SlideShare uma empresa Scribd logo

TCC - O Mercado de Cartão de Crédito no Brasil e sua Influência na Baixa Renda

O documento apresenta uma introdução sobre o mercado de cartões de crédito no Brasil, com foco na população de baixa renda. Apresenta dados sobre o crescimento do mercado de cartões, principalmente entre os consumidores de menor poder aquisitivo. Discorre também sobre as características da baixa renda no país, que representa a maior parte da população brasileira. O objetivo é demonstrar o papel do cartão de crédito para este público e como o acesso a crédito pode melhorar o bem-estar social.

1 de 118
Baixar para ler offline
1
UUNNIIVVEERRSSIIDDAADDEE AANNHHEEMMBBII MMOORRUUMMBBII
CCOOOORRDDEENNAAÇÇÃÃOO CCUURRSSOO SSUUPPEERRIIOORR FFOORRMMAAÇÇÃÃOO EESSPPEECCÍÍFFIICCAA
GGEESSTTÃÃOO EE PPLLAANNEEJJAAMMEENNTTOO DDEE MMAARRKKEETTIINNGG EE VVEENNDDAASS
OO MMEERRCCAADDOO DDEE CCAARRTTÃÃOO DDEE CCRRÉÉDDIITTOO NNOO BBRRAASSIILL
EE SSUUAA IINNFFLLUUÊÊNNCCIIAA NNAA BBAAIIXXAA RREENNDDAA
AALLUUNNOOSS
AADDRRIIAANNAA BBEELLIICC CCHHEERRUUBBIINNEE
GGLLEEIICCEE ZZAANNEETTTTIINN FFEERRNNAANNDDEESS
MMAARRCCEELLOO GGEERRAALLDDOO HHOORRSSTT
CCOOOORRDDEENNAAÇÇÃÃOO DDEE CCUURRSSOO
PPRROOFF.. GGIIAANNCCAARRLLOO RRIICCCCIIAARRDDII
Projeto Interdisciplinar apresentado Banca Examinadora
como exigência parcial para a conclusão do Curso Superior
de Gestão e Planejamento em Marketing e Vendas da
Universidade Anhembi Morumbi, sob responsabilidade do
Orientador Prof. Eduardo Magnani Asencio.
SÃO PAULO
JUNHO DE 2008
2
DEDICATÓRIA
“Quando os consumidores da Base da Pirâmide têm
uma oportunidade de participar e se beneficiar
da escolha de produtos e serviços disponíveis
por meio de mecanismos de mercado,
a transformação social e econômica
que se segue pode ser muito rápida”.
C. H. Prahalad
3
AGRADECIMENTO
Aos nossos familiares,
pela confiança,
amor, carinho e permanente lealdade.
Aos nossos professores dessa jornada,
pelas orientações e estímulos permanentes,
crentes no nosso progresso.
Ao nosso Orientador , Prof Eduardo Magnani Asencio,
pela paciência e pelo voto de confiança
no nosso sucesso.
Ao Prof Giancarlo Ricciardi,
pelo exemplo de desafios ultrapassados,
nos fazendo crer que
inovações são possíveis.
4
ÍNDICE
1 SUMÁRIO 06
2 INTRODUÇÃO
2.1 O Mercado 09
2.2 A Baixa Renda no Brasil 15
2.3 O Produto 20
2.4 Bandeiras e Segmentações 28
2.5 Modelo de Negócios 31
3 A EMPRESA
3.1 Histórico 34
3.2 Visão, Missão e Objetivos 39
3.3 Organograma 41
3.4 Processo Operacional 42
3.5 Fluxograma 43
3.6 Cartão Sorocred 44
3.7 Diagnósticos Anteriores 48
4 ANÁLISE MACRO-AMBIENTE
4.1 Cenário Atual 49
4.2 Cenário Futuro 54
5 ANÁLISE DOS CONCORRENTES 60
6 ANÁLISE MICRO-AMBIENTE 76
5
7 DIAGNÓSTICO
7.1 Análise do Macro-ambiente e Micro-ambiente 77
7.2 Análise PFOA (SWOT) 79
8 PLANO DE AÇÃO
8.1 Objetivos e Metas 92
8.2 Estratégias 94
8.3 Detalhamento Ações 97
8.4 Plano Financeiro 105
9 CONCLUSÃO 107
10 GLOSSÁRIO 109
11 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 111
6
1 SUMÁRIO
Objetivo Geral
"Mercados são instituições que existem para facilitar trocas, isto é,
eles existem de forma a reduzir o custo de executar transações de troca."
(Ronald Coase)
O trabalho de conclusão de curso buscará ser circunscrito aos
cartões de crédito voltados à população de baixa renda, além dos
instrumentos financeiros associados a esses cartões.
A hipótese é referente ao papel da educação financeira ao Tomador,
por parte dos emissores e administradores de cartão de crédito, ou seja,
os credores.
Objetivo Específico
Nosso objetivo é demonstrar que este produto ajuda na diminuição
do custo social e melhora os indicadores de consumo, possibilitando o
aumento do bem-estar da sociedade desde que exista responsabilidade na
concessão e utilização de crédito.
Metodologia da Pesquisa
Nos últimos anos, a modernização do sistema de pagamento no
varejo no Brasil demonstra que o papel moeda vem sendo substituído pelo
meio eletrônico.
O cartão de crédito tem crescido a 20% ao ano nos últimos anos.
Isto é devido, em grande parte, à introdução do produto na baixa

Recomendados

Lista de Exercícios Operações com Números Decimais - Parte 2
Lista de Exercícios   Operações com Números Decimais - Parte 2Lista de Exercícios   Operações com Números Decimais - Parte 2
Lista de Exercícios Operações com Números Decimais - Parte 2Mario Andre Nunes Rodrigues
 
O PERFIL DO PROFESSOR DO SÉCULO XXI
O PERFIL DO PROFESSOR DO SÉCULO XXIO PERFIL DO PROFESSOR DO SÉCULO XXI
O PERFIL DO PROFESSOR DO SÉCULO XXIMauricio Martinho
 
11 ARTIGO NEUROCIÊNCIAS E TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM.pdf
11 ARTIGO NEUROCIÊNCIAS E TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM.pdf11 ARTIGO NEUROCIÊNCIAS E TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM.pdf
11 ARTIGO NEUROCIÊNCIAS E TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM.pdfSimoneHelenDrumond
 
Noções e Conceitos - Multi/Inter/Trans - Disciplinaridade
Noções e Conceitos - Multi/Inter/Trans - DisciplinaridadeNoções e Conceitos - Multi/Inter/Trans - Disciplinaridade
Noções e Conceitos - Multi/Inter/Trans - DisciplinaridadeCÉSAR TAVARES
 
Matematica9 grandezas e_medidas_e_estatistica1
Matematica9 grandezas e_medidas_e_estatistica1Matematica9 grandezas e_medidas_e_estatistica1
Matematica9 grandezas e_medidas_e_estatistica1Luis
 
Questões de progressão geometrica 01
Questões de progressão geometrica 01Questões de progressão geometrica 01
Questões de progressão geometrica 01Deusvaldo Junior
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Rl livro de matematica
Rl livro de matematicaRl livro de matematica
Rl livro de matematicaNinrode Brito
 
2ª prova gab 8ano unid2_geometria_2011
2ª prova gab 8ano unid2_geometria_20112ª prova gab 8ano unid2_geometria_2011
2ª prova gab 8ano unid2_geometria_2011Joelson Lima
 
Slide para aula de geometria
Slide para aula de geometriaSlide para aula de geometria
Slide para aula de geometriaLucas Limeira
 
Um Novo Contrato Social para a Educação
Um Novo Contrato Social para a EducaçãoUm Novo Contrato Social para a Educação
Um Novo Contrato Social para a EducaçãoRaquel Oliveira
 
Plano Gestão 2014 - Escola Estadual "Profª Dulce Carneiro".
Plano Gestão 2014 - Escola Estadual "Profª Dulce Carneiro".Plano Gestão 2014 - Escola Estadual "Profª Dulce Carneiro".
Plano Gestão 2014 - Escola Estadual "Profª Dulce Carneiro".dulce2014
 
Relacoes metricas no triangulo retangulo 9 ano
Relacoes metricas no triangulo retangulo 9 anoRelacoes metricas no triangulo retangulo 9 ano
Relacoes metricas no triangulo retangulo 9 anoDiogo Satiro
 
Pasquale & ulisses gramática da língua portuguesa - nova edição
Pasquale & ulisses   gramática da língua portuguesa - nova ediçãoPasquale & ulisses   gramática da língua portuguesa - nova edição
Pasquale & ulisses gramática da língua portuguesa - nova ediçãopardal' silva
 
Aplicações do Teorema de Pitágoras.ppt
Aplicações do Teorema de Pitágoras.pptAplicações do Teorema de Pitágoras.ppt
Aplicações do Teorema de Pitágoras.pptViniciusJunqueira7
 
Trabalho de Conclusão do Curso de Pedagogia- Ufopa/Parfor
Trabalho de Conclusão do Curso de Pedagogia- Ufopa/ParforTrabalho de Conclusão do Curso de Pedagogia- Ufopa/Parfor
Trabalho de Conclusão do Curso de Pedagogia- Ufopa/ParforLúcia Maia
 
Semana Pedagógica. 13 dicas valiosas
Semana Pedagógica. 13 dicas valiosasSemana Pedagógica. 13 dicas valiosas
Semana Pedagógica. 13 dicas valiosasSeduc MT
 
Exercícios sobre m.m.c. e m.d.c.
Exercícios sobre m.m.c. e m.d.c.Exercícios sobre m.m.c. e m.d.c.
Exercícios sobre m.m.c. e m.d.c.Patricia Carvalhais
 
Piaget, jean para onde vai a educação.pdf (1)
Piaget, jean para onde vai a educação.pdf (1)Piaget, jean para onde vai a educação.pdf (1)
Piaget, jean para onde vai a educação.pdf (1)Norma Furlan Tartari
 

Mais procurados (20)

Rl livro de matematica
Rl livro de matematicaRl livro de matematica
Rl livro de matematica
 
Lúdico
LúdicoLúdico
Lúdico
 
O Uso de Mídias Tecnológicas no Ensino da Matemática: Algumas Possibilidades
O Uso de Mídias Tecnológicas no Ensino da Matemática: Algumas PossibilidadesO Uso de Mídias Tecnológicas no Ensino da Matemática: Algumas Possibilidades
O Uso de Mídias Tecnológicas no Ensino da Matemática: Algumas Possibilidades
 
2ª prova gab 8ano unid2_geometria_2011
2ª prova gab 8ano unid2_geometria_20112ª prova gab 8ano unid2_geometria_2011
2ª prova gab 8ano unid2_geometria_2011
 
Slide para aula de geometria
Slide para aula de geometriaSlide para aula de geometria
Slide para aula de geometria
 
Um Novo Contrato Social para a Educação
Um Novo Contrato Social para a EducaçãoUm Novo Contrato Social para a Educação
Um Novo Contrato Social para a Educação
 
Plano Gestão 2014 - Escola Estadual "Profª Dulce Carneiro".
Plano Gestão 2014 - Escola Estadual "Profª Dulce Carneiro".Plano Gestão 2014 - Escola Estadual "Profª Dulce Carneiro".
Plano Gestão 2014 - Escola Estadual "Profª Dulce Carneiro".
 
Relacoes metricas no triangulo retangulo 9 ano
Relacoes metricas no triangulo retangulo 9 anoRelacoes metricas no triangulo retangulo 9 ano
Relacoes metricas no triangulo retangulo 9 ano
 
Pasquale & ulisses gramática da língua portuguesa - nova edição
Pasquale & ulisses   gramática da língua portuguesa - nova ediçãoPasquale & ulisses   gramática da língua portuguesa - nova edição
Pasquale & ulisses gramática da língua portuguesa - nova edição
 
Probabilidade
ProbabilidadeProbabilidade
Probabilidade
 
Geometria espacial i - EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
Geometria espacial   i - EXERCÍCIOS RESOLVIDOSGeometria espacial   i - EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
Geometria espacial i - EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
 
Equação do 2º grau na prática
Equação do 2º grau na práticaEquação do 2º grau na prática
Equação do 2º grau na prática
 
Equação exponencial
Equação exponencialEquação exponencial
Equação exponencial
 
Aplicações do Teorema de Pitágoras.ppt
Aplicações do Teorema de Pitágoras.pptAplicações do Teorema de Pitágoras.ppt
Aplicações do Teorema de Pitágoras.ppt
 
Trabalho de Conclusão do Curso de Pedagogia- Ufopa/Parfor
Trabalho de Conclusão do Curso de Pedagogia- Ufopa/ParforTrabalho de Conclusão do Curso de Pedagogia- Ufopa/Parfor
Trabalho de Conclusão do Curso de Pedagogia- Ufopa/Parfor
 
Poliígonos inscritos exercícios resolvidos
Poliígonos inscritos   exercícios resolvidosPoliígonos inscritos   exercícios resolvidos
Poliígonos inscritos exercícios resolvidos
 
Semana Pedagógica. 13 dicas valiosas
Semana Pedagógica. 13 dicas valiosasSemana Pedagógica. 13 dicas valiosas
Semana Pedagógica. 13 dicas valiosas
 
Exercícios sobre m.m.c. e m.d.c.
Exercícios sobre m.m.c. e m.d.c.Exercícios sobre m.m.c. e m.d.c.
Exercícios sobre m.m.c. e m.d.c.
 
Piaget, jean para onde vai a educação.pdf (1)
Piaget, jean para onde vai a educação.pdf (1)Piaget, jean para onde vai a educação.pdf (1)
Piaget, jean para onde vai a educação.pdf (1)
 
jogo-geometria espacial.pptx
jogo-geometria espacial.pptxjogo-geometria espacial.pptx
jogo-geometria espacial.pptx
 

Destaque

TCC - Rafael Kirsneris - FGV
TCC - Rafael Kirsneris - FGVTCC - Rafael Kirsneris - FGV
TCC - Rafael Kirsneris - FGVRafael Kirsneris
 
Macro ambiente
Macro ambienteMacro ambiente
Macro ambienteIsadora
 
Consorcio Realiza - Guia do consórcio itaú para construção ou reforma
Consorcio Realiza - Guia do consórcio itaú para construção ou reformaConsorcio Realiza - Guia do consórcio itaú para construção ou reforma
Consorcio Realiza - Guia do consórcio itaú para construção ou reformaJessica R.
 
