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Parque das Religiões
Parquedas
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I G A R A S S U | P E R N A M B U C O | B R A S I L
Recife | 2013
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O Estado tem referências extremamente propícias ao
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A criação do Parque-Museu das Religiões, um centro cultural
sob o moderno critério de museu dinâmic...
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Ganhos Práticos
•	 Novo atrativo na área de turismo cultural e religio-
so, possibilitando a conviv...
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Visão museológica
Nenhuma religião terá uma sala específica, pois a abordagem
temática será prefere...
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Projeto do Lugar
A área escolhida pelos idealizadores do projeto se en-
contra localizada no munic...
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Parque das Religiões
Quanto às dimensões social e econômica, o Parque
das Religiões fará intervenções integradas, até p...
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Parque das Religiões
8 2Salas Temáticas Salas com
Exposições
Temporárias
Serão:
O projeto urbanístico, arquitetônico e ...
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Parque das Religiões
Investimento
O investimento inicial é estimado em R$ 15 milhões para a cons-
trução civil de uma á...
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Parque das Religiões
Implantação
A proposta é que o Parque-Museu envolva a socieda-
de na sua construção, e quem se int...
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Parque das Religiões
Ponto de partida
A ideia seminal do Parque das Religiões surgiu no Movimento de Cursilho, ain-
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Parque das Religiões
Conselho Gestor Inicial | 2013
Sergio Gonçalves Ferreira	
sergio@guimaraesferreira.com.br
Luiz Alb...
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Parque das Religiões
Parquedas
Religiões
O Sagrado percebido
com o método das ciências
e a liberdade das artes.
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Parque das religiões de pernambuco

  1. 1. 1 Parque das Religiões Parquedas Religiões I G A R A S S U | P E R N A M B U C O | B R A S I L Recife | 2013
  2. 2. 2 Parque das Religiões Apresentação Com todo o saber desenvolvido pelas ciências naturais e sociais, o mistério da vida permanece e desperta sempre uma atitude mística nas pessoas. Muitas culturas, então, buscam integrar a sabedoria das tradições espirituais e religiosas sobre o sentido da existência às descobertas científicas sobre como o mundo se desenvolve. Hoje, ciência e tradição dialogam, reconhecendo o dinamismo do fato religioso e buscando promover o seu potencial huma- nizante, além de resgatar o costume milenar das peregrinações através do turismo religioso, que se encontra em ascensão em todo o mundo. É nesse contexto que surge na cidade pernambu- cana de Igarassu o Parque das Religiões, consoli- dando o turismo cultural e religioso em Pernam- buco. Acima Símbolos do sikhismo, cristianismo, budismo, judaísmo, islamismo e hinduísmo. Abaixo Garota muçulmana reza.
  3. 3. 3 Parque das Religiões O Estado tem referências extremamente propícias ao maior desenvolvimento do turismo religioso. Além das tradicionais festas católicas, das históricas igrejas bar- rocas, dos conventos do Recife e de Olinda e do espetáculo da Paixão de Cristo em Nova Jerusalém, o Estado contou, desde as suas origens, com uma forte presença judaica, tendo inclusive sediado a primeira sinagoga das Américas. Por sua vez, as reli- giões afro-brasileiras evidenciam, entre nós, a simbiose cultural dos símbolos de matriz africana com o nosso próprio modo de ser. Por sua abertura marítima e comercial centralizada no Porto do Recife, Pernambuco ontem, como hoje, soube alargar seus horizontes — tanto no plano material e econômico como na busca da espiritualidade de sua gente. 296000 296300 Parqued Religiões
  4. 4. 4 Parque das Religiões
  5. 5. 5 Parque das Religiões A criação do Parque-Museu das Religiões, um centro cultural sob o moderno critério de museu dinâmico voltado para as coi- sas do sagrado, alinha-se não só ao turismo cultural e religioso, mas à recente compreensão de que o País deve e pode con- servar suas relações com a transcendência no âmbito do Programa Nacional do Patrimônio Imaterial. Nesse sentido, é importante mencionar que já foram tombados: a Festa do Divino, em Pirenópolis, Goiás; a procissão do Círio de Nazaré, em Belém do Pará; a Lagoa Sagrada do Araweté, da re- gião indígena do Alto Rio Negro; e a Casa Nova do Engenho Ve- lho, do candomblé baiano. Inspirado em projetos de modernos parques e museus brasi- leiros — como o Instituto Inhotim, em Brumadinho, no Estado de Minas Gerais, e o Solo Sagrado, da Igreja Messiânica Mun- dial, às margens da represa de Guarapiranga, em São Paulo —, o Parque-Museu das Religiões, uma vez concluído, espera ser um centro vivo, ecumênico, multirreligioso, capaz de oferecer, junto à natureza, um lugar de meditação e recolhimento e, si- multaneamente, um espaço de estudos de história comparada e religião, fomentando a reflexão sobre a universalidade do fenô- meno religioso e o diálogo entre diferentes religiões. Em suma, um parque-museu educacional e informativo, de índole inter- -religiosa, e um lugar para reposição de energias psicoafetivas e espirituais. O Parque-Museu das Religiões será um centro cultural sob o moderno critério de museu dinâmico. A declaração de fé do islamismo - Shahadah - aparece escrita em árabe na bandeira da Arábia Saudita.
