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Rituais e cerimônias da igreja
Lição 9                                                                                             24 de novembro a 1º de dezembro
 VERSO PARA MEMORIZAR: “Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo
                    para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (At 2:38).

Esta palavra de segurança é oferecida a todos os que possuem fé em Deus. Recebam esta maravilhosa
promessa. Não é um ser humano quem está falando. "Assim diz o Senhor dos Exércitos: Se andares nos Meus
caminhos e se observares as Minhas ordenanças, também tu julgarás a Minha casa e também guardarás os Meus
átrios, e te darei lugar entre os que estão aqui." Zac. 3:7. Review and Herald, 30 de abril de 1901.

Objetivo: Entender que Deus institui ordenanças para o nosso ensino e participação no plano da redenção,
compreendidas e praticadas fortalecem a nossa fé e união.


                                        Domingo: Especificando os ritos sagrados

1. Existe fundamento bíblico para chamar os atos sagrados de “ordenanças”? Mt 28:19, 20; Jo 13:14; 1Co 11:23-26
Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à
consumação do século. (Mat. 28:19-20)
Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. (João
13:14)
Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e,
tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por
semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue;
fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e
beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. (1 Cor. 11:23-26)

- O batismo, o lava-pés e a santa ceia são chamados apropriadamente de “ordenanças”, porque foram ordenados por
Jesus a seus servos (Mat. 28:19-20; João 13:14; 1 Cor. 11:23-26). Os apóstolos pregaram sobre a necessidade e urgência
do batismo (Atos 2:38; 10:47-48; 22:16), Obedecendo as escrituras as multidões eram batizadas, formando assim a
Igreja do Novo Testamento (Atos 2:41 e 47; 8:12).

O rito do batismo e o da Ceia do Senhor são dois monumentos comemorativos. ... Sobre essas ordenanças
Cristo inscreveu o nome do Deus verdadeiro. Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 389.

Depois, havendo lavado os pés aos discípulos, Ele disse: "Eu vos dei o exemplo, para que como Eu vos fiz, façais vós
também." João 13:15. ... Pelo ato de nosso Senhor, esta cerimônia humilhante tornou-se uma ordenança
consagrada. Devia ser observada pelos discípulos, a fim de poderem conservar sempre em mente Suas
lições de humildade e serviço. O Desejado de Todas as Nações, 650.


                                                      Segunda: Batismo

Significado:
• Morte e Ressurreição de Cristo. Mar. 10:38; Luc. 12:50 ; Rom. 6:3-5 .
• Morte Para o Pecado e Vida agora para Deus. Rom. 6:1-14; Gál. 2:19 ; II Cor. 5:17 ; Col. 2:12; II Cor. 6:17 .
• Confirmação de Aliança. Col. 2:11 e 12 ; Gál. 3:27-29 ; Jer. 31:33 .
• Filiação na Família Celeste. Atos 2:41 e 47; Jo. 1:12-13; I Cor. 12:13; II Cor. 6:17 e 18; I Jo. 3:1.
• Consagração ao Serviço de Cristo. Mat. 3:11 ; Isa. 4:4 ; Isa. 1:25 ; Heb. 12:29 ; Atos 1:5 e 8 ; Apoc. 14:6 -12.

Fazendo do batismo o sinal de entrada para o Seu reino espiritual , Cristo o estabeleceu como condição
positiva à qual têm de atender os que desejam ser reconhecidos como estando sob a jurisdição do Pai, do
Filho e do Espírito Santo. Antes que o homem possa obter abrigo na igreja, antes de transpor mesmo o limiar do
reino espiritual de Deus, deve receber a impressão do nome divino - "O Senhor Justiça Nossa". Jer. 23:6.
Simboliza o batismo soleníssima renúncia do mundo. Os que ao iniciar a carreira cristã são batizados em
nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, declaram publicamente que renunciaram o serviço de Satanás,
e se tornaram membros da família real, filhos do celeste Rei. Obedeceram ao preceito que diz: "Saí do meio
deles, e apartai-vos... e não toqueis nada imundo." Cumpriu-se em relação a eles a promessa divina: "E Eu vos receberei;
e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor todo-poderoso." II Cor. 6:17 e 18. Testemunhos
Seletos, vol. 2, p. 389.

Quando nos submetemos ao solene rito do batismo, testificamos aos anjos e aos homens que somos purificados de
nossos antigos pecados, e que daí em diante, havendo morrido para o mundo, buscaremos "as coisas que são de cima".
Col. 3:1. Não esqueçamos nossos votos batismais. Em presença das três mais altas potências celestes - o Pai, o Filho e o
Espírito Santo - comprometemo-nos a fazer a vontade dAquele que... declarou: "Eu sou a ressurreição e a vida". João
11:25. Cristo perdoa todo pecador arrependido e quando o perdoado, por ocasião do batismo, se ergue da sepultura
líquida, é declarado nova criatura, cuja vida está escondida com Cristo em Deus. Lembremo-nos sempre de que é nosso
alto privilégio ser purificados de nossos pecados antigos. Review and Herald, 26 de maio de 1904.
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“O batismo é um rito muito importante e sagrado. Importa compreender bem seu sentido. Simboliza
arrependimento do pecado e começo de uma vida nova em Cristo Jesus. Não deve haver nenhuma precipitação
na administração desse rito. Pais e filhos devem avaliar os compromissos que por ele assumem”. Testemunhos
para a igreja, v.6, p. 93.

2. Que experiência espiritual deve ocorrer antes do batismo? Rm 10:17; Lc 3:8

E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo. (Rom. 10:17)

Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão;
porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. (Luc. 3:8)

Desenvolver confiança na divindade, que vem através da Palavra de Deus; e confirmá-la em frutos do arrependimento.
Aquelas almas produziram frutos dignos de arrependimento. Creram e foram batizadas, e levantaram-se
para andar em novidade de vida - como novas criaturas em Cristo Jesus; não para se conformarem aos
desejos anteriores, mas, pela fé no Filho de Deus, seguir-Lhe os passos, refletir-Lhe o caráter, e purificar-se
assim como Ele é puro. As coisas que antes odiavam, agora amavam; e as que antes amavam, passaram a odiar. Os
orgulhosos e presunçosos tornaram-se mansos e humildes de coração. Os vaidosos e arrogantes se fizeram sérios e
acessíveis. Os profanos se tornaram reverentes, sóbrios os bêbados, os devassos puros. As modas vãs do mundo foram
postas de parte. Os cristãos procuravam não o "enfeite ... exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na
compostura dos vestidos; mas o homem encoberto no coração; no incorruptível trajo de um espírito manso e quieto, que
é precioso diante de Deus". I Ped. 3:3 e 4. Os despertamentos resultaram em profundo exame de coração e
humildade. O Grande Conflito, 461-462.


