Lição 12                                                                                                 15 a 22 de dezemb...
O santuário terrestre é descrito como um tipo, ou modelo, do celestial. Isso significa que, no mínimo, o primeiro temalgum...
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II. Sentir: O Rei está voltandoA. Que a atitude adequada os seguidores de Cristo devem ter em relação aos sinais dos últim...
A promessa de Cristo "virei outra vez" (Jo 14:3) explica firmemente que a segunda vinda é distinta da primeira. Hebreusres...
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  1. 1. Lição 12 15 a 22 de dezembro As últimas coisas: Jesus e os salvosSábado à tarde Ano Bíblico: Hb 10, 11VERSO PARA MEMORIZAR: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, evenham, assim, os tempos do refrigério pela presença do Senhor. E envie Ele a Jesus Cristo, que já dantes vos foipregado, o qual convém que o Céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca detodos os Seus santos profetas, desde o princípio” (At 3:19-21, RC).Leituras da semana: Hb 8:1-5; Is 53:6; Rm 3:24, 25; 1Tm 2:5; Hb 9:23; At 3:19-21Pensamento-chave: O ensino bíblico sobre o ministério de Cristo no santuário celestial, Sua segunda vinda e aressurreição dos mortos estão juntos como uma mensagem de esperança para os que colocaram nEle sua confiança.A história do grande conflito entre o bem e o mal teve muitos momentos decisivos, mas seu clímax foi na cruz, na qual aderrota final e destruição de Satanás foram asseguradas. Ao mesmo tempo, a profecia bíblica aponta para um “tempo dofim” (Dn 12:4, 9), um período na história da salvação com seu próprio significado em termos do relacionamento entre oSenhor e Seu povo. Os eventos desse período do “tempo do fim” são descritos como escatológicos, porque dizemrespeito às “últimas coisas”.Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber semultiplicará. (Dan. 12:4)Ele respondeu: Vai, Daniel, porque estas palavras estão encerradas e seladas até ao tempo do fim. (Dan. 12:9)Na lição desta semana examinaremos três eventos especiais dentro desse período geral das “últimas coisas”, que têmimensas implicações espirituais: O ministério de Cristo no santuário celestial, a segunda vinda de Cristo e a ressurreiçãodos que morreram na fé verdadeira.Domingo Ano Bíblico: Hb 12, 13O santuário celestial: parte 1A crença fundamental número 24 começa com as seguintes palavras: “Há um santuário no Céu, o verdadeiro tabernáculoque o Senhor erigiu, não o homem” (Hb 8:2). Um dos fatos pressupostos na Bíblia é a existência de um santuário celestial(Sl 11:4).como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. (Heb. 8:2)O SENHOR está no seu santo templo; nos céus tem o SENHOR seu trono; os seus olhos estão atentos, as suas pálpebrassondam os filhos dos homens. (Sal. 11:4)1. Leia Hebreus 8:1-5. Qual é o ponto principal ensinado nesses versos?Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou à destra do trono daMajestade nos céus, como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Poistodo sumo sacerdote é constituído para oferecer tanto dons como sacrifícios; por isso, era necessário que também essesumo sacerdote tivesse o que oferecer. Ora, se ele estivesse na terra, nem mesmo sacerdote seria, visto existiremaqueles que oferecem os dons segundo a lei, os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foiMoisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas deacordo com o modelo que te foi mostrado no monte. (Heb. 8:1-5) ramos@advir.com
  2. 2. O santuário terrestre é descrito como um tipo, ou modelo, do celestial. Isso significa que, no mínimo, o primeiro temalguma correspondência funcional com o último. O santuário terrestre ensina muita coisa sobre o celestial. Ainda assim, osignificado do santuário terrestre para o povo de Israel encontrava seu verdadeiro significado no santuário celestial e noque hoje acontece ali. Pela eficácia do sacrifício e ministério sacerdotal, o modelo terreno nos ensinou sobre as realidadesdo santuário celestial. O ministério do santuário terrestre era o meio divino de ensinar os princípios da salvação ao povode Deus, um prenúncio da “realidade”, que é o ministério de Cristo (Hb 9:9-15), através de Sua morte e intercessão nosantuário celestial.