  6. 6. 6 Parque das Religiões MAPAPernambuco Itamaracá Oceano Atlântico 4 3 55 6 7 9 10 11 13 14 12 8 2 1 15 Parquedas Religiões Igarassu Abreu e Lima Recife Olinda O Parque-Museu das Religi- ões propõe-se a ser um espa- ço de convergência em meio a outros pontos religiosos já existentes a um raio de pou- cos quilômetros de sua loca- lização. Um espaço de convergência TIMBAÚBA 1. Centro de Estudos Budistas Dharmata. IGARASSU 2. Igreja Santos Cosme e Damião. 3. Convento e Museu de São Francisco. 4. Grande concentração de terreiros de umbanda e candomblé. ABREU E LIMA 5. Igrejas Evangélicas. RECIFE 6. Primeira sinagoga das Américas (Kahal zur Israel), no Bairro do Recife. 7. Templo e Centro Cultural Hare Krishna do Recife, no bairro da Boa Vista. 8. Centro Cultural Islâmico do Recife, tam- bém na Boa Vista. 9.CentrodeMeditaçãodaSelf-Realization Fellowship, no bairro da Tamarineira. 10. Federação Espírita de Pernambuco, no bairro do Espinheiro. OLINDA 11. Templo Budista de Olinda (Fo Guang Shan), no Bairro Novo. 12. Seminário de Olinda, no Alto da Sé. 13. Representação pernambucana do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic). 14. Santuário da Virgem Poderosa de Ouro Preto. ALHANDRA | PB 15. Santuário da Jurema Sagrada.
  7. 7. 7 Parque das Religiões
  8. 8. 8 Parque das Religiões Ganhos Práticos • Novo atrativo na área de turismo cultural e religio- so, possibilitando a convivência entre seguidores de diver- sos caminhos espirituais. • Novo polo de turismo ecológico, desenvolvendo rotas e trilhas de acesso por terra e de barco e explorando o poten- cial histórico e natural do litoral norte. • Novas oportunidades de emprego e renda diretas e indi- retas (inclusive por meio da produção de material publicitá- rio e artesanal do museu). • Movimentação do comércio gerada por um novo ponto tu- rístico. • Possibilidade de aprendizagem, em local apropriado, da disciplina Ensino Religioso, que integra o currículo escolar obrigatório. Foto:DomenicoSalmaso/CittàNuova.
  9. 9. 9 Parque das Religiões Visão museológica Nenhuma religião terá uma sala específica, pois a abordagem temática será preferencialmente transversal, visando valorizar uma sociedade pluralista, multicultural, miscigenada e demo- crática. Nessa linha, estão projetados os seguintes espaços per- manentes: Salas 1 Introdução 2 Tempos e Locais 3 Personagens Divinos e as Palavras Inspiradas 4 Espaços, Calendários e Rituais Sagrados 5 Vida Antes e Depois e Mediunidade 6 Política, Sociedade, Vida Comunitária, Organização e Ética 7 Diálogos e Conflitos, diálogos e sincretismo entre religiões. 8 Povos e Religiões Temáticas Apresentação geral do Museu aos vi- sitantes. Linha do tempo de desenvolvimen- to das religiões e distribuição geo- gráfica dos fiéis. Os grandes vultos das religiões e as palavras inspiradas (tradições orais, textos sagrados, revelações e inter- pretações). Imagens, objetos e lugares sagrados. Rituais e templos sagrados. Orações, canções, danças e meditações. O que dizem as religiões sobre o mis- tério e a mística da vida agora, antes e depois. Interditos religiosos (comida e sexo, ética e política). Relação entre di- nheiro e poder nas instituições reli- giosas. Conflitos, diálogos e sincretismo en- tre religiões. Níveis de participação religiosa (ma- gias populares e mística dos santos, saúde e salvação).
