Lições Adultos Reavivamento e Reforma
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a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a quantos o Senhor nosso Deus chamar. 40 E com muitas outras palavras
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isto considerei perda por causa de Cristo.” (Filipenses 3:1-7 RA)
“O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que ...
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Quinta - Reavivamento, testemunho e intervenção divina Ano Bíblico: Is 8–10
A emocionante história do rápido ...
4. Nesta semana falamos que o ritual religioso por si só não pode produzir mudança no coração. Qual é o lugar dos rituais ...
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Também facilita se for imprimir por usar bem menos tinta que a lição convencional.

Que... “Deus tenha misericórdia de nós e nós abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós. Para que se conheça na terra o teu caminho, e em todas as nações a tua salvação”. Sal. 67:1-2.

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  1. 1. Lições Adultos Reavivamento e Reforma Lição 4 - Testemunho e serviço: o fruto do reavivamento 20 a 27 de julho Sábado à tarde Ano Bíblico: Ec 9–12 VERSO PARA MEMORIZAR: “Recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da Terra” (At 1:8). Leituras da Semana: Mt 28:19, 20; Jo 20:21; At 2; At 22:1-14; Jo 6:1-11; At 8:26-38 O propósito do reavivamento é encher nosso coração com tanto amor por Jesus que almejemos compartilhar esse amor com todas as pessoas. No genuíno reavivamento, nosso coração é despertado para a bondade, compaixão, perdão e poder de Deus. Ficamos encantados por Seu amor e somos transformados por Sua graça, de tal maneira que não podemos ficar em silêncio. Em contrapartida, um “reavivamento” que focaliza “apenas a experiência espiritual” erra o alvo. Se o reavivamento desenvolve atitudes críticas com relação às pessoas que não estão à altura do nosso “padrão de santidade”, certamente não é inspirado pelo Céu. Se a ênfase do reavivamento é simplesmente mudar o comportamento exterior, em vez de mudar o coração, algo está errado. O genuíno reavivamento nunca leva ao egocentrismo ou, especialmente, à autossuficiência ou autoexaltação, mas a uma altruísta preocupação com os outros. Quando nosso coração é renovado pela graça de Deus, desejamos abençoar e servir os que estão em necessidade. Todo reavivamento genuíno leva a uma ênfase renovada na missão e no serviço. Domingo - Comissão e promessa de Cristo Ano Bíblico: Ct 1–4 Cristo não estabeleceu Sua igreja a fim de que ela simplesmente cuidasse de si mesma. As palavras de despedida de Jesus focalizaram a missão da igreja. A intenção de Cristo é que a igreja olhe além de si mesma. Ele a estabeleceu para compartilhar a luz do Seu amor e a mensagem de Sua salvação com o mundo. 1. Leia e resuma os textos a seguir. Como cada passagem revela o desejo de Jesus para Sua igreja?Mt 28:19, 20; Mc 16:15; Lc 24:45-49; Jo 20:21 “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” (Mateus 28:19-20 RA) “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” (Marcos 16:15 RA) “Então, lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras; e lhes disse: Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém. Vós sois testemunhas destas coisas. Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai; permanecei, pois, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder.” (Lucas 24:45-49 RA) “Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio.” (João 20:21 RA) Uma vez que Cristo subiu ao Céu, a igreja devia ser a manifestação visível do Seu amor e graça ao mundo. Os discípulos tinham uma missão: compartilhar uma mensagem. Eles tinham uma tarefa para completar. Deviam continuar a obra que Jesus havia começado. ramos@advir.comramos@advir.com
  2. 2. “A igreja é o instrumento apontado por Deus para a salvação dos homens. Foi organizada para servir e sua missão é levar o evangelho ao mundo. Desde o princípio tem sido plano de Deus que, por meio de Sua igreja seja refletida para o mundo Sua plenitude e suficiência. Aos membros da igreja, a quem Ele chamou das trevas para Sua maravilhosa luz, compete manifestar Sua glória. A igreja é a depositária das riquezas da graça de Cristo e, pela igreja será, a seu tempo, manifesta, mesmo aos ‘principados e potestades nos céus’, a final e ampla demonstração do amor de Deus”. Ef 3:10, RC; Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 9. A preocupação de Jesus é a salvação da humanidade. O apóstolo Paulo escreveu ao seu jovem amigo Timóteo que o desejo do Salvador é que “todos [...] sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2:4). O