                                        Terça: Ordenança da humildade (lava-pés)

Significado:
• Memorial da disposição humilde, incondicional e voluntária de servir exemplificada por Cristo. Mat. 20:28 ; Filip. 2:7 .
• Símbolo de uma purificação mais elevada (do interior, da mente, do motivo da ação). João 13:10 ; Gál. 5:13 .
• A reconciliação mútua dos irmãos em humildade e perdão. João 13:14 ; Mat. 6:14 e 15 .
• União e companheirismo com Cristo e com os crentes. João 13:8; João 13:34 ; Gál. 5:13.

3. Que verdade fundamental os discípulos precisaram aprender? Lc 22:24-27; Mt 18:1; 20:21
Suscitaram também entre si uma discussão sobre qual deles parecia ser o maior. Mas Jesus lhes disse: Os reis dos
povos dominam sobre eles, e os que exercem autoridade são chamados benfeitores. Mas vós não sois
assim; pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve. Pois
qual é maior: quem está à mesa ou quem serve? Porventura, não é quem está à mesa? Pois, no meio de vós, eu sou
como quem serve. (Luc. 22:24-27)
Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos, perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino dos
céus? (Mat. 18:1)
Perguntou-lhe ele: Que queres? Ela respondeu: Manda que, no teu reino, estes meus dois filhos se assentem, um
à tua direita, e o outro à tua esquerda. (Mat. 20:21)

- O Reino de Deus é antagônico ao deste mundo “todo aquele que quiser, entre vós, fazer-se grande, que seja vosso
serviçal; e qualquer que, entre vós, quiser ser o primeiro, que seja vosso servo” seguindo o modelo de caráter, utilidade e
eficiência “bem como o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e para dar a sua vida em resgate de
muitos”.
Não se alcança posição no reino de Deus mediante favoritismo. Não é adquirida nem recebida mediante
concessão arbitrária. É o resultado do caráter. A coroa e o trono são a prova de uma condição conquistada -
prova do domínio do eu por meio da graça de nosso Senhor Jesus Cristo.
Muito tempo depois, quando João havia sido levado à apreciação de Cristo mediante participação nos Seus
sofrimentos, o Senhor Jesus lhe revelou qual a condição de estar perto de Seu reino. "Ao que vencer", disse
Cristo, "lhe concederei que se assente comigo no Meu trono; assim como Eu venci, e Me assentei com Meu Pai no Seu
trono." Apoc. 3:21. Aquele que permanece mais próximo de Cristo é o que tem bebido mais profundamente de Seu
espírito de amor que vai ao sacrifício - amor que "não trata com leviandade, não se ensoberbece... não busca os seus
interesses, não se irrita, não suspeita mal" (I Cor. 13:4 e 5) - amor que atua no discípulo, como atuou em nosso
Senhor, levando-O a dar tudo, a viver, a trabalhar e sacrificar-Se até à própria morte, pela salvação da
humanidade. Atos dos Apóstolos, 543.

Em Sua vida e ensinos, Cristo deu um perfeito exemplo do abnegado ministério que tem sua origem em Deus. Deus não
vive para Si. Criando o mundo, mantendo todas as coisas, Ele está constantemente ministrando em
benefício de outros. O Desejado de Todas as Nações, 649.

4. O que podemos aprender com o lava-pés, como parte da cerimônia de comunhão? Jo 13:1-17
O Mestre instituiu a cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir
um ao outro em humildade semelhante à de Cristo e para unir nossos corações em amor. O Serviço da Comunhão é
franqueado a todos os crentes cristãos. João 13:1-17. Nisto Cremos, Doutrina fundamental, no 16.


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A reconciliação mútua dos irmãos é a obra para que foi estabelecido o rito do lava-pés . ... Quando quer que
celebrada, Cristo está presente por meio de Seu Santo Espírito. Esse Espírito é que produz convicção nos corações.
Ao celebrar Cristo este rito com Seus discípulos, o sentimento de pecado se manifestou no coração de todos, exceto no
de Judas. Assim também o sentimento de pecado se apoderará de nós, ao falar-nos Cristo ao coração. As fontes da
alma serão abertas. A mente será fortalecida e, entrando em atividade e vida, destruirá toda barreira que
haja causado desunião e afastamento. Os pecados que hajam sido cometidos aparecerão com mais
notoriedade que nunca antes; pois o Espírito Santo no-los trará à lembrança. Evangelismo, pág. 275.

A celebração dessas ordenanças é o cumprimento da ordem: "Se Eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis
também lavar os pés uns aos outros." João 13:14. Que lugar esse para silenciar disputas, para perdoar aos que
nos fizeram algum agravo! Esta é a ocasião para, se alguém tem alguma coisa contra seu irmão, endireitar,
liquidar qualquer questão. Haja perdão mútuo. Não seja levado para o altar fogo estranho. Nenhuma
malevolência, ódio nenhum seja nutrido por aqueles que se reúnem em torno da mesa da comunhão.
Manuscrito 19, 1892.


                                                Quarta: Ceia do Senhor

Significado:
• Comemoração da libertação do pecado (Transição do que era anteriormente o festival da páscoa). Êxo. 12:3-8; João 6:47-54.
• Comunhão da igreja (congregação dos fieis) com Cristo. I Cor. 10:16 e 17.
• Antegozo da segunda vinda. I Cor. 11:26; Mat. 26:29; Apoc.19:9.

“A Páscoa apontava para a libertação dos filhos de Israel no passado, e também era um tipo, apontando para o futuro
Cristo, o Cordeiro de Deus, que seria imolado para a redenção do homem caído. O sangue aspergido nos
batentes das portas prefigurava o sangue expiatório de Cristo, e também o fato de que o pecador
dependeria continuamente dos méritos desse sangue para a proteção contra o poder de Satanás, e para a
redenção final”. Ellen G. White, The Spirit of Prophecy [O Espírito de Profecia], v. 1, p. 201).

5. Qual é o significado evidente de comer o pão e beber o vinho? Por que é importante ver isso em termos de
símbolos? Mt 26:26-28

Enquanto comiam, tomou Jesus um pão, e, abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei;
isto é o meu corpo. A seguir, tomou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos, dizendo: Bebei dele
todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de
pecados. (Mat. 26:26-28)

