TRATAMENTO DE
RESÍDUOS SÓLIDOS
Aula 4 – Gerenciamento de Resíduos Urbanos
Desafios para o gerenciamento
O acelerado processo de
urbanização, aliado ao
consumo crescente de
produtos
menos
duráveis,...
Desafios para o gerenciamento
As grandes cidades, densamente ocupadas e
conurbadas, que no Brasil hoje já compõem 35
Regiõ...
Desafios para o gerenciamento


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Exportação de resíduos a municípios vizinhos,
gerando resistências
Lixões e aterros op...
Desafios para o gerenciamento


Encontrar soluções ambientalmente seguras para os
problemas decorrentes da geração do res...
Gerenciamento Integrado
6

No
gerenciamento
integrado
devem
ser
preconizados programas da limpeza urbana,
enfocando meios ...
Modelo de gerenciamento do resíduo
municipal
7

Os sistemas de limpeza urbana são de competência
municipal. Devem promover...
Modelo de gerenciamento do resíduo
municipal
-Deficiência na capacitação técnica e profissional –
do gari ao eng. Chefe;
-...
Gerenciamento - Coleta
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O sistema de limpeza urbana da cidade pode ser
administrado das seguintes formas...
Vantagens e desvantagens - serviços
ADMINISTRAÇÃO DIRETA
VANTAGENS

DESVANTAGENS

Não visa lucro

Não forma bom quadro de ...
Gerenciamento - Taxa
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A sustentabilidade econômica dos serviços de limpeza urbana
é um importante fator para a garantia...
Ações Prioritárias para Gerenciamento
Integrado do Resíduos
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Coletar todo resíduo gerado de responsabilidad...
Ações Prioritárias para Gerenciamento
Integrado do Resíduo
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Fazer campanhas e implantar programas voltados à
sensib...
Modelo de gerenciamento

1º Passo

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O diagnóstico da situação é essencial para a
definição de um modelo de gerenciament...
Modelo de gerenciamento

2º Passo

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A seleção de alternativas para a gestão dos resíduos
poderá ser feita utilizando 4 ...
Modelo de gerenciamento

2º Passo

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Critério Social – para estabelecer índices sobre
efeitos positivos na saúde, ...
Modelo de gerenciamento
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DEFINIÇÃO DE METAS
Curto prazo: 2 anos
Médio prazo: 7 anos
Longo Prazo: 15 anos

ESTABELECIEME...
RESÍDUOS SÓLIDOS
Origens e Caracterização dos RSU
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS
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Natureza física: Seco e molhado;
Composição química: matéria orgânica e matéria
inor...
CARACTERÍSTICAS DOS RESÍDUOS
As características dos resíduos podem
variar em função de aspectos sociais,
econômicos, cultu...
Setores
Características dos Resíduos - Física
Geração per capita
A "geração per capita" relaciona a quantidade de
resíduos urbanos...
Influência das características dos
resíduos na limpeza urbana
Características

Importância

Geração
per capita

Fundamenta...
Cálculo da geração per capita
• medir o volume de resíduo encaminhado ao
aterro, ao longo de um dia inteiro de trabalho;
•...
Características dos Resíduos - Física


Composição gravimétrica

A composição gravimétrica traduz o percentual de
cada co...
Influência das características dos
resíduos na limpeza urbana
Características

Composição
gravimétrica

Importância
Indica...
Determinação da composição gravimétrica
Componente
Composição física do resíduo

Borracha
Couro

A composição física
será ...
Determinação da composição gravimétrica


Após a separação, pesa-se cada classe obtida e
calculam-se as porcentagens indi...
Determinação da composição gravimétrica
Componente

Componentes putrescível

Com os dados coletados
pode-se estimar os
por...
Características dos Resíduos - Física
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Peso específico aparente

Peso específico aparente é o peso do resíduo solto
em f...
Influência das características dos
resíduos na limpeza urbana
Características

Importância

Peso específico
aparente

Fund...
Características dos Resíduos - Física
Teor de umidade
Teor de umidade representa a quantidade de água
presente no resíduo,...
Influência das características dos
resíduos na limpeza urbana
Características

Teor de
umidade

Importância
Tem influência...
Determinação do teor de umidade
Após pesagem da amostra, secá-la em estufa, até que o
peso constantemente seja determinado...
Características dos Resíduos - Física
Compressividade
Compressividade é o grau de compactação ou a
redução do volume que u...
Influência das características dos
resíduos na limpeza urbana

Características
Compressividade

Importância
Muito importan...
Características dos Resíduos - Químicas


Poder calorífico

Esta característica química indica a capacidade
potencial de ...
Características dos Resíduos - Químicas
Características

Importância

Poder
calorífico

Influencia
o
dimensionamento
das
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Características dos Resíduos - Químicas
Potencial hidrogeniônico (pH)
O potencial hidrogeniônico indica o teor de acidez o...
Características dos Resíduos - Químicas
Composição química
A composição química consiste na determinação dos
teores de cin...
Características dos Resíduos - Químicas
Relação carbono/nitrogênio (C:N)
A relação carbono/nitrogênio indica o grau de
dec...
Características dos Resíduos - Biológicas
As características biológicas do resíduo são aquelas
determinadas pela população...
Influência das características do
resíduo na limpeza urbana
Características

