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  1. 1. UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SULUNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAISDEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS COMPONENTE CURRICULAR: TEORIA POLÍTICACOMPONENTE CURRICULAR: TEORIA POLÍTICA PROFESSOR: Drº. DEJALMA CREMONESEPROFESSOR: Drº. DEJALMA CREMONESE ALUNA: SIMONE DE SOUZA CARVALHOALUNA: SIMONE DE SOUZA CARVALHO TRABALHOTRABALHO Ubaíra, abril de 2008Ubaíra, abril de 2008
  2. 2. O CONCEITO DA PALAVRA TRABALHO,O CONCEITO DA PALAVRA TRABALHO, DIFERENCIA-SE, SEGUNDO ALGUNSDIFERENCIA-SE, SEGUNDO ALGUNS AUTORES, É NECESSÁRIO,AUTORES, É NECESSÁRIO, ENTRETANTO, CONTEXTUALIZÁ-LOENTRETANTO, CONTEXTUALIZÁ-LO NO TEMPO E NO ESPAÇO.NO TEMPO E NO ESPAÇO.
  3. 3. Para Marx (1932), a primeira atitudePara Marx (1932), a primeira atitude histórica dos indivíduos, em relação aoshistórica dos indivíduos, em relação aos animais, não é o fato de pensar, mas o deanimais, não é o fato de pensar, mas o de produzirem seus meios de sobrevivência.produzirem seus meios de sobrevivência.
  4. 4. Antunes (2005) aponta que desde oAntunes (2005) aponta que desde o mundo antigo e sua filosofia, o trabalhomundo antigo e sua filosofia, o trabalho vem sendo compreendido comovem sendo compreendido como expressão de ida e degradação, criação eexpressão de ida e degradação, criação e infelicidade, atividade vital e escravidão,infelicidade, atividade vital e escravidão, felicidade social e servidão.felicidade social e servidão.
  5. 5. Albornoz (2002), na linguagem cotidiana a palavraAlbornoz (2002), na linguagem cotidiana a palavra trabalho tem muitos significados embora pareçatrabalho tem muitos significados embora pareça compreensível, como uma das formas elementarescompreensível, como uma das formas elementares da ação dos homens, o seu conteúdo oscila. Asda ação dos homens, o seu conteúdo oscila. As vezes lembra dor, tortura, suor do rosto, fadiga.vezes lembra dor, tortura, suor do rosto, fadiga. Noutras mais que aflição e fardo, designa aNoutras mais que aflição e fardo, designa a operação humana de transformação da matériaoperação humana de transformação da matéria natural em objeto de cultura.natural em objeto de cultura.
  6. 6. Dessa forma portanto, podemosDessa forma portanto, podemos relacionar o trabalho como o elo derelacionar o trabalho como o elo de ligação entre o homem e o meio, entre oligação entre o homem e o meio, entre o homem e a natureza, entre o homem e ahomem e a natureza, entre o homem e a sociedade.sociedade.
  7. 7. Trabalho como elo entre, aTrabalho como elo entre, a natureza a sociedade, o meio e onatureza a sociedade, o meio e o homem.homem. NATUREZA SOCIEDADE MEIO TRABALHO HOMEM
  8. 8. (...) Eu vi a mulher preparando outra pessoa(...) Eu vi a mulher preparando outra pessoa ... A gestação compreendida nos versos... A gestação compreendida nos versos de Caetano Veloso nos remete a umade Caetano Veloso nos remete a uma forma de trabalho:forma de trabalho: • A mulher que prepara um novo ser;A mulher que prepara um novo ser; • Que deixa um legado;Que deixa um legado; • Que lhe remete a uma realizaçãoQue lhe remete a uma realização
  9. 9. Seja na gestação, no nascimentoSeja na gestação, no nascimento ou no ato de amamentar, oou no ato de amamentar, o trabalho está presente...trabalho está presente...
