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Gestao ambiental

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Trabalho apresentado para o Professor Klinton,
materia Gestão Ambiental, pelos alunos
Ângelo Gomes
Sidney Vasconcelos
Ricelio Oliveira

Publicada em: Meio ambiente
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Gestao ambiental

  1. 1. FACULDADE SALESIANA DOM BOSCO 1
  2. 2. Gestão Ambiental AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA DO PRODUTO COMUNICAÇÃO E RELATORIOS AMBIENTAIS 2
  3. 3. Ângelo Gomes Sidney Vasconcelos Ricelio Oliveira 3
  4. 4. 4 AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA DO PRODUTO
  5. 5. 55 CICLO DE VIDA DO PRODUTO________________________________________________________________________________________________ O ciclo de vida de um bem ou serviço que interessa à gestão ambiental refere-se ao ciclo físico de um produto.1 A matriz BCG é uma forma consagrada de se fazer a análise de portfólio de produtos ou serviços, proporcionando clareza na análise do ciclo de venda.2 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva 2 www.endeavor.org.br/matriz-bcg/
  6. 6. 66 CICLO DE VIDA DO PRODUTO________________________________________________________________________________________________ MATERIAIS ARMAZENAMENTO FABRICAÇÃO DISTRIBUIÇÃO USO DISPOSIÇÃO FIGURA1 - www.iconfinder.com MATRIZ BCG MATRIZ AMBIENTAL
  7. 7. 7FIGURA1 - www.iconfinder.com 7 CICLO DE VIDA DO PRODUTO________________________________________________________________________________________________ Quando aplicado a bens e serviços concretamente definidos, o ciclo ambiental corresponde a um conjunto de atividades realizados por agentes econômicos específicos, como empresas dos mais variados tipos e tamanhos e setores, configurando uma cadeia de suprimentos. Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  8. 8. 88 CADEIA DE SUPRIMENTOS________________________________________________________________________________________________ FORNECEDORES DISTRIBUIDORES FABRICANTES CONSUMIDOR O objetivo da gestão de uma cadeia de suprimentos é maximizar o seu valor geral, que é a diferença entre o valor do produto final e esforço realizado pela cadeia para atendelo. FIGURA 1 - www.iconfinder.com CHOPRA,MEINDL, 2005 p-4 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  9. 9. 9www.nipponflex.com.br – Figura 1 www.versatilvantagem.com – Figura 2 9 ________________________________________________________________________________________________ CADEIA DE SUPRIMENTOS A capacidade do fabricante em ter controle sobre o ciclo de vida do seu produto tende a diminuir à medida que os agentes envolvidos encontra-se mais distantes dele. Figura 1 Figura 2 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  10. 10. 1 0 Figura 1- www.sirtec.com.br 10 ________________________________________________________________________________________________ GESTÃO DO CICLO DE VIDA O PNUMA e SETAC defendem uma proposta de gestão de ciclo de vida , como meio para implementar o pensamento do ciclo de vida uma filosofia de gestão que expande o conceito de produção mais limpo para incluir todo ciclo de vida, e sua sustentabilidade. 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  11. 11. 1 1 11 GESTÃO DO CICLO DE VIDA________________________________________________________________________________________________ 1. Repensar: os produtos e suas funções: por exemplo, para que possam ser usados de modo mais eficiente do ponto de vista ambiental. 2. Reparar: projetar produtos para sua manutenção e reparo. 3. Reusar: projetar produtos para facilitar a sua manutenção e reparo. 4. Reduzir: o consumo de energia, de materiais e de impactos socioeconômicos a longo do ciclo de vida. 5. Reciclar: selecionar materiais que podem ser reciclados. 6. Substituir (Replace): substancias perigosas por alternativas seguras. SETAC; UNEP, 2007 p 12
  12. 12. 12 www.abepro.org.br/ 12 ________________________________________________________________________________________________ GESTÃO DO CICLO DE VIDA
  13. 13. 13Figura 1- www.acv.ibict.br 13 ORIGENS DA ACV________________________________________________________________________________________________ A avaliação do Ciclo de Vida (AVC) e instrumento para compilar e avaliar impactos ambientais de um produto ou serviço ao longo do seu ciclo de vida. 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  14. 14. 14Figura 1 www.logos.wikia.com 14 ORIGENS DA ACV________________________________________________________________________________________________ A primeira ACV teria sido um estudo encomendado pela Coca Cola a Midwest no final da década de 1960, que comparou diferentes tipos de vasilhames, para selecionar o que requeria menor quantidade de recursos e menor liberação de poluentes. 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  15. 15. 