É isto uma parábola para a época presente; e, segundo esta, se oferecem tanto dons como sacrifícios, embora estes, notocante à consciência, sejam ineficazes para aperfeiçoar aquele que presta culto, os quais não passam de ordenanças dacarne, baseadas somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma.Quando, porém, veio Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo,não feito por mãos, quer dizer, não desta criação, não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu própriosangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção. Portanto, se o sangue de bodes ede touros e a cinza de uma novilha, aspergidos sobre os contaminados, os santificam, quanto à purificação da carne,muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossaconsciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo! Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim deque, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa daeterna herança aqueles que têm sido chamados. (Heb. 9:9-15)O ministério no santuário terrestre ensinava que, embora o derramamento de sangue fosse necessário (Hb 9:22) paraexpiar o pecado, ainda havia a necessidade de um mediador sacerdotal entre os pecadores e um Deus santo, comoresultado desse sangue derramado. O ministério do sacerdote no lugar santíssimo purificava o santuário do pecado erequeria aflição e arrependimento por parte do povo. Assim, o juízo também era destacado como parte integrante doministério completo da salvação.Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não háremissão. (Heb. 9:22)Igualmente fascinante é o que Hebreus 8:1, 2 diz: que o objetivo de todos os sete capítulos anteriores do livro é apontar aoleitor a realidade do santuário celestial e a posição de Cristo como nosso Sumo Sacerdote nesse santuário. É difícilentender como alguém poderia deixar de ver o grande significado que Hebreus dá ao ministério de Cristo no santuáriocelestial, como parte do plano da salvação.Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou à destra do trono daMajestade nos céus, como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. (Heb.8:1-2)Nada nesses versos indica que o santuário no Céu, e muito menos o ministério de Cristo ali, devam ser vistos comometafóricos ou simbólicos. Na verdade, o verso 5 deixa claro que o santuário terrestre – uma estrutura real com sacerdotesreais e sacrifícios reais – era apenas uma “sombra” da realidade do que Cristo está fazendo por nós no santuáriocelestial.os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estavapara construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado nomonte. (Heb. 8:5)Segunda Ano Bíblico: TiagoO santuário celestial: parte 2O ritual do santuário terrestre revelava três fases da salvação: sacrifício substitutivo, mediação sacerdotal e juízo. A Bíbliaensina que todas as três fases da salvação são incorporadas no ministério de Cristo em favor dos pecadores.2. Como a morte de Cristo na cruz satisfaz o aspecto substitutivo da salvação? Is 53:6; Rm 3:24, 25; 2Co 5:21Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele ainiquidade de nós todos. (Isa. 53:6)sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, noseu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixadoimpunes os pecados anteriormente cometidos; (Rom. 3:24-25)Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus. (2 Cor. 5:21)3. O que a Bíblia diz a respeito de Cristo e da mediação em favor dos pecadores? 1Tm 2:5; Hb 7:25Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, (1 Tim. 2:5)Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.(Heb. 7:25)Assim como os sacrifícios de animais apontavam para a morte de Cristo, o ministério sacerdotal prenunciava overdadeiro ministério de Cristo no santuário celestial. Especialmente, o ministério contínuo, ou diário, dos sacerdotes no ramos@advir.com
  3. 3. lugar santo, simbolizava o acesso do pecador a Deus por meio do ministério de Cristo como intercessor e mediador nosantuário celestial (Hb 4:14-16).Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossaconfissão. Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentadoem todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono dagraça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna. (Heb. 4:14-16)4. Como a purificação das coisas celestiais se relaciona com a obra sacerdotal no santuário terrestre, no Dia daExpiação? Hb 9:23Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos céus se purificassem com tais sacrifícios, mas aspróprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores. (Heb. 9:23)Tendo o ritual do santuário terrestre como pano de fundo, Hebreus 9:23 aponta claramente para um ministério depurificação, realizado por Cristo no Céu. Esse texto tem confundido os estudiosos, porque ensina claramente que algumacoisa no Céu foi contaminada e precisa ser purificada. Para os adventistas do sétimo dia, com sua compreensão das duasfases da obra celestial de Cristo em nosso favor, essa purificação é o antítipo – que corresponde à purificação anual