  10. 10. Na palavra trabalho pode estáNa palavra trabalho pode está implícito dois significados:implícito dois significados: • 1º FRUTO DE UMA AÇÃO QUER FÍSICA OU1º FRUTO DE UMA AÇÃO QUER FÍSICA OU INTECTUAL QUE RESULTE EM UM LEGADO, QUEINTECTUAL QUE RESULTE EM UM LEGADO, QUE GERE UM RECONHECIMENTO SOCIAL EGERE UM RECONHECIMENTO SOCIAL E ULTRAPASSE O TEMPO DA EXISTÊNCIA DE SEUULTRAPASSE O TEMPO DA EXISTÊNCIA DE SEU “AUTOR” .“AUTOR” . EX.: UMA OBRA DE ARTE, UM LIVRO, UMAEX.: UMA OBRA DE ARTE, UM LIVRO, UMA DESCOBERTA CIENTÍFICADESCOBERTA CIENTÍFICA
  11. 11. • 2º A AÇÃO ROTINEIRA E REPETITIVA,2º A AÇÃO ROTINEIRA E REPETITIVA, QUE DÁ AO TRABALHO A SUAQUE DÁ AO TRABALHO A SUA CONOTAÇÃO DE LABOR, DECONOTAÇÃO DE LABOR, DE CANSAÇO, COMO AQUELE QUE TIRACANSAÇO, COMO AQUELE QUE TIRA A LIBERDADE, QUE CONSOME QUEMA LIBERDADE, QUE CONSOME QUEM PRATICA.PRATICA. Ex.: Trabalhadores da linha de montagemEx.: Trabalhadores da linha de montagem das fábricas.das fábricas.
  12. 12. O QUE É TRIPALIUM?O QUE É TRIPALIUM? Na nossa língua a palavra trabalho seNa nossa língua a palavra trabalho se origina do latim tripalium.origina do latim tripalium. Segundo Albornoz (2002), tripalium é oSegundo Albornoz (2002), tripalium é o instrumento feito de três paus aguçados,instrumento feito de três paus aguçados, algumas vezes ainda munidos de pontasalgumas vezes ainda munidos de pontas de ferro, no qual os agricultores bateriamde ferro, no qual os agricultores bateriam o trigo, as espigas de milho, o linho, parao trigo, as espigas de milho, o linho, para rasgá-los e esfiapá-los.rasgá-los e esfiapá-los.
  13. 13. Essa conotação dada ao trabalho foiEssa conotação dada ao trabalho foi utilizada até início do século XV. Depoisutilizada até início do século XV. Depois ele passa do sentido de sofrer, paraele passa do sentido de sofrer, para sentido de laborar, obrar.sentido de laborar, obrar.
  14. 14. MAS SEJA O TRABALHO DENOTANDOMAS SEJA O TRABALHO DENOTANDO SOFRIMENTO, SEJA DE LABORSOFRIMENTO, SEJA DE LABOR DENOTANDO ESFORÇO, A VERDADE ÉDENOTANDO ESFORÇO, A VERDADE É QUE NOS NOSSOS DIAS, ELE ÉQUE NOS NOSSOS DIAS, ELE É SINÔNIMO MUITAS VEZES DESINÔNIMO MUITAS VEZES DE TORTURA, SOBRETUDO SETORTURA, SOBRETUDO SE ANALISARMOS A EXPLORAÇÃO DAANALISARMOS A EXPLORAÇÃO DA MÃO-DE-OBRA.MÃO-DE-OBRA.
  15. 15. ESSA EXPLORAÇÃO NOS REMETE AOESSA EXPLORAÇÃO NOS REMETE AO CONCEITO DE MAIS-VALIA, DESENVOLVIDOCONCEITO DE MAIS-VALIA, DESENVOLVIDO POR MARX, ONDE O TRABALHADOR VENDEPOR MARX, ONDE O TRABALHADOR VENDE SUA FORÇA DE TRABALHO, POR UM VALORSUA FORÇA DE TRABALHO, POR UM VALOR BEM AQUÉM DAQUILO QUE É PRODUZIDOBEM AQUÉM DAQUILO QUE É PRODUZIDO COM ESTE TRABALHO, A DIFERENÇA, OUCOM ESTE TRABALHO, A DIFERENÇA, OU SEJA, O QUE VALE A MAIS É “SUBTRAÍDO” DOSEJA, O QUE VALE A MAIS É “SUBTRAÍDO” DO TRABALHADOR, PASSANDO ÀS MÃOS DOTRABALHADOR, PASSANDO ÀS MÃOS DO DONOS DOS MEIOS DE PRODUÇÃO.DONOS DOS MEIOS DE PRODUÇÃO.
