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Lições Adultos Provérbios
Lição 8 - Palavras de sabedoria 14 a 21 de fevereiro
Sábado à tarde Ano Bíblico: Nm 9–11
VERSO PARA MEMORIZAR: “Cada qual entre os homens apregoa a sua bondade; mas o homem fiel, quem o
achará?.” Pv 20:6, ARC.
Leituras da Semana: Pv 20; 1Co 12:14-26; Jr 9:23, 24; Pv 21; Mt 25:35-40; Pv 22
Até certo grau (na verdade, em grande grau), todos somos produtos do nosso meio. Embora a hereditariedade
tenha um papel muito importante, os valores que possuímos provêm daquilo que nos cerca: nosso lar, nossa
educação, nossa cultura. Desde a infância somos influenciados pelo que vemos e ouvimos.
Infelizmente, o que vemos e ouvimos nem sempre é o melhor; o mundo ao nosso redor está caído em todos os
aspectos, e não pode deixar de nos influenciar negativamente. Contudo, foi-nos dada a promessa do Espírito
Santo, e possuímos a Palavra de Deus, que nos mostra algo melhor e mais elevado do que o que é mostrado
pelo mundo.
Nesta semana examinaremos vários provérbios e as verdades práticas que eles expressam – verdades que, se
internalizadas e seguidas, podem, de fato, nos ajudar a vencer a negatividade deste mundo caído e preparar-
nos para um mundo melhor.
Adventistas em todo o mundo estarão unidos no grande movimento de oração!
Domingo - Somos todos iguais Ano Bíblico: Nm 12–14
1. Leia Provérbios 20:12. O que essa passagem nos ensina sobre o valor de todos os seres humanos?
Pv 20:12. (ACF); 12 O ouvido que ouve, e o olho que vê, o SENHOR os fez a ambos.
Diferentemente da teoria da evolução, que nos considera a todos apenas como produto do acaso num universo
impessoal, a Bíblia nos ensina que todos os seres humanos foram criados por Deus (veja também Atos 17:26).
Não foi por acaso que Thomas Jefferson afirmou a igualdade de todos os seres humanos com base,
precisamente, no fato de terem sido criados por Deus. É no Senhor, e apenas nEle, que se baseia nossa
igualdade.
At 17:26. (ACF); 26 E de um só sangue fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra,
determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação;
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Embora todos tenhamos o mesmo Criador, isso não significa que sejamos todos idênticos. Nem mesmo
gêmeos idênticos se comportam exatamente da mesma forma. Em sua carta aos coríntios, Paulo fala sobre
nossas diferenças, e enfatiza que elas não devem levar a um senso de superioridade, mas que, em vez disso,
devem nos ajudar a ver a necessidade que temos uns dos outros. “Não podem os olhos dizer à mão: Não
precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós” (1Co 12:21).
2. Leia Provérbios 20:9. O que mais nos torna todos iguais?
Pv 20:9. (ACF); 9 Quem poderá dizer: Purifiquei o meu coração, limpo estou de meu pecado?
O pecado é outro equalizador universal. O pronome “ninguém”, que é a resposta à pergunta retórica
encontrada nesse provérbio, evidencia a trágica e irremediável condição da humanidade. Os seres humanos
são todos fracos e mortais, e nem todo o dinheiro e poder do mundo poderão mudar isso. Contudo, no contexto
da Bíblia, essa referência à pecaminosidade humana não deve nos levar ao desespero, porque a morte de Jesus
na cruz e Sua ressurreição abriram caminho para que qualquer pessoa, não importa quão pecadora seja, tenha a
promessa da vida eterna. Essa vida eterna vem unicamente pela fé nEle, não pelas nossas obras.
“Se o homem não pode, por qualquer de suas boas obras, merecer a salvação, então ela tem que ser
inteiramente pela graça, recebida pelo ser humano como pecador, porque ele aceita a Jesus e crê nEle. A
salvação é inteiramente um dom gratuito. A justificação pela fé está fora de controvérsia. E toda essa discussão
estará terminada logo que seja estabelecida a questão de que os méritos do homem caído, em suas boas obras,
jamais poderão obter a vida eterna para ele” (Ellen G. White, Fé e Obras, p. 20).
Alguma vez você já se surpreendeu abrigando o sentimento de ser superior (ou inferior) a outras pessoas? Em
caso positivo, o que a cruz lhe diz sobre a igualdade de todos nós?
Prepare sua família e sua igreja para os dez dias de oração e as dez horas de jejum!
Segunda - O teste da vida Ano Bíblico: Nm 15, 16
“As suas obras os acompanham”, diz Apocalipse 14:13 com respeito à recompensa dos justos. Somente o
futuro testificará do verdadeiro valor de cada pessoa. Indivíduos podem se vangloriar hoje de sua riqueza, de
seu conhecimento, de suas proezas físicas, e talvez tudo isso seja verdade. Mas, o que essas coisas significam
aos olhos de Deus? Muitas vezes fica demonstrado que as características, as consecuções e as realizações que
os seres humanos exaltam como importantes ou admiráveis são, na verdade, refugo inútil. Basta você olhar
para alguns dos personagens muitas vezes desprezíveis da indústria do entretenimento, que são idolatrados
pelos fãs. Aquilo que idolatramos apresenta um poderoso testemunho de quão caídos estamos.
3. Leia Provérbios 20:6 (veja também Jeremias 9:23, 24; Marcos 9:35). O que essas passagens estão nos
dizendo sobre o que tem real valor para Deus?
Pv 20:6. (NVI); 6 Muitos se dizem amigos leais, mas um homem fiel, quem poderá achar?
Jr 9:23-24. (ACF); 23 Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na
sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas, 24 Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me
conhecer, que eu sou o SENHOR, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me
agrado, diz o SENHOR.
Mc 9:35. (ACF); 35 E ele, assentando-se, chamou os doze, e disse-lhes: Se alguém quiser ser o primeiro, será
o derradeiro de todos e o servo de todos.
Não é um ato isolado e sensacional de amor ou sacrifício que demonstra a alta qualidade de nossos
relacionamentos, mas a longa série regular de pequenos atos que realizamos dia a dia, pacientemente e sem
falta. A refeição diária servida para seu cônjuge, a constante atenção a um pai ou mãe doente, o esforço
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contínuo no seu trabalho; todos esses atos humildes, ao longo da vida, são evidências de que sua fé é autêntica.
A fidelidade perseverante é mais valiosa do que atos de amor intensos, mas raros.
Esse princípio vale também para nosso relacionamento com Deus. É mais difícil e mais valioso viver para
Deus do que morrer por Ele: se não por nenhuma outra razão, ao menos pelo fato de que viver requer mais
tempo do que morrer. É maior o santo que vive por Deus do que o mártir que morre por Ele. Qualquer um
pode afirmar que crê em Deus e que O serve; a pergunta é: Até quando isso vai durar? Como Jesus disse:
“Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 24:13).
Por meio da paciência, da bondade e da disposição para suprir as necessidades dos outros, você pode revelar a
alguém um pouco do caráter de Cristo? Você está disposto a fazer isso, não importa qual o custo para si
mesmo?
Comece por você! Faça planos de orar todos os dias por um propósito espiritual!
Terça - Esperar pelo Senhor Ano Bíblico: Nm 17–19
4. Leia Provérbios 20:17 e 21:5. Que lição prática podemos encontrar nessas passagens?
Pv 20:17. (JFA-RC); 17 Suave é ao homem o pão da mentira, mas, depois, a sua boca se encherá de pedrinhas
de areia.
Pv 21:5. (ACF); 5 Os pensamentos do diligente tendem só para a abundância, porém os de todo apressado,
tão-somente para a pobreza.
