Lições Adultos Ensinos de Cristo
Lição 2 - O Filho 5 a 12 de julho
Sábado à tarde Ano Bíblico: Sl 119
VERSO PARA MEMORIZAR...
Infelizmente, não conseguiram perceber que há algo mais a ser encontrado nesse título. De acordo com
Daniel 7:13, 14, "um ...
No entanto, temos que estar cientes de que, por ter Ele vindo ao mundo para viver como homem, enquanto
esteve aqui, Cristo...
Acaso, os insensíveis líderes judeus não deviam ser os guardiões espirituais do povo? Como podemos ter
certeza de que não ...
5. Como Jesus definiu a essência de Sua missão? Jo 10:11; Mt 20:28
Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas o...
escribas e fariseus compreenderam a afirmação poderosa de Jesus e a consideraram blasfêmia, por
entenderem que Ele Se colo...
Em tais modelos, Jesus é relegado ao papel de instrutor de natação em lugar de salva-vidas. Ele nos "salva"
ao nos ensinar...
argumentavam com base em sua premissa principal, que a matéria é inerentemente má. Portanto, a pureza
de Jesus impedia que...
5. Como a divindade e humanidade de Cristo afetam minha missão e senso de propósito?
Criatividade e Atividades práticas
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Também facilita se for imprimir por usar bem menos tinta que a lição convencional.

Que... “Deus tenha misericórdia de nós e nós abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós. Para que se conheça na terra o teu caminho, e em todas as nações a tua salvação”. Sal. 67:1-2.

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  1. 1. Lições Adultos Ensinos de Cristo Lição 2 - O Filho 5 a 12 de julho Sábado à tarde Ano Bíblico: Sl 119 VERSO PARA MEMORIZAR: "O próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos." Mc 10:45. Leituras da Semana: Mt 24:30; Dn 7:13, 14; Mt 11:27; Lc 5:17-26; Jo 8:58; Mt 20:28 Depois de mais de dois anos de ministério público, Jesus perguntou aos discípulos: "Quem diz o povo ser o Filho do Homem?" (Mt 16:13). Para eles, não foi difícil relatar o que tinham ouvido das pessoas sobre Jesus. No entanto, a pergunta seguinte de Jesus foi mais desafiadora: "E vós, quem dizeis que Eu Sou?" (Mt 16:15, ARC). Agora, a questão se tornou pessoal. Jesus não perguntou qual era a opinião deles sobre Sua aparência externa ou sobre Seus traços de caráter. Em vez disso, Sua pergunta focalizou a essência do próprio ser de Jesus. Ela exigia que os discípulos expressassem sua convicção e fé individual. Mais cedo ou mais tarde, todos têm que responder a essa mesma pergunta. Cada um tem que determinar quem é Jesus. Não adianta repetir o que as outras pessoas dizem ou acreditam. A resposta deve ser genuinamente nossa crença pessoal. E, claro, o destino de cada ser humano depende dessa resposta. Nesta semana, estudaremos a resposta com base no que o próprio Jesus disse e fez. Nosso objetivo será chegar, pela fé, na mesma resposta de Pedro: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (v. 16). Sua igreja está participando do Seminário de Enriquecimento Espiritual e da Jornada dos 40 Dias com Deus? Aproveite a oportunidade. Escolha uma pessoa e diga a ela: "Estou orando por você." Domingo - O Filho do Homem Ano Bíblico: Sl 120–134 "Filho do Homem" foi a designação favorita de Jesus para Si mesmo. Ele a mencionou mais de oitenta vezes. Outras pessoas nunca Se dirigiram a Ele usando essa expressão. Certamente, Ele escolheu essa designação especial para Si mesmo com um propósito em mente. Essa expressão idiomática era comum no Antigo Testamento. Com apenas uma exceção, ela sempre se referia a um ser humano. Assim, Jesus a usou para enfatizar Sua humanidade. A Bíblia apresenta Jesus como ser humano. Ele nasceu como um bebê, cresceu como uma criança ("em sabedoria, estatura e graça" [Lc 2:40, 52]), e teve irmãs e irmãos (Mt 13:55, 56). Ele comeu (Mt 9:11), dormiu (Lc 8:23), ficou cansado (Jo 4:6), sentiu fome e sede (Mt 4:2; Jo 19:28). Também experimentou tristeza e angústia (Mt 26:37). Para o observador casual, Jesus parecia ser um homem comum que caminhava entre as pessoas na multidão. Muitos de Seus contemporâneos não reconheceram nEle nada mais do que um homem (Jo 7:46). As pessoas O trataram como uma delas. Riram dEle (Lc 8:53), criticaram-nO (Mt 11:19), espancaram-nO e O ridicularizaram (Lc 22:63). Para elas, Jesus era apenas outro ser humano. Veja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.htmlVeja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.html