  16. 16. DIFERENÇA ENTRE TRABALHODIFERENÇA ENTRE TRABALHO FÍSICO E TRABALHOFÍSICO E TRABALHO INTELECTUALINTELECTUAL • TRABALHO FÍSICO – AQUELE QUE ÉTRABALHO FÍSICO – AQUELE QUE É VISÍVEL, PAUPÁVEL.VISÍVEL, PAUPÁVEL. • TRABALHO INTELECTUAL, É AQUELETRABALHO INTELECTUAL, É AQUELE QUE PROJETA UM DETERMINADO FIM.QUE PROJETA UM DETERMINADO FIM.
  17. 17. TRABALHO FÍSICO E INTECTUALTRABALHO FÍSICO E INTECTUAL TRABALHO INTELECTUAL TRABALHO FÍSICO FIM ESPERADO PROJETO, VISUALIZAÇÃO DO QUE SE DESEJA REALIZAÇÃO DO PROJETO O QUE SE FOI PROJETADO, PENSADO.
  18. 18. EXEMPLO DE TRABALHOEXEMPLO DE TRABALHO INTECTUAL E FÍSICOINTECTUAL E FÍSICO • NA CONSTRUÇÃO CIVIL, OSNA CONSTRUÇÃO CIVIL, OS ENGENHEIROS PROJETAMENGENHEIROS PROJETAM (TRABALHO INTELECTUAL); OS(TRABALHO INTELECTUAL); OS PEDREIROS EXECUTAM (TRABALHOPEDREIROS EXECUTAM (TRABALHO FÍSICO). A PONTE OU O PRÉDIO SÃOFÍSICO). A PONTE OU O PRÉDIO SÃO EXEMPLOS DO FIM DESEJADOEXEMPLOS DO FIM DESEJADO
  19. 19. ALBORNOZ (2002), AFIRMA QUEALBORNOZ (2002), AFIRMA QUE NATUREZA E INVENSÃO SENATUREZA E INVENSÃO SE ENTRELAÇAM NO TRABALHOENTRELAÇAM NO TRABALHO HUMANO, EM NÍVEIS DIVERSOS, DAHUMANO, EM NÍVEIS DIVERSOS, DA AÇÃO MAIS MECÂNICA E NATURAL ÀAÇÃO MAIS MECÂNICA E NATURAL À MAIS CONTROLADA E CONSCIENTE.MAIS CONTROLADA E CONSCIENTE.
  20. 20. NATUREZA E CULTURA SENATUREZA E CULTURA SE ENCONTRAM NO LABOR DOENCONTRAM NO LABOR DO PARTO...PARTO...
  21. 21. NO CULTIVO DO CAMPO, NANO CULTIVO DO CAMPO, NA MODELAGEM DA ARGILA, NAMODELAGEM DA ARGILA, NA INVENÇÃO DA ELETRICIDADE ...INVENÇÃO DA ELETRICIDADE ...
  22. 22. COMO NA PRODUÇÃO DE VITAMINASCOMO NA PRODUÇÃO DE VITAMINAS EM COMPRIMIDOS, NA MONTAGEM DEEM COMPRIMIDOS, NA MONTAGEM DE CÉREBROS ELETRÔNICOS E NO ENVIOCÉREBROS ELETRÔNICOS E NO ENVIO DE ASTRONAUTAS À LUA.DE ASTRONAUTAS À LUA.