O ladrão que rouba pão o obtém mais rapidamente do que alguém que precisa trabalhar para adquiri-lo. O
vendedor que mente para vender mercadorias de má qualidade pode se tornar rico mais depressa do que o
comerciante honesto (compare Provérbios 21:5 com o versículo seguinte). Contudo, diz o provérbio, o futuro
transformará a suavidade em “pedrinhas de areia”, e a riqueza adquirida com rapidez se transformará em
pobreza. A passagem dá vários exemplos para ilustrar a veracidade dessa afirmação:
1. A herança (Pv 20:21). A menção de uma herança obtida com demasiada rapidez (dando a entender que os
pais ainda estão vivos) vem após a condenação daquele que amaldiçoa seus pais (Pv 20:20). A associação
desses dois provérbios é significativa. É como se o filho (ou a filha) amaldiçoasse os pais e também quisesse
vê-los mortos. Talvez tivesse até planejado a morte dos pais para obter a herança. O futuro desse
comportamento é trágico: a lâmpada da qual ele atualmente desfruta a luz se tornará em “densas trevas” (v. 20)
e a maldição que ele pronunciou contra os pais se voltará contra ele, pois “o seu fim não será bendito” (v. 21,
ARC).
Pv 20:20-21. (JFA-RA); 20 O que amaldiçoa a seu pai ou a sua mãe, apagar-se-lhe-á a sua lâmpada nas, mais
densas trevas. 21 A herança que no princípio é adquirida às pressas, não será abençoada no seu fim.
2. A vingança (Pv 20:22). Dessa vez o provérbio se destina à vítima que pode ser tentada a buscar a vingança
pelo mal que foi cometido contra ela. O conselho é, simplesmente: “Espera pelo Senhor.” Somente então você
obterá livramento, o que implica que se você buscar a vingança, estará correndo sério risco. Provérbios 25:21,
22 enfatiza a mesma instrução, usando a metáfora de amontoar brasas vivas na cabeça do inimigo, um ritual
egípcio que expressa arrependimento e conversão. Se você se abstiver da vingança, como é prometido em
Provérbios 20:22, você será salvo pelo Senhor e, nesse processo (como acrescenta Provérbios 25:21, 22), você
salvará seu inimigo, vencendo assim o mal com o bem (Rm 12:21).
Pv 20:22. (JFA-RA); 22 Não digas: vingar-me-ei do mal; espera pelo Senhor e ele te livrará.
Pv 25:21-22. (ACF); 21 Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para
beber; 22 Porque assim lhe amontoarás brasas sobre a cabeça; e o SENHOR to retribuirá.
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Rm 12:20-21. (ACF); 20 Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber;
porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça. 21 Não te deixes vencer do mal, mas
vence o mal com o bem.
Como você pode aprender a imitar o caráter de Cristo no aspecto de vencer o mal com o bem? Por que isso é
tão contrário à nossa natureza? Por que a morte para o eu é a única maneira de alcançar esse fim?
Se você nunca jejuou, terá uma grande oportunidade no próximo dia 28! Ore por isso!
Quarta - Compaixão pelos pobres Ano Bíblico: Nm 20, 21
O caráter de alguém não é medido tanto pela sabedoria, nem mesmo pelos compromissos religiosos, mas pela
disposição para ajudar os pobres e os necessitados. Seu caráter não é formado pelo que você tem, mas pelo que
você dá a seu próximo. A medida de seu caráter é quem você é para seu próximo. O samaritano que salva o
próximo está mais perto do reino de Deus do que o sacerdote espiritual (Lc 10:26-37). O livro de Provérbios
enfatiza e explica essa prioridade.
Lc 10:25-37. (ACF); 25 E eis que se levantou um certo doutor da lei, tentando-o, e dizendo: Mestre, que farei
para herdar a vida eterna? 26 E ele lhe disse: Que está escrito na lei? Como lês? 27 E, respondendo ele, disse:
Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o
teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. 28 E disse-lhe: Respondeste bem; faze isso, e viverás.
29 Ele, porém, querendo justificar-se a si mesmo, disse a Jesus: E quem é o meu próximo? 30 E, respondendo
Jesus, disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o
despojaram, e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto. 31 E, ocasionalmente descia pelo mesmo
caminho certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo. 32 E de igual modo também um levita, chegando àquele
lugar, e, vendo-o, passou de largo. 33 Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o,
moveu-se de íntima compaixão; 34 E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e,
pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele; 35 E, partindo no outro dia, tirou
dois dinheiros, e deu-os ao hospedeiro, e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que de mais gastares eu to pagarei
quando voltar. 36 Qual, pois, destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos
salteadores? 37 E ele disse: O que usou de misericórdia para com ele. Disse, pois, Jesus: Vai, e faze da mesma
maneira.
Por amor a Deus: A primeira razão para fazer disso uma prioridade está no próprio Deus, que prefere a
compaixão humana pelos pobres ao nosso zelo religioso (Pv 19:17; 21:13). Sua sensibilidade para com os
pobres e seus atos concretos em favor deles contam mais para Deus do que qualquer de seus atos religiosos.
Na verdade, Ele está pessoalmente envolvido nessa obra, de forma que, quando damos aos pobres, é como se
estivéssemos dando ao próprio Deus (Mt 25:35-40).
Pv 19:17. (JFA-RA); 17 O que se compadece do pobre empresta ao Senhor, que lhe retribuirá o seu benefício.
Pv 21:13 (JFA-ACF) O que tapa o seu ouvido ao clamor do pobre, ele mesmo também clamará e não será
ouvido.
5. Leia Mateus 25:35-40. O que isso nos diz sobre a maneira pela qual Jesus Se identifica intimamente com os
necessitados? De que forma essa verdade afeta a maneira de nos relacionarmos com essas pessoas?
Mt 25:35-40. (JFA-RA); 35 porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era
forasteiro, e me acolhestes; 36 estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-
me. 37 Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com
sede, e te demos de beber? 38 Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos? 39 Quando te
vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te? 40 E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que,
sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes.
Por amor aos pobres: A segunda razão está na pessoa pobre, que é tanto criatura de Deus quanto a rica (Pv
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22:2). A igualdade entre os seres humanos, com base no fato de que Deus os criou a todos, torna o pobre tão
digno de atenção quanto o rico. Devemos amar nosso próximo pelo que ele é: um ser feito à imagem de Deus.
Pv 2:21-22. (ACF); 21 Porque os retos habitarão a terra, e os íntegros permanecerão nela. 22 Mas os ímpios
serão arrancados da terra, e os aleivosos serão dela exterminados.
Ao mesmo tempo, pense em como o ato de ajudar os necessitados faz bem a você. Nossa natureza básica é
egoísta; automaticamente temos a tendência de pensar em nós mesmos antes e acima dos outros. Ao nos
doarmos, aprendemos a morrer para nós mesmos e a refletir melhor o caráter de Cristo. O que é de mais valor
para nós do que isso?
Você obtém maior senso de satisfação pessoal quando ajuda os necessitados do que quando faz coisas apenas
para si mesmo?
Mais de 17 milhões de pessoas estarão unidas em oração! Amanhã começaremos esse movimento!
Quinta - Educação Ano Bíblico: Nm 22–24
A palavra hebraica para “educação” vem de um termo que significa “edificar” e “começar”. Todos esses
significados estão contidos na ideia hebraica de educação: quando ensinamos uma criança (Pv 22:6),
edificamos, começamos e lançamos o alicerce para o futuro. Os pais e educadores são, portanto, responsáveis
pelo futuro das crianças e, por implicação, pelo futuro do mundo. O que fazemos com nossas crianças hoje
afetará a sociedade nas gerações futuras.
6. Leia Provérbios 22:6. O que isso diz sobre a importância de educar corretamente as crianças?
Pv 22:6-7. (JFA-RA); 6 Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se
desviará dele.
É significativo que a palavra hebraica para “educar” é a mesma palavra usada para a consagração do templo
(1Rs 8:63). A educação inicial que recebemos na vida tem a mesma influência do templo: tem um impacto
sobre nossa salvação que se estende para além de nossa própria vida. “Aos pais é comissionada a grande obra
de educar e preparar os filhos para a vida futura e imortal” (Ellen G. White, Orientação da Criança, p. 38).
1Rs 8:63. (ACF); 63 E deu Salomão para o sacrifício pacífico que ofereceu ao SENHOR, vinte e duas mil
vacas e cento e vinte mil ovelhas; assim o rei e todos os filhos de Israel consagraram a casa do SENHOR.