Importância

Características
biológicas

Fund...
Fatores que influenciam as características
dos resíduos sólidos
É fácil imaginar que em época de chuvas fortes o teor
de u...
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RESÍDUOS SÓLIDOS
Acondicionamento e Coleta de RSU
Acondicionamento de Resíduos Conceito
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Acondicionar os resíduos sólidos domiciliares significa
prepará-los para a colet...
Importância do Acondicionamento
Adequado
47

A importância do acondicionamento adequado está
em:
• evitar acidentes;
• evi...
Importância do Acondicionamento
Adequado
48

A qualidade da operação de coleta e transporte de
resíduo depende:
• Da forma...
Acumulo de resíduos
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A Municipalidade
deverá
conscientizar
a
população para
que
procure
acondicionar, da
melhor maneira...
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Ainda relacionado à importância do adequado
acondicionamento do resíduo para a coleta, um
dado importante a se ressalt...
Importância do Acondicionamento
Adequado
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Tipos de recipientes para acondicionamento do resíduos
domiciliar:
• vasilham...
Importância do Acondicionamento
Adequado
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A escolha do tipo de recipiente mais adequado deve
ser orientada em função:
•...
Importância do Acondicionamento
Adequado
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atender às condições sanitárias;
não ser feio, repulsivo ou d...
Acondicionamento Residências
Multifamiliares
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Contêineres
plásticos
padronizados, com rodas e
tampa, pois permitem a
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Acondicionamento Residências e
Multifamiliares
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Tipos de recipientes inadequados

Tipos de recipientes adequados
Sacos Plásticos
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Os sacos plásticos a serem utilizados no acondicionamento do
resíduo domiciliar devem possuir as segui...
Os SACOS PLÁSTICOS são as embalagens
mais adequadas para acondicionar o resíduo
quando a coleta for manual, porque:
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Sacos Plásticos
O consumo excessivo estimulado pela gratuidade e
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mundo sã...
Contêineres De Plástico
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São recipientes fabricados em
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(PEAD), nas capacidades de 120,
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Contêineres Metálicos
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São recipientes providos normalmente de quatro
rodízios, com capacidade variando de 750 a 1.500
...
Basculamento de
contêineres metálicos

Contêineres Metálicos

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Acondicionamento de resíduo
público – Papeleiras de Rua
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Cesta coletora plástica, do tipo papeleira, com
capacidade vol...
Acondicionamento de resíduo – Cesta
Coletora Pilhas E Baterias
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Cesta coletora plástica de pilhas e baterias, do tipo
p...
Acondicionamento de resíduos de
Construção Civil
64

Por causa de seu elevado peso específico aparente, o
entulho de obras...
Acondicionamento de resíduos Lâmpadas Fluorescentes
65

Os procedimentos para o manuseio de lâmpadas que
contêm mercúrio i...
Acondicionamento de resíduos Pneus
66

Um
dos
maiores
problemas
encontrados no armazenamento de
pneus para a coleta ou rec...
Acondicionamento de resíduos de
Pneus
67

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Conama nº 416/2009 - dispõe sobre a prevenção
à degradação ambiental causa...
Acondicionamento de resíduos de
Serviços de Saúde
68

O manuseio de resíduos de serviços de saúde está
regulamentado pelas...
Acondicionamento de resíduos de
Serviços de Saúde
69

Os sacos plásticos devem obedecer à seguinte especificação de
cores:
Acondicionamento de resíduos de
Resíduos Sólidos Industriais
70

As formas mais usuais de se acondicionar os resíduos
sóli...
Acondicionamento de resíduos de
Resíduos Radioativos
71
Vídeo – Plastic bag
http://www.youtube.com/watch?v=YuJ31bu01mM
Legendado
http://www.youtube.com/watch?v=2_wBu8V9JPs
http:/...
Vídeo – Plastic bag
Sinopse
Este curta-metragem de diretor americano Ramin Bahrani (Goodbye
Solo) traça a jornada épica e ...
Vídeos
http://www.youtube.com/watch?v=rBJ3QrI4V60
Coleta de resíduos em Barcelona ES
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Referências Bibliográficas
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Instituto de Pesquisa Tecnológicas do Estado de São
Paulo – IPT.Lixo municipal: ...
Objetivo da aula
Ao final dessa aula, você deverá conhecer:
 O sistema de gestão dos resíduos sólidos urbanos;
 Os desaf...
Objetivo da aula
Ao final dessa aula você deverá conhecer:
 A classificação dos resíduos de acordo com sua origem;
 Cara...
Atividade – Proposta para gestão dos
resíduos
Observe as situações e responda
Situação 1
Densidade demográfica: Alta
Nível...
Atividade – Proposta para gestão dos
resíduos
Situação 3
Densidade demográfica: Baixa
Nível de renda: Alto
Exemplos: Canad...
Atividade – Proposta para gestão dos
resíduos
Situação 5

Densidade demográfica: Alta
Nível de renda: Baixo
Exemplos: Fave...
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Recipientes
alternativos
para resíduo
residencial

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Questões para estudo
1.

2.

3.