Modelo plano de negocio
Modelo plano de negocioModelo plano de negocio
Modelo plano de negocioFernando Assis
 
Análise do Macroambiente - Grupo 5
Análise do Macroambiente - Grupo 5Análise do Macroambiente - Grupo 5
Análise do Macroambiente - Grupo 5fernandajmiranda
 
Edital licitacao grafica
Edital licitacao graficaEdital licitacao grafica
Edital licitacao graficaAndréa Mendes
 
Workshop - Meios de pagamento
Workshop - Meios de pagamentoWorkshop - Meios de pagamento
Workshop - Meios de pagamentoE-Commerce Brasil
 
Análise SWOT - Faturamento Direto
Análise SWOT - Faturamento DiretoAnálise SWOT - Faturamento Direto
Análise SWOT - Faturamento DiretoConcept Netservices
 
Banco ABC - Apresentação RI - 3º Trimestre de 2008
Banco ABC - Apresentação RI - 3º Trimestre de 2008Banco ABC - Apresentação RI - 3º Trimestre de 2008
Banco ABC - Apresentação RI - 3º Trimestre de 2008Banco ABC Brasil
 
Créditos consignados e os correspondentes bancários 1
Créditos consignados e os correspondentes bancários 1Créditos consignados e os correspondentes bancários 1
Créditos consignados e os correspondentes bancários 1Rozangela Silva
 
TCC - O CONSUMIDOR DO SÉCULO XXI E O ADVERTAINMENT - Bruno Rafael da Silva
TCC - O CONSUMIDOR DO SÉCULO XXI E O ADVERTAINMENT - Bruno Rafael da SilvaTCC - O CONSUMIDOR DO SÉCULO XXI E O ADVERTAINMENT - Bruno Rafael da Silva
TCC - O CONSUMIDOR DO SÉCULO XXI E O ADVERTAINMENT - Bruno Rafael da Silvabrunopublicitario
 
GESTÃO DE PESSOAS e DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL
GESTÃO DE PESSOAS e DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONALGESTÃO DE PESSOAS e DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL
GESTÃO DE PESSOAS e DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONALRicardo Dutra da Silva
 
37 edital 2015-09-29-13_57_44
37 edital 2015-09-29-13_57_4437 edital 2015-09-29-13_57_44
37 edital 2015-09-29-13_57_44Francis Zeman
 
Cartões e diferenciação de preços: argumentos e contra-argumentos
Cartões e diferenciação de preços: argumentos e contra-argumentosCartões e diferenciação de preços: argumentos e contra-argumentos
Cartões e diferenciação de preços: argumentos e contra-argumentosAlain Winandy
 
Plano de negócio corretora
Plano de negócio corretora Plano de negócio corretora
Plano de negócio corretora luzienne moraes
 
Treinamento Ministrado na TIM no dia 13/11/2010_Técnicas de Vendas
Treinamento Ministrado na TIM no dia 13/11/2010_Técnicas de VendasTreinamento Ministrado na TIM no dia 13/11/2010_Técnicas de Vendas
Treinamento Ministrado na TIM no dia 13/11/2010_Técnicas de VendasAnderson Taffarel Costa
 

Destaque (20)

TCC - Rafael Kirsneris - FGV
TCC - Rafael Kirsneris - FGVTCC - Rafael Kirsneris - FGV
TCC - Rafael Kirsneris - FGV
 
Cartões de Crédito
Cartões de CréditoCartões de Crédito
Cartões de Crédito
 
Macro ambiente
Macro ambienteMacro ambiente
Macro ambiente
 
Consorcio Realiza - Guia do consórcio itaú para construção ou reforma
Consorcio Realiza - Guia do consórcio itaú para construção ou reformaConsorcio Realiza - Guia do consórcio itaú para construção ou reforma
Consorcio Realiza - Guia do consórcio itaú para construção ou reforma
 
Modelo plano de negocio
Modelo plano de negocioModelo plano de negocio
Modelo plano de negocio
 
Business plan
Business planBusiness plan
Business plan
 
Análise do Macroambiente - Grupo 5
Análise do Macroambiente - Grupo 5Análise do Macroambiente - Grupo 5
Análise do Macroambiente - Grupo 5
 
Estudo sobre meios de Pagamento
Estudo sobre meios de PagamentoEstudo sobre meios de Pagamento
Estudo sobre meios de Pagamento
 
Maxtracard 2
Maxtracard 2Maxtracard 2
Maxtracard 2
 
Edital licitacao grafica
Edital licitacao graficaEdital licitacao grafica
Edital licitacao grafica
 
Workshop - Meios de pagamento
Workshop - Meios de pagamentoWorkshop - Meios de pagamento
Workshop - Meios de pagamento
 
Análise SWOT - Faturamento Direto
Análise SWOT - Faturamento DiretoAnálise SWOT - Faturamento Direto
Análise SWOT - Faturamento Direto
 
Banco ABC - Apresentação RI - 3º Trimestre de 2008
Banco ABC - Apresentação RI - 3º Trimestre de 2008Banco ABC - Apresentação RI - 3º Trimestre de 2008
Banco ABC - Apresentação RI - 3º Trimestre de 2008
 
Créditos consignados e os correspondentes bancários 1
Créditos consignados e os correspondentes bancários 1Créditos consignados e os correspondentes bancários 1
Créditos consignados e os correspondentes bancários 1
 
TCC - O CONSUMIDOR DO SÉCULO XXI E O ADVERTAINMENT - Bruno Rafael da Silva
TCC - O CONSUMIDOR DO SÉCULO XXI E O ADVERTAINMENT - Bruno Rafael da SilvaTCC - O CONSUMIDOR DO SÉCULO XXI E O ADVERTAINMENT - Bruno Rafael da Silva
TCC - O CONSUMIDOR DO SÉCULO XXI E O ADVERTAINMENT - Bruno Rafael da Silva
 
GESTÃO DE PESSOAS e DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL
GESTÃO DE PESSOAS e DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONALGESTÃO DE PESSOAS e DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL
GESTÃO DE PESSOAS e DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL
 
37 edital 2015-09-29-13_57_44
37 edital 2015-09-29-13_57_4437 edital 2015-09-29-13_57_44
37 edital 2015-09-29-13_57_44
 
Cartões e diferenciação de preços: argumentos e contra-argumentos
Cartões e diferenciação de preços: argumentos e contra-argumentosCartões e diferenciação de preços: argumentos e contra-argumentos
Cartões e diferenciação de preços: argumentos e contra-argumentos
 
Plano de negócio corretora
Plano de negócio corretora Plano de negócio corretora
Plano de negócio corretora
 
Treinamento Ministrado na TIM no dia 13/11/2010_Técnicas de Vendas
Treinamento Ministrado na TIM no dia 13/11/2010_Técnicas de VendasTreinamento Ministrado na TIM no dia 13/11/2010_Técnicas de Vendas
Treinamento Ministrado na TIM no dia 13/11/2010_Técnicas de Vendas
 

Semelhante a TCC - O Mercado de Cartão de Crédito no Brasil e sua Influência na Baixa Renda

Análise: Transações financeiras no final do ano
Análise: Transações financeiras no final do anoAnálise: Transações financeiras no final do ano
Análise: Transações financeiras no final do anoMiti Inteligência
 
Uso do Crédito - Modalidades - Cartão
Uso do Crédito - Modalidades - CartãoUso do Crédito - Modalidades - Cartão
Uso do Crédito - Modalidades - CartãoSPC Brasil
 
Jovens, mulheres e solteiros parcelam mais no cartão de crédito
Jovens, mulheres e solteiros parcelam mais no cartão de créditoJovens, mulheres e solteiros parcelam mais no cartão de crédito
Jovens, mulheres e solteiros parcelam mais no cartão de créditoMayara Atherino Macedo
 
Maioria dos brasileiros usa o crédito para realizar compras imediatistas
Maioria dos brasileiros usa o crédito para realizar compras imediatistasMaioria dos brasileiros usa o crédito para realizar compras imediatistas
Maioria dos brasileiros usa o crédito para realizar compras imediatistasSPC Brasil
 
Fatores determinantes da lealdade no varejo eletrônico de intermediação, o pa...
Fatores determinantes da lealdade no varejo eletrônico de intermediação, o pa...Fatores determinantes da lealdade no varejo eletrônico de intermediação, o pa...
Fatores determinantes da lealdade no varejo eletrônico de intermediação, o pa...DANILTON CARLOS DA SILVA
 
80% dos brasileiros preferem o cartão na hora de parcelar, mas só um terço co...
80% dos brasileiros preferem o cartão na hora de parcelar, mas só um terço co...80% dos brasileiros preferem o cartão na hora de parcelar, mas só um terço co...
80% dos brasileiros preferem o cartão na hora de parcelar, mas só um terço co...SPC Brasil
 
Mercado de meios de pagamento: uma visão além das manchetes
Mercado de meios de pagamento: uma visão além das manchetesMercado de meios de pagamento: uma visão além das manchetes
Mercado de meios de pagamento: uma visão além das manchetesPonto Futuro
 
Atividade individual
Atividade individualAtividade individual
Atividade individual161603
 
Informativo da secretaria de comércio e serviços 222
Informativo da secretaria de comércio e serviços 222Informativo da secretaria de comércio e serviços 222
Informativo da secretaria de comércio e serviços 222fopemimpe
 
Fazer empréstimo para pagar dívidas vale a penas? O Facilitador explica!
Fazer empréstimo para pagar dívidas vale a penas? O Facilitador explica!Fazer empréstimo para pagar dívidas vale a penas? O Facilitador explica!
Fazer empréstimo para pagar dívidas vale a penas? O Facilitador explica!O Facilitador
 
40% dos brasileiros já entraram no cheque especial.
40% dos brasileiros já entraram no cheque especial.40% dos brasileiros já entraram no cheque especial.
40% dos brasileiros já entraram no cheque especial.SPC Brasil
 
56% dos consumidores quitam as dívidas após serem procurados pelos credores
56% dos consumidores quitam as dívidas após serem procurados pelos credores56% dos consumidores quitam as dívidas após serem procurados pelos credores
56% dos consumidores quitam as dívidas após serem procurados pelos credoresSPC Brasil
 
Visa Transition Market Payment Developed WhitePaper_PORT-v 4
Visa Transition Market Payment Developed WhitePaper_PORT-v 4Visa Transition Market Payment Developed WhitePaper_PORT-v 4
Visa Transition Market Payment Developed WhitePaper_PORT-v 4Alexandre Peyser
 
Perfil do empreendedor brasileiro
Perfil do empreendedor brasileiroPerfil do empreendedor brasileiro
Perfil do empreendedor brasileiroSPC Brasil
 
Pesquisa febraban-(case deloitte )
Pesquisa febraban-(case deloitte )Pesquisa febraban-(case deloitte )
Pesquisa febraban-(case deloitte )Wellington Faria
 
Pesquisa SPC Hábitos de consumidores Adimplentes e Inadimplentes
Pesquisa SPC Hábitos de consumidores Adimplentes e InadimplentesPesquisa SPC Hábitos de consumidores Adimplentes e Inadimplentes
Pesquisa SPC Hábitos de consumidores Adimplentes e InadimplentesSPC Brasil
 

Semelhante a TCC - O Mercado de Cartão de Crédito no Brasil e sua Influência na Baixa Renda (20)

Análise: Transações financeiras no final do ano
Análise: Transações financeiras no final do anoAnálise: Transações financeiras no final do ano
Análise: Transações financeiras no final do ano
 
Uso do Crédito - Modalidades - Cartão
Uso do Crédito - Modalidades - CartãoUso do Crédito - Modalidades - Cartão
Uso do Crédito - Modalidades - Cartão
 
Jovens, mulheres e solteiros parcelam mais no cartão de crédito
Jovens, mulheres e solteiros parcelam mais no cartão de créditoJovens, mulheres e solteiros parcelam mais no cartão de crédito
Jovens, mulheres e solteiros parcelam mais no cartão de crédito
 
Maioria dos brasileiros usa o crédito para realizar compras imediatistas
Maioria dos brasileiros usa o crédito para realizar compras imediatistasMaioria dos brasileiros usa o crédito para realizar compras imediatistas
Maioria dos brasileiros usa o crédito para realizar compras imediatistas
 
Fatores determinantes da lealdade no varejo eletrônico de intermediação, o pa...
Fatores determinantes da lealdade no varejo eletrônico de intermediação, o pa...Fatores determinantes da lealdade no varejo eletrônico de intermediação, o pa...
Fatores determinantes da lealdade no varejo eletrônico de intermediação, o pa...
 
80% dos brasileiros preferem o cartão na hora de parcelar, mas só um terço co...
80% dos brasileiros preferem o cartão na hora de parcelar, mas só um terço co...80% dos brasileiros preferem o cartão na hora de parcelar, mas só um terço co...
80% dos brasileiros preferem o cartão na hora de parcelar, mas só um terço co...
 
Newsletter XB
Newsletter XBNewsletter XB
Newsletter XB
 
Mercado de meios de pagamento: uma visão além das manchetes
Mercado de meios de pagamento: uma visão além das manchetesMercado de meios de pagamento: uma visão além das manchetes
Mercado de meios de pagamento: uma visão além das manchetes
 
Atividade individual
Atividade individualAtividade individual
Atividade individual
 
Informativo da secretaria de comércio e serviços 222
Informativo da secretaria de comércio e serviços 222Informativo da secretaria de comércio e serviços 222
Informativo da secretaria de comércio e serviços 222
 
Fazer empréstimo para pagar dívidas vale a penas? O Facilitador explica!
Fazer empréstimo para pagar dívidas vale a penas? O Facilitador explica!Fazer empréstimo para pagar dívidas vale a penas? O Facilitador explica!
Fazer empréstimo para pagar dívidas vale a penas? O Facilitador explica!
 
40% dos brasileiros já entraram no cheque especial.
40% dos brasileiros já entraram no cheque especial.40% dos brasileiros já entraram no cheque especial.
40% dos brasileiros já entraram no cheque especial.
 