apóstolo Pedro acrescentou que o Senhor é “longânimo para [conosco], não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe 3:9). Você tem interesse em levar o evangelho aos outros? Como você tem demonstrado esse desejo? O que sua resposta diz sobre você e suas prioridades? Segunda - Recebendo a promessa Ano Bíblico: Ct 5–8 A missão de compartilhar o amor e a verdade de Deus com o mundo inteiro deve ter parecido esmagadora para o pequeno grupo de discípulos. O desafio era enorme, a tarefa imensa. A conclusão da obra no tempo deles certamente pode ter parecido impossível (como pode parecer em nosso tempo). As melhores estimativas são de que a população do Império Romano no primeiro século era de aproximadamente 180 milhões. De acordo com o primeiro capítulo de Atos, uns 120 cristãos se reuniram no cenáculo no dia de Pentecostes. Essa é uma relação de aproximadamente um cristão para cada 1,4 milhão de pessoas no império. Do ponto de vista humano, parecia impossível cumprir a ordem de Jesus. 2. Quais foram os resultados do derramamento do Espírito Santo sobre a missão da igreja primitiva?At 2 O Espírito Santo no Pentecostes 1 Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. 2 De repente veio do céu um ruído, como que de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. 3 E lhes apareceram umas línguas como que de fogo, que se distribuíam, e sobre cada um deles pousou uma. 4 E todos ficaram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem. 5 Habitavam então em Jerusalém judeus, homens piedosos, de todas as nações que há debaixo do céu. 6 Ouvindo-se, pois, aquele ruído, ajuntou-se a multidão; e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. 7 E todos pasmavam e se admiravam, dizendo uns aos outros: Pois quê! não são galileus todos esses que estão falando? 8 Como é, pois, que os ouvimos falar cada um na própria língua em que nascemos? 9 Nós, partos, medos, e elamitas; e os que habitamos a Mesopotâmia, a Judeia e a Capadócia, o Ponto e a Ásia, 10 a Frígia e a Panfília, o Egito e as partes da Líbia próximas a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos, 11 cretenses e árabes - ouvimo-los em nossas línguas, falar das grandezas de Deus. 12 E todos pasmavam e estavam perplexos, dizendo uns aos outros: Que quer dizer isto? 13 E outros, zombando, diziam: Estão cheios de mosto. Pedro fala à multidão 14 Então Pedro, pondo-se em pé com os onze, levantou a voz e disse-lhes: Varões judeus e todos os que habitais em Jerusalém, seja-vos isto notório, e escutai as minhas palavras. 15 Pois estes homens não estão embriagados, como vós pensais, visto que é apenas a terceira hora do dia. 16 Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel: 17 E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos mancebos terão visões, os vossos anciãos terão sonhos; 18 e sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e eles profetizarão. 19 E mostrarei prodígios em cima no céu; e sinais embaixo na terra, sangue, fogo e vapor de fumaça. 20 O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e glorioso dia do Senhor. 21 e acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. 22 Varões israelitas, escutai estas palavras: A Jesus, o nazareno, varão aprovado por Deus entre vós com milagres, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; 23 a este, que foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, vós matastes, crucificando-o pelas mãos de iníquos; 24 ao qual Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte, pois não era possível que fosse retido por ela. 25 Porque dele fala Davi: Sempre via diante de mim o Senhor, porque está à minha direita, para que eu não seja abalado; 26 por isso se alegrou o meu coração, e a minha língua exultou; e além disso a minha carne há de repousar em esperança; 27 pois não deixarás a minha alma no hades, nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção; 28 fizeste-me conhecer os caminhos da vida; encher-me-ás de alegria na tua presença. 29 Irmãos, seja-me permitido dizer-vos livremente acerca do patriarca Davi, que ele morreu e foi sepultado, e entre nós está até hoje a sua sepultura. 30 Sendo, pois, ele profeta, e sabendo que Deus lhe havia prometido com juramento que faria sentar sobre o seu trono um dos seus descendentes - 31 prevendo isto, Davi falou da ressurreição de Cristo, que a sua alma não foi deixada no hades, nem a sua carne viu a corrupção. 32 Ora, a este Jesus, Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas. 33 De sorte que, exaltado pela dextra de Deus, e tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vós agora vedes e ouvis. 34 Porque Davi não subiu aos céus, mas ele próprio declara: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, 35 até que eu ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés. 36 Saiba pois com certeza toda a casa de Israel que a esse mesmo Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo. 37 E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? 38 Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo. 39 Porque a promessa vos pertence a vós, ramos@advir.comramos@advir.com