15FIGURA 1;2 - www.ownent.com 15 AS NORMAS ISO SOBRE ACV________________________________________________________________________________________________  NBR 14040:2009 - Gestão ambiental - Avaliação do ciclo de vida - Princípios e estrutura  NBR 14044:2009 - Gestão ambiental - Avaliação do ciclo de vida - Requisitos e orientações 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  16. 16. 1616 ________________________________________________________________________________________________ Essas normas tem como linhas gerais as seguintes prerrogativas: Perspectiva do Ciclo de Vida: a ACV considera todo ciclo de vida desde a extração da matéria-prima, através da produção de energia e materiais manufatura e uso, tratamento de fim de vida até a disposição final. Foco Ambiental: a ACV trata apenas de aspectos ambientais, outras considerações, como econômicas e sociais, não fazem parte deste instrumento. AS NORMAS ISO SOBRE ACV 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  17. 17. 1717 ________________________________________________________________________________________________ Abordagem relativa e unidade funcional: a ACV é uma abordagem relativa, estruturada em torno de uma unidade funcional, o parâmetro o que está sendo estudado. Abordagem interativa: as fases individuais da ACV utilizam os resultados das outras fases. Transparência: para assegurar uma interpretação adequada dos resultados, esse principio procura garantir que os resultados da ACV, não serão utilizados para outras finalidades que não as expressamente definidas no seu escopo. AS NORMAS ISO SOBRE ACV 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  18. 18. 18www.iconfinder.com 18 ________________________________________________________________________________________________ AS NORMAS ISO SOBRE ACV Completeza: a ACV considera todos os atributos ou aspectos do ambiente natural, da saúde humana, e dos recursos. Prioridade da Abordagem cientificas: as decisões da ACV são embasadas preferentemente nas ciências naturais. 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  19. 19. 19FIGURA 1 – Baseada na Figura7.4 (Fases de uma ACV) pág. 248 19 FASES DA ACV________________________________________________________________________________________________ Definição de objetivos e escopo Analise de inventario interpretação Avaliação de impactos  Desenvolvimento e aperfeiçoamento de produtos e serviços  Planejamento Estratégico  Formulação de Politicas Publicas  Marketing  Outras Aplicações Diretas Um estudo de ACV envolve basicamente quatro fases:
  20. 20. 2020 ________________________________________________________________________________________________ Aquisição de matérias-primas Produção Uso Suprimento de energia Transporte Tratamento de resíduos Reciclagem e reuso Outros Fluxos Outros Fluxos Fluxo de Produtos Fluxo de ProdutosFluxo Elementares Fluxo Elementares Fronteira do sistema FASES DA ACV FIGURA 1 – Baseada na Figura7.5 (Exemplos de sistema de produto) pág. 248
  21. 21. 2121 ________________________________________________________________________________________________ FASES DA ACV O objetivo deve apresentar aplicações pretendidas com estudo, as razões para sua elaboração, o público-alvo a quem seus resultados serão comunicados, e se os resultados serão usados em afirmações comparativas e divulgadas publicamente. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  22. 22. 2222 ________________________________________________________________________________________________ FASES DA ACV A fronteira do sistema é um conjunto de critérios que especificam os processos elementares que farão parte do sistema do produto. Aquisição de materiais; Entradas e saídas dos processos de produção, distribuição e transportes Produção e uso de entrega( combustíveis, eletricidade e calor) Reuso, reciclagem e recuperação energética Iluminação e aquecimento tratamento e disposição final, entre outros
  23. 23. 2323 ________________________________________________________________________________________________ A segunda fase é a análise de inventario na qual é feita a coleta de dados e os cálculos, para quantificar as entradas e saídas de um sistema de produto conforme o objetivo e o escopo definidos. FASES DA ACV FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  24. 24. 2424 ________________________________________________________________________________________________ FASES DA ACV Avaliação de impacto do ciclo de vida, terceira fase da ACV, objetiva entender e avaliar a magnitude e a significância dos impactos potenciais do sistema do produto definido ao longo do ciclo de vida do produto. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  25. 25. 2525 ________________________________________________________________________________________________ Categorias relacionadas a entradas Categorias relacionadas a saídas Mudança do Clima Depleção do ozônio estratosférico Formação de oxidantes fotoquímicos Acidificação Eutrofização Toxidade humana Eco toxidade Depleção de Recursos abióticos ( combustíveis, fosseis e minerais) Depleção de Recursos bióticos( madeira, peixes, etc;) Fonte: ISO /TR 14047; 2003(E) 5.2.2.4 FASES DA ACV