56% dos consumidores quitam as dívidas após serem procurados pelos credores
56% dos consumidores quitam as dívidas após serem procurados pelos credores56% dos consumidores quitam as dívidas após serem procurados pelos credores
56% dos consumidores quitam as dívidas após serem procurados pelos credores
 
Carta à equipe econômica
Carta à equipe econômicaCarta à equipe econômica
Carta à equipe econômica
 
Visa Transition Market Payment Developed WhitePaper_PORT-v 4
Visa Transition Market Payment Developed WhitePaper_PORT-v 4Visa Transition Market Payment Developed WhitePaper_PORT-v 4
Visa Transition Market Payment Developed WhitePaper_PORT-v 4
 
Perfil do empreendedor brasileiro
Perfil do empreendedor brasileiroPerfil do empreendedor brasileiro
Perfil do empreendedor brasileiro
 
Economy n' Presentation
Economy n' PresentationEconomy n' Presentation
Economy n' Presentation
 
Pesquisa febraban-(case deloitte )
Pesquisa febraban-(case deloitte )Pesquisa febraban-(case deloitte )
Pesquisa febraban-(case deloitte )
 
Spread bancário
Spread bancárioSpread bancário
Spread bancário
 
Pesquisa SPC Hábitos de consumidores Adimplentes e Inadimplentes
Pesquisa SPC Hábitos de consumidores Adimplentes e InadimplentesPesquisa SPC Hábitos de consumidores Adimplentes e Inadimplentes
Pesquisa SPC Hábitos de consumidores Adimplentes e Inadimplentes
 

Último

Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...azulassessoriaacadem3
 
A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...
A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...
A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...azulassessoriaacadem3
 
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...apoioacademicoead
 
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptxSlides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...azulassessoriaacadem3
 
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...azulassessoriaacadem3
 
Reprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º ano
Reprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º anoReprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º ano
Reprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º anoMariaJoão Agualuza
 
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...assessoriaff01
 
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...excellenceeducaciona
 
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;azulassessoriaacadem3
 
Planejamento Anual Matemática para o ENEM - 1º ano 1, 2 e 3 anos-.pdf
Planejamento Anual Matemática para o ENEM -  1º ano 1, 2 e 3  anos-.pdfPlanejamento Anual Matemática para o ENEM -  1º ano 1, 2 e 3  anos-.pdf
Planejamento Anual Matemática para o ENEM - 1º ano 1, 2 e 3 anos-.pdfCludiaFrancklim
 
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...azulassessoriaacadem3
 
08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da Mulher08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da MulherMary Alvarenga
 
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...excellenceeducaciona
 
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...azulassessoriaacadem3
 
CONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIA
CONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIACONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIA
CONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIAHenrique Pontes
 
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...apoioacademicoead
 
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;azulassessoriaacadem3
 
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento Mary Alvarenga
 

Último (20)

Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
 
A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...
A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...
A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...
 
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
 
Namorar não és ser don .
Namorar não és ser don                  .Namorar não és ser don                  .
Namorar não és ser don .
 
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptxSlides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
 
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
 
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
 
Reprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º ano
Reprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º anoReprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º ano
Reprodução nos Animais - 2.º ciclo 5.º ano
 
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
 
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
 
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
 
Planejamento Anual Matemática para o ENEM - 1º ano 1, 2 e 3 anos-.pdf
Planejamento Anual Matemática para o ENEM -  1º ano 1, 2 e 3  anos-.pdfPlanejamento Anual Matemática para o ENEM -  1º ano 1, 2 e 3  anos-.pdf
Planejamento Anual Matemática para o ENEM - 1º ano 1, 2 e 3 anos-.pdf
 
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
 
08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da Mulher08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da Mulher
 
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
 
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
 
CONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIA
CONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIACONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIA
CONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIA
 
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
Considerando a Teoria da Autodeterminação abordada no livro da disciplina, de...
 
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
 
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
Letra da música Maria, Maria de Milton Nascimento
 