Tal educação tem um efeito eterno. O apóstolo Paulo parece ter se referido a esta passagem quando elogiou
Timóteo por sua educação desde criança no conhecimento das “Sagradas Letras, que [podiam torná-lo] sábio
para a salvação” (2Tm 3:15).
7. Leia Provérbios 22:8, 15. Que princípios encontramos nesses versos?
Pv 22:8. (JFA-RA); 8 O que semear a perversidade segará males; e a vara da sua indignação falhará.
Pv 22:15. (NVI); 15 A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela.
A educação pode ser comparada à atividade de semear. O futuro de nossa sociedade e de nossos filhos depende
do que semeamos. Se nossa semente foi a “injustiça”, então nossa educação (“a vara”) falhará, e segaremos
males (v. 8). Se nossa semente tocar o coração das crianças (v. 15), então a vara de nossa educação afastará da
criança sua insensatez.
Frequentemente ensinamos a outros (especialmente as crianças) pelo nosso exemplo. Pense sobre seu
exemplo. Que tipo de legado você está deixando? Seu exemplo poderia ser melhor em alguma área? Em caso
afirmativo, qual?
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Necessidade de oração: Vamos orar hoje para que Deus nos dê perseverança para buscá-Lo constantemente
por meio da oração.
Sexta - Estudo adicional Ano Bíblico: Nm 25–27
“Os pais devem ser modelos de veracidade, pois essa é a lição diária que deve ser impressa no coração da
criança. Princípios firmes devem governar os pais em todos os negócios da vida, especialmente na educação e
no preparo dos filhos. ... Pais, nunca mintam nem digam uma inverdade por preceito nem exemplo. Se
quiserem que seus filhos sejam verdadeiros, sejam fiéis vocês mesmos (Ellen G. White, Orientação da
Criança, p. 151).
“Muitos pais e mães parecem pensar que, se alimentarem e vestirem seus pequenos, educando-os segundo a
norma do mundo, terão cumprido o seu dever. Estão ocupados demais com negócios ou prazeres para
tornarem a educação dos filhos o estudo de sua vida. Não procuram educá-los de tal maneira que eles venham
a empregar os talentos para a honra de Seu Redentor. Salomão não disse: ‘Dize ao menino o caminho em que
deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.’ Mas: ‘Instrui o menino no caminho em que deve
andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele’” (Pv 22:6, ARC; Ibid., p. 38).
Perguntas para reflexão
1. Reflita mais na ideia de Provérbios 22:6. Muitos pais fizeram um bom trabalho ao criar seus filhos, mas
quando adultos esses filhos fazem más escolhas. Por que, ao considerar o significado dessa passagem, nunca
devemos nos esquecer da realidade do livre-arbítrio e da realidade do grande conflito?
2. Dê mais uma olhada na pergunta para reflexão que está no fim da lição de quarta-feira. O que ela nos diz
sobre nós mesmos quando obtemos um senso de satisfação ao ajudar os outros, especialmente quando não
recebemos nada em troca? O que essa verdade deve nos dizer sobre o porquê de muitas pessoas que possuem
tanto das riquezas deste mundo serem infelizes?
3. Embora não sejamos todos iguais em talentos, educação, experiência e assim por diante, somos iguais no
que é mais importante: todos precisamos da cruz para ser salvos. O que isso deve nos ensinar sobre a
igualdade e o valor básico de todos os seres humanos? Como essa verdade deve afetar nossa maneira de tratar
todas as pessoas?
Respostas sugestivas: 1. Todos os seres humanos são iguais porque foram criados por Deus. 2. O fato de
sermos todos pecadores. 3. O que tem verdadeiro valor para Deus são a fidelidade, o relacionamento com Ele
e o serviço em favor de outros. 4. A pressa em conseguir as coisas leva à infelicidade e à miséria. 5. Sempre
que fazemos algo em favor de um necessitado, é como se estivéssemos fazendo ao próprio Cristo. O amor a
Deus nos faz ter amor por Seus filhos. 6. Quando ensinamos uma criança, estamos promovendo em seu futuro
um impacto que se estende para além desta vida. 7. Se educarmos mal a criança, colheremos males. Mas, se a
educarmos bem, a criança será afastada da insensatez natural do coração humano.
Deus ouve a oração do humilde: Hoje é dia de orar por mais humildade e dependência de Deus em tudo.
Auxiliar - Resumo Provérbios
Texto-chave: Provérbios 20:28
O aluno deverá:
Conhecer: A relação de causa e efeito entre a misericórdia e o discernimento correto.
Sentir: Apreciar as recompensas intangíveis da sabedoria mais do que as recompensas tangíveis das riquezas
terrenas.
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Fazer: Escolher o discernimento correto, em vez da gratificação imediata e do alívio rápido que o vício
oferece.
Esboço
I. Conhecer: A relação de causa e efeito entre a misericórdia e o discernimento correto
A. Como a misericórdia e a verdade podem preservar um rei? De que forma elas são mais eficazes do que um
exército ou do que a riqueza?
B. Por que o discernimento correto é essencial para um rei (ver Pv 22:2, 8, 26)?
C. Explique por que as comunidades que são misericordiosas e verdadeiras têm mais probabilidade de
preservar qualidades como a paciência, a transparência e a firmeza do que comunidades que são cruéis e
desonestas?
II. Sentir: A superioridade das recompensas intangíveis da sabedoria
A. Por que as escolas deviam colocar, em seus currículos, mais ênfase na misericórdia e no discernimento
correto, e qual seria o benefício de se fazer isso?
B. Quais são as recompensas de se guardar o sábado? Elas são, em sua maioria, tangíveis ou intangíveis?
Explique. Por que você as achou atrativas?
C. Por que a Bíblia muitas vezes descreve Deus em termos de atributos invisíveis, como justiça, santidade e
compaixão?
III. Fazer: Evitar os vícios
A. O que acontece à família de um pai (ou mãe) que é contencioso, arrogante e frio?
B. Mencione alguns líderes ou indivíduos da História que são conhecidos por seus vícios. Explique por que
eles fizeram más escolhas na vida e, nesse processo, tornaram tão miserável a vida de outras pessoas?
Resumo: A misericórdia e a verdade talvez não lhe tragam dinheiro nem status, mas ajudarão você a fazer as
melhores escolhas na vida e lhe darão poder para criar comunidades crescentes e florescentes.
Ciclo do Aprendizado
Motivação
Focalizando as Escrituras: Provérbios 20:28
Conceito-chave para o crescimento espiritual: O discernimento correto é tudo na vida. Em algumas situações,
pode significar vida ou morte. Empresas perdem milhões de dólares; lares se desfazem; acontecem acidentes
no mar, no céu e nas estradas, resultando em terrível perda de vidas – tudo porque alguém fez uma avaliação
errada. O livro de Provérbios nos adverte que não se pode ter sucesso em nenhum ramo de trabalho sem o
discernimento correto. Assim, precisamos procurar evitar tudo o que obscureça nosso discernimento.
Para o professor: Somente o ser humano pode discernir corretamente. Os animais possuem discernimento, mas
este é extremamente limitado em comparação com o nosso. Por exemplo, tanto quanto saibamos, eles não
possuem capacidade de avaliação ética com respeito ao que é bom, verdadeiro e justo. Os computadores não
podem fazer avaliações além das que foram programados para fazer. É preciso o ser humano para fazer a
avaliação final. De acordo com o livro de Provérbios, o que nos define como seres humanos é a compaixão.
Na verdade, até os animais parecem humanos quando mostram compaixão. Portanto, a misericórdia nos ajuda
a fazer avaliações mais corretas porque nos torna mais humanos.
Discussão de abertura
Explique por que alguns carros ou casas têm preço bem maior do que outros. Por que as pessoas pagam tanto
dinheiro por eles? O que elas veem neles? Explique o que significam para você palavras como excelência,
segurança, confiabilidade e alta qualidade. Por que as pessoas permitem que esses ideais invisíveis guiem suas
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compras caras?
Perguntas para discussão
Mencione objetos que são seguros e confiáveis. Por que eles fazem você se sentir seguro e a salvo? Como
Jesus foi capaz de prover segurança e confiabilidade para Seus discípulos sem, na verdade, prover essas coisas
através de objetos?