A escolha do tipo de recipiente para o acondicionamento dos
resíduos sólidos deve apresen...
Questões para estudo
4. A comparação entre os dados de 2009 e 20010 (ABRELPE, 2009) evidencia que
houve um crescimento na ...
Questões para estudo
8. Segundo estimativas realizadas na Região Metropolitana de Campinas (Agemcamp, 2009) o
município de...
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  1. 1. TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Aula 4 – Gerenciamento de Resíduos Urbanos
  2. 2. Desafios para o gerenciamento O acelerado processo de urbanização, aliado ao consumo crescente de produtos menos duráveis, e/ou descartáveis, provocou sensível aumento do volume e diversificação do resíduo gerado e sua concentração espacial. Desse modo o encargo de gerenciar os resíduos tornou-se uma tarefa que demanda ações diferenciadas e articuladas, as quais devem ser incluídas entre as prioridades de todas as municipalidades.
  3. 3. Desafios para o gerenciamento As grandes cidades, densamente ocupadas e conurbadas, que no Brasil hoje já compõem 35 Regiões Metropolitanas, apresentam problemas semelhantes que desconhecem os limites municipais, tais como:  Escassez ou inexistência de áreas para a disposição final dos resíduos  Conflitos de usos do solo, com a população estabelecida no entorno das instalações de tratamento de aterros e lixões.
  4. 4. Desafios para o gerenciamento   Exportação de resíduos a municípios vizinhos, gerando resistências Lixões e aterros operados de forma inadequada, poluindo recursos hídricos. duquedecaxias.net.br
  5. 5. Desafios para o gerenciamento  Encontrar soluções ambientalmente seguras para os problemas decorrentes da geração do resíduo em grandes quantidades;  Encontrar soluções para o resíduo gerado em pequenas e médias comunidades com poucos recursos.
  6. 6. Gerenciamento Integrado 6 No gerenciamento integrado devem ser preconizados programas da limpeza urbana, enfocando meios para que sejam obtidos a máxima redução da produção de resíduos, o máximo reaproveitamento e reciclagem de materiais e, ainda, a disposição dos resíduos de forma mais sanitária e ambientalmente adequada, abrangendo toda a população e a universalidade dos serviços. Essas atitudes contribuem significativamente para a redução dos custos do sistema, além de proteger e melhorar o ambiente.
  7. 7. Modelo de gerenciamento do resíduo municipal 7 Os sistemas de limpeza urbana são de competência municipal. Devem promover a coleta, o tratamento e a destinação ambiental e sanitária de forma correta e segura. No entanto essa tarefa não é fácil, devido a fatores como: -Limitações de ordem financeiras, como orçamentos inadequados, fluxos de caixa desequilibrados, tarifas desatualizadas, arrecadações insuficientes e inexistência de linhas de crédito específicas;
  8. 8. Modelo de gerenciamento do resíduo municipal -Deficiência na capacitação técnica e profissional – do gari ao eng. Chefe; -Descontinuidade política e administrativa; -Ausência de controle ambiental.
  9. 9. Gerenciamento - Coleta 9  • • • • • O sistema de limpeza urbana da cidade pode ser administrado das seguintes formas: diretamente pelo Município; através de uma empresa pública específica; concessões e terceirizações podem ser globais ou parciais; consórcio com outros municípios através de uma empresa de economia mista criada para desempenhar especificamente essa função.
  10. 10. Vantagens e desvantagens - serviços ADMINISTRAÇÃO DIRETA VANTAGENS DESVANTAGENS Não visa lucro Não forma bom quadro de pessoal Aquisição de equipamentos com menor custo Dificuldade de premiar ou punir o quadro funcional Demora no conserto e recuperação de equipamentos Redução da vida útil dos equipamentos Integração mais perfeita com outros serviços públicos Cooperação dos munícipes com mais rapidez Dependência de transferência de recursos Interferência política Descontinuidade administrativa ADMINISTRAÇÃO INDIRETA VANTAGENS DESVANTAGENS Obtenção de mão de obra eficaz Aquisição de equipamentos e peças com rapidez Abuso por falta de fiscalização Interferências políticas nos serviços Melhor rendimento com incentivos ao pessoal Modificações com rapidez Continuidade administrativa Melhor fiscalização Subornos a fiscalização Difícil retorno para a administração direta Maior possibilidade de greves e paralisações
  11. 11. Gerenciamento - Taxa 11 A sustentabilidade econômica dos serviços de limpeza urbana é um importante fator para a garantia de sua qualidade. Em quase todos os municípios brasileiros, os serviços de limpeza urbana, total ou parcialmente, são remunerados através de uma "taxa", geralmente cobrada na mesma guia do Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU –, e tendo a mesma base de cálculo deste imposto, ou seja, a área do imóvel (área construída ou área do terreno). Como não pode haver mais de um tributo com a mesma base de cálculo, essa taxa já foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal.
  12. 12. Ações Prioritárias para Gerenciamento Integrado do Resíduos 12 1. 2. 3. Coletar todo resíduo gerado de responsabilidade da prefeitura. Dar um destino final adequado para todo resíduo coletado. Buscar formas de segregação e tratamento para o resíduo. Considerar que essas formas só darão resultados positivos e duradouros se responderem a claros requisitos ambientais e econômicos