Os crentes alimentam-se de Cristo, no sentido que Ele é o Pão da vida João 6:32-35, ao participarem da Palavra de Deus e
praticá-la será visto o poder vivificador de Cristo.
O pão e o fruto da vide. Jesus utilizou muitas metáforas para ensinar diferentes verdades a Seu próprio respeito. Ele
disse: “Eu sou a porta” (João 10:7), “Eu sou o caminho” (João 14:6), “Eu sou a videira” (João 15:1) e “Eu sou o Pão da
vida” (João 6:35). Não podemos tomar qualquer dessas expressões em sentido literal, pois Ele não Se encontra presente
em nenhuma porta, caminho ou vinha. Essas figuras, contudo, ilustram verdades espirituais profundas. Na oportunidade
em que alimentou miraculosamente a multidão de cinco mil pessoas, Jesus revelou o significado mais profundo de Seu
corpo e sangue. Sendo o Pão verdadeiro, Ele declarou: “Em verdade, em verdade vos digo: não foi Moisés quem vos deu
o pão do Céu; o verdadeiro pão do Céu é Meu Pai quem vós dá. Porque o pão de Deus é o que desce do Céu e dá vida ao
mundo. Então, lhe disseram: Senhor, dá-nos sempre desse pão. Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o Pão da vida; o que
vem a Mim jamais terá fome; e o que crê em Mim jamais terá sede” (João 6:32-35). Ele ofereceu Seu corpo e Seu
sangue a fim de satisfazer a fome e a sede de nossas mais profundas necessidades e anseios (João 6:50-54).
O pão pascal comido por Jesus era sem fermento, e o fruto da vide era sem álcool. O fermento, que faz a massa de pão
crescer, era considerado como símbolo do pecado (I Cor. 5:7 e 8); conseqüentemente, seria um símbolo inapropriado do
Cordeiro “sem defeito e sem mácula” (I Ped. 1:19). Somente o pão sem fermento poderia simbolizar o corpo de Cristo
sem pecado. Da mesma forma, somente o puro suco de uva – fruto não fermentado da vide – poderia simbolizar
apropriadamente a imaculada perfeição do purificador sangue de Cristo. Nisto Cremos.

Disse nosso Salvador: "Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o Seu sangue, não tereis vida em
vós mesmos. ... Porque a Minha carne verdadeiramente é comida, e o Meu sangue verdadeiramente é bebida." João 6:53-
55. Isso é verdade quanto à nossa natureza física. Mesmo esta vida terrestre devemos à morte de Cristo. O
pão que comemos, é o preço de Seu corpo quebrantado. A água que bebemos é comprada com Seu
derramado sangue. Nunca alguém, seja santo ou pecador, toma seu alimento diário, que não seja nutrido
pelo corpo e o sangue de Cristo. A cruz do Calvário acha-se estampada em cada pão. Reflete-se em toda
fonte de água. Tudo isso ensinou Cristo ao indicar os emblemas de Seu grande sacrifício. A luz irradiada
daquele serviço de comunhão no cenáculo torna sagradas as provisões de nossa vida diária. A mesa familiar torna-se
como a mesa do Senhor, e cada refeição um sacramento.
E quão mais verdadeiras são as palavras de Cristo quanto a nossa natureza espiritual ! Declara Ele: "Quem
come a Minha carne e bebe o Meu sangue tem a vida eterna." É recebendo a vida por nós derramada na cruz do
Calvário, que podemos viver a vida de santidade. E essa vida transmite-se-nos ao receber Sua palavra,
fazendo as coisas que Ele ordenou. Tornamo-nos então um com Ele. "Quem come a Minha carne e bebe o Meu
sangue permanece em Mim e Eu nele. Assim como o Pai, que vive, Me enviou, e Eu vivo pelo Pai, assim, quem de Mim se
alimenta, também viverá por Mim." João 6:54, 56 e 57. Esta escritura aplica-se, em sentido especial, à santa
comunhão. Quando a fé contempla o grande sacrifício de nosso Senhor, a alma assimila a vida espiritual de
Cristo. Essa alma receberá vigor espiritual de cada comunhão. O serviço forma uma viva conexão pela qual


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o crente é ligado a Cristo, e assim ao Pai. Isso forma, em especial sentido, uma união entre os dependentes
seres humanos, e Deus.
Ao recebermos o pão e o vinho simbolizando o corpo partido de Cristo e Seu sangue derramado, unimo-nos,
pela imaginação, à cena da comunhão no cenáculo. Afigura-se-nos estar atravessando o jardim consagrado pela
agonia dAquele que levou sobre Si os pecados do mundo. Testemunhamos a luta mediante a qual foi obtida nossa
reconciliação com Deus. Cristo crucificado apresenta-Se entre nós.
Contemplando o crucificado Redentor, compreendemos mais plenamente a magnitude e significação do sacrifício feito
pela Majestade do Céu. O plano da salvação glorifica-se aos nossos olhos, e a idéia do Calvário desperta vivas e sagradas
emoções em nossa alma. No coração e nos lábios achar-se-ão louvores a Deus e ao Cordeiro; pois o orgulho e o culto de
si mesmo não podem crescer na alma que conserva sempre vivas na memória as cenas do Calvário.
Aquele que contempla o incomparável amor do Salvador, será elevado no pensamento, purificado no
coração, transformado no caráter. Sairá para servir de luz ao mundo, para refletir, em certa medida, este
misterioso amor. Quanto mais contemplarmos a cruz de Cristo, tanto mais adotaremos a linguagem do apóstolo
quando disse: "Mas longe esteja de mim gloriar-me a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo
está crucificado para mim e eu para o mundo." Gál. 6:14. O Desejado de Todas as Nações, 660-661.

6. Que importante verdade doutrinária sobre a cruz é revelada nos símbolos da Santa Ceia? 1Co 11:24-26

e, tendo dado graças, o partiu (o pão) e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de
mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança
no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes
este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. (1 Cor. 11:24-26)

- No sacrifício de cristo na cruz, Seu corpo foi partido (simbolizado pelo pão), e Seu sangue (simbolizado pelo suco da vide)
derramado em nosso lugar; isso representa a aliança divina de salvação; quando participamos da cerimônia com
consciência, relembramos Sua morte e anunciamos a Sua segunda vinda.

O pão e o vinho representam o corpo e o sangue de Jesus. Assim como o pão foi partido e o vinho tomado, o
corpo de Jesus foi partido e Seu sangue derramado por nós. Comendo o pão e bebendo o vinho,
demonstramos que cremos neste fato. Mostramos que nos arrependemos de nossos pecados e que
aceitamos a Cristo como nosso Salvador. Vida de Jesus, 98.

Os símbolos da casa do Senhor são simples e facilmente compreensíveis, e as verdades por eles representadas são-nos
da mais profunda significação. Ao estabelecer o rito sacramental para substituir a Páscoa, Cristo deixou para a
igreja um memorial de Seu grande sacrifício em prol do homem. "Fazei isto", disse Ele, "em memória de Mim."
Era esse o ponto de transição entre duas dispensações e suas duas grandes festas. Uma iria terminar para sempre; a
outra, que Ele acabava de estabelecer, iria substituí-la, e continuar através dos séculos como o memorial de
Sua morte. Review and Herald, 22 de junho de 1897.