TCC - O Mercado de Cartão de Crédito no Brasil e sua Influência na Baixa Renda

  • 1. 1 UUNNIIVVEERRSSIIDDAADDEE AANNHHEEMMBBII MMOORRUUMMBBII CCOOOORRDDEENNAAÇÇÃÃOO CCUURRSSOO SSUUPPEERRIIOORR FFOORRMMAAÇÇÃÃOO EESSPPEECCÍÍFFIICCAA GGEESSTTÃÃOO EE PPLLAANNEEJJAAMMEENNTTOO DDEE MMAARRKKEETTIINNGG EE VVEENNDDAASS OO MMEERRCCAADDOO DDEE CCAARRTTÃÃOO DDEE CCRRÉÉDDIITTOO NNOO BBRRAASSIILL EE SSUUAA IINNFFLLUUÊÊNNCCIIAA NNAA BBAAIIXXAA RREENNDDAA AALLUUNNOOSS AADDRRIIAANNAA BBEELLIICC CCHHEERRUUBBIINNEE GGLLEEIICCEE ZZAANNEETTTTIINN FFEERRNNAANNDDEESS MMAARRCCEELLOO GGEERRAALLDDOO HHOORRSSTT CCOOOORRDDEENNAAÇÇÃÃOO DDEE CCUURRSSOO PPRROOFF.. GGIIAANNCCAARRLLOO RRIICCCCIIAARRDDII Projeto Interdisciplinar apresentado Banca Examinadora como exigência parcial para a conclusão do Curso Superior de Gestão e Planejamento em Marketing e Vendas da Universidade Anhembi Morumbi, sob responsabilidade do Orientador Prof. Eduardo Magnani Asencio. SÃO PAULO JUNHO DE 2008
  • 2. 2 DEDICATÓRIA “Quando os consumidores da Base da Pirâmide têm uma oportunidade de participar e se beneficiar da escolha de produtos e serviços disponíveis por meio de mecanismos de mercado, a transformação social e econômica que se segue pode ser muito rápida”. C. H. Prahalad
  • 3. 3 AGRADECIMENTO Aos nossos familiares, pela confiança, amor, carinho e permanente lealdade. Aos nossos professores dessa jornada, pelas orientações e estímulos permanentes, crentes no nosso progresso. Ao nosso Orientador , Prof Eduardo Magnani Asencio, pela paciência e pelo voto de confiança no nosso sucesso. Ao Prof Giancarlo Ricciardi, pelo exemplo de desafios ultrapassados, nos fazendo crer que inovações são possíveis.
  • 4. 4 ÍNDICE 1 SUMÁRIO 06 2 INTRODUÇÃO 2.1 O Mercado 09 2.2 A Baixa Renda no Brasil 15 2.3 O Produto 20 2.4 Bandeiras e Segmentações 28 2.5 Modelo de Negócios 31 3 A EMPRESA 3.1 Histórico 34 3.2 Visão, Missão e Objetivos 39 3.3 Organograma 41 3.4 Processo Operacional 42 3.5 Fluxograma 43 3.6 Cartão Sorocred 44 3.7 Diagnósticos Anteriores 48 4 ANÁLISE MACRO-AMBIENTE 4.1 Cenário Atual 49 4.2 Cenário Futuro 54 5 ANÁLISE DOS CONCORRENTES 60 6 ANÁLISE MICRO-AMBIENTE 76
  • 5. 5 7 DIAGNÓSTICO 7.1 Análise do Macro-ambiente e Micro-ambiente 77 7.2 Análise PFOA (SWOT) 79 8 PLANO DE AÇÃO 8.1 Objetivos e Metas 92 8.2 Estratégias 94 8.3 Detalhamento Ações 97 8.4 Plano Financeiro 105 9 CONCLUSÃO 107 10 GLOSSÁRIO 109 11 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 111
  • 6. 6 1 SUMÁRIO Objetivo Geral "Mercados são instituições que existem para facilitar trocas, isto é, eles existem de forma a reduzir o custo de executar transações de troca." (Ronald Coase) O trabalho de conclusão de curso buscará ser circunscrito aos cartões de crédito voltados à população de baixa renda, além dos instrumentos financeiros associados a esses cartões. A hipótese é referente ao papel da educação financeira ao Tomador, por parte dos emissores e administradores de cartão de crédito, ou seja, os credores. Objetivo Específico Nosso objetivo é demonstrar que este produto ajuda na diminuição do custo social e melhora os indicadores de consumo, possibilitando o aumento do bem-estar da sociedade desde que exista responsabilidade na concessão e utilização de crédito. Metodologia da Pesquisa Nos últimos anos, a modernização do sistema de pagamento no varejo no Brasil demonstra que o papel moeda vem sendo substituído pelo meio eletrônico. O cartão de crédito tem crescido a 20% ao ano nos últimos anos. Isto é devido, em grande parte, à introdução do produto na baixa
  • 7. 7 renda, a qual devido a grandes restrições orçamentárias em função de sua renda, costuma recorrer a esta modalidade de crédito, para fins diversos, tais como compras em supermercado, farmácias e outras compras do dia- a-dia. Neste sentido, o cartão de crédito torna-se uma extensão da renda. Por outro lado, segundo estudos da Acrefi, a baixa renda é mais suscetível a negativação, porém mesmo negativado em outras instituições, a população de baixa renda continua utilizando o cartão. Nesse sentido, apesar de os credores utilizarem ferramentas adequadas para assessorar o processo de concessão responsável de crédito, eles acabam praticando taxas de juros mais elevadas para a população de baixa renda, alegando altos custos operacionais devido a taxas de inadimplência e perdas. Portanto, é preciso ensinar estes consumidores sobre a correta utilização do crédito e da importância do planejamento financeiro, maximizando a eficiência econômica do país, seguindo o exemplo do Banco Sewa na Índia, o qual concede crédito e ensina a poupar. Adicionalmente, um aspecto de suma importância e que se encontra na origem do estudo está no uso de cartões de crédito pelos jovens da baixa renda, uma vez que segundo estudo da Akatu é nesta fase que eles consolidam comportamentos de consumo que vão manter por toda a vida. Existem alguns estudos sobre a população de baixa renda no Brasil, os quais na sua grande maioria foram lançados no ano de 2007, mas nenhum aborda a influência do crédito e sua relação com o bem-estar desta população. Por outro lado, existem estudos do professor Lawrence Ausubel denominados “Credit Card Profits and Bankruptcy” e “The failure
  • 8. 8 Competition in the credit card market”, os quais tratam da influência do crédito concedido e a falência pessoal nos Estados Unidos. Não existe nenhum estudo sobre os jovens e o crédito no Brasil. Neste sentido, o estudo é inovador.
  • 9. 9 2 INTRODUÇÃO 2.1 O Mercado O Universo do Crédito e do Cartão de Crédito Em estudo recente realizado pelo Banco Central, os cartões de pagamento vêm desempenhando importante função na substituição dos instrumentos em papel. No Brasil, os pagamentos com cartões cresceram, em média, 29% ao ano no período de 1999 a 2005 e correspondem a mais de 45% da quantidade total dos pagamentos interbancários que não são efetuados em papel-moeda. O volume financeiro transacionado passou de cerca de 41 bilhões de reais em 1999 para 190 bilhões de reais em 2005. O Banco Central do Brasil reconhece o crescimento do mercado de cartões de pagamento como fator positivo e considera que, conforme exposto no documento “Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo no Brasil”, ainda há substancial espaço para aumento de sua utilização, com ganhos de eficiência e de bem-estar social também para os usuários finais, aqui entendidos os portadores de cartões e os estabelecimentos comerciais. Em paralelo, o mercado de cartões de crédito cresceu 21% em 2007, faturando aproximadamente R$ 183 bilhões. Neste cenário, os consumidores de baixa renda se destacam devido ao crescimento em 2007 de 136% em relação ao ano de 2003 em faturamento, enquanto as demais faixas representam um crescimento de
  • 10. 10 85%, segundo a pesquisa “Indicadores de Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento” do Banco Itaú S/A. Este crescimento acelerado eleva a participação do cartão de crédito no mercado. Fonte: Abecs – Indicadores: Tabela Resumida 2007 No mercado brasileiro, as principais bandeiras são: Visa, MasterCard, Diners Club, American Express e Hipercard. Para se ter dimensão da participação de mercado da Visa e da MasterCard, dos 68.129.000 de cartões de crédito em circulação no país ao final de 2005 , 65.810.832 eram pertencentes a uma das duas bandeiras. Isso representa 96,65% do mercado de grandes bandeiras, segundo o estudo do Sebrae, “Mercado de Cartões de Crédito no Brasil e sua relação com as Pequenas e Micros Empresas”.
  • 11. 11 Os três bancos que funcionam como instrumento de inclusão bancária e social - Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Bradesco - representam 44,65% dos gastos com cartão de crédito da bandeira Visa (vide estudo do Sebrae) e 45,12% do número total de cartões de crédito na mesma bandeira. Na bandeira MasterCard, estes emissores representam 17% do número total de cartões de crédito. (idem) Tal ocorre devido à exclusividade da MasterCard com a Credicard, parceria que se encerrou perto do ano de 1997.
  • 12. 12 Por outro lado, analisando os mesmos indicadores, chegamos a conclusão que a bandeira MasterCard conseguiu atingir a população de baixa renda através dos cartões emitidos pelos emissores IBI, Credicard e Panamericano, que representam 39% do total de cartões de crédito emitidos sob esta bandeira. Segundo dados do Banco Central (BC), a expectativa é que o volume de crédito corresponda a 37% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas no país. Em novembro do ano de 2007, a relação entre crédito e PIB ficou em 34,3% e o total de crédito chegou a R$ 908.775 bilhões, representando um crescimento de 3,6 pontos de percentagem no ano.
  • 13. 13 A previsão da Consultoria Avenida Brasil mostra que os consumidores de baixa renda movimentaram no ano de 2007 algo em torno de R$ 550 bilhões. Este crescimento está atrelado a maior facilidade em obter crédito e ao aumento do salário mínimo acima da inflação nos últimos cinco anos e este indicador é facilmente percebido dentro do mercado de meios de pagamento, onde o cartão é um instrumento de crédito para estes consumidores. Para o ano de 2008, embora a expectativa seja de que o crédito imobiliário continue crescendo a taxas expressivas, o que vai estimular os financiamentos são as empresas (indústria, comércio e serviços) e as pessoas físicas (crédito pessoal, consignado e de veículos, principalmente). Uma das razões para essa projeção é a maior concorrência entre as instituições. Para os consumidores de baixa renda, o acesso as diferentes modalidades de crédito é uma realidade. Os consumidores que não tem cartão de crédito são portadores de um grande número de cartões private label ou de financeiras. O cartão é visto como uma forma de aumentar a renda da família e isto demonstra que o crédito é uma questão delicada para o consumidor de baixa renda, que tem uma relação muito mais próxima com o varejo do que com os bancos, tendo a percepção que ao tomar crédito no varejo sai da loja com um produto enquanto ao tomar crédito no sistema financeiro sai com dívida.
  • 14. 14 Isto explica o aumento expressivo de volume de crédito concedido através dos cartões private-label e como estes estão se transformando em cartões bandeirados, aumentando a penetração dos cartões de crédito na população de baixa renda e no mercado brasileiro. Segundo estudo realizado pelo Banco Itaú S/A. em janeiro de 2008, o mercado de cartões deve-se atingir o montante de 105 milhões de cartões de crédito em 2008, representando 13,2% de aumento em relação ao observado no final de 2007. A expectativa é de que o faturamento da indústria em 2008 seja de, aproximadamente, R$ 218 bilhões. O crescimento é de 19% em relação a 2007 e de 147% desde 2003.
  • 15. 15 2.2 A Baixa Renda no Brasil Com renda mensal de até R$ 3,8 mil, as classes C, D e E representam 86% da população brasileira e detêm 71% do consumo do País. Segundo o estudo da Agência Avenida Brasil, possuem 67% dos cartões de crédito e 88% não tem curso superior. Fonte: Agência Avenida Brasil Esta população abrange um mercado superior ao da Argentina, Chile e Uruguai, juntos.
  • 16. 16 A participação feminina no mercado de trabalho cresceu, passando de 60% em 1995 para 68% em 2006 e este fato está fortemente associado à escolaridade. Os jovens da baixa renda assumem precocemente tarefas próprias da vida adulta, como entrada no mercado de trabalho, sustento parcial ou total de si mesmos e constituição de família. Porém, a nova geração tem diferenças marcantes com a geração de seus pais: são mais escolarizados, mais multimídia e muito mais interativos. Fonte: Agência Avenida Brasil
  • 17. 17 Isto demonstra que a estrutura etária brasileira impactará de forma positiva na economia até 2025. Fonte: Agência Avenida Brasil O consumidor popular é mais conservador e valoriza os filhos, a família, a casa. Ele socializa as informações de consumo e, portanto, as relações de vizinhança se refletem nas relações de consumo. Procuram fazer as compras perto de casa e do trabalho. A explicação é porque 63% das pessoas da classe C andam a pé. Talvez por isto as classes populares prefiram o pequeno varejo.
  • 18. 18 Segundo Fernando Chacon, do Banco Itaú S/A., nas famílias de menor renda "é normal que a mulher seja a responsável pelo orçamento e pelas compras. Normalmente, ela é a gestora e fica com o cartão". Isto explica o indicador de número de transações feitas pelas mulheres com cartão ter aumentado de 513,1 milhões em 2003 para 1,14 bilhões no ano de 2007. O executivo diz que nas famílias de menor renda acontece muitas vezes de haver só um cartão para todos. Já na alta renda, é normal uma pessoa ter mais de um cartão de crédito. Uma modalidade que tem ganhado cada vez mais espaço, especialmente na baixa renda, é a de parcelamento sem juros. A participação dessa modalidade subiu na baixa renda de 31,8% do total em 2003 para 52,5% das operações no ano de 2007. A indústria de plásticos tem um universo enorme para crescer. Ainda há muito estabelecimento pequeno que não aceita cartão, principalmente devido aos custos. “Também há muita gente que ainda não passou a usar o cartão em suas despesas rotineiras”, afirma Luis Miguel Santacreu, analista financeiro da consultoria Austin Rating. Pesquisas de comportamento de clientes de baixa renda sobre o acesso a serviços financeiros indicam que eles tendem a consumir e a efetuar suas operações financeiras (Sabesp/2006), com maior freqüência, próximos às suas moradias, no mesmo bairro ou no entorno. Seus gastos mais comuns no cartão de crédito são concentrados em alimentação, vestuário, moradia e saúde.
  • 19. 19 Considerando-se, por um lado, o segmento de pequenos e micro empreendimentos com pequeno faturamento e, por outro, a população de baixa renda residente em comunidades, periferias e bairros distantes dos grandes centros, uma alternativa bastante relevante para o crescimento do faturamento e o fortalecimento financeiro desses empreendimentos é a adoção de sistemas de captura multiplataformas e multisserviços, mais conhecidos como redes compartilhadas. A rede compartilhada permite ao empreendedor credenciar em um único POS cartões de diferentes bandeiras.
  • 20. 20 2.3 O Produto O cartão de crédito trata-se de um instrumento de pagamento de varejo que possibilita ao portador adquirir bens e serviços nos estabelecimentos credenciados mediante um determinado limite de crédito. Geralmente, é adquirido por intermédio de um banco em parceria com administradoras, podendo ser também emitido diretamente por uma administradora. Suas operações são autorizadas, compensadas e liquidadas por meio de redes privadas mantidas por organizações de cartões ou por instituições financeiras a elas associadas. Elas podem ser on-line ou off- line. O processamento das transações on-line ocorre por meio de terminais POS e é simultâneo para todas as partes envolvidas - titular, emissor, credenciado e credenciadora. As operações off-line requerem contato telefônico do credenciado junto à central de atendimento da credenciadora para obter a autorização de venda do bem ou serviço. A operacionalização do sistema pode ser realizada por redes abertas, redes fechadas e redes compartilhadas. As redes abertas são aquelas nas quais os cartões são emitidos por diversas instituições financeiras concorrentes e a credenciadora atua para todos os emissores, sendo livre para fixar a tarifa que julgar mais conveniente.