  13. 13. Ações Prioritárias para Gerenciamento Integrado do Resíduo 4. 5. Fazer campanhas e implantar programas voltados à sensibilização e conscientização da população no sentindo de manter a limpeza da cidade Incentivar medidas que visem diminuir a geração de resíduo
  14. 14. Modelo de gerenciamento 1º Passo 14 O diagnóstico da situação é essencial para a definição de um modelo de gerenciamento. O diagnóstico de qualquer situação só pode ocorrer após o levantamento da vários dados, de modo a se conhecer: - a dimensão atual do problema; - os prognósticos para o futuro; - os recursos humanos, materiais e financeiros que se dispõe ou que poderão ser obtidos.
  15. 15. Modelo de gerenciamento 2º Passo 15 A seleção de alternativas para a gestão dos resíduos poderá ser feita utilizando 4 critérios:  Critério econômico - financeiro – para definir razoavelmente custos mínimos, taxa de retorno, custo benefício e viabilidade financeira;  Critério Ambiental – Para assegurar que em todas as ações adotadas os recursos naturais estejam sendo preservados e protegidos;
  16. 16. Modelo de gerenciamento 2º Passo 16   Critério Social – para estabelecer índices sobre efeitos positivos na saúde, segurança, educação e de manutenção e geração de emprego e renda, lazer, ascensão social e outros benefícios; e Critério político gerencial – para otimizar modelos alternativos de cooperação, parcerias e acordos compensatórios, necessários à inserção regional da alternativa proposta, assegurando a receptividade, apoio e boa convivência.
  17. 17. Modelo de gerenciamento 17 DEFINIÇÃO DE METAS Curto prazo: 2 anos Médio prazo: 7 anos Longo Prazo: 15 anos ESTABELECIEMENTO DE ALTERNATIVAS SELEÇÃO DE ALTERNATIVAS ANÁLISE DAS ALTERNATIVAS Critério econômico Critérios Ambiental Critério político-gerencial Cunha et al. 1999 MONTAGEM DE CENÁRIOS (Conjunto de alternativas) CENÁRIO SELECIONADO PARA O GERENCIAMENTO INTEGRADO DO RESÍDUO MUNICIPAL
  18. 18. RESÍDUOS SÓLIDOS Origens e Caracterização dos RSU
  19. 19. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS     Natureza física: Seco e molhado; Composição química: matéria orgânica e matéria inorgânica; Riscos potenciais ao meio ambiente: perigosos (classe I), não-inertes (classe II A) e inertes (classe II B). Origem: domiciliar, comercial, varrição (público), serviços de saúde, agrícolas, portos e aeroportos, resíduos especiais( pilhas, baterias, pneus, entulhos, lâmpadas) etc.
  20. 20. CARACTERÍSTICAS DOS RESÍDUOS As características dos resíduos podem variar em função de aspectos sociais, econômicos, culturais, geográficos e climáticos, ou seja, os mesmos fatores que também diferenciam as comunidades entre si e as próprias cidades. A análise do resíduo pode ser realizada segundo suas características físicas, químicas e biológicas.
  21. 21. Setores
  22. 22. Características dos Resíduos - Física Geração per capita A "geração per capita" relaciona a quantidade de resíduos urbanos gerada diariamente e o número de habitantes de determinada região. 
  23. 23. Influência das características dos resíduos na limpeza urbana Características Importância Geração per capita Fundamental para se poder projetar as quantidades de resíduos a coletar e a dispor. Importante no dimensionamento de veículos. Elemento básico para a determinação da taxa de coleta, bem como para o correto dimensionamento de todas as unidades que compõem o Sistema de Limpeza Urbana.
  24. 24. Cálculo da geração per capita • medir o volume de resíduo encaminhado ao aterro, ao longo de um dia inteiro de trabalho; • calcular o peso total do resíduo aterrado, aplicando o valor do peso; • avaliar o percentual da população atendida pelo serviço de coleta; Taxa de geração = Peso do resíduo (diário) População atendida
  25. 25. Características dos Resíduos - Física  Composição gravimétrica A composição gravimétrica traduz o percentual de cada componente em relação ao peso total da amostra de resíduos analisada. Diversos tipos
  26. 26. Influência das características dos resíduos na limpeza urbana Características Composição gravimétrica Importância Indica a possibilidade de aproveitamento das frações recicláveis para comercialização e da matéria orgânica para a produção de composto orgânico. Quando realizada por regiões da cidade, ajuda a se efetuar um cálculo mais justo da tarifa de coleta e destinação final.
  27. 27. Determinação da composição gravimétrica Componente Composição física do resíduo Borracha Couro A composição física será obtida pela análise da triagem, separando-se os materiais nas classes indicadas: Madeira Matéria orgânica Metais ferrosos Metais não ferrosos Papel Papelão Plástico duro Plástico filme Trapos Vidro Outros materiais Peso (kg) Porcentagem (%)
  28. 28. Determinação da composição gravimétrica  Após a separação, pesa-se cada classe obtida e calculam-se as porcentagens individuais. Por exemplo: Papel (%) = peso da geração de papel (kg) x 100 peso total de amostra (kg)
  29. 29. Determinação da composição gravimétrica Componente Componentes putrescível Com os dados coletados pode-se estimar os porcentuais de materiais putrescíveis, recicláveis e combustíveis. P – Putrescível R – Reciclável C - Combustível P C X Borracha R X Couro X X Madeira X X Matéria orgânica X X Metais ferrosos X Metais não ferrosos X X Papel X X X Papelão X X X Plástico duro X X Plástico filme X X Trapos X X Vidro X Outros materiais