É nessas ocasiões (nas ordenanças do lava-pés e da ceia), indicadas por Ele mesmo, que Cristo Se encontra com Seu
povo, e os revigora por Sua presença. ... Todos quantos ali chegam com a fé baseada nEle, serão
grandemente abençoados. Todos quantos negligenciam esses períodos de divino privilégio, sofrerão prejuízo. Deles se
poderia quase dizer: "Nem todos estais limpos." João 13:11. …
Mas o momento da comunhão não deve ser um período de tristeza. Não é esse o seu desígnio. ... Não tragam
à memória as diferenças existentes entre si e seus irmãos. A cerimônia preparatória (o lava-pés) abrangeu
tudo isso. …
Agora, chegam para se encontrar com Cristo. Não devem permanecer à sombra da cruz, mas à sua luz
salvadora. Abram a alma aos brilhantes raios do Sol da Justiça. Corações limpos pelo preciosíssimo sangue de
Cristo, na plena consciência de Sua presença, se bem que invisível, devem-Lhe ouvir as palavras: "Deixo-vos
a paz, a Minha paz vos dou." João 14:27. O Desejado de Todas as Nações, págs. 656-659. (acrescentei os parêntesis).


                                    Quinta: Esperança da segunda vinda de Cristo

7. Que grande esperança é apresentada na cerimônia da Santa Ceia? 1Co 11:26

e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por
semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue;
fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e
beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. (1 Cor. 11:24-26)

- A esperança da segunda vinda de Jesus.
A santa ceia aponta à segunda vinda de Cristo. Foi destinada a conservar viva essa esperança na mente dos
discípulos. Sempre que se reuniam para comemorar Sua morte, contavam como Ele, "tomando o cálice, e dando
graças, deu-lhes, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o Meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é
derramado por muitos, para remissão dos pecados. E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide até
aquele dia em que o beba de novo convosco no reino de Meu Pai". Mat. 26:27-29. Nas tribulações, encontravam
conforto na esperança da volta de seu Senhor. Indizivelmente precioso era para eles o pensamento: "Todas as
vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha." I Cor. 11:26.
Estas são as coisas que nunca devemos esquecer. O amor de Jesus com Seu subjugante poder, deve ser mantido vivo em
nossa memória. Cristo instituiu este serviço para que ele nos falasse aos sentidos acerca do amor de Deus,
expresso em nosso favor. Não pode haver união entre nossa alma e Deus, senão por meio de Cristo. A união e o
                                                     ramos@advir.com
amor entre irmão e irmão devem ser cimentados e feitos eternos pelo amor de Jesus. E nada menos que a
morte de Cristo podia tornar eficaz o Seu amor por nós. É unicamente por causa de Sua morte, que
podemos esperar com alegria Sua segunda vinda. Seu sacrifício é o centro de nossa esperança. Nele nos
cumpre fixar a nossa fé. O Desejado de Todas as Nações, 659-660.

8. Que benefício haveria na primeira vinda de Cristo sem a segunda vinda?

- O plano divino é completo, toda a Sua obra é importante, não pode ser separado, por isso é o evangelho eterno. Apoc.
14:6.
Como a mensagem do primeiro advento de Cristo anunciava o reino de Sua graça, assim a de Sua segunda
vinda anuncia o reino de Sua glória. E a segunda, como a primeira mensagem, acha-se baseada nas
profecias. O Desejado de Todas as Nações, 234.

A mensagem evangélica, pregada pelos discípulos de Cristo, era a anunciação de Sua primeira vinda ao
mundo. Trouxe aos homens as boas-novas de salvação pela fé nEle. Apontava para Sua segunda vinda em
glória para redimir Seu povo, e deu aos homens a esperança de partilhar da herança dos santos na luz pela fé e
obediência. Esta mensagem é dada à humanidade hoje em dia, e, neste tempo, está ligada à anunciação da
breve volta de Cristo. Os sinais de Sua vinda dados por Ele mesmo, cumpriram-se; e assim, pelos ensinos da Palavra
de Deus podemos saber que o Senhor está à porta. Parábolas de Jesus, 227.

9. Que promessa especial deve ser lembrada quando participamos da Santa Ceia? Mt 26:29
E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de
beber, novo, convosco no reino de meu Pai. (Mat. 26:29)

- A promessa é que Jesus fará uma ceia para Seu povo em Seu reino de glória, a ceia das bodas do Cordeiro.
Cristo, conforme foi declarado pelo profeta Daniel, receberá do Ancião de Dias, no Céu, o domínio, e a honra, e o reino";
receberá a Nova Jerusalém, a capital de Seu reino, "adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido". Dan. 7:14;
Apoc. 21:2. Tendo recebido o reino, Ele virá em glória, como Rei dos reis e Senhor dos senhores, para a
redenção de Seu povo, que deve assentar-se "com Abraão, Isaque e Jacó", à Sua mesa, em Seu reino (Mat. 8:11;
Luc. 22:30), a fim de participar da ceia das bodas do Cordeiro. Cristo em Seu Santuário, p. 100.

Tanto no Antigo como no Novo Testamento, as relações conjugais são empregadas para representar a terna e sagrada
união que existe entre Cristo e Seu povo. Ao espírito de Jesus, a alegria das bodas apontava ao regozijo daquele
dia em que levará Sua esposa para o lar do Pai, e os remidos juntamente com o Redentor se assentarão
para a ceia das bodas do Cordeiro. O Desejado de Todas as Nações, pág. 151.


                                               Sexta: Estudo adicional
Conclusão: Em “Rituais e cerimônias da igreja” aprendi que …

- Deus institui ordenanças para o nosso ensino e participação ativa no plano da redenção, compreendidas e praticadas
fortalecem a nossa fé e união.

Domingo - Especificando os ritos sagrados: O batismo, o lava-pés e a santa ceia são chamados apropriadamente de
“ordenanças”, porque foram ordenados por Jesus a seus servos (Mat. 28:19-20; João 13:14; 1 Cor. 11:23-26). Os
apóstolos pregaram sobre a necessidade e urgência do batismo (Atos 2:38; 10:47-48; 22:16), Obedecendo as escrituras
as multidões eram batizadas, formando assim a Igreja do Novo Testamento (Atos 2:41 e 47; 8:12).

Segunda - Pelo Batismo confessamos nossa fé na morte e ressurreição de Jesus Cristo, e atestamos nossa morte para o
pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida. Assim reconhecemos a Cristo como Senhor e Salvador, tornamo-
nos Seu povo e somos aceitos como membros por Sua Igreja. O batismo é um símbolo de nossa união com Cristo, do
perdão de nossos pecados e de nosso recebimento do Espírito Santo. É por imersão na água e depende de uma afirmação
da fé em Jesus e da evidência de arrependimento do pecado. Segue-se à instrução na Escrituras Sagradas e à aceitação
de seus ensinos. Mateus 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Romanos 6:1-6: Gálatas 3:27; I Coríntios 12:13;
Colossenses 2:21 e 13; I Pedro 3:21. Nisto Cremos, Doutrina fundamental, no 15.

Terça - Ordenança da humildade: O Mestre instituiu a cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação,
para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo e para unir nossos corações em
amor. O Serviço da Comunhão é franqueado a todos os crentes cristãos. João 13:1-17. Nisto Cremos, Doutrina
fundamental, no 16. Quanto a necessidade da participação na ordenança, leia com atenção o verso 8.