  3. 3. a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a quantos o Senhor nosso Deus chamar. 40 E com muitas outras palavras dava testemunho, e os exortava, dizendo: salvai-vos desta geração perversa. A fraternidade dos crentes 41 De sorte que foram batizados os que receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas; 42 e perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. 43 Em cada alma havia temor, e muitos prodígios e sinais eram feitos pelos apóstolos. 44 Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. 45 E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. 46 E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração, 47 louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos. (Atos 2 RA) Os resultados foram surpreendentes. A igreja cristã explodiu em crescimento. Dezenas de milhares foram convertidos. A mensagem do amor de Jesus chegou às partes mais remotas do império. Plínio, o Moço, governador da província romana da Bitínia, na costa norte da moderna Turquia, escreveu ao imperador Trajano, por volta do ano 110 d.C., descrevendo os julgamentos oficiais que estava conduzindo para encontrar e executar cristãos. “Muitos de todas as idades, de todas as classes sociais, de ambos os sexos, estão sendo chamados para o julgamento e serão convocados. Não somente cidades, mas vilas e mesmo áreas rurais foram invadidas pela infecção dessa superstição [cristianismo].” Essa citação é notável. Revela que em poucas gerações o cristianismo havia invadido quase todos os níveis da sociedade, mesmo nas províncias remotas. Noventa anos depois, por volta de 200 d.C., Tertuliano, advogado romano que se tornou cristão, escreveu uma carta desafiadora aos magistrados romanos defendendo o cristianismo. Ele se vangloriava: “quase todos os cidadãos de todas as cidades são cristãos.” A história do livro de Atos é a história de uma igreja reavivada e dedicada a testemunhar em favor de seu Senhor. O reavivamento espiritual sempre leva ao testemunho apaixonado. Partilhar é a consequência natural de uma vida transformada. Jesus disse ao Seus discípulos: “Vinde após Mim, e Eu vos farei pescadores de homens” (Mt 4:19). Quanto mais perto estamos de Jesus, mais nos preocupamos com o que Ele Se preocupa. Se temos pouco interesse em compartilhar Seu amor com os outros, deve ser porque O estamos seguindo a distância e precisamos de um reavivamento espiritual. Terça - O poder do testemunho pessoal Ano Bíblico: Is 1–4 O ritual religioso tem pouco poder para transformar vidas. O formalismo religioso torna as pessoas espiritualmente estéreis. Sozinha, doutrina não transforma corações. O poder do testemunho do Novo Testamento estava enraizado na autenticidade de vidas transformadas pelo evangelho. Os discípulos não estavam encenando. Eles não estavam apenas cumprindo formalidades. Não tinham uma forma de espiritualidade artificial. O encontro com o Cristo vivo os havia transformado e eles não podiam ficar em silêncio. 3. Que ponto em comum ocorreu nas experiências de Paulo e João que os tornou testemunhas tão poderosas? At 22:1- 14; Fp 3:1-7; 1Jo 1:1-4 “Irmãos e pais, ouvi, agora, a minha defesa perante vós. Quando ouviram que lhes falava em língua hebraica, guardaram ainda maior silêncio. E continuou: Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade e aqui fui instruído aos pés de Gamaliel, segundo a exatidão da lei de nossos antepassados, sendo zeloso para com Deus, assim como todos vós o sois no dia de hoje. Persegui este Caminho até à morte, prendendo e metendo em cárceres homens e mulheres, de que são testemunhas o sumo sacerdote e todos os anciãos. Destes, recebi cartas para os irmãos; e ia para Damasco, no propósito de trazer manietados para Jerusalém os que também lá estivessem, para serem punidos. Ora, aconteceu que, indo de caminho e já perto de Damasco, quase ao meio-dia, repentinamente, grande luz do céu brilhou ao redor de mim. Então, caí por terra, ouvindo uma voz que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Perguntei: quem és tu, Senhor? Ao que me respondeu: Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu persegues. Os que estavam comigo viram a luz, sem, contudo, perceberem o sentido