dosantuário terrestre, no Dia da Expiação.Pense na expiação – o que ela significa, como é realizada, e quem unicamente pode fazer expiação por nós. Por que anotícia de que estamos vivendo no “Dia da Expiação” deve ser algo positivo e esperançoso?Terça Ano Bíblico: 1 PedroA segunda vinda de Cristo5. Como o cancelamento dos pecados se relaciona com a purificação do santuário? At 3:19-21Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados, a fim de que, da presença do Senhor,venham tempos de refrigério, e que envie ele o Cristo, que já vos foi designado, Jesus, ao qual é necessário que o céureceba até aos tempos da restauração de todas as coisas, de que Deus falou por boca dos seus santos profetas desde aantiguidade. (Atos 3:19-21)Embora Pedro possivelmente não tenha conhecido os “tempos ou épocas” (At 1:7), sua referência à profecia de Joel, emAtos 2:14-21, revela sua compreensão do cumprimento da profecia em seu tempo. Em sua percepção profética, pareceevidente que “Pedro, falando por inspiração, e, portanto, além de sua compreensão finita, estava se referindo,laconicamente, a dois grandes acontecimentos dos últimos dias da Terra: (1) O poderoso derramamento do Espírito deDeus; (2) O cancelamento definitivo dos pecados dos justos. Esses eventos estão ligados a um terceiro acontecimentoculminante, o segundo advento de Cristo” (The SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 6, p. 160).Respondeu-lhes: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade; (Atos1:7)Então, se levantou Pedro, com os onze; e, erguendo a voz, advertiu-os nestes termos: Varões judeus e todos oshabitantes de Jerusalém, tomai conhecimento disto e atentai nas minhas palavras. Estes homens não estão embriagados,como vindes pensando, sendo esta a terceira hora do dia. Mas o que ocorre é o que foi dito por intermédio do profetaJoel: E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos evossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos; até sobre os meus servos e sobre asminhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e profetizarão. Mostrarei prodígios em cima no céu e sinaisembaixo na terra: sangue, fogo e vapor de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha ogrande e glorioso Dia do Senhor. E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. (Atos 2:14-21)A igreja primitiva tinha certeza tanto da segunda vinda de Cristo quanto da promessa de um novo céu e uma nova Terra(2Pe 3:13). A primeira vinda de Cristo proveu a base teológica para a segunda. Quanto a nós, sem a segunda vinda deCristo, a primeira vinda teria sido inútil. O processo de lidar com o problema do pecado, um processo que Ele começoucom Seu sacrifício na cruz, atinge sua consumação quando, após a “purificação do santuário”, Ele “aparecerá segundavez ... para a salvação” (Hb 9:26, 28). De fato, sem a segunda vinda, e a ressurreição que ela trará, o que a promessa dasalvação significaria para nós? (1Ts 4:16-18). Nada!Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça. (2 Ped. 3:13)Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao secumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado. (Heb.9:26)assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez,sem pecado, aos que o aguardam para a salvação. (Heb. 9:28)Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus,descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremosarrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para semprecom o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras. (1 Ts 4:16-18)A segunda vinda de Cristo marcará a conclusão do grande conflito, no que diz respeito ao destino dos mortais. Satanás, ramos@advir.com
  4. 4. sabendo que o fim do conflito está à vista, busca, por meio do engano, extraviar o maior número possível de pessoas.Está escrito:“À medida que se aproxima o segundo aparecimento de nosso Senhor Jesus Cristo, agentes satânicos são impelidos porum poder de baixo. Satanás não somente aparecerá como ser humano, mas personificará Jesus Cristo, e o mundo quetem rejeitado a verdade o receberá como Senhor dos senhores e rei dos reis” (Ellen G. White, Eventos Finais, p. 168, 169).Contra esse engano temos sido advertidos de que a vinda de Cristo será um evento literal, pessoal e visível, que afetaráo mundo inteiro, acabando com as coisas que vemos no mundo hoje: pecado, sofrimento, miséria, decepção e morte.Olhe para nosso mundo. Temos feito dele um lugar melhor? Embora devamos tentar melhorar a vida dos menosafortunados do que nós, e dos que sofrem e passam por necessidades, por que devemos manter sempre diante de nósaquilo que é a única solução?Quarta Ano Bíblico: 2 PedroEsperando o advento6. Quais serão as diferenças entre os salvos e os perdidos no tempo da volta de Jesus? Qual é a importância dessamensagem para nós? Como essas palavras podem nos ajudar em nossa vida prática? 