  30. 30. Características dos Resíduos - Física  Peso específico aparente Peso específico aparente é o peso do resíduo solto em função do volume ocupado livremente, sem qualquer compactação, expresso em kg/m3. Na ausência de dados mais precisos, podem-se utilizar os valores de 230kg/m3 para o peso específico do resíduo domiciliar, de 280kg/m3 para o peso específico dos resíduos de serviços de saúde e de 1.300kg/m3 para o peso específico de entulho de obras.
  31. 31. Influência das características dos resíduos na limpeza urbana Características Importância Peso específico aparente Fundamental para o correto dimensionamento da frota de coleta, assim como de contêineres e caçambas estacionárias.
  32. 32. Características dos Resíduos - Física Teor de umidade Teor de umidade representa a quantidade de água presente no resíduo, medida em percentual do seu peso. Este parâmetro se altera em função das estações do ano e da incidência de chuvas, podendo-se estimar um teor de umidade variando em torno de 40 a 60%. 
  33. 33. Influência das características dos resíduos na limpeza urbana Características Teor de umidade Importância Tem influência direta sobre a velocidade de decomposição da matéria orgânica no processo de compostagem. Influencia diretamente o poder calorífico e o peso específico aparente do resíduo, concorrendo de forma indireta para o correto dimensionamento de incineradores e usinas de compostagem. Influencia diretamente o cálculo da produção de chorume e o correto dimensionamento do sistema de coleta de percolados.
  34. 34. Determinação do teor de umidade Após pesagem da amostra, secá-la em estufa, até que o peso constantemente seja determinado. A umidade e o material seco são determinados com as seguintes equações: Umidade % = a – b x 100  teor de umidade a  Material seco Material seco (%) = b x 100 a Sendo: a = peso da amostra antes da secagem (kg) b = peso da amostra após a secagem (kg)
  35. 35. Características dos Resíduos - Física Compressividade Compressividade é o grau de compactação ou a redução do volume que uma massa de resíduo pode sofrer quando compactada. Submetido a uma pressão de 4kg/cm², o volume do resíduo pode ser reduzido de um terço (1/3) a um quarto (1/4) do seu volume original. 
  36. 36. Influência das características dos resíduos na limpeza urbana Características Compressividade Importância Muito importante para o dimensionamento de veículos coletores, estações de transferência com compactação e caçambas compactadoras estacionárias.
  37. 37. Características dos Resíduos - Químicas  Poder calorífico Esta característica química indica a capacidade potencial de um material desprender determinada quantidade de calor quando submetido à queima. O poder calorífico médio do resíduo domiciliar se situa na faixa de 5.000kcal/kg
  38. 38. Características dos Resíduos - Químicas Características Importância Poder calorífico Influencia o dimensionamento das instalações de todos os processos de tratamento térmico (incineração, pirólise e outros).
  39. 39. Características dos Resíduos - Químicas Potencial hidrogeniônico (pH) O potencial hidrogeniônico indica o teor de acidez ou alcalinidade dos resíduos. Em geral, situa-se na faixa de 5 a 7.  Influência das características do resíduo na limpeza urbana Características Importância pH Indica o grau de corrosividade dos resíduos coletados, servindo para estabelecer o tipo de proteção contra a corrosão a ser usado em veículos, equipamentos, contêineres e caçambas metálicas.
  40. 40. Características dos Resíduos - Químicas Composição química A composição química consiste na determinação dos teores de cinzas, matéria orgânica, carbono, nitrogênio, potássio, cálcio, fósforo, resíduo mineral total, resíduo mineral solúvel e gorduras.  Influência das características do resíduo na limpeza urbana Características Importância Composição química Ajuda a indicar a forma mais adequada de tratamento para os resíduos coletados.
  41. 41. Características dos Resíduos - Químicas Relação carbono/nitrogênio (C:N) A relação carbono/nitrogênio indica o grau de decomposição da matéria orgânica do resíduo nos processos de tratamento/disposição final. Em geral, essa relação encontra-se na ordem de 35/1 a 20/1.  Influência das características do resíduo na limpeza urbana Características Importância Relação C:N Fundamental para se estabelecer a qualidade do composto produzido.
  42. 42. Características dos Resíduos - Biológicas As características biológicas do resíduo são aquelas determinadas pela população microbiana e dos agentes patogênicos presentes no resíduo que, ao lado das suas características químicas, permitem que sejam selecionados os métodos de tratamento e disposição final mais adequados.
  43. 43. Influência das características do resíduo na limpeza urbana Características Importância Características biológicas Fundamentais na fabricação de inibidores de cheiro e de aceleradores e retardadores da decomposição da matéria orgânica presente no resíduo.
  44. 44. Fatores que influenciam as características dos resíduos sólidos É fácil imaginar que em época de chuvas fortes o teor de umidade no resíduo cresce e que há um aumento do percentual de alumínio (latas de cerveja e de refrigerantes) no carnaval e no verão. É preciso tomar cuidado com os valores que traduzem as características dos resíduos, principalmente no que concerne às características físicas, pois os mesmos são muito influenciados por fatores sazonais, que podem conduzir o projetista a conclusões equivocadas.
  45. 45. 45 RESÍDUOS SÓLIDOS Acondicionamento e Coleta de RSU