Quarta - A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle,
nosso Salvador e Senhor. Nessa experiência de comunhão, Cristo está presente para encontrar-Se com Seu povo e
fortalecê-lo. Participando da Ceia, proclamamos alegremente a morte do nosso Senhor até que Ele volte. A preparação
envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. Mateus 26:17-30; I Coríntios 11:23-30; 10:16 e 17; João
6:48-63; Apocalipse 3:20. Nisto Cremos, Doutrina fundamental, no 16.

Quinta – A santa ceia tem como objetivo dirigir a mente para à volta de Cristo. Vivemos em alegria e gratidão pelo
cumprimento de Suas promessas em nossa vida, e nas dificuldades e tribulações, sempre encontramos orientações
adequadas para a necessidade, e conforto na Esperança da segunda vinda de Cristo.


                                                   ramos@advir.com

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Rituais e cerimônias da igreja

  • 1. Rituais e cerimônias da igreja Lição 9 24 de novembro a 1º de dezembro VERSO PARA MEMORIZAR: “Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (At 2:38). Esta palavra de segurança é oferecida a todos os que possuem fé em Deus. Recebam esta maravilhosa promessa. Não é um ser humano quem está falando. "Assim diz o Senhor dos Exércitos: Se andares nos Meus caminhos e se observares as Minhas ordenanças, também tu julgarás a Minha casa e também guardarás os Meus átrios, e te darei lugar entre os que estão aqui." Zac. 3:7. Review and Herald, 30 de abril de 1901. Objetivo: Entender que Deus institui ordenanças para o nosso ensino e participação no plano da redenção, compreendidas e praticadas fortalecem a nossa fé e união. Domingo: Especificando os ritos sagrados 1. Existe fundamento bíblico para chamar os atos sagrados de “ordenanças”? Mt 28:19, 20; Jo 13:14; 1Co 11:23-26 Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século. (Mat. 28:19-20) Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. (João 13:14) Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. (1 Cor. 11:23-26) - O batismo, o lava-pés e a santa ceia são chamados apropriadamente de “ordenanças”, porque foram ordenados por Jesus a seus servos (Mat. 28:19-20; João 13:14; 1 Cor. 11:23-26). Os apóstolos pregaram sobre a necessidade e urgência do batismo (Atos 2:38; 10:47-48; 22:16), Obedecendo as escrituras as multidões eram batizadas, formando assim a Igreja do Novo Testamento (Atos 2:41 e 47; 8:12). O rito do batismo e o da Ceia do Senhor são dois monumentos comemorativos. ... Sobre essas ordenanças Cristo inscreveu o nome do Deus verdadeiro. Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 389. Depois, havendo lavado os pés aos discípulos, Ele disse: "Eu vos dei o exemplo, para que como Eu vos fiz, façais vós também." João 13:15. ... Pelo ato de nosso Senhor, esta cerimônia humilhante tornou-se uma ordenança consagrada. Devia ser observada pelos discípulos, a fim de poderem conservar sempre em mente Suas lições de humildade e serviço. O Desejado de Todas as Nações, 650. Segunda: Batismo Significado: • Morte e Ressurreição de Cristo. Mar. 10:38; Luc. 12:50 ; Rom. 6:3-5 . • Morte Para o Pecado e Vida agora para Deus. Rom. 6:1-14; Gál. 2:19 ; II Cor. 5:17 ; Col. 2:12; II Cor. 6:17 . • Confirmação de Aliança. Col. 2:11 e 12 ; Gál. 3:27-29 ; Jer. 31:33 . • Filiação na Família Celeste. Atos 2:41 e 47; Jo. 1:12-13; I Cor. 12:13; II Cor. 6:17 e 18; I Jo. 3:1. • Consagração ao Serviço de Cristo. Mat. 3:11 ; Isa. 4:4 ; Isa. 1:25 ; Heb. 12:29 ; Atos 1:5 e 8 ; Apoc. 14:6 -12. Fazendo do batismo o sinal de entrada para o Seu reino espiritual , Cristo o estabeleceu como condição positiva à qual têm de atender os que desejam ser reconhecidos como estando sob a jurisdição do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Antes que o homem possa obter abrigo na igreja, antes de transpor mesmo o limiar do reino espiritual de Deus, deve receber a impressão do nome divino - "O Senhor Justiça Nossa". Jer. 23:6. Simboliza o batismo soleníssima renúncia do mundo. Os que ao iniciar a carreira cristã são batizados em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, declaram publicamente que renunciaram o serviço de Satanás, e se tornaram membros da família real, filhos do celeste Rei. Obedeceram ao preceito que diz: "Saí do meio deles, e apartai-vos... e não toqueis nada imundo." Cumpriu-se em relação a eles a promessa divina: "E Eu vos receberei; e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor todo-poderoso." II Cor. 6:17 e 18. Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 389. Quando nos submetemos ao solene rito do batismo, testificamos aos anjos e aos homens que somos purificados de nossos antigos pecados, e que daí em diante, havendo morrido para o mundo, buscaremos "as coisas que são de cima". Col. 3:1. Não esqueçamos nossos votos batismais. Em presença das três mais altas potências celestes - o Pai, o Filho e o Espírito Santo - comprometemo-nos a fazer a vontade dAquele que... declarou: "Eu sou a ressurreição e a vida". João 11:25. Cristo perdoa todo pecador arrependido e quando o perdoado, por ocasião do batismo, se ergue da sepultura líquida, é declarado nova criatura, cuja vida está escondida com Cristo em Deus. Lembremo-nos sempre de que é nosso alto privilégio ser purificados de nossos pecados antigos. Review and Herald, 26 de maio de 1904. ramos@advir.com
  • 2. “O batismo é um rito muito importante e sagrado. Importa compreender bem seu sentido. Simboliza arrependimento do pecado e começo de uma vida nova em Cristo Jesus. Não deve haver nenhuma precipitação na administração desse rito. Pais e filhos devem avaliar os compromissos que por ele assumem”. Testemunhos para a igreja, v.6, p. 93. 2. Que experiência espiritual deve ocorrer antes do batismo? Rm 10:17; Lc 3:8 E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo. (Rom. 10:17) Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. (Luc. 3:8) Desenvolver confiança na divindade, que vem através da Palavra de Deus; e confirmá-la em frutos do arrependimento. Aquelas almas produziram frutos dignos de arrependimento. Creram e foram batizadas, e levantaram-se para andar em novidade de vida - como novas criaturas em Cristo Jesus; não para se conformarem aos desejos anteriores, mas, pela fé no Filho de Deus, seguir-Lhe os passos, refletir-Lhe o caráter, e purificar-se assim como Ele é puro. As coisas que antes odiavam, agora amavam; e as que antes amavam, passaram a odiar. Os orgulhosos e presunçosos tornaram-se mansos e humildes de coração. Os vaidosos e arrogantes se fizeram sérios e acessíveis. Os profanos se tornaram reverentes, sóbrios os bêbados, os devassos puros. As modas vãs do mundo foram postas de parte. Os cristãos procuravam não o "enfeite ... exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura dos vestidos; mas o homem encoberto no coração; no incorruptível trajo de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus". I Ped. 3:3 e 4. Os despertamentos resultaram em profundo exame de coração e humildade. O Grande Conflito, 461-462. Terça: Ordenança da humildade (lava-pés) Significado: • Memorial da disposição humilde, incondicional e voluntária de servir exemplificada por Cristo. Mat. 20:28 ; Filip. 