  23. 23. A ORIGEM E A EVOLUÇÃO DOA ORIGEM E A EVOLUÇÃO DO TRABALHO NA HISTÓRIATRABALHO NA HISTÓRIA NATUREZA AGRICULTURA INDUSTRIALIZAÇÃO COLHE O QUE ESTAR NA NATUREZA PREPARA A TERRA, PLANTA, CULTIVA O ALIMENTO TRANSFORMA A MATÉRIA-PRIMA E PREOCUPA-SE COM A ACUMULAÇÃO DE RIQUEZA, ALÉM DA SUBSISTÊNCIA
  24. 24. ALÉM DA INDUSTRIALIZAÇÃO NOALÉM DA INDUSTRIALIZAÇÃO NO ORGANOGRAMA ACIMA O TRABALHOORGANOGRAMA ACIMA O TRABALHO PASSA POR UM ALARGAMENTO DOSPASSA POR UM ALARGAMENTO DOS SETORES, OU SEJA, NÃO APENAS ASETORES, OU SEJA, NÃO APENAS A INDÚSTRIA, FORMAS COMO OINDÚSTRIA, FORMAS COMO O TERCEIRO SETOR E O TRABALHOTERCEIRO SETOR E O TRABALHO INFORMAL TAMBÉM SÃOINFORMAL TAMBÉM SÃO RECONHECIDAS.RECONHECIDAS.
  25. 25. O TRABALHO MUITAS VEZES PERDE SUAO TRABALHO MUITAS VEZES PERDE SUA ESSÊNCIA E SE TRANSFORMA NOESSÊNCIA E SE TRANSFORMA NO EMPREGO. POR EXEMPLO, DIZER QUE NÃOEMPREGO. POR EXEMPLO, DIZER QUE NÃO TEM EMPREGO PARA MÉDICOS NOTEM EMPREGO PARA MÉDICOS NO INTERIOR DO PAÍS NÃO SIGNIFICA DIZERINTERIOR DO PAÍS NÃO SIGNIFICA DIZER QUE NÃO TENHA TRABALHO, AFINALQUE NÃO TENHA TRABALHO, AFINAL EXISTEM PESSOAS DOENTES E CARENTESEXISTEM PESSOAS DOENTES E CARENTES QUE PRECISAM DOS SERVIÇOS MÉDICOSQUE PRECISAM DOS SERVIÇOS MÉDICOS TERAPÊUTICOS OU PREVENTIVOS.TERAPÊUTICOS OU PREVENTIVOS.
  26. 26. PARA WEBER, O TRABALHOPARA WEBER, O TRABALHO VOCACIONAL É COMO DEVER DEVOCACIONAL É COMO DEVER DE AMOR AO PRÓXIMO, UMA DÍVIDA DEAMOR AO PRÓXIMO, UMA DÍVIDA DE GRATIDÃO À GRAÇA DE DEUS (...)GRATIDÃO À GRAÇA DE DEUS (...) NÃO SENDO DO AGRADO DE DEUSNÃO SENDO DO AGRADO DE DEUS QUE ELE SEJA REALIZADO COMQUE ELE SEJA REALIZADO COM RELUTÂNCIA . O CRISTÃO DEVERELUTÂNCIA . O CRISTÃO DEVE MOSTRAR-SE INDUSTRIOSO EM SEUMOSTRAR-SE INDUSTRIOSO EM SEU TRABALHO SECULAR. (WEBER apudTRABALHO SECULAR. (WEBER apud QUINTANEIRO, 2002)QUINTANEIRO, 2002)
  27. 27. MAS O QUE ACONTECE NÃO É VOCAÇÃO,MAS O QUE ACONTECE NÃO É VOCAÇÃO, MAS UM ESTRANHAMENTO, UM FETICHEMAS UM ESTRANHAMENTO, UM FETICHE DO TRABALHO REALIZADO; PORTANTO ODO TRABALHO REALIZADO; PORTANTO O HOMEM AO VER O FRUTO DO SEUHOMEM AO VER O FRUTO DO SEU TRABALHO COMO ALGO QUE NÃO LHETRABALHO COMO ALGO QUE NÃO LHE PERTENCE, COMO ALGO ESTRANHADO,PERTENCE, COMO ALGO ESTRANHADO, SURGE COMO RESULTADO DESTESURGE COMO RESULTADO DESTE TRABALHO, NA SOCIEDADE CAPITALISTA ATRABALHO, NA SOCIEDADE CAPITALISTA A DESREALIZAÇÃO DO SER SOCIAL.DESREALIZAÇÃO DO SER SOCIAL.