Paulo e Silas, que estavam feridos por açoites, famintos e algemados, cantaram louvores a Deus numa prisão
escura e úmida (At 16:19-25). Embora não tivessem quase nada em termos de bens materiais, o que possuíam?
Compreensão
Para o professor: Os provérbios contidos nos capítulos 20 a 22 podem parecer repetição de alguns dos mesmos
provérbios de capítulos anteriores, sem muita organização. Quando lemos esses capítulos, é importante ter
duas coisas em mente. Em primeiro lugar, que o primeiro verso de cada capítulo (e frequentemente as
primeiras palavras) anunciam o assunto do capítulo. Talvez isso não se aplique a todos os capítulos de
Provérbios, mas certamente se aplica aos capítulos 20 e 21. Em segundo lugar, que muitos dos termos usados
nesses capítulos, como “nome”, ou “prata e ouro”, são metonímias. O termo metonímia significa que o autor
substituiu uma palavra ou frase por outra. Por exemplo, “nome” é uma metonímia para reputação, e “prata e
ouro”, para riquezas terrenas. Em outras palavras, o livro de Provérbios é escrito como um enigma ou como
um jogo de palavras cruzadas. No comentário abaixo, foram sugeridas metonímias para as palavras ou frases
contidas nos provérbios que se encontram nesses capítulos. Seria uma boa ideia examinar alguns provérbios
com sua classe para ver se vocês conseguem descobrir por si mesmos as metonímias que existem neles.
Comentário Bíblico
I. O são discernimento (Recapitule com a classe Pv 20.)
O assunto de Provérbios 20 é o são discernimento. O verso 1 menciona o “vinho” porque é um agente que
obscurece o discernimento. É claro que a surra, mencionada no verso 30, tem efeito oposto numa pessoa: ela
faz a pessoa despertar e pensar de maneira correta. A surra, em Provérbios, é uma metáfora para a disciplina, e
não deve ser tomada no sentido literal.
O capítulo também menciona quatro vezes a palavra “rei” (v. 2, 8, 26, 28) para reforçar a importância do
discernimento. Imagine o que aconteceria a um país, pergunta Salomão, se o rei não tivesse discernimento. O
sinal mais importante do são discernimento é a determinação: a qualidade de saber quando começar (v. 4, 15),
quando parar (v. 3) e quando dizer “não” (v. 16). O são discernimento também é marcado pelo juízo: a
capacidade de reconhecer bons conselhos (v. 18) e de exercer bom senso (v. 19). Para ter tais qualidades, a
pessoa precisa ser misericordiosa (v. 20, 21, 28, 29) e humilde, sempre consciente de suas próprias falhas (v. 9;
cf. v. 5) e dos vigilantes olhos de Deus que sondam nossos motivos e nossos pensamentos mais íntimos (v. 5,
12, 24, 27). A vida dos que têm discernimento será marcada por transparência (v. 7, 10, 14, 23), paciência (v.
17, 22) e firmeza (v. 25) em todas as coisas.
Pense nisto: Vivemos numa era de opções confusas, com muitas ideias e oportunidades novas, e muitas
inovações tecnológicas e médicas; embora a Bíblia não as mencione, ela nos dá princípios fundamentais para
que as avaliemos. Portanto, podemos buscar pessoas capazes de nos ajudar a fazer as escolhas corretas. Que
qualidades você procura nas pessoas a fim de confiar no discernimento delas?
II. Hábitos que destroem o discernimento (Recapitule com a classe Pv 21.)
Provérbios 21 continua o assunto do discernimento, iniciado no capítulo anterior. Isso fica claro pela menção
do termo “rei” e da fórmula: “o Senhor sonda os corações”, nos versos 1 e 2. Além disso, a palavra “justiça”
aparece nos versos 3, 7 e 15.
Mas esse capítulo difere do capítulo 20 em sua ênfase. Seu enfoque está no que obscurece o discernimento.
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Provérbios 21 é uma lista de hábitos intelectuais e emocionais que prejudicam o discernimento da pessoa
quando esta condescende com eles. A lista é bastante longa, mas o princípio subjacente é claro: a pessoa perde
o discernimento quando se entrega a vícios. As pessoas que amam vícios são orgulhosas (v. 4, 24), apressadas
(v. 5), desonestas (v. 6, 7, 28), tortuosas (v. 8), rixosas (v. 9, 19), desejam o mal (v. 10), são escarnecedoras (v.
11), perversas (v. 15, 18, 27), sem compaixão (v. 13), corruptas (v. 14), desviadas do caminho (v. 16), amantes
do prazer (v. 17), desperdiçadoras (v. 20), demasiadamente autoconfiantes (v. 22), falam demais (v. 23), são
preguiçosas (v. 25), mesquinhas e gananciosas (v. 26), hipócritas (v. 27), duras (v. 29) e contrárias a Deus (v.
30, 31).
O princípio que está implícito é que a pessoa não pode ter bom discernimento se ama os vícios. É por isso que
um líder precisa ser uma pessoa de caráter, que tem um coração compassivo (v. 21). O problema é que os seres
humanos têm uma inclinação natural para os vícios.
Pergunta para reflexão
Por que os vícios exercem tal atração sobre as pessoas? Por que os vícios florescem em grandes cidades?
Como podemos encontrar tempo no sábado para mostrar compaixão àqueles que precisam de ajuda, tanto
dentro da igreja como fora dela?
III. A recompensa da sabedoria (Recapitule com a classe Pv 22.)
O verso inicial de Provérbios 22 (“Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas”) anuncia o assunto do
capítulo: a recompensa da sabedoria. Para nossa mente moderna, um bom nome e grandes riquezas são, com
frequência, sinônimos.
Mas esse não é o caso no livro de Provérbios. A recompensa que a sabedoria promete é, da mesma forma que o
bom nome, intangível, porque aqueles que buscam recompensas tangíveis, como o dinheiro, muitas vezes
acabam se tornando corruptos. A recompensa da sabedoria é significativa e multifacetada. Por exemplo, a
sabedoria ajuda a pessoa a reconhecer o perigo e a evitá-lo (v. 3), a ser humilde (v. 5), a saber como educar um
filho (v. 6), a ser generosa (v. 9), a ter um coração puro e a saber como e quando falar (v. 11), e também a
desfrutar da proteção de Deus (v. 12).
Em nítido contraste, a loucura traz apenas tristeza em seu rastro. Ao buscar riquezas terrenas, muitos veem sua
vida repleta de vazios (v. 8), desentendimentos (v. 10), preguiça (v. 13) e lascívia (v. 14), e descobrem que se
tornaram opressores (v. 16, 22, 23). Salomão conclama seus leitores a se tornarem sábios, ouvindo com
atenção (v. 17, 18), confiando em Deus (v. 19), buscando conhecimento e verdade (v. 20, 21) e trabalhando
com afinco (v. 29). Eles devem evitar ser como aqueles que, em consequência de odiarem a sabedoria, buscam
a companhia de amigos ricos e poderosos que não têm discernimento (v. 22-28).
Pense nisto: Por que tantas pessoas ricas e famosas mostram pouco interesse por Deus? Por que Deus dotou os
seres humanos de uma mente com capacidade intelectual e espiritual, ao contrário dos animais?
Aplicação
Para o professor: Em nosso mundo materialista e narcisista, é fácil invejar pessoas que têm dinheiro e poder, e
tentar rivalizar com elas. Ajude sua classe a apreciar o valor inigualável das riquezas espirituais, como o
discernimento correto e a misericórdia.
Perguntas de aplicação
Como podemos ter a certeza de que a sabedoria e o discernimento são prioridade em nossa vida?
Leia Filipenses 3:4-11. Por que Paulo achava impossível apegar-se ao status social e a Cristo ao mesmo
tempo?
Criatividade e atividades práticas
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Para o professor: Ajude sua classe a ver como os capítulos 20 a 22 de Provérbios descrevem de maneira exata
nossa situação hoje em dia. Explique de que maneira esses capítulos mostram segredos sobre como escapar da
pressão de buscar as riquezas e o sucesso terreno e sobre como encontrar paz e calma em Cristo, a sabedoria
de Deus (1Co 1:24).