da voz de quem falava comigo. Então, perguntei: que farei, Senhor? E o Senhor me disse: Levanta-te, entra em Damasco, pois ali te dirão acerca de tudo o que te é ordenado fazer. Tendo ficado cego por causa do fulgor daquela luz, guiado pela mão dos que estavam comigo, cheguei a Damasco. Um homem, chamado Ananias, piedoso conforme a lei, tendo bom testemunho de todos os judeus que ali moravam, veio procurar-me e, pondo-se junto a mim, disse: Saulo, irmão, recebe novamente a vista. Nessa mesma hora, recobrei a vista e olhei para ele. Então, ele disse: O Deus de nossos pais, de antemão, te escolheu para conheceres a sua vontade, veres o Justo e ouvires uma voz da sua própria boca,” (Atos 22:1-14 RA) “Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor. A mim, não me desgosta e é segurança para vós outros que eu escreva as mesmas coisas. Acautelai-vos dos cães! Acautelai-vos dos maus obreiros! Acautelai-vos da falsa circuncisão! Porque nós é que somos a circuncisão, nós que adoramos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne. Bem que eu poderia confiar também na carne. Se qualquer outro pensa que pode confiar na carne, eu ainda mais: circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu, quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível. Mas o que, para mim, era lucro, ramos@advir.comramos@advir.com
  4. 4. isto considerei perda por causa de Cristo.” (Filipenses 3:1-7 RA) “O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida (e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada), o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo. Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa.” (1 João 1:1-4 RA) No tempo do Pentecostes, os discípulos eram pessoas transformadas. Algo aconteceu com eles para que o Espírito Santo pudesse fazer alguma coisa por meio deles. O Espírito Santo havia feito algo por eles, para que pudesse fazer uma obra com a participação deles. O Espírito transbordou da vida deles para renovar a vida de outros. Jesus disse: “Quem crer em Mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (Jo 7:38). Nesse caso, a raiz da palavra para “crer”, em grego, é pistis. Significa muito mais do que uma crença superficial ou mera aceitação intelectual. É uma crença sólida ou firme confiança. É uma dinâmica e transformadora fé em Cristo, Aquele que derramou Sua vida na cruz pelos pecados da humanidade. A mensagem de Jesus é que, quando Seu amor sacia nossa sede espiritual, esse amor flui de nosso coração para as pessoas ao nosso redor. “Nossa confissão de Sua fidelidade é o meio escolhido pelo Céu para revelar Cristo ao mundo. Temos de reconhecer-Lhe a graça segundo nos é dada a conhecer através dos santos homens da antiguidade; mas o que será mais eficaz é o testemunho de nossa própria experiência. Somos testemunhas de Deus ao revelar em nós mesmos a atuação de um poder que é divino”. Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 347. O testemunho mais poderoso é o de um cristão que conhece Jesus pessoalmente. Não há substituto para o testemunho que brota naturalmente de um coração envolvido pelo amor de Jesus. Que tipo de testemunho pessoal você tem sobre o que o Senhor fez por você? Como você pode aprender a compartilhá-lo mais frequentemente com outros? Quarta - A fé que cresce Ano Bíblico: Is 5–7 A atividade é uma lei da vida. Para ser saudável, nosso corpo precisa de exercício constante. Todos os órgãos, músculos e tecidos são fortalecidos e revigorados por meio do exercício. Quando negligenciamos o exercício, nosso sistema imunológico fica comprometido, e nos tornamos mais suscetíveis às doenças. Algo semelhante acontece conosco quando não exercitamos a fé pelo testemunho. As palavras de Jesus, de que “mais bem-aventurado é dar que receber” (At 20:35), também se aplicam à nossa vida espiritual. Quando partilhamos a Palavra de Deus com os outros, crescemos espiritualmente. Quanto mais amamos Jesus, mais temos vontade de testemunhar do Seu amor. Quanto mais testemunhamos do Seu amor, mais O amamos. Compartilhar a fé fortalece a fé. 4. O que o milagre da multiplicação dos pães e peixes ensina sobre partilhar a fé? Jo 6:1-11 “Depois destas coisas, atravessou Jesus o mar da Galiléia, que é o de Tiberíades. Seguia-o numerosa multidão, porque tinham visto os sinais que ele fazia na cura dos enfermos. Então, subiu Jesus ao monte e assentou-se ali com os seus discípulos. Ora, a Páscoa, festa dos judeus, estava próxima. Então, Jesus, erguendo os olhos e vendo que grande multidão vinha ter com ele, disse a Filipe: Onde compraremos pães para lhes dar a comer? Mas dizia isto para o experimentar; porque ele bem sabia o que estava para