  • 21. 21 Existem cinco partes, a saber: - O titular - uma pessoa física ou pessoa jurídica que utiliza o cartão de pagamento para fazer compras; - O emissor - um banco ou uma instituição financeira não-bancária que fornece o cartão e cobra o pagamento do cliente; - O credenciado - uma empresa ou um autônomo que aceita o cartão para pagamento de bens e serviços; - O adquirente ou credenciadora de estabelecimentos – empresa que fornece a base operacional (o terminal de ponto de venda) para o credenciado, faz a manutenção dos terminais de captura, a transmissão dos dados das transações eletrônicas e deposita os fundos em sua conta corrente; - A bandeira – quem licencia sua marca para o emissor e para o adquirente, e coordena o sistema de aprovação/compensação/ liquidação. Entre as grandes bandeiras nacionais, as redes abertas são utilizadas pela Visa, Mastercard e Diners Club. Como já dito, dos 68.129.000 cartões de crédito em circulação ao final de 2005 no país, 65.810.832 eram pertencentes a Visa ou a MasterCard, o que representa 96,65% do mercado de grandes bandeiras. Os cartões de crédito emitidos por bancos e lojas são adotados em todo o mundo desde os anos 50. O primeiro cartão foi emitido nos EUA e denominado Diners Club Card.
  • 22. 22 Em 1952, surge o primeiro cartão internacional. No início da década de 60 já eram aceitos em mais de 50 países em todo mundo. Em 1966, nascia o Master Charge, originando a bandeira MasterCard e o BankAmerican lançou BankAmericard, precursor da bandeira Visa. No caso do Brasil, os cartões de crédito cresceram acentuadamente após o Plano Real (1994), devido à manutenção da inflação em níveis inferiores a 10% ao ano. A quantidade de cartões em ativos cresceu 88% entre 2000 e 2004. Essa expansão deve persistir nos próximos anos, em especial com o aprofundamento crescente em direção aos segmentos de baixa renda e de pequenos e micro negócios. O mercado de cartões de crédito ainda não se configura como um mercado consolidado, possibilitando tanto a entrada constante e cada vez mais freqüente de novas bandeiras quanto o espaço para crescimento das novas marcas. Todavia, esse setor concentra as operações em termos de transações financeiras em alguns poucos players. Os principais players que dominam as operações de crédito são Visa e Mastercard, seguidos por outros bem menores, mas relevantes no mercado nacional, tais como Hipercard, Diners Club e American Express.
  • 23. 23 Outros cartões vêm ganhando espaço, mas a relevância deles é menor e circunscrita a determinadas regiões, não alcançando ainda relevância em âmbito nacional. Em geral, são cartões co-branded ou private label. Dentre eles, cabe citar os cartões Magazine Luiza, Renner, Leader, C&A, Good Card, Sorocred e Smart Fácil. A importância das duas principais bandeiras – Visa e Mastercard – quanto à movimentação de recursos é tão significativa que somente as duas aparecem nas estatísticas de compensação e liquidação do Banco Central. A Visa aparece por intermédio de sua credenciadora e processadora, a Visanet, e a Mastercard, por meio da Redecard. O mercado de cartões de crédito vem se expandido rapidamente no país nos últimos anos. O crescimento no número de cartões foi da ordem de 191% no período 1999-2005, fechando o último ano da série com cerca de 68 milhões de cartões em circulação.
  • 24. 24 Fonte: Abecs – Evolução de 2000 a 2007 A média de transações por cartão manteve-se praticamente no mesmo patamar, o que levou a concluir que o aumento do número das transações anuais, por cartão de crédito, vem ocorrendo muito mais pela incorporação de novos clientes à base desse mercado do que por maiores gastos por parte dos já existentes. (Sebrae - “Mercado dos cartões de crédito no Brasil e sua relação com as micro e pequenas empresas”).
  • 25. 25 Fonte: Sebrae Se, por um lado, o valor total transacionado cresceu 285% no período 1999-2005, no período 2004-2005 saltou 48%.
  • 26. 26 Fonte: Abecs – Indicadores Consolidados de 2006/2007 Por outro lado, o ticket médio apresentou baixo crescimento: 13% ao longo do período 1999-2005, atingindo R$ 73,00 no último ano. A projeção da Abecs para 2006 foi de um ticket médio de R$ 74,00. O crescimento expressivo do valor transacionado, associado a um ticket médio de baixo valor é um indicativo da forte expansão dos cartões de crédito em direção à baixa renda. O gasto médio anual por cartão também se manteve relativamente constante no período 1999-2005, com um modesto crescimento de 32%, corroborando as considerações anteriores.
  • 27. 27 Segundo dados da Abecs, a estimativa de gasto médio para 2006 foi de R$ 2.049,00 Projeção 2008 Fonte: Abecs – Indicadores Comparativo Evolução 1o Quadrimestre 2007/2008
  • 28. 28 2.4 Bandeiras e as Segmentações Acima das funções básicas do cartão, foram se desenvolvendo novas propostas de valor customizadas para vários segmentos, tais como: VISA Os cartões de crédito Visa possuem diferentes benefícios, seguros, promoções e serviços e são segmentados por Classic, Gold, Platinum e Infinite: - Visa Classic - o cartão mais usado em todo o mundo alia conveniência de pagamento à maior rede de estabelecimentos afiliados do mundo. - Visa Gold - produto que une benefícios especialmente criados para um seleto grupo de pessoas que deseja linha de crédito para gastos mais altos. - Visa Platinum - produto desenvolvido para identificar e atender clientes de alto poder aquisitivo com uma incomparável gama de benefícios, seguros e serviços. - Visa Infinite - o cartão mais sofisticado da linha de produtos de crédito Visa possui o máximo no mercado em serviços, exclusividade e promoções locais e internacionais para o cliente com altíssimo poder de consumo.
  • 29. 29 MasterCard Os cartões de crédito MasterCard possuem diferentes benefícios, seguros, promoções e serviços e são segmentados por Gold, Standard, Electronic e Platinum. - MasterCard Platinum: coloca à sua disposição serviços diferenciados: linha de crédito de, no mínimo, R$ 10.000; serviço de Concierge local 24 horas; seguro de viagens de até US$ 1milhão; seguros CDW/LDW para aluguéis de carro em todo o mundo, entre outras vantagens. - MasterCard Gold: cartão com muitos benefícios e facilidades, como maior poder de compra, serviços como referências médica e jurídica gratuitas, informações turísticas, seguro pessoal em viagens e seguro contra colisões em locações de automóveis. - MasterCard Standard: oferece benefícios como seguro para viagens e atendimento emergencial em qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer idioma. - MasterCard Eletronic: permite comprar agora e pagar depois, parcelar compras, ganhar crédito automático, fazer o pagamento mínimo da fatura e usá-lo em mais de 150 mil estabelecimentos em todo o Brasil.
  • 30. 30 Serviços Agregados Os cartões transformaram-se em uma plataforma de negócios, através da oferta de produtos e serviços financeiros. - Seguros: Vida, Acidentes Pessoais, Residencial, Desemprego, Perda e Roubo, Compra Protegida; - Empréstimo Pessoal/Crédito Pessoal; - Serviços de Assistência: Odontológica, Funeral, Viagem, Concierge, Chaveiro, Mecânico etc; - Produtos de Turismo; - Capitalização; - Consórcios; - Outros produtos financeiros.
  • 31. 31 2.5 Modelo de Negócios No mercado de cartões existem dois modelos de redes: - Redes abertas – em geral , associações sem fins lucrativos de propriedades de bancos emissores; - Redes fechadas – administradas por empresas que fazem a emissão e credenciamento Na forma de Rede Aberta, a instituição que emitir o cartão pode tarifar livremente o portador , assim como a instituição que credenciou o estabelecimento comercial é livre para fixar tarifas. Nesse caso, a tarifa não se destina à bandeira e sim ao emissor. Na forma de Rede Fechada, o emissor e a instituição são a mesma empresa, o que faz com que a empresa receba as receitas associadas.
  • 32. 32 No diagrama abaixo, vemos com clareza o acima: Paga p - a Emissor Cadastrador/Credenciado Paga p+f paga p + m Consumidor Estabelecimento Comercial Vende um produto ou serviço pelo preço p p = preço produto pago com cartão a = tarifa de intercâmbio, que o credenciador paga para o emissor de cartão (banco) f = tarifa que o consumidor paga para o emissor (anuidade) m = tarifa que o estabelecimento paga ao credenciador Além da oferta básica e produtos de valor agregado, existem outros modelos de negócios que estão surgindo no mercado: - Aura - Cabal – Bancou - Credsystem - Good Card - Lemon Bank - Paggo - Operadoras de celular credenciando estabelecimentos comerciais.
  • 33. 33 - Policard - Smart Fácil – Tricard - Sorocred - Unik - Verdecard Aura, Cabal, Unik, Good Card, Cred-System e Sorocred estão entre os clientes da bandeira. O POS (a máquina leitora dos cartões) da GetNet é aberto. Ou seja, uma mesma POS pode ser usada pelas diferentes bandeiras. Em média, são 20 milhões de transações por mês. Administradora e processadora de cartões : - Omni, de São Paulo, - Sol, de Porto Alegre, e - FastCred, de Sorocaba .
  • 34. 34 3 A EMPRESA 3.1 Histórico 1990 Fundação da empresa por Nilton Ferreira e Luiz Maciel. Aquisição da primeira máquina de produção de cartões. Abertura da agência Sorocaba. 1998 Abertura da agência Campinas. 2001 Sorocred passa a ser administradora de cartões. Transferência da agência Sorocaba para a praça Cel. Fernando Prestes. 2002 Abertura da agência Alphaville e transferência da sede da empresa para São Paulo.
  • 35. 35 2005 Abertura da agência interestadual. Investimento de R$ 10 milhões no lançamento da campanha Louro Sorocred. 2006 Lançamento do crédito rotativo. Reformulação do site www.sorocred.com.br Lançamento do cartão convênio Sorocred. 2007 Lançamento dos cartões Sorocred Benefícios – refeição e alimentação.
  • 36. 36 Presente em todo o país, a Sorocred é hoje a maior administradora de cartão de crédito genuinamente brasileira. Já são mais de 3 milhões de cartões ativos, aceitos em mais de 100 mil estabelecimentos comerciais em todo o Brasil. A empresa foi fundada em 1990 por Nilton Ferreira e Luiz Maciel, executivos do mercado financeiro, com um investimento inicial de US$ 10 mil. No início, a empresa funcionava como assessoria para bancos em financiamentos de veículos em Sorocaba, através da oferta de um sistema único de banco de dados para aprovação de crédito. Logo depois, a Sorocred passou a oferecer linhas de crédito para os lojistas locais. O carnê então evoluiu para o CDC (Crédito Direto ao Consumidor) massificado, e os clientes cadastrados no banco de dados passaram a receber um cartão de identificação sem tarja, com cadastro pré-aprovado para agilizar os crediários. O foco inicial do trabalho foi a linha mole de vestuário e calçados, com planos de pagamentos curtos, com entrada e mais duas prestações. Com o aumento de cadastros e volume de plásticos emitidos, em 2001 todos os cartões Sorocred passaram a receber tratamento de cartão de crédito e a empresa alterou sua razão social para administradora de cartões. A expansão da Sorocred teve início em 1998, quando passou a atuar em todo o Estado de São Paulo.
  • 37. 37 Em 2002, transferiu sua sede de Sorocaba para a capital paulista e passou a atuar também na Grande São Paulo. Sua atuação em nível nacional começou em 2004, com a criação da diretoria interestadual e por meio de parcerias com estabelecimentos comerciais de variados segmentos de mercado, entre eles grandes redes de varejo como Carrefour, Extra, Wall Mart, Pão de Açúcar, Lojas Marisa, entre outros. O avanço representou, somente no primeiro trimestre de 2005, um faturamento 38% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior levando a empresa, segundo a pesquisa TopFive, constante da edição de abril de 2005 da revista Supermercado Moderno, a estar entre as cinco marcas de administradoras de cartão de crédito mais lembradas pelo segmento supermercadista. Iniciada em 2005 e encerrada em fevereiro de 2007, a campanha Louro José distribuiu duzentos e cinqüenta mil cartões promocionais e atingiu um total de R$ 2,5 milhões em clientes de todo o país. Durante a ação, a cada R$ 1,00 em compras o cliente ganhava um ponto e, ao acumular 1.000 pontos, recebia um cartão promocional da coleção com bônus de R$ 10,00 para serem gastos em qualquer um dos 100 mil estabelecimentos credenciados pela administradora em todo o país.
  • 38. 38 Posicionamento e Assinaturas O posicionamento da Sorocred é: Cartão Sorocred Um para cada necessidade. A assinatura da empresa é : Sorocred O Cartão de todo brasileiro. A assinatura do cartão é : Cartão Sorocred Tem que ter, Tem que usar.
  • 39. 39 3.2 Visão, Missão e Objetivos Visão Ser reconhecida como uma empresa que oferece produtos financeiros para fins diferentes ao longo de sua vida. Missão Atingir o maior número possível de pessoas da baixa renda, proporcionando-lhes serviços financeiros adequados para sua emancipação sócio-econômica e auto-desenvolvimento através de sua própria gestão e propriedade. Objetivos Destina-se a fornecer um conjunto integrado de serviços financeiros, o que a torna uma organização de multi-serviços financeiros sem o padrão geral de atendimento e oferta do sistema financeiro atual, ou seja, os bancos.
  • 40. 40 Os objetivos da Sorocred são: - Ser facilitador das contas de poupança e depósitos fixos, garantindo a guarda do dinheiro para os clientes de baixa renda que recebem empréstimos. - Fornecer crédito para os assalariados, gerando rendimentos e atividade econômica. - Fornecer serviços integrados de seguros cobrindo morte, doença e perda de ativos - como uma forma de proteção para a segurança. - Adotar procedimentos e projetar sistemas adequados para o atendimento das necessidades de serviços financeiros da população de baixa renda, como a formação e apoio na compreensão dos procedimentos bancários e assessoria para a saída do processo de dividas e entrada no processo de capitalização. - Projetar seus serviços, produtos e entrega conforme as necessidades dos seus clientes de baixa renda.
  • 41. 41 3.3 Organograma Fonte: Desenvolvido pelo grupo de trabalho PRESIDENTE RECURSOS HUMANOS Seleção e recrutamento Desenvolvimento de Talentos Remuneração FINANÇAS Auditoria Finanças Jurídico CRÉDITO E COBRANÇA Concessão e Análise de Crédito Cobrança COMERCIAL Vendas PF Vendas Alianças MARKETING Produto Marketing SAC Televendas TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Processamento Outros Fonte: Desenvolvido pelo grupo de trabalho
  • 43. 43 3.5 Fluxograma Fonte: Livro “Cartão de Credito Private Label”
  • 44. 44 3.6 Cartão Sorocred O cartão Sorocred facilita o crédito para todas as pessoas, inclusive para os milhões de brasileiros que não possuem conta em banco. O cartão não tem validade nem anuidade. Com ele é possível dividir o valor das compras em até 12 vezes sem juros. Para obter o cartão Sorocred não é necessário comprovar renda: basta apresentar CPF, RG e comprovante de endereço. A Sorocred oferece os cartões de Crédito, Convênio, Co-branded e Benefícios – Refeição e Alimentação.
  • 45. 45 Cartão Convênio O Cartão Convênio é destinado a empresas, que podem oferecer aos seus funcionários os benefícios do cartão de crédito Sorocred, com a vantagem de deduzir o valor das faturas em folha de pagamento. Possui uma rede credenciada com mais de 100 mil estabelecimentos em todo o Brasil. Isso é o que empresas de qualquer tamanho ou segmento podem oferecer aos seus colaboradores com o Cartão Convênio Sorocred. A modalidade funciona como um cartão de crédito, podendo ser utilizado para efetuar qualquer tipo de compra, com a diferença que o valor gasto é descontado diretamente na folha de pagamento. O limite de crédito do Cartão Convênio estende-se a 30% do salário do funcionário e a data de pagamento da fatura é estabelecida pela própria empresa. Não possui anuidade, apenas uma tarifa administrativa (Serviço de Transação Nacional – STN) é cobrada nos meses em que há débito no cartão. O valor da tarifa pode ser variável nesta modalidade, dependendo do contrato feito entre a Sorocred e a empresa.
  • 46. 46 Cartão Co-branded O cartão Co-branded associa a bandeira Sorocred às marcas de empresas parceiras em todo o Brasil. Este cartão pode ser utilizado em todos os estabelecimentos credenciados.