Atividade
1. Peça aos membros de sua classe que façam uma lista das prioridades que são importantes para eles neste
momento. Peça-lhes que expliquem que valores usaram para formular a lista.
2. Leia o capítulo “A Recompensa do Serviço”, em Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 305-312, e discuta
como o conceito de Ellen G. White sobre a recompensa espiritual se compara ao conceito de recompensa
encontrado em Provérbios 22.
Planejando atividades: O que sua classe pode fazer, na próxima semana, como resposta ao estudo da lição?
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  • 1. Lições Adultos Provérbios Lição 8 - Palavras de sabedoria 14 a 21 de fevereiro Sábado à tarde Ano Bíblico: Nm 9–11 VERSO PARA MEMORIZAR: “Cada qual entre os homens apregoa a sua bondade; mas o homem fiel, quem o achará?.” Pv 20:6, ARC. Leituras da Semana: Pv 20; 1Co 12:14-26; Jr 9:23, 24; Pv 21; Mt 25:35-40; Pv 22 Até certo grau (na verdade, em grande grau), todos somos produtos do nosso meio. Embora a hereditariedade tenha um papel muito importante, os valores que possuímos provêm daquilo que nos cerca: nosso lar, nossa educação, nossa cultura. Desde a infância somos influenciados pelo que vemos e ouvimos. Infelizmente, o que vemos e ouvimos nem sempre é o melhor; o mundo ao nosso redor está caído em todos os aspectos, e não pode deixar de nos influenciar negativamente. Contudo, foi-nos dada a promessa do Espírito Santo, e possuímos a Palavra de Deus, que nos mostra algo melhor e mais elevado do que o que é mostrado pelo mundo. Nesta semana examinaremos vários provérbios e as verdades práticas que eles expressam – verdades que, se internalizadas e seguidas, podem, de fato, nos ajudar a vencer a negatividade deste mundo caído e preparar- nos para um mundo melhor. Adventistas em todo o mundo estarão unidos no grande movimento de oração! Domingo - Somos todos iguais Ano Bíblico: Nm 12–14 1. Leia Provérbios 20:12. O que essa passagem nos ensina sobre o valor de todos os seres humanos? Pv 20:12. (ACF); 12 O ouvido que ouve, e o olho que vê, o SENHOR os fez a ambos. Diferentemente da teoria da evolução, que nos considera a todos apenas como produto do acaso num universo impessoal, a Bíblia nos ensina que todos os seres humanos foram criados por Deus (veja também Atos 17:26). Não foi por acaso que Thomas Jefferson afirmou a igualdade de todos os seres humanos com base, precisamente, no fato de terem sido criados por Deus. É no Senhor, e apenas nEle, que se baseia nossa igualdade. At 17:26. (ACF); 26 E de um só sangue fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação; ramos@advir.comramos@advir.com
  • 2. Embora todos tenhamos o mesmo Criador, isso não significa que sejamos todos idênticos. Nem mesmo gêmeos idênticos se comportam exatamente da mesma forma. Em sua carta aos coríntios, Paulo fala sobre nossas diferenças, e enfatiza que elas não devem levar a um senso de superioridade, mas que, em vez disso, devem nos ajudar a ver a necessidade que temos uns dos outros. “Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós” (1Co 12:21). 2. Leia Provérbios 20:9. O que mais nos torna todos iguais? Pv 20:9. (ACF); 9 Quem poderá dizer: Purifiquei o meu coração, limpo estou de meu pecado? O pecado é outro equalizador universal. O pronome “ninguém”, que é a resposta à pergunta retórica encontrada nesse provérbio, evidencia a trágica e irremediável condição da humanidade. Os seres humanos são todos fracos e mortais, e nem todo o dinheiro e poder do mundo poderão mudar isso. Contudo, no contexto da Bíblia, essa referência à pecaminosidade humana não deve nos levar ao desespero, porque a morte de Jesus na cruz e Sua ressurreição abriram caminho para que qualquer pessoa, não importa quão pecadora seja, tenha a promessa da vida eterna. Essa vida eterna vem unicamente pela fé nEle, não pelas nossas obras. “Se o homem não pode, por qualquer de suas boas obras, merecer a salvação, então ela tem que ser inteiramente pela graça, recebida pelo ser humano como pecador, porque ele aceita a Jesus e crê nEle. A salvação é inteiramente um dom gratuito. A justificação pela fé está fora de controvérsia. E toda essa discussão estará terminada logo que seja estabelecida a questão de que os méritos do homem caído, em suas boas obras, jamais poderão obter a vida eterna para ele” (Ellen G. White, Fé e Obras, p. 20). Alguma vez você já se surpreendeu abrigando o sentimento de ser superior (ou inferior) a outras pessoas? Em caso positivo, o que a cruz lhe diz sobre a igualdade de todos nós? Prepare sua família e sua igreja para os dez dias de oração e as dez horas de jejum! Segunda - O teste da vida Ano Bíblico: Nm 15, 16 “As suas obras os acompanham”, diz Apocalipse 14:13 com respeito à recompensa dos justos. Somente o futuro testificará do verdadeiro valor de cada pessoa. Indivíduos podem se vangloriar hoje de sua riqueza, de seu conhecimento, de suas proezas físicas, e talvez tudo isso seja verdade. Mas, o que essas coisas significam aos olhos de Deus? Muitas vezes fica demonstrado que as características, as consecuções e as realizações que os seres humanos exaltam como importantes ou admiráveis são, na verdade, refugo inútil. Basta você olhar para alguns dos personagens muitas vezes desprezíveis da indústria do entretenimento, que são idolatrados pelos fãs. Aquilo que idolatramos apresenta um poderoso testemunho de quão caídos estamos. 3. Leia Provérbios 20:6 (veja também Jeremias 9:23, 24; Marcos 9:35). O que essas passagens estão nos dizendo sobre o que tem real valor para Deus? Pv 20:6. (NVI); 6 Muitos se dizem amigos leais, mas um homem fiel, quem poderá achar? Jr 9:23-24. (ACF); 23 Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas, 24 Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o SENHOR, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR. Mc 9:35. (ACF); 35 E ele, assentando-se, chamou os doze, e disse-lhes: Se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos. Não é um ato isolado e sensacional de amor ou sacrifício que demonstra a alta qualidade de nossos relacionamentos, mas a longa série regular de pequenos atos que realizamos dia a dia, pacientemente e sem falta. A refeição diária servida para seu cônjuge, a constante atenção a um pai ou mãe doente, o esforço ramos@advir.comramos@advir.com
  • 3. contínuo no seu trabalho; todos esses atos humildes, ao longo da vida, são evidências de que sua fé é autêntica. A fidelidade perseverante é mais valiosa do que atos de amor intensos, mas raros. Esse princípio vale também para nosso relacionamento com Deus. É mais difícil e mais valioso viver para Deus do que morrer por Ele: se não por nenhuma outra razão, ao menos pelo fato de que viver requer mais tempo do que morrer. É maior o santo que vive por Deus do que o mártir que morre por Ele. Qualquer um pode afirmar que crê em Deus e que O serve; a pergunta é: Até quando isso vai durar? Como Jesus disse: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 24:13). Por meio da paciência, da bondade e da disposição para suprir as necessidades dos outros, você pode revelar a alguém um pouco do caráter de Cristo? Você está disposto a fazer isso, não importa qual o custo para si mesmo? Comece por você! Faça planos de orar todos os dias por um propósito espiritual! Terça - Esperar pelo Senhor Ano Bíblico: Nm 17–19 4. Leia Provérbios 20:17 e 21:5. Que lição prática podemos encontrar nessas passagens? Pv 20:17. (JFA-RC); 17 Suave é ao homem o pão da mentira, mas, depois, a sua boca se encherá de pedrinhas de areia. Pv 21:5. (ACF); 5 Os pensamentos do diligente tendem só para a abundância, porém os de todo apressado, tão-somente para a pobreza. O ladrão que rouba pão o obtém mais rapidamente do que alguém que precisa trabalhar para adquiri-lo. O vendedor que mente para vender mercadorias de má qualidade pode se tornar rico mais depressa do que o comerciante honesto (compare Provérbios 21:5 com o versículo seguinte). Contudo, diz o provérbio, o futuro transformará a suavidade em “pedrinhas de areia”, e a riqueza adquirida com rapidez se transformará em pobreza. A passagem dá vários exemplos para ilustrar a veracidade dessa afirmação: 1. A herança (Pv 20:21). A menção de uma herança obtida com demasiada rapidez (dando a entender que os pais ainda estão vivos) vem após a condenação daquele que amaldiçoa seus pais (Pv 20:20). A associação desses dois provérbios é significativa. É como se o filho (ou a filha) amaldiçoasse os pais e também quisesse vê-los mortos. Talvez tivesse até planejado a morte dos pais para obter a herança. O futuro desse comportamento é trágico: a lâmpada da qual ele atualmente desfruta a luz se tornará em “densas trevas” (v. 20) e a maldição que ele pronunciou contra os pais se voltará contra ele, pois “o seu fim não será bendito” (v. 21, ARC). Pv 20:20-21. (JFA-RA); 20 O que amaldiçoa a seu pai ou a sua mãe, apagar-se-lhe-á a sua lâmpada nas, mais densas trevas. 