1Ts 5:1-11Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estaisinteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança,eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modoescaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa; porquantovós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas. Assim, pois, não durmamos como osdemais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios. Ora, os que dormem dormem de noite, e os que se embriagam é denoite que se embriagam. Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da couraça da fé e do amor etomando como capacete a esperança da salvação; porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar asalvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos emunião com ele. Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente, como também estais fazendo. (1 Ts 5:1-11)Existe muita coisa nesses versos, mas um ponto deve se destacar de forma muito clara: a esperança que devem ter osque aguardam a volta de Cristo. Certamente, precisamos ser sóbrios e vigilantes para que aquele dia não nos surpreendacomo um ladrão de noite. Mas também devemos estar cheios de fé, amor e esperança, porque “quer vigiemos, querdurmamos” (isto é, quer morramos antes de Sua vinda ou estejamos vivos quando Ele vier), temos a promessa de vidaeterna com Ele.Nesta época, quando vemos sinais ao nosso redor, devemos ter cuidado com nossa maneira de interpretá-los. Muitasvezes podemos ficar envolvidos com eventos que causam todos os tipos de agitação, drama e expectativa, apenas paraver que sua importância desaparece. Quando essas coisas acabam, podem deixar os membros da igreja descontentes,desanimados, e mesmo cheios de dúvidas. Precisamos ser vigilantes, mas também precisamos ser cautelosos, prudentese humildes, enquanto procuramos interpretar e discernir os sinais dos tempos (Mt 16:1-4).Aproximando-se os fariseus e os saduceus, tentando-o, pediram-lhe que lhes mostrasse um sinal vindo do céu. Ele,porém, lhes respondeu: Chegada a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está avermelhado; e, pela manhã:Hoje, haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Sabeis, na verdade, discernir o aspecto do céu enão podeis discernir os sinais dos tempos? Uma geração má e adúltera pede um sinal; e nenhum sinal lhe será dado,senão o de Jonas. E, deixando-os, retirou-se. (Mat. 16:1-4)7. Qual é o propósito dos “sinais dos tempos”? Jo 13:19; 14:29Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU. (João 13:19)Disse-vos agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós creiais. (João 14:29)As predições sobre o fim dos tempos não foram dadas para satisfazer a curiosidade dos fiéis, mas para estimulá-los acontinuar vigiando (Mt 24:32-44). Enquanto aguardamos o segundo advento, precisamos manter nossos olhos abertos econhecer o que a Palavra de Deus ensina sobre os eventos dos últimos dias. Isso é especialmente importante porque,entre os próprios cristãos, há muitas ideias falsas sobre os sinais dos tempos.Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximoo verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. Em verdade vos digoque não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras nãopassarão. Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai. Pois assimcomo foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúviocomiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam,senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. Então, dois estarão nocampo, um será tomado, e deixado o outro; duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra.Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. Mas considerai isto: se o pai de família soubesse aque hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, ficai também vós apercebidos;porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá. (Mat. 24:32-44) ramos@advir.com