2:7 . • Símbolo de uma purificação mais elevada (do interior, da mente, do motivo da ação). João 13:10 ; Gál. 5:13 . • A reconciliação mútua dos irmãos em humildade e perdão. João 13:14 ; Mat. 6:14 e 15 . • União e companheirismo com Cristo e com os crentes. João 13:8; João 13:34 ; Gál. 5:13. 3. Que verdade fundamental os discípulos precisaram aprender? Lc 22:24-27; Mt 18:1; 20:21 Suscitaram também entre si uma discussão sobre qual deles parecia ser o maior. Mas Jesus lhes disse: Os reis dos povos dominam sobre eles, e os que exercem autoridade são chamados benfeitores. Mas vós não sois assim; pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve. Pois qual é maior: quem está à mesa ou quem serve? Porventura, não é quem está à mesa? Pois, no meio de vós, eu sou como quem serve. (Luc. 22:24-27) Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos, perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino dos céus? (Mat. 18:1) Perguntou-lhe ele: Que queres? Ela respondeu: Manda que, no teu reino, estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita, e o outro à tua esquerda. (Mat. 20:21) - O Reino de Deus é antagônico ao deste mundo “todo aquele que quiser, entre vós, fazer-se grande, que seja vosso serviçal; e qualquer que, entre vós, quiser ser o primeiro, que seja vosso servo” seguindo o modelo de caráter, utilidade e eficiência “bem como o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e para dar a sua vida em resgate de muitos”. Não se alcança posição no reino de Deus mediante favoritismo. Não é adquirida nem recebida mediante concessão arbitrária. É o resultado do caráter. A coroa e o trono são a prova de uma condição conquistada - prova do domínio do eu por meio da graça de nosso Senhor Jesus Cristo. Muito tempo depois, quando João havia sido levado à apreciação de Cristo mediante participação nos Seus sofrimentos, o Senhor Jesus lhe revelou qual a condição de estar perto de Seu reino. "Ao que vencer", disse Cristo, "lhe concederei que se assente comigo no Meu trono; assim como Eu venci, e Me assentei com Meu Pai no Seu trono." Apoc. 3:21. Aquele que permanece mais próximo de Cristo é o que tem bebido mais profundamente de Seu espírito de amor que vai ao sacrifício - amor que "não trata com leviandade, não se ensoberbece... não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal" (I Cor. 13:4 e 5) - amor que atua no discípulo, como atuou em nosso Senhor, levando-O a dar tudo, a viver, a trabalhar e sacrificar-Se até à própria morte, pela salvação da humanidade. Atos dos Apóstolos, 543. Em Sua vida e ensinos, Cristo deu um perfeito exemplo do abnegado ministério que tem sua origem em Deus. Deus não vive para Si. Criando o mundo, mantendo todas as coisas, Ele está constantemente ministrando em benefício de outros. O Desejado de Todas as Nações, 649. 4. O que podemos aprender com o lava-pés, como parte da cerimônia de comunhão? Jo 13:1-17 O Mestre instituiu a cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo e para unir nossos corações em amor. O Serviço da Comunhão é franqueado a todos os crentes cristãos. João 13:1-17. Nisto Cremos, Doutrina fundamental, no 16. ramos@advir.com
  • 3. A reconciliação mútua dos irmãos é a obra para que foi estabelecido o rito do lava-pés . ... Quando quer que celebrada, Cristo está presente por meio de Seu Santo Espírito. Esse Espírito é que produz convicção nos corações. Ao celebrar Cristo este rito com Seus discípulos, o sentimento de pecado se manifestou no coração de todos, exceto no de Judas. Assim também o sentimento de pecado se apoderará de nós, ao falar-nos Cristo ao coração. As fontes da alma serão abertas. A mente será fortalecida e, entrando em atividade e vida, destruirá toda barreira que haja causado desunião e afastamento. Os pecados que hajam sido cometidos aparecerão com mais notoriedade que nunca antes; pois o Espírito Santo no-los trará à lembrança. Evangelismo, pág. 275. A celebração dessas ordenanças é o cumprimento da ordem: "Se Eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros." João 13:14. Que lugar esse para silenciar disputas, para perdoar aos que nos fizeram algum agravo! Esta é a ocasião para, se alguém tem alguma coisa contra seu irmão, endireitar, liquidar qualquer questão. Haja perdão mútuo. Não seja levado para o altar fogo estranho. Nenhuma malevolência, ódio nenhum seja nutrido por aqueles que se reúnem em torno da mesa da comunhão. Manuscrito 19, 1892. Quarta: Ceia do Senhor Significado: • Comemoração da libertação do pecado (Transição do que era anteriormente o festival da páscoa). Êxo. 12:3-8; João 6:47-54. • Comunhão da igreja (congregação dos fieis) com Cristo. I Cor. 10:16 e 17. • Antegozo da segunda vinda. I Cor. 11:26; Mat. 26:29; Apoc.19:9. “A Páscoa apontava para a libertação dos filhos de Israel no passado, e também era um tipo, apontando para o futuro Cristo, o Cordeiro de Deus, que seria imolado para a redenção do homem caído. O sangue aspergido nos batentes das portas prefigurava o sangue expiatório de Cristo, e também o fato de que o pecador dependeria continuamente dos méritos desse sangue para a proteção contra o poder de Satanás, e para a redenção final”. Ellen G. White, The Spirit of Prophecy [O Espírito de Profecia], v. 1, p. 201). 5. Qual é o significado evidente de comer o pão e beber o vinho? Por que é importante ver isso em termos de símbolos? Mt 26:26-28 Enquanto comiam, tomou Jesus um pão, e, abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei; isto é o meu corpo. A seguir, tomou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados. (Mat. 26:26-28) Os crentes alimentam-se de Cristo, no sentido que Ele é o Pão da vida João 6:32-35, ao participarem da Palavra de Deus e praticá-la será visto o poder vivificador de Cristo. O pão e o fruto da vide. Jesus utilizou muitas metáforas para ensinar diferentes verdades a Seu próprio respeito. Ele disse: “Eu sou a porta” (João 10:7), “Eu sou o caminho” (João 14:6), “Eu sou a videira” (João 15:1) e “Eu sou o Pão da vida” (João 6:35). Não podemos tomar qualquer dessas expressões em sentido literal, pois Ele não Se encontra presente em nenhuma porta, caminho ou vinha. Essas figuras, contudo, ilustram verdades espirituais profundas. Na oportunidade em que alimentou miraculosamente a multidão de cinco mil pessoas, Jesus revelou o significado mais profundo de Seu corpo e sangue. Sendo o Pão verdadeiro, Ele declarou: “Em verdade, em verdade vos digo: não foi Moisés quem vos deu o pão do Céu; o verdadeiro pão do Céu é Meu Pai quem vós dá. Porque o pão de Deus é o que desce do Céu e dá vida ao mundo. Então, lhe disseram: Senhor, dá-nos sempre desse pão. Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o Pão da vida; o que vem a Mim jamais terá fome; e o que crê em Mim jamais terá sede” (João 6:32-35). Ele ofereceu Seu corpo e Seu sangue a fim de satisfazer a fome e a sede de nossas mais profundas necessidades e anseios (João 6:50-54). O pão pascal comido por Jesus era sem fermento, e o fruto da vide era sem álcool. O fermento, que faz a massa de pão crescer, era considerado como símbolo do pecado (I Cor. 5:7 e 8); conseqüentemente, seria um símbolo inapropriado do Cordeiro “sem defeito e sem mácula” (I Ped. 1:19). Somente o pão sem fermento poderia simbolizar o corpo de Cristo sem pecado. Da mesma forma, somente o puro suco de uva – fruto não fermentado da vide – poderia simbolizar apropriadamente a imaculada perfeição do purificador sangue de Cristo. Nisto Cremos. Disse nosso Salvador: "Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o Seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. ... Porque a Minha carne verdadeiramente é comida, e o Meu sangue verdadeiramente é bebida." João 6:53- 55. Isso é verdade quanto à nossa natureza física. Mesmo esta vida terrestre devemos à morte de Cristo. O pão que comemos, é o preço de Seu corpo quebrantado. A água que bebemos é comprada com Seu derramado sangue. Nunca alguém, seja santo ou pecador, toma seu alimento diário, que não seja nutrido pelo corpo e o sangue de Cristo. A cruz do Calvário acha-se estampada em cada pão. Reflete-se em toda fonte de água. Tudo isso ensinou Cristo ao indicar os emblemas de Seu grande sacrifício. A luz irradiada daquele serviço de comunhão no cenáculo torna sagradas as provisões de nossa vida diária. A mesa familiar torna-se como a mesa do Senhor, e cada refeição um sacramento. E quão mais verdadeiras são as palavras de Cristo quanto a nossa natureza espiritual ! Declara Ele: "Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue tem a vida eterna." É recebendo a vida por nós derramada na cruz do Calvário, que podemos viver a vida de santidade. E essa vida transmite-se-nos ao receber Sua palavra, fazendo as coisas que Ele ordenou. Tornamo-nos então um com Ele. "Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue permanece em Mim e Eu nele. Assim como o Pai, que vive, Me enviou, e Eu vivo pelo Pai, assim, quem de Mim se alimenta, também viverá por Mim." João 6:54, 56 e 57. Esta escritura aplica-se, em sentido especial, à santa comunhão. Quando a fé contempla o grande sacrifício de nosso Senhor, a alma assimila a vida espiritual de Cristo. Essa alma receberá vigor espiritual de cada comunhão. O serviço forma uma viva conexão pela qual ramos@advir.com
  • 4. o crente é ligado a Cristo, e assim ao Pai. Isso forma, em especial sentido, uma união entre os dependentes seres humanos, e Deus. Ao recebermos o pão e o vinho simbolizando o corpo partido de Cristo e Seu sangue derramado, unimo-nos, pela imaginação, à cena da comunhão no cenáculo. Afigura-se-nos estar atravessando o jardim consagrado pela agonia dAquele que levou sobre Si os pecados do mundo. Testemunhamos a luta mediante a qual foi obtida nossa reconciliação com Deus. Cristo crucificado apresenta-Se entre nós. Contemplando o crucificado Redentor, compreendemos mais plenamente a magnitude e significação do sacrifício feito pela Majestade do Céu. O plano da salvação glorifica-se aos nossos olhos, e a idéia do Calvário desperta vivas e sagradas emoções em nossa alma. No coração e nos lábios achar-se-ão louvores a Deus e ao Cordeiro; pois o orgulho e o culto de si mesmo não podem crescer na alma que conserva sempre vivas na memória as cenas do Calvário. Aquele que contempla o incomparável amor do Salvador, será elevado no pensamento, purificado no coração, transformado no caráter. Sairá para servir de luz ao mundo, para refletir, em certa medida, este misterioso amor. Quanto mais contemplarmos a cruz de Cristo, tanto mais adotaremos a linguagem do apóstolo quando disse: "Mas longe esteja de mim gloriar-me a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo." Gál. 6:14. O Desejado de Todas as Nações, 660-661. 6. Que importante verdade doutrinária sobre a cruz é revelada nos símbolos da Santa Ceia? 1Co 11:24-26 e, tendo dado graças, o partiu (o pão) e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. (1 Cor. 11:24-26) - No sacrifício de cristo na cruz, Seu corpo foi partido (simbolizado pelo pão), e Seu sangue (simbolizado pelo suco da vide) derramado em nosso lugar; isso representa a aliança divina de salvação; quando participamos da cerimônia com consciência, relembramos Sua morte e anunciamos a Sua segunda vinda. O pão e o vinho representam o corpo e o sangue de Jesus. Assim como o pão foi partido e o vinho tomado, o corpo de Jesus foi partido e Seu sangue derramado por nós. Comendo o pão e bebendo o vinho, demonstramos que cremos neste fato. Mostramos que nos arrependemos de nossos pecados e que aceitamos a Cristo como nosso Salvador. Vida de Jesus, 98. Os símbolos da casa do Senhor são simples e facilmente compreensíveis, e as verdades por eles representadas são-nos da mais profunda significação. Ao estabelecer o rito sacramental para substituir a Páscoa, Cristo deixou para a igreja um memorial de Seu grande sacrifício em prol do homem. "Fazei isto", disse Ele, "em memória de Mim." Era esse o ponto de transição entre duas dispensações e suas duas grandes festas. Uma iria terminar para sempre; a outra, que Ele acabava de estabelecer, iria substituí-la, e continuar através dos séculos como o memorial de Sua morte. Review and Herald, 22 de junho de 1897. É nessas ocasiões (nas ordenanças do lava-pés e da ceia), indicadas por Ele mesmo, que Cristo Se encontra com Seu povo, e os revigora por Sua presença. ... Todos quantos ali chegam com a fé baseada nEle, serão grandemente abençoados. Todos quantos negligenciam esses períodos de divino privilégio, sofrerão prejuízo. Deles se poderia quase dizer: "Nem todos estais limpos." João 13:11. … Mas o momento da comunhão não deve ser um período de tristeza. Não é esse o seu desígnio. ... Não tragam à memória as diferenças existentes entre si e seus irmãos. A cerimônia preparatória (o lava-pés) abrangeu tudo isso. … Agora, chegam para se encontrar com Cristo. Não devem permanecer à sombra da cruz, mas à sua luz salvadora. Abram a alma aos