21 A herança que no princípio é adquirida às pressas, não será abençoada no seu fim. 2. A vingança (Pv 20:22). Dessa vez o provérbio se destina à vítima que pode ser tentada a buscar a vingança pelo mal que foi cometido contra ela. O conselho é, simplesmente: “Espera pelo Senhor.” Somente então você obterá livramento, o que implica que se você buscar a vingança, estará correndo sério risco. Provérbios 25:21, 22 enfatiza a mesma instrução, usando a metáfora de amontoar brasas vivas na cabeça do inimigo, um ritual egípcio que expressa arrependimento e conversão. Se você se abstiver da vingança, como é prometido em Provérbios 20:22, você será salvo pelo Senhor e, nesse processo (como acrescenta Provérbios 25:21, 22), você salvará seu inimigo, vencendo assim o mal com o bem (Rm 12:21). Pv 20:22. (JFA-RA); 22 Não digas: vingar-me-ei do mal; espera pelo Senhor e ele te livrará. Pv 25:21-22. (ACF); 21 Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber; 22 Porque assim lhe amontoarás brasas sobre a cabeça; e o SENHOR to retribuirá. ramos@advir.comramos@advir.com
  • 4. Rm 12:20-21. (ACF); 20 Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça. 21 Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem. Como você pode aprender a imitar o caráter de Cristo no aspecto de vencer o mal com o bem? Por que isso é tão contrário à nossa natureza? Por que a morte para o eu é a única maneira de alcançar esse fim? Se você nunca jejuou, terá uma grande oportunidade no próximo dia 28! Ore por isso! Quarta - Compaixão pelos pobres Ano Bíblico: Nm 20, 21 O caráter de alguém não é medido tanto pela sabedoria, nem mesmo pelos compromissos religiosos, mas pela disposição para ajudar os pobres e os necessitados. Seu caráter não é formado pelo que você tem, mas pelo que você dá a seu próximo. A medida de seu caráter é quem você é para seu próximo. O samaritano que salva o próximo está mais perto do reino de Deus do que o sacerdote espiritual (Lc 10:26-37). O livro de Provérbios enfatiza e explica essa prioridade. Lc 10:25-37. (ACF); 25 E eis que se levantou um certo doutor da lei, tentando-o, e dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? 26 E ele lhe disse: Que está escrito na lei? Como lês? 27 E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. 28 E disse-lhe: Respondeste bem; faze isso, e viverás. 29 Ele, porém, querendo justificar-se a si mesmo, disse a Jesus: E quem é o meu próximo? 30 E, respondendo Jesus, disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o despojaram, e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto. 31 E, ocasionalmente descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo. 32 E de igual modo também um levita, chegando àquele lugar, e, vendo-o, passou de largo. 33 Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão; 34 E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele; 35 E, partindo no outro dia, tirou dois dinheiros, e deu-os ao hospedeiro, e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que de mais gastares eu to pagarei quando voltar. 36 Qual, pois, destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores? 37 E ele disse: O que usou de misericórdia para com ele. Disse, pois, Jesus: Vai, e faze da mesma maneira. Por amor a Deus: A primeira razão para fazer disso uma prioridade está no próprio Deus, que prefere a compaixão humana pelos pobres ao nosso zelo religioso (Pv 19:17; 21:13). Sua sensibilidade para com os pobres e seus atos concretos em favor deles contam mais para Deus do que qualquer de seus atos religiosos. Na verdade, Ele está pessoalmente envolvido nessa obra, de forma que, quando damos aos pobres, é como se estivéssemos dando ao próprio Deus (Mt 25:35-40). Pv 19:17. (JFA-RA); 17 O que se compadece do pobre empresta ao Senhor, que lhe retribuirá o seu benefício. Pv 21:13 (JFA-ACF) O que tapa o seu ouvido ao clamor do pobre, ele mesmo também clamará e não será ouvido. 5. Leia Mateus 25:35-40. O que isso nos diz sobre a maneira pela qual Jesus Se identifica intimamente com os necessitados? De que forma essa verdade afeta a maneira de nos relacionarmos com essas pessoas? Mt 25:35-40. (JFA-RA); 35 porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; 36 estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver- me. 37 Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? 38 Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos? 39 Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te? 40 E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes. Por amor aos pobres: A segunda razão está na pessoa pobre, que é tanto criatura de Deus quanto a rica (Pv ramos@advir.comramos@advir.com
  • 5. 22:2). A igualdade entre os seres humanos, com base no fato de que Deus os criou a todos, torna o pobre tão digno de atenção quanto o rico. Devemos amar nosso próximo pelo que ele é: um ser feito à imagem de Deus. Pv 2:21-22. (ACF); 21 Porque os retos habitarão a terra, e os íntegros permanecerão nela. 22 Mas os ímpios serão arrancados da terra, e os aleivosos serão dela exterminados. Ao mesmo tempo, pense em como o ato de ajudar os necessitados faz bem a você. Nossa natureza básica é egoísta; automaticamente temos a tendência de pensar em nós mesmos antes e acima dos outros. Ao nos doarmos, aprendemos a morrer para nós mesmos e a refletir melhor o caráter de Cristo. O que é de mais valor para nós do que isso? Você obtém maior senso de satisfação pessoal quando ajuda os necessitados do que quando faz coisas apenas para si mesmo? Mais de 17 milhões de pessoas estarão unidas em oração! Amanhã começaremos esse movimento! Quinta - Educação Ano Bíblico: Nm 22–24 A palavra hebraica para “educação” vem de um termo que significa “edificar” e “começar”. Todos esses significados estão contidos na ideia hebraica de educação: quando ensinamos uma criança (Pv 22:6), edificamos, começamos e lançamos o alicerce para o futuro. Os pais e educadores são, portanto, responsáveis pelo futuro das crianças e, por implicação, pelo futuro do mundo. O que fazemos com nossas crianças hoje afetará a sociedade nas gerações futuras. 6. Leia Provérbios 22:6. O que isso diz sobre a importância de educar corretamente as crianças? Pv 22:6-7. (JFA-RA); 6 Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele. É significativo que a palavra hebraica para “educar” é a mesma palavra usada para a consagração do templo (1Rs 8:63). A educação inicial que recebemos na vida tem a mesma influência do templo: tem um impacto sobre nossa salvação que se estende para além de nossa própria vida. “Aos pais é comissionada a grande obra de educar e preparar os filhos para a vida futura e imortal” (Ellen G. White, Orientação da Criança, p. 38). 1Rs 8:63. (ACF); 63 E deu Salomão para o sacrifício pacífico que ofereceu ao SENHOR, vinte e duas mil vacas e cento e vinte mil ovelhas; assim o rei e todos os filhos de Israel consagraram a casa do SENHOR. Tal educação tem um efeito eterno. O apóstolo Paulo parece ter se referido a esta passagem quando elogiou Timóteo por sua educação desde criança no conhecimento das “Sagradas Letras, que [podiam torná-lo] sábio para a salvação” (2Tm 3:15). 7. Leia Provérbios 22:8, 15. Que princípios encontramos nesses versos? Pv 22:8. (JFA-RA); 8 O que semear a perversidade segará males; e a vara da sua indignação falhará. Pv 22:15. (NVI); 15 A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela. A educação pode ser comparada à atividade de semear. O futuro de nossa sociedade e de nossos filhos depende do que semeamos. Se nossa semente foi a “injustiça”, então nossa educação (“a vara”) falhará, e segaremos males (v. 8). Se nossa semente tocar o coração das crianças (v. 15), então a vara de nossa educação afastará da criança sua insensatez. Frequentemente ensinamos a outros (especialmente as crianças) pelo nosso exemplo. Pense sobre seu exemplo. Que tipo de legado você está deixando? Seu exemplo poderia ser melhor em alguma área? Em caso afirmativo, qual? ramos@advir.comramos@advir.com
