Trabalho Final Do 1ºPeriodo

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Trabalho Final Do 1ºPeriodo

  1. 1. “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade” Artigo 1º - Carta Universal dos Direitos Humanos
  2. 2. Pobreza  Afecta principalmente as mulheres:  Possuem em, média, salários mais baixos;  São mais afectadas pelo desemprego;  Têm menos protecção social;  As idosas encontram-se muitas vezes em situações precárias;  As mães, em famílias monoparentais, são responsáveis pelas crianças
  3. 3. Violência Definição:  Qualidade ou estado do que é violento;  Acto de violentar;  Força empregada contra o direito natural de outrem;  Acção em que se faz uso de força bruta; crueldade;  Força; intensidade;  Prepotência; tirania; coacção. Fonte: Diciopédia 09
  4. 4. Violência Doméstica Violência emocional e psicológica Violência Violência sexual física
  5. 5. Violência Doméstica  “Como qualquer conduta ou omissão de natureza criminal, repetida e/ou intensa ou não, que inflija sofrimentos físicos, sexuais, psicológicos ou económicos, de modo directo ou indirecto, a qualquer pessoa que resida habitualmente no mesmo espaço doméstico ou que, não residindo, seja cônjuge ou ex-cônjuge, companheiro ou ex- companheiro, namorado ou ex-namorado, ou progenitor de descendente comum, ou esteja, ou tivesse estado, em situação parecida.”  Fonte: APAV
  6. 6. “Se não és minha não és de ninguém”
  7. 7. Violência doméstica Contra as Mulheres  “Qualquer acto de violência baseado no género de que resulte ou possa resultar sofrimento ou lesão física, sexual ou psicológica para as mulheres, incluindo a ameaça da prática de tais actos, a coacção ou privação arbitrária de liberdade, quer ocorram na esfera pública quer na privada”  Fonte: Agenda Global, Plataforma de Acção de Pequim, 1995
  8. 8. Ciclo da violência 3ª fase - 1ª fase - Lua de Aumento mel da tensão 2ª fase - Explosão de violência
  9. 9. Porquê é que não se mete um ponto final?  “Afinal ele é o pai dos meus filhos”  “Foi só desta vez”  “Está cansado”  “Está com problemas no trabalho”  “Bebeu de mais”  “Não volta a acontecer”  “A culpa é minha eu é que o incomodei”  “O casamento é para toda a vida”  “Não ele muda, está arrependido”
  10. 10. Factores dificultadores  Crenças culturais;  Minimização da violência sofrida, associada a atitudes de passividade e culpabilidade;  Crenças na mudança do comportamento do agressor;  Dependência emocional da vítima em relação ao agressor, reforçada pelo medo do desconhecido e da solidão;  Dependência económica da vítima
  11. 11. Factores dificultadores  Valorização da unidade familiar e sentimento de fracasso pessoal em caso e de ruptura conjugal.  Sentimento de lealdade para com o cônjuge/ companheiro  Medo de perder o contacto com os filhos, de que estes sejam retirados da sua guarda, que sejam entregues a outra pessoa.  Medo de represálias ou retaliações por parte do cônjuge/ companheiro em caso de abandono da relação
  12. 12. Factores dificultadores  Isolamento social  Falta de confiança na eficácia das instituições  Falta de conhecimento sobre os apoios e recursos disponíveis na comunidade
  13. 13. “Até que a morte nos separe”
  14. 14. VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
  15. 15. Sexo da vítima 2007 2008 1% 12% 12% Femino Masculino ñs/ñr 87% 88%
  16. 16. Idade da vítima 2007 2008 28% 26% 18-35 27% 23% 36-45 46-55 55+ 15% 21% 14% 19% Ns/nr 14% 13%
  17. 17. Estado Civil 2007 2008 Solteiro/a Casado/a 4% 4% 8% 9% 6% 18% União de 5% 17% 3% facto 4% Viúvo/a 14% 13% Divorciado/a 47% 48% Separado/a Ñs/ñr
  18. 18.  A UMAR criou o Observatório das Mulheres Assassinadas em 2004.  Os objectivos passam por:  Conhecer os números dos homicídios, em consequência, da violência doméstica;  Identificar o historial da vítima;  Compreender os percursos de resistência e/saída das vítimas da relação violenta e identificar o que falhou;  Conhecer a forma como a jurisprudência trata os casos.
  19. 19. 2007 e 2008
  20. 20. Tipo agressor 2007 Marido/ Companheiro/ Namorado/ Relações de 2008 intimidade/Ex- 0% Ex-marido 2% 2% 5% namorado/ Ex- 5% companheiro / Ex- 5% amante 9% Desconhecido 19% Descendentes 54% directos 28% 71% Outros familiares
  21. 21. Idade da vítima 2007 2008 25 20 8% 7% 15 18-23 21% 24-35 10 36-50 5 43% 50+ 0 Desconhecida 21%
  22. 22. Idade do agressor 2007 2008 8 18 16 7 14 6 12 5 10 4 8 6 3 4 2 2 1 0 0
  23. 23. Legislação de protecção Lei nº61/91 de Agosto  Lei de protecção às mulheres vítimas de violência, garantindo a sua salvaguarda.  Aprovada em 11 de Junho de 1991.  No mandato de Presidente da República de Mário Soares.  Primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva.
  24. 24. Associação de Apoio à Vítima È uma instituição particular de solidariedade social. Tem como objectivo contribuir para a informação, protecção e apoio aos cidadão vitima s de infracções penais
  25. 25. União de Mulheres Alternativa e Resposta È uma associação de mulheres constituída em 12 de Setembro de 1976. Organização não governamental, esta representada no conselho Consultivo da CIDM, desde 1977. Nasceu da participação activa das mulheres com o 25 de Abril de 1974 e da necessidade sentida, por muitas delas, de criarem uma associação que lutasse pelos seus direitos, naquele novo contexto político.

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