  5. 5. Como podemos encontrar o equilíbrio entre viver na expectativa da segunda vinda e, ao mesmo tempo, abster-nos dever cada manchete de jornal como um sinal do fim? Como podemos evitar a complacência, de um lado, e o fanatismo, dooutro?Quinta Ano Bíblico: 1 JoãoMorte e ressurreiçãoNo Novo Testamento, um dos eventos relacionados com a segunda vinda de Cristo é a ressurreição dos que morreramcrendo nEle. Na verdade, no que diz respeito à maioria dos crentes, essa é a parte mais importante da segunda vinda,porque a maioria dos seguidores de Cristo estará morta quando Ele voltar.8. O que a Bíblia ensina sobre a ressurreição no momento da volta de Cristo? 1Ts 4:13-16 | 1Co 15:13-25 | Rm 8:11 | Fp 3:20, 21Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como osdemais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus,trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os queficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a suapalavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristoressuscitarão primeiro; (1 Ts 4:13-16)E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, evã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitoua Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam,também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. Eainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somosos mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos quedormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assimcomo, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um, porém, por sua própriaordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. E, então, virá o fim, quando ele entregar o reinoao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder. Porque convém que elereine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. (1 Cor. 15:13-25)Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesusdentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita. (Rom. 8:11)Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará onosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de atésubordinar a si todas as coisas. (Filip. 3:20-21)A Bíblia ensina que, na ressurreição, o “corpo” voltará à vida. Em outras palavras, a ressurreição bíblica é umaressurreição corporal. Essa verdade se torna ainda mais clara quando temos em mente o fato de que, após a ressurreiçãode Cristo, Seu túmulo ficou vazio. O corpo morto não permaneceu na sepultura. Na certeza da Sua ressurreição, temos acerteza da nossa.9. Se a ressurreição significa a destruição do poder da morte, por que só é possível alcançá-la “em Cristo”? 2Tm 1:8-10Não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor, nem do seu encarcerado, que sou eu; pelo contrário,participa comigo dos sofrimentos, a favor do evangelho, segundo o poder de Deus, que nos salvou e nos chamou comsanta vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada emCristo Jesus, antes dos tempos eternos, e manifestada, agora, pelo aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qualnão só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho, (2 Tim. 1:8-10)A chave para a imortalidade não está na investigação científica mais profunda. O poder da morte já foi quebrado pelaprópria morte e ressurreição de Cristo (Rm 6:9). Com base nessa realização, Ele pode conceder imortalidade aos que seidentificam com Sua morte e ressurreição por meio do batismo (Rm 6:23). Além disso, a Bíblia deixa claro que o dom daimortalidade não é dado aos crentes no momento da morte, mas na segunda vinda de Jesus, ao soar a “última trombeta”(1Co 15:51-54).sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre ele.(Rom. 6:9)porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Rom.6:23)Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir efechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremostransformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal serevista da imortalidade. E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir deimortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. (1 Cor. 15:51-54)“Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá” (Jo 11:25). Como você pode compreendermelhor a esperança contida nessas palavras? Sem ela, o que seria de você?Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; (João 11:25) ramos@advir.com
  6. 6. Sexta Ano Bíblico: 2 João; 3 João; JudasEstudo adicional“A intercessão de Cristo no santuário celestial, em favor do homem, é tão essencial ao plano da redenção como foi Suamorte sobre a cruz. Pela Sua morte, Ele iniciou a obra para cuja terminação ascendeu ao Céu, depois de ressurgir. Pela fédevemos penetrar até o interior do véu, ‘onde Jesus, como Precursor, entrou por nós’ (Hb 6:20). Ali se reflete a luz da cruzdo Calvário. Ali podemos obter percepção mais clara dos mistérios da redenção. A salvação do homem se efetua a preçoinfinito para o Céu” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 489).onde Jesus, como precursor, entrou por nós, tendo-se tornado sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem deMelquisedeque. (Heb. 6:20)Para o crente, Cristo é a ressurreição e a vida. Em nosso Salvador é restaurada a vida que se perdeu mediante o pecado,pois Ele possui vida em Si mesmo, para vivificar