  • 6. Necessidade de oração: Vamos orar hoje para que Deus nos dê perseverança para buscá-Lo constantemente por meio da oração. Sexta - Estudo adicional Ano Bíblico: Nm 25–27 “Os pais devem ser modelos de veracidade, pois essa é a lição diária que deve ser impressa no coração da criança. Princípios firmes devem governar os pais em todos os negócios da vida, especialmente na educação e no preparo dos filhos. ... Pais, nunca mintam nem digam uma inverdade por preceito nem exemplo. Se quiserem que seus filhos sejam verdadeiros, sejam fiéis vocês mesmos (Ellen G. White, Orientação da Criança, p. 151). “Muitos pais e mães parecem pensar que, se alimentarem e vestirem seus pequenos, educando-os segundo a norma do mundo, terão cumprido o seu dever. Estão ocupados demais com negócios ou prazeres para tornarem a educação dos filhos o estudo de sua vida. Não procuram educá-los de tal maneira que eles venham a empregar os talentos para a honra de Seu Redentor. Salomão não disse: ‘Dize ao menino o caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.’ Mas: ‘Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele’” (Pv 22:6, ARC; Ibid., p. 38). Perguntas para reflexão 1. Reflita mais na ideia de Provérbios 22:6. Muitos pais fizeram um bom trabalho ao criar seus filhos, mas quando adultos esses filhos fazem más escolhas. Por que, ao considerar o significado dessa passagem, nunca devemos nos esquecer da realidade do livre-arbítrio e da realidade do grande conflito? 2. Dê mais uma olhada na pergunta para reflexão que está no fim da lição de quarta-feira. O que ela nos diz sobre nós mesmos quando obtemos um senso de satisfação ao ajudar os outros, especialmente quando não recebemos nada em troca? O que essa verdade deve nos dizer sobre o porquê de muitas pessoas que possuem tanto das riquezas deste mundo serem infelizes? 3. Embora não sejamos todos iguais em talentos, educação, experiência e assim por diante, somos iguais no que é mais importante: todos precisamos da cruz para ser salvos. O que isso deve nos ensinar sobre a igualdade e o valor básico de todos os seres humanos? Como essa verdade deve afetar nossa maneira de tratar todas as pessoas? Respostas sugestivas: 1. Todos os seres humanos são iguais porque foram criados por Deus. 2. O fato de sermos todos pecadores. 3. O que tem verdadeiro valor para Deus são a fidelidade, o relacionamento com Ele e o serviço em favor de outros. 4. A pressa em conseguir as coisas leva à infelicidade e à miséria. 5. Sempre que fazemos algo em favor de um necessitado, é como se estivéssemos fazendo ao próprio Cristo. O amor a Deus nos faz ter amor por Seus filhos. 6. Quando ensinamos uma criança, estamos promovendo em seu futuro um impacto que se estende para além desta vida. 7. Se educarmos mal a criança, colheremos males. Mas, se a educarmos bem, a criança será afastada da insensatez natural do coração humano. Deus ouve a oração do humilde: Hoje é dia de orar por mais humildade e dependência de Deus em tudo. Auxiliar - Resumo Provérbios Texto-chave: Provérbios 20:28 O aluno deverá: Conhecer: A relação de causa e efeito entre a misericórdia e o discernimento correto. Sentir: Apreciar as recompensas intangíveis da sabedoria mais do que as recompensas tangíveis das riquezas terrenas. ramos@advir.comramos@advir.com
  • 7. Fazer: Escolher o discernimento correto, em vez da gratificação imediata e do alívio rápido que o vício oferece. Esboço I. Conhecer: A relação de causa e efeito entre a misericórdia e o discernimento correto A. Como a misericórdia e a verdade podem preservar um rei? De que forma elas são mais eficazes do que um exército ou do que a riqueza? B. Por que o discernimento correto é essencial para um rei (ver Pv 22:2, 8, 26)? C. Explique por que as comunidades que são misericordiosas e verdadeiras têm mais probabilidade de preservar qualidades como a paciência, a transparência e a firmeza do que comunidades que são cruéis e desonestas? II. Sentir: A superioridade das recompensas intangíveis da sabedoria A. Por que as escolas deviam colocar, em seus currículos, mais ênfase na misericórdia e no discernimento correto, e qual seria o benefício de se fazer isso? B. Quais são as recompensas de se guardar o sábado? Elas são, em sua maioria, tangíveis ou intangíveis? Explique. Por que você as achou atrativas? C. Por que a Bíblia muitas vezes descreve Deus em termos de atributos invisíveis, como justiça, santidade e compaixão? III. Fazer: Evitar os vícios A. O que acontece à família de um pai (ou mãe) que é contencioso, arrogante e frio? B. Mencione alguns líderes ou indivíduos da História que são conhecidos por seus vícios. Explique por que eles fizeram más escolhas na vida e, nesse processo, tornaram tão miserável a vida de outras pessoas? Resumo: A misericórdia e a verdade talvez não lhe tragam dinheiro nem status, mas ajudarão você a fazer as melhores escolhas na vida e lhe darão poder para criar comunidades crescentes e florescentes. Ciclo do Aprendizado Motivação Focalizando as Escrituras: Provérbios 20:28 Conceito-chave para o crescimento espiritual: O discernimento correto é tudo na vida. Em algumas situações, pode significar vida ou morte. Empresas perdem milhões de dólares; lares se desfazem; acontecem acidentes no mar, no céu e nas estradas, resultando em terrível perda de vidas – tudo porque alguém fez uma avaliação errada. O livro de Provérbios nos adverte que não se pode ter sucesso em nenhum ramo de trabalho sem o discernimento correto. Assim, precisamos procurar evitar tudo o que obscureça nosso discernimento. Para o professor: Somente o ser humano pode discernir corretamente. Os animais possuem discernimento, mas este é extremamente limitado em comparação com o nosso. Por exemplo, tanto quanto saibamos, eles não possuem capacidade de avaliação ética com respeito ao que é bom, verdadeiro e justo. Os computadores não podem fazer avaliações além das que foram programados para fazer. É preciso o ser humano para fazer a avaliação final. De acordo com o livro de Provérbios, o que nos define como seres humanos é a compaixão. Na verdade, até os animais parecem humanos quando mostram compaixão. Portanto, a misericórdia nos ajuda a fazer avaliações mais corretas porque nos torna mais humanos. Discussão de abertura Explique por que alguns carros ou casas têm preço bem maior do que outros. Por que as pessoas pagam tanto dinheiro por eles? O que elas veem neles? Explique o que significam para você palavras como excelência, segurança, confiabilidade e alta qualidade. Por que as pessoas permitem que esses ideais invisíveis guiem suas ramos@advir.comramos@advir.com