  • 47. 47 Cartão Gold O Gold é um cartão da Sorocred destinado tanto a clientes novos quanto aos clientes que já possuem o cartão Sorocred, e tem como principal vantagem o aumento contínuo do limite de crédito.
  • 48. 48 3.7 Diagnósticos Anteriores A expansão da Sorocred teve início em 1998, quando passou a atuar em todo o Estado de São Paulo. Em 2002, transferiu sua sede de Sorocaba para a capital paulista e passou a atuar também na Grande São Paulo. Já a atuação em nível nacional começou em 2004, com a criação da diretoria interestadual e por meio de parcerias com estabelecimentos comerciais de variados segmentos de mercado, entre eles grandes redes de varejo como Carrefour, Extra, Wall Mart, Pão de Açúcar, Lojas Marisa, entre outros. O avanço representou, somente no primeiro trimestre de 2005, um faturamento 38% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior.
  • 49. 49 4 ANÁLISE DO MACRO AMBIENTE 4.1 Cenário Atual Cenário Político-Econômico Em 2007, o Produto Interno Bruto (PIB) ficou em 5,4%, segundo informe do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Houve: - Melhora na distribuição de renda - Aumento do consumo das famílias brasileiras pelo quarto ano consecutivo, fechando 2007 com aumento de 6,5%. - Aumento de 3,6% da massa salarial real dos trabalhadores, em 2007, com o desconto da inflação. - Crescimento nominal (valor total em reais) de 28,8% do saldo de operações de créditos do sistema financeiro para pessoas físicas, ou seja, a expansão do crédito. - Maior aumento desde 1996 da taxa acumulada dos impostos sobre produtos , com alta de 9,1% na comparação entre 2007 e 2006. - Expansão de 5,1% no nível de emprego em 2007. - Estabilidade da inadimplência. - Aceitação do cartão de crédito em MPE´s é pequena. - Elevado custo operacional das bases de cartão de crédito.
  • 50. 50 Cenário Legislativo Hoje, os cartões não dispõem de legislação específica. Caem na órbita do Banco Central apenas quando as vendas a prazo geram financiamento bancário; nos demais casos, as operações são consideradas prestações de serviços. Como pessoas físicas, os clientes das administradoras de cartões são protegidos pelo Código de Defesa do Consumidor; já as empresas não dispõem de salvaguarda semelhante. Diante da ausência de legislação regulatória específica, algumas decisões judiciais vêm se tornando pacíficas e inclusive gerando súmulas por parte dos tribunais superiores, em especial, no que diz respeito às taxas de juros aplicadas pelas administradoras de cartões de crédito. A Ministra-Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, em audiência na Câmara dos Deputados, Dilma comemorou os 76% de verbas empenhadas (estágio anterior à liberação) para obras previstas para 2007. Adoção do sistema simples nacional, sistema contábil-fiscal integrado. A Comissão de Educação e Cultura aprovou a criação do Fundo Nacional de Assistência ao Estudante de Nível Superior (Funaes), como previsto no Projeto de Lei 7501/06, da deputada Professora Raquel Teixeira (PSDB-GO). Os recursos destinam-se aos estudantes de baixa renda das instituições públicas de ensino superior.
  • 51. 51 Cenário Tecnológico A rede de captura de transações dos cartões de crédito não é compartilhada. Haverá a adoção do Sistema Brasileiro de Tv Digital. No lugar de passar o cartão nas maquininhas, chamadas POS, o lojista vai digitar o número do celular e registrar o valor da compra. Essa informação segue para uma central que envia uma mensagem ao celular do cliente. Então, ele confirma a compra, digitando uma senha no telefone. Uma pessoa pode, por exemplo, encomendar uma pizza em casa e pagar com o celular, como cartão de crédito. O baixo custo dos computadores pessoais e a popularização da internet aliado à globalização da economia. O empenho das credenciadoras para ampliar suas parcerias com estabelecimentos fora dos grandes centros urbanos tem contribuído para o crescimento do mercado de cartões de crédito fora da região Sudeste.
  • 52. 52 Cenário Sócio-Cultural O consumidor trazendo cada vez mais o cartão para seu dia-a-dia. Mais do que o faturamento, tem crescido muito o número de transações nos cartões de crédito. As transações com cartão aumentaram 233%, ao mesmo tempo em que a quantidade de cheques compensados caiu 42%, segundo levantamento feito pela Itaucard (Folha de S.Paulo 03/03/2008 - Mercado de cartões cresce 225% desde 2000). De 2003 para 2007, as mulheres passaram a deter a parcela maior do mercado de cartões, saindo de 47,2% para 50,8% do total no período. Além disso, nota-se nos últimos anos sua penetração em regiões fora do eixo Rio-São Paulo e nas classes de renda mais baixa. Apesar da região Sudeste seguir como a de maior destaque dentro da indústria de cartões, com 56,5% de participação no faturamento nacional em 2007, sua relevância tem diminuído. Em 2003, representava 63,1% do total. Na outra ponta, quem ganhou mais destaque foi o Nordeste, que saiu de 18,7% de participação em 2003 para 22,4% no ano passado. O mercado ainda é concentrado: cerca de 60% dos Points of Sale (POS), máquinas que capturam e transmitem os dados das transações, está na região Sudeste.
  • 53. 53 E para as pequenas empresas ainda há entraves que dificultam a aceitação de pagamentos com cartões, dos quais o mais importante refere-se aos custos ainda elevados do sistema.
  • 54. 54 4.2. Cenário Futuro Tendência Política-Econômica O crescimento médio do PIB deve aproximar-se de 4% entre 2005 e 2009, quase o dobro da média dos períodos 1995-99 (2,2%) e 2000-2004 (2,4%). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de parâmetro para o governo traçar as metas de inflação, deve fechar 2008 em 4,44%. A projeção consta no boletim Focus, publicação semanal do Banco Central. O consumo, a produção e contratações estão crescendo juntos. “Essa demanda interna [de consumo da população] está tendo resposta imediata da produção. Então, o risco de inflação é pequeno”, segundo Carlos Lupi, Ministro do Trabalho. A previsão é de redução da taxa básica de juros (Selic), que está em 11,25% ao ano, menor do que a registrada em 2005, 19,1% ao ano. Haverá eleições municipais em 2008. A Ministra-Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, coordenadora do PAC, procurou rechaçar rumores e críticas relativos a problemas na liberação de recursos. Em audiência na Câmara dos Deputados, Dilma comemorou os 76% de verbas empenhadas (estágio anterior à liberação) para obras previstas para 2007 e falou "E com certeza vamos passar dos 90% ainda neste ano de 2008".
  • 55. 55 Círculo virtuoso pode começar a ser percebido: redução de risco país, queda de juros, crescimento, aumento de consumo, investimento e emprego de forma sustentável. Pela ótica da demanda, projeta-se expansão dos investimentos de 10,4%, para o ano de 2008, seguindo-se os aumentos do consumo das famílias, 5,9%, e do governo, 3,7%. A evolução da demanda interna, em ambiente de estabilidade de preços, deverá seguir refletindo a evolução favorável dos mercados de crédito e de trabalho, além de crescimento mais significativo de obras de infra-estrutura no cronograma previsto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Redução das taxas de juros e segmentação dos juros conforme o histórico de crédito. A elevação das cotações do barril do petróleo é fator de risco que, de um lado, se associa aos preços domésticos dos combustíveis e, de outro, ao impacto potencial sobre o preço doméstico de outros derivados, especialmente no que se refere aos utilizados ao longo da cadeia produtiva do setor petroquímico.
  • 56. 56 Tendência Legislativa Carência de legislação específica para o setor de Cartão de Crédito. A discussão da reforma tributária é uma das certezas da agenda política para 2008, uma vez que é defendida tanto pelo governo quanto pela oposição. Nos próximos dois anos, inovações legais, administrativas e tecnológicas devem proporcionar um Judiciário mais ágil. Tendência Tecnológica Estima-se que até 2010 cerca de 10% das 50 bilhões de transações bancárias previstas para esse ano serão efetivadas por meio de celulares. Bancos e operadoras de telefonia desenvolveram e estão tirando do papel novos produtos e serviços. Possibilidade da captura por meio de rede compartilhada em seus negócios, facilitando a sua expansão em pequenas comunidades e nas periferias. Tendência Sócio-Cultural O Programa Universidade para Todos (ProUni) como instrumento para facilitar o ingresso de estudantes de baixa renda ao ensino superior. A taxa de fecundidade caiu substancialmente, apontando para um cenário de crescimento populacional negativo depois de 2025 A estrutura etária brasileira terá impacto positivo na economia até 2025.
  • 57. 57 Aumento da utilização do cartão de crédito em outras áreas de consumo. Inclusão bancária e social. Incremento da captura por meio de rede compartilhada em seus negócios, facilitando a sua expansão e aceitação em pequenas comunidades e nas periferias. A despeito da incerteza sobre o comportamento da economia global, e da volatilidade recente dos mercados financeiros internacionais, a combinação de lucratividade e confiança elevadas, associada a condições de financiamento favoráveis, deve contribuir para a continuidade do desempenho benigno do investimento.
  • 58. 58 Quadro Resumo das Tendências do Macro-Ambiente Oportunidades - Incremento da base através da popularização do produto pelos jovens, baixa renda e mulheres. - Incremento dos negócios através do credenciamento de Pequenos e Médios estabelecimentos comerciais para pagamento com cartão de crédito. - Educação financeira como instrumento de inclusão social e bancária. - Venda de produtos que cuidem de toda necessidade financeira da baixa renda ao longo de sua vida útil. - Mudança no comportamento de uso através da utilização do celular como meio de pagamento e instrumento de crédito. - Estimulo á poupança e formação de capital, reduzindo a pobreza e os indicadores de inadimplência. Ameaças - Inflação elevada pode conter consumo e conseqüentemente aumentar a inadimplência. - Capilaridade baixa na aceitação/credenciamento do cartão de crédito/bandeiras nas regiões de maior concentração da baixa renda, ou seja, nos pequenos estabelecimentos comerciais, inibindo o uso do cartão.
  • 59. 59 - Taxa de juros elevada para a população de baixa renda, aumentando o ciclo de pobreza e Aumento na carga tributária. - Concessão de crédito de forma irresponsável e Utilização de crédito de forma irresponsável. - Baixo crescimento das credenciadoras com estabelecimentos fora dos grandes centros urbanos pode contribuir para inibir o crescimento do mercado de cartões de crédito fora da região Sudeste. - Elevação de preços devido ao aumento de preços de alimentos e/ou petróleo, por exemplo.
  • 60. 60 5 ANÁLISE DOS CONCORRENTES Substitutos -Lemon Bank, Panamericano, Hipercard - Financeiras e Bancos que se disponham a possibilitar crédito de forma facilitada e bandeiras regionais que não atuam no crédito consignado. -Cartões Private Label e Crédito CDC Fornecedores de serviço: GetNet/FastCred Empresas de Administração de Rede e Processamento Compradores: - Baixa Renda (até 10 salários mínimos) - Classes Sociais C,D e E. - Área de Benefícios das empresas. ENTRANTES Operadoras de celular credenciando estabelecimentos comerciais. Rivalidades: Good Card Cabal Unik Policard Influenciador: Micro e Pequenas Empresas/Entorno Regional Complementadores: - Empresas de varejo que desejem um cartão co brand ou private label. SOROCRED Barreira Entrada: Credenciamento de Rede
  • 61. 61 Descrição dos Concorrentes O mercado pode ser segmentado entre Bancos, Financeiras e Varejo como emissores ou em bandeiras internacionais e bandeiras regionais ou como cartão de crédito puro ou cartão de crédito consignado, conforme veremos a seguir. Concorrência Indireta Além dos cartões voltados para o mercado de baixa renda das bandeiras MasterCard e Visa encontrados em bancos emissores como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Bradesco, também encontramos os mesmos produtos nas principais financeiras do mercado nacional como Panamericano, Losango, Finivest e também nas principais lojas do varejo, que possuem financeiras próprias, como Riachuelo, Leader, Ibi, Pernambucanas entre outras. Concorrência Direta O mercado de cartão de crédito de bandeira regional vem crescendo de forma exponencial e hoje já encontramos uma gama de produtos e serviços bem diversificado, diferenciando-se nas funções cartão de crédito normal e cartão de crédito consignado. Dados da consultoria Boanerges & Cia mostram que Visa, Mastercard, American Express e Diners Club International devem movimentar em dezembro de 2008 R$ 182,9 bilhões, com 93 milhões de cartões emitidos. Enquanto isso, redes de escala nacional menor, como Hipercard e Aura (da Cetelem, financeira do banco francês BNP Paribas) terão 11
  • 62. 62 milhões de cartões, o equivalente a 12% dos cartões e R$ 9,5 bilhões do total de valor movimentado, o que representa 5% do total. Na outra ponta estão as bandeiras regionais. Essas, somam cerca de 80 no País e contam com 19 milhões de cartões e R$ 5 bilhões em volume de transações, respectivamente 20% e 3% do total em cartões e movimentação financeira. As líderes são Sorocred, Tricard, CredSystem, Policard e Verde Card. Os juros cobrados variam de 7% a 13% ao mês no mercado como um todo, segundo o Diário do Comércio e Indústria (DCI).
  • 63. 63 Concorrentes* Embratec O produto Good Card conta com 60mil estabelecimentos que aceitam a bandeira no Brasil, atendendo 3,5M empresas e 1,3MM de usuários. O débito das compras é efetuado em folha de pagamento. Cabal O produto Sicoobcard conta com 400 mil estabelecimentos que aceitam a bandeira. É uma empresa do Bancoob, cooperativa de crédito do Brasil. O diferencial do produto é a oferta de conta corrente com débito nas bandeiras MasterCard Maestro e Redeshop e função crédito na bandeira Cabal.
  • 64. 64 Tricard Os produtos Super Compras e Smart Fácil contam com 2MM de clientes associados e 8.400 estabelecimentos que emitem/aceitam o cartão. É uma empresa do Grupo Martins. Credsystem O produto Cred System Mais conta com 1,5MM de clientes. É um cartão gratuito e sem anuidade
  • 65. 65 Unik O produto cartão Unik conta com 12 mil estabelecimentos que aceitam o cartão, 2 mil empresas clientes e 1,8 MM de associados. O desconto é em folha de pagamento. Verdecard O produto cartão Quero Quero conta com 13 mil estabelecimentos aceitando o produto. É gratuito e sem anuidade.
  • 66. 66 Validata O produto cartão da 25 de Março é aceito em mais de 100 estabelecimentos e tem mais de 200 mil clientes. Pertence a empresa do Banco Intercap, do Grupo Nova América. Cetelem O produto AURA conta com 1,6 MM de associados, 35 mil estabelecimentos credenciados à bandeira e 3 mil lojas emissoras. Empresa do grupo BNP Paribas.
  • 67. 67 Hipercard O produto Hipercard e conta com 8MM de cartões e 300M lojas. A empresa faz parte do grupo Unibanco. Policard O produto Policard tem diversas ramificações, estando presente em todo o país. É pioneira na administração de convênios para funcionários de empresas e órgãos públicos.
  • 68. 68 Coopercred O produto CooperCred tem mais de 300 mil clientes A empresa está instalada no Paraná, atuando só na administração de cartão de crédito. Senff Empresa do Paraná que opera com cartões desde 2001, com 5 mil estabelecimentos aceitando o produto/bandeira. *Informações contidas no site das respectivas empresas em 31/03/2008 ás 21h00.