a quem quer. Acha-Se investido do direito de conceder a imortalidade. Avida que Ele depusera como homem, Ele reassumiu e concedeu aos homens (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p.786, 787).Perguntas para reflexão1. João Calvino chamou a obra de intercessão de Cristo de a “aplicação contínua de Sua morte para nossa salvação”, e édito que “a existência de um santuário celestial era um padrão teológico entre os clérigos puritanos”. Não é difícilperceber por que a obra de intercessão de Cristo deve ser vista como um ensinamento tão importante. Considere quantodo Antigo Testamento está centralizado em torno do santuário e do templo. Pense em quanto do Novo Testamentotambém está relacionado ao santuário! O que isso deve nos dizer sobre a importância dessa doutrina?2. Pense mais em Hebreus 9:23, um texto que durante séculos tem confundido os estudiosos bíblicos, que não conseguementender como alguma coisa no Céu poderia realmente precisar de purificação. Embora tenhamos ainda muita coisa aaprender sobre o que esse texto significa, como nossa compreensão, por exemplo, de Daniel 8:14, ajuda a esclarecer esseconceito importante?Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos céus se purificassem com tais sacrifícios, mas aspróprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores. (Heb. 9:23)Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado. (Dan. 8:14)Respostas sugestivas: 1. Jesus é o Sumo Sacerdote que intercede por nós no santuário celestial, como havia sidoprefigurado nas cerimônias do santuário terrestre. 2. Na cruz, Deus colocou sobre Cristo os nossos pecados; fomosjustificados por essa graça, mediante a fé no sangue de Jesus; o Justo foi sacrificado para que os injustos fossemjustificados. 3. Jesus é o único mediador entre Deus e os homens; Ele pode salvar os que se aproximam de Deus, porquesempre intercede por eles. 4. O santuário terrestre e as pessoas eram purificados do pecado por meio do sangue deanimais, como símbolo do sangue de Cristo, que purifica o santuário celestial do registro dos nossos pecados. 5. Quandonos arrependemos, nossos pecados são apagados (“purificados”) do livro de registro celestial e recebemos o poder doEspírito Santo para viver com Jesus, enquanto esperamos Sua volta. 6. (A) Salvos: estão preparados; andam na luz; sãosóbrios e vigilantes; usam a couraça da fé e do amor e o capacete da esperança de salvação; (B) Perdidos: Sãoapanhados de surpresa; são iludidos pela falsa segurança; estão nas trevas; embriagam-se, adormecem no pecado e nãopercebem o perigo; seguem na direção da ira; (C) devemos usar essa mensagem para advertir e consolar as pessoas. 7.Despertar fé e confiança na Palavra de Deus. 8. Os que morreram na fé em Cristo serão ressuscitados no momento daSua segunda vinda; a certeza da nossa ressurreição está fundamentada na ressurreição de Cristo. 9. Porque nossasalvação não é alcançada por meio de nossas obras, mas pela determinação e graça concedidas antes dos temposeternos, mas cumpridas pelo evangelho de Cristo, o único capaz de destruir o poder da morte. Resumo da lição 12 – As últimas coisas: Jesus e os salvosTexto Chave: Atos 3:19-21Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados, a fim de que, da presença do Senhor,venham tempos de refrigério, e que envie ele o Cristo, que já vos foi designado, Jesus, ao qual é necessário que o céureceba até aos tempos da restauração de todas as coisas, de que Deus falou por boca dos seus santos profetas desde aantiguidade. (Atos 3:19-21)O aluno deverá:Conhecer: a obra contínua de Cristo, que se inicia com a cruz e culmina com o juízo e a segunda vinda.Sentir: A necessidade de alerta vigilância e fidelidade por parte dos que esperam ver o Mestre, a qualquer momento.Fazer: Seguir a Cristo por trás do véu do santuário enquanto Ele intercede por nós diante do trono da graça.Esboço do aprendizadoI. Conhecer: Cristo no santuárioA. Como a obra de Cristo como Sumo sacerdote se baseia no que Ele fez na cruz por nós? Como essa obra culmina com ojuízo e a segunda vinda?B. Como as atividades do santuário terrestre nos ajudam a explicar os eventos atuais dos últimos dias no santuáriocelestial? ramos@advir.com