fazer. Respondeu-lhe Filipe: Não lhes bastariam duzentos denários de pão, para receber cada um o seu pedaço. Um de seus discípulos, chamado André, irmão de Simão Pedro, informou a Jesus: Está aí um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas isto que é para tanta gente? Disse Jesus: Fazei o povo assentar-se; pois havia naquele lugar muita relva. Assentaram-se, pois, os homens em número de quase cinco mil. Então, Jesus tomou os pães e, tendo dado graças, distribuiu-os entre eles; e também igualmente os peixes, quanto queriam.” (João 6:1-11 RA) Quanto mais revelamos nossa fé, mais ela se multiplica. Esta lei da multiplicação é um princípio divino da vida espiritual: Dar e crescer, ou reter e murchar. Jesus aumenta nossa fé quando a compartilhamos com outros. Ao compartilharmos Jesus (o Pão da vida) com pessoas espiritualmente famintas ao nosso redor, esse Pão Se multiplica em nossas mãos e acabamos tendo mais do que tínhamos antes. Jesus tinha apenas cinco pães e dois peixes. Depois que as cinco mil pessoas estavam plenamente satisfeitas com sua refeição, o que havia sobrado era mais do que Jesus tinha inicialmente. Havia ainda doze cestos cheios de alimento! As instruções de Jesus à Sua Igreja do Novo Testamento são muito claras para ser mal interpretadas. Ele declarou: “De graça recebestes, de graça dai” (Mt 10:8). Testemunhar é a brisa suave que transforma as fagulhas do reavivamento em chamas pentecostais. Quando o testemunho e o serviço não acompanham um reavivamento da oração e estudo da Bíblia, as chamas do reavivamento são apagadas e as brasas logo se esfriam. Quanto mais testemunhamos, mais nossa fé cresce. Você concorda? Qual tem sido sua experiência com essa verdade ramos@advir.comramos@advir.com
  5. 5. fundamental? Quinta - Reavivamento, testemunho e intervenção divina Ano Bíblico: Is 8–10 A emocionante história do rápido crescimento do cristianismo, no livro de Atos, é a história de uma igreja reavivada, testemunhando sobre o amor de Jesus. É a história de uma igreja que regularmente experimentava a intervenção divina. Testemunhar era um estilo de vida para aqueles cristãos primitivos. “Todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar Jesus, o Cristo” (At 5:42). A perseguição também promoveu a causa do evangelho. Quando a perseguição dispersou os membros da igreja em Jerusalém, “os que foram dispersos iam por toda parte pregando a Palavra” (At 8:4). Um dos exemplos mais notáveis da intervenção divina, em Atos, é a história de Filipe e o eunuco, oficial do governo etíope. 5. Leia a história do ensinamento de Filipe e a resposta do etíope em Atos 8:26-38. O que podemos tirar dessa história sobre reavivamento e testemunho? “Um anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Dispõe-te e vai para o lado do Sul, no caminho que desce de Jerusalém a Gaza; este se acha deserto. Ele se levantou e foi. Eis que um etíope, eunuco, alto oficial de Candace, rainha dos etíopes, o qual era superintendente de todo o seu tesouro, que viera adorar em Jerusalém, estava de volta e, assentado no seu carro, vinha lendo o profeta Isaías. Então, disse o Espírito a Filipe: Aproxima-te desse carro e acompanha-o. Correndo Filipe, ouviu-o ler o profeta Isaías e perguntou: Compreendes o que vens lendo? Ele respondeu: Como poderei entender, se alguém não me explicar? E convidou Filipe a subir e a sentar-se junto a ele. Ora, a passagem da Escritura que estava lendo era esta: Foi levado como ovelha ao matadouro; e, como um cordeiro mudo perante o seu tosquiador, assim ele não abriu a boca. Na sua humilhação, lhe negaram justiça; quem lhe poderá descrever a geração? Porque da terra a sua vida é tirada. Então, o eunuco disse a Filipe: Peço-te que me expliques a quem se refere o profeta. Fala de si mesmo ou de algum outro? Então, Filipe explicou; e, começando por esta passagem da Escritura, anunciou-lhe a Jesus. Seguindo eles caminho fora, chegando a certo lugar onde havia água, disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que seja eu batizado? [Filipe respondeu: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.] Então, mandou parar o carro, ambos desceram à água, e Filipe batizou o eunuco.” (Atos 8:26-38 RA) “Um anjo guiou Filipe àquele que procurava a luz, e que estava pronto para receber o evangelho. Hoje, anjos guiarão os passos dos obreiros que permitem ao Espírito Santo santificar-lhes a língua e purificar e enobrecer seu coração. O anjo enviado a Filipe poderia ter ele mesmo feito a obra pelo etíope, mas essa não é a maneira de Deus agir. É Seu plano que os homens trabalhem por seus semelhantes”. Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 109. Há três elementos essenciais no reavivamento: oração, estudo da Palavra de Deus e testemunho. Quando os filhos de Deus O buscam em intercessão fervorosa e sincera, quando enchem a mente com as verdades da Sua Palavra, e testemunham apaixonadamente sobre Seu amor e verdade, Deus intervém e abre portas incomuns para a proclamação da verdade. O que você faz quando surgem oportunidades para testemunhar? Você testemunha, ou encontra alguma desculpa para não fazê-lo? O que sua resposta diz sobre sua necessidade de reavivamento e reforma? Sexta - Estudo adicional Ano Bíblico: Is 11–14 “Em Sua sabedoria, o Senhor põe os que estão à procura da verdade em contato com seus semelhantes que a conhecem. É plano do Céu que os que receberam a luz a comuniquem aos que se acham em trevas. Tirando sua eficiência da grande Fonte da sabedoria, a humanidade se torna o instrumento, a agência operadora por meio da qual o evangelho exerce seu poder transformador sobre a mente e o coração”. Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 134. “Deus poderia haver realizado Seu desígnio de salvar pecadores sem nosso auxílio, mas, a fim de desenvolvermos caráter semelhante ao de Cristo, precisamos compartilhar Sua obra. A fim de participar da alegria dEle – a alegria de ver pessoas redimidas por Seu sacrifício –, devemos tomar parte em Seus labores para redenção delas”. Ellen G. White,O Desejado de Todas as Nações, p. 142). Perguntas para reflexão 1. Qual é a ideia principal da lição desta semana? Deus está chamando você para fazer mudanças na sua vida? Suas prioridades precisam ser reajustadas de alguma forma? O que Deus está pedindo que você faça? 2. Pense mais na maravilhosa verdade de que, quanto mais testemunhamos da nossa fé, mais ela cresce. Por que isso é verdade? Por que esse princípio faz tanto sentido? 3. Você testemunha com frequência em favor de Jesus? Se não, pergunte a si mesmo: Por quê? Você tem medo de rejeição? Se esse é o problema, considere quantas vezes Jesus foi rejeitado. Se a rejeição não O impediu, também não deveria nos impedir. Ou você deixa de testemunhar porque não tem certeza sobre o que dizer? Sendo assim, o que isso lhe diz sobre sua necessidade de comunhão mais profunda com o Senhor? ramos@advir.comramos@advir.com
  6. 6. 4. Nesta semana falamos que o ritual religioso por si só não pode produzir mudança no coração. Qual é o lugar dos rituais e tradição em nossa fé e em nossa igreja? Os rituais e a tradição têm utilidade no reavivamento e reforma? 5. Por que encontramos tanta satisfação em ser usados por Deus para levar pessoas a Ele? Respostas sugestivas: 1. O desejo de Cristo é que cumpramos a missão de pregar o evangelho, fazer discípulos, batizar e ensinar. 2. Os discípulos anunciaram o nome de Jesus poderosamente, milhares se converteram e a igreja permaneceu unida no amor. 3. Viram e ouviram a Jesus, e foram transformados. 4. Recebemos o alimento espiritual das mãos de Cristo, e partilhamos essas bênçãos com as pessoas ao nosso redor. 5. Quando temos comunhão com Deus, o Espírito Santo nos conduz a pessoas sinceras, que precisam do evangelho. O Senhor nos ensina o que dizer e assim vidas são transformadas. Auxiliar - Resumo Texto-chave: Mateus 28:19, 20 O aluno deverá... Conhecer: A relação entre conhecer Cristo pessoalmente e compartilhá-Lo apaixonadamente. O propósito desta lição é revelar que o fruto de conhecer Cristo é compartilhar Cristo. Cristãos saudáveis oram, estudam e testemunham. Sem testemunho, oração e estudo da Bíblia podem facilmente se tornar formalismo vazio ou ritual farisaico. Sentir: O desejo natural de testemunhar, que transborda de um coração convertido. Fazer: Aproveitar as oportunidades dadas por Cristo para testemunharmos e reservar tempo a cada semana para o serviço altruísta e o evangelismo. Esboço I. Conhecer: As palavras finais de Cristo A. Por que as palavras de despedida de Cristo, em Mateus 28:18-20, são tão vitais para a igreja hoje? B. Quais os dois aspectos que tornaram o testemunho dos discípulos tão eficaz? II. Sentir: Experimentando o impacto do poder do Espírito Santo A. Como você se sentiria se fizesse parte de um pequeno grupo de cristãos do Novo Testamento, cujo Mestre tivesse acabado de subir ao Céu, deixando-o com a difícil tarefa de alcançar o mundo com a mensagem do Seu amor? B. O que deu a esses discípulos tanta confiança? O que nos dá confiança de que a tarefa pode ser concluída em nossos dias? C. Qual é o papel do Espírito Santo e dos anjos na conquista de pessoas? Qual é o nosso papel? III. Fazer: Cumprindo a missão A. O que significa para você a Grande Comissão de Mateus 28:18-20? B. De que maneira você tem tentado compartilhar