  10. 10. 10 Parque das Religiões Projeto do Lugar A área escolhida pelos idealizadores do projeto se en- contra localizada no município de Igarassu, a 40 km do Recife. O local atende a requisitos práticos e simbólicos, como região montanhosa e de vegetação natural; paisagem atraente; facilidade de acesso e disponibilidade de infraestrutura; terreno extenso, com possibilidade de expansão da área construída e estacionamento; existência de um núcleo populacional nas pro- ximidades em condições de se integrar ao projeto; além de ser um sítio naturalmente silencioso e livre de poluição. O Parque das Religiões nasce em perfeita sintonia com o concei- to de desenvolvimento sustentável, abrangendo plenamente os três pontos necessários ao crescimento integral de uma região, ou seja, as dimensões ambiental, social e econômica. Observando a questão do meio ambiente, o Parque das Religi- ões vai propiciar o resgate de um local naturalmente belo, mas hoje descuidado, em que pese estar integrado a uma área de preservação ambiental. Nessa linha, o Parque vai não só nor- malmente obedecer à legislação, mas vai se exceder no cuidado com o seu espaço próprio e fará o máximo que puder para di- fundir esse cuidado no seu entorno. Social Ambiental Desenvol- vimento Sustentável Econômico No ritual do Quarup, indígenas lutam huka-huka.
  11. 11. 11 Parque das Religiões Quanto às dimensões social e econômica, o Parque das Religiões fará intervenções integradas, até para a sua própria sobrevivência. Hoje se verifica que o Distrito de Nova Cruz é um dos mais carentes do município de Igarassu, necessi- tando muito do desenvolvimento de ações que gerem emprego e renda e de melhorias no atendimento à saúde, à educação e à segurança. Atento a esse contexto, o Parque das Religiões vai desenvolver-se plenamente integrado à comunidade de Nova Cruz e redondezas, implantando um empreendimento que, para o seu sucesso, dependerá de melhorias no nível de vida dos habitantes locais, ao mesmo tempo que propiciará novas oportunidades de emprego e renda, como na produção de su- venires, no comércio, nas artes, nos restaurantes e no transporte dos visitantes em pequenas embarcações através do Canal de Nova Cruz e do Rio Timbó.
  12. 12. 12 Parque das Religiões 8 2Salas Temáticas Salas com Exposições Temporárias Serão: O projeto urbanístico, arquitetônico e paisagístico será voltado, sobretudo, à formação de um espaço in- tegrado aos aspectos naturais, inclusive com recupe- ração de passivos ambientais. As edificações, além de mo- duladas e espalhadas por todo o terreno, serão interconectadas por trilhas, e algumas delas contarão com a técnica de palafitas para que o solo e a área verde continuem livres. As áreas mais altas serão valorizadas com mirantes para medi- tação e contemplação, enquanto as mais baixas, no vale já exis- tente, explorarão o elemento água, com a criação de pequenos lagos e cursos, além de promover o aproveitamento de luzes e de sombras. Oito salas temáticas contarão com exposições de longa dura- ção e duas com exposições temporárias. Também haverá áreas edificadas destinadas a estudos, administração, lojas, praça da alimentação, auditórios, anfiteatro, biblioteca especializada e praça de eventos.
  13. 13. 13 Parque das Religiões Investimento O investimento inicial é estimado em R$ 15 milhões para a cons- trução civil de uma área de 5.000 m2 ; de R$ 5 milhões para a infraestrutura e o paisagismo; e de R$ 10 milhões para as insta- lações e os equipamentos; totalizando R$ 30 milhões.
  14. 14. 14 Parque das Religiões Implantação A proposta é que o Parque-Museu envolva a socieda- de na sua construção, e quem se interessar possa vir a apoiar de acordo com as suas possibilidades, seja indiretamente, doan- do recursos, ou, de modo direto, trabalhando na implantação. Quanto a fontes institucionais de recursos para a implantação, espera-se inicialmente, junto ao Ministério da Cultura, obter fi- nanciamentos através da Lei de Incentivo à Cultura e também outros recursos institucionais públicos e privados, além de doa- ções da sociedade. Para a construção do acesso viário, ações no meio ambiente, in- tervenções típicas do poder público no entorno do empreendi- mento, divulgação e apoio institucional, o Grupo Empreende- dor precisará contar com o Governo do Estado e da Prefeitura de Igarassu. Por outro lado, esse é um típico projeto que tem início, mas não deve ter final: estará sempre em construção. O objetivo é até maio de 2014 ter o terreno limpo, em movimen- to para receber as edificações e com a maquete visível no local. Os recursos para a manutenção serão pro- venientes da venda de ingressos, patro- cínios, locação de espaços e licencia- mento da marca.