brilhantes raios do Sol da Justiça. Corações limpos pelo preciosíssimo sangue de Cristo, na plena consciência de Sua presença, se bem que invisível, devem-Lhe ouvir as palavras: "Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou." João 14:27. O Desejado de Todas as Nações, págs. 656-659. (acrescentei os parêntesis). Quinta: Esperança da segunda vinda de Cristo 7. Que grande esperança é apresentada na cerimônia da Santa Ceia? 1Co 11:26 e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. (1 Cor. 11:24-26) - A esperança da segunda vinda de Jesus. A santa ceia aponta à segunda vinda de Cristo. Foi destinada a conservar viva essa esperança na mente dos discípulos. Sempre que se reuniam para comemorar Sua morte, contavam como Ele, "tomando o cálice, e dando graças, deu-lhes, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o Meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide até aquele dia em que o beba de novo convosco no reino de Meu Pai". Mat. 26:27-29. Nas tribulações, encontravam conforto na esperança da volta de seu Senhor. Indizivelmente precioso era para eles o pensamento: "Todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha." I Cor. 11:26. Estas são as coisas que nunca devemos esquecer. O amor de Jesus com Seu subjugante poder, deve ser mantido vivo em nossa memória. Cristo instituiu este serviço para que ele nos falasse aos sentidos acerca do amor de Deus, expresso em nosso favor. Não pode haver união entre nossa alma e Deus, senão por meio de Cristo. A união e o ramos@advir.com
  • 5. amor entre irmão e irmão devem ser cimentados e feitos eternos pelo amor de Jesus. E nada menos que a morte de Cristo podia tornar eficaz o Seu amor por nós. É unicamente por causa de Sua morte, que podemos esperar com alegria Sua segunda vinda. Seu sacrifício é o centro de nossa esperança. Nele nos cumpre fixar a nossa fé. O Desejado de Todas as Nações, 659-660. 8. Que benefício haveria na primeira vinda de Cristo sem a segunda vinda? - O plano divino é completo, toda a Sua obra é importante, não pode ser separado, por isso é o evangelho eterno. Apoc. 14:6. Como a mensagem do primeiro advento de Cristo anunciava o reino de Sua graça, assim a de Sua segunda vinda anuncia o reino de Sua glória. E a segunda, como a primeira mensagem, acha-se baseada nas profecias. O Desejado de Todas as Nações, 234. A mensagem evangélica, pregada pelos discípulos de Cristo, era a anunciação de Sua primeira vinda ao mundo. Trouxe aos homens as boas-novas de salvação pela fé nEle. Apontava para Sua segunda vinda em glória para redimir Seu povo, e deu aos homens a esperança de partilhar da herança dos santos na luz pela fé e obediência. Esta mensagem é dada à humanidade hoje em dia, e, neste tempo, está ligada à anunciação da breve volta de Cristo. Os sinais de Sua vinda dados por Ele mesmo, cumpriram-se; e assim, pelos ensinos da Palavra de Deus podemos saber que o Senhor está à porta. Parábolas de Jesus, 227. 9. Que promessa especial deve ser lembrada quando participamos da Santa Ceia? Mt 26:29 E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai. (Mat. 26:29) - A promessa é que Jesus fará uma ceia para Seu povo em Seu reino de glória, a ceia das bodas do Cordeiro. Cristo, conforme foi declarado pelo profeta Daniel, receberá do Ancião de Dias, no Céu, o domínio, e a honra, e o reino"; receberá a Nova Jerusalém, a capital de Seu reino, "adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido". Dan. 7:14; Apoc. 21:2. Tendo recebido o reino, Ele virá em glória, como Rei dos reis e Senhor dos senhores, para a redenção de Seu povo, que deve assentar-se "com Abraão, Isaque e Jacó", à Sua mesa, em Seu reino (Mat. 8:11; Luc. 22:30), a fim de participar da ceia das bodas do Cordeiro. Cristo em Seu Santuário, p. 100. Tanto no Antigo como no Novo Testamento, as relações conjugais são empregadas para representar a terna e sagrada união que existe entre Cristo e Seu povo. Ao espírito de Jesus, a alegria das bodas apontava ao regozijo daquele dia em que levará Sua esposa para o lar do Pai, e os remidos juntamente com o Redentor se assentarão para a ceia das bodas do Cordeiro. O Desejado de Todas as Nações, pág. 151. Sexta: Estudo adicional Conclusão: Em “Rituais e cerimônias da igreja” aprendi que … - Deus institui ordenanças para o nosso ensino e participação ativa no plano da redenção, compreendidas e praticadas fortalecem a nossa fé e união. Domingo - Especificando os ritos sagrados: O batismo, o lava-pés e a santa ceia são chamados apropriadamente de “ordenanças”, porque foram ordenados por Jesus a seus servos (Mat. 28:19-20; João 13:14; 1 Cor. 11:23-26). Os apóstolos pregaram sobre a necessidade e urgência do batismo (Atos 2:38; 10:47-48; 22:16), Obedecendo as escrituras as multidões eram batizadas, formando assim a Igreja do Novo Testamento (Atos 2:41 e 47; 8:12). Segunda - Pelo Batismo confessamos nossa fé na morte e ressurreição de Jesus Cristo, e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida. Assim reconhecemos a Cristo como Senhor e Salvador, tornamo- nos Seu povo e somos aceitos como membros por Sua Igreja. O batismo é um símbolo de nossa união com Cristo, do perdão de nossos pecados e de nosso recebimento do Espírito Santo. É por imersão na água e depende de uma afirmação da fé em Jesus e da evidência de arrependimento do pecado. Segue-se à instrução na Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos. Mateus 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Romanos 6:1-6: Gálatas 3:27; I Coríntios 12:13; Colossenses 2:21 e 13; I Pedro 3:21. Nisto Cremos, Doutrina fundamental, no 15. Terça - Ordenança da humildade: O Mestre instituiu a cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo e para unir nossos corações em amor. O Serviço da Comunhão é franqueado a todos os crentes cristãos. João 13:1-17. Nisto Cremos, Doutrina fundamental, no 16. Quanto a necessidade da participação na ordenança, leia com atenção o verso 8. Quarta - A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Salvador e Senhor. Nessa experiência de comunhão, Cristo está presente para encontrar-Se com Seu povo e fortalecê-lo. Participando da Ceia, proclamamos alegremente a morte do nosso Senhor até que Ele volte. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. Mateus 26:17-30; I Coríntios 11:23-30; 10:16 e 17; João 6:48-63; Apocalipse 3:20. Nisto Cremos, Doutrina fundamental, no 16. Quinta – A santa ceia tem como objetivo dirigir a mente para à volta de Cristo. Vivemos em alegria e gratidão pelo cumprimento de Suas promessas em nossa vida, e nas dificuldades e tribulações, sempre encontramos orientações adequadas para a necessidade, e conforto na Esperança da segunda vinda de Cristo. ramos@advir.com