  46. 46. Acondicionamento de Resíduos Conceito 46 Acondicionar os resíduos sólidos domiciliares significa prepará-los para a coleta de forma sanitariamente adequada, como ainda compatível com o tipo e a quantidade de resíduos.
  47. 47. Importância do Acondicionamento Adequado 47 A importância do acondicionamento adequado está em: • evitar acidentes; • evitar a proliferação de vetores; • minimizar o impacto visual e olfativo; • reduzir a heterogeneidade dos resíduos (no caso de haver coleta seletiva); • facilitar a realização da etapa da coleta.
  48. 48. Importância do Acondicionamento Adequado 48 A qualidade da operação de coleta e transporte de resíduo depende: • Da forma adequada do seu acondicionamento; • Armazenamento e da disposição dos recipientes no local, dia e horários estabelecidos pelo órgão de limpeza urbana para a coleta. A população tem, portanto, participação decisiva nesta operação.
  49. 49. Acumulo de resíduos 49 A Municipalidade deverá conscientizar a população para que procure acondicionar, da melhor maneira possível o resíduo gerado em cada domicílio
  50. 50. 50 Ainda relacionado à importância do adequado acondicionamento do resíduo para a coleta, um dado importante a se ressaltar é a questão da atratividade que os resíduos exercem para os animais.
  51. 51. Importância do Acondicionamento Adequado 51 Tipos de recipientes para acondicionamento do resíduos domiciliar: • vasilhames metálicos (latas) ou plásticos (baldes); • sacos plásticos de supermercados ou especiais para resíduo; • caixotes de madeira ou papelão; • latões de óleo, algumas vezes cortados ao meio; • contêineres metálicos ou plásticos, estacionários ou sobre rodas; • embalagens feitas de pneus velhos.
  52. 52. Importância do Acondicionamento Adequado 52 A escolha do tipo de recipiente mais adequado deve ser orientada em função: • das características do resíduo; • da geração do resíduo; • da freqüência da coleta; • do tipo de edificação; • do preço do recipiente;
  53. 53. Importância do Acondicionamento Adequado 53 • • • • • • atender às condições sanitárias; não ser feio, repulsivo ou desagradável; ter capacidade para conter o resíduo gerado durante o intervalo entre uma coleta e outra; permitir uma coleta rápida, aumentando com isso a produtividade do serviço; possibilitar uma manipulação segura por parte da equipe de coleta; peso máximo de 30kg, incluindo a carga, se a coleta for manual;
  54. 54. Acondicionamento Residências Multifamiliares 54 Contêineres plásticos padronizados, com rodas e tampa, pois permitem a coleta semi-automatizada, mais produtiva e segura. São ainda de fácil manuseio, devido às rodas e ao peso reduzido, sendo ainda relativamente silenciosos.
  55. 55. Acondicionamento Residências e Multifamiliares 55 Tipos de recipientes inadequados Tipos de recipientes adequados
  56. 56. Sacos Plásticos 56 Os sacos plásticos a serem utilizados no acondicionamento do resíduo domiciliar devem possuir as seguintes características: • ter resistência para não se romper por ocasião do manuseio; • ter volume de 20, 30, 50 ou 100 litros; • possuir fita para fechamento da "boca"; • ser de qualquer cor, com exceção da branca (normalmente os sacos de cor preta são os mais baratos). Estas características acham-se regulamentadas pela norma técnica NBR 9.190 da ABNT.
  57. 57. Os SACOS PLÁSTICOS são as embalagens mais adequadas para acondicionar o resíduo quando a coleta for manual, porque: •São facilmente amarrados nas "bocas", garantindo o fechamento; •São leves, sem retorno (resultando em coleta mais produtiva) e permitem recolhimento silencioso, útil para a coleta noturna; Possuem preço acessível, permitindo a padronização. Pode-se tolerar o uso de sacos plásticos de supermercados (utilizados para embalar os produtos adquiridos), sem custo para a população. 57 ?
  58. 58. Sacos Plásticos O consumo excessivo estimulado pela gratuidade e disponibilidade tem grande impacto ambiental. No mundo são distribuídas de 500 bilhões a 1 trilhão de sacolas plásticas por ano. No Brasil, estima-se o consumo de 41 milhões de sacolas plásticas por dia, 1,25 bilhão por mês, e 15 bilhões por ano.
  59. 59. Contêineres De Plástico 59 São recipientes fabricados em polietileno de alta densidade (PEAD), nas capacidades de 120, 240 e 360 litros (contêineres de duas rodas) e 760 e 1.100 litros (contêineres de quatro rodas), constituídos de tampa, recipiente e rodas, contendo na matéria prima um pouco de material reciclado e aditivos contra a ação de raios ultravioleta.
  60. 60. Contêineres Metálicos 60 São recipientes providos normalmente de quatro rodízios, com capacidade variando de 750 a 1.500 litros, que podem ser basculados por caminhões compactadores.
  61. 61. Basculamento de contêineres metálicos Contêineres Metálicos 61
  62. 62. Acondicionamento de resíduo público – Papeleiras de Rua 62 Cesta coletora plástica, do tipo papeleira, com capacidade volumétrica útil de 50 litros, constituída de corpo para recebimento dos resíduos, tampa e soleira.
  63. 63. Acondicionamento de resíduo – Cesta Coletora Pilhas E Baterias 63 Cesta coletora plástica de pilhas e baterias, do tipo papeleira, com capacidade volumétrica útil de 50 litros. Destina-se ao recebimento de pilhas e baterias, através de furo. RESOLUÇÃO CONAMA nº 401 de 2008 - "Estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio para pilhas e baterias comercializadas no território nacional e os critérios e padrões para o seu gerenciamento ambientalmente adequado, e dá outras providências”