  28. 28. PORTANTO, PODEMOS DIZER QUE, SEPORTANTO, PODEMOS DIZER QUE, SE POR UM LADO, O TRABALHO É UMAPOR UM LADO, O TRABALHO É UMA ATIVIDADE HUMANA CENTRAL NAATIVIDADE HUMANA CENTRAL NA HISTÓRIA HUMANA, EM SEUHISTÓRIA HUMANA, EM SEU PROCESSO DE SOCIABILIDADE,PROCESSO DE SOCIABILIDADE, POSTERIORMENTE, COM O ADVENTOPOSTERIORMENTE, COM O ADVENTO DO CAPITALISMO, DEU-SE UMADO CAPITALISMO, DEU-SE UMA TRANSFORMAÇÃO ESSENCIAL QUE OTRANSFORMAÇÃO ESSENCIAL QUE O ALTEROU E O COMPLEXIFICOU.ALTEROU E O COMPLEXIFICOU. (HELLER apud ANTUNES)(HELLER apud ANTUNES)
  29. 29. É INTERESSANTE CONTUDO, A VOLTAÉ INTERESSANTE CONTUDO, A VOLTA AO TRABALHO NO SIGNIFICADO MAISAO TRABALHO NO SIGNIFICADO MAIS ABUNDANTE DO TERMO, ONDEABUNDANTE DO TERMO, ONDE TRABALHO E PRAZER POSSAMTRABALHO E PRAZER POSSAM ENTRELAÇAR-SE FAZENDO DOENTRELAÇAR-SE FAZENDO DO INDIVÍDUO UM SER HUMNAO QUE SEINDIVÍDUO UM SER HUMNAO QUE SE REALIZE ATRAVÉS DE SUA AÇÃOREALIZE ATRAVÉS DE SUA AÇÃO DESEMPENHADA COMO CONDIÇÃODESEMPENHADA COMO CONDIÇÃO PRIMORDIAL DE SUA EXISTÊNCIA.PRIMORDIAL DE SUA EXISTÊNCIA.
  30. 30. REFERÊNCIASREFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASBIBLIOGRÁFICAS ALBORNOZ, Suzana. O que é trabalho. Coleção Primeiros Passos.ALBORNOZ, Suzana. O que é trabalho. Coleção Primeiros Passos. Editora Brasiliense. São Paulo, 2005.Editora Brasiliense. São Paulo, 2005. ANTUNES, Ricardo Luís Coltro. O caracol e sua concha ensaios sofreANTUNES, Ricardo Luís Coltro. O caracol e sua concha ensaios sofre a morfologia do trabalho. Boitempo Editorial. São Paulo, 2005.a morfologia do trabalho. Boitempo Editorial. São Paulo, 2005. http://images.google.com.brhttp://images.google.com.br MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A Ideologia Alemão, São Paulo. Ed.MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A Ideologia Alemão, São Paulo. Ed. Martin Claret, 2005.Martin Claret, 2005. Quintaneiro, Tânia;BArobosa, Maria Lígia de Oliveira; OLIVEIRA,Quintaneiro, Tânia;BArobosa, Maria Lígia de Oliveira; OLIVEIRA, Márcia Gardênia Monteiro de. Um Toque de Clássicos. Ed. UFMG,Márcia Gardênia Monteiro de. Um Toque de Clássicos. Ed. UFMG, Belo Horizonte, 2002. 2ª ed. Ver. Ampl.Belo Horizonte, 2002. 2ª ed. Ver. Ampl.

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