  26. 26. 2626 ________________________________________________________________________________________________ FASES DA ACV A ultima fase é a interpretação das informações gerada nas fases anteriores que, por sua vez, inclui (1) identificação (2)avaliação do estudo em termos de completeza, sensibilidade consistência e outros elementos de avaliação,(3) conclusões , limitações e recomendações. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  27. 27. 2727 ________________________________________________________________________________________________ FASES DA ACV A rigor a ACV é um estudo que comtempla o ciclo de vida do produto do berço ao tumulo. Porem é possível usar parte da recomendações e requisitos constantes nas normas ISO, mediante a justificativa adequadas, para estudos do berço ao portão da empresa, de portão-a- portão ou de partes especificas do ciclo de vida. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  28. 28. 2828 CICLO DE VIDA DO PRODUTO________________________________________________________________________________________________ A realização de uma ACV conforme as normas da ISO, tem um custo muito elevado por isso tem sido realizado somente por grandes empresas, por isso maioria das empresas realizam um estudo de ACV simplificado. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  29. 29. 2929 METODOS SIMPLIFICADOS________________________________________________________________________________________________ Diversos métodos foram desenvolvidos especificamente para realizar estudos de ACV simplificados. Em geral são métodos baseados em matrizes, como Graedel e Allemby para produtos eletroeletrônicos. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  30. 30. 3030 ________________________________________________________________________________________________ METODOS SIMPLIFICADOS O método MECO(acrostico de material) baseado na matriz ERPA, foi desenvolvido pelo Instituto Dinamarquês de Produtos. A matriz meco e formada por quatro categorias de impacto e cinco estágios do ciclo de vida. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  31. 31. 3131 ________________________________________________________________________________________________ Matriz ERPA METODOS SIMPLIFICADOS
  32. 32. 3232 ________________________________________________________________________________________________ Matriz MECO Ciclo de vida do Produto Fonte HICHSCHORNER,FINNVEDEN, 2003, p.121 Extração de Materiais Manufatura Disposição TransporteUso 1 Materiais a) Quantidade b) fonte 2 Energia a) Quantidade b) fonte 3 Substancias Químicas a) Tipo 1 b) Tipo 2 c) Tipo 3 4 Outras METODOS SIMPLIFICADOS
  33. 33. 3333 ________________________________________________________________________________________________ METODOS SIMPLIFICADOS Os métodos simplificados apresentam vantagem em comparação aos complexos como recomendam as normas ISO. Custam menos e podem ser realizado pelo próprio pessoal da empresa. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  34. 34. 3434 COMUNICAÇÃO E RELATORIOS AMBIENTAIS
  35. 35. 35www.publicidadeline,com.br 35 ________________________________________________________________________________________________ COMUNICAÇÃO E RELATORIOS AMBIENTAIS Denomina-se relatórios ambientais as comunicações vinculadas por qualquer meio, impresso ou eletrônicos para divulgar aspectos ambientais da organização, seus impactos e o que ele faz, e pretende fazer, em relação a eles. 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  36. 36. 3636 ________________________________________________________________________________________________ A Constituição Federal estabelece que todos tem o direito de receber dos órgão públicos informações de seu interesse particular ou de interesse coletivo. Um dos instrumentos da politica publica ambiental e a LEI Nº 6.938, DE 31 DE AGOSTO DE 1981 COMUNICAÇÃO E RELATORIOS AMBIENTAIS FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  37. 37. 3737 ________________________________________________________________________________________________ COMUNICAÇÃO E RELATORIOS AMBIENTAIS Comunicação e relatórios ambientais Origem da Demanda Destinatários Questões Relatadas Modelos de Relatórios Obrigação Legal Ato voluntario Grupo de usuários específicos Usuários indiferenciados e publico em geral Exclusivamente ambientais Ambientais, sociais econômicos e outros Próprio Padronizado Relatórios Ambientais - Resumo