  64. 64. Acondicionamento de resíduos de Construção Civil 64 Por causa de seu elevado peso específico aparente, o entulho de obras é acondicionado, normalmente, em contêineres metálicos estacionários de 4 ou 5m3.
  65. 65. Acondicionamento de resíduos Lâmpadas Fluorescentes 65 Os procedimentos para o manuseio de lâmpadas que contêm mercúrio incluem as seguintes exigências: • estocar as lâmpadas que não estejam quebradas em uma área reservada, em caixas, de preferência em uma bombona plástica para evitar que se quebrem; • rotular todos as caixas ou bombonas; • não quebrar ou tentar mudar a forma física das lâmpadas;
  66. 66. Acondicionamento de resíduos Pneus 66 Um dos maiores problemas encontrados no armazenamento de pneus para a coleta ou reciclagem está no fato de propiciar o acúmulo de água quando estocado em áreas sujeitas a intempéries. Este cenário facilitará a criação de vetores causadores de doenças.
  67. 67. Acondicionamento de resíduos de Pneus 67   Conama nº 416/2009 - dispõe sobre a prevenção à degradação ambiental causada por pneus inservíveis e sua destinação ambientalmente adequada, e dá outras providências; Instrução Normativa 01/2010 do IBAMA - Instituir, no âmbito do IBAMA, os procedimentos necessários ao cumprimento da Resolução CONAMA nº 416, de 30 de setembro de 2009, pelos fabricantes e importadores de pneus novos, sobre coleta e destinação final de pneus inservíveis.
  68. 68. Acondicionamento de resíduos de Serviços de Saúde 68 O manuseio de resíduos de serviços de saúde está regulamentado pelas normas NBR 12.809, NBR 13853/97, NBR 9.190 e 9.191 da ABNT entre outras. Compreende os cuidados que se deve ter para segregar os resíduos na fonte e para lidar com os resíduos perigosos.
  69. 69. Acondicionamento de resíduos de Serviços de Saúde 69 Os sacos plásticos devem obedecer à seguinte especificação de cores:
  70. 70. Acondicionamento de resíduos de Resíduos Sólidos Industriais 70 As formas mais usuais de se acondicionar os resíduos sólidos industriais são: • tambores metálicos de 200 litros para resíduos sólidos sem características corrosivas; • bombonas plásticas de 200 ou 300 litros para resíduos sólidos com características corrosivas ou semi-sólidos em geral;
  71. 71. Acondicionamento de resíduos de Resíduos Radioativos 71
  72. 72. Vídeo – Plastic bag http://www.youtube.com/watch?v=YuJ31bu01mM Legendado http://www.youtube.com/watch?v=2_wBu8V9JPs http://www.youtube.com/watch?v=x6Yio123AL4&fe ature=related
  73. 73. Vídeo – Plastic bag Sinopse Este curta-metragem de diretor americano Ramin Bahrani (Goodbye Solo) traça a jornada épica e existencial de um saco plástico (dublado por Werner Herzog) em busca de seu criador perdido, a mulher que levou para casa a partir da loja e, eventualmente, descartou. Ao longo do caminho, ela encontra criaturas estranhas, experimenta o amor no céu, lamenta a perda de seu criador amado, e tenta compreender o seu propósito no mundo. No final, o saco plástico wayward wafts seu caminho para o oceano, para as marés, e saiu para o vórtice de lixo do Pacífico - um nirvana prometida onde ele vai resolver entre sua própria espécie e, gradualmente, deixar as memórias de seu criador escapar.  Futurestades
  74. 74. Vídeos http://www.youtube.com/watch?v=rBJ3QrI4V60 Coleta de resíduos em Barcelona ES 
  75. 75. Referências Bibliográficas      Instituto de Pesquisa Tecnológicas do Estado de São Paulo – IPT.Lixo municipal: Manual de gerenciamento integrado. São Paulo, 2000 IPT/Cempre. Cartilha de Limpeza Urbana. Bahia, Sergio (org). Centro de Estudos Urbanos do IBAM Manual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos. Monteiro, Jose H. P. ET AL. Rio de Janeiro IBAM, 2001 Coleta seletiva e reciclagem de excedentes industriais (2003)http://www.fiesp.com.br/publicacoes/pdf/ambi ente/manual_coleta_seletiva.pdf Imagens Google imagens
  76. 76. Objetivo da aula Ao final dessa aula, você deverá conhecer:  O sistema de gestão dos resíduos sólidos urbanos;  Os desafios do gerenciamento;  Ações para o gerenciamento adequado;  Reflexão sobre sistemas de gerenciamento de diversas localidades.
  77. 77. Objetivo da aula Ao final dessa aula você deverá conhecer:  A classificação dos resíduos de acordo com sua origem;  Características físicas, biológicas e químicas dos resíduos;  O processo de determinação das características dos resíduos;  Acondicionamento correto dos resíduos;  Fazer uma reflexão sobre o uso das sacolas plásticas.
  78. 78. Atividade – Proposta para gestão dos resíduos Observe as situações e responda Situação 1 Densidade demográfica: Alta Nível de renda: Alto Exemplos: Japão, Alemanha, Bélgica, costa leste dos EUA Características do resíduo: Alta geração per capita. Alto teor de embalagens. Proposta para gestão do resíduo:  Situação 2 Densidade demográfica: Alta Nível de renda: Baixo Exemplos: Cidades na Índia, China, Egito Características do resíduo: Média geração per capta, teor médio de embalagens e alto de restos de alimentos. Proposta para gestão do resíduo:
  79. 79. Atividade – Proposta para gestão dos resíduos Situação 3 Densidade demográfica: Baixa Nível de renda: Alto Exemplos: Canadá, países nórdicos, interior dos EUA Características do resíduo: Alta geração per capta. Alto teor de embalagens e com grande parcela de resíduos de jardinagem. Proposta para gestão do resíduo: Situação 4 Densidade demográfica: Baixa Nível de renda: Baixo Exemplos: Áreas rurais da África e de algumas regiões da América Latina Características do resíduo: Baixa geração per capta. Alto teor de restos de alimentos. Proposta para gestão do resíduo:
