Aula 3 dimensionamento tratamento preliminar 2

679 visualizações

Publicada em

Aulas de Tratamento de Águas Residuárias e Tratamento de Efluentes. Aulas não revisadas. Vários autores.

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
679
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
34
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Aula 3 dimensionamento tratamento preliminar 2

  1. 1. TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS 1 DIMENSIONAMENTO – TRATAMENTO PRELIMINAR Apostila Tratamento de Esgoto Sanitário - TRATAMENTO PRELIMINAR DE ESGOTOS GRADEAMENTO E CAIXA DE AREIA - Roque Passos Piveli - Universidade de São Paulo São Paulo, 2007 1. Oberve os dados e resolva Dados: Ano População Qmín (L/s) Qméd (L/s) Qmáx (L/s) Atendida (hab) 2007 45.000 41,67 83,33 150,00 2017 54.200 50,19 100,38 180,00 2027 68.350 63,29 126,58 227,83 a) Escolha da Calha Parshall: Largura Nominal N K Capacidade (L/s) 3" 1,547 0,176 Mín. 0,85 Máx.. 53,8 6" 1,580 0,381 1,52 110,4 9" 1,530 0,535 2,55 251,9 1' 1,522 0,690 3,11 455,6 1 1/2' 1,538 1,054 4,25 696,2 2' 1,550 1,426 11,89 936,7 Escolher a calha Parshall de acordo com a vazão mínima e máxima entre os anos de 2007 a 2027. LN = b) Fórmula da Calha Parshall: Q = K.HN Para Qmín = Para Qmáx = Passar Q de l/s para m3/s
  2. 2. TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS 2 c) Cálculo do rebaixo Z à entrada da Calha Parshall: HM HJ Y H Z Para se manter a mesma velocidade na caixa de areia tipo canal com velocidade constante controlada por calha Parshall, para Qmín e Qmáx (l/s): Qmín H ' mín.  Z  Qmáx. H máx.  Z Z= d) Cálculo da grade . barras de ferro   dados adotados . espessura (t )  5mm . espaçamento (a)  15mm  d.1. Eficiência (E) a  at E d.2. Área útil (Au) Adotando-se a velocidade de passagem v = 0,8m/s. (Q = m3/s) Au  Qmáx  v d.3. Área da Secção do Canal (S) S Au  E
  3. 3. TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS 3 d.4. Largura do canal da grade (b) b S H máx  Z  d.5. Verificações para vazões intermediárias: Q H (H-Z) S=b(H-Z) Au=S.E V=Qmáx (l/s) (m) (m) (m2) (m2) Au (m/s) 227,83 180,67 150,00 63,29 50,19 41,67 d.6. Perda de Carga na Grade v 2  v0 H  1,43 2g 2  Grade 50% obstruída : H  2v 2  v0 H  1,43 2g 2 e) Cálculo da caixa de areia e.1) Cálculo da área da secção transversal (A) Adotando-se a velocidade sobre a caixa, v = 0,3 m/s. Q = m3/s A Qmáx  v V0=Qmáx S (m/s)
  4. 4. TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS e.2.) Cálculo da largura (B): B A  H máx  Z e.3) Verificação: Para Qmín  41,67 l / s  H mín  0,189 m H mín  Z  l Alx B   v  Q min( m3 / s ) / A e.4) Cálculo do comprimento (L) L  22,5 x ( H máx  Z )  e.5) Taxa de escoamento superficial resultante. (Q = l/s para m3/d – multiplicar por 86,4) Q  AS e.6) Cálculo do rebaixo da caixa de areia Para a taxa de 30L/1000m3 (0,03L/m3) e para vazão média de final de plano, Q = 126,58 Ls (passar m3/s), tem-se o seguinte volume diário de areia retida na caixa: V=  altura diária de areia acumulada na caixa h  V  A Portanto, para um rebaixo de 20cm tem-se um intervalo de limpeza da caixa de aproximadamente 10 dias. 4

×