  38. 38. 3838 PARA QUEM DIVULGAR?________________________________________________________________________________________________ A divulgação voluntaria do desempenho ambiental de uma empresa depende de como seus dirigentes entendem por responsabilidade social empresarial. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  39. 39. 3939 ________________________________________________________________________________________________ PARA QUEM DIVULGAR? A responsabilidade social empresarial deve-se ao fato que a sociedade tem certas expectativas quanto ao comportamento empresarial e seus resultados. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  40. 40. 4040 ________________________________________________________________________________________________ Os negócios pelo papel que eles desempenham enquanto instituições econômicas. As empresas pelo que são e fazem. Os administradores como agentes morais da empresa. PARA QUEM DIVULGAR? FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  41. 41. 4141 INDENTIFICAÇÃO DOS USUÁRIOS________________________________________________________________________________________________ Identificar os diferentes atores sociais com interesse no desempenho ambiental da empresa é uma questão importante a ser resolvida para elaboração de relatórios ambientais voluntários. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  42. 42. 4242 ________________________________________________________________________________________________ INDENTIFICAÇÃO DOS USUÁRIOS Identificar quais são os Stakeholders da empresa Verificar qual deles necessitam de um relatório ambiental Compreender porque eles necessitam de um relatório ambiental Como essa necessidade pode contribuir para empresa Os relatórios a ambientais inicialmente objetivavam demonstrar o comportamento da empresa em em relação a questões sócios ambientais. 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  43. 43. 4343 ________________________________________________________________________________________________ INDENTIFICAÇÃO DOS USUÁRIOS As normas ISO 14031:2004,que traz diretrizes sobre a avaliação de desempenho ambiental, explica que diferentes partes interessadas apresentam diferenças consideráveis e suas relações com a organização, suas contribuições potenciais para o planejamento e como elas expressam ou comunicam seus interesses. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  44. 44. 4444 ________________________________________________________________________________________________ INDENTIFICAÇÃO DOS USUÁRIOS Como exemplo de partes interessadas em uma organização geneticamente considerada, esta norma cita as seguintes: Representação da administração; Empregados; Investidores atuais e potenciais; Prestadores de serviços; Instituições financeira e seguradoras; 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  45. 45. 4545 ________________________________________________________________________________________________ Entidades legislativas e regulamentadoras; Comunidades regionais e circuvizinhaça; Meios de comunicação; Instituições de negocio,administrativas, acadêmicas e de pesquisas Grupos ambientalistas, de defesa do consumidor e outras ONGs; Publico em geral; INDENTIFICAÇÃO DOS USUÁRIOS 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  46. 46. 4646 O QUE DIVULGAR________________________________________________________________________________________________ Desde o que divulgar para cada grupo de stakeholders identificado como usuário de relatórios ambientais é outra questão importante a ser considerada pelos dirigentes da organização. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  47. 47. 4747 ________________________________________________________________________________________________ O QUE DIVULGAR O Sistema Comunitário de Ecogestão e Auditoria(EMAS), em relação à comunicação externa, estabelece que a organização deve disponibilizar ao publico e partes interessadas, no mínimo, ou seguintes elementos: Descrição clara inequívoca da organização e um resumo de suas atividades; A política ambiental e uma descrição sumaria do seu SGA; Uma descrição de todos os aspectos ambientais diretos e indiretos; 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  48. 48. 4848 ________________________________________________________________________________________________ O QUE DIVULGAR Uma descrição dos objetivos e metas ambientais relacionados com seus impactos ambientais e significativos; Um resumo dos dados disponíveis sobre o comportamento da organização relativo aos seus objetivos; Outros fatores relacionados com seu comportamento, inclusive perante a legislação relacionados com seus impactos Significativos; E o numero e nome da certificação do verificador ambiental e data da validade; 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  49. 49. 4949 COMO DIVULGAR________________________________________________________________________________________________ A empresa pode optar por modelos de relatórios próprios ou adotar modelos ou diretrizes padronizadas dentre as centenas que existem, ou ainda utilizar uma combinação dos dois. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  50. 50. 