o amor de Jesus com outras pessoas? Resumo: Testemunhar e viver para ser uma bênção aos outros é o fruto de uma experiência íntima com Jesus. Cristianismo é muito mais do que tentar salvar a nós mesmos. Significa permitir que Jesus nos salve e nos envie como embaixadores de Sua graça, a fim de levar a outros o amor que transformou nossa vida. Quando experimentarmos esse amor, experimentaremos o verdadeiro reavivamento. Ciclo do Aprendizado Motivação Focalizando a Palavra: Mateus 28:18-20 Conceito-chave para o crescimento espiritual: Cristianismo autêntico sempre se manifesta no testemunho e serviço. Quando conhecemos Cristo, desejamos compartilhar Cristo. O reavivamento é acompanhado pelo testemunho fervoroso. Isso ocorreu no livro de Atos e ocorre na igreja hoje. Somente para o professor: O foco da lição desta semana é que todo reavivamento genuíno deve se manifestar no testemunho, que não é apenas consequência do reavivamento, mas razão essencial para sua existência. Ajude sua classe a entender que, quanto mais estivermos envolvidos no serviço de Cristo, mais perto dEle estaremos. ramos@advir.comramos@advir.com
  7. 7. Atividade de abertura: Leia com a classe a seguinte declaração do livro Caminho a Cristo. Se necessário, leve cópias do texto para distribuir aos alunos. Depois responda às perguntas seguintes à declaração. “Se vos puserdes a trabalhar como Cristo determina que Seus discípulos o façam, e conquistar almas para Ele, sentireis a necessidade de uma experiência mais profunda e um maior conhecimento das coisas divinas, e tereis fome e sede de justiça. Instareis com Deus, e vossa fé se fortalecerá e vossa alma beberá livremente da fonte da salvação. As oposições e provações que encontrardes vos impelirão para a Bíblia e para a oração. Crescereis na graça e no conhecimento de Cristo e desenvolvereis uma rica experiência”. Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 80. 1. Com base na declaração de Ellen G. White, qual é a relação entre a vida espiritual e o testemunho sobre a fé? 2. De que maneiras o testemunho contribui para o crescimento espiritual? Compreensão Só para o professor: Enfatize a importância das palavras finais de uma pessoa. Mateus 28:18-20 é a comissão dada aos discípulos por Cristo em Sua despedida. Pergunte aos alunos se eles já receberam uma carta ou e-mail de alguém que sabia que estava perto da morte. Possivelmente alguém se lembre da última noite que um filho ou filha passou em casa, antes de se mudar para outra cidade para estudar, antes de se casar ou começar a servir o Exército. Como foram esses momentos? Comentário Bíblico I. Palavras finais de Cristo (Recapitule com a classe Mateus 28:18-20.) Nossa passagem começa com a promessa de poder. Jesus disse: “Toda a autoridade [poder] Me foi dada no Céu e na Terra. Ide, portanto [...]”. A palavra “autoridade” é exousia em grego. É o mesmo poder que Jesus exerceu livremente sobre as forças do mal em Seu ministério. Com base na autoridade de Cristo e por meio do poder de Cristo Seus discípulos são enviados. A Grande Comissão é acompanhada por uma grande promessa. Eles não vão em sua força, mas na dEle. A comissão “Ide” inclui cada cristão. Nosso Senhor não chama os qualificados. Ele chama todos os cristãos e os qualifica. A prioridade é fazer discípulos de todas as nações. O cristianismo foi a primeira religião verdadeiramente internacional. As palavras de Jesus eliminam as fronteiras nacionais. Os seguidores de Cristo são membros de Sua igreja, que inclui pessoas de “cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap 14:6). A missão da igreja é alcançar o mundo com a mensagem de Jesus e Sua verdade. Para os que Lhe entregam a vida, Jesus promete Sua presença. Ele declara: “Estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:20). Embora Cristo não mais estivesse presente fisicamente com Seus discípulos, mediante o ministério do Espírito Santo, Ele continuava tão perto deles como se nunca tivesse partido. A promessa de Sua presença sustentaria a igreja na realização da missão até a volta de Cristo. Pense nisto: Quando compartilhamos a Palavra de Deus, fazemos isso com a autoridade de Jesus Cristo. Participamos com Ele da missão em relação ao mundo perdido. Como isso faz você se sentir? II. A promessa de Poder (Recapitule com a classe Atos 1:8; 2:38, 39.) A palavra para poder em Atos 1:8 é dunamis, da qual é derivada a palavra dinamite. Esse é o poder do Espírito Santo que vem sobre os que entregam a vida a Jesus, como foi prometido em Atos 2:38, 39. É o poder para vencer as forças do mal e proclamar o evangelho até os confins da Terra. O dom do Espírito Santo é absolutamente essencial