  • 69. 69 Novos Concorrentes A entrada das operadoras de telefonia móvel no mercado de meios de pagamento. Mpay A Coca-Cola fez a experiência de efetuar o pagamento com cartão de crédito nas vending machines. Agora, através da Telemig, o uso já é realidade para ambulantes, entregas à domicilio e táxi. Paggo É um sistema de crédito que permite pagar suas contas e efetuar compras através de seu telefone celular. No Brasil, está sendo implantado pela Oi. Principais Fornecedores
  • 70. 70 Equipamentos e Sistema A principal fornecedora é a GetNet Presente em mais de 2,6 mil municípios no país, as bandeiras Aura, Cabal, Unik, Good Card, Cred-System e Sorocred estão entre os clientes. A empresa tem uma POS (a máquina leitora dos cartões) aberta, ou seja, uma mesma POS pode ser usada pelas diferentes bandeiras. A POS é o equipamento que possibilita o registro das vendas efetuadas no cartão. Serve para realizar a abertura e fechamento do terminal, venda à vista e parcelada (se disponível), cancelamento de compra, desbloqueio, consulta saldo, saque, relatório, reimpressão e pagamento Seu sistema possui terminais especializados para captura de transações, permitindo segurança, agilidade e flexibilidade para as operações. Além do equipamento convencional, a GetNet também disponibiliza POS Wireless GPRS.
  • 71. 71 Administradora e processadoras de cartões Omni, de São Paulo, Sol, de Porto Alegre, e FastCred, de Sorocaba são as mais utilizadas por estas empresas. Outras empresas: Conductor, Certegy e Infocards
  • 72. 72 Quadro Resumo das Principais Empresas de Cartão de Crédito Bandeira Regional Ano Lançamento Quantidade de Plasticos Bandeirado Rede Comentários Good Card 1999 1.300.000 Good Card 60.000 Good Card Farma, Plus, Fuel Control, Fuel, Vale Med Cartão de Crédito Consignado e Normal Sicoobcard 2000 Cabal 400.000 Cartão de Crédito e Débito Credsystem Mais 1998 1.500.000 Credsystem Cartão de Crédito SuperCompras 2.000.000 SuperCompras 8.400 Cartão de Crédito Policard Policard Cartão de Crédito Unik 1991 1.800.000 Unik 12.000 Cartão de Crédito Consignado Cartão Quero Quero 1997 Verdecard 13.000 Cartão de Crédito Consignado e Normal Cartão 25 Março 2007 200.000 Validata 350 Cartão de Crédito Aura 1999 1.600.000 Aura 35.000 Cartão de Crédito Paggo 2007 Paggo Mobilie Cartão de Crédito Hipercard 1970 8.000.000 HiperCard 300.000 Cartão de Crédito Sorocred 1998 3.000.000 Sorocred 100.000 Cartão de Crédito Margento 2007 Mpay Mobile Cartão de Crédito Fonte: Desenvolvido pelo grupo de trabalho
  • 73. 73 Matriz dos Produtos Agregados GoodCard Sicoobcard Credsystem SuperCompras Policard Unik Quero Quero Cartão 25 Março Aura Paggo HiperCard Sorocred Margento BÁSICOS Cartão de Crédito X X X X X X X X X X X X Cartão de Crédito Consignado X X X X CRÉDITO CDC Empréstimo Pessoal X X X X X Pagamento Parcelado X X X X X X Saques X X X Crédito Rotativo X X X Crédito Estudantil Crédito Celular X X OUTROS Vida X X Acidentes Pessoais X X X X Garantia Estendida X Proteção Financeira X X X Residencial X Plano Odontologico X Plano de Saúde X Assistência Contas Concessionárias (Luz,etc) X X X Titulo Capitalização X X Proteção Perda e Roubo X PGBL Ou VGBL X Poupança Proteção Familiar Seguro a Estudante Correspondente Bancário X X X Fonte: Desenvolvido pelo Grupo de Trabalho
  • 74. 74 Concorrência : Análise da Comunicação Sorocred O cartão de Todo Brasileiro Cartão Sorocred. Tem que ter.Tem que usar Goodcard A vida é mais fácil com Good Card. Com o cartão de crédito Goodcard, você compra agora e paga depois, com muita facilidade. Sicoobcard Muito mais comodidade e segurança num único cartão. Credsystem Mais Essencial para quem compra. Ideal para quem vende. Super Compras É bem melhor vender assim. Você você adorar comprar com esse cartão Policard Faz bem para quem tem. Unik O seu cartão de benefícios Verdecard Cartão Quero Quero. Cartão de Crédito das Lojas Quero Quero. Validata Aumente seu faturamento com os cartões Validata Desenvolvido especialmente para suas compras na região da rua 25 de Março Faça as compras de sua empresa na 25 de Março em condições especiais.
  • 75. 75 Aura O Cartão Cetelem Aura é o seu passaporte para acesso a todas as funcionalidades Mpay Paggo Agora seus cartões de Crédito viraram enfeites. Paggo a mais inovadora forma de comprar e vender.
  • 76. 76 6 ANÁLISE DO MICRO-AMBIENTE O cartão Sorocred é reconhecido como facilitador do crédito para todas as pessoas, pois não tem validade nem anuidade. Sua a atuação em nível nacional começou em 2004, com a criação da diretoria interestadual e por meio de parcerias com estabelecimentos comerciais de variados segmentos de mercado. Vem crescendo desde 2005.
  • 77. 77 7 DIAGNÓSTICO 7.1 Análise do Macro e Micro-Ambiente As melhores práticas das bandeiras regionais são: Processo de administração e gestão da rede de estabelecimentos da Paggo e o Mobile Payment: O custo é menor, não é necessário aluguel de máquina (POS), emissão de plástico, etc. O portifólio de produtos do Panamericano: Dentro das modalidades de crédito, financia auto e imóveis. Também financia pacotes turísticos, oferece ampla gama de produtos financeiros (seguros) entre outros. O programa de educação financeira da GoodCard: O cartão Good Card Plus é o único cartão convênio que ensina os colaboradores de sua empresa a economizar. Em parceria com a Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) e o professor e doutor Luciano Biehl, a Embratec Good Card desenvolve o Programa de Educação Financeira Familiar, projeto composto por módulos educativos e de acompanhamento consultivo com o objetivo de ajudar os trabalhadores a sanar dívidas e a equilibrar orçamento. Através de palestras, cartazes, folders, artigos e consultorias individuais, o programa visa ensinar técnicas de organização financeira
  • 78. 78 pessoal e de reafirmar o compromisso da Embratec Good Card de não fornecer cartões benefícios que possibilitem e estimulem o endividamento do funcionário. O posicionamento da Aura: O cartão dá acesso ao mais completo programa de proteção. Suas necessidades de Segurança, Tratamento de Saúde, Assistência Educacional, Assistência ao Desemprego e Reserva à Aposentadoria são atendidas por um conjunto de produtos especialmente desenhados como você sempre desejou.
  • 79. 79 7.2 Análise da Matriz SWOT Os dados de mercado e detalhamento dos cenários, foram apresentados acima. Assim, segue um resumo das Potencialidades, Fragilidades, Oportunidades e Ameaças. Quadro Resumo do Micro e Macro Ambiente: Potencialidades(strengths) Fragilidades(weakness) Alto índice de aprovação dos clientes quanto à política de crédito e cobrança. Portifólio de Produtos Financeiros do mercado é mais abrangente. Bom nível de negociação com a rede de estabelecimentos credenciados. Programas de Marketing voltados para gestão do portifólio ainda inexistente. Alto nível de competência e de comprometimento no quadro de funcionários. Concessão de crédito ainda embassada no credit score sem utilização do behaviour score para criação de novos produtos e/ou revisão de políticas de crédito e cobrança. Ferramentas de vendas e faturamento com alto nível de segurança e com excelente tempo de resposta na avaliação dos clientes. Empresa pouco conhecida no mercado do norte e nordeste, dificultando o incremento de market share. Alto índice de fidelidade em todas as faixas de clientes empresaria. Aceitação da bandeira em estabelecimento de pequeno e médio porte ainda é pequeno/baixo. Liderança de mercado (market share). Preço final dos produtos 5% em média, acima dos maiores concorrentes.
  • 80. 80 Empresa Top of Mind no ano de 2007 (força da Marca). Inexistência de uma campanha de marketing e divulgações nos últimos 2 anos. Empresa tem bastante recurso financeiro e recebe ofertas de grandes investidores constantemente. Poucas opções de fornecedores gerando baixas condições de negociação na compra de produtos.
  • 81. 81 Oportunidades(opportunities) Ameaças(threats) Mudança cultural quanto ao uso do celular como Aceitação do cartão de crédito em MPE´s é pequena. O consumo das famílias brasileiras, que aumentou pelo quarto ano consecutivo, fechando 2007 com aumento de 6,5%. A informação foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Elevado custo operacional das bases de cartão de crédito. O aumento de 3,6% da massa salarial real dos trabalhadores, em 2007, com o desconto da Diante da ausência de legislação regulatória específica, algumas decisões judiciais vêm se tornando pacíficas e inclusive gerando súmulas por parte dos tribunais superiores, em especial, no que diz respeito às taxas de juros aplicadas pelas administradoras de cartões de crédito. O crescimento nominal (valor total em reais) de 28,8% do saldo de operações de créditos do sistema financeiro para pessoas físicas, ou seja, a expansão Rede de captura de transações dos cartões de crédito não é compartilhada. Estabilidade da inadimplência. A taxa de fecundidade caiu substancialmente, apontando para um cenário de crescimento populacional negativo depois de 2025A estrutura etária brasileira terá impacto positivo na economia até 2025.Inflação elevada pode conter consumo e conseqüentemente aumentar a inadimplência. Liberação das verbas para o PAC. Capilaridade baixa na aceitação/credenciamento do cartão de crédito/bandeiras nas regiões de maior concentração da baixa renda, ou seja, nos pequenos estabelecimentos comerciais, inibindo o uso do cartão. O empenho das credenciadoras para ampliar suas parcerias com estabelecimentos fora dos grandes centros urbanos tem contribuído para o crescimento do mercado de cartões de crédito fora da região Taxa de juros elevada para a população de baixa renda, aumentando o ciclo de pobreza. O consumidor trazendo cada vez mais o cartão para seu dia-a-dia. Mais do que o faturamento, tem Aumento na carga tributária.
  • 82. 82 crescido muito o número de transações nos cartões de crédito. Além disso, nota-se nos últimos anos sua penetração em regiões fora do eixo Rio-São Paulo e nas classes de renda mais baixa. O crescimento médio do PIB deve aproximar-se de 4% entre 2005 e 2009,quase o dobro da média dos períodos 1995-99 (2,2%) e 2000-2004 (2,4%). Concessão de crédito irresponsável. Utilização de crédito irresponsável. Círculo virtuoso pode começar a ser percebido: redução de risco país, queda de juros, crescimento, aumento de consumo, investimento e emprego de Baixo crescimento das credenciadoras com estabelecimentos fora dos grandes centros urbanos pode contribuir para inibir o crescimento do mercado de cartões de crédito fora da região Sudeste. Possibilidade da captura por meio de rede compartilhada em seus negócios, facilitando a sua expansão em pequenas comunidades e nas Elevação de preços devido ao aumento de preços de alimentos e/ou petróleo, por exemplo. Inclusão bancária e social.
  • 83. 83 Estimativa de Mercado Fazemos a seguir a apresentação dos dados sobre o mercado de atuação da SOROCRED sob 03 visões: - Do cartão de crédito consignado - Do cartão de crédito em geral - Do número de estabelecimentos comerciais existentes Sob a ótica do cartão de crédito consignado A Pesquisa Anual de Comércio do IBGE relativa a 2005 contabilizou 1,438 milhão de empresas comerciais (atacado e varejo) em todo o País, com R$ 940,2 bilhões de receita líquida e onde trabalhavam 7,074 milhões de pessoas. O varejo reunia 84,2% das empresas e ocupava 75,2% dos trabalhadores do comércio.
  • 84. 84 Isto significa que a Sorocred tem todo este mercado para trabalhar, uma vez que um dos produtos da empresa é o cartão de crédito consignado, com desconto das compras realizadas na bandeira Sorocred em folha de pagamento da empresa-cliente. Não é possível estimar o market-share deste mercado porque tanto a Sorocred quanto os concorrentes não divulgam estes dados.
  • 85. 85 Sob a ótica do cartão de crédito Os portadores de cartões de crédito ou pessoas aptas a ter um já representam mais da metade da população brasileira. Para se ter uma idéia dessa dimensão, dos 187,2 milhões de brasileiros, 102,1 milhões, ou seja, 54,5% eram público-alvo da indústria de cartões - população urbana, com 18 anos ou mais e rendimentos pessoais superiores a R$ 150. Ao comparar população e plásticos, o que se vê também é que o mercado brasileiro de cartões de crédito está distribuído de maneira muito semelhante à distribuição total da população no Brasil. No ano passado, as regiões Nordeste e Sudeste, as mais representativas tanto em termos de público-alvo como em população total, lideraram a indústria de cartões. Ao final de 2007, o Sudeste reunia 42,6% da população total do Brasil 50,0% do público-alvo da indústria de cartões, com 48,9 milhões de plásticos (52,7% do total) e um faturamento de R$ 103,5 bilhões (56,5% do total), demonstrando que em termos de plásticos e volume movimentado a região detém mais da metade da indústria. O Nordeste é a segunda maior região. Em 2007, reunia 27,6% da população total do País, 21,3% da população alvo e 27,8% dos cartões do mercado (25,8 milhões), responsáveis por um faturamento de R$ 41,1 bilhões no período (22,4% do total).
  • 86. 86 A terceira maior região é a Sul. Nesta, em 2007, viviam 14,6% da população total e 14,8% da população alvo. O Sul também é o terceiro no ranking da indústria de cartões. No ano passado, detinha 8,1% dos cartões (7,6 milhões) e representou 8% do faturamento nacional com R$ 14,6 bilhões. As demais regiões, Norte e Centro-Oeste, se revezam no ranking de acordo com o que se observa. Em termos de população total, o Norte encerrou o ano de 2007 como a quarta maior região, com 8,1% dos habitantes do País. No entanto, entre as cinco regiões, possui o menor percentual de população alvo (6,5%) Circulavam na região 5,8% dos cartões do Brasil (5,4 milhões), que representaram 5,8% do faturamento total (R$ 10,6 bilhões). O Centro-Oeste, por sua vez, encerrou 2007 com 5,6% dos plásticos (5,2 milhões) e 7,4% do faturamento da indústria (13,5 bilhões). A região reunia, em 2007, 7,4% da população alvo. No entanto, é o menos populoso, com 7,1% dos brasileiros. Estes dados são do estudo O cartão de crédito e suas Regionalidades, parte da pesquisa Indicadores do Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento, realizada mensalmente pela Itaucard.
  • 87. 87 Do total de portadores de cartões no ano de 2007, 60,7% são do público de baixa renda (até R$ 1.499,00) e representaram 43,2% do faturamento. (Banco Itaú S/A- Relações com Imprensa - 25/03/2008) A Sorocred é voltada para a baixa renda e detém 3MM de cartões, o que significa que ela possui 3% do mercado de cartões de crédito. Por outro lado, o ideal seria analisarmos o número total de cartões nas bandeiras regionais e a respectiva participação da Sorocred, o número total de portadores de portadores de cartões de crédito consignado e a respectiva participação da Sorocred, por exemplo. Porém, estes dados não são divulgados e portanto indisponíveis. O potencial é de 84,8% da população OCUPADA, ou seja, as pessoas que ganham até 10 salários mínimos por mês OU 75MM de pessoas. CÁLCULO: 89.318 população total ocupada 75.752 população total ocupada com rendimento até 10 salários mínimo/mês. Este é o total do público-alvo. O gasto médio do cartão no ano é de R$ 2.115,00.
  • 88. 88 Altere os dados em Vermelho para simular EXEMPLO SIMULADO VAR Faturamento com Compras 63.450.000,00 76.251.210,00 A 17% Clientes Ativados 1,00% 1,00% B 0% Valor da Compra Média 2.115,00 2.210,18 C 4% Quantidade de Compras Médias 1,00 1,00 D 0% Faturamento Médio por Cliente B x C x D = A/F 21,15 22,10 4% Quantidade de Clientes na Base 3.000.000 3.450.000 F 13% Este modelo ajuda a compreender as alterações nos principais indicadores.
  • 90. 90 Sob a ótica de número de estabelecimentos comerciais O Bacen somente considera a Visanet e a Redecard dentro do sistema de compensação de transações de cartões de crédito. Sendo assim, também não é possível analisar o market share de acquirer. Por outro lado, a bandeira Sorocred, a qual conta com uma rede de 100 mil estabelecimentos credenciados,dentro das bandeiras regionais fica atrás somente da bandeira Hipercard no mercado nacional, conforme analise da concorrência realizada pelo grupo de trabalho.