5050 ________________________________________________________________________________________________ COMO DIVULGAR O conteúdo desses relatórios inclui informações sobre as praticas e os resultados alcançados nas áreas do meio ambiente, geração de empregos,arrecadação de impostos, eliminação da descrição do trabalho,apoio a educação,combate ao trabalho forçado e infantil, saúde e segurança do trabalho e outras questões relacionadas. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  51. 51. 51FIGURA 1www.francenews.com 51 ________________________________________________________________________________________________ COMO DIVULGAR O balanço social é um instrumento para tornar transparente a responsabilidade social da empresa,Tornou-se mundialmente a partir da experiência francesa, mais especificamente através da Lei 77,769, de 1977. FIGURA 2 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  52. 52. 5252 ________________________________________________________________________________________________ COMO DIVULGAR Com a possibilidade de divulgar relatórios na internet para um publico não especificado, recomenda-se que relatórios sejam redigidos com o mínimo de terminologia cientifica e técnica, mas isso não e motivo para deixar de relatar todos os aspectos relevantes do impacto das empresas. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  53. 53. 5353 ________________________________________________________________________________________________ COMO DIVULGAR A divulgação do desempenho das empresas em relação a três dimensões de sustentabilidade e um meio importante para promover a educação ambiental que e, sem duvida, um dos instrumentos mais importantes para a formação de grupos sócio ambientais responsáveis. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  54. 54. 5454 ________________________________________________________________________________________________ AS DIRETRIZES DA NORMA ISO 14063 Esta norma de gestão internacional faz parte da família de normas ISO 14000 e destina-se a auxiliar as organizações a realizar comunicações ambientais internas e externas. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  55. 55. 5555 ________________________________________________________________________________________________ AS DIRETRIZES DA NORMA ISO 14063 Essas comunicações podem ser : Unilateral, quando a organização distribui informações ou relatos questões ambientais que não foram objetos de discussão; Bilateral, quando há uma troca de informações e ideias entre organização e outras partes interessadas; Processos decisórios participativos nos quais a organização colabora com partes interessadas. 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  56. 56. 56www.preventeconsult.com.br 56 ________________________________________________________________________________________________ RÓTULOS E DECLARAÇÕES AMBIENTAIS Os rótulos ambientais e as declarações ambientais, popularmente denominados selos verdes, indicam atributos ambientais em produtos e serviços que podem se tornar a forma de afirmações em bulas manuais, expressões de propaganda anúncios publicitários e outras formas de comunicação direta com os consumidores. 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  57. 57. 5757 ________________________________________________________________________________________________ RÓTULOS E DECLARAÇÕES AMBIENTAIS As normas ISO 14000 estabelecem três tipos de rótulos. Os dois do tipo I são criados por entidades independentes ou de terceira parte aplicáveis aos produtos que apresentam certos padrões ambientais preferíveis na sua categoria. www.preventeconsult.com.br 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  58. 58. 5858 ________________________________________________________________________________________________ RÓTULOS E DECLARAÇÕES AMBIENTAIS O objetivo do rotulo tipo I é estimular a demanda e suprimento de bens e serviços que causem menos impactos ao meio ambiente e com isso, estimular a realização de melhorias ditadas pelo mercado. www.preventeconsult.com.br 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  59. 59. 5959 ________________________________________________________________________________________________ RÓTULOS E DECLARAÇÕES AMBIENTAIS O rotulo do tipo II, objeto da norma ISO 14021,refere-se às auto declarações, ambientais, sem certificação independente ou com uma certificação feita por produtores comerciante, distribuidores ou por quem dela se beneficie. FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  60. 60. 6060 ________________________________________________________________________________________________ Uma das auto declarações mais comuns são os símbolos que indicam materiais passiveis de serem reciclados estampados em produtos e embalagens. RÓTULOS E DECLARAÇÕES AMBIENTAIS FIGURA 1 - www.iconfinder.com 1 Barbieri, José Carlos, Gestão ambiental empresarial conceitos, modelos e instrumentos 3º edição São Paulo, Saraiva
  61. 61. 6161 FIGURA 1 - www.iconfinder.com

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