para receber poder a fim de testemunhar. O reavivamento de Atos ocorreu quando os discípulos entregaram a vida à missão de alcançar o mundo com o evangelho. Quando a igreja de Cristo obedecer à ordem de anunciar a boa-nova de Sua graça ao mundo, Seu Espírito cairá com pleno poder, para que ela seja fortalecida e realize a tarefa dada por Ele. De acordo com Atos 2, a promessa do Espírito Santo não foi apenas para a igreja do Novo Testamento, mas para Seu povo até o fim do tempo. Em seu sermão no dia de Pentecostes, Pedro assegurou aos convertidos recém-batizados que a promessa era “para [eles...], para [seus] filhos e para todos os que ainda [estavam] longe, isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, [chamasse]” (At 2:39). A promessa do Espírito Santo é para todas as gerações de cristãos. É especialmente necessária para Sua igreja dos últimos dias para terminar a obra de Deus na Terra. Sem o derramamento do Espírito Santo, a tarefa de anunciar o evangelho aos confins da Terra é impossível. Mas, pelo poder de Jesus, manifesto em Seu Espírito, o impossível se torna possível (Mt 19:26). Nossa maior necessidade é o derramamento do Espírito Santo, mas Deus não O derramará sobre uma igreja que tem pouco interesse em testemunhar. Pense nisto: Pouco antes de Jesus subir ao Céu, Ele prometeu enviar o mais precioso dom de Deus à Sua igreja na Terra, o dom do Espírito Santo. Quando testemunhamos de Jesus, o fazemos com Sua autoridade e no poder do Espírito Santo. Por que, então, às vezes somos tão impotentes no testemunho? III. Encontros divinos (Recapitule com a classe Atos 8–10.) Ao estudar a experiência de Filipe e o etíope, na lição de quinta-feira, destaque o poder miraculoso de Deus, descrito em Atos 8–10. O Espírito Santo abriu as portas para três grupos de pessoas em tempo muito curto. Em Atos 8, vemos o ramos@advir.comramos@advir.com
  8. 8. continente africano se abrindo para o evangelho. O tesoureiro da Etiópia recebeu Cristo quando o Espírito Santo conduziu Filipe até ele. Em Atos 9, Saulo foi convertido. Seu nome e sua vida foram transformados. Paulo proclamou o evangelho por toda a Ásia Menor, e igrejas foram levantadas em todo o mundo mediterrâneo. Em Atos 10, Deus deu sonhos tanto a Cornélio quanto a Pedro a fim de prepará-los para um encontro divino. Cornélio, líder do exército romano, aceitou Cristo e, sem dúvida, influenciou seus associados romanos. Relembre à classe que quando aproveitamos as oportunidades que Cristo oferece, Ele abrirá portas que não podemos sequer imaginar. Pense nisto: Deus prepara pessoas para nosso testemunho antes de as conhecermos. Como essa preparação acontece? Aplicação Só para o professor: Use as seguintes perguntas para enfatizar a necessidade de que cada cristão se envolva ativamente no testemunho. Perguntas para reflexão 1. Por que o reavivamento não é possível sem compromisso com o testemunho? 2. Qual é o papel do reavivamento no testemunho? Qual é o papel do testemunho no reavivamento? Perguntas para aplicação Quais atividades de testemunho podemos realizar como classe da Escola Sabatina? Que atividades podem ser semanais ou mensais? Atividades de testemunho: Analise com a classe vários projetos de testemunho e missão nos quais vocês podem participar juntos. Aqui estão algumas possibilidades: 1. Faça uma lista de ex-membros da igreja e pessoas afastadas. Comece a orar por eles e dedique um sábado por mês para visitá-los. 2. Faça uma lista de pessoas que estão no hospital ou em casas de repouso e visite-as mensalmente. 3. Separe um sábado a cada dois meses para distribuir literatura no bairro da igreja. 4. Que outras coisas você pode imaginar? Faça sua lista e escolha algumas atividades de testemunho para realizar com a classe. Atividades práticas Somente para o professor: O ponto principal na lição desta semana é que, sem testemunho não pode haver reavivamento. O Espírito Santo vem para fortalecer o testemunho de modo que alcancemos os outros com o evangelho. Orar pelo reavivamento inclui orar pelos perdidos e fazer tudo o que pudermos para alcançá-los para Jesus. 1. Sua experiência com Jesus aprofundou o desejo de testemunhar de Seu amor? 2. Houve um momento em sua vida em que você se envolvia ativamente no serviço de Cristo? Você se sentia mais perto de Jesus? Por quê? 3. É possível nós nos tornarmos tão envolvidos que fiquemos esgotados, negligenciando a oração e estudo da Bíblia. Como podemos evitar que isso aconteça? Planejando atividades: O que sua classe de Escola Sabatina pode fazer na próxima semana como resposta ao estudo da lição? ramos@advir.comramos@advir.com

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