  2. 2. Infelizmente, não conseguiram perceber que há algo mais a ser encontrado nesse título. De acordo com Daniel 7:13, 14, "um como o Filho do Homem" "vinha com as nuvens do céu" "ao Ancião de dias" e recebeu domínio eterno, a glória e o reino. Os judeus identificavam esse Filho do Homem com o Messias. Assim, quando Jesus usou esse título, estava revelando, de forma parcialmente encoberta, que Ele era o Messias prometido, o Cristo encarnado. 1. Leia Mateus 24:30; 25:31; 26:64. Que elementos nas palavras de Jesus registradas nesses versos lembram Daniel 7:13-14? Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. Mt 24:30, ACF Quando, pois vier o Filho do homem na sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória. Mt 25:31, ARA Repondeu-lhe Jesus: É como disseste; contudo vos digo que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu. Mt 26:64, ARA Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. 14 E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino, o único que não será destruído. Dn 7:13-14, ARC Por que é tão importante saber que Jesus era plenamente humano? Que implicações Sua plena humanidade tem para nossa salvação e para nossa vida diária, especialmente em nossas batalhas com a tentação e o pecado? Participe do projeto "Reavivados por Sua Palavra": acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/ Segunda - O Filho de Deus Ano Bíblico: Sl 135–139 O título "Filho de Deus" foi usado não apenas por Gabriel (Lc 1:35), mas também por várias pessoas ao se dirigirem a Jesus (Mt 14:33; Mc 15:39; Jo 1:49; 11:27). Ele aceitou esse título, mas foi muito cuidadoso para não aplicá-Lo diretamente a Si mesmo, para que não fosse apedrejado. No entanto, a Bíblia revela de diferentes formas Seu relacionamento especial com o Pai. Em Seu batismo, o Pai reconheceu Jesus como Seu Filho (Mt 3:17), assim como na transfiguração (Mt 17:5). O relacionamento entre o Pai e o Filho é único. Cristo é o único Ser no universo que desfruta esse tipo de relacionamento, porque Ele é da mesma natureza que o Pai. Como cristãos, temos o privilégio de nos tornarmos, por adoção, filhos de Deus. Mas Jesus sempre foi, é e será o Filho de Deus. 2. O que os seguintes textos revelam sobre a perfeita unidade do Pai e do Filho? Mt 11:27; Jo 3:35; 5:17; 10:30 Todas as coisas me foram entregues por meu Pai; e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. Mt 11:27, ARC O Pai ama o Filho e todas as coisas entregou nas suas mãos. Jo 3:35, ARC Mas Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. Jo 5:17, ARA Eu e o Pai somos um. Jo 10:30, ACF A completa unidade entre Jesus e o Pai inclui perfeito conhecimento um do outro: unidade da vontade, propósito e objetivos. Além disso, inclui a unidade da natureza. O Filho e o Pai são duas Pessoas ("Eu e o Pai"), mas da mesma natureza ("somos um"), fato enfatizado pelo pronome neutro um (compare com 1 Coríntios 3:8). Veja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.htmlVeja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.html
  3. 3. No entanto, temos que estar cientes de que, por ter Ele vindo ao mundo para viver como homem, enquanto esteve aqui, Cristo voluntariamente Se sujeitou ao Pai (Fp 2:6-8). Essa limitação foi funcional, mas não fazia parte de Sua essência. Jesus Se subordinou para um propósito específico, um objetivo específico. Com esse conceito em mente, podemos entender por que Jesus disse: "O Filho nada pode fazer de Si mesmo, senão somente aquilo que vir fazer o Pai" (Jo 5:19). "Não procuro a Minha própria vontade, e sim a dAquele que Me enviou" (Jo 5:30). A partir desse ponto de vista funcional, Ele pôde dizer: "O Pai é maior do que Eu" (Jo 14:28). Jesus era plenamente divino e plenamente humano. O que essa verdade nos diz sobre a estreita ligação entre o Céu e a Terra? Como você se sente diante desse fato? Terça - Natureza divina de Cristo - Parte 1 Ano Bíblico: Sl 140–144 A divindade de Cristo é o fundamento da nossa fé. Um ser humano jamais poderia ser