Os fantásticos livros voadores de Modesto Máximo

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Os fantásticos livros voadores de Modesto Máximo

  1. 1. , › . A Il 1.2, I que inspirou o filme ~ 3'! ! ». ..-. .. ---wmnuqm . .. . '41 , ' u. .. - » _ . A história , .. _ _É_ vencedor do OSCAR" , Í de Melhor Curta-metragem '“' de Animacao . . › -'
  2. 2. .IÀ/ _Lodesto Máximo gostava de palavras. Gostava de histórias. Gostava de livros. Sua vida era um lívro escrito por ele mesmo, uma página organizada depois da outra. Ele o abria a cada manhã e escrevia as suas alegrias e tristezas, tudo o que conhecia e todas as suas esperanças.
  3. 3. Riso' toda história tem 511.15 FC'ÍC. I'OÍÉ. ZS. OL1› Um dia. o céu cscurcccu. _ Í O vento soprou e SO P
  4. 4. . . até que tudo que Modesto sabia e conhecia - inclusive as 3 z , palavras de seu lívro - ficou embaralhado. O S* <' _, K * ° o õ O ' : p z.
  5. 5. E: Q ~ nã' Q g xab. IQ O qUe fa Zer a à Para O ? gde E np' ? to g @QO . u _Â ? ar a 38mm É àndgÊw k* É . a QQâÕQ.
  6. 6. Um feliz acaso, então, aconteceu. Em vez de olhar para baixo, como havia se habituado, Modesto Máximo olhou para o alto. Viajando pelo céu, em acima dele, Modesto viu uma linda moça. Ela era levada por um festivo esquadrão de livros voadores. r yzz«feí*'zioi*ê, '“'fl'fíi“'*â? ?*f'? í "i . Lin 'Í a u
  7. 7. ' dia voar. Modesto se perguntou se o : eu livro P° Mas não podia. Apenas caía no chão com um baque surdo e deprimente- A moça que voava sabia que Modesto só precisava de uma boa história. Logo, enviou para ele a que ela mais gostava. Esse livro, que era uma companhia agradável, convidou Modesto a segui-lo. , ”¡¡¡^:3,. . f-r
  8. 8. .. AM2
  9. 9. O livro o levou a um prédio fantástico onde aparentemente muitos livros se “aninhavam".
  10. 10. l l . .› w y . a" a . A
  11. 11. “, i1›r. ».. ;.-, TEE-'Unsf -~ 'í "(73 Modesto entrou devagar e descobriu a sala mais misteriosa e convidativa que já vira. Estava tomada pelo farfalhar de uma infinidade de páginas, e ele podia ouvir o cochichar de mil histórias diferentes, como se cada livro sussurrasse um convite à aventura.
  12. 12. Miau' ' . , . gd-us : .4P»/ JT l) ~
  13. 13. .J a . Hi7. . .
  14. 14. Em seguida o se L » u no ' › seu braço E lá vo M1180 voou ate ele e pousou em - erm . . P anecem abeftch na expectativa de ser lido. A 531a goryeava de tanta vida. E assim, .a vida de Modesto entre os livros começou. . *J 7/9' k. ç . '44 x 4" t_ v (Ki. _ *.
  15. 15. . s' _ry-gwf¡, ' l ~ aÃ, .l f' ' N v ¡¡"ñ»i/ “'i"'_i4 Modesto tentava manter os livros em algum tipo ¡Q de ordem. mas eles sempre se misturavam. 4 As tragédias, precisando de alegria, iam visitar as comédias. As enciclopédias. exaustas de tantos f atos, relaxavam com os quadrinhos e os livros de ficcao. No fim, até que a bakgunca fazia sentido. E, a: Hi3. k . E. . a __› . M' s-. _'-, .›-“ , ma»
  16. 16. ;Acontecia de Modesto se perder 7 dentro de um livro e E não ser visto por dias a fio.
  17. 17. .. ' i l, &x; f") k. j v( É: 'se , S f) ›'(' (Cl _i lr «x30 ~4 V' S A (rx k 7
  18. 18. Modesto gostava de compartilhar 05 “W05- Certas ocasiões, escolhia um favorito, aquele que todos amavam. Noutras, descobria um volume pequeno e solitário, com uma história raramente contada. 2 'ía 'za t5: a: 'g 1 W . . 7'; .. í v? ? í a» - A história de cada um e' importante - disse Modesto. E todos os livros concordaram,
  19. 19. .. .um
  20. 20. - . , , - › - ' gm ser contadas A noite. apos todas as historias que PTCCISEIEB g terem sido contidas e todos se ajeitarem em 56113 lugares Cem” nas estantes. o grande ciicionário tinha a ultima palavra: / bízzzzzzzz í Era nesse momento que Modesto Máximo voltava a escrever seu próprio livro. Escrevia as suas tudo o que conhecia e todas as su Z alegrias e tristezas. as esperanças.
  21. 21. E u; 4.35:). -
  22. 22. .-. ... ... o.. ..-. «__v-. --›_~ n-to»1¡«›~u l. ..-. -._. ... ... . . ... ,.. «., ... . . .-, ... .. .,M -_ . Rlotlesio ? Nigixiiifio ficou encuirxgztlo e enrugacio. histórias continuanram lá. Agora seus iselhos amigos cuidavam de Modesto Bias os livros nunca mudaram. Suas ? à , fã como um dia ele cuidou deles. Liam i; a si' mesmos todas as noites para ele. . an». rabeta-y* -_ . ... .w Wim. .. ._í . .. ..,
  23. 23. :ai:
  24. 24. ,. . . ... _,. .., ,-. _. ¡n-¡A-v"? --a- Um dia. ele completoi. : a I ' ultima página de seu livro. Olhou para cima e disse, com um suspiro doce e pesaroso: - Acho que chegou minha hora de seguir em frente. l l l v I *I l l l l _l l t: il É! l Sl › v à 1
  25. 25. vou, -.. . .›~ . .Fr
  26. 26. Os livros ficaram tristes, mas entenderam. Modesto pôs o chapéu e pegou a bengala. Ao se aproximar -- Levo vocês todos aqui dentro - disse ele. para o coracao. e apontou da porta. voltou-se e sorriu. depois acenou um adeus.
  27. 27. Os livros acenaram suas páginas e Modesto voou para longe. E, ao voar, ele voltou a ser como era naquele longínquo dia em que todos se encontraram pela primeira vez.
  28. 28. . _ v 7 . _, .,»: .. - ~-, -y¡_¡. ,.: --a-_n ph . ... à A-. Fpu-âo-. a I_ - u < › = . _. . ' › . -- aa. . L. .. .u- -- . .'»›L: .›«. - . bah-J o - -sw bo-. ... r-~v-. ..- Z '12 ~í~'". ›-“-, ".'? "'°'. ( -. ... ... . u-u, ... .;. ..a- -. ... .
  29. 29. w, u, .. . . teste.
  30. 30. A menina começou a ler. E assim, a nossa história termina como começou. . .
  31. 31. .. . «x0 : :arts i , .s, m, a . u e _a ~. a, _. , . a . i . , n-
  32. 32. . . . com um livro sendo aberto.
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