  • 8. compras caras? Perguntas para discussão Mencione objetos que são seguros e confiáveis. Por que eles fazem você se sentir seguro e a salvo? Como Jesus foi capaz de prover segurança e confiabilidade para Seus discípulos sem, na verdade, prover essas coisas através de objetos? Paulo e Silas, que estavam feridos por açoites, famintos e algemados, cantaram louvores a Deus numa prisão escura e úmida (At 16:19-25). Embora não tivessem quase nada em termos de bens materiais, o que possuíam? Compreensão Para o professor: Os provérbios contidos nos capítulos 20 a 22 podem parecer repetição de alguns dos mesmos provérbios de capítulos anteriores, sem muita organização. Quando lemos esses capítulos, é importante ter duas coisas em mente. Em primeiro lugar, que o primeiro verso de cada capítulo (e frequentemente as primeiras palavras) anunciam o assunto do capítulo. Talvez isso não se aplique a todos os capítulos de Provérbios, mas certamente se aplica aos capítulos 20 e 21. Em segundo lugar, que muitos dos termos usados nesses capítulos, como “nome”, ou “prata e ouro”, são metonímias. O termo metonímia significa que o autor substituiu uma palavra ou frase por outra. Por exemplo, “nome” é uma metonímia para reputação, e “prata e ouro”, para riquezas terrenas. Em outras palavras, o livro de Provérbios é escrito como um enigma ou como um jogo de palavras cruzadas. No comentário abaixo, foram sugeridas metonímias para as palavras ou frases contidas nos provérbios que se encontram nesses capítulos. Seria uma boa ideia examinar alguns provérbios com sua classe para ver se vocês conseguem descobrir por si mesmos as metonímias que existem neles. Comentário Bíblico I. O são discernimento (Recapitule com a classe Pv 20.) O assunto de Provérbios 20 é o são discernimento. O verso 1 menciona o “vinho” porque é um agente que obscurece o discernimento. É claro que a surra, mencionada no verso 30, tem efeito oposto numa pessoa: ela faz a pessoa despertar e pensar de maneira correta. A surra, em Provérbios, é uma metáfora para a disciplina, e não deve ser tomada no sentido literal. O capítulo também menciona quatro vezes a palavra “rei” (v. 2, 8, 26, 28) para reforçar a importância do discernimento. Imagine o que aconteceria a um país, pergunta Salomão, se o rei não tivesse discernimento. O sinal mais importante do são discernimento é a determinação: a qualidade de saber quando começar (v. 4, 15), quando parar (v. 3) e quando dizer “não” (v. 16). O são discernimento também é marcado pelo juízo: a capacidade de reconhecer bons conselhos (v. 18) e de exercer bom senso (v. 19). Para ter tais qualidades, a pessoa precisa ser misericordiosa (v. 20, 21, 28, 29) e humilde, sempre consciente de suas próprias falhas (v. 9; cf. v. 5) e dos vigilantes olhos de Deus que sondam nossos motivos e nossos pensamentos mais íntimos (v. 5, 12, 24, 27). A vida dos que têm discernimento será marcada por transparência (v. 7, 10, 14, 23), paciência (v. 17, 22) e firmeza (v. 25) em todas as coisas. Pense nisto: Vivemos numa era de opções confusas, com muitas ideias e oportunidades novas, e muitas inovações tecnológicas e médicas; embora a Bíblia não as mencione, ela nos dá princípios fundamentais para que as avaliemos. Portanto, podemos buscar pessoas capazes de nos ajudar a fazer as escolhas corretas. Que qualidades você procura nas pessoas a fim de confiar no discernimento delas? II. Hábitos que destroem o discernimento (Recapitule com a classe Pv 21.) Provérbios 21 continua o assunto do discernimento, iniciado no capítulo anterior. Isso fica claro pela menção do termo “rei” e da fórmula: “o Senhor sonda os corações”, nos versos 1 e 2. Além disso, a palavra “justiça” aparece nos versos 3, 7 e 15. Mas esse capítulo difere do capítulo 20 em sua ênfase. Seu enfoque está no que obscurece o discernimento. ramos@advir.comramos@advir.com
  • 9. Provérbios 21 é uma lista de hábitos intelectuais e emocionais que prejudicam o discernimento da pessoa quando esta condescende com eles. A lista é bastante longa, mas o princípio subjacente é claro: a pessoa perde o discernimento quando se entrega a vícios. As pessoas que amam vícios são orgulhosas (v. 4, 24), apressadas (v. 5), desonestas (v. 6, 7, 28), tortuosas (v. 8), rixosas (v. 9, 19), desejam o mal (v. 10), são escarnecedoras (v. 11), perversas (v. 15, 18, 27), sem compaixão (v. 13), corruptas (v. 14), desviadas do caminho (v. 16), amantes do prazer (v. 17), desperdiçadoras (v. 20), demasiadamente autoconfiantes (v. 22), falam demais (v. 23), são preguiçosas (v. 25), mesquinhas e gananciosas (v. 26), hipócritas (v. 27), duras (v. 29) e contrárias a Deus (v. 30, 31). O princípio que está implícito é que a pessoa não pode ter bom discernimento se ama os vícios. É por isso que um líder precisa ser uma pessoa de caráter, que tem um coração compassivo (v. 21). O problema é que os seres humanos têm uma inclinação natural para os vícios. Pergunta para reflexão Por que os vícios exercem tal atração sobre as pessoas? Por que os vícios florescem em grandes cidades? Como podemos encontrar tempo no sábado para mostrar compaixão àqueles que precisam de ajuda, tanto dentro da igreja como fora dela? III. A recompensa da sabedoria (Recapitule com a classe Pv 22.) O verso inicial de Provérbios 22 (“Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas”) anuncia o assunto do capítulo: a recompensa da sabedoria. Para nossa mente moderna, um bom nome e grandes riquezas são, com frequência, sinônimos. Mas esse não é o caso no livro de Provérbios. A recompensa que a sabedoria promete é, da mesma forma que o bom nome, intangível, porque aqueles que buscam recompensas tangíveis, como o dinheiro, muitas vezes acabam se tornando corruptos. A recompensa da sabedoria é significativa e multifacetada. Por exemplo, a sabedoria ajuda a pessoa a reconhecer o perigo e a evitá-lo (v. 3), a ser humilde (v. 5), a saber como educar um filho (v. 6), a ser generosa (v. 9), a ter um coração puro e a saber como e quando falar (v. 11), e também a desfrutar da proteção de Deus (v. 12). Em nítido contraste, a loucura traz apenas tristeza em seu rastro. Ao buscar riquezas terrenas, muitos veem sua vida repleta de vazios (v. 8), desentendimentos (v. 10), preguiça (v. 13) e lascívia (v. 14), e descobrem que se tornaram opressores (v. 16, 22, 23). Salomão conclama seus leitores a se tornarem sábios, ouvindo com atenção (v. 17, 18), confiando em Deus (v. 19), buscando conhecimento e verdade (v. 20, 21) e trabalhando com afinco (v. 29). Eles devem evitar ser como aqueles que, em consequência de odiarem a sabedoria, buscam a companhia de amigos ricos e poderosos que não têm discernimento (v. 22-28). Pense nisto: Por que tantas pessoas ricas e famosas mostram pouco interesse por Deus? Por que Deus dotou os seres humanos de uma mente com capacidade intelectual e espiritual, ao contrário dos animais? Aplicação Para o professor: Em nosso mundo materialista e narcisista, é fácil invejar pessoas que têm dinheiro e poder, e tentar rivalizar com elas. Ajude sua classe a apreciar o valor inigualável das riquezas espirituais, como o discernimento correto e a misericórdia. Perguntas de aplicação Como podemos ter a certeza de que a sabedoria e o discernimento são prioridade em nossa vida? Leia Filipenses 3:4-11. Por que Paulo achava impossível apegar-se ao status social e a Cristo ao mesmo tempo? Criatividade e atividades práticas ramos@advir.comramos@advir.com
  • 10. Para o professor: Ajude sua classe a ver como os capítulos 20 a 22 de Provérbios descrevem de maneira exata nossa situação hoje em dia. Explique de que maneira esses capítulos mostram segredos sobre como escapar da pressão de buscar as riquezas e o sucesso terreno e sobre como encontrar paz e calma em Cristo, a sabedoria de Deus (1Co 1:24). Atividade 1. Peça aos membros de sua classe que façam uma lista das prioridades que são importantes para eles neste momento. Peça-lhes que expliquem que valores usaram para formular a lista. 2. Leia o capítulo “A Recompensa do Serviço”, em Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 305-312, e discuta como o conceito de Ellen G. White sobre a recompensa espiritual se compara ao conceito de recompensa encontrado em Provérbios 22. Planejando atividades: O que sua classe pode fazer, na próxima semana, como resposta ao estudo da lição? É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo sem prévia autorização da Casa Publicadora Brasileira. ramos@advir.comramos@advir.com