  7. 7. II. Sentir: O Rei está voltandoA. Que a atitude adequada os seguidores de Cristo devem ter em relação aos sinais dos últimos dias?B. Contra que enganos devemos estar atentos?III. Fazer: Seguindo o Sumo sacerdoteA. Que parte devem ter os seguidores de Cristo enquanto seu Sumo sacerdote intercede com o Pai em seu favor?B. Após a purificação do templo celestial, o que vem a seguir no grande conflito, e o que os seguidores de Cristo devemfazer?Resumo: Após resgatar Seus amados na cruz, Cristo intercede por eles como seu Sumo sacerdote celestial. Ele purifica osantuário celestial e, em seguida, retorna para levar Seu povo para viver com Ele.Ciclo do aprendizadoMOTIVAÇÃOConceito-chave para o crescimento espiritual: A segunda vinda de Cristo não é um conto de fadas, mas uma realidade.Sem ela, nossa fé em Cristo é vã.Só para o professor: A fim de motivar a fé na segunda vinda de Cristo e outros eventos relacionados nos últimos dias dahistória da redenção, peça que um membro idoso da classe leia a seguinte narrativa fictícia. Em seguida, comente asimplicações da história.História para ler: "Como adolescente precoce, eu me tornei membro fundador da igreja de Tessalônica. Quando Pauloveio à nossa cidade, a mensagem do evangelho desafiou todos os sistemas filosóficos e crenças que tínhamos conhecido.Platão estava fora, Jesus estava dentro. Os ídolos se foram, o Deus encarnado em Jesus Se tornou nosso soberano.Recebemos a Palavra de coração (1Ts 1:6). Nossa fé era conhecida em toda parte (1Ts 1:8), pois passamos a servir a umDeus vivo e verdadeiro e esperar pelo breve retorno de Jesus para estabelecer Seu reino ( 1Ts 1:9, 10). Mas como sempreacontece, nem tudo foram rosas em nossa igreja. Satanás estava criando problemas. Ele levou alguns santos a duvidar equestionar. Uma das grandes verdades que o apóstolo Paulo nos trouxe é que Jesus, que veio e morreu por nossospecados, está no Céu e logo voltará para nos levar para casa. Vivíamos com aquela incrível esperança. Mas Satanásestava ocupado semeando a dúvida. Alguns crentes idosos estavam começando a morrer, e os membros começaram aperguntar: a segunda vinda de Cristo é real? Que acontecerá com aqueles que estão morrendo, um a um, sem ver o Filhovindo do Céu? A dúvida atacou a fé. Estávamos todos preocupados. Contra essas dúvidas e preocupações, Paulo nosescreveu uma linda carta. No clímax da epístola, ele nos assegurou: "Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra deordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarãoprimeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para oencontro do Senhor nos ares (1Ts 4:16-18). Eu vivo e estou pronto para morrer com essa esperança em meu coração."Perguntas a fazer:1. Alguma vez você já duvidou da segunda vinda? Se assim for, por quê? Se não, por quê?2. Já se passaram quase dois mil anos desde que Paulo escreveu essas palavras. Em que base podemos dizer que elasainda são confiáveis?CompreensãoSó para o professor: Das muitas certezas que Jesus deu a Seus discípulos, João 14:1-3 é uma das melhores. Apesar datristeza que a sombra da cruz trouxe aos discípulos, Jesus não os deixou sem conforto. Duas razões para Sua certezaconsoladora podem ser citadas: primeira, Jesus ia transformar o instrumento de morte em um meio de triunfo e iaressuscitar vitorioso sobre o pecado; em segundo lugar, Jesus ia para o Pai e retornaria para levar os discípulos para o lar.A lição de hoje trata da segunda parte; é importante conduzir a classe a uma discussão e estudo que renove a fé nessetema.Comentário: Nenhum outro fundador de qualquer filosofia ou religião deixou a seus seguidores uma promessa tãoimportante e significativa quanto a que Jesus deixou. "Vou" para Meu Pai, disse Jesus aos discípulos, e imediatamentelhes assegurou: "voltarei" (Jo 14:1-3). O tempo entre a Sua ida e volta é conhecido como os últimos dias. Entre oseventos dos últimos dias, três são objeto de nosso estudo nesta semana: o ministério de Jesus no Céu, a segunda vindade Cristo e a ressurreição dos santos.Comentário BíblicoI. Eventos dos últimos dias: O santuário celestial (Leia com a classe Hebreus 7:22-28)A cruz é a solução definitiva para o problema do pecado. “Pois, quanto a ter morrido, de uma vez [Jesus] para sempremorreu para o pecado" (Rm 6:10). Nenhum sacrifício mais é necessário. Depois de Se oferecer como um sacrifício "umavez por todas", Cristo entrou no santuário celestial para realizar Seu ministério mediador ( Hb 7:22-28). O livro de Hebreusensina que o santuário terrestre é um modelo do celestial (Hb 8:5; 9:23-26). O santuário terrestre ensinava osprocedimentos – os sacrifícios diários, os deveres sacerdotais, os serviços anuais de julgamento – a ser seguidos no tratocom o pecado, mostrando assim ao povo de Deus a gravidade do pecado e o custo da salvação. Todos esses eram asombra terrestre de uma realidade celestial (Hb 8:5). A realidade divina é o que Cristo está fazendo por nós no santuáriocelestial (Hb 9:9-15), "tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados" na cruz (Hb 10:12). Quando oministério no Céu – incluindo a purificação do santuário celestial (Hb 9:23) caracterizado pelo Dia anual da Expiação – seencerrar, Cristo voltará à Terra pela "segunda vez" para levar Seus filhos para o lar (Hb 9:28).Pense nisto: Qual é a relação entre o santuário terrestre e o celestial? Como o santuário terrestre mostra a gravidade dopecado? Como o serviço terrestre tipifica o celestial?II. Eventos Finais: A segunda vinda (Leia com a classe Mateus 24:5-7 e 25:37-39.) ramos@advir.com