  15. 15. 15 Parque das Religiões Ponto de partida A ideia seminal do Parque das Religiões surgiu no Movimento de Cursilho, ain- da quando Dom Helder era Arcebispo do Recife e, naquela ocasião, como um parque voltado para o cristianismo. Mais recentemente, em 2010, a ideia foi re- tomada por integrantes do Movimento de Cursilho, que resolveram ampliar a concepção do parque, no espírito do ConcílioVaticano II, tornando-o um espaço inter-religioso. Para apoiar o projeto, dando as bases científicas do futuro mu- seu, foi chamado a participar o Programa de Ciências das Religiões da Unicap. Visite: http://espareli.blogspot.com Organização e Gestão São propostos três órgãos colegiados para a gestão do Museu Parque das Reli- giões, a saber: Conselho Gestor | Formado por pessoas de diferentes profissões e credos da so- ciedade civil. Conselho Científico | Formado por cientistas, intelectuais, professores, pesqui- sadores e pessoas dedicadas à extensão e a atividades práticas dos estudos da religião. Conselho Consultivo | Formado por lideranças das tradições religiosas e espiri- tuais que exercem funções em diversas instituições e que praticam diferentes re- ligiões. Elas atuarão como consultoras na definição das temáticas e instalações que devem integrar o Museu Parque das Religiões. Os Conselhos Gestor e Científico ficarão responsáveis pela organização do Mu- seu Parque. Caberão ao primeiro as ações de administração, operação e proje- ção do Museu Parque das Religiões, a obtenção de adesões e apoios, a constitui- ção jurídica e da estrutura operacional, a obtenção de recursos financeiros e dos licenciamentos exigidos por lei, a representação junto às instituições governa- mentais e demais ações afins. Ao Conselho Científico caberá a definição de conteúdos das exposições e progra- mações, calcados em estudos e pesquisas científicas relacionadas aos carismas e às práticas das diferentes tradições religiosas. Esse Conselho atuará em con- junto com o Conselho Consultivo, avaliando e renovando sistematicamente as mostras das salas temáticas e os eventos sobre as diversas correntes espirituais. O Conselho Consultivo terá função de ajudar e referendar os discernimentos do Conselho Científico, fomentando novas ideias sobre o conteúdo do Museu Par- que.
  16. 16. 16 Parque das Religiões Conselho Gestor Inicial | 2013 Sergio Gonçalves Ferreira sergio@guimaraesferreira.com.br Luiz Alberto Teixeira teixeira@projetecnet.com.br Bartolomeu Figueirôa de Medeiros bartotito333@gmail.com Pedro Pereira Cavalcante Filho pedropereira@jbr.eng.br Gilbraz de Souza Aragão gil_braz@uol.com.br Concepção arquitetônica e paisagismo Roberto Montezuma | montezuma@afmarquitetos.com.br)Luiz Vieira | luiz@luizvieira.com Engenharia Projetec | www.projetecnet.com.br JBR Engenharia | www.jbr.eng.br Consultoria econômico-financeira Guimarães Ferreira | www.guimaraesferreria.com.br Consultoria ambiental e cartografia GM Grillo Consultoria LTDA | ggteixeira@gmail.com Texto Consultexto | www.consultexto.com.br Logomarca Martpet | www.martep.com.br Projeto gráfico Mariana de Melo | mariana@tgi.com.br Assessoria Jurídica ADC Advogados | ivan@adcadvogados.com.br Assessoria Museológica Fundação Gilberto Freyre | gfn@fgf.org.br Assessoria acadêmica ObservaMUS/ Departamento de Antropologia e Museologia da UFPE | lpc-ufpe.blogspot.com Observatório das Religiões no Recife/ Programa de Ciências da Religião da UNICAP | www.unicap.br/observatorio2
  17. 17. 17 Parque das Religiões Parquedas Religiões O Sagrado percebido com o método das ciências e a liberdade das artes.

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