  80. 80. Atividade – Proposta para gestão dos resíduos Situação 5 Densidade demográfica: Alta Nível de renda: Baixo Exemplos: Favelas brasileiras Características do resíduo: Média geração per capta, teor médio de embalagens e de restos de alimentos. Proposta para gestão dos resíduos: Situação 6 Densidade demográfica: Baixa Nível de renda: Alta Exemplos: Condomínios Fechados Características dos resíduos: Alta geração per capta, teor alto de embalagens e de restos de alimentos. Proposta para gestão do resíduos: Situação 7 Densidade demográfica: Alta Nível de renda: Médio Exemplos: Campinas, Sumaré e Hortolândia Características do resíduos: Média geração per capta. Alto teor de restos de alimentos e de embalagens.
  81. 81. 81
  82. 82. Recipientes alternativos para resíduo residencial 82
  83. 83. Questões para estudo 1. 2. 3. A escolha do tipo de recipiente para o acondicionamento dos resíduos sólidos deve apresentar quais características? Segundo estimativas realizadas na Região Metropolitana de Campinas (Agemcamp, 2009) o município de Americana bem como as demais cidades da região se implantassem um gerenciamento dos resíduos com dos 140ton/dia gerados na cidade de Americana apenas 29,68 ton/dia deveria ir para o aterro sanitário. O gerenciamento adequado contempla quais etapas? As abrangências municipais de coleta seletiva mostraram estabilidade em 2010, relativamente aos percentuais registrados em 2011. Dos 5.565 municípios existentes no Brasil, 56,6% (em 2011 o percentual foi de 55,9%) afirmaram participar da coleta seletiva. Isso significa que os municípios tem participado efetivamente da coleta seletiva?
  84. 84. Questões para estudo 4. A comparação entre os dados de 2009 e 20010 (ABRELPE, 2009) evidencia que houve um crescimento na destinação final adequada dos RSU coletados, consolidando-se assim o fato positivo de que mais da metade dos resíduos urbanos coletados no Brasil são corretamente tratados. Neste sentido, constata-se o que? 5. Defina a classificação dos resíduos sólidos segundo a NBR10004. Dê exemplos. 6. Uns dos grandes problemas do gerenciamento dos resíduos municipais por parte das prefeituras estão associados a limitações de ordem FINANCEIRA; DEFICIÊNCIA NA CAPACITAÇÃO TÉCNICA; DESCONTINUIDADES DE POLÍTICAS; e AUSÊNCIA DE CONTROLE AMBIENTAL. Quais são as alternativas ou soluções para reverter esta situação. 7. A comparação entre os dados de 2009 e 2008 (ABRELPE, 2009) evidencia que houve um crescimento na destinação final adequada dos RSU coletados, consolidando-se assim o fato positivo de que mais da metade dos resíduos urbanos coletados no Brasil são corretamente tratados. No entanto, a constatação de que quase 22 milhões de toneladas tiveram destinação em aterros controlados ou lixões, os quais não garantem a devida proteção ambiental, com sérios riscos de degradação, demonstra que a universalização destes serviços ainda está bem distante. Pensando nos passivos ambientais gerados pela destinação inadequada dos resíduos, quais as possíveis medidas reparatórias a fim de minimizar os impactos ambientais gerados.
  85. 85. Questões para estudo 8. Segundo estimativas realizadas na Região Metropolitana de Campinas (Agemcamp, 2009) o município de Americana bem como as demais cidades da região se implantassem um gerenciamento dos resíduos com: COLETA SELETIVA e destinação adequada; RECICLAGEM DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL; COMPOSTAGEM COM RESTOS DE ALIMENTOS e DE PODAS E VARRIÇÃO dos 140ton/dia gerados na cidade de Americana apenas 29,68 ton/dia deveria ir para o aterro sanitário. De forma prática como poderíamos viabilizar este processo para que cada item pudesse contribuir, minimizando a quantidade de resíduos encaminhados para o aterro sanitário. 9. Apresente um fluxograma que represente um sistema de gerenciamento dos resíduos sólido urbano, eficaz a partir de um ponto gerador – Residência. (tratamentos e destinação final) 10. Porque é importante conhecer as características físicas, químicas e biológicas dos resíduos urbanos? 11. Um dos pontos fundamentais da coleta e transporte dos resíduos sólidos é o horário e a freqüência da coleta por razões climáticas no Brasil o tempo decorrido entre a geração do lixo domiciliar e seu destino final não deve exceder uma semana para evitar proliferação de moscas, aumento do mau cheiro e a atratividade que o lixo exerce sobre roedores, insetos e outros animais. Em algumas cidades a coleta de lixo doméstico ocorrem de 3 a 2 vezes por semana. Na fase de geração dos resíduos até a destinação final quais os mecanismos para garantir que os resíduos sejam encaminhados ao destino correto entendendo que a coleta de 2 ou 3 vezes por semana acaba gerando alguns transtornos e inconvenientes para a população e para meio ambiente. 12. A coleta de lixo em cidades turísticas e em favelas merece cuidados especiais, pois nas cidades turísticas a quantidade de lixo a ser coletado varia com a sazonalidade. Já nas favelas a dificuldade de acesso nas vielas em geral estreitas ou íngremes. Quais as alternativas ambientalmente corretas para equacionar este problema.

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