  • 91. 91 A evolução do mercado e a demanda disponível
  • 92. 92 8 PLANO DE AÇÃO 8.1 Objetivos e Metas Objetivos Metas Liderança do Mercado Aumento de 2% market share da empresa em dois anos através do lançamento de novos produtos Aumento do market share da rede de adquirente *Aumentar 50 % de estabelecimentos credenciados em um ano Aumento de awareness Desenvolver Plano de Comunicação para consolidar conhecimento da marca em dois anos A meta da Get Net para este ano é de aumentar a rede em 100%. Outros Objetivos Implantar projeto de Marketing de Relacionamento /Comunicação Corporativa para consolidar a marca SOROCRED no mercado, destacando: - Os diferentes produtos que oferece; - A excelência na prestação de serviços; - A responsabilidade da empresa frente à sociedade e meio ambiente.
  • 93. 93 Fatores Chave De Sucesso Item Peso Em % 1. Oferecimento de cartões de crédito com maior valor agregado 40% 2. Tornar-se referencia enquanto Cartão de Crédito para Baixa Renda 20% 3. Incrementar a logística e a tecnologia 10% 4. Implantar Marketing de Relacionamento 20% 5. Aumentar o número de credenciados 10% Total 100%
  • 94. 94 8.2 Estratégias Após análise de mercado e indicadores, nossa proposição é focar os esforços em três linhas de ação, de forma a maximizar o valor do negócio cartão, no período de 2008/2009. Estratégia I - Consolidação da Base de Clientes - Aumento de ativação - Aumento de SOW - Desenvolvimento de Novos Clientes PF e PJ Estratégia II - Agregar Valor - Gerar outras fontes de receita (produtos e serviços) - Posicionamento da Marca e Sustentabilidade - Crédito Consciente - Apoiar programa de relacionamento - Pontuação, prêmios e descontos Estratégia III - Desenvolver Novos Modelos de Negócios e Novos Mercados - Criar um banco - Crédito para todas as fases da vida - Administração e Construção do Patrimônio
  • 95. 95 Aumentar a capilaridade da bandeira Sorocred, fazendo com que o cartão seja aceito aonde as bandeiras de cartão de crédito não consignado são aceitos e em estabelecimentos de pequeno e médio porte que ainda não aceitam cartões. Aumentar o número de clientes portadores de cartão de crédito consignado pessoa física através do incremento da carteira de clientes em b2b, ou seja, as empresas que contratam a Sorocred para o produto cartão de crédito consignado com débito em folha de pagamento. Aumentar o número de clientes portadores de cartão de crédito pessoa física através do incremente da carteira com o lançamento de cartões Co-brand nas grandes redes de varejo e outros. Incremento do faturamento através do aumento do Share of Wallet, ou seja, maior parcela de pagamentos com os cartões Sorocred em detrimento de outros meios de pagamento. Incremento do faturamento através do aumento do índice de ativação, ou seja, fazer com que os clientes que nunca utilizaram o cartão efetuem a primeira compra e que aqueles que se encontram inativos, ou seja, sem uso há pelo menos 3 meses, voltem a utilizar o cartão. Lançamento de novos produtos financeiros objetivando manter a liderança e continuar tendo a preferência do consumidor. Tornar a empresa sustentável, ou seja, ativa e comprometida com as ações com todos os seus públicos e em todos os níveis. Desenvolver um programa de relacionamento e gestão do portifólio objetivando aumentar a retenção e satisfação dos clientes.
  • 96. 96 Preparar e empresa para a criação de um banco, possibilitando a administração e construção do patrimônio em todas as fases da vida. Preparar a plataforma tecnológica Mobile Payment.
  • 97. 97 8.3 Detalhamento Ações: Produtos, Preço, Comunicação e Custo Estratégia I : Consolidação da Base de Clientes Plano de Ação 1. Aumento do número de empresas que aceitam a bandeira Sorocred a. Aumentar o número de estabelecimentos que aceitam o cartão na região Norte e Nordeste b. Entrar nas redes e estabelecimentos que aceitam os cartões das bandeiras MasterCard, Visa e Hipercard e não aceitam a bandeira Sorocred. c. Credenciar os pequenos e médios estabelecimentos, regionais, das áreas próximas às empresas clientes do cartão consignado e da residência de seus colaboradores. d. Credenciar pequenos e médios estabelecimentos, regionais, das áreas próximas das residências dos clientes pessoas físicas.
  • 98. 98 2. Aumento da Ativação a. Implantar o CRM Analítico objetivando ser pró ativo na gestão do relacionamento Custo Estimado: R$ 1 MM para dois anos para a empresa de CRM que desenvolverá os modelos preditivos de Propensão a Compra/Abandono, Cluster, Geomarketing, Next Product to Buy, Rentabilidade por Cliente, análises de campanhas entre outras ações co-relacionados. b. Desenvolver as regras de negócio para gestão do relacionamento com o cliente e a respectiva régua de relacionamento, ou seja, o conjunto de ações para antecipar e aumentar a ativação primeiro uso, ou seja, a primeira utilização do cartão. Custo Estimado: R$ 2,00 por cliente. Ou cerca de R$ 500 mil reais, considerando o incremento de 2% do portifólio. c. Desenvolver as regras de negócio para gestão do portifólio e a respectiva régua de relacionamento para aumentar a ativação através do estimulo da reutilização do cartão conforme a análise do hábito de consumo. Custo Estimado de R$ 3 por cliente, ou R$ 3 MM de reais.
  • 99. 99 3. Aumento do Gasto Médio (Share of Wallet) a. Desenvolver a régua de relacionamento para incremento do gasto médio e maior utilização da linha de crédito concedida através da análise do hábito de consumo dos clientes, estimulando a venda cruzada, o up sell e o pagamento parcelado. Custo Estimado: já considerado no custo operacional porque utilizaremos a fatura do cartão para divulgação das ações.
  • 100. 100 Estratégia II: Agregar Valor Plano de Ação 1. Gerar outras fontes de receita a. Lançamento do produto Empréstimo Pessoal. Custo de material de comunicação dirigida. Custo estimado: R$ 4,00 reais por cliente, sendo R$ 4 MM de reais para a campanha. b. Lançamento de seguros de acidentes pessoais, odontológico e compra protegida. Custo Estimado: R$ 2 MM de reais – tem 50% pago pela seguradora/corretora selecionada
  • 101. 101 2. Sustentabilidade a. Pesquisa de Posicionamento de Marca objetivando identificar valores para refazer o posicionamento da marca e da empresa no mercado. Custos estimados: R$ 200 mil para a pesquisa qualitativa a quantitativa R$ 100 mil para a criação da campanha e R$ 500 mil para revisão de processos e treinamento, tipo palestra com os fornecedores sobre a importância da preservação do meio ambiente e das leis trabalhistas, palestra com os funcionários sobre responsabilidade social e ambiental, seleção de uma área para atuação e desenvolvimento, seja educação, infância, saúde etc, participação ativa na sociedade. b. Desenvolver a campanha de utilização de crédito consciente e planejamento financeiro para clientes. Custo estimado: R$ 1,00 por cliente, sendo para a confecção da planilha, palestra, site, calculadora de brinde, palestrante etc. Buscar patrocínio de empresas co-relacionadas.
  • 102. 102 3. Plano de Relacionamento a. Agregar programa de marketing de relacionamento, objetivando reter os melhores clientes e estimular o uso por parte dos usuários intermediários. Custo estimado: R$ 10,00 por cliente ativo no período de dois anos. Total Custo: R$ 2MM de reais.
  • 103. 103 Estratégia III : Desenvolvimento de Novos Modelos de Negócio Plano de Ação 1. Criar um banco, possibilitando o auxílio na construção do patrimônio e administração do crédito ao longo da vida, conforme novo posicionamento da estratégia 2. Nesta fase será possível o crédito imobiliário, auto, PGBL, VGBL, micro crédito para abertura de negócios e educacional. Custo estimado: R$ 2 MM para consultoria. 2. Preparar e implantar a plataforma Mobile Payment otimizando o celular como meio de pagamento. Custo estimado: R$ 1 MM ou negociação direta ganhando a taxa de interchange por parte de alguma operadora de Telecom móvel
  • 104. 104 Estratégia de Marketing Produto Atual Produto Novo Cartão de Crédito Cartão de Crédito Consignado Cartão de Benefícios As estratégias qualitativas da empresa que vão encontro com os objetivos quantitativos e qualitativos são: - Desenvolver relacionamento com “stakeholders”. - Consolidar imagem de empresa comprometida com ações sociais; - Ser referência na capacitação de clientes em Educação Financeira
  • 105. 105 8.4 PLANO FINANCEIRO Demonstrativo dos Resultados DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS VALOR - R$ Receita 60.000.000,00 Custos de Vendas 18.000.000,00 Lucro Bruto Operacional 42.000.000,00 Investimentos e despesas adicionais Marketing 4.560.000,00 Propaganda 1.000.000,00 Promoções 600.000,00 RP 100.000,00 Relacionamento 500.000,00 Internet 300.000,00 Pesquisas 300.000,00 Vendas Atendimento 600.000,00 Rede Acquirer 1.000.000,00 Promotores 60.000,00 Sistemas Acquirer 100.000,00 Lucro Liquido Operacional 37.440.000,00 Margem de Contribuição
  • 106. 106 CONTAS VALORES % RECEITA LÍQUIDA VENDAS (1) 60.000.000,00 100 CUSTOS E DESP. VARIÁVEIS 18.000.000,00 30 TOTAL (2) 42.000.000,00 MARGEM CONTRIBUIÇÃO (1- 2) 18.000.000,00 CUSTOS E DESP. FIXAS 4.560.000,00 TOTAL (3) 37.440.000,00 LUCRO ANTES DO IR (1- 2 - 3) - 19.440.000,00 Retorno sobre Investimento (Lucro Liquído÷Vendas) × (Vendas÷Investimentos) ROI (%) 8,21053%
  • 107. 107 9 CONCLUSÃO Outras experiências de serviços oferecidos às classes de baixa renda têm sido feitas no mundo. Já se comprovou que prestar serviços bancários e de financiamento à essa classe não é mais uma mera obrigação social. Ao contrário, é um paradigma de mudança, pois é financeiramente viável. Claro que o pressuposto é ser bem estruturado e planejado. Prova disso, são as experiências realizadas na Índia, onde o Banco ICICI já tem diversos produtos e serviços direcionados aos de baixa renda, com o surgimento de inúmeros benefícios, com o desenvolvimento de tecnologias e com a criação de estratégias radicalmente inovadoras, sempre se posicionando como uma empresa socialmente responsável. O Brasil tem um sistema financeiro moderno. Entretanto a população de baixa renda ainda tem pouco acesso as modalidades de crédito. Por outro lado, as financeiras praticam taxas mais elevadas para o público de baixa renda alegando alta inadimplência. Paralelo a isso, o crescimento do mercado consumidor para cartão de crédito, de modo geral está localizado principalmente nas regiões Norte e Nordeste e em bairros e/ou regiões próximas da residência da população de baixa renda. Vimos também que surgiram empresas brasileiras ofertando cartão de crédito consignado em suas bandeiras regionais, sendo este o grande passo para o desenvolvimento e crescimento deste mercado.
  • 108. 108 Diante do exposto, é necessário um crescimento exponencial no credenciamento dos estabelecimentos que aceitam estas bandeiras nestas regiões. Além disto, é necessário criar a cultura e educação do crédito para o consumidor de baixa renda objetivando diminuir os índices de inadimplência e, conseqüentemente, as taxas de juros para este público. Portanto, nossa proposta é o desenvolvimento de produtos de crédito voltados para a construção e preservação do patrimônio, em conjunto com os produtos voltados para concessão de crédito, ou seja, compras. Neste caso, é importante desenvolver parcerias com entidades do mercado financeiro para o desenvolvimento destes públicos voltados para este público e para a conscientização do uso adequado do crédito e da poupança. Qualquer que sejam essas articulações e parcerias, é necessário discutir o compartilhamento de riscos receitas e custos, a origem dos recursos, a formação do capital humano e a adoção de tecnologias micro- financeiras apropriadas, para viabilizar o fortalecimento da indústria com sustentabilidade financeira e missão social. Em suma, serão necessários arranjos inovadores que integrem mecanismos de mercado com políticas públicas e controle social, além de uma profunda revisão do marco legal e institucional para sua viabilização.
  • 109. 109 10. GLOSSÁRIO Administradoras São empresas não-financeiras que emitem e administram cartões próprios ou de terceiros, mas não financiam diretamente os seus clientes. As administradoras de cartões representam os portadores perante as instituições financeiras para obtenção de financiamento, cujos encargos são cobrados dos mesmos. Ex: IBI Cartão de Crédito (cartão C&A), Sorocred. Bandeiras São instituições que autorizam o uso de sua marca e de sua tecnologia por emissores e credenciadoras de estabelecimentos. Essas marcas aparecem nos cartões e nos estabelecimentos credenciados. Ex: Hipercard, Visa, Mastercard. Bases operacionais de cartões As bases operacionais constituem as alternativas de captura de dados que os estabelecimentos podem utilizar para efetivar as transações de cartões de crédito e débito. São elas: URA, POS, POS wireless, POS GPRS, Mini Caixa, PDV (TEF), m POS. Cartões co-branded Bandeira compartilhada (cartões de lojas em parceria com bandeiras). Ex: cartão BNDES, com bandeira Visa ou Mastercard.
  • 110. 110 Credenciadoras São empresas que habilitam estabelecimentos fornecedores de bens e/ou prestadores de serviços para aceitarem cartões. Ex: Visanet, Redecard. Instituições Financeiras/ Emissores Emitem e administram cartões (crédito e débito) próprios ou de terceiros e concedem financiamento direto aos portadores. Também conhecidas como emissores. Ex: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal.
  • 111. 111 11 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Livros Menezes, Octaviano - Cartão de Crédito Private Label, Novatec Editora, 2007 Prahalad, C.K. – A Riqueza na Base da Pirâmide, ArtMed Editora, 2007 Publicações Zouain, Deborah e Outros - Estudo sobre o mercado dos cartões de crédito no Brasil e sua relação com as pequenas e micro empresas - Sebrae, 2007 Chacon, Fernando – Baixa renda: O Cartão como Instrumento de Crédito – Itaucard, 2007 Chacon, Fernando - O Cartão de Crédito e suas Regionalidades – Itaucard, 2008 Meirelles, Renato – Comunicação para a Base da Pirâmide – Avenida Brasil, Comunicação e Marketing, 2008 Pesquisa Anual do Comércio - Comentários Gerais, IBGE, 2005
  • 112. 112 Sites Associação Nacional de Usuários de Cartão de Crédito (ANUCC) – www.anucc.org.br Associação Brasileira de Empresas de Cartão de Crédito e Serviços (Abecs). – www.abecs.org.br Agência Brasil – www.agenciabrasil.gov.br Banco Central do Brasil - www.bcb.gov.br Câmara Portuguesa - www.camaraportuguesa.com.br IBGE – www.ibge.gov.br Artigos Classe C já tem mais de um quarto do poder de consumo – Jornal O Estado de São Paulo – 30/03/2008 Lemon Bank completa um ano de concessão de crédito para a baixa renda no Nordeste – 03/01/2008. Baixa renda também vai de cartão – Banco Itaú S/A - Relações com Imprensa - 19/11/2007 Público de baixa renda adere ao cartão de crédito - 25/10/2007 Bandeira nacional de cartões entra na briga com estrangeiros, Jornal Diário do Comércio e Indústria (DCI)- SP - 05/12/2007
  • 113. 113 Diagnósticos do sistema de pagamento de varejo no Brasil - Banco Central do Brasil Cartões de crédito crescem com mais força no Nordeste – Gazeta Mercantil – 26/03/2008
  • 114. 114 ANEXO 01 INDICADORES DO MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO
  • 115. 115 ANEXO 02 COMUNICAÇÃO PARA BASE DA PIRÂMIDE
  • 116. 116 ANEXO 03 LEMON BANK COMPLETA UM ANO DE CONCESSÕES DE CRÉDITO PARA A BAIXA RENDA
  • 117. 117 ANEXO 04 CLASSE C JÁ TEM MAIS DE UM QUARTO DO PODER DE CONSUMO
  • 118. 118 ANEXO 05 CARTÕES DE CRÉDITO CRESCEM COM MAIS FORÇA NO NORDESTE