  8. 8. A promessa de Cristo "virei outra vez" (Jo 14:3) explica firmemente que a segunda vinda é distinta da primeira. Hebreusressalta claramente essa distinção: "Cristo, tendo-Se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos,aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que O aguardam para a salvação" (Hb 9:28). A missão da segunda vinda não épara expiar o pecado, mas para reunir em Seu reino eterno aqueles "que O aguardam para a salvação".No Sermão do Monte, nosso Senhor (Mt 24, Mc 13, Lc 21) fala especificamente da segunda vinda em termos de umareunião universal de Seus discípulos desde a "extremidade da Terra" (Mc 13:27) no reino de Deus. É o tempo da colheita(Mc 4:29; Ap 14:15). Sua vinda será precedida por vários sinais, incluindo falsos cristos (Mt 24:5), guerras e rumores deguerras (Mt 24:6, 7), fomes e terremotos (Mt 24:7) e a proclamação mundial do evangelho (Mt 24:14). Pouco antes de Suavinda haverá uma grande tribulação (Mt 24:21) apatia e deterioração espiritual (Mt 25:37-39; Lc 17:28-30). Esses e outrossinais são dados não para elaborar um cronograma cronológico de quando Jesus virá, mas para manter o povo de Deusem estado de preparação. Vigilância e prontidão são a resposta perpétua do cristão à promessa da Parousia.Pense nisto: Qual é a missão e o propósito da segunda vinda? Qual é a diferença da primeira? Quais são os sinais dasegunda vinda de Cristo dentro da igreja e no mundo? Como devem nos preparar para Sua volta em breve?III. Eventos finais: A ressurreição dos santos (Leia 1 Tessalonicenses 4:16, 17).No trauma da morte, os cristãos não devem entristecer-se “como os demais, que não têm esperança" (1Ts 4:13). UmPlatão pode considerar a morte a libertação da dor e da corrupção da vida e a porta de entrada para uma nova vida. UmSêneca pode emitir um chamado para a auto-disciplina em face da morte. Um hindu pode ver na morte a possibilidadede reencarnações infinitas. Mas não o cristão. Para ele, a dor deve ser colocada dentro da perspectiva da esperançacristã, e essa esperança está ancorada na certeza de que "os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro" (1Ts 4:16). Aí está aresposta do cristão e o conforto para o problema da morte.Mas quando é que os mortos em Cristo vão ressuscitar? A resposta de Paulo é clara: "Porquanto o Senhor mesmo [...]descerá dos céus. [...] e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremosarrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para semprecom o Senhor" (1Ts 4:16, 17). A palavra grega para "encontro", apanteesin, está carregada com poder e importância, dandoa ideia do retorno de um herói conquistador. O herói de todos os séculos, o Rei dos reis, o Soberano do Universo estávoltando, e Seus súditos irão encontrá-Lo no ar. Jesus, o Soberano do cosmos, o Senhor do céu e da Terra, está chegandopara buscar os Seus. Essa é nossa "bendita esperança" (Tt 2:13).Pense nisto: Com base na autoridade das Escrituras, qual é a compreensão bíblica de quando os mortos em Cristoressuscitarão? Como o conhecimento da palavra grega traduzida como "encontro", em 1 Tessalonicenses 4:16, 17 reforçanossa compreensão do que acontece na segunda vinda?AplicaçãoSó para o professor: A lição de hoje traz muitas áreas de verdade, peculiares aos adventistas do sétimo dia. Naapresentação da lição, certifique-se de enfatizar essas áreas exclusivas dos eventos dos últimos dias.Perguntas de aplicação1. Por que a nossa fé será vã se a segunda vinda não for real?2. O que a segunda vinda significa para você pessoalmente? Você consegue se lembrar de uma experiência em queencontrou uma bênção nessa doutrina?CriatividadeSó para o professor: Procure fazer com que a classe entenda que sem a segunda vinda de Cristo, a primeira vinda nãotem nenhum significado, no que se refere à vitória final sobre o mal e a morte. A cruz assegura a vitória sobre o maligno.Foi pela cruz e a ressurreição que a batalha decisiva foi vencida.Atividade. Peça que diversos alunos leiam em voz alta as seguintes passagens e digam o que o texto significa paraeles:Romanos 13:13; 1 Coríntios 11:26; 15:54, 55; Filipenses 3:20, 21; 1 Tessalonicenses 5:6; 1 Pedro 1:3, 5; 4:7; 2 Pedro 3:12. ramos@advir.com

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