado, abandonado, incompreendido, Desse amor resultou vida continuou a amar.plena, que Ele quis repartir connosco “até ao fim dos
  16. 16. Desse amor amor que é resultou vida possível plena, que Ele contar; ela é a quis repartir boa notícia conosco “até que enche de ao fim dos alegria otempos”: esta é coração dos a mais cristãos. espantosa história de
  17. 17. A figura do jovem que, nojardim das Oliveiras, deixou olençol que o cobria nas mãos dos soldados e fugiu pode ser figura do discípulo que, amedrontado e desiludido,abandonou Jesus. Já alguma vez virámos as costas a Jesus e ao seu projecto, seduzidos por outras propostas? O que é que nos impede, por vezes, de nosmantermos fiéis ao projeto de Jesus? Marineves

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