nosso salvador, não importando quão extraordinária sua vida tenha sido. Ao longo do Novo Testamento, temos evidência de Sua divindade. Focalizaremos o que o próprio Jesus ensinou sobre esse assunto. Em primeiro lugar, para Jesus não era uma questão simples explicar quem Ele era. A missão do Salvador exigia tornar conhecido que Ele era o Messias, Deus encarnado. No entanto, não há registro de alguma declaração pública Sua dizendo: "Eu Sou Deus" ou "Eu Sou o Messias". Se Ele tivesse feito isso, Sua vida poderia ter sido abreviada. Por isso, Ele preferiu dar a entender Sua natureza divina e, indiretamente, levou Seus ouvintes a conhecer Sua divindade. Enquanto Jesus gradualmente revelava Sua natureza divina, a maioria de Seus ouvintes O compreendia, mas Se recusava a aceitar Sua alegação, porque ela não se encaixava com suas ideias sobre o Messias. Isso é evidente pela sua pergunta: "Até quando nos deixará em suspense? Se é você o Cristo, diga-nos abertamente" (Jo 10:24, NVI). Infelizmente, o contexto mostra que a pergunta não foi sincera. Como vimos ontem, Jesus fez muitas referências ao Seu relacionamento com o Pai. Esse foi um dos métodos que Ele usou para revelar Sua divindade. Muitos entenderam claramente que, quando Ele disse que Deus é Seu Pai, Ele estava fazendo-Se igual a Deus (Jo 5:18). 3. Leia Lucas 5:17-26. De que maneira muito poderosa Jesus revelou Sua divindade, sem dizer isso abertamente? 17 E aconteceu que, num daqueles dias, estava ensinando, e estavam ali assentados fariseus e doutores da lei, que tinham vindo de todas as aldeias da Galiléia, e da Judéia, e de Jerusalém. E a virtude do Senhor estava com ele para curar. 18 E eis que uns homens transportaram numa cama um homem que estava paralítico, e procuravam fazê-lo entrar e pô-lo diante dele. 19 E, não achando por onde o pudessem levar, por causa da multidão, subiram ao telhado, e por entre as telhas o baixaram com a cama, até ao meio, diante de Jesus. 20 E, vendo ele a fé deles, disse-lhe: Homem, os teus pecados te são perdoados. 21 E os escribas e os fariseus começaram a arrazoar, dizendo: Quem é este que diz blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão só Deus? 22 Jesus, porém, conhecendo os seus pensamentos, respondeu, e disse-lhes: Que arrazoais em vossos corações? 23 Qual é mais fácil? dizer: Os teus pecados te são perdoados; ou dizer: Levanta-te, e anda? 24 Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra poder de perdoar pecados (disse ao paralítico), a ti te digo: Levanta-te, toma a tua cama, e vai para tua casa. 25 E, levantando- se logo diante deles, e tomando a cama em que estava deitado, foi para sua casa, glorificando a Deus. 26 E todos ficaram maravilhados, e glorificaram a Deus; e ficaram cheios de temor, dizendo: Hoje vimos prodígios. Lc 5:17-26, ACF "Nada menos que o poder criador era necessário para restituir a saúde àquele corpo decadente. A mesma voz que comunicou vida ao homem criado do pó da terra, transmitiu-a ao moribundo paralítico" (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 269, 270). Jesus reivindicou a prerrogativa divina de perdoar pecados. Ele também disse que "Se assentará no trono da Sua glória" (Mt 25:31) a julgar todas as nações, decidindo o destino eterno de cada pessoa, algo que repousa unicamente na autoridade de Deus. Que mais Ele poderia ter feito aqui na Terra para revelar quem Ele realmente era? Veja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.htmlVeja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.html
  4. 4. Acaso, os insensíveis líderes judeus não deviam ser os guardiões espirituais do povo? Como podemos ter certeza de que não estamos nos tornando duros de coração? Quarta - Natureza divina de Cristo - Parte 2 Ano Bíblico: Sl 145–150 Jesus declarou e demonstrou que tinha o mesmo poder do Pai para vencer a morte. "Assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer" (Jo 5:21). Somente Deus pode afirmar: "Eu Sou a ressurreição e a vida" (Jo 11:25). Outra indicação clara de Sua divindade é encontrada em Sua declaração de preexistência. Ele desceu do Céu (Jo 3:13) porque o Pai O enviou (Jo 5:23). Então, mais uma vez, Jesus reafirmou Sua preexistência: "Agora, glorifica-Me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que Eu tive junto de Ti, antes que houvesse mundo" (Jo 17:5). 4. Por que João 8:58 é uma das declarações mais diretas e profundas de Jesus sobre Sua divindade? Leia também Ex 3:13-14. Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, EU SOU. Jo 8:58, ACF Então disse Moisés a Deus: Eis que quando eu for aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me disserem: Qual é o seu nome? Que lhes direi? 14 E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós. Ex 3:13-14, ACF Em contraste com Abraão, que passou a existir, que é o significado literal da raiz grega ginomai, traduzida aqui como "existisse", Jesus anunciou a Si mesmo como o Ser autoexistente. Ele não apenas existia antes do nascimento de Abraão, mas existe eternamente. A expressão "Eu Sou" implica existência contínua. Além disso, "Eu Sou" é o título do próprio Senhor [Yahweh] (Êx 3:14). Os líderes entenderam, inequivocamente, que Jesus afirmou ser o "Eu Sou" revelado na sarça ardente. Para eles, Ele era culpado de blasfêmia e por isso "pegaram em pedras para atirarem nEle" (Jo 8:59). Os evangelhos mostram que Jesus, sem mostrar desaprovação, aceitou a adoração de outras pessoas. Ele sabia muito bem que, de acordo com as Escrituras, somente Deus merece a adoração do homem, pois Ele disse a Satanás: "Está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto" (Mt 4:10). Portanto, ao aceitar a adoração de outros, Ele estava revelando Sua divindade. Os discípulos no mar (Mt 14:33), o cego curado (Jo 9:38), as mulheres junto ao túmulo de Jesus (Mt 28:9) e os discípulos na Galileia (Mt 28:17): todos O adoraram abertamente, reconhecendo Sua divindade. As palavras de Tomé a Jesus: "Senhor meu e Deus meu!" (Jo 20:28) não teriam sido proferidas por um judeu naquela época, a menos que ele entendesse claramente que estava falando com Deus. Leia João 20:29. Quais são as coisas nas quais você acredita, embora não as tenha visto? Quais são as implicações de sua resposta para a questão da fé? Quinta - Missão de Cristo Ano Bíblico: Pv 1–3 Depois de considerar quem foi Jesus, podemos entender melhor o que Ele veio fazer por nós. Satanás fez acusações contra Deus. A fim de enfrentar essas acusações, Jesus veio para representar o caráter do Pai e para corrigir o falso conceito que muitos tinham desenvolvido sobre a Divindade. Ele desejava que conhecêssemos Deus porque conhecê-Lo é indispensável para ter vida eterna (Jo 17:3). No entanto, precisamos de mais do que conhecimento para ser salvos. Precisamos que Deus nos conceda um Salvador, que é precisamente o significado do nome de Jesus: Yahweh é salvação (Mt 1:21). Jesus descreveu Sua missão em termos muito claros: "O Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido" (Lc 19:10). No Éden, o ser humano perdeu seu relacionamento com Deus, perdeu sua santidade, seu lar e a vida eterna. Jesus veio para restaurar tudo: Ele restabelece nosso relacionamento com o Pai (Jo 1:51), perdoa nossos pecados (Mt 26:28), dá-nos exemplo de como viver (1Pe 2:21) e nos concede vida eterna (Jo 3:16). Veja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.htmlVeja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.html
  5. 5. 5. Como Jesus definiu a essência de Sua missão? Jo 10:11; Mt 20:28 Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. Jo 10:11, ARA como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos". Mt 20:28, NVI Por que Jesus teve que morrer? Foi porque Ele voluntariamente tomou nosso lugar e suportou o castigo do nosso pecado. Todos somos pecadores (Rm 3:10-12) e, como tais, merecemos a morte eterna (Rm 6:23). O preço da nossa salvação foi tão grande que somente a vida do Filho de Deus seria suficiente para pagar por isso. "A lei de Deus, quebrantada, exigia a vida do pecador. Em todo o Universo havia apenas um Ser que, em favor do homem, poderia satisfazer suas reivindicações. Visto que a lei divina é tão sagrada como o próprio Deus, unicamente um Ser igual a Deus poderia fazer expiação por sua transgressão. Ninguém, a não ser Cristo, poderia redimir da maldição da lei o homem decaído, e levá-lo novamente à harmonia com o Céu" (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 63). Se tudo terminasse na sepultura, não teríamos nenhuma esperança, se não fosse o plano da salvação. Como, então, podemos mostrar nossa gratidão a Deus pelo que Cristo fez por nós? Sexta - Estudo adicional Ano Bíblico: 2Sm 11, 12 Leia, de Ellen G. White, SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 5, p. 1126-1128 [p. 1258- 160, na edição em português]: "Divine-Human Saviour" [Salvador Divino-Humano]. "Ao mesmo tempo em que a Palavra de Deus fala da humanidade de Cristo quando esteve na Terra, também fala positivamente em Sua preexistência. A Palavra existia como ser divino, a saber, o eterno Filho de Deus, em união e unidade com Seu Pai. [...] O mundo foi feito por Ele "e, sem Ele, nada do que foi feito se fez' (Jo 1:3). Se Cristo fez todas as coisas, Ele existiu antes de todas as coisas. As palavras faladas com respeito a isso são tão positivas que ninguém precisa ficar em dúvida. Essencialmente, e no mais alto sentido, Cristo era Deus. Ele estava com Deus desde toda a eternidade, Deus sobre todos, bendito para todo o sempre. O Senhor Jesus Cristo, o divino Filho de Deus, existiu desde a eternidade, como pessoa distinta, mas um com o Pai" (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 247). "Em Cristo há vida original, não emprestada, não derivada. 'Quem tem o Filho tem a vida' (1Jo 5:12, ARC). A divindade de Cristo é a certeza de vida eterna para o crente" (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 530). Perguntas para reflexão 1. Os demônios sabiam e confessaram que Jesus era "o Santo de Deus" (Mc 1:24), "o Filho de Deus" (Mc 3:11), "Filho do Deus Altíssimo" (Mc 5:7). Por que esse tipo de reconhecimento não é suficiente para nossa salvação? Como podemos evitar a armadilha de estar satisfeitos com a mera aceitação intelectual de Jesus? 2. Quando o centurião, que estava diante de Jesus, viu como Ele morreu, disse: "Verdadeiramente, este Homem era o Filho de Deus" (Mc 15:39). O melhor lugar para entender Jesus é ao pé da Sua cruz. Com que frequência você vai ao pé da cruz? Por que não aproveita, agora, para meditar no infinito sacrifício que Ele fez por sua salvação? 3. Infelizmente, muitas pessoas hoje se recusam a entregar a vida a Jesus porque têm conceitos distorcidos sobre Ele. Como podemos ajudá-las a ver Jesus como Ele realmente é? Como adventistas do sétimo dia, o que temos especificamente, que pode ajudá-las a ter uma visão mais clara de quem Jesus realmente é? Respostas sugestivas: 1. Filho do Homem; nuvens do céu; o reino eterno; poder, glória, domínio; povos e nações; Ancião de Dias (Todo-poderoso). 2. O Filho compartilha a mesma essência, poder e propósito do Pai. Desse modo, quem via a Cristo, conseguia ver o Pai. 3. Cristo demonstrou Sua divindade ao realizar duas ações favoráveis ao paralítico: restaurar plenamente a saúde e perdoar totalmente os pecados. Os Veja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.htmlVeja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.html
  6. 6. escribas e fariseus compreenderam a afirmação poderosa de Jesus e a consideraram blasfêmia, por entenderem que Ele Se colocava ousadamente no lugar de Deus. 4. Porque por meio da expressão "Eu Sou", Cristo identificou-Se com o Senhor que Se revelou a Moisés no deserto de Midiã. Além disso, esse nome apresenta Sua condição de autoexistente e eterno. 5. Jesus teve como missão servir ao homem por meio de Seu sacrifício substitutivo. Sua vida foi o preço de nosso resgate. Auxiliar - Resumo Discipulado Texto-chave: Mateus 20:28 O aluno deverá: Conhecer: Como Cristo Se identificou, bem como as implicações dessa identidade para nossa salvação. Sentir: A presença de Deus por meio do espírito abnegado de Cristo, demonstrado pela renúncia de Suas prerrogativas divinas e, finalmente, pela entrega de Sua vida. Fazer: Aceitar pessoalmente a generosa provisão de salvação que se tornou possível pelo sacrifício de Jesus. Esboço I. Conhecer: O Messias incorporou duas naturezas – divindade e humanidade A. Por que foi necessário que Cristo fosse totalmente humano e totalmente divino? B. Como a autoidentificação de Cristo afetou a compreensão que Ele tinha de Sua missão? C. Como cada um desses dois aspectos afeta nosso apreço pelo que Deus fez? II. Sentir: É mais fácil sentir a presença de Deus quando entendemos as naturezas complementares de Cristo A. A compreensão da humanidade de Cristo ameniza os temores humanos acerca de Deus? B. Compreender a divindade de Cristo nos dá confiança de que Ele pode nos salvar? C. O que acontece quando negligenciamos ou minimizamos uma dessas crenças? III. Fazer: A ação de aceitar a divina provisão de salvação é proporcional à confiança que temos em quem é Cristo A. A falha em compreender a natureza divina de Cristo poderia dissuadir as pessoas de confiar nEle para sua salvação? B. A falta de compreensão da natureza humana de Cristo pode levar as pessoas a ignorar Sua oferta de salvação? C. Uma noção equilibrada de quem Deus é pode levar as pessoas a aceitar Jesus como Salvador? Resumo: A natureza de Cristo oferece à humanidade tanto um Amigo compreensivo quanto um Criador onipotente, capaz de Se tornar um divino Substituto dos pecadores. Ciclo do Aprendizado Motivação Focalizando as Escrituras: Mateus 20:28 Conceito-chave para o crescimento espiritual: Jesus Se tornou plenamente humano, abdicando de Suas prerrogativas divinas. Ao fazê-lo, tornou-Se qualificado tanto como fiel Sumo Sacerdote quanto como Resgate sacrifical por meio do qual obtemos salvação. Somente para o professor: As Escrituras revelam um delicado equilíbrio entre duas doutrinas aparentemente conflitantes: a divindade e a humanidade do Messias. Onde quer que Sua divindade tenha sido rejeitada ou minimizada, ocorreram aberrações da justiça própria ou da autossuficiência. Afinal, se Jesus foi essencialmente humano, por que os seres humanos não seriam capazes de salvar a si mesmos apenas copiando Seu exemplo? Veja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.htmlVeja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.html
  7. 7. Em tais modelos, Jesus é relegado ao papel de instrutor de natação em lugar de salva-vidas. Ele nos "salva" ao nos ensinar "a nadar", ou a viver em retidão. Esse paradigma sugere que não estamos nos afogando em nossos pecados, mas, tendo o instrutor certo, podemos ser nadadores capazes. Por outro lado, onde quer que a humanidade de Jesus tenha sido rejeitada ou subestimada, angústia e desespero têm se infiltrado. Essas mentes desesperadas raciocinam assim: Deus é todo-poderoso, perfeitamente justo e, portanto, incapaz de compreender as tentações humanas, fraquezas e lutas. Visto que os seres humanos jamais poderiam alcançar o padrão divino, eles também poderiam desistir de tentar viver retamente. Aqui, a estrada do desespero e do pensamento errôneo se divide em duas aberrações separadas, mas igualmente destrutivas: (1) graça barata: "uma vez que não posso viver em retidão, pecarei livremente e esperarei que a graça de Deus cubra os meus pecados"; ou (2) pecado atrevido: "visto que estou condenado, não importa o que faça, viverei de forma egoísta e agarrarei tudo que puder da vida para mim." No entanto, quando essas duas ênfases são comparadas com as Escrituras, seus erros podem ser evitados e o equilíbrio pode ser alcançado. Atividade de abertura Se possível, baixe da internet e imprima uma foto de um equilibrista utilizando uma barra de equilíbrio. Compartilhe a foto com a classe. Se não for possível conseguir a foto, peça que os alunos imaginem o equilibrista caminhando sobre a barra. Pergunte: O que torna o equilibrista bem-sucedido e qual é o papel da barra de equilíbrio? Enquanto os cristãos desenvolvem sua compreensão de Deus, o que constitui a sua barra de equilíbrio? Compreensão Somente para o professor: Compreender a natureza de Cristo é indispensável para compreender a natureza da salvação. É de suma importância entender corretamente esse assunto. Muitas distinções teológicas sutis e desnecessárias batalhas espirituais têm ocorrido em relação a esse ensino. A boa notícia é que as autênticas verdades das Escrituras nunca foram enterradas sob montanhas de disputas. A divindade de Cristo demonstra que os seres humanos não podem salvar a si mesmos. Uma Pessoa além de nós deve fazer o que jamais poderíamos fazer por nós mesmos. A humanidade de Cristo demonstra que Deus entende nossas provações e tentações. Jesus viveu dentro da nossa pele. Esses são os conceitos fundamentais que devem ser mantidos em foco. Comentário Bíblico I. Combinação única (Recapitule com a classe Mt 14:33; 24:30; 25:31; Mc 15:39.) Ário, religioso do século IV, alegou que Cristo não possuía natureza divina. Ele argumentou que só existia um Deus (o Pai celestial). Portanto, Cristo não poderia também ser Deus. Rejeitando a compreensão trinitária de Deus, Ário aparentemente não conseguiu compreender as implicações soteriológicas (relacionadas com a salvação) de sua posição. Se Cristo não era divino, a salvação da humanidade tinha sido realizada simplesmente por outra criatura. Essa linha de raciocínio sugeriu que os seres criados poderiam salvar a si mesmos. As ideias de Ário estavam interligadas com as crenças de Luciano de Antioquia, que baseou seus conceitos cristológicos na filosofia adocionista de Paulo de Samósata, um defensor da crença de que Cristo havia sido adotado por Deus como humano. Ário acreditava que Cristo era uma criatura perfeita que desfrutava um relacionamento distinto, mas essencialmente subordinado com o Pai celestial. Essas ideias ainda são mantidas pelos Universalistas Unitaristas e pelas Testemunhas de Jeová. Por volta do ano 325 d.C., essas distorções tinham dividido os cristãos, e uma importante convenção teológica, o Concílio de Niceia, foi reunida para responder a esses desafios. A assembleia afirmou a combinação única que constituía a natureza de Cristo, expressa por meio da seguinte formulação teológica: "totalmente humano, totalmente divino". Outros lutaram com a questão da humanidade de Cristo. Os gnósticos do segundo século e os maniqueístas do quarto século (ambos ramificações cristãs) sugeriram que a humanidade de Cristo era apenas aparente. Essa heresia é rotulada como "docetismo", do grego dokein, que significa "parecer". Os docetistas Veja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.htmlVeja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.html
  8. 8. argumentavam com base em sua premissa principal, que a matéria é inerentemente má. Portanto, a pureza de Jesus impedia que Ele tivesse um corpo real (matéria má). Obviamente, isso tinha implicações concernentes às doutrinas fundamentais do cristianismo sobre a encarnação, expiação e ressurreição, mas esses tópicos estão fora dos parâmetros do nosso estudo atual. Outro pensador da igreja primitiva que se opôs à crença de que Cristo veio em forma corpórea foi Marcião. Sua filosofia dualista o levou a crer que Cristo simplesmente possuía um "corpo fantasma". Esse ponto de vista foi fortemente contestado por Tertuliano, que rejeitou a ideia de que a matéria era inerentemente má. Marcião, por outro lado, pensava que a Encarnação estava abaixo de Deus, enquanto Tertuliano a aceitava com base em afirmações bíblicas inegáveis (Jo 1:1-14; Cl 1:22; Hb 2:5-18). Pense nisto: Por que os cristãos devem ter muito cuidado ao discorrer sobre a natureza de Cristo? II. Dupla natureza (Recapitule com a classe Jo 3:13; 8:58; 17:5; Mt 25:31-46.) Em lugar de simplesmente aceitar esses ensinamentos das Escrituras que irrevogavelmente estabelecem a divindade e a humanidade de Cristo, algumas mentes criativas questionaram como essa integração de naturezas poderia ocorrer. Moisés, porém, declarou: "As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei" (Dt 29:29). Às vezes, no entanto, em oposição direta a esse preceito mosaico, as pessoas gastam horas tentando racionalizar as coisas que Deus não revelou claramente. Poderíamos legitimamente chamar isso de roubo espiritual: tentar roubar segredos de Deus por meio do pensamento racional. Um dos que tentaram fazer isso foi Apolinário, que lutou com o pensamento de que o Verbo divino poderia Se unir com uma natureza inteiramente humana. Ele concluiu que essas duas naturezas se uniram, mas a divindade dominou a humanidade durante o processo de união, assim como uma gota de mel desaparece no oceano. Embora rejeitasse efetivamente a heresia de Ário, ele inadvertidamente caiu no sofisticado docetismo. Seu apoio zeloso à divindade de Cristo resultou em um desequilibrado entendimento que, essencialmente, minimizava a humanidade de Cristo. Tivesse Apolinário ficado satisfeito com a aceitação de verdades claramente reveladas em vez de tentar esquematizar os mistérios e detalhes não revelados, sua aberração poderia não ter sido concebida. Aqui está uma lição que todos fariam bem em aprender. Pense nisto: Será que os cristãos acabam se prejudicando ao tentar saber demais? Aplicação Somente para o professor: A sabedoria divina revela que Cristo possui igualmente duas naturezas complementares. Enfatizar uma em detrimento da outra resulta em passividade humana (Deus faz tudo. Por isso, por que se esforçar?) ou em behaviorismo, com ênfase no comportamento (o exemplo de Cristo descreve os requisitos de Deus, os quais, quando seguidos, produzem salvação). Por outro lado, uma compreensão equilibrada da inter-relação entre a divindade e a humanidade aponta para uma relação cooperativa entre Deus e a humanidade, pela qual somente Deus oferece salvação, e os seres humanos aceitam de bom grado o poder transformador do evangelho. Da mesma forma, a missão de Cristo pode ser descrita como dupla: (1) redenção e (2) transformação. Cristo é tanto o Resgate quanto o fiel, compreensivo Sumo Sacerdote. Mediante Seu sacrifício, nossas transgressões passadas são perdoadas, e nosso desenvolvimento futuro se torna possível. A redenção necessariamente precede a transformação, que segue naturalmente àquela. A compreensão da inter-relação entre essas duas naturezas aumenta a nossa valorização de Cristo e facilita o desenvolvimento cristão. Perguntas para reflexão 1. Como a plena divindade de Cristo influencia Sua missão? 2. Como a plena humanidade de Cristo influencia Sua missão? 3. Como a divindade de Cristo afeta minha salvação? 4. Como a humanidade de Cristo afeta minha salvação? Veja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.htmlVeja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.html
  9. 9. 5. Como a divindade e humanidade de Cristo afetam minha missão e senso de propósito? Criatividade e Atividades práticas Somente para o professor: A missão terrestre de Jesus era curar as feridas humanas. Sua divindade proveu o poder pelo qual Ele poderia derrotar o mal e destruir a morte. Sua humanidade proporcionou compreensão e credibilidade diante daqueles que desejava salvar. Campanhas políticas foram ganhas com a seguinte mentira: "Meu oponente é tão rico que não pode compreender vocês." Satanás emprega a mesma linha. No entanto, quando o sofrimento de Cristo é revelado e vislumbramos Seu corpo debilitado, pregado numa rude cruz, exposto às intempéries, abandonado por Seus colaboradores mais próximos, rejeitamos as mentiras de Satanás. Cristo ganha credibilidade, e começamos a confiar nesse Amigo fiel. Ele não mais é uma inteligência distante, transcendental e insensível, mas um companheiro de prisão, embora tenha poder para nos livrar das cadeias da morte. Nos países onde os cristãos são a maioria, há muitas acusações a respeito de farisaísmo, alienação e irrelevância. Faça planos para uma atividade ou uma série de atividades pelas quais os alunos de sua classe se tornem servos sofredores de Cristo entre os incrédulos de sua comunidade, promovendo assim a missão de Cristo. Considere quais atividades ou eventos ganhariam credibilidade em sua comunidade, de modo que vocês pudessem ter a oportunidade de chamar os pecadores ao arrependimento e à graça transformadora de Deus. Projetando para o futuro, comente sobre possíveis medidas para passar do testemunho sofredor para a comunicação da esperança. Em outras palavras, uma vez que seu testemunho tenha obtido credibilidade, como você compartilhará o evangelho sem se alienar das pessoas novamente? Como os crentes podem chamar os pecadores ao arrependimento sem parecer hipócritas nem permissivos em relação ao pecado? Planejando atividades: O que sua classe de Escola Sabatina pode fazer na próxima semana como resposta ao estudo da lição? É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização da Casa Publicadora Brasileira. Veja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.htmlVeja esta e outras lições sobre Cristo e Sua Lei em: http://cpbmais.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2014.html

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