Sanatório de paimio 1929

246 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
246
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
6
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Sanatório de paimio 1929

  1. 1. Sanatório de Paimio 1929-1933 Sanatório para tuberculosos, Alvar Aalto Planta de situação
  2. 2. Planta baixa Neste post, apresentarei algumas análises quanto a forma e organização de uma importante obra de Alvar Aalto: o Sanatório para tuberculosos em Paimio. O projeto ganhou um concurso em 1928, e foi construído entre 1929 e 1933. Aalto preocupou-se com o bem-estar dos pacientes que, em função da doença, se instalariam por um bom tempo no sanatório. Desenhou todo o mobiliário, estudou as cores e volumes e analisou a iluminação para fazer dos alojamentos um ambiente agradável aos pacientes e funcionários. O arquiteto organizou as diversas funções do estabelecimento com uma série de volumes arquitetônicos combinados livremente. A ala que mais se destaca no projeto é a que abriga os pacientes que vai se conectando as outras áreas como as das salas, cozinha e garagens consistindo na zona de trabalho. As casas dos médicos e dos funcionários encontram-se afastadas do núcleo, consistindo na zona de repouso. O edifício tem caráter dinâmico, ou seja, ele teve seus blocos organizados de maneira a propiciar uma experiência sensorial rica e variada para quem o percorre. Eles encontram-se todos interligados de forma assimétrica, como se da unidade dos enfermos “ramificassem” as demais unidades. Há um c ontraste entre as formas e os volumes, sem quebrar a conexão entre eles, com o objetivo de destacar o bloco dos enfermos, mais alto e de dominância horizontal marcante, já que o arquiteto valorizou a pos ição do sol bem como a visualização da floresta circundante neste bloco. Os demais volumes acompanham lado a lado uma mesma altura bem como formas próximas, a fim de que o conjunto tenha três alturas distintas que vão decrescendo em função da hierarquia. Eles estão locados em função da paisagem, envolvidos por esquemas rígidos e ortogonais.
  3. 3. Modelo